Doce Vingança

Doce Vingança Nora Roberts
Nora Roberts


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Resenhas - Doce Vingança


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danilo_livros 13/04/2010

Delicioso
Grande mestra deste novo gênero chamado Romances de Suspense, Nora Roberts é uma exímia contadora de histórias. Com personagens fortes e tramas que dão muitas reviravoltas, ela nunca deixa de lado as paixões avassaladoras e as cenas picantes que as leitoras tanto gostam.
Adrianne é mais uma destas mulheres. Filha de um poderoso sultão e uma atriz americana, ela cresceu com medo, vendo os abusos e desmandos de uma sociedade muçulmana sofridos na pele e de sua mãe, pela condição de ser mulher. Ao contrário de se submeter a situação, ela e sua mãe fogem rumo a liberdade. Mas algumas prisões, dentro de nossa alma, nunca são quebradas...
Agora, Adrianne, já adulta, vai ser vingar de seu pai de maneira astuta, e seu mundo nunca mais será o mesmo.
Com personagens carismáticos, esse livro é mais uma prova que o gosto do público está mudando. Nada mais daquelas coisas de romances sofridos em silêncio e murmúrios de amor entre sombras. As mulheres de agora são racionais e desejam. Sabem lutar pelo que quer e arriscam toda a vida por uma única chance de sucesso.
Rose 28/04/2011minha estante
Parabéns... é uma ótima resenha! Terminei este livro agora, e amei a história, é realmente um dos melhores livros de Nora Roberts. :)


karina 13/09/2013minha estante
amei sua resenha! este foi o primeiro livro que li de nora comprei com um certo receio que fosse um tipico '' sabrina'' ( que acho terríveis), mais é inesquecível maravilhosa e tem outro também o pecados sagrados que também é muito bom.




Tícia 01/06/2013

Depois que eu terminei de ler Doce vingança, fiquei matutando em como eu escreveria essa resenha.
Pensei comigo: tenho duas opções.

A primeira consistiria em gastar todo o meu vocabulário, meu poder de esculacho e toda a minha espantosa variedade de turpilóquios em cima do vilão. Um texto assim me traria grande satisfação pessoal, mas não ia rolar porque o bixim seria censurado e eu iria ser autuada por “inconveniência linguística”.

Diante desta razoável conjectura, só me restou a segunda opção para escrever a resenha, ou seja, seguir a velha forma tradicional de falar sobre os livros, seus personagens e sua história, sem os piiiiiiiiiiiis” ou as tarjas pretas a cada seis palavras.
Sobre esculhambar o vilão em doses cavalares... bem, vai ter que ficar só na minha fecunda imaginação.
Mas vamos lá...

Nora Roberts.
O que dizer sobre esta autora que alguém já não tenha dito e redito?

Pra quem não sabe, até o ano passado eu só conhecia Nora pelo nome.
Todo mundo falava o quanto as histórias dela eram ótimas, os personagens marcantes, os livros inesquecíveis e eu ficava aqui... uma completa café-com-leite.
Até que li a série Mortal. Quase toda. Em menos de dois meses.
Bem, agora posso dizer que não sou mais café-com-leite.
Talvez um pingado.

Maaaaaaas, eis que surgiu a chance de eu acrescentar mais uma preciosidade de Nora em minha lista de lidos. Doce vingança chegou nas minhas mãozitias através de uma amiga, a Flaveth. Ela disse “lê que o trem é bão”.
Bão? Com força e você não faz ideia da quantidade de sentimentos que o livro me trouxe do início ao fim da narrativa. Foi tanto gangorrismo emocional, tanta vontade de entrar na história pra estapear e enxovalhar geral, que pensei seriamente em ser apresentada ao Lexotan.

A história é densa, muito densa e eu dividiria a trama basicamente em três partes: quando Adrianne, a mocinha, era uma criança no país muçulmano Jaquir; quando ela é uma pré-adolescente e foge com a mãe para a América e alguns anos depois, quando Adrianne já é uma adulta munida por um forte sentimento de vingança contra seu pai.

As duas primeiras partes resultaram em úlceras. Provavelmente os fios capilares que eu arranquei nascerão rebeldes no próximo verão e, de novo, minha manicure vai falar que passei fome.
Por quê? A única pista que eu vou te dar é que, se você gosta de histórias de sheik, ouça essa: era uma vez um sheik poderosão e lindão que se encanta por uma atriz. Eles se apaixonam, se casam, ele a leva para seu país e lá eles vivem. Ela engravida e tem uma linda filha: Adrianne. Viveram felizes para sempre?
Cof, cof, cof.

Na terceira parte, temos uma Adrianne adulta, rica, com costumes ocidentais e é nesse momento que entra o mocinho, Philip Chamberlain.
Um parêntese: qual é o problema da Nora? Não é possível! Criar mocinhos desse tipo é bullying contra a minha pessoa. Fecho parêntese.

Bem, como eu ia dizendo, nessa terceira parte temos o encontro de Adrianne e Philip. Ela, uma mulher aparentemente frívola, da sociedade, que vive de festa em festa, fazendo uma caridade aqui, outra acolá. Ele, um cara ricão, bonitão, que também dá seus pulos pela sociedade de vez em quando.
Os dois começam a se envolver depois de um encontro inusitado e eu não posso revelar mais nada, porém adianto que tem suspense, briga, ação, ardil e, claro, muito romance.

Essa história me fez pensar algumas dores.
A mocinha e sua mãe sofreram horrores no início da trama, disso não tive dúvida. E, com o desenrolar da história, realmente compreendo a necessidade de Adrianne de vingança.
Mas até onde valeu a pena fomentar esse ódio contra aquele que lhe causou tanto mal? E era ódio realmente? Ou uma necessidade desesperada de ser amada?
E quando realizou seu intento, a vingança foi doce? Ou foi amarga? Ou foi simplesmente, insípida?
Eu não sei nenhuma das respostas até agora.

Doce vingança é um ótimo livro.
Nora Roberts, sem dúvida, merece cada atributo que recebe de seus leitores. Ela conseguiu criar uma história que me deixou tão envolvida que, pra variar, fiquei resmungando sozinha enquanto lia.
Minha cachorrinha já nem me olha mais com estranheza.
E o romance... Lindo demais, o casal mostrou que não só os opostos se atraem.


Recomendo?
Ôxi!!!

; )


Resenha postada originalmente em http://www.sempreromantica.com.br/2013/05/doce-vinganca-nora-roberts.html#comment-form
CarlaC 01/06/2013minha estante
Eu gosto da Norita. Já li dois livros dela que me recomendaram muito e gostei demais porque me lembraram um pouco os livros da Catherine Anderson, mas não é aquela autora que eu saia correndo para comprar ou que fure a fila. Ainda não me considero fã dela, mas quando eu voltar a dar uma chance a NR vai ser com o Roarke. :P


Tícia 01/06/2013minha estante
Nossa, Carlíssima...
O Roarke é tudo, mas tudo MESMO! Pode dar todas as chances pq aquele moreno é um dos meus preferidos.
Eu já te falei que ele é o provável tatatataraneto do Roger? kkkk

Mas Doce vingança vale a pena. Meio triste no início, te faz raiva (sheik desgracento), mas é lindo.


CarlaC 01/06/2013minha estante
Falou! E isso tb contribuiu para eu querer conhecê-lo. Mas vc fala tanto desse homem (bem como outras meninas) e devorou os livros quase todos, ou todos, de enfiada... isso tem que significar alguma coisa. rsrs Eu só estou um pouco retraída ainda porque não ando numa fase boa para ebooks e aqui essa série tb está publicada, só que é tanto livro que eu tenho até medo das consequências financeiras se eu ficar viciada. kkkkk


Tícia 03/06/2013minha estante
Eu li metade da série Mortal em pouquíssimo tempo. Nas férias agora, vou ler a outra metade. Tô economizando. kkkkkk

São caros, viu? Faltam 4 pra mim ainda , fora o que ainda vai publicar. Eu te falei que meu cartão de crédito cortou relações comigo? Foi por causa da série Mortal.
Ô luta!


Flaveth 16/10/2017minha estante
Ownnn amiga! Saudade de vc!


Joyce Oliveira 03/11/2017minha estante
A Adrianne chega ser chata ou irritante quando tenta manter a distância do Phillip?


Tícia 05/11/2017minha estante
Jouce, faz muito tempo que eu li esse livro e realmente não lembro. :(
Maaas, acho que não, pq se tivesse sido, era bem provável que eu teria reclamado disso. kkkkk


Joyce Oliveira 05/11/2017minha estante
Ashuashuas
Ok obrigada




Jay 17/08/2011

Doce Vingança
Sinopse:
Em Doce Vingança, vamos conhecer a história de Adrianne, linda e elegante princesa, que esconde um terrível segredo de família. Quando criança, foi testemunha da crueldade com que seu pai tratava a esposa, sua mãe - uma lendária estrela de cinema. Ao tornar-se adulta, Adrianne alimenta um forte desejo de vingança contra aquele que destruiu sua infância e a felicidade de sua mãe. Para realizar seu intento, Adrianne concebe um plano que envolve um fabuloso colar, conhecido como O Sol e a Lua, de valor inestimável e que pertence a seu pai. Mas o surgimento de Philip Chamberlain em sua vida, com sua inteligência, encanto e enigmático carisma, que tem motivos pessoais para se aproximar da Princesa Adrianne, poderá desvia-la de seu objetivo, e somente tarde demais ela perceberá o perigo oculto ao descobrir que tem pela frente dois homens de força excepcional - um com a capacidade de tirar a sua liberdade, outro com o poder de tirar a sua vida.

Opinião:
Eu achei um ótimo livro, Nora Roberts mostrou que é realmente uma grande escritora. É um livro longo e um pouco demorado mas a trama que se passa é intrigante. Eu adorei lê-lo. Recomendo para quem gosta de romances policiais. É um livro envolvente e sensual.

Gostou da resenha? Não gostou?
Comente no meu blog: http://little-things-for-you.blogspot.com/
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Keila 09/09/2010

Doce vingança.
Eu li e reli esse livro várias vezes,principalmente os momentos de intimidade entre Adrianne e Philiph,como ela relata de uma maneira linda a paixão e a relação dos dois.

Adrianne é linda, inteligente e uma princesa.

Quando pequena foi testemunha das crueldades que o pai cometia com sua mãe e até contra ela própria, sendo excluída da vida do pai por ser uma menina e não um filho homem como ele tanto queria.
Ao tornar-se adulta a sede de vingança de Adrianne continua firme e até mais forte, querendo que seu pai sofra de qualquer maneira pela crueldade que fez a mãe passar.
E a forma que ela achou foi de conceber um plano de roubar o colar conhecido como: O Sol e a Lua, de valor inestimável pertencente a seu pai.E eis que surge o Philip Chamberlain em sua vida.
Um homem inteligente, encantador e enigmático carisma.

Adrianne tem pela frente dois homens em sua vida de força excepcional.
Um com a capacidade de tirar a sua liberdade o outro com poder de tirar sua vida.

É mais uma história apaixonante e irresistível, que é impossível de parar de ler, muito menos esquecer!

Sou fã da Nora Roberts amo o modo como ela escreve
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Glaucia 07/08/2009

Esse foi o primeiro livro que eu li da Nora, e me apaixonei desde o primeiro capitulo. É uma historia que não da pra parar de ler. ♥
karina 13/09/2013minha estante
eu também e o outro pecados sagrados




neli 24/04/2011

Conto de fadas

Adrianne é uma linda princesa que poderia viver uma vida de conto de fadas.
Mas sua vida muda bruscamente quando vê a mãe ser agredida pelo pai.
Elas fogem do palácio e vão para os Estados unidos.
Lá elas passam por muitas dificuldades, pois elas não contam com ajuda de ninguem.
Quando a mãe fica doente, sem ter como pagar pelo tratamento, Adrianne pede ajuda ao pai,que se recusa.
Com isso, ela jura se vingar do rei e recuperar um colar que de foi de sua mãe e que ainda está no palácio.
Começa aí uma verdadeira aventura.
Amei o livro, os personagens( Phillip principalmente) e o desfecho.
Recomendado.

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Carol 28/05/2011

Abdu, rei de Jaquir, conquista o maior tesouro invejado por todos, o coração de Phoebe Spring, atriz de grande nome, talento e beleza, em plena ascensão da carreira em Hollywood.

Agora uma rainha, Phoebe abre mão de sua carreira, suas origens, suas culturas e seu país, para tomar posse do seu título de nobreza do Oriente Médio, no dia do casamento, Abdu, dá a Phoebe o Sol e a Lua, o colar mais poderoso do Oriente e que carrega inúmeras histórias de sangue, amor e desgraça.

Apaixonados, geram um bebê, e desse fruto nasce Adrianne, para a felicidade de Phoebe e para a desgraça do rei, em Jaquir uma filha vale menos do que um cavalo, são submissas e marcam presença apenas para garantirem uma boa noivado precoce em benefício da política.
Quando Addy nasce, Abdu tira de Phoebe o seu bem mais precioso, O Sol e a Lua, e juntamente lhe dá uma vida de desgraça, humilhação, abusos e inúmeras surras.

O harém, nunca pensou que um dia viveria em um, cercada pelas outras mulheres de Abdu, Phoebe cria Addy com todo o amor do mundo, e o deslumbre de poder ter tido tanta liberdade antes que parecia ser em outra vida. 8 anos se passam e Abdu anuncia o casamento de Addy e sua educação em uma escola alemã, no desespero Phoebe enlouquece e graças a Ala tem uma oportunidade de viajar com Abdu e Addy para Paris, para uma festa em sua homenagem que garantirá bons negócios com o Ocidente ao povo de Jaquir. Neste dia sua trajetória começa e termina de uma forma trágica.
Com o disfarce de irem ao Louvre e fazerem compras em Paris, Phoebe despista os seguranças de Abdu e foge para Nova Iorque com Addy, lá é recebida pela sua melhor amiga e atriz Celeste, que as abrigam na promessa de um recomeço.

Porém o amor que ainda sente por Abdu a mata pouco a pouco, sua volta para as telas de Hollywood não foi bem como pensava, passa a fazer filmes de baixo calão e que mostra muito mais do seu talento, mostra seu corpo e toda a sua vergonha. Entra em uma depressão após a outra, suas drogas e sua bebida a alimentam para apenas conseguir superar o dia, até que Addy já mais velha decide procurar ajuda médica e passa a internar a mãe frequentemente. Sem dinheiro, sem ajuda de Abdu, se vê envolvida em um mundo de Hobin Hood, se torna o mais famoso dos ladrões de jóias e procurado pela Interpol, cada dia que passa aperfeiçoas suas técnicas de mãos-leves e sua história se enlaça com Philip Chamberlain, um ex-ladrão famoso, detetive da Interpol.

Quanto mais Addy tenta se desvencilhar das mãos hábeis de Philip, mais seu coração se envolve, porém a sede de vingança pela morte da mãe, a faz voltar a Jaquir muitos e muitos anos depois para recuperar a honra e o orgulho da mãe. Agora com uma parceiro provisório bolam um plano para entrar no cofre com o tesouro do rei e como o último ato de roubo em toda a carreira de Sombra e PC, irão roubar o Sol e a Lua bem embaixo de toda a proteção e guarda do rei, nem que para isso precisem ficar noivos e se casarem em Jaquir, para o desespero de Addy e para a felicidade de Philip, mas será que ao se verem casados o sentimento falará mais forte e permanecerão assim?
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Rose 28/04/2011

Um balde de Romance, vingança e culturas diferentes!
Phoebe Spring, atriz, americana e nomeada a mulher mais linda do mundo, chamou a atenção de Abdu, o rei de Jaquir, que fez de tudo para tê-la como sua esposa. Enviou dezenas de rosas brancas a ela, fechou restaurantes para atender apenas os dois... e ela se apaixonou também, e assim casaram e como presente de casamento deu a ela como prova de amor o colar O Sol e a Lua, uma das jóias mais valiosas do mundo. Mas o problema ocorreu que ao ter seu primeiro filho, nasceu uma menina chamada Adrianne, e depois disto ela não pode mais ter filhos. Abdu ficou louco, odiou a filha desde que viu, e assim casou com outras mulheres, pois em Jaquir os homens podiam ter até 4 esposas a partir do momento que tratassem todas iguais. Mas Abdu só sentia desejo por Phoebe, e isto fazia sentir ódio dele próprio e dela, pois ele foi contra seu povo ao casar com uma americana. E como vingança ele batia nela, estuprava, e nem olhava na cara da menina. A segunda esposa deu um filho homem a ele. E Phoebe sofria muito, pois não gostava da cultura deles e de como era mal tratada por ele. Quando Addy tinha uns 5 anos, ela estava deitada com a mãe quando ouviu os passos dos pai e se escondeu, e viu o pai estuprar e bater na mãe, sua mãe chorando. Ao completar 8 anos, Abdu resolve colocar a filha numa escola na Alemanha e casa-la aos 15 anos, avisa a Pheobe o que decidiu e diz que tem que a esposa a Paris, em virtude de um pedido de seus fãs (ele odeia isto, mas faz por status em virtude do dinheiro envolvido com petróleo), a esposa finge que aceita a escola e o casamento da filha, e pede para levar a filha com eles, pois ela alega que ao conhecer o mundo pode tornar-se uma esposa melhor futuramente. Ele aceita, não sabendo as intenções da esposa (fugir), pois a esposa não queria de nenhum jeito que a filha tivesse o mesmo futuro que ela. E lá Phoebe faz de tudo para dar uma vida boa a filha, o que faz dela uma pessoa doente. Addy ao perder a mãe para a morte alguns anos depois, prepara sua vingança para com o pai.

E também tem Philip, um britânico que nasceu pobre, órfão de pai, e claro um dos melhores ladrões do mundo em jóias, nunca pego. Até que aparece um novo ladrão conhecido como “O Sombra”, o qual a Interpol está a 10 anos procurando sua identidade e nada descobre. Onde surge a idéia de contratar um ladrão para pegar outro ladrão. E assim contratam Philip, que vendo as vantagens e benefícios muda de lado. E sai a procura deste ladrão tão habilidoso, o que não sabia era que este ladrão iria mudar toda a sua vida. Dando um novo significado a ela. Mas claro ele terá que derrubar muitas barreiras, para ter a confiança desta pessoa, e assim fazendo com que cada um necessita-se cada vez mais um do outro.
Cristine 29/04/2011minha estante
eita pega!!!
que desgraceira sem fim!
a história parece ser boa, mas estou passando longe, estou numa fase onde preciso ler livros que me façam rir.




Andréia 18/02/2015

Perfeito!
Já li esse livro várias vezes, foi um dos primeiros adultos que eu li. Me apaixonei por ele! Penso que a forma que foi escrito, a história em si, tudo te cativa, faz com que você queira ser a Adrianne, e ser amada pelo Philip. O enredo foi muito bem pensado, a descrição dos lugares foi impressionante, me senti dentro da história, enfim, só posso dizer que esse livro marcou minha vida, SEMPRE que me pedem o nome de um livro que eu indicaria, o primeiro livro que me vem a mente é Doce Vingança. Amo ele e recomendo para quem quiser ter uma leitura super rica!
Patricia 29/12/2015minha estante
Adoro este livro, um dos meus preferidos!




Leitora Voraz 04/03/2014

RESENHA DO LIVRO DOCE VINGANÇA
RESENHA: DOCE VINGANÇA

O Sol e a Lua:

A mulher que o tiver experimentará a grandeza de uma rainha.

O cofre que o guardar desafiará as mentes mais sofisticadas do crime.

Mas cuidado: conta a lenda, que por todas as mãos que passou, deixou um rastro de sangue e ruína.

Era uma vez ......

Uma linda americana de cabelos da cor do fogo e olhos da cor do mar. E um lindo príncipe do deserto gentil e romântico.

Assim começa nossa história. Phoebe Spring era uma atriz de Hollywood, no auge de sua carreira, amada por seu público e dona de uma beleza espetacular. Exercia um fascínio nos homens e inveja nas mulheres.

Nunca pensou que, um dia, teria a vida das mocinhas que representava nos filmes. Mas teve. Encontrou, na vida real, um rei de verdade: Abdu - o Xeique de Jaquir!!!!

Mas algo deu errado, o sonho quebrou:

O que fazer quando você sabe que tem que ir embora, mas você não quer ir? Que daria tudo para ter sido diferente e voltar aos bons tempos? Você quer fugir de quem ele é hoje, mas quer abraçar quem ele foi ontem? E quando enfim se liberta, descobre que está presa para o resto da vida a ele? Pois seu coração não consegue desistir dele. Ficar dói, mas fugir também dói. Não há saída: não há ninguém para quem voltar, sua vida anterior não existe mais, foi esquecida; e não há ninguém por quem ficar, o príncipe dos contos de fada, nunca existiu, era só uma fantasia vendida pelas telas do cinema.

Adrianne, sua filha, a mantinha viva, enquanto, ao mesmo tempo, a ausência daquele Abdu que conheceu a matava. As duas faces do amor: o amor que salva e o amor que destrói.

Era uma vez ......

Uma linda princesa chamada Adrianne. Ela vivia em um castelo de verdade, coberta de joias e de proteção.

Mas algo estava errado, pois sua mãe não era feliz:

O que fazer quando, ainda criança, descobrir nos olhos de sua mãe uma tristeza profunda? E encontrar nos olhos de seu pai a rejeição? Era apenas uma garotinha quando teve que cuidar de um adulto cheio de traumas, em um mundo que ela não entendia, era uma estranha.

E quando se viu sozinha, jurou vingança por todo o horror que testemunhou sua mãe passar
ao lado do rei. Addy tinha um plano e por muitos anos esperou sua Doce Vingança....

Mas todo plano tem falhas. Addy não esperava por aquele homem charmoso e enigmático, Philip Chamberlain. Não estava preparada e não sabia o perigo que ele representava.

Philip se surpreendeu com um sentimento que não conhecia. Addy, com o coração ferido, cega pela dor e pelo medo, não iria permitir que ele se aproximasse.

Era uma vez ......

Um gatuno. Mas não um gatuno qualquer, leitores. Ele circulava pelas altas rodas da sociedade mais poderosa do mundo: os ricos sem coração!!! E escolhia suas vítimas, aquelas que não mereciam carregar, em seus pescoços, as pedras mais preciosas que a natureza já esculpiu.

Era chamado por: O Sombra!!!

Depois de ter roubado milhões de dólares em joias, era o ladrão mais procurado pela Interpol. O capitão Stuart Spencer o perseguia há anos e nunca conseguiu nem chegar perto dele.

Ele não tinha como imaginar, mas a “sombra”, que não deixava rastros, estava se preparando para o maior feito da sua carreira.....

E viveram felizes para sempre.....

Phoeb nunca viveu esse final e nem Abdu. Mas Adrianne sim: no balanço geral, estava cheia de cicatrizes e com uma história fantástica para contar, ao lado daquele que roubou seu coração......

O Cantinho abre o coração:

Alguém já ouviu falar de Nora Roberts?

Não sei se já perceberam, mas ninguém indica seus livros, as pessoas indicam a autora, como se ela fosse uma unanimidade.

Por muito tempo coloquei seu nome em minha lista e hoje a espera chegou ao fim. Não me arrependi.

A autora revela logo nas primeiras páginas quem é Philip. Depois, através de um flashback, Philip nos apresenta sua vida, o momento em que conheceu Adrianne e sua relação com “O Sombra”.

E temos, durante a leitura, um jogo perigoso: Adrianne querendo realizar sua vingança, “O Sombra” sendo caçado e Philip no meio de todos os acontecimentos.
Mas se me perguntarem sobre o que é a história, eu respondo: é sobre o amor!!!

O amor do Rei Abdu por Phoebe: por ela, desafiou sua cultura e arriscou seu trono. Mas quando a vergonha caiu sobre o seu teto, puniu Phoebe por ter sido fraco e ainda amá-la.

O amor de Phoebe pelo Rei Abdu: por ele, abandonou seu país e renunciou a tudo que acreditava, submetendo-se às regras de um mundo novo. Mas esse amor se transformou em uma droga: aos poucos destruía seu organismo e aumentava sua dependência.

O amor de Phoebe pela filha: por ela, arriscou tudo, inclusive a própria vida. Ultrapassou todos os limites e não suportou.

O amor de Adrianne pela Phoebe: por ela, fez o impossível: virou gente grande quando ainda era uma criança, se dedicou a ser seu porto seguro e enfrentou o inferno para salvá-la.

O amor de Adrianne pelo Rei Abdu: por ele, viveu dez anos de sua vida em função de uma vingança. Mas o que ela não admitia, é que, no fundo, era só uma garotinha assustada implorando pela atenção de seu pai.

E, então, entram em cena Adrianne e Philip, que são surpreendidos por um sentimento maior do que eles mesmos, impossível de controlar. E a autora nos brinda com humor, charme e muitas cenas de amor!!!!!

Ela não podia permitir que ele entrasse em sua vida, não suportaria perdê-lo. Ele não poderia deixá-la só, não suportaria perdê-la. Ambos arriscam tudo só para ficarem juntos.

Pontos altos do livro:

Eu estou completamente, apaixonada por Philip Chamberlain!!!! A autora criou um romance que não é meloso (olha que eu adoro romances melosos), ele é inteligente, sedutor, engraçado, intenso e ao mesmo tempo um romântico. Ele em nenhum momento desistiu dela.

E não poderia esquecer das cenas de Adrianne com sua avó Jiddah. Vocês não fazem ideia do tamanho desse amor!!! Impossível descrever em palavras. A avó faz uma participação pequena, mas definitivamente, inesquecível!!!!

Meu primeiro contato com a autora: gostei muito da narrativa, adorei a história e não senti as 472 páginas passarem. Mas não foi uma história impactante, a ponto de consagrá-la.

site: http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/2014/02/resenha-do-livro-doce-vinganca.html
Hel 15/10/2016minha estante
Melhor resenha que eu li deste livro!




Belle 19/02/2014

Mais uma dose de Nora, por favor?
Ok, essa resenha foi difícil. Demorei séculos para começar a rascunhá-la e perdi as contas de quantas versões dela eu fiz. A questão é que, em meio a tantos livros maravilhosos da Norinha (ainda pretendo apresentá-los à série Mortal e à Trilogia do Círculo), este conquistou um lugar de destaque no meu coração e eu não sabia como dividir isso com vocês da maneira certa.

Em Doce Vingança, Nora nos mostra todo o seu talento ao mergulhar fundo em uma cultura absolutamente diferente e nos apresentar às consequências do fanatismo religioso. Adrianne, Princesa de Jaquir – um país islâmico do Oriente Médio, governado por seu pai, o Rei Abdul –, cresceu com sua mãe, Phoebe, lhe contando histórias sobre o lugar de onde viera e onde era uma grande estrela do cinema: o Ocidente. Para a pequena Princesa, os lugares que a mãe narrava e costumes como mulheres dirigindo, não tendo que usar burca e falando com homens que não fossem da família ou seus maridos, não passavam de fantasia. Adrianne era feliz no harém, mas, sabia desde sempre, que a mãe não era.

Certa noite, ainda muito pequena, Adrianne presenciou o próprio pai estuprar a mãe e entendeu o motivo da infelicidade dela. Mesmo criança, ela sempre soube que o pai não a amava, mas, sempre sentira uma mescla de amor e medo pelo homem imponente que era Abdul. Entretanto, naquela noite, todo o amor de Adrianne morreu enquanto percebia a dor da mãe e o que restou foi o ódio e o medo. Aos cinco anos, Adrianne deixou de ser criança.

Acontece que o Rei Abdul, fascinado por Phoebe, resolveu fazer dela sua Rainha e, assim, a cortejou e a conquistou, fazendo com que ela abandonasse toda a cultura ocidental e abraçasse a religião do marido, mesmo sem ter muito conhecimento sobre todas as práticas. Aquele que parecia um casamento perfeito e repleto de amor, transformou-se num inferno para Phoebe, quando ela deu à luz uma menina e não um menino. E, para piorar, ela teve complicações que a tornaram estéril. Apesar de Abdul ter estudado no Ocidente, ele é um homem absolutamente preso aos ensinamentos muçulmanos e viu a esterilidade de Phoebe como um castigo por ter virado às costas para sua religião e feito dela Rainha do seu povo. Ele a acusa de tê-lo seduzido, quando ele é quem fora atrás dela, completamente apaixonado pela linda mulher nas telas de cinema.

Quando Adrianne cresce, Phoebe se vê encurralada. Abdul vai mandar a menina para um internato na Alemanha até que ela esteja pronta para se casar e isso a deixa apavorada. Acontece que Phoebe só suportou todos aqueles anos de humilhações, surras e estupros para proteger e garantir a felicidade da filha, mesmo que à custa da própria sanidade. Então, em um plano arriscado e desajeitado, ela foge desesperada de volta para a América, onde encontra abrigo com sua melhor amiga, Celeste. Mesmo a salvo de Abdul, Phoebe jamais conseguiu refazer a própria vida, a carreira... E, para sua própria humilhação, jamais deixou de amá-lo.

Conforme os anos foram passando, Adrianne viu a mãe definhar até morrer e isso alimentou seu ódio e seu desejo de vingança. Aos 25 anos, ela está pronta para fazer o pai pagar por toda a dor que causou a Phoebe. Ela passou dez anos planejando cuidadosamente o que faria para ter o Sol e a Lua, um colar de inestimável valor com o qual Abdul presenteara Phoebe no casamento e que, por lei, pertencia a ela, mas, que ele se recusara a entregar após o divórcio. Enquanto se prepara para executar o plano, Adrianne se esconde atrás de uma máscara de socialite (ela é uma espécie de it girl dos anos 80/90), envolvida em obras de caridade e muito dinheiro. A Princesa Adrianne de Jaquir se transformou em uma mulher linda e inacessível. Ao menos até Philip Chamberlain aparecer em sua vida.

Philip é um notório ladrão de jóias reformado, que trocou de lado e passou a trabalhar para a Interpol; afinal, nada melhor para pegar um ladrão do que um outro ladrão. Ele é bonito e elegante e, apesar de não ter nascido na classe privilegiada, sabe caminhar por ela muito bem, obrigada. E é numa festa dessa classe, enquanto seguia a pista de um ladrão tão bom quanto ele, conhecido apenas como “O Sombra”, que Philip encontra Adrianne. Ela o fascina imediatamente e ele não perde tempo para se aproximar... Já Adrianne, apesar de manter sua máscara de “mulher de gelo”, pela primeira vez na vida, se sente atraída por alguém, e ela sabe que precisa manter distância para não correr o risco de se perder.

Só que Philip é determinado e vai atrás dela, ao mesmo tempo em que a busca pelo “O Sombra” o leva cada vez mais perto de Adrianne. Enquanto ela faz de tudo para se manter afastada, acaba metendo os pés pelas mãos e trazendo Philip para mais perto do que qualquer outro já esteve. Agora, ele não vai deixá-la fugir e quer ser parte essencial dos planos de vingança de Adrianne. Assim, os dois partem para Jaquir com um plano perigoso em mente. Perigoso apenas para o coração da Princesa...

Doce Vingança foi o único livro que eu consigo lembrar que não teve nada de minimamente irritante, ou chato na história! Os personagens são absolutamente fascinantes, até mesmo os mais odiáveis! A única coisa incômoda é a questão do fanatismo religioso, mas, por questões óbvias. A intenção da Nora era nos deixar desconfortáveis com a situação das mulheres em Jaquir. Não vou me aprofundar nesse assunto, porque eu não conheço muito do Islamismo para fazer considerações e nem sou ignorante a ponto de desrespeitar a religião alheia...

Só que como mulher ocidental, não dá pra não se indignar com muitos dogmas expostos no livro. E, cara, a Nora simplesmente arrasou com isso. Como eu disse, não conheço muito sobre a religião, mas, acredito que, como escritora, ela tenha se preocupado em ser realista nesse ponto, tenha pesquisado e escrito com base nos ensinamentos do Corão. Então, meus singelos parabéns à ela pela riqueza de detalhes em todos os sentidos: religiosos, culturais, de hábitos etc. Ela conseguiu nos deixar incomodados e com raiva da cultura e, ao mesmo tempo, fascinados. Mostrou-nos os dois lados do islamismo: o fanático e o moderado. E deixou claro que a religião, em si, não é algo ruim e cruel, mas, é dominada por homens cruéis os quais acreditam que as mulheres são seres impuros, que não têm controle sobre sua sexualidade e, por isso, precisam dos homens para “protegê-las de si mesmas”.

Doce Vingança é absolutamente lindo! O Philip é lindo! A Adrianne é linda! E eles dois juntos... Caramba, é sensacional! Eu tive que fazer um esforço enorme para não colocar o meu trecho favorito do livro aqui, para não soltar spoilers e frustrar vocês, mas, preciso dizer que, se um dia houver uma crise no casamento de vocês e a possibilidade de um divórcio se apresentar... Façam isso ao estilo muçulmano (ou seria “Jaquiriano”???), aperfeiçoado pelo maravilhoso Philip Chamberlain.


site: http://www.itcultura.com.br/2014/01/doce-vinganca-nora-roberts/
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Dhi 13/04/2009

;DD
Um livro mto bom, que te motiva a ler ele todo em um dia se assim for possível. Muito bem escrito, porem eu teria gostado mais se o final tivesse sido diferentem, mais vingança que o Rei Abdu tivesse sofrido muito mais e q a princesa Adriane tivesse "degustado" mto mais de sua vingança. Mesmo assim um livro muito bom.
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Camila A. Meireles 24/01/2016

Este é o melhor da autora que eu li com o mínimo de capacidade intelectual para entendê-lo, de modo que só o apreciei melhor na releitura quase uma década depois.

MARAVILHOSO.
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Yasmin L. 06/01/2011

A segunda parte do livro me fez lembrar bastante de "Se Houver Amanhã" de Sidney Sheldon, onde há um grande ponto em comum. Fora isso, o livro é surpreendente e encantador.
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Val 17/11/2011

Acho que estou ficando fâ dessa autora, é o quarto livro dela que classifico com 5 estrelas. Uma leitura muito gostosa, história que prende do início ao fim.
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