Dragão Vermelho

Dragão Vermelho Thomas Harris




Resenhas - Dragão Vermelho


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Elwing 24/02/2010

Não me agradou
Por incrível que pareça, o filme é mais interessante...
Danilo Silva 23/04/2010minha estante
kkkk verdade, o filme realmente é mais interessante que o livro!!!


Guilherme Krol 16/07/2010minha estante
Gostei do livro por contar sobre a infância do Francis, dá uma completada na história. Assiste o 'Manhunter' (a primeira adaptação para o cinema) que dá para ter uma idéia melhor da história.


Jess Goulart 20/08/2013minha estante
Só não agrada quem realmente não gosta de suspense policial, desculpem! O filme NÃO é mais interessante que o livro, é tão bom quanto. Mas o livro traz detalhes incríveis da história. Como eu disse antes, não vai agradar todo mundo: só gosta quem REALMENTE é fã de suspense policial e livros que prezam ao leitor o uso da imaginação (:


Elwing 20/08/2013minha estante
Realmente suspense policial não é dos meus estilos literários favoritos. Agora dizer que é o mais imaginativo... Aí você forçou, meu/minha caro(a)! =D


padawan 21/10/2013minha estante
Cheguei a adiar a leitura por causa de opiniões como a sua, mas quando li o livro achei incrivelmente bom! Conclusão gosto não se discute.
obs: assisti primeiro ao filme e gostei. Mas por causa deste livro lerei o restante da saga do Thomas Harris.


Elwing 21/10/2013minha estante
Que bom, "padawan", que você resolveu, por fim, ter personalidade suficiente para escolher sua leitura... =) Imagine se eu fosse deixar de ler, por exemplo, Zafón, que foi amor a primeira lida, por causa das resenhas negativas que já li? E, ainda por cima, quisesse jogar a culpa de não ter lido pra cima de quem não gostou? Gosto realmente é algo muito pessoal, meu caro... Se você sente vontade de ler algo, atraído pelo tema ou seja lá pelo motivo que for, LEIA!
Espero que, em breve, seja promovido a "jedi", rs...




Mariana Diaz 24/08/2010

Não é um livro ruim, mas com certeza essa é uma das poucas vezes em q vc ira me ouvir falar: "-Veja o filme... ele é melhor!" ¬¬
Jess Goulart 20/08/2013minha estante
Só não agrada a quem realmente não gosta de suspense policial, desculpem! O filme NÃO é mais interessante que o livro, é tão bom quanto. Mas o livro traz detalhes incríveis da história. Como eu disse antes, não vai agradar todo mundo: só gosta quem REALMENTE é fã de suspense policial e livros que prezam ao leitor o uso da imaginação (:


Mariana Diaz 20/08/2013minha estante
Amigo(a), se vc olhar minha estante verá q sou uma devoradora quase q estritamente de romances policias, terror e horror (NÃO sou muito eclética com o q eu leio).
Cresci lendo Agatha Christie (a rainha do romance policial) e passei para autores mais adultos com o passar dos anos. Então eu posso dizer com orgulho e com propriedade, q sou "REALMENTE", uma leitora de romances policiais e seus subgêneros.
Respeito sua opinião com relação ao livro, apesar de discordar dela... Como eu disse, essa foi uma das raras exceções em q preferi o filme ao livro, simplesmente por uma questão de ritmo... Apesar disso não desmerecer a obra.
Enfim, acho q se vc refletir um pouco e usar sua imaginação, chegara a conclusão de q tudo não passa de uma questão REALMENTE de gosto. :)


Elwing 20/08/2013minha estante
Mandou bem, Mariana!
A impressão que fiquei foi que esse/essa (ainda não cheguei a conclusão, já que são dois nomes e foto de casal, rsrsrs) usurário/usuária acha mais fácil criticar a resenha alheia do que usar sua IMAGINAÇÃO para fazer uma. =)
Detalhe: ele/ela copiou e colou o mesmo comentário em todos que quis criticar... Quanta IMAGINAÇÃO! =D




Lorenna 30/05/2016

Não é grandes coisas...
Foi um pouco frustrante. Vi muitas resenhas positivas, como sempre foi por causa disso. E o burburinho em torno do filme O Silêncio dos Inocentes também é muito grande e todos falam bem. Descobri então que se tratava de uma trilogia (e também tem um quarto livro, que saiu depois) e lá foi eu, começar do início.
A primeira decepção foi a edição que li. Li no Kindle, não tem a informação da editora. Mas os erros de tradução e revisão são horríveis (É essa da capa do Skoob). Certas frases simplesmente não fazem sentidos e alguma são tão grotescas que parecem se tratar de Google tradutor mesmo. Mas, ok, a gente releva. Só que, para mim, já muda muito a experiência, eu fico irritada lendo coisas erradas.
Partindo para a história, e agora com >SPOILER<

Will Graham é apresentado logo nas primeiras páginas como um detetive especial, com um talento e percepção acima de qualquer um dos milhares de detetives do FBI. Tá, mas qual talento? Porque, sinceramente, pra mim ele só fez figuração e, ainda por cima, cometeu o maior erro em pedir ajuda a Hannibal. Nas últimas páginas é que ele descobre como o psicopata agia, e já estava na hora de descobrir por que o livro estava acabando. E a meu ver o modo como agiu podia ter sido feito por qualquer um dos agentes que ali se encontravam, como o Crawford, por exemplo. Ele apenas seguiu as pistas de rotina e cumpriu o protocolo. Nenhum ponto para Graham, sinto muito.

O psicopata Hannibal Lecter, aclamadíssimo e comentadíssimo também é figurante nesse. Mas que bom que não foi o próprio que cometeu o erro, e sim os agentes. Eu tenho para mim que ele foi incluído ali para dar uma dica do que teríamos no próximo livro, uma introdução do personagem. E ele sim colocou medo. O agente "brilhante" Will Graham foi pedir a ajuda dele (só apareceu duas ou três vezes no consultório) e tudo que conseguiu foi que ele liberasse o seu endereço para OUTRO psicopata! Brilhante... Tive a impressão que ele apareceu para fazer as coisas desandarem e o autor tentou fazer um policial trabalhar junto com um assassino mas não funcionou da forma esperada. Hannibal na verdade não ajudou nem atrapalhou, só fez o que é da natureza dele e porque obteve uma ajuda que nem se tivesse pedido teria sido tão fácil.

Os personagens são "sem rosto". São muitos. E de nenhum eu consigo me lembrar o nome. Sei que eram de vários departamentos e que ajudaram em várias partes da solução do caso mas são poucos desenvolvidos.

O psicopata em questão: ele é bom. Mas no final começa a "bagunçar" tudo. Ele que era tão metódico e não deixava para trás sequer um fio de cabelo nas últimas páginas (corridas, por sinal), começa a deixar corpos, impressões digitais e PASMEM, até objetos pessoais. No decorrer da história ele não dá qualquer sinal de esquizofrenia, demonstrava até ser muito equilibrado e quando vai terminando ele se mostra totalmente desiquilibrado e assim, até eu conseguiria seguir a pistas e pegar quem fosse.

Agora os pontos fortes. Sim, tem.

O plot twist é bem instigante. Confesso que ele chegou num momento que eu já estava querendo dar duas estrelas porque pensei que não poderia acabar daquela forma e ja nem esperava mais nada de tão decepcionada, então teve lá seu "charme", veio no momento certo.

Molly é uma sobrevivente de Lecter e achei interessantíssimo mostrar como a é vida de alguém que sobrevive a um psicopata canibal. Poderia ter entrado mais no lado psicológico dela e como se sentia, como vivia, como dormia, etc.

E se juntar tudo o livro é bem pensado, só não funcionou direito. Estou com esperanças de que seja só um rascunho de toda a trilogia mas, definitivamente, com um pé atrás para começar O Silêncio dos Inocentes.
Vanessa Elisa Maganha 21/07/2016minha estante
Terminei agora o livro, gosto muito da história, porém como vc comentou, tem muitos erros. Certas partes a gente fica até meio confuso por causa dos erros, porém a história é muito boa.


Elizabeth Cunha Lima 21/10/2016minha estante
Também li essa edição de ebook, com erros terríveis! Não consegui relevar e me custou semanas chegar aos 35%. Estava prestes a abandonar Quando resolvi pular pro final. 93%. Li os 7% restantes, que foi quando tudo aconteceu a toque de caixa, com furos e explicações superficiais (será que tinha alguém junto ao escritor fazendo o papel da enfermeira que não deixa Crowford explicar o final a Will? ). Sou fã da série e fiquei decepcionada com o livro. Dei uma estrela, só pelo esforço do autor. Os outros serão melhores?


Caroline Redlich 09/02/2017minha estante
Eu li a versão de bolso, o livro mesmo e não identifiquei erros. Ou passou batido (o que até estranhei pq descreveram como erros de doer os olhos) ou não tem no livro impresso mesmo.
Das passagens confusas eu não interpretei como um erro de tradução e sim uma complexidade do livro. As "Filosofadas" que rola e pensamentos dos personagens não são diretos e sim cheios de flores. O que achei interessante para a pegada do livro.
Eu li os livros a mais de 4 anos e não me recordo de erros... (alguém leu o livro que possa responder se topou erros?)
Sobre Hanibbal, ele nunca foi o centro da história neste primeiro momento. Era apenas um personagem de passagem. Foi apenas no segundo livro "silêncio dos inocentes" que ele começa a crescer como personagem coadjuvante porém com importância, levando assim ao terceiro livro, onde o personagem realmente cresce. O Autor fala sobre este sentimento com o personagem Lecter: de que ele é complexo e sua complexidade vai fazendo com que o mesmo seja mais explorado nos livros que segue.




João 17/12/2015

Já havia lido o excelente O Silêncio dos Inocentes do autor e as expectativas eram grandes.E não me decepcionei.O autor conhece o assunto,sabe como engendrar uma boa trama.
Os personagens são bem estruturados e Thomas Harris fez que ao invés de odiar o serial killer eu simpatizasse mais com ele do que com os policiais que o estão caçando.
Suspense policial de primeira!!
Livro excelente!
Gilstéfany 18/12/2015minha estante
maravilha de livro




Paulo Felipe 28/06/2014

Dragão Vermelho: apenas o começo!
Apesar de ser o primeiro romance em que o famoso canibal Dr. Hannibal Lecter aparece, o papel deste na trama é secundário: ao todo, aparece em pouquíssimas cenas, todas dentro de sua cela especial em Baltimore, onde trava diálogos maravilhosos com o policial que o prendeu, Will Graham. A pequena aparição, entretanto, foi tão impressionante que acabou por render a Harris três sequências onde Hannibal teria papel crucial: O Silêncio dos Inocentes (1988), Hannibal (1999) e Hannibal, A Origem do mal (2006). Quando Anthony Hopkins o eternizou nos cinemas, o psiquiatra entraria para o rol dos personagens mais bizarros da história. Extremamente inteligente, complexo, com um olfato acima do normal, é capaz de memorizar o mais singular dos aromas de qualquer individuo e reconhece-lo, anos depois. Foi assim quando reencontrou o agente Will Graham que descreve Lecter dessa forma: “Dizem que é um sociopata porque não encontraram mais nenhum termo que pudessem aplicar a ele.”

Aparentemente atacando quando é lua cheia, um serial-killer chamado pela mídia de “Dentuço”(no original é Tooth Fairy, Fada dos Dentes), mata duas famílias inteiras, inclusive as crianças, atormentando o FBI, que é incapaz de obter qualquer pista sobre sua identidade além da arcada dentária proveniente de uma mordida em uma das vítimas. O agente especial Jack Crawford então, decide trazer Will de volta à ativa. Após quase morrer prendendo Lecter, Will nunca mais foi o mesmo. Sofrendo de depressão e constantes pesadelos, chegara a passar um tempo em um hospital psiquiátrico. Quando finalmente parecia estar voltando ao normal, levando uma vida pacata com sua esposa, Crawford decide trazê-lo de volta. Para piorar, Will chega a conclusão de que precisa reencontrar o Dr. Hannibal Lecter, acreditando que este pode ajudar a encontrar o serial-killer. É nesse encontro que ocorre um dos mais incríveis diálogos do livro, onde Hannibal diz: “Sabe por que me apanhou, Will? Apanhou-me porque você e eu somos semelhantes.”

A forma como Harris narra a história, intercalando entre as ações de Will e do assassino, mostrando a história deste último, como e porque ele se tornou o que é, proporciona uma reflexão interessante sobre a violência e a psicologia. Nascemos monstros ou as circunstâncias da vida nos transformam neles? Podemos não perceber, mas na vida real, no dia a dia, inúmeros Tooth Fairy estão em seus processos de construção e cedo ou tarde, explodirão em nossas faces. A trama prende você aos jogos psicológicos de Lecter com Will, o trauma deste por ter visto coisas bizarras demais em sua profissão, além de ter matado um outro serial-killer, antes de Lecter, fato que também o deixa atormentado; o drama do assassino em relação à sua aparência(nascera com defeitos graves no rosto e por isso sempre quebrava os espelhos das casas de sua vítimas) e sua obsessão com a pintura de William Blake, “The Great RED DRAGON and the Woman Clothed with the Sun”, enfim, tudo isso é narrado de forma rápida e concisa, o que torna o livro ágil e fácil de ler. O final é provavelmente um dos mais surpreendentes que já li, por isso recomendo a leitura do livro antes de assistir o filme. Aliás, parte do final é modificada na versão cinematográfica mas nada que faça muita diferença. Aos que esperam a presença constante de Lecter, não se decepcionem: ele ainda deixa sua marca no final. Imaginando ou não, nos idos anos de 80, Thomas Harris estava nos introduzindo, de forma breve porém marcante, o lendário Hannibal Lecter!


Aline Bitencourt 16/01/2016

Um pouco decepcionada
Demorou bastante pra me conquistar. Os melhores capítulos são os que falam sobre Francis Dolarhyde e não são muitos. Talvez seja essa tradução que não esteja boa... percebi vários erros de revisão e algumas frases simplesmente não faziam sentido. Pela primeira vez achei o filme melhor que o livro. Já li Hannibal e O silêncio dos inocentes há muito tempo em outras edições e lembro de ter gostado bastante. Comprei o box dessa editora e espero que as traduções dos outros volumes estejam melhores.
Niii 27/02/2017minha estante
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Danilo Silva 23/04/2010

Frustrante....
Já assisti o filme e gostei de ler o livro. Acho o tema legal. Mas, em vários momentos a leitura era tortuosa, por causa do modo que o autor escrevia. Confesso que o final foi bem frustante. Mas, ainda assim, recomendo o livro para aqueles que gostam de ler sobre 'serial killer' ou coisas do gênero....
Jess Goulart 20/08/2013minha estante
Só não agrada a quem realmente não gosta de suspense policial, desculpem! O filme NÃO é mais interessante que o livro, é tão bom quanto. Mas o livro traz detalhes incríveis da história. Como eu disse antes, não vai agradar todo mundo: só gosta quem REALMENTE é fã de suspense policial e livros que prezam ao leitor o uso da imaginação (:




Natália 03/12/2012

Por tais fatos

É assombroso. E, definitivamente, o Dr. Hannibal Lecter é um dos melhores personagens já criados. A sociedade ocidental atual é cheia de pessoas mascaradas e com índices alarmantes de maldade; mas, sem dúvida, Lecter me fez chegar a questionar o que é o bem e o mal. Muitas vezes, ao longo da leitura minha mente entrou em colapso ao tentar entender o que realmente é justo e por tais fatos, devo afirmar que eu me apaixonaria por Hannibal. Além de sua semelhança com o Conde Drácula.
Além disso, o assassino do livro que se auto-intitulou como “Dragão Vermelho” faz uma alusão aos demônios que permeiam a essência do ser social.
Portanto, a leitura desse exemplar exige que o leitor esteja atento aos detalhes primorosos e que não procrastine doses excessivas de perversão e loucura.


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Sanoli 30/07/2016

Olá Dr. Lecter!
Obrigado à todos que acessaram nosso blog.
Para ler essa resenha, dê um Click lá!
Bjs

site: http://surteipostei.blogspot.com.br/2016/07/dragao-vermelho.html
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Joy 06/08/2018

Diferente
Bom, vi os filmes, vi a série e só me faltavam os livros. Comecei por onde dizem que é para começar, que é pelo Dragão.
Ele é um bom vilão, é bem construído, seu passado agrega muito no nosso entendimento do porquê.
Mas não consegui. Tanto o do filme quanto o da série me deixaram com tédio. Não consigo me interessar por ele de fato. Eu sou mais o Hannibal.
Talvez a edição tenha me atrapalhado um pouco. Onde é que estão essas editoras que não republicam esses livros?
De qualquer forma, achei mediano. Não me empolgou muito, mas não foi decepcionante.
Era bom lembrar da série/filme lendo falas conhecidas. Era bom lembrar de Anthony Hopkins, de Mads Mikkelsen.

Acho que o Will da série é muito mais intenso. O Will Graham e sua família são totalmente sem sal.

Enfim, que venha "O Silêncio dos Inocentes".
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carolina.trigo. 08/07/2017

Dragão Vermelho
Não sei se vocês sabem, mas um dos meus filmes preferidos é "O Silêncio dos Inocentes" e o meu personagem/vilão é o Hannibal, então, quando coloquei no começo do ano esse livro no desafio, estava muito ansiosa pelo o que encontraria aqui.
Quando comecei a ler, me lembrava muito pouco da história, pois faz muito tempo que não assisto aos outros filmes do canibal. E apesar de estar assistindo a série (que recomendo demais, também!), ela é bem diferente do livro!
Mas agora vamos ao ponto! "Dragão Vermelho", do Thomas Harris, Editora BestBolso, não foi tudo o que esperava. Porém, tenho a impressão que isso se deva muito por causa da edição e depois vou falar sobre isso.
A história começa quando o agente do FBI, Will Graham é chamado ao trabalho depois de muito tempo parado, pelo seu ex-chefe (agora novamente chefe), Jack Crawford, para investigar uma série de assassinatos. Porém, para capturá-lo, ele precisará pedir ajuda ao Dr. Hannibal Lecter, um assassino canibal que o próprio Will prendeu muitos anos atrás (e o motivo para ele parar de caçar assassinos). No entanto, esse ato pode trazer consequências desastrosas.
O Will é muito bom no que ele faz, mas por ter quase perdido a vida ao prender o Hannibal, ele tem um pé atrás em voltar a trabalhar - até porque agora ele é casado e tem um filho! Mas ele percebe que quanto mais tempo ele rejeita a "oportunidade", mais pessoas estão morrendo. Isso faz com que ele aceite - mas ele se vê numa rua sem saída e acaba pedindo ajuda ao Hannibal (inclusive, são as melhores cenas).
O personagem do Will é interessante, pois temos essa ambiguidade (de querer prender o serial killer, mas ter um "medo" do que pode acontecer com ele ou com a esposa e filho) na personalidade dele. Já o Jack é bem mais ou menos - ele consegue algumas vezes ser insuportável e outras ele é MUITO cego.
O Hannibal nesse livro aparece pouco, até porque ele não é o objetivo, mas todas as vezes que ele aparece, as cenas são inteligentíssimas e uma coisa impressionante de se ler. Temos alguns outros personagens coadjuvantes, mas nenhum que precisa ser ressaltado.
E então temos o assassino, e adoro ler livros que colocam capítulos pelo ponto de vista do serial killer. Ele é um personagem bem interessante e muito bem trabalhado. E a relação dele com a pintura "Dragão Vermelho" do William Blake é algo pesado!
O que me irritou um pouco foi primeiro a relação do Will com o seu chefe, Crawford, que achei meio fraca. E tenho quase certeza de que a tradução da editora está BEM ruim, pois várias vezes achava frases que não faziam sentido, com os verbos conjugados errados e muitas vezes eu precisava ler e reler umas duas vezes para entender. Espero que não seja uma escrita ruim do autor, pois pretendo ler os outros dois livros, e sim um problema sério da editora.
Finalizando, esperava muito mais do livro e espero realmente que o próximo, "O Silêncio dos Inocentes" seja melhor, tanto a narrativa quanto a escrita. Pois, se continuar no mesmo estilo, vai ser uma grande decepção! Será que temos aqui um caso raro de um filme ser melhor que o livro? Veremos!

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2017/06/dragao-vermelho-resenha.html
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Thi_Rock 10/05/2014

Comparado a série
Terminei de ler esse 1° livro da quadrilogia Hannibal, eu achei meio fraco comparado a série... Apesar que nesse 1° momento não foi focado no Hannibal e sim no Will Graham, é bem legal a investigação mas espero mais dos próximos... Pois a série está sensacional !
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Dani-chan 21/07/2016

Muito bom
Tinha muita vontade de ler os outros livros do Thomas Harris com o Hannibal depois que eu fiquei sabendo deles, o único que tinha lido era O Silêncio dos Inocentes, e esse ano consegui pega-los, mas da época que li O Silêncio dos Inocente para cá, já assisti todos os filmes e a série de TV Hannibal, e acho que acabei influenciada, oque acabou atrapalhando um pouco minha experiência.

“A loucura entrara naquela casa pela porta da cozinha, calçando sapatos tamanho quarenta e três. Sentado na escuridão, Graham farejava a loucura como um cão-policial fareja uma camisa.”

Logo no começo nós conhecemos Will Grahan, um especialista forense do FBI, que só tinha participado de duas operações, mas mesmo assim nos leva a crer que Will é uma pessoa com um dom especial, em seu ultimo trabalho ele conseguiu capturar Hannibal Lecter, O Canibal, mas depois disso se aposentou até que Crawford, um agente do FBI, vai até ele para ajudar na captura de um novo e sanguinário assassino, conhecido como Dentuço (ou melhor, Dragão Vermelho).
Também conhecemos a vida do Dragão Vermelho, um homem com uma infância de abandono e abusos, com uma cicatriz no rosto que o torna alvo de todo tipo de comentário maldoso, e conhecendo sua história sabemos oque ele procura ‘atingir’ com seu ‘ritual’.

“— Tudo leva a crer que sim — disse Bowman. — E se déssemos um aperto em Lecter? Num hospital de alienados tenho a impressão de que as drogas...
— Já se tentou o amital de sódio, há três anos, para tentar descobrir onde ele enterrara um estudante de Princeton — disse Graham. — Deu-lhes a receita para um molho. Além disso, se o apertarmos, perdemos a ligação. “

E assim seguimos as investigações de Will, indo aos locais dos crimes, conversando com testemunhas e tentando descobrir mais sobre o perfil das vítimas e atrair o assassino de alguma maneira, e em paralelo conhecemos a vida do assassino, tanto seu passado, quanto o que ele está fazendo hoje e sua fixação pelo quadro de Willian Blake, O Grande Dragão Vermelho e A Mulher Vestida de Sol.

Gostei bastante da história em si, acho a linguagem um pouco lenta, também tinha achado isso do Silêncio dos Inocentes, mas isso não é problema para mim, acho que todas as descrições e pensamentos bem pertinentes, mas isso trava um pouco a leitura para mim, mas diferente de outros autores, acho que tudo ali é necessário para melhor entendimento da trama.

“Mas para começar a compreender o Dragão, para ouvir o frio gotejar na sua escuridão, para observar o mundo através da sua visão avermelhada, Graham teria que ver coisas que nunca poderia ver e deveria ter que voar através dos tempos...”

O problema é que como já havia assistido muita coisa na tv, eu esperava mais Haniba (Hannibal), e um Will mais perturbado, e não foi bem isso que eu tive, falei que queria mais Hannibal? É eu queria mais Hannibal XD. Já o Dragão foi para mim o ponto alto, adorei conhecer sua história, temos aqui vários temas clássicos descritos em livros que falam de Serial Killers, por exemplo, não controlar o xixi até tarde, vemos sua vida hoje e todas as transformações que acontecem, e como isso vai afeta-lo de uma forma irrevogável.

“Ali estava. O Grande Dragão Vermelho e a Mulher Vestida de Sol — o dragão macho pousado sobre a mulher implorante, que se encontrava prostrada, dominada por uma volta da sua cauda.
Era certo que era pequeno, mas transmitia um sentimento de poder. Espantoso. As melhores reproduções não faziam justiça aos detalhes e às cores."

É um livro muito bom, mas tem que ter um pouco de paciência, por causa da linguagem mais detalhista, e não pode querer aquele Will intenso da série de Tv.
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Andreas 29/03/2014

Diferente e bastante interessante.
O livro é bastante interessante e vem para dar uma quebrada naquele velho paradigma de que todo assassino e louco, pois o livro apresenta um assassino antropofágico que não é louco, é só alguém que faz as coisas que gosta, em compensação o outro assassino D. é completamente desvairado apesar de se mostrar inteligente, bem preparado e um tanto espirituoso.
O personagem principal, Will Graham se mostra um grande detetive que tenta se recuperar de um trauma sofrido antes da prisão de Hannibal Lecter, se mostrando brilhante em algumas passagens do livro, que se passa na busca pelo impiedoso assassino D.
Uma historia cativante,cheia de ação,suspense e até algum romance que valem sua leitura.
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