Robinson Crusoé

Robinson Crusoé Daniel Defoe




Resenhas - Robinson Crusoé


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Pedro Igor 06/02/2018

A aventura da sobrevivência de um homem só. Um clássico incomensurável.
Um relato incrivelmente detalhado da aventura da sobrivência de um homem só, que não me deixa esquecer dos tantos homens que tiveram o desprazer de vivenciar algo semelhante na realidade. Robinson mostra o quão criativa é a mente humana em situações de sobrevivência. O desespero causado pela solidão o fez se tornar um homem de fé, tanto em sua engenhosidade quanto no Deus. O desenvolvimento e amadurecimento pessoal, em seu isolamento, supera suas limitações morais e fisícas, encontra consolo e serenidade na fé religiosa, obtém a autossuficiência material e se converte em mestre de si mesmo, além de senhor de sua ilha.

Robinson passou por várias angústias, enfrentando a depressão que o acompanhou por todo seu drama. Mas em nenhum momento perdeu seu senso de ir em diante e enfrentar as dificuldades, esse senso que homens de aventura como ele, práticos e vividos não perdem nunca, pois aprenderam e vivenciaram desde cedo.

O livro mostra fielmente o quanto o momento de solidão é fundamental para o crescimento espiritual/pessoal. A analogia da ilha pode se aplicar a qualquer momento entre você e seu "Eu Interior". As vezes que você fica sozinho em seu quarto com as luzes apagadas; os momentos que você senta na beira de um lago e contempla a natureza; as vezes que você está sozinho em sua casa, deitado no sofá, olhando para o auto, pensando na vida; o momento que você está orando, pedindo ajuda a um Deus, suplicando entendimento e sabedoria para lidar com as situações que a vida lhe impõe. Todo esse sentimento de solidão e preenchimento é brilhantemente detalhado.

Simplesmente esse livro é precursor do gênero de Thriller psicológico e de sobrevivência, um clássico incomensurável, recomendadíssimo para qualquer idade e para qualquer pessoa que busque o autoconhecimento.
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Letícia 16/01/2018

Uma grata surpresa!
Escutamos muito sobre Robinson Crusoé e Sexta-Feira, esses personagens e sua história, mesmo que parcial, povoam o imaginário no mundo.
Esse clássico da literatura mundial e que pode ser considerada como fundante do romance inglês, traz muito mais elementos em sua narrativa do que simplesmente o "conhecimento" que temos desses dois personagens.
O livro escrito no século XVIII, tendo o autor, Defoe já publicado outras obras, nos traz a história de um náufrago e sua vida em uma ilha deserta. A primeira parte do livro é dedicada a nos contar quem é Robinson e qual a sua motivação em deixar sua vida na Inglaterra, a sua casa paterna e sua posição social, para se aventurar nos mares. Já a segunda e última parte é dedicada ao seu diário. Nesse relato Crusoé vai nos contar como passou 28 anos em uma ilha, desde a sua primeira noite até sua saída de lá e retorno à sua terra natal.
Um livro ambientado em um período mercantilista e expansionista das potências europeias, e nesse caso, a Inglaterra. Nos mostrará as relações do país com o mundo e como Robinson vê e lida com esse mundo, mesmo estando "preso" em uma ilha.



É uma história que nos mostra, superação, fé, organização e persistência. Seria mais uma de várias histórias que conhecemos no dia a dia, pois a cada dia temos que resolver algum problema, realizar planejamentos, seja de uma pequena tarefa ou de algo complexo que vai requerer um longo prazo.
Você começa a leitura e engatilha, e logo, quer saber como isso vai terminar, e como Crusoé se estabelece nessa nova vida, do ponto de vista material, mas também da sua própria sanidade mental. Afinal, ele viveu no limite humano, solitário e tendo que "sobreviver" em um local, a princípio, inóspito, mas que em seguida tornou-se seu lar.
Leia sem julgamentos de valor e preconceitos, pois temos que ter em mente a ambientação e o contexto histórico da narrativa. Muitos leitores leem obras históricas, sejam ficcionais ou não, com a lente de hoje, século XXI, o que é um erro.
Gostei muito do livro e ele se tornou um dos favoritos da minha vida de leitora!



site: http://www.minhastempestades.com.br/2018/01/robinson-crusoe-daniel-defoe.html
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Camargo 14/01/2018

Robinson Crusoé: uma aventura gratificante.
Ler ou reler um clássico da literatura mundial como “Robinson Crusoé” (Daniel Defoe, 1719) será sempre uma aventura gratificante. Narrativa em formato linear e ininterrupto, sem divisões ou intersecções (em seções ou capítulos), com o enredo desenvolvendo-se conforme a cronologia do tempo e dos fatos, foi decerto um estilo que marcou a literatura de entretenimento do início do século XVIII. De fato, a obra é um reflexo de seu tempo. O mundo de então auferia os resultados econômicos das rotas marítimas dos grandes descobrimentos iniciados no final do século XV, marcados pelas incertezas, pelos incidentes inesperados, pelas peripécias dos homens que, ávidos por riquezas, se lançavam mar adiante. O mérito da obra é justamente o corte ou a interrupção que o autor faz nesse itinerário, submetendo aquele homem destemido, mas sozinho, ao desafio da sobrevivência num mundo mais inóspito do que aquele que enfrentava nas grandes expedições marítimas iniciadas no velho continente europeu. E o resultado dessa experiência, para aqueles que se interessarem pelo livro, será, como já disse, gratificante. O homem se supera diante das adversidades, cria o seu espaço, sobrevive e reúne esforço para reinserir-se na civilização. Esta, me parece, é a grande lição desse clássico. Apesar do caráter ficcional da obra, ela bem que poderia ter sido (se é que não foi) um manual de sobrevivência, prova de que o homem, ainda que submetido aos maiores desafios físicos e psicológicos, no tempo e no espaço, é capaz de preservar a sua espécie. Enfim, “Robinson Crusoé” é uma releitura obrigatória àqueles que a leram no passado, e altamente recomendada para aqueles que ainda não a conhecem.
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J R Corrêa 26/11/2017

Robinson Crusoé
O jovem marinheiro inglês Robinson Crusoé é o único sobrevivente de um naufrágio. Consegue chegar a uma ilha deserta do Caribe, onde tem de enfrentar as dificuldades de uma existência primitiva. A coragem, a paciência e a habilidade de Robinson eram as qualidades que o mundo 'civilizado' da época acreditava serem necessárias para subjugar a 'barbárie' do Novo Mundo. Até que ponto esses preconceitos permanecem hoje em dia?
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Ingrid.Mayara 10/10/2017

Minhas impressões de leitura
Sempre que eu ouvia falar desse livro, imaginava que fosse uma grande aventura marítima, um tipo de Moby Dick sem baleia; algo que não costumava me interessar. Resolvi sair um pouco da minha zona de conforto e fiquei curiosa quando, ao adicioná-lo como meta de leitura no Skoob, soube que ele é inspirado numa história real de um náufrago, tornando-se ficção com uma mistura de aventura, drama, geografia, história, suspense e mistério, e ainda menciona o Brasil diversas vezes. Ele é tudo isso e muito mais!

Narrado em primeira pessoa, Robinson Crusoé é uma história que se desenvolve com várias referências bíblicas, e lembra um pouco o personagem Riobaldo de “Grande Sertão: Veredas” em suas reflexões sobre a divindade. Boa parte do relato é apresentada como um diário, com uma escrita proposital para dialogar com quem o lê.

Destaco aqui uma parte em que Robinson faz uma lista com os benefícios e malefícios de estar naquela situação, assim concluindo: “(...) e que isso sirva como uma indicação de que, mesmo vivendo a mais desgraçada das condições deste mundo, sempre podemos encontrar alguma coisa que nos sirva de consolo e, no levantamento dos bens e dos males, possa ser lançada em nossa coluna de crédito”. E então ele decidiu que ao invés de ficar se lamentando por tudo o que passou, começaria a lutar pela sobrevivência com o intuito de um dia poder sair da ilha onde se encontrava.

Confesso que a narrativa estava ficando monótona quando de repente entra em cena um personagem a quem Robinson Crusoé nomeou Sexta-Feira, um nativo que permitiu ser escravizado após ter sua vida salva por ele. Robinson rejeita a vida selvagem a que levava seu companheiro Sexta-Feira, por isso tenta influenciá-lo a ser parecido com ele, um homem civilizado. Ensinou-lhe um pouco da língua inglesa, como deveria lidar com algumas ferramentas que não conhecia e também lhe transmitiu suas interpretações da Bíblia, desprezando os costumes de seu escravo.

Há um visível contraste nessa “amizade” entre Robinson e Sexta-Feira: enquanto o narrador nunca menciona se sente falta dos familiares ou o sonho de vê-los novamente, Sexta-feira salta e canta de alegria num reencontro com seu pai, o que muito impressiona seu amo/mestre e no decorrer da história, torna-se uma excelente companhia para Robinson Crusoé.

Só não dei cinco estrelas porque minha experiência de leitura foi um pouco arrastada no início, mas certamente recomendo a leitura da obra nessa mesma versão integral que eu li, da Penguin-Companhia. Não sou religiosa, mas gostei bastante do livro e pretendo reler essa história algum dia.

site: https://www.instagram.com/ingrid_allebrandt/
Mily 10/10/2017minha estante
Excelente resenha, me deixou curiosa! :D


Rogério Castelo 11/10/2017minha estante
Boa! Curti suas impressões.


Ingrid.Mayara 11/10/2017minha estante
Obrigada! Estou amando me aventurar com os clássicos!




kleberaugusto 10/08/2017

Como é bom ler um clássico!
Relembrei os principais fatos da história de Robinson Crusoé lendo essa história em quadrinhos, e como foi gostoso relembrar desse clássico.

A história é ótima, os desenhos são bons, mas foram poucos os fatos do nosso náufrago registrados nessa obra tão curta; na verdade, temos um resumo.

De qualquer maneira, ela foi feita para ser isso mesmo: um primeiro contato para tentar despertar o desejo de se ler a obra original. Tomara que dê certo!

Vale a pena ler.
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Lly 04/08/2017

LIDO : 1 vez
DATA : ??/??/201? - ??/??/201?
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Daironne 02/08/2017

Impressões sobre a leitura de Robinson Crusoe - Edição da FTD em sua Coleção Clássicos Universais
Neste livro, acompanhamos a vida do inglês que dá titulo a obra, com foco no icônico evento de sua longa estadia como náufrago em uma ilha caribenha.

A narrativa tem como ponto central o domínio do protagonista sob o ambiente natural e sua solitária vivência isolada da civilização. Está bem retratada a visão da época em que os europeus se entendiam como superiores aos demais. Em uma passagem memorável, Robinson ensina um nativo, que se torna seu amigo, a chamar a ele de "mestre"...

A edição da editora FTD, da coleção Clássicos Universais, apresenta uma leitura simples, com narrativa direta, ótima fonte e belas ilustrações. Considero-a ideal para quem quer conhecer a estória sem precisar despender o tempo que a obra integral exige. Característica esta, aliás, das diversas obras da referida coleção.
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Miguel henrique da silva ruas 07/05/2017

ROBINSON CRUSOÉ
Robinson crusoé adorava aventuras queria sair de casa para andar com um barco pelo mundo, mais sua mãe e seu pai queria que ele se torna se um adivogado para se tornar adivogado rico para ajudar sua família ,mais um dia ele saiu de casa sem avisar para andar de barco, ele foi pro Brasil e viveu por um tempo trabalhando em canavial, quando melhorou de vida foi viajar de novo de barco. Quando estava no barco começou a ventar e o mar a se agitar e um buraco se abril no barco fazendo
Com que todos caíssem do barco.Robinson crusoé foi jogado para uma ilha viveu 28 anos nessa ilha tendo muitas aventuras.
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Gabriel.Ricarte 05/05/2017

Robinson Crusoé
No começo desse livro Robinson Crusoé ele começa falando que o nome dele não é assim ele fala para chamar ele desse nome para ficar mais fácil mas na verdade o nome dele é Robinson kreutznaer,ele também fala que nasceu no ano 1632 e tinha dois irmãos mais velhos depois.ele fala que os seus pais queria que ele fosse advogado,do Robson não queria ser advogado,ele só pensava nas ondas do mar.
O Robinson queria viajar conhecer o mundo aí ele fala vou embora daqui.
E o país dele não queria que ele fosse até que aparece um amigo e fala que ir para Londres comigo aí esse amigo fala que eles iam de navio porque o pai do amigo tinha um naviu,até que ele ném avisou o pai dele é embarcou.
Assim que eles saíram do porto, foi engolido por ondas enormes e ficou falando sócorro,socorro.
Depois robaram as coisas deles e eles começaram apedir coisas igual um mendigo.
E eles vamos passar por muitas aventura conflitos e ele vai voltar para para só que quando ele voltar os pais deles estaram mortos.
Bea 09/10/2017minha estante
Poxa, amigo, que spoiler esse no final




Luuh 05/05/2017

Robinson Crusoé
Resenha do livro Robinson Crusoé:

Essa história é de um menino que queria conhecer o Caribe,mas seus pais achavam que era burrice e tolice,mas mesmo assim seguiu seu sonho é foi para o mar.Mas no meio do caminho seu barco afundou e ele subiu num outro barco achando que era resgate,mas na verdade os piratas o fizeram de escravo por dois anos.certo dia ele conseguiu escapar e os portugueses o convidaram para o barco mais um dia o barco afundou e ele foi nadando até a ilha,onde lá construiu uma cabana,plantou sua comida,domésticol dois gatos e um cachorro,cabra e etc.
Um dia encontrou pegadas e ficou com medo dos canibais.Um dia ele viu os canibais fazendo um ritual para comer um homem e então Robson o salvou.Seu nome é sexta-feira pois foi o dia em que ele salvou esse cara.Robinson o ensinou a ler e falar e etc.
Após isso Robinson acordou com um homem que emprestou seu barco para Robinson e sexta-feira foram embora da ilha depois de 27anos na ilha.Quando ele voltou descobriu que seus pais aviam morrido.Certo dia ele decidiu ir visitar sua ilha.
Eu achei ótimo esse livro,ele é super interessante e eu recomendo esse livros para vocês.a
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Julia.Suelotto 05/05/2017

robinson crusoé
o livro conta sobre um tripulante que se chama Robinson Crusoé, sonhava em conhecer o mundo através de um navio, porem seus pais não aceitavam isso. Robinson era teimoso e não obedeceu na primeira oportunidade ele fugiu. Foram varias viagens, no qual uma o navio afundou e foi parar em outro lugar onde passou 3 anos sendo escravo. Conseguiu se livrar empurrando se companheiro no mar e fez uma viagem só em seu barquinho. nessa viagem o barquinho afundou e foi perto de uma ilha, foi nadando ate la, ele achou estranho no começo mas por incrível que pareça ele passou 27 nessa ilha. La em uma luta com estrangeiros encontrou seu primeiro companheiro que deu o nome pra ele de sexta-feira pois era o dia da semana que o encontrou. Ele ganhou um navio onde fez a viagem para Inglaterra, que era seu primeiro destino. la ele soube que seus pais tinham morrido, ele casou e teve 3 filhos. Depois de uns dias ele voltou para ver seu companheiro na ilha deserta.
Os personagens eram: pai de Crusoé, capitão, sexta-feira e o comandante inglês
a parte que mais gostei nesse livro foi quando ele volta pra sua ilha e encontra seu antigo companheiro
Espero que goste!
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Julia.Suelotto 05/05/2017minha estante
adoreiiiiiiiiii
te amooo


Laura.Oliveira 05/05/2017minha estante
Obg!??


Laura.Oliveira 05/05/2017minha estante
Obg!!


Laura.Oliveira 05/05/2017minha estante
????


Rapha.Zanchetta 05/05/2017minha estante
ficou legal


Laura.Oliveira 06/05/2017minha estante
Obg?




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