Sob o Céu do Nunca

Sob o Céu do Nunca Veronica Rossi




Resenhas - Sob O Céu do Nunca


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viinisuxx 12/02/2021

Gostei mas não viciei...
O universo e os personagens que a autora criou são incríveis, a trama é mara, cheia de críticas escondidas e tal...mas não me apaixonei 100%, quero ler os outros sim mas não me pegou taaanto como imaginei.
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Lorena 22/01/2021

bem legal, gostei bastante do plot, do universo e dos personagens, só não me viciou, mas tô ansiosa pros próximos.
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Ellen 21/01/2021

Na página 20 eu percebi que devoraria "Never Sky". História bem construída por Veronica Rossi tem personagens interessantes e uma narrativa que prende o leitor desde o início. Há uma pegada de "Admirável Mundo Novo", ainda que sem a profundidade do livro de Huxley, no que diz respeito a construção de uma sociedade futura onde parte dos indivíduos são condicionados desde a concepção, de forma genética e psicológica - "melhor do que o real" - a se conformar com as regras sociais vigentes em um estado autoritário, porém de forma pacífica.
É nesse panorama que Ária é jogada, literalmente, da bolha em que vive e encontra o mundo real assolado pelas tempestades de éter. Nesse mundo, ela se aproxima do "selvagem" Peregrine e daí em diante...
Recomendo a todos que curtem livros que tratam de distopias.
Boa leitura!
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Alice 08/01/2021

Muito bom
Achei diferente o contexto em que a história segue, os personagens maravilhosos, gostaria de saber mais alguma coisa sobre os pais de Ária e não gostei muito de como Peregrine foi amolecendo conforme se apaixonava. Mas o livro é Mara sim, muito gostoso de ler, rápido e viciante.
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Dayane 06/06/2020

Sob o Céu do Nunca
Eu simplesmente amei esse universo, extremamente único e terrível, personagens bem peculiares e bem construídos, o romance é muito gostoso de acompanhar, ao todo um bom livro, definitivamente ficou dentre os meus favoritos.
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Smurf 26/05/2020

O início foi bem maçante kkk eu pensei em desistir umas 500 vezes, mas perto do final ficou interessante... Espero que o segundo seja menos cansativo.
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Helena.Moreira 23/05/2020

Nunca tive tanta dificuldade de acabar um livro quanto esse aqui. A sinopse parecia tão legal mas o livro não desenvolvia. Foi uma luta pra acabar. Achei que ia ser a minha cara mas acabou sendo péssimo pra mim.
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Verônica Z 13/04/2020

O início é meio confuso, mas depois a história nos prende de tal forma que fica impossível para de ler.
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Raquel Jacobina 09/04/2020

Resenha escrita em 2013, por mim, para um blog não mais ativo
Sob o Céu do Nunca é uma distopia fascinante e rica em detalhes que vai lhe deixar surpreso. Veronica conseguiu nos ambientar em um mundo completamente novo, onde as pessoas são distribuídas em tribos e o mundo transcende o que conhecemos.
Cada capítulo lhe pegando de mãos dadas, assim vamos conhecendo o passado de Perry, sobre sua família e o fardo que carrega. Ária vê que o mundo que conhecia é diferente, do lado de fora de Quimera e que ela pode se machucar, sentir dor e medo. Fiquei impressionada com a abundância de particularidades que tornaram o livro tão mágico. As tempestades de Éter me fascinaram por completo, e a cada parte que lia sobre elas olhava para a capa que acredito ser a imagem que a descreve, a mistura do azul com vermelho fogo e amarelo se unindo em redemoinhos.
Os personagens também são descritos com riqueza, o crescimento de Ária impressiona e o de Perry também. Além deles conhecemos Roar, marcado também, ele é um Auditivo e assim pode ouvir a quilômetros de distância; ele é apaixonado pela irmã de Perry, Liv, que foi prometida para o Soberano de outra tribo, mas fugiu antes de chegar ao seu destino. E também tem Cinder, um garoto frágil e perdido no meio do nada que tem medo de se relacionar com o outros para não causar danos permanentes. E Marron, que os ajuda com o olho mágico e com muitas outras coisas que estão ao seu alcance.
Esse livro me ganhou desde o início, não criei expectativas à toa e recomendo para quem gosta de distopias, romance e muita aventura. Tenho certeza de que você não vai conseguir se render a Perry.
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@franciellydiel 20/03/2020

Um mundo de nuncas sob o céu do nunca
Ler ou não ler, eis a questão!
Clichês são clichês por um motivo: funcionam!
Veronica Rossi (autora), literalmente, reuniu o melhor dos dois mundos. Ora contando a história sob a perspectiva de Ária, ora sob a perspectiva de Perry (personagens principais) me vi lendo freneticamente as páginas do livro. O que é o Éter? Os forasteiros são selvagens? O que aconteceu com as civilizações e o mundo? As perguntas vão surgindo e alimentando uma curiosidade que te mantém preso, ansiando por mais.

Sinceramente, não esperava muito e agora não vejo a hora de ler as sequências!

Para mim, toda leitura é válida e proporciona algum aprendizado. Nada nunca é tão simples quanto parece, a grama do vizinho realmente é mais verde? Somente quando damos o benefício da dúvida e buscamos entender o outro é que realmente aprendemos.

site: https://www.instagram.com/franciellydiel/
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Raquel 28/02/2020

Diferente
Achei confuso, tive que ler com bastante atenção, não é uma leitura leve mas flui o nome dos personagens é confuso também, passei metade do livro pensa de que Perry era menina
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Clarice 28/04/2019

Tirou o fôlego da leitora aqui
Que livro maravilhoso! Não consegui tirar os olhos dele, desde a primeira folha. No início me pareceu um pouco uma mistura de Jogos Vorazes com Maze Runner. Só no meio da leitura que percebi, na contrapaca, uma crítica positiva da Booklist citando a obra de Suzanne Collins, meio que unindo as 2 histórias. Mas a verdade é que Sob o Céu do Nunca consegue seguir sim um rumo totalmente independende e com particularidades bem marcantes. É de tirar o fôlego!

Achei todos os personagens cativantes e muito bem construídos. O que foi aquela evolução de Ária? Em uma parte da leitura é perceptível uma personagem frágil. Do tipo da mocinha clássica que precisa ser salva. No entanto, ela logo nos apresenta alguns picos de fogo e bravura, que se tornam intensos ao longo do caminho tortuoso junto ao Perry. Acredito que ela irá evoluir muito ainda nos próximos livros.

Apesar de não gostar muito de uma leitura com capítulos divididos em narrativas que descrevam as ações de cada um dos personagens, de forma particular, aqui foi diferente, e para melhor! A escrita é tão fluída que a passagem de um para outro ficou imperceptível e muito bem encaixados, mesmo quando Ária e Peregrine estavam em ambientes totalmente diferentes. Fiquei supresa quanto a isso. Já estou ansiosa para ler os outros 2 volumes :)

Obs1: Só não dei 5 estrelas, pois livros desse estilo, para mim, ainda não surgiu um que desbancasse Jogos Vorazes.

Obs2: Acho a capa dessa edição da Prumo muito mais bonita do que da edição mais recente da editora Rocco Jovens Leitores.
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Edy 03/11/2017

Uma grata surpresa!
São tantas distopias ultimamente que já estão se tornando um lugar comum e foi o que esperei ao começar a leitura de mais uma. Porém me surpreendi com o mundo distópico criado pela Veronica Rossi. É plausível, é coerente e a história é instigante do começo ao fim. Imagine o mesmo mundo dividido em dois, um lado com pessoas evoluídas tecnologicamente e o outro com pessoas que regrediram à época em que se vivia em cavernas e os dois lados sentindo ódio e desprezo pelo outro. Esse é o mundo de Ária e Perry. Pense no choque de cultura quando os dois se encontram? Perry lutando para sobreviver um dia após o outro em meio á fome, guerras entre tribos selvagens e a chuva de éter que castiga o mundo dele e Ária criada numa redoma protegida de todas as crueldades do mundo real, vivendo uma realidade virtual onde tudo é lindo, sem fome, doenças ou sofrimento de qualquer espécie? Mas o improvável acontece e os dois acabam se encontrando e unindo forças para encontrar seus entes queridos que estão desaparecidos. O que resulta dessa aliança vocês descobrirão ao lerem Sob o Céu do Nunca. Preparem-se para uma aventura eletrizante onde você só desgruda do livro quando chega à última página.
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Carol 28/07/2017

Trilogia Never Sky
Vou te dizer, que esse livro estava há meses na minha lista de desejos e eu fui adiando, porque vamos combinar que para ler uma trilogia você deve estar animada não é mesmo?! Por que eu sou dessas que engato uma leitura após a outra em trilogias, fico ansiosa demais rs.
Enfim, comecei a ler Sob o Céu do Nunca na segunda feira dia 17/07/2017 e terminei quatro dia depois (obrigada pelas férias) porque a leitura foi madrugada a dentro , e depois disso li toda a trilogia em uns 12 dias e fiquei até agora pensando e lembrando do Perry e da Ária.
A Veronica Rossi conseguiu criar ambos os personagens com tanta empatia e personalidade marcante que eu me peguei pensando neles em várias situações, louco né?! Acredito que um comentário desses no mundo aí fora seria visto como loucura, mas como estamos entre amigos que amam ler, vocês entendem rs.
Amei a distopia, o mundo criado por ela, a riqueza de detalhes sobre as alterações biológicas e tecnológicas e como nos três livros ela não se contradiz, porque com tantos detalhes é fácil perder o fio.
Perry, Ária e Roar nos dois primeiros livros te deixam encantada, a amizade do Roar e a Ária é tocante, linda, simples e pura e entre o Roar e o Perry é energia, lealdade e risada, você se sente ali naquele grupo de amigos.
A autora trouxe personagens secundários marcantes, que você se lembra quando são citados, pois, ela agrega características para que o leitor não se perca e isso é tão importante em um livro desses, a leitura vai fluindo sem você ter que voltar.
Eu amei a trilogia, amei mesmo.
Leia leia!!
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Angel Sakura 26/04/2017

Resenha do Blog Eu Insisto.com.br
Eu estava de olho nessa trilogia fazia algum tempo (este é o primeiro livro da trilogia Never Sky), quando surgiu a oportunidade me agarrei com unhas e dentes. Eu só sabia de uma coisa sobre ela, era distopia e só isso já era o suficiente para eu querer ler. Então foi uma surpresa agradável quando descobri que a autora é brasileira e que eu gostei bastante da leitura. Olhando a capa eu criei uma teoria de que o livro seria no espaço, mas sendo bem sincera eu sou maluca. Não é no espaço, caso vocês estejam curiosos sobre isso. Em resumo, é uma trilogia distópica com um primeiro livro bem interessante e com personagens carismáticos que vão prender você no livro. Valeu muito a leitura.

“Ninguém em Quimera jamais morreu por um coração partido. Traição nunca levava ao assassinato. Essas coisas não aconteciam mais. Agora, eles tinham Reinos. Podiam experimentar qualquer coisa sem correr riscos. Agora, a vida era Melhor que real.”

Bem-vindo ao mundo após a destruição (que não sabemos bem qual foi), o que configura bem a distopia, mas no futuro para evitar que as pessoas sintam dor ou morram foi criado a realidade virtual completa com cheiros e gostos, que de acordo com o slogam é melhor do que o real. As pessoas possuem um olho mágico que as fazem ver as coisas da forma mais bonita e bela possível, tudo é perfeito. Inclusive a aparência das pessoas que, além de se melhorarem no virtual, ainda são aperfeiçoadas geneticamente. Ah, o futuro… como ele deve ser chato. Continuando, as pessoas vivem em núcleos, tipo os silos do livro Silo, sobrevivem enfurnados dentro da terra. Tem algo de muito assustador nessa noção de viver confinado pra mim, acho que a natureza humana é livre (mesmo que eu passe a maioria do meu tempo em casa hahahaha). Aria é a nossa protagonista, ela é uma moradora de um desses Centros. Ela é bem feliz levando a sua vida nessa realidade virtual sem dor, a vida de fantasia é boa pra ela. E tudo ia bem, até que sua mãe, uma cientista genética, que estava em outro Núcleo desaparece e ela acha uma boa ideia tentar conseguir informações com o filho da sua idade de um dos Conselheiros do Núcleo. Não foi.

“As pessoas podem ser mais cruéis para aqueles que amam.”

O guri maluco acha que é uma boa ideia hackear um dos sistemas e levá-los para uma aérea abandonada por ter dado defeito, mais alguém achou que é uma péssima ideia? Pois é, eu também. Nesse local Aria e seu grupo descobrem como é dura a realidade, como as cores não são tão perfeitas e nem o mundo é tão brilhante. Mas, o pior chega quando as coisas saem do controle e eles descobrem que a dor não é como eles conheciam: indolor. Aqui no mundo real as coisas doem pra caramba e quando as coisas saem do controle Aria conta com uma ajuda inusitada para sobreviver. Ela deu sorte, porque nem todos conseguiram. Ah sim, por sair do controle quero dizer loucura, violência e até tentativa de estupro. Vamos fazer uma pausa aqui, existem duas realidades neste mundo: os selvagens e os tatus. Os tatus são humanos mais frágeis porém com tecnologia de ponta, eles não conseguem sobreviver no mundo fora de suas paredes e ar purificado. Já os selvagens são pessoas mais fortes, algumas dotadas de um super poder, que sobrevivem no mundo fora das conchas sem tecnologia na maioria das vezes. Sabe-se que lá fora temos algumas disfunções climáticas que torna a sobrevivência muito complicada. A pessoa que salva Aria é Perry, um selvagem. Preciso nem dizer que os dois lados não se falam e sentem algo como desprezo/repulsa/nojo uns pelos outros, né? Enfim, após sobreviver Aria se sente frustrada porque.. a) pessoas morrem; b) ela não descobriu nada de sua mãe; c) um selvagem a salvou e d) as consequências pelo que fizeram vão chegar. Óbvio que Aria não foi burra e gravou parte do que aconteceu no seu olho mágico, mas a pessoa que deu causa nisso era filho de um dos Conselheiros e adivinha quem vai se dar mal no lugar? Pois é, nessa parte nada de novo no futuro… os poderosos continuam se favorecendo em cima dos mais fracos. O resumo da ópera é que Ária se ferra e é banida pro deserto, o que e uma forma bonitinha de dizer que ela recebeu uma pena de morte. Mas ela é brasileira e não desiste nunca, ela é inteligente e está certa que vai arrumar um jeito para sobreviver. Aham, claro que vai Aria, claro que vai.

“Na vida, ao menos em sua nova vida, as chances eram sua melhor esperança. Eram como suas pedras. Imperfeitas e surpreendentes, e, a longo prazo, talvez melhores que as certezas. As chances, pensou ela, eram a vida.”

Leia o restante da resenha no blog http://euinsisto.com.br/sob-o-ceu-nunca-1-veronica-rossi/

site: http://euinsisto.com.br/sob-o-ceu-nunca-1-veronica-rossi/
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