Trocada

Trocada Amanda Hocking




Resenhas - Trocada


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Flavia 28/04/2013

Enrolação de mais, explicações de menos...
Trocada é o primeiro livro da trilogia Trylle, da autora Amanda Hocking e lançado pela Editora Rocco aqui no Brasil, que traz a história de Wendy, uma garota rebelde que tem 17 anos e tem um episódio trágico marcado na memória: quando ela tinha seis anos, sua mãe, que nunca lhe tratou com amor e carinho, a acusou de ser um monstro que está no lugar de seu verdadeiro filho e ainda tentou matá-la com uma faca. Tal agressão rendeu a Wendy uma cicatriz gigante. Como nunca pôde contar com a mãe, que agora está internada num hospital psiquiátrico, sua única referência de família é o irmão mais velho, Matt, que sempre a protegeu e se importou com ela.
Por causa de seu temperamento difícil, Wendy vem causando problemas nas escolas que frequenta e vive sendo expulsa. Não tem amigos e sempre se sente deslocada. Até que aparece Finn, um jovem misterioso que parece conhecê-la melhor do que qualquer um, até do que ela mesma, o que a deixa muito intrigada pois ele diz e faz coisas que indicam que sua mãe estava certa quando a acusava de ser uma impostora. Wendy é uma Trylle e ainda está desenvolvendo seu poder de persuasão muito mais rápido do que o esperado, e Finn está alí pra levá-la de volta pra casa, uma comunidade composta por Trolls chamada Forening, onde ela acaba descobrindo sua origem e o motivo de ter sido trocada...

Trocada foi um livro que por ser de um gênero que me interessa, criei bastante expectativas. Vemos de tudo nessas histórias que falam de serem sobrenaturais, mas nenhuma que tratava de Trolls da forma como foram abordados aqui. Sempre imaginei que Trolls fossem seres monstruosos, repugnantes e desprezíveis mas em Trocada, eles são como pessoas normais, a única diferença é que tem características físicas marcantes e que lembram o elemento "terra", como ter olhos e cabelos castanhos por exemplo, e um propósito de vida bem "diferente" dos humanos, ou "Mansklig", como são chamados por eles...
Por ser narrado em primeira pessoa por Wendy, o leitor fica extremamente limitado a descobrir as coisas aos poucos, o que causa muitos conflitos nessa leitura. Wendy descobre ser uma pessoa importante na hierarquia dos Trylle, mas ninguém lhe explica o que ela deve fazer alí. Por ela ter demonstrado ser uma adolescente tão encrenqueira no início da história, esperava no mínimo um grande barraco em que ela cobraria explicações, mas não é isso que acontece, pois ela começa a se revelar uma pessoa insegura, boba, inocente e que aceita tudo calada e continua sem saber nada. E o leitor também.
A impressão que tive é que a autora quis segurar o máximo de informações possível com a intenção de prender o leitor para que ele continue devorando cada página e lendo sem parar a fim de descobrir logo o que está acontecendo alí, mas a gente lê, lê, lê e lê mais um pouco, mas continuamos sem explicações e sem sair do lugar. Me senti enrolada! E quando, enfim, vem uma explicação sobre o motivo das trocas, quase morri de desgosto, pois é completamente ridículo, e Wendy por mais que tenha discordado e também achado tosco, não move um dedo contra essa prática. Pelo menos ainda não.
Acho que histórias fantásticas devem ser convincentes, e por mais que Trocada tenha uma premissa bacana, eu não fui convencida de que as coisas eram "reais". Alguns personagens são muito bons, mas achei que a história não foi tão bem desenvolvida a ponto de se tornar prazerosa, mas sim enrolada, do tipo que testa a paciência do leitor. É possível percebermos que o livro aborda o preconceito e nos faz refletir sobre até onde as pessoas vão e o que são capazes de fazer em nome do poder e da riqueza.
Com relação a diagramação e tradução, não tenho do que reclamar. A capa é aveludada e bonita, o ornamento em preto que fica em volta do título é envernizado, as folhas são amareladas com a fonte de um tamanho agradável, e só encontrei um erro na revisão do texto (uma palavra que deveria ser "reverência" saiu como "referência").
No mais, prefiro acreditar que o primeiro livro é uma introdução do que está por vir, e queria muito que a continuação tivesse mais explicações rápidas e fosse mais convincente (principalmente com relação ao comportamento de Wendy que por ser tão inconstante, deixou a desejar), pois minhas expectativas não foram superadas, infelizmente.
DaniSampol 04/06/2014minha estante
Eu estou com uma grande dúvida.
Eu adquiri o ebook traduzido, como sempre faço e depois compro o livro fisico. Pq faço isso? Pq não quero gastar dinheiro com um livro que eu possa abandonar. Entao so compro os livros que eu li.

Entao, eu estava lendo o ebook, mas a tradução estava muito ruim , daí eu rwsolvi comprar o livro fisico e quando fui continuar a leitura do capitulo que eu tinha parado, percebi que o livro da Rocco retirou cenas, nao capitulos e fiquei confusa. Entao comecei o livro físico desde o começo e esta diferente da tradução. Faltam cenas!!!!
Como pode isso, o pessoal da tradução inventou?
Ou a esditora realmente retirou?
Nunca aconteceu isso comigo.




Psychobooks 18/03/2013

Classificado como 2,5 estrelas no Psychobooks

www.psychobooks.com.br

- Premissa. Onde já vi isso?

Romances sobrenaturais nos quais a mocinha cresce sem saber bem o que é e descobre de forma abrupta mais à frente já estão mais do que batidos, né?!

Não foi o que Amanda Hocking achou quando resolveu escrever sua série "Trylle", que chega amanhã aqui no Brasil como lançamento da Editora Rocco e que já tem adaptação para as telonas confirmada.

A premissa é bem "mais do mesmo". Todos os clichês estão presentes e a fórmula do gênero jovem-adulto sobrenatural é utilizada ao pé da letra, e vamos a ela.

Conhecemos Wendy no momento em que sua mãe, numa crise de loucura - ou extrema honestidade - a acusa de ser uma farsante (isso com a menina tendo apenas 6 anos!) e a ataca com uma faca de cozinha. O início do texto é fluído e a leitura promete.

Começamos a partir daí a conhecer Wendy e sua história passa a se desenrolar. Aí Amanda Hocking se atropela. Explico mais em:

- Alguém avisa essa moça pra pisar no freio, por favor?!

A narrativa, ao contrário de sua apresentação, começa então a mostrar a que veio (ou não mostrar).

Voltamos a Wendy já com seus 16 anos e chegando de mudança em uma cidade nova, numa escola nova com tudo novo. A personagem - a narrativa é em primeira pessoa - não nos explica exatamente porque tem o gênio tão difícil ao ponto de ser expulsa constantemente e pior, não nos MOSTRA em suas ações nada que a caracterize dessa forma. Já nesse ponto perdemos completamente a conexão com a história. Nos são apresentados a tia de Wendy, Maggie, bem com seu irmão, Matt. Os personagens então surgem na narrativa como se já o conhecêssemos e soubéssemos o que esperar deles, o que causa uma estranheza absurda.

O enredo começa a se desenrolar aos trancos - literalmente. Há um acontecimento, ele é barrado de forma abrupta e, sem muita conexão, acontece um outro embate mais à frente onde não ficam claros os motivos dos envolvidos. E assim sucessivamente.

Há, claro, a estrutura própria desse tipo de enredo. Já falei aqui muitas vezes da "jornada do herói" e ela se repete no livro de Amanda Hocking. Lembram? Três partes distintas da narrativa onde podemos visualizar bem as intenções do autor. São elas:

- Separação, Iniciação e Retorno

Claro que Wendy é um ser sobrenatural. Não vou revelar aqui em minha resenha exatamente o que ela é porque foi exatamente esse ponto que me deixou mais feliz com a história, apesar da apresentação da autora no que se refere à mitologia do enredo ter ficado bem aquém do que eu esperava.

Wendy passa por todas essas fases citadas acima, mas sem grandes emoções. Há em seu novo mundo novas pessoas e explicações para o que ela é capaz de fazer, mas tudo fica ainda muito difuso, com Amanda Hocking focando muito nas possibilidades românticas entre Wendy e Finn (personagem masculino que rouba o coração da mocinha e ZZZZzzzzzzzzzzz) e se perde na construção do enredo como um todo.

Algo que me incomoda muito nesse tipo de narrativa é a afirmação contínua que a personagem principal é de suma importância para o bem da comunidade sobrenatural e sua existência, mas ao mesmo tempo ninguém conta nada para ela e a deixa envolta em uma aura de mistério que chega a ser risível. Sempre grito com os livros (sim, eu converso com meus livros) quando há alguma situação que considero implausível. "Trocada" recebeu muitas broncas em seu desenrolar.

- O que o livro agrega?

Em minha opinião o livro é uma colcha de retalhos de muitas outras obras do gênero que já trilharam sua estrada e são sucesso de vendas. A autora "bebe" das fontes, emprestando - em minha opinião - características até mesmo de personalidade de alguns personagens. Finn é um arremedo do Dimka, de "Academia de Vampiros", da Richelle Mead. Ele tenta criar o ar de mistério e até mesmo a segurança desmedida, mas tropeça no caminho. Era para ser o personagem mais chamativo e foi o que me deixou mais descontente.

Tive algumas surpresas boas com alguns personagens, entre eles Rhys, que aparece apenas na segunda fase da vida de Wendy. Eu esperava a sua aparição desde o início, mas a autora não me decepcionou com sua construção. Foi uma das gratas surpresas que tive na leitura.

- Conclusão

Não me conectei com a leitura. A personagem é descrita como criadora de caso, independente, voluntariosa e mimada. O que li foi uma protagonista fraca, sem personalidade e que teve pulso firme em raras ocasiões.

A construção do plano de fundo da obra é fraca e pouco chamativa. Não fiquei nem um pouco encantada pelo mundo criado. A magia de criar-se um mundo sobrenatural que vive ao lado do mundo real ao ponto dos dois se fundirem, é essa magia transcender as páginas e nos fazer ansiar por conhecer os seres que nela vivem. Tudo é jogado tão a esmo, as coisas acontecem de forma tão desconectadas que não há essa transferência com a leitura.

Não acredito que esse livro se encaixe apenas na minha falta de gosto momentânea pelo gênero. Já falei algumas vezes que ando cansada de obras com esse mote, mas não sinto que meu gosto atrapalhou na avaliação. Faltou a mão de um editor para que a autora encontrasse a verdade de sua história e com isso conquistasse seus leitores.

Não tenho curiosidade em saber que fim levou Wendy, apesar de o final ter me surpreendido um pouco.
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Yasmin 10/03/2013

Mitologia inovadora, universo e personagens fortes

Quando vi o título cadastrado entre os futuros lançamentos da editora Rocco fiquei bastante animada porque desde soube que Amanda Hocking estourou o mercado de livros digitais com mais de um milhão de cópias fiquei curiosa para ler a trilogia que causou tantas mudanças e que teve tanto sucesso em tão pouco tempo. Hocking construiu um universo interessante com elementos da mitologia nórdica e uma trama de conflitos promissora que promete render bastante.

Wendy nunca se encaixou nos colégios em que estudava, nunca fez amizades normais e suas manias sempre foram um problema. Ela carrega uma cicatriz que a faz lembrar constantemente das palavras da mãe. Quando tinha seis anos em plena festa de aniversário sua mãe a atacou e se não fosse por seu irmão Matt ela teria morrido. Desde então vive com a tia Maggie e com Matt. Seus problemas nas escolas os fizeram mudar bastante durante toda sua vida. Para Matt isso é culpa do trauma e ela ser diferente não significa que ela seja má pessoa. Porém quando o misterioso Finn começa a frequentar a escola Wendy fica desconfiada. Já não bastasse o estranho poder de convencer as pessoas a fazer o que ela quer Wendy ainda tem que lidar com a constante sensação de que está sendo observada. É quando Finn despeja sobre ela toda a verdade. Sobre ela ser um changeling, uma criança Trylle, trocada ao nascer para ser criada entre os humanos. E ele veio buscá-la. Está na hora de voltar para casa, seus poderes despertaram mais cedo e está na hora de ela assumir sua verdadeira vida. Wendy reluta, mas após um ataque os Vittra ela aceita sua falta de opção. No entanto chegando a Förening Wendy encontra um ambiente totalmente diferente do que imaginou. Logo a pressão em torno de Wendy a deixa tão deslocada quanto antes, porém com problemas e perigos maiores.

A premissa basicamente é essa, Wendy retornando para a comunidade dos Trylle depois de ter uma vida estranha e atribulada. Amanda Hocking inova ao trazer os "changelings" como centro da história e ao construir toda uma mitologia em torno deles, que apesar de aparecem em diversas culturas são pouco vistos na literatura. As descrições são sempre pontuais deixando a ambientação bastante vívida e sensorial. O ritmo é constante e a narração em terceira pessoa de Wendy funciona muito bem visto que também são as primeiras impressões dela neste mundo novo que se abre.

Os personagens secundários são outro ponto forte da história. Desde Elora, rainha dos Trylle a diversos outros habitantes de Förening. Rhys, Tove e o próprio Finn. Wendy pode passar a impressão errada ao leitor no começo, mas no decorrer dos capítulos a personagem ganha força e as diversas perguntas e mistérios tornam a trama instigante, prendendo a atenção a todos os detalhes. Afinal o que eles estão escondendo de Wendy?

O mais irritante do livro é o fato das perguntas de Wendy nunca serem propriamente respondidas. A quantidade de "não se preocupe com isso" é imensa e diversas vezes a curiosidade de Wendy era a mesma dos leitores. A autora poderia ter dosado melhor o que dizer e o que não dizer... O ponto que me deixou mais curiosa foi a trama com os Vittra que apesar da virada no final não deixou mais do que insinuações no ar. E a culpa dessa curiosidade é o conto que vem no final da história. Ponto para a editora, já que o conto é um complemento forte para a trama. Ele não teria a mesma força se tivesse sido lançado separado em e-book.

Leitura instigante e agradável. Wendy é uma protagonista forte, com personalidade questionadora e pelo final podemos afirmar que ela não vai aceitar ser conduzida feito uma marionete por Elora. Uma verdadeira caixa de surpresas que deixa uma sensação de imprevisibilidade rara em juvenis. A edição da Rocco (...)

Termine o último parágrafo em: http://www.cultivandoaleitura.com/2013/03/resenha-trocada.html

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Camila 13/03/2013

Trocada
A protagonista do livro, Wendy Everly, é uma garota de 17 anos problemática que já perdeu a conta de quantas vezes já foi expulsa de escolas. Sua tia e seu irmão fazem de tudo para tornar a vida de Wendy mais fácil, mas a garota parece simplesmente não se encaixar em lugar nenhum. Bom, não deve ser fácil ser uma pessoa normal quando seu pai morre quando você é muito pequena e sua mãe tenta te matar quando você tem seis anos. O que sobra é uma mãe no hospício, uma tia e um irmão se virando nos trinta e uma garota com sérios problemas de autoestima e de relacionamento. Não importa para onde Wendy vá, as pessoas ao seu redor parecem simplesmente não gostar dela, não importa o que ela faça. É por isso que, quando Finn Holmes, um sujeito misterioso e estranho, começa a observá-la, Wendy fica extremamente abalada. Aos poucos Wendy começa a se interessar por Finn, até que ele revela o segredo mais importante da vida de Wendy: ela é uma changeling e ele veio buscá-la para levá-la de volta à sua família e ao seu mundo. Ao chegar lá, Wendy descobre que, além de uma Trylle, ela é a princesa do reino e que precisa aprender a se portar como tal. Muito embora o livro tenha vários elementos que eu goste muito, o livro me decepcionou um pouco. Esperava um pouco mais de explicação sobre quem ou o que são os Trylle. Me senti tão perdida quanto a Wendy. As explicações sempre foram ficando para depois e nunca que apareceram... Apesar disso, gostei da narrativa e do romance proibido. Já começo a imaginar o que vem por aí no próximo volume.

www.leitoracompulsiva.com.br
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Sah (Blog Pérolas Literárias) 28/05/2015

Resenha – Trocada.
Sinceramente, esse livro me decepcionou em muitos sentidos. Esperava mais e não consegui me identificar com nenhum personagem, o que é uma pena.

A protagonista Wendy sempre se achou diferente, até que descobriu o que de diferente ela tinha. Um dia, em sua festa de 6 anos, sua mãe tenta assassiná-la afirmando ser ela um monstro. O irmão de Wendy, Matt, a salva de ser morta pela própria mãe. Isso muda a vida dos dois irmãos.

"Que tipo de criança você é, Wendy?- Ela caminhava vagarosamente pela cozinha, vindo em minha direção. A faca em sua mão parecia bem mais ameaçadora do que alguns segundos antes.
– Você certamente não é minha filha. O que você é Wendy?"

Wendy, após ter sido expulsa de vários colégios, decide que irá se adaptar a essa nova escola para dar algum sossego a sua tia e a seu irmão. E é nessa escola que a moça passa a conviver com Finn Holmes.

Wendy percebe que o rapaz não tira os olhos de cima dela e isso a irrita demais. Decide confrontá-lo para saber qual é o problema dele com ela.

E é depois desse confronto que Wendy descobre que viveu 17 anos de uma vida que não era sua. A pergunta é: Quem é Wendy? E qual é sua verdadeira origem?

Acho, em minha opinião, que o livro levantou muitas perguntas e não houve respostas para a maioria. Mesmo sendo uma série achei o primeiro livro muito fraco.

Wendy se mostrou uma moça sem opinião forte. Ela sabe o que precisa dizer, mas prefere adiar o confronto e o resultado é que nunca fala nada.

Amanda Hocking nos apresenta no início do livro a uma protagonista de personalidade forte e que do nada, puft, some. Cadê a garota impetuosa e voluntariosa? Virou abobora antes do badalar da meia noite. Sobrou uma caricatura, isso sim. Ri de raiva em muitos momentos durante a leitura. Melhor rir que chorar.

Também achei o romance fraco e nem sei se posso dizer que houve realmente um grande romance. Esse dito cujo só resolveu aparecer quase no fim do livro. Não que ele precisasse ser o foco do livro, mas ficou uma promessa de que ia acontecer e não aconteceu, como muitas coisas na verdade.

Não pensem que só existem Wendy e Finn nesse livro, mas é que os personagens não foram carismáticos para mim e não ficaram gravados em minha cabeça. Salvo Rhys que é um fofo adorei ele, mas como o moço não é o “mocinho” ele não teve um foco tão grande assim.

Quando Wendy é atacada pelos Vittra, a situação fica complicada. Agora, eu até entendo porque eles a querem. Mas não ficou claro o motivo dos ataques. Isso poderia ter sido melhor trabalhado ou aproveitado não sei, mas para mim esse livro deixou a desejar.

Enfim não amei, mas recomendo sim o livro porque a série tem potencial e espero que as muitas questões levantadas sejam esclarecidas.

O livro é para todas as idades não vou especificar uma idade, pois qualquer pessoa pode ler e gostar, ou não, vale a tentativa.

site: http://nosleitoras.com/resenha-trocada/
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Brunna 11/12/2013

Feliz surpresa
Onze anos atrás, Wendy Everly sofreu uma grave agressão. Sua própria mãe tentou matá-la, alegando que ela nunca foi sua filha e que era um monstro. Isso tudo aconteceu no aniversário de 6 anos da garota. Agora, com 17 anos, Wendy é, digamos, um problema. Ela sempre é expulsa dos colégios, sempre se mete em encrencas e, por isso, ela e sua família (sua tia, Maggie, e seu irmão, Matt) constantemente estão mudando de cidade.
Em sua nova escola, Wendy conhece Finn Holmes, um rapaz misterioso que parece estar sempre a observando e que, pelo menos aparentemente, não se envergonha em fazer isso. Wendy fica incomodada e abalada de Finn sempre estar a espreitando, ainda mais porque ela sente certa atração por ele. Quem não sentiria? O cara é muito bonito, atraente, veste-se bem e tem um ar de mistério que o deixa ainda mais charmoso.
Quando Finn revela para Wendy que ela é uma changeling, a jovem começa a perceber que a mulher que tentou matá-la estava certa o tempo todo. Será que Wendy está pronta para abandonar o mundo (e as pessoas) que sempre conheceu para se aventurar em um local totalmente diferente de sua realidade, onde as pessoas guardam os segredos a sete chaves e que tudo é tão bonito, sobrenatural, perigoso e assustador ao mesmo tempo?
Trocada foi uma feliz surpresa para mim. Depois de ver tantos comentários negativos a respeito, resolvi, sem motivo algum aparente, dar uma chance e ler sem qualquer expectativa. Talvez este tenha sido o maior motivo para eu ter gostado tanto do livro, já que a obra não possui nada de mais. Na verdade, ela até pode ser classificada como uma coletânea de tantas outras histórias: garota que parece não se encaixar em lugar algum, garoto bonitão/misterioso/protetor/inalcançável, um pouco de sobrenatural, mistérios e final com toque de ação. Só tem um diferencial: abordar um ser folclórico que que eu saiba nunca antes tinha sido explorado como foco central.
Os personagens também não têm nada que os torne memoráveis. Suas características são bem comuns, mas dois coadjuvantes merecem destaque por terem me feito querer entrar no livro e abraçá-los: Rhys e Tove. Os dois têm suas particularidades, só que prefiro não mencioná-las aqui para não dar algum spoiler. Willa é a única personagem que eu ainda não sei exatamente o que pensar sobre, alguma coisa me diz que ela é uma vigarista, mas nenhuma de suas ações confirma isso.
A história prende o leitor e funciona mais como um bom entretenimento. Não é a melhor do mundo, muito menos a mais bem bolada, cheia de tramas e etc. É até previsível em algumas passagens, excetuando-se o finalzinho (que, diga-se de passagem, não me agradou, pois fiquei sentindo que a autora não desenvolveu nada, parece que durante o desenrolar da narrativa ela fez foi dar voltas em círculos e acabou voltando para onde tudo começou e disso eu não gostei nada, nada).
O exemplar da editora Rocco está muito belo. A capa é linda, com textura meio aveludada, cores bem fortes e chamativas. A diagramação é simples, folhas amarelas, letras em tamanho ótimo, sem erros de português.
Como praticamente todo primeiro volume de uma série, este também dá algumas respostas logo agora, mas ainda há outras milhares a serem respondidas nas sequências. Ao todo, é um bom livro, com seus altos e baixos, narrativa envolvente, que promete uma boa história e que, inclusive, já teve seus direitos de adaptação para as telonas comprados.

site: http://myfavoritebook-mfb.blogspot.com.br/2013/10/resenha-trocada_27.html
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Camille 29/04/2013

http://beletristas.com/resenha-trocada
Trocada fala sobre Wendy, uma menina teimosa aparentemente normal. Exceto os fatos que colocam em cheque ela ser uma pessoa sortuda. Aos seis anos, exatamente no dia do seu aniversário, sua mãe tentou matá-la – como se o fato dela não ser amorosa não fosse o suficiente.

Não para por aí: já foi expulsa de diversas escolas e, se ela teve um amigo em alguma delas, ela não se lembra; Finn aparece apenas para dizer que ela é uma Trylle e que precisa ir para casa (seja lá o que isso for) e o único garoto que parece estar interessado nela diz que é tudo apenas parte do trabalho.

Sorte. Principalmente se acrescentarmos aquela sensação de estar sendo insistentemente vigiada sabe-se lá por quem e por quê. Em meio a uma confusão de fatos que moldaram sua personalidade, uma situação a leva diretamente para onde ela não queria ir.

Entendendo que ser Trylle é ser troll, e que trolls não são nem um pouco parecidos com tudo que ela tinha em mente, ela é pega de surpresa por uma situação ainda pior. Pelo que parece, as coisas que ela não sabe são exatamente as mesmas que estão determinando sua vida.

Amanda Hocking conquista o leitor logo nas primeiras páginas, ainda que não estejamos prontos para entender nem parte da história. Trocada não é apenas uma história de fantasia, ou amor e muito menos se prende somente à descoberta da vida por uma adolescente. É tudo isso junto e ainda mais.

Envolvidos por previsões do futuro não esclarecidas, uma cidade de trolls com um sistema duvidoso e escolhas que foram tomadas e que não poderão ser realizadas, é difícil sentir as páginas sendo viradas, ficar com sono enquanto está lendo ou não querer acompanhar o resto de perto.

É interessante ir entendendo aos poucos toda a situação, e só então ser capaz de tomar partido e começar a torcer por um “lado”. Ao mesmo tempo, é complicado aceitar tudo que acaba sendo imposto à Wendy, cujo nome foi realmente inspirado na história de Peter Pan.

Eu não compararia a história com O Diário da Princesa ou Crepúsculo, coisa que o New York Times faz. Para mim, mesmo sendo fantasiosa, ela é diferente de qualquer livro do mesmo gênero, inclusive quando é obrigada a ter pontos em comum. Amanda é, acima de tudo, criativa.

E talvez seja isso que realmente tenha me conquistado, porque isso possibilita tudo: personagens bem desenvolvidos, narrativa que prende a atenção, pontos soltos somente quando precisam estar. Admito, entretanto, que ia ficar mais feliz se o final também se diferenciasse em vez de cair em uma situação tão comum.
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Liachristo 08/07/2014

Trocada - Trilogia Trylle - Amanda Hocking - Editora Rocco
Wendy Everly não é uma menina comum. Ela quase não toca comida, e metade do que ela faz ou come, ela despreza. Quando ela tinha seis anos de idade, sua mãe tentou matá-la, porque estava convencida que Wendy não era a sua filha, era uma monstra e que fora trocada no nascimento.

Por mais estranho que pareça, sua mãe resolveu trancar-se em um asilo onde ela fique em segurança e não possa mais tentar prejudicar Wendy, mas continua acreditando que Wendy não é sua filha verdadeira.

À medida que ela cresce, Wendy fica cada vez mais convencida de que sua mãe poderia ter dito a verdade. Ela tem uma estranha capacidade de influenciar as decisões de outras pessoas, e embora isso aconteça acidentalmente, ainda é perigoso e muito estranho.

Quando Finn um lindo jovem aparece em sua janela uma noite, dizendo-lhe que ela é de fato um troll, o pior pesadelo de Wendy se torna realidade. Sua mãe estava certa o tempo todo: ela não é humana. Pior do que isso: ela é um troll.
Na lista gigante de criaturas sobrenaturais que você conheçe, trolls não são os seres mais comuns e nem com padrão de aceitação dos mais elevados.

Depois de escapar de um ataque do mal, Finn leva Wendy para um mundo secreto, a terra dos trolls, para seu total desgosto. Lá Wendy encontra sua verdadeira mãe, que passa a ser a Rainha dos Trolls. Não só sua mãe não demostra nenhuma emoção por ela, como parece que ninguém por lá está propenso a muitas emoções.

Wendy se esforça para se adaptar ao seu novo estilo de vida como uma princesa, a ser vigiada dia e noite e ser presa no meio de uma guerra acontecendo entre duas tribos de Troll que são rivais. E no meio de tudo isso, ela também consegue se apaixonar ...

Quando vi o livro Trocada pela primeira vez, confesso que o que me atraiu logo de cara foi a sua linda capa. É sou dessas que compram livros pela capa. kkk
Em seguida ao ler a sinopse, fiquei imediatamente intrigada, já que nunca tinha lido nada envolvendo Trolls. Depois de pesquisar um pouco sobre a autora, descobri que Amanda Hocking , é considerada a rainha da auto-publicação, uma autora que conseguiu vender mais de um milhão de cópias de seus livros ... por conta própria. Claro que eu tinha de lê-lo e ver o porque de tanto sucesso.

Este livro não me decepcionou, mas achei que a história poderia ter rendido muito mais. Com trolls como as principais espécies de interesse sobrenaturais, fui imediatamente atraída pelo inédito e diferente. Definitivamente o universo YA não está inundado de livros que envolvam personagens trolls. Wendy é uma personagem principal simpática, especialmente porque ela tem um monte de manias divertidas que revelam sua verdadeira herança, mas acho que poderia ter sido melhor desenvolvida. O livro é contado em primeira pessoa, pela personagem.

Eu também gostei de Finn. Ele tem vida própria dentro da história. Ele é misterioso, perigoso, escuro e sedutor. Ele também faz fronteira com ser um perseguidor, pois ele guarda Wendy praticamente dia e noite, de uma forma até obsessiva, mas pelo menos ele tem um motivo para isso.

Neste livro não temos muita ação. Acumula-se a tensão para o que está por vir, e nos introduz ao mundo de trolls, os personagens e suas dinâmicas. O que compensa essa falta de ação, porém, é o estilo de escrita envolvente de Amanda Hocking e seu senso de humor. Eu ri em voz alta várias vezes durante este livro, o que é uma ótima coisa. Eu amei alguns dos comentários de Wendy, e Finn joga seu sarcasmo muito bem. O humor realmente é um ponto adicional para este romance.

O romance que rola entre os personagens principais está incrível. O vínculo entre Wendy e Finn é claro desde o início e, apesar de várias vezes eles parecerem se desentender, é óbvio que eles compartilham uma conexão real. Quando eles se beijam, a paixão praticamente sai das páginas.

A Editora Rocco fez um belo trabaho de revisão. A diagramação, a cor das páginas, as fontes escolhidas proporcionam uma boa leitura. Amei a capa. Achei linda.

Trocada é definitivamente um livro diferente e um começo interessante para a série. Se você é um fã de YA, gosta de fantasia e gostaria de conhecer o inexplorado mundo dos trolls, então esta é uma excelente escolha.
Bjus


site: http;//www.docesletras.com.br
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Nina 06/05/2014

Diferente, Confuso e Igual
Trocada, o primeiro volume da saga Trylle, conta a história de Wendy Everly, uma garota de dezessete anos aparentemente comum, mas com uma personalidade difícil, como é descrita nos primeiros capítulos do livro. Ela não tem amigos, é teimosa e já foi expulsa várias vezes de escolas, e por isso vive se mudando. É atormentada pela lembrança de seu aniversário de seis anos, quando sua mãe tentou matá-la, acusando-a de ter matado seu verdadeiro filho e de ter pego seu lugar. Após a mãe ir parar em um hospital psiquiátrico, ela passa a viver com o irmão mais velho super protetor e a tia.

Na nova escola a única coisa diferente é o garoto que não deixa de observá-la, Finn Holmes. Ele logo acaba revelando que ela é diferente e foi trocada ao nascer. Explica que sua missão é levá-la para sua "casa", onde mora sua verdadeira família. Após um ataque que sofre, ela concorda e parte para conhecer o lugar onde pertence.


O livro me prendeu bastante no início, me deixando a tarde toda lendo sem parar. Mas perto da metade eu acabei me cansando um pouco. O começo te deixa louco para saber o que Wendy é (coisa que não é revelada nas orelhas nem na contracapa do livro) e o que vai acontecer com ela. Até a parte onde brevemente essas perguntas são reveladas conseguimos ficar bem presos à história. Depois disso, a história começa a ficar parada, com algumas breves explicações e partes desinteressantes.

Um dos pontos que não me agradou no livro foi a protagonista. No começo do livro ela é descrita como teimosa e dá a entender que é briguenta, pois vive sendo expulsa das escolas. Mas no desenrolar do livro não vemos quase nada disso. As partes retratadas na escola não mostram nada que ela fez que seria motivo de uma suspensão ou advertência. E no resto do livro ela parece aceitar (quase) tudo que a dizem, mesmo que não concorde; age como uma perfeita menina, apesar de curiosa, o que é certo, já que não a contam quase nada. Também é descrita como solitária, mas ao ir para "casa" faz várias amizades e muito rápido para alguém que não tinha amigos.

Além disso, ela parece ser bastante bipolar. Nos primeiros capítulos ela adjetiva Finn Holmes de esquito e afirma que não se sente atraída pelo mesmo, mas após poucos capítulos ela se diz apaixonada por ele e vive procurando-o, onde quer que vá. Há também o momento após sua mãe explicar que a trocou no berço de propósito; ela fica com raiva e triste pois os motivos não parecem razoáveis em nenhum momento (pelo menos não para mim e sei que mais gente pensa assim), mas horas depois ela parece nem lembrar-se disso. Ao longo do livro ela descreve a saudade que sente de casa e de sua família, mas, em nhum momento, parece pensar em mandar uma carta para casa explicando tudo ou ir embora.

É dito que ela é muito importante para sua comunidade, mas, mesmo após o ataque que sofreu, não são descritos seguranças que a protegem, exceto Finn, que desaparece em vários momentos da história, e costuma chegar atrasado quando sua proteção é necessária. Além disso, colocar apenas um garoto de vinte e poucos anos como segurança para alguém que, tecnicamente, é muito importante não parece o suficiente, sendo que, mesmo com seu treinamento, poderia encontrar dificuldade em protegê-la se fosse enviado um grande grupo para atacar, não?

O ambiente no qual sua "espécie" vive não agrada muito, não como em várias outras sagas como Harry Potter, onde o leitor sente desejo de visitar. Parece apenas um condomínio rico comum, sem detalhes diferenciados.

Alguns personagens, como Rhys e Tove, dão uma animada na história e costumam ter um certo carinho entre os leitores, mas os demais parecem não ter nada de muito especial.

Acho que podia ser mais bem explorado o universo onde a história se passa. Mesmo com o tema diferenciado das história dos dias de hoje, ainda foi pouco descoberto, sendo que sua espécie só diferencia da nossa em alguns hábitos e em apresentar alguns poderes.

Não foi um livro que me agradou muito, mas ainda vou comprar os próximos dois volumes para descobrir se esse universo será mais bem explicado e se a história apresentará alguma reviravolta surpreendente.

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Jeah 21/07/2016minha estante
Concordo completamente com sua resenha. A personagem principal é um porre. A teimosia que me foi prometida no início do livro? Só sei que tô achando essa menina um saco de batatas.




Carol D. Torre 07/04/2013

Apesar de estar um pouco cansada de novas tramas sobrenaturais, a premissa de Trocada é tentadora afinal a autora escolheu um tema que nunca imaginei para livros YA: trolls. Porém, infelizmente, a originalidade parou por aí, com uma estória cheia de reviravoltas já batidas e uma narrativa inconsistente e cheia de falhas, o que salvou a leitura foram a criação dos personagens e o romance principal.
Wendy nunca foi considerada "normal", tanto que já quase foi morta pela sua própria mãe quando tinha seis anos, ela é agressiva, rebelde e cheia de manias incomuns. Porém tanto seu irmão Matt quanto sua tia Maggie defendem que ela sempre foi somente uma garota de gênio forte e a amam e protegem demais para tentar compensar o trauma causado pela sua mãe. Por isso eles vivem mudando de cidade, já que Wendy sempre acaba de sendo expulsa por se envolver em brigas. Agora com quase dezoito anos, eles estão nessa nova cidade, onde ela está até conseguindo fazer uma amigo, Patrick, mas também existe Finn, um garoto misterioso que parece sempre estar de olho nela. Tudo se torna ainda mais complicado quando ele se revela um tipo de buscador, que veio levá-la de volta para sua família de verdade, já que ela é uma Trylle e como todos os outros de sua raça foi trocada por um bebê humano quando era bebê. Assim Wendy descobre que sua mãe esteve sempre certa e que ela pertence a um mundo cheio de poderes e responsabilidades que ela nunca imaginou.
O grande problema para mim do livro foi a criatividade da autora na hora de desenvolver sua estória. A premissa parece bem original quando se lê a primeira vez, mas conforme se começa na leitura percebe-se os clichês de livros sobrenaturais, como se fosse mais do mesmo. Em certos pontos eu encontrei muitas semelhanças com outros livros, como a troca de bebês que me recordou muito o livro Substituto da Brenna Yovanoff (resenha aqui) e depois a dinâmica, na segundo metade do livro, do casal principal me trouxe várias vezes na cabeça a relação de Dimitri e Rose da série Vampire Academy. Outra característica da narrativa da autora que me incomodou foi como ela não desenvolvia os conflitos de forma completa, ela jogava um conflito para que alguma coisa se revelasse e depois ela dava uma resolução qualquer - e normalmente pouco coerente - para poder seguir logo em frente, ou seja, faltou planejamento. Tudo isso, juntamente com o excesso de repetições (ela descreveu o cabelo de Wendy umas cinco vezes) e as divagações desnecessárias da personagem (ás vezes eu me cansava e pulava um ou dois parágrafos e não fazia diferença nenhuma), deixou a narrativa sem fluidez apesar dela ser bem simples e fácil.
O que deveria ser o grande destaque, que são os trolls, ficou em segundo plano e na realidade não apresentou novidade nenhuma. Achei a mitologia muito fraca e sem nada que encantasse ou te prendesse, além disso a falta de explicações que eles se recusavam a dar para Wendy - tudo era "não posso falar agora", sério me tirou a paciência - me deu mais um motivo para achar tudo mais do mesmo.
O que realmente me fez continuar a leitura até o fim foi o romance entre Finn e Wendy. Sim, eu adoro romances e não posso negar que esse, como quase todos presentes em livros sobrenaturais, me encantou e obrigou a saber qual seria o fim do casal. Outro ponto que eu achei positivo no livro foram os personagens - tantos os principais quanto os secundários.
Diferentemente do que a autora tenta nos passar, Wendy não passa todo esse ar de rebeldia e violência que todos alegam que ela tenha, porém ela é uma pessoa inquieta, instintiva, mimada e é fraca, não consegue impôr sua personalidade tanto para os personagens como também para os leitores. Finn tem todo aquele atrativo de mocinho de livro YA: é misterioso, charmoso, parece gostar da mocinha mas não demostra só a protege com a própria vida, etc... por isso mesmo não tem como não gostar. Os personagens secundários são encantadores, como Rhys e Matt, e outros misteriosos e interessantes, como Tove e Elora.
Apesar de estar um pouco cansada do gênero sobrenatural, não foi esse o motivo por eu ter desgostado tanto do livro - por exemplo, eu amei Die For Me da Amy Plum (resenha aqui) que li no final do ano passado. Talvez se tivesse lido Trocada dois anos atrás teria gostado mais, só que agora, depois de ler tantos livros bons e mais maduros, a falta de novidades e incoerência da narrativa me deixou pouco motivada para ler os próximos dos livros. Não que vocês não devam dar uma chance para o livro, porém para mim não deu.

mais resenhas aqui: http://rehabliteraria.blogspot.com.br/
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Geeh 28/04/2013

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"E se tudo na sua vida fosse uma mentira?"
Desde o momento do nascimento de Wendy que sua mãe tinha certeza de que ela não era o seu bebe verdadeiro, primeiramente porque em todos os exames do pré-natal era um menino, e na hora do nascimento as medicas entregaram a ela uma menina, e Wendy nunca se pareceu com os seus familiares, nem fisicamente e nem em gostos e gestos. Ela sempre foi uma criança difícil, e sua mãe sempre preferiu deixa-la com babas. Mas no dia do seu aniversário de seis anos é que as coisas realmente ficaram difíceis para a pequena Wendy. Após um acesso de raiva da menina, a mãe simplesmente tentou mata-la com uma faca de cozinha. Felizmente o irmão mais velho a salvou antes que o pior acontecesse.
Hoje, 11 anos após o incidente, sua mãe ainda esta internada em uma clinica psiquiatrica, afirmando que Wendy é um monstro que matou o seu verdadeiro filho e assumiu o seu lugar. Já wendy vive com o irmão e sua tia, mas já trocaram de cidade tantas vezes que ela já perdeu as contas, e tudo isso porque ela própria não consegue se adaptar em escola nenhuma, sempre arranja uma briga ou apronta algo que consequentemente faz com que ela seja expulsa de todas.
Dessa vez vai ser diferente, Wendy esta decidida a dar o melhor de si, para que sua família não precise abrir mão de tudo por ela novamente. Mas os problemas parecem procura-la, sempre existe alguem implicando, e no final, ela sempre acaba reagindo agressivamente.
O incidente no seu aniversário, e o constante sentimento de que não pertence a lugar algum, somado um poder de persuasão recentemente descoberto, fazem Wendy se perguntar se realmente a sua mãe não tinha razão, será que ela não é realmente um monstro?
A chegada de um novo aluno a escola chamado, deixa ela ainda mais intrigada. O garoto é muito bonito, e extremamente reservado, mas parece não tirar os olhos de Wendy em momento algum.
Tudo seria perfeitamente normal, até que certa noite, Finn aparecesse na janela de seu quarto no meio da madrugada, anunciando que era um rastreador e que estava li para leva-la para o seu verdadeiro lar.

(...)Você é uma changeling. - Ele olhou para mim com ansiedade, esperando alguma especie de reação dramática.
- Não sei o que é isso. - Dei de ombros.- Não é o nome de um filme da Angelina Jolie ou algo assim? - Balancei a cabeça. - Não sei o que quer dizer.
-Changeling é uma criança que foi trocada secretamente por outra.(...)

Então a sua mãe tinha razão, Finn veio para confirmar as suspeitas dela e de si própria, mas ele também veio para busca-la, como ela pode abandonar seu irmão e seu tia, depois de tudo o que eles fizeram por ela? depois que eles fizeram de tudo para mante-la segura?
Mas é também em meio a esse misto de emoções, que ela descobri que Matt e sua tia correm perigo se continuar perto dela. O seu verdadeiro povo, os Trylle, possuem rivais, os Vittra, e eles estão decididos a capturar Wendy. Quanto mais tempo ela permanece em sua casa, mais risco as pessoas que mais ama correm. Desesperada, ela resolve fugir com Finn, e finalmente conhecer o lugar de onde veio, assim como a sua família biológica. Mas Wendy nem imagina que o que espera, pode ser o pior de tudo que viveu até hoje.

Trocada foi um livro que me pegou pela capa, eu fiquei completamente encantada mesmo antes de ler a sinopse. PRECISAVA ter ele na minha estante. Depois veio o evento em minha cidade, e ai eu não me aguentei, comprei e devorei em 1 dia e meio.
Leia trocada de coração aberto, não vá com muita sede ao pote, o livro é bom, não ótimo, então cuidado com espectativa exagerada.
Amanda Hocking trouxe uma temática completamente diferente, os Trylle são na verdade Trolls, mas uma versão completamente diferente das que já foram apresentadas até hoje,nada de monstros deformados. Neste livro, trolls são pessoas normais, com uma ligação extra com o meio ambiente e que podem controlar os elementos, terra, fogo, agua e ar, só que com costumes um tanto quanto "peculiares". Todas as crianças são trocas ao nascer, as mães Trylle escolhem um boa família humana e principalmente rica, para que seus filhos possam usufruir de todas as oportunidades que os humanos podem oferecer, então elas introduzem seus próprios filhos nessa família, e raptam o filho legitimo. Quando a criança Trylle atinge certa idade, os rastreadores são enviados para os trazerem de volta, com isso a criança alem de voltar com uma boa educação, trás a herança da família hospedeira com ela, e é assim que o povo Trylle mantem o padrão de vida. Já os bebes humanos, são criados na própria comunidade Trylle, mais ou menos como criados das famílias.
A autora apesar de ter trazido um tema novo não foi muito criativa no desenvolvimento da trama, em vários momentos você se pega comparando o momento ou os personagens com os de alguma outra estoria. Você pode notar claramente a influencia de series como "Vampire Academy ", "O diário da princesa " e "O substituto". Para quem leu a serie vampire academy, Elora, que é a rainha Trylle é muito parecida com a rainha Tatiana, Finn é uma versão menos sexy do Dimitri, o Tove , é uma versão menos bêbeda do Adrian,já a Wendy é uma mistura de princesa Mia com princesa Lissa. A influencia e tanta de "o diário da princesa" que o filme chega a ser citado no livro.
(...)- Não sei – admiti. – Não era mesmo o que eu esperava. – Era bem mais grandioso e bem pior do que qualquer coisa que eu tivesse imaginado. – Eu apenas… Sinto como se estivesse em O diário da princesa, mas com Julie Andrews no papel de ladra.(...)

Mas não é ruim, não! pelo contrario, aqui todo mundo sabe que eu amo vampire academy, e uma comparação com a saga é um elogio e não uma critica.
A estoria é contada apartir do ponto de vista da Wendy, então temos a versão dela dos fatos. A escrita da autora é simples e fácil, que flui muito bem, deixando a leitura fácil e rápida. A diagramação do livro é simples, e eu não encontrei nenhum erro de revisão, o que faz o livro ganhar muitos pontos comigo. A capa desse livro é linda, depois de que vc lê , a impressão que se tem é que o jardim da capa é o jardim secreto do castelo da rainha Elora. A capa também possui uma testura super diferente, é aveludada, bem agradável de tocar.

Para conferir a resenha na integra, de uma passada no blog:
http://livrosdeelite.blogspot.com.br/2013/04/resenha-trocada-amanda-hocking.html
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ka macedo 25/06/2017

Trocada
A trilogia Trylle veio parar em meu radar literário quando descobri que foi a primeira série a ser publicada gratuitamente online que, de tão famosa, uma editora decidiu publicá-la oficialmente. Sendo, assim, fiquei curiosíssima para ver o que havia de tão incrível nessa história viral.
E, honestamente, quando finalmente a peguei para ler, me decepcionei com seu conteúdo mal trabalhado.
Em Trocada, conhecemos Wendy, uma garota um tanto excêntrica que percebe estar sendo observada. Um garoto misterioso a ajuda a lidar com isso e lhe conta um segredo sobre sua vida: ela não é humana e deve voltar para seu local de origem porque está correndo perigo. Ela, então, é levada para a ‘cidade’ dos trolls e lá descobre que é parte da realeza e que sua vida inteira já foi planejada para ela.
Entendo que foi um dos primeiros livros da autora e, portanto, que Amanda Hocking não tinha muita intimidade com a escrita ainda, mas não posso negar a falta de profundidade dos eventos, diálogos e personagens.
Não há como explicar senão chamando esses deslizes de falta de experiência. Não vemos aquelas ligações naturais e fluídas de uma cena a outra, ou de uma fala para a outra – como se algo estivesse faltando, como um DVD riscado picotando cenas.
Mas temos uma boa continuidade de acontecimentos: Wendy, nossa protagonista, descobrindo que não é exatamente o que imaginava, a fuga dela com Finn para Förening e tudo o que ela descobre lá sobre sua verdadeira identidade.
Mas preciso dizer o mesmo sobre os personagens, que carecem de lapidação e aprofundamento. Vemos apenas a superfície de Wendy, Finn, Matt, Rhys, Elora e todos os outros. Alguns realmente não foram feitos para serem compreendidos tão cedo, mas não posso aceitar como ainda não conhecemos a narradora quando chegamos ao final do livro.
A única coisa que vi nela foi uma menininha mimada, egoísta, engraçadinha, com um potencial para ser corajosa e inteligente, mas que vai contra qualquer coisa só para ser do contra. Confesso que até soltei umas risadinhas com certas provocações dela.
Finn, principal alvo de tais provocações, foi ainda mais apático do que ela; sendo nosso mocinho em potencial, me senti enganada por vê-lo ser tão distante e inalcançável – e Wendy também. Apesar de ter sim seus momentos de sensualidade e charme, senti falta de um protagonista masculino mais forte.
Dos outros, os poucos que conhecemos melhor são Rhys e Willa. Rhys sendo incrivelmente fofo, divertido e ingênuo e Willa uma nobre arrogante, mas uma boa amiga para Wendy.
Mesmo com os problemas na escrita, é um livro que flui facilmente e que, por seu tamanho diminuto, é fácil de ser consumido em questão de horas. Todas as dúvidas que permeiam sua mente sobre a sociedade Trylle, o romance impossível e as poucas cenas de ação não deixam que o livro dique monótono em momento algum.
Ainda que existam grandes lacunas nas explicações deste mundo originalíssimo de Amanda, admiro a criatividade da autora. Mesmo já tendo esbarrado em certos termos e conceitos, a abordagem toda fez a diferença e conseguiu me intrigar o suficiente para querer saber mais sobre este universo e o que, exatamente, seria o grande dilema e a grande batalha dessa série cheia de potencial.
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Lanny 12/03/2016

Lido com spoiler
Depois de algumas decepções com algumas séries/trilogias, eu adquiri o hábito de ler resenhas antes de ler os livros e ainda bem, porque o romance de Wendy e Finn eu do tipo que eu não entendo como não dá certo depois, e se por acaso não for pra ser no fim da série, eu prefiro ficar sabendo de antemão para não criar expectativas e me frustrar depois.

Fora isso, a história é diferente, mas tem uma coisa que eu não gosto. Todo mundo sabe das coisas menos a protagonista, e como ela é a pessoa que conta a história a gente fica sem saber também. No mais tudo legal.
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Bruna Fernández 21/05/2013

Resenha para o site www.LivrosEmSerie.com.br
Não sabia exatamente o que esperar de Trocada. Não conhecia a autora, apesar de ela já ter outras obras publicadas aqui no Brasil, e a sinopse não revela muito, somente que o livro é sobre changelings, que nada mais é que uma criança trocada (o que já explica o título do livro). É a prole de uma fada, troll ou outra criatura lendária que foi deixada secretamente em troca de uma criança humana.

Quem narra a história é Wendy, a protagonista. Logo de cara ela (Wendy) nos leva de volta ao aniversário de seis anos dela, em que ela briga com a mãe por ela ter comprado um bolo de chocolate para o seu aniversário e ela não gosta de chocolate. Nesse primeiro instante só me passava pela cabeça: “que mimada, esse livro vai ser um saco se continuar assim”. Mas logo depois, a mãe de Wendy afirma que ela não é a filha dela e tenta tirar a vida da garota, afirmando que ela matou seu filho mais novo. Voltamos então para o tempo presente em que Wendy mora com seu irmão mais velho, Matt, e sua tia, Maggie. Os três vivem se mudando pois a protagonista é sempre expulsa dos colégios em que estuda.

Se no comecinho do livro eu tive uma má impressão de Wendy, aos poucos a personagem conseguiu ir me conquistando e ir tirando essa má impressão. Wendy é como uma jovem qualquer, apenas tentando se encaixar no mundo em que vive, mas sem achar uma brecha. A maior diferença está no fato de que ela consegue induzir as pessoas a fazerem tudo o que ela quer. Nessa nova escola ela está decidida tentar a mudar e acaba fazendo uma amizade com Finn Holmes, um misterioso garoto. Aos poucos ela descobre que Finn sabe muito mais sobre quem ela realmente é do que ela mesma.

Depois de ser atacada perto de sua casa por um homem e uma garota (os Vittra) que tentam sequestrá-la, Finn resolve levar Wendy de volta para sua verdadeira casa: Förening.

O livro foi uma boa surpresa: o enredo, apesar de simples, é instigante e tem detalhes que nos fazem questionar o que realmente está acontecendo ao redor do novo mundo de Wendy. Fazia tempo que eu não pegava um livro que me fazia virar as páginas tão rapidamente e pensar o tempo todo: “só mais um capítulo”. O livro tem um ritmo perfeito, sem desníveis. Apesar de ter como tema o sobrenatural, Hocking inovou falando de criaturas novas e criando um mundo diferente do que eu tenho lido por aí, esse é o primeiro livro sobre changelings que eu leio e tenho na minha estante. Pra quem gosta de livros YA, é um prato cheio e renovado.

Comecei a ler Trocada torcendo o nariz para a personagem principal e terminei torcendo demais por ela. A autora trabalhou muito bem o crescimento da personagem e foi impossível pra mim não me apegar à Wendy e me preocupar com as escolhas dela, torcendo a cada virada de página. Existem outros personagens muito bons ao longo da leitura: Rhys (o meu preferido!), Elora, Tove, Willa… infelizmente é complicado falar deles na resenha sem dar spoiler. Vocês terão que ler pra entender do que estou falando, haha ;)

O mais legal no entanto é chegar ao final do livro e… dar de cara com um conto bônus! Os Vittra atacam é um conto que mostra o lado do “inimigo”, os Vittra. Posso dizer que o conto só atiçou mais a minha curiosidade em torno da personagem principal e o que ela realmente representa para o mundo de Förening. Ótima iniciativa da Rocco de incluir o conto no livro! Bem melhor do que lançar ele separado em formato e-book, na minha opinião.

Em tempo: os direitos de adaptação dos livros para o cinema foram vendidos em fevereiro de 2011. Teremos mais uma adaptação vindo por aí?!
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Ana 05/07/2013

Por Ana Zuky do blog Sangue com Amor
Wendy é uma adolescente rebelde de 17 anos,ela carrega um episodio que deixou sua vida marcada.Aos 6 anos de idade ela foi atacada brutalmente pela sua mãe com uma faca,deixando marcas tanto no corpo como na alma.
Ela sempre se sentiu deslocada,tanto que seu irmão mais velho Matt e sua tia Maggie tentam de todas as maneiras a faze-la feliz.
Por causa de seu temperamento e rebeldia Wendy acabou que sendo expulsa de todas as escolas que frequenta,e agora que recentemente se mudou para esta nova,ela se depara com um garoto chamado Finn que não tirava os olhos dela.Porem foi atraves dele que ela descobre por que sempre se sentiu deslocada.Ela é uma Trylle,ou melhor Troll,e ele a mostra que tem uma família fora desta qual ela considera sua.E que lá tudo sera diferente,ela se sentira em casa.

Bom o que posso dizer,o livro me mostrou de inicio uma garota mimada,e que tudo que fazia tanto seu irmão como sua tia passavam a mão na cabeça dela.Porem quando continuei a ler o livro notei o porque disso,o porque dela ser assim.Mas acho que muitos meios não justificam outros.Então digo que achei esta parte um pouco forçada e nos mostra um lado nada legal,tipo: "Há,ela foi quase morta pela mãe.Então temos que fazer da vida dela melhor.Então vamos mima-la para se sentir amada."

Mesmo ela lutando para não ser seduzida pela ideia de que Finn lhe mostrou,ela acaba que fugindo com ele apos ser atacada por seres que a queriam(não sei para o que. Hahahahaha. Acho que só vou descobrir no próximo livro.).Chegando a seu suposto lugar,ela descobre que é uma princesa e que tem um reinado para administrar.Porem nada sera fácil,pois ela descobre que sua mãe verdadeira,não é tão diferente da outra.A unica coisa que muda é que esta mãe não quer mata-la,porem a trata com frieza e desprezo como a outra.
A unica coisa que a faz ficar lá e ter alguma esperança é o Finn,pois por ele ela nutre um sentimento forte,a paixão.Porem nem tudo sera fácil para ela,e para o Finn.

Bom devo dizer que este livro praticamente eu devorei em um dia.Sim ,estava ansiosa pela leitura dele,então não perdi tempo quando ele chegou.
Apos minha leitura fiquei a ver navios.Serio eu não consegui achar um bom significado para me sentir totalmente feliz com a leitura.Talvez seja porque esperei,ansiei demais por ele.
O livro contem uma historia interessante,ate mesmo por ele trazer o gênero que amo,e minha expectativa só aumentou quando descobri que se tratava de seres sobrenaturais como os Trolls,não tinha lido nada sobre eles,então me peguei bem afobada com a leitura.
Quando digo que no final da leitura fiquei a ver navios,eu digo porque faltou muito a ser explicado neste livro,ate mesmo porque ate onde sei é um trilogia.Tá ok eu sei que em uma trilogia muito pode ser esclarecido,mas neste(somente neste livro)faltou algo,como a explicação melhor sobre os trolls,porque eles estão em uma disputa com os outros.E porque a mãe(verdadeira) de Wendy é assim,como gelo.E o romance,nossa gente fiquei meio que afetada,tudo estava bem,ai aparece algo que...puf!ele some e deixa aquele gostinho de quero mais.
Em todo o livro o que mais gostei foi do romance entre Wendy e Finn,das boas gargalhadas que dei com a Wendy. Pois apesar dela ter 17 anos,teve momentos que achei que ela tinha 5 anos,pois agia como uma criança desta idade.E o final dele,nossa o final dele foi o que me fez ansiar mais pela historia.E mesmo não ter ficado muito feliz com a leitura,eu anseio pela continuação.Ate mesmo para descobrir mais sobre os Trolls e sobre o romance,sera que ele vai se manisfestar de vez,sera que tudo dará certo,e a família que Wendy deixou para trás(o irmão e tia)o que vai acontecer?São por estas perguntas que anseio pela continuação do livro.

A capa do livro eu em minha humilde opinião AMEI!(hahahahahaha) a editora esta de parabéns por continuar com a capa original.
Fontes e paginas também estão tudo de acordo.Fontes no padrão e folhas amareladas.
Encontrei alguns errinhos na diagramação do livro,porem eles passam despercebidos,não é nada que atrapalhe a leitura.

Bom apesar de ter ficado chateada pelo livro não ter suprido minhas expectativas,eu gostei de ter lido,pois ele me proporcionou boas gargalhadas,alem de ter suspirado pelo Finn que é um gentil cavalheiro(hahahahaha) e o final dele que me deixou ansiosa pela continuação.
Indico este livro para os leitores que gostam de livros do gênero fantasia,com um romance suave,uma boa ação(porem nada forte).Este livro é algo mais jovial.Se caso você gosta de livros assim,super indico.

Trechos do livro:
"-Que tipo de criança você é, Wendy?- Ela caminhava vagarosamente pela cozinha, vindo em minha direção. A faca em sua mão parecia bem mais ameaçadora do que alguns segundos antes.
- Você certamente não é minha filha. O que você é Wendy?"

"-Não, eu entendo. Eles são a sua família também. - Rhys insistiu. - Eles amam você e você a eles. Isso é o que é família, certo? - Isso foi exatamente o que eu precisava que alguém me dissesse por muito tempo, eu segurei a sua mão em gratidão."

"-Não sei – admiti. – Não era mesmo o que eu esperava. – Era bem mais grandioso e bem pior do que qualquer coisa que eu tivesse imaginado. – Eu apenas… Sinto como se estivesse em O diário da princesa, mas com Julie Andrews no papel de ladra."

site: http://www.sanguecomamor.com.br/
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