Convergente

Convergente Veronica Roth




Resenhas - Convergente


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Nanda 16/07/2017

Bom livro
Eu estava apaixonada pela trilogia e o terceiro livro começou como o segundo: cheio de ação. Aqui porém, não são disputas entre as facções, mas sim entre o que existe lá fora da cidade e a cidade em si.

Tris e mais algumas pessoas conseguem sair da cidade e o que descobrem lá fora da cidade os surpreende, fatos que achavam que era verdade não são, descobrem sobre suas origens, descobrem o que verdadeiramente representa a cidade.

O livro é cheio de ação e de planos mirabolantes. Tudo é desvendado aqui. O final me emocionou, apesar de eu não ter gostado de uma parte que obviamente não contarei a vocês qual é.

A trilogia fecha com chave de ouro mas o terceiro livro não entra para meus favoritos como os dois primeiros. Termino a leitura doida de saudade da Tris e do Quatro, querendo virar amiga deles, querendo entrar nessa história cheia de interesses obscuros e coragem por parte dos personagens.

O livro deixa um recado bem interessante para nossas vidas: como ser fiel aos nossos pensamentos, valores, caráter e como tirar coragem da onde pensamos que não tem. Precisamos ser corajosos nessa vida, precisamos enfrentar de frente nossos medos e nunca trais nós mesmos.

site: http://trilhas-culturais.blogspot.com.br/2016/05/resenha-convergente.html
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Nat 08/07/2017

Após a revelação da mensagem de Edith Prior, a sociedade baseada em facções desmorona e Tris descobre que há algo a mais do lado de fora de Chicago. A população fica dividida entre aqueles que apoiam Evelyn e seu novo governo tirano, e os que acreditam que a retomada das facções é a melhor escolha. Mas para algumas poucas pessoas, incluindo Tris e Quatro, retomar as vidas de antes é uma tarefa quase impossível, sabendo que existe algo além dos muros. E a partir disso, Tris e seus companheiros partem em busca do desconhecido, ultrapassando os limites de Chicago e ganhando um mundo novo, numa empreitada que trará revelações chocantes, capazes de desintegrar tudo o que eles achavam que sabiam e abrir o caminho para a verdadeira verdade.

Como desfecho para a distopia, Veronica Roth escolhe desconstruir tudo o que os leitores descobriram até Insurgente e mostrar que a realidade de sua história é ainda maior do que o esperado. Contudo, achei o livro muito enrolado. A "grande verdade" foi revelada e não contente com isso, a autora ficou repetindo-a por vários e vários capítulos ainda, fazendo diferentes personagens ruminarem a informação e sempre chegarem ao mesmo ponto (até porque, não tinha como chegar a uma conclusão diferente), e achei isso bastante chato. Os relatos sobre a divergência de Quatro foi uma sacada bem interessante, mas não justificou a demora do enredo avançar, quando obviamente o momento e o local onde os personagens estavam, não tinham nada a oferecer.

No geral, Convergente é um livro meio parado e tenho que ser franca, fiquei um pouco decepcionada, vim toda empolgada para este último volume da trilogia e no fim, não consegui sequer definir se gostei ou não dele. Li até o capítulo 15 por pura obrigação, pois até então a história não tinha me impressionado e a leitura estava monótona demais. A partir desse capítulo, as coisas começaram a melhorar, a leitura ficou mais fluída e minha opinião sobre o livro subiu para "bom", mas infelizmente a história terminou e minha impressão sobre o livro continuou sendo "bom".

A parte que mais gostei de todo o livro, foram os pontos de vista, que variavam entre Tris e Quatro. Achei super bacana conhecer a mente de Tobias, a forma com que ele encara toda a "grande verdade" e até mesmo o que faz quando está longe de Tris. Em certos momentos, achei a narrativa dele melhor do que a dela, principalmente no que se referia aos seus pais e conflitos internos, achei tudo muito legal.

Tris continua sendo uma pessoa determinada, apesar de pouco inclinada a perdoar, ela já entende o significado da palavra sacrifício e precisa fazer escolhas ainda mais difíceis e complexas do que em Insurgente. Caleb é corroído pelo remorso depois de seus atos na antiga sede da Erudição. Tobias continua fantástico, mas o romance entre os protagonistas deixa a desejar e como no livro anterior, acabou sendo um peso morto no enredo. E os demais personagens, bem, não mudaram muito com relação aos livros anteriores e por isso, não tenho muito o que comentar.

Sobre os finais dos personagens, não gostei do final da Tris, achei que ela merecia algo melhor ou pelo menos algo melhor descrito, já que ela era a protagonista. Também não curti o fim dado a Uriah, ele era o meu preferido, conquistando meu coração desde o primeiro livro e simplesmente não consegui aceitar o final atribuído a ele. O único encerramento que realmente gostei foi o de Peter, que pediu a Tobias uma "segunda chance" para poder deixar de ser mal, mostrando que malvados também podem querer melhorar.

Acho que não há mais o que acrescentar, a história não me trouxe tantas emoções como os livros 1 e 2, não teve o final épico que eu esperava, a emocionante "luta final" e, como mencionei antes, não consegui discernir se foi bom ou ruim. Mas acredito que será um bom entretenimento para os que começaram a trilogia e desejam seguir até o fim, assim como eu.

>>> Mensagem: Não foi uma tarefa fácil retirar um tipo de mensagem deste livro, mas enquanto escrevia esta resenha, no exato ponto em que falei sobre o final de Peter, me veio minha mente o "Yin Yang"... Peter, o garoto mal que enfiou uma faca no olho de Edward em Divergente, que tentou matar Tris e que mudou para o lado da Jeanine em Insurgente, simplesmente decidiu mudar. Quando sua maldade chegou ao seu ponto extremo, surgiu dentro dele o sentimento oposto, a vontade de ser bom, o que resultou no seu final em Convergente. Achei isso legal, pois mostra que uma pessoa nunca é absolutamente boa ou absolutamente má (até porque, a Tris não é lá um poço de "bondade", ela sabe ser má quando quer), os bons têm tanta capacidade de tornarem-se maus, quanto os maus têm de tornarem-se bons. Nossas vidas não são caminhos únicos, onde nascemos, crescemos e morremos como "bom" ou "mau", são as escolhas que fazemos que nos tornam uma coisa ou outra, e mesmo que tomemos o pior trajeto, ainda assim há chance de mudar, de tomar o caminho contrário e encontrar o bem dentro de nosso mau.
E para os que se acham perfeitamente bons, lembrem-se que não dá para ser "absoluto" ou "perfeito", reconheça os seus defeitos (aquilo que te torna mal, seja: raiva, egoísmo, preconceito, etc.) e tente superá-los, e não reprimi-los. As facções, durante toda a trilogia tentaram reprimir algum tipo defeito, o que acabou trazendo uma falha piorada: a Audácia reprimiu o medo e tornou-se cruel, a Amizade sufocou a violência e tornou-se passiva demais, a Franqueza tentou dar fim a mentira e tornou-se uma insensível, e assim por diante. Reconhecer nosso lado mau (defeitos) é o primeiro passo para o autoconhecimento, e com este conhecimento, teremos uma real oportunidade de "superá-los", pois é muito mais fácil diminuir o seu defeito quando você sabe que ele está ali, do que quando tenta escondê-lo.

>>> Opinião Final: Não foi o que eu esperava. Tive uma leitura meio monótona, que acabou me decepcionando um pouco, mas vale a pena ler para saber como a aventura de Tris e Quatro irá terminar. Recomendo com ressalvas! A trilogia no geral é boa, o primeiro livro é o melhor de todos, a qualidade cai um pouco no segundo e ainda mais no terceiro, mas acho que eu recomendaria a um amigo, sim.
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Mamy 13/06/2017

Faltou a cereja do bolo
De todos os livros, foi o que menos me agradou.
Tinha tudo para ser o melhor livro, pois o fim não era o esperado (o que me deixou triste por um lado, mas feliz por não cair na mesmice - achei um final "maduro" ou "verdadeiro"); a lição que o livro deixa é muito bonita, mas faltou algo no roteiro ou talvez o roteiro se repetiu tantas vezes (muitas lutas) que às vezes requeria um certo "esforço".
De qq forma, valeu muito a pena passar pelo meio do livro, porque o final é lindo.
O que me ajudou a passar pela fase mais difícil era que eu queria muito ler o último livro da série, que traz os pensamentos de Tobias e parte da vida dele antes de conhecer Tris.
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Isa 08/06/2017

Infelizmente a qualidade cai muito
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Laura - @recitando.sonhos 29/04/2017

A sociedade baseada em facções, na qual Tris acreditara um dia, desmoronou. Portanto, diante da chance de explorar um o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos.
No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás.? O livro é narrado por Tris e Tobias, o que é ótimo, porque no livro acontecem várias coisas em relação aos dois e desse jeito podemos ver os dois lados da história.

Na maior parte do tempo a história se passa fora de Chicago. Tris, Tobias, Christina, Uriah, Cara, Peter, Caleb e Tori vão em busca de algo desconhecido, mas apenas alguns deles conseguirão chegar lá.
Neste livro a Veronica explica muito bem o porque de todas aquelas outras coisas terem acontecido nos outros livros. E depois que ela explica isso tudo faz um super sentido. A forma como ela pensou em tudo desde o ínicio pra tranformar nesse final, é incrível.

Sofri muito com esse final e confesso que chorei (Fazer o que?! Sou uma manteiga derretida mesmo). Mas percebi que foi um pouco necessário acontecer isso, já que a Tris sempre comentava sobre algo assim e sempre dava prioridade aos outros e não a ela.

Só tenho que agradecer a Veronica por essa trilogia maravilhosa?
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Erikson Ribeiro 13/04/2017

Muito Ruim
O pior livro da série. Não gostei do rumo que a história foi. Imaginei que o termo "Divergente" seria explorado de outra forma mais interessante.
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Eliana Zummach 10/04/2017

DECEPÇÃO
Eu devorei os dois primeiros livros em uma semana, estava amando a história, mas o final de Convergente me decepcionou demais.
Sinceramente, precisava ter acontecido aquilo com a Tris?????
Não, não precisava!!
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Carlinha - Paradise Books 15/03/2017

Desapontada com o final!
"Do que preciso para superar meus medos?
Sei a resposta, é claro: preciso negar a eles o poder de me controlar."

A verdade finalmente começa a ser revelada. Após o final eletrizante de Insurgente, o sistema de facções está em declínio, os sem-facção invadiram a sede da Erudição e o vídeo que a muito estava oculto sobre o motivo real de estarem dentro dos muros foi exibido. Tris está sendo acusada de traição, Emily a mãe de Tobias e líder dos sem-facção, está assumindo a cidade mas seus planos não são tão diferentes dos que Jeanine tinha em mente. Uma guerra está sendo travada por aqueles que acreditam que devem deixar a cidade e por aqueles que querem permanecer e criar um novo sistema e colocar ordem no caos que a sociedade se tornou. Uma escolha pode definir o futuro de todos.
Finalmente li o último livro da trilogia distópica de Veronica Roth. Divergente foi um dos meus livros preferidos do gênero, mas fiquei um pouco desanimada quando achei Insurgente muito cansativo e logo comecei a ficar com medo pelo terceiro livro. Foi impossível fugir dos spoilers na internet no lançamento de Convergente, e vários fatores já tinham me levado a concluir que eu não ia ler o último livro, mas resolvi dar um oportunidade no fim de ano, era uma série que eu sentia que precisava concluir, e vivi momentos de muita angústia, tensão e tristeza ao longo desse livro.

Com a morte de Jeanine e a descoberta do vídeo que mostrava que na verdade as facções eram uma grande farsa e os Divergentes são na verdade o padrão correto de um sistema que precisava ser consertado, uma verdadeira guerra vai eclodir dentro da cidade. Emily se torna a líder e acredita na necessidade de todos viverem como os sem-facção faziam, mas ela quer que todos se submetam as suas vontades, o que não fica muito diferente dos planos da antiga líder da Erudição. Alguns membros de outras facções vão se unir e criar um novo grupo, os LEAIS vão lutar contra a opressão de Emily na tentativa de trazer paz e estabilidade novamente. Tris, Tobias e seus amigos veem a necessidade de deixar a cidade, ou serão mortos, e ao chegar do lado de fora, eles terão uma grande surpresa ao descobrir que uma guerra genética tem se perpetuado durante anos. Eles vão precisar reaprender tudo sobre o mundo, e tentar encontrar uma nova forma de vida, ainda tentando impedir que as pessoas que eles amam e se encontram dentro da cidade se matem, ou sejam mortas pelos que estão do lado de fora.

Nesse livro finalmente compreendemos com mais clareza as críticas sociais da autora. Ela expõe o sistema corrupto, o fato de o tempo todo as informações serem condensadas e ocultadas da população, o descaso do governo com as necessidades do povo (os sem facção dentro das cidades e os geneticamente danificados fora dela), e é claro com o fato de que oficialmente todos deveriam ser tratados de maneira igualitária, mas que isso nunca é realmente colocado em prática.

Tris não está mimizenta nesse livro, graças a Deus! E o fato de os capítulos serem revezados entre o ponto de vista dela e de Tobias deixa a história mais dinâmica. A maturidade dos dois me surpreendeu, o romance teve seus pontos altos, mas era muito óbvio que os dois tinham prioridades muito maiores com uma guerra em curso e seu ápice chegando a qualquer momento. Me emocionei muito com as despedidas de vários personagens, mesmo já sabendo alguns spoilers e me decepcionei em esperar um final aberto como sempre acontece na maioria das distopias. Acho que a autora falhou em tentar dar um felizes para sempre pra uma história que obviamente merecia um final inconclusivo que é característica do gênero.

Essa foi uma série que me impactou muito! E não me arrependo de ter sofrido com o último livro, saber o final dessa história foi um aprendizado, assim como os outros livros da série que tirei lições pra vida. Gosto do gênero justamente por incentivar os jovens a questionarem seu governo, seu país e o que a sociedade impõe como certo e errado, acho que esse incentivo pode levar as futuras gerações a pensarem por si próprias, serem menos preconceituosas e a terem opiniões formadas. No final, todos precisamos ser corajosos!
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Mariana.Villerá 03/03/2017

Convergente
O final foi completamente abalador para os fãs! Eu gostei um pouco no começo, mas o final estragou o livro
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Eliana Zummach 11/04/2017minha estante
Concordo plenamente com você. Os livros são maravilhosos. Mas o final... Não estou conseguindo sair do luto aqui.


hildenet 11/05/2017minha estante
Sério? Terminei de ler arrasada. Vou assistir então.




Panda Escarlate 20/11/2016

Pior dos tres
Eu acho que a Veronica se perdeu ao tentar explicar o grande mistério que ela criou. Como nos outros livros há sempre um mistério que circunda o livro esse no caso foi : o que ha fora da cerca mas a explicação da coisa foi (desculpe a comparação) como uma criança que aprontou e esta tentando arranjar uma desculpa pra mãe de tão inventado que foi.
Achei o livro parado, porque básica o livro TODO se passa no departamento que é o que eu comentarei abaixo
........................[{SPOILERS}]............................
O livro começa com morte e termina com morte fiquei triste pela Tori esperava um reconciliamento mas enfim chegamos a um aeroporto porto. Sim isso mesmo um aeroporto, mas porque um aeroporto porto seria importante porque ele é a base do Departamento de Auxílio Genético que basicamente e responsável por tudo aquilo que você viu nos últimos livros. Realmente houve uma grande guerra e ela foi chamada de guerra da pureza porque decidiram alterar os genes das pessoas para torna-las melhores mais deu merda
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Aline 08/11/2016

Um fraco fim para a trilogia
Sobre o livro, eu considerei o mais fraco dos três. Ao contrário dos anteriores, a trama não possui muita ação, focando mais na forma como os personagens estão lidando com os problemas apresentados ao longo da história. A grande questão que envolve a trama, com foco na origem das facções e o fator divergente, eu considerei relativamente fraca. Acreditava que seria algo muito maior e melhor desenvolvido.
Diferentemente dos livros anteriores, em que a narrativa era apresentada apenas pela perspectiva de Tris, a trama atual traz uma novidade: os capítulos são intercalados entre a protagonista e Quatro (que estava muito chato neste livro, melhorando apenas no final). Essa ideia trouxe alguns pontos positivos para o desenvolvimento da história, deixando-a mais dinâmica em momentos em que ambos os personagens encontravam-se envolvidos em suas próprias tramas, transmitindo ao leitor a visão de cada um diante dos acontecimentos. No entanto, essa forma de narrativa me deixou um pouco confusa em certos momentos, sendo necessário voltar ao início do capítulo apenas para verificar quem estava narrando determinada situação. Apesar disso, entendo que essa mudança na maneira de contar a história foi necessária, principalmente, para a conclusão da obra, cujo final eu gostei, achando bastante coerente com o desenvolvimento da personagem ao longo da trilogia.
Para finalizar, tenho a opinião de que a história foi, aos poucos, se perdendo. O que deveria ser a conclusão de uma trilogia, até então, excelente, tornou-se, infelizmente, um livro arrastado, sem grandes emoções e, por vezes, cansativo demais.

site: https://cheirandohistorias.blogspot.com.br/
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