Convergente

Convergente Veronica Roth




Resenhas - Convergente


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GabyhCL 18/08/2017

Resenha: Convergente
Resenha no blog

site: http://www.geeklegend.com.br/2017/08/resenha-convergente-veronica-roth.html
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Nanda 16/07/2017

Bom livro
Eu estava apaixonada pela trilogia e o terceiro livro começou como o segundo: cheio de ação. Aqui porém, não são disputas entre as facções, mas sim entre o que existe lá fora da cidade e a cidade em si.

Tris e mais algumas pessoas conseguem sair da cidade e o que descobrem lá fora da cidade os surpreende, fatos que achavam que era verdade não são, descobrem sobre suas origens, descobrem o que verdadeiramente representa a cidade.

O livro é cheio de ação e de planos mirabolantes. Tudo é desvendado aqui. O final me emocionou, apesar de eu não ter gostado de uma parte que obviamente não contarei a vocês qual é.

A trilogia fecha com chave de ouro mas o terceiro livro não entra para meus favoritos como os dois primeiros. Termino a leitura doida de saudade da Tris e do Quatro, querendo virar amiga deles, querendo entrar nessa história cheia de interesses obscuros e coragem por parte dos personagens.

O livro deixa um recado bem interessante para nossas vidas: como ser fiel aos nossos pensamentos, valores, caráter e como tirar coragem da onde pensamos que não tem. Precisamos ser corajosos nessa vida, precisamos enfrentar de frente nossos medos e nunca trais nós mesmos.

site: http://trilhas-culturais.blogspot.com.br/2016/05/resenha-convergente.html
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ntampinha 08/07/2017

Após a revelação da mensagem de Edith Prior, a sociedade baseada em facções desmorona e Tris descobre que há algo a mais do lado de fora de Chicago. A população fica dividida entre aqueles que apoiam Evelyn e seu novo governo tirano, e os que acreditam que a retomada das facções é a melhor escolha. Mas para algumas poucas pessoas, incluindo Tris e Quatro, retomar as vidas de antes é uma tarefa quase impossível, sabendo que existe algo além dos muros. E a partir disso, Tris e seus companheiros partem em busca do desconhecido, ultrapassando os limites de Chicago e ganhando um mundo novo, numa empreitada que trará revelações chocantes, capazes de desintegrar tudo o que eles achavam que sabiam e abrir o caminho para a verdadeira verdade.

Como desfecho para a distopia, Veronica Roth escolhe desconstruir tudo o que os leitores descobriram até Insurgente e mostrar que a realidade de sua história é ainda maior do que o esperado. Contudo, achei o livro muito enrolado. A "grande verdade" foi revelada e não contente com isso, a autora ficou repetindo-a por vários e vários capítulos ainda, fazendo diferentes personagens ruminarem a informação e sempre chegarem ao mesmo ponto (até porque, não tinha como chegar a uma conclusão diferente), e achei isso bastante chato. Os relatos sobre a divergência de Quatro foi uma sacada bem interessante, mas não justificou a demora do enredo avançar, quando obviamente o momento e o local onde os personagens estavam, não tinham nada a oferecer.

No geral, Convergente é um livro meio parado e tenho que ser franca, fiquei um pouco decepcionada, vim toda empolgada para este último volume da trilogia e no fim, não consegui sequer definir se gostei ou não dele. Li até o capítulo 15 por pura obrigação, pois até então a história não tinha me impressionado e a leitura estava monótona demais. A partir desse capítulo, as coisas começaram a melhorar, a leitura ficou mais fluída e minha opinião sobre o livro subiu para "bom", mas infelizmente a história terminou e minha impressão sobre o livro continuou sendo "bom".

A parte que mais gostei de todo o livro, foram os pontos de vista, que variavam entre Tris e Quatro. Achei super bacana conhecer a mente de Tobias, a forma com que ele encara toda a "grande verdade" e até mesmo o que faz quando está longe de Tris. Em certos momentos, achei a narrativa dele melhor do que a dela, principalmente no que se referia aos seus pais e conflitos internos, achei tudo muito legal.

Tris continua sendo uma pessoa determinada, apesar de pouco inclinada a perdoar, ela já entende o significado da palavra sacrifício e precisa fazer escolhas ainda mais difíceis e complexas do que em Insurgente. Caleb é corroído pelo remorso depois de seus atos na antiga sede da Erudição. Tobias continua fantástico, mas o romance entre os protagonistas deixa a desejar e como no livro anterior, acabou sendo um peso morto no enredo. E os demais personagens, bem, não mudaram muito com relação aos livros anteriores e por isso, não tenho muito o que comentar.

Sobre os finais dos personagens, não gostei do final da Tris, achei que ela merecia algo melhor ou pelo menos algo melhor descrito, já que ela era a protagonista. Também não curti o fim dado a Uriah, ele era o meu preferido, conquistando meu coração desde o primeiro livro e simplesmente não consegui aceitar o final atribuído a ele. O único encerramento que realmente gostei foi o de Peter, que pediu a Tobias uma "segunda chance" para poder deixar de ser mal, mostrando que malvados também podem querer melhorar.

Acho que não há mais o que acrescentar, a história não me trouxe tantas emoções como os livros 1 e 2, não teve o final épico que eu esperava, a emocionante "luta final" e, como mencionei antes, não consegui discernir se foi bom ou ruim. Mas acredito que será um bom entretenimento para os que começaram a trilogia e desejam seguir até o fim, assim como eu.

>>> Mensagem: Não foi uma tarefa fácil retirar um tipo de mensagem deste livro, mas enquanto escrevia esta resenha, no exato ponto em que falei sobre o final de Peter, me veio minha mente o "Yin Yang"... Peter, o garoto mal que enfiou uma faca no olho de Edward em Divergente, que tentou matar Tris e que mudou para o lado da Jeanine em Insurgente, simplesmente decidiu mudar. Quando sua maldade chegou ao seu ponto extremo, surgiu dentro dele o sentimento oposto, a vontade de ser bom, o que resultou no seu final em Convergente. Achei isso legal, pois mostra que uma pessoa nunca é absolutamente boa ou absolutamente má (até porque, a Tris não é lá um poço de "bondade", ela sabe ser má quando quer), os bons têm tanta capacidade de tornarem-se maus, quanto os maus têm de tornarem-se bons. Nossas vidas não são caminhos únicos, onde nascemos, crescemos e morremos como "bom" ou "mau", são as escolhas que fazemos que nos tornam uma coisa ou outra, e mesmo que tomemos o pior trajeto, ainda assim há chance de mudar, de tomar o caminho contrário e encontrar o bem dentro de nosso mau.
E para os que se acham perfeitamente bons, lembrem-se que não dá para ser "absoluto" ou "perfeito", reconheça os seus defeitos (aquilo que te torna mal, seja: raiva, egoísmo, preconceito, etc.) e tente superá-los, e não reprimi-los. As facções, durante toda a trilogia tentaram reprimir algum tipo defeito, o que acabou trazendo uma falha piorada: a Audácia reprimiu o medo e tornou-se cruel, a Amizade sufocou a violência e tornou-se passiva demais, a Franqueza tentou dar fim a mentira e tornou-se uma insensível, e assim por diante. Reconhecer nosso lado mau (defeitos) é o primeiro passo para o autoconhecimento, e com este conhecimento, teremos uma real oportunidade de "superá-los", pois é muito mais fácil diminuir o seu defeito quando você sabe que ele está ali, do que quando tenta escondê-lo.

>>> Opinião Final: Não foi o que eu esperava. Tive uma leitura meio monótona, que acabou me decepcionando um pouco, mas vale a pena ler para saber como a aventura de Tris e Quatro irá terminar. Recomendo com ressalvas! A trilogia no geral é boa, o primeiro livro é o melhor de todos, a qualidade cai um pouco no segundo e ainda mais no terceiro, mas acho que eu recomendaria a um amigo, sim.
Cecília 31/07/2017minha estante
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Mamy 13/06/2017

Faltou a cereja do bolo
De todos os livros, foi o que menos me agradou.
Tinha tudo para ser o melhor livro, pois o fim não era o esperado (o que me deixou triste por um lado, mas feliz por não cair na mesmice - achei fora do padrão do meu "pré-conceito"); a lição que o livro deixa é muito bonita, mas faltou algo no roteiro ou talvez o roteiro se repetiu tantas vezes (muitas lutas) que às vezes requeria um certo "esforço".
De qq forma, valeu muito a pena passar pelo meio do livro, porque o final é lindo.
O que me ajudou a passar pela fase mais difícil era que eu queria muito ler o último livro da série, que traz os pensamentos de Tobias e parte da vida dele antes de conhecer Tris.
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Isa 08/06/2017

Infelizmente a qualidade cai muito
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Laura - @recitando.sonhos 29/04/2017

A sociedade baseada em facções, na qual Tris acreditara um dia, desmoronou. Portanto, diante da chance de explorar um o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos.
No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás.? O livro é narrado por Tris e Tobias, o que é ótimo, porque no livro acontecem várias coisas em relação aos dois e desse jeito podemos ver os dois lados da história.

Na maior parte do tempo a história se passa fora de Chicago. Tris, Tobias, Christina, Uriah, Cara, Peter, Caleb e Tori vão em busca de algo desconhecido, mas apenas alguns deles conseguirão chegar lá.
Neste livro a Veronica explica muito bem o porque de todas aquelas outras coisas terem acontecido nos outros livros. E depois que ela explica isso tudo faz um super sentido. A forma como ela pensou em tudo desde o ínicio pra tranformar nesse final, é incrível.

Sofri muito com esse final e confesso que chorei (Fazer o que?! Sou uma manteiga derretida mesmo). Mas percebi que foi um pouco necessário acontecer isso, já que a Tris sempre comentava sobre algo assim e sempre dava prioridade aos outros e não a ela.

Só tenho que agradecer a Veronica por essa trilogia maravilhosa?
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Erikson Ribeiro 13/04/2017

Muito Ruim
O pior livro da série. Não gostei do rumo que a história foi. Imaginei que o termo "Divergente" seria explorado de outra forma mais interessante.
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Eliana Zummach 10/04/2017

DECEPÇÃO
Eu devorei os dois primeiros livros em uma semana, estava amando a história, mas o final de Convergente me decepcionou demais.
Sinceramente, precisava ter acontecido aquilo com a Tris?????
Não, não precisava!!
Bruna 25/08/2017minha estante
Mana, mas lendo a trilogia era óbvio que a Tris faria aquilo. Ela sempre foi altruísta e sempre seguiu o que a Audácia falava, se colocar e levantar em pró de outra pessoa. Era óbvio que ela se sacrificaria pelo irmão e pela humanidade. Achei corajosa como sempre, melhor personagem que já li.


Eliana Zummach 29/08/2017minha estante
Olá Bruna. Também amei a história e principalmente a Tris, é uma personagem que me encantou com sua coragem e disposição em não hesitar em ajudar os outros. O que me decepcionou foi o fim que ela teve. Cada um tem sua opinião, e respeito, porém, a minha é que ela poderia sim, ter se sacrificado pelo irmão e pela humanidade. Mas, o final que ela, em especial teve, poderia ser diferente.




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Carlinha - Paradise Books 15/03/2017

Desapontada com o final!
"Do que preciso para superar meus medos?
Sei a resposta, é claro: preciso negar a eles o poder de me controlar."

A verdade finalmente começa a ser revelada. Após o final eletrizante de Insurgente, o sistema de facções está em declínio, os sem-facção invadiram a sede da Erudição e o vídeo que a muito estava oculto sobre o motivo real de estarem dentro dos muros foi exibido. Tris está sendo acusada de traição, Emily a mãe de Tobias e líder dos sem-facção, está assumindo a cidade mas seus planos não são tão diferentes dos que Jeanine tinha em mente. Uma guerra está sendo travada por aqueles que acreditam que devem deixar a cidade e por aqueles que querem permanecer e criar um novo sistema e colocar ordem no caos que a sociedade se tornou. Uma escolha pode definir o futuro de todos.
Finalmente li o último livro da trilogia distópica de Veronica Roth. Divergente foi um dos meus livros preferidos do gênero, mas fiquei um pouco desanimada quando achei Insurgente muito cansativo e logo comecei a ficar com medo pelo terceiro livro. Foi impossível fugir dos spoilers na internet no lançamento de Convergente, e vários fatores já tinham me levado a concluir que eu não ia ler o último livro, mas resolvi dar um oportunidade no fim de ano, era uma série que eu sentia que precisava concluir, e vivi momentos de muita angústia, tensão e tristeza ao longo desse livro.

Com a morte de Jeanine e a descoberta do vídeo que mostrava que na verdade as facções eram uma grande farsa e os Divergentes são na verdade o padrão correto de um sistema que precisava ser consertado, uma verdadeira guerra vai eclodir dentro da cidade. Emily se torna a líder e acredita na necessidade de todos viverem como os sem-facção faziam, mas ela quer que todos se submetam as suas vontades, o que não fica muito diferente dos planos da antiga líder da Erudição. Alguns membros de outras facções vão se unir e criar um novo grupo, os LEAIS vão lutar contra a opressão de Emily na tentativa de trazer paz e estabilidade novamente. Tris, Tobias e seus amigos veem a necessidade de deixar a cidade, ou serão mortos, e ao chegar do lado de fora, eles terão uma grande surpresa ao descobrir que uma guerra genética tem se perpetuado durante anos. Eles vão precisar reaprender tudo sobre o mundo, e tentar encontrar uma nova forma de vida, ainda tentando impedir que as pessoas que eles amam e se encontram dentro da cidade se matem, ou sejam mortas pelos que estão do lado de fora.

Nesse livro finalmente compreendemos com mais clareza as críticas sociais da autora. Ela expõe o sistema corrupto, o fato de o tempo todo as informações serem condensadas e ocultadas da população, o descaso do governo com as necessidades do povo (os sem facção dentro das cidades e os geneticamente danificados fora dela), e é claro com o fato de que oficialmente todos deveriam ser tratados de maneira igualitária, mas que isso nunca é realmente colocado em prática.

Tris não está mimizenta nesse livro, graças a Deus! E o fato de os capítulos serem revezados entre o ponto de vista dela e de Tobias deixa a história mais dinâmica. A maturidade dos dois me surpreendeu, o romance teve seus pontos altos, mas era muito óbvio que os dois tinham prioridades muito maiores com uma guerra em curso e seu ápice chegando a qualquer momento. Me emocionei muito com as despedidas de vários personagens, mesmo já sabendo alguns spoilers e me decepcionei em esperar um final aberto como sempre acontece na maioria das distopias. Acho que a autora falhou em tentar dar um felizes para sempre pra uma história que obviamente merecia um final inconclusivo que é característica do gênero.

Essa foi uma série que me impactou muito! E não me arrependo de ter sofrido com o último livro, saber o final dessa história foi um aprendizado, assim como os outros livros da série que tirei lições pra vida. Gosto do gênero justamente por incentivar os jovens a questionarem seu governo, seu país e o que a sociedade impõe como certo e errado, acho que esse incentivo pode levar as futuras gerações a pensarem por si próprias, serem menos preconceituosas e a terem opiniões formadas. No final, todos precisamos ser corajosos!
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Mariana.Villerá 03/03/2017

Convergente
O final foi completamente abalador para os fãs! Eu gostei um pouco no começo, mas o final estragou o livro
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Eliana Zummach 11/04/2017minha estante
Concordo plenamente com você. Os livros são maravilhosos. Mas o final... Não estou conseguindo sair do luto aqui.


hildenet 11/05/2017minha estante
Sério? Terminei de ler arrasada. Vou assistir então.




Panda Escarlate 20/11/2016

Pior dos tres
Eu acho que a Veronica se perdeu ao tentar explicar o grande mistério que ela criou. Como nos outros livros há sempre um mistério que circunda o livro esse no caso foi : o que ha fora da cerca mas a explicação da coisa foi (desculpe a comparação) como uma criança que aprontou e esta tentando arranjar uma desculpa pra mãe de tão inventado que foi.
Achei o livro parado, porque básica o livro TODO se passa no departamento que é o que eu comentarei abaixo
........................[{SPOILERS}]............................
O livro começa com morte e termina com morte fiquei triste pela Tori esperava um reconciliamento mas enfim chegamos a um aeroporto porto. Sim isso mesmo um aeroporto, mas porque um aeroporto porto seria importante porque ele é a base do Departamento de Auxílio Genético que basicamente e responsável por tudo aquilo que você viu nos últimos livros. Realmente houve uma grande guerra e ela foi chamada de guerra da pureza porque decidiram alterar os genes das pessoas para torna-las melhores mais deu merda
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