Diga aos Lobos Que Estou em Casa

Diga aos Lobos Que Estou em Casa Carol Rifka Brunt




Resenhas - Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa


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Priscila Dias 02/01/2020

Um livro cativante
Gostei muito desse livro, é uma história muito bonita sobre amizade e bondade. Acabei o livro com dor no coração , é triste e ao mesmo tempo muito bonito.
Foi uma boa leitura para o fim do ano
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Dani de Casa 27/11/2019

Diga aos lobos que estou em casa
Essa história acontece em 1987,narrada por June de 14 anos a personagem principal desse livro.
June tem uma ligação muito forte com tio e padrinho Finn, que é um renomado pintor, o tio é seu confidente e melhor amigo,mas depois de sua morte,o mundo de June desaba e ela se vê sozinha, num relacionamento conturbado com a irmã, sem amigos na escola e acaba encontrando segurança e amizade em uma pessoa inesperada, Toby. Essa aproximação tem inúmeras consequências e desfechos, mas o que é importante destacar é que Toby e June começam a perceber o quanto precisam um do outro para encarar a vida sem o tão querido Finn.
No meio da história, a autora vai nos deixando pistas sobre o porquê do título do livro, o que nos leva a compreender também a capa. Não é algo explicito, o leitor vai captando a mensagem ao longo da leitura.
Enfim, é um livro de fácil leitura, a pesar de extenso, a autora tem uma escrita muito agradável e rapidinho você consegue ler, mas, na minha opinião, é um livro mediano, tipo assim, se você não tem nenhum livro mais desejado na sua lista vale a pena a leitura, mas não compraria ????. Rsrsrs #carolrifkabrunt #digaaoslobosqueestouemcasa
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Gleydson 29/10/2019

Um livro sensível
O ano é 1987. June é uma garota de 14 anos que não possui uma boa relação com a irmã, é tímida na escola e bastante solitária. Os únicos momentos em que consegue se sentir ela mesma é na presença do tio, e padrinho, Finn. Juntos eles percorrem as ruas de Nova York visitando museus, restaurantes, parques e conversando sobre arte, literatura e música. A morte precoce do tio em decorrência da AIDS abala completamente o mundo de June, porém, uma nova amizade surge em sua vida e ela começa a se recuperar de seu luto e pensar em sua relação com Finn, sua família e sobre ela mesma.
Esse livro é lindo! E eu queria começar esse parágrafo com essa frase, pois é o que mais me chama atenção nele. Ele é lindo, é bem escrito, possui uma narrativa tocante e sensível, os personagens tem profundidade e ninguém ali é apenas bom ou mau. A autora consegue tratar de temas espinhosos (lembrando que o livro se passa no fim dos anos 80) com cuidado e, claramente, com o resultado de muita pesquisa. É uma história simples de uma garota que perde seu melhor amigo e precisa confiar na presença de uma nova pessoa em sua vida para manter a memória do tio viva, mesmo que isso a faça questionar muita coisa em sua vida. É um livro sobre diversos tipos de amor, sobre a compaixão, sobre a amizade, mas também sobre preconceito, ciúmes e segredos. É um livro sobre saudade, ausência. É um livro triste! É um livro perfeito! É um livro onde você virará a última página com lágrimas nos olhos. Acho que é um dos meus favoritos da vida. 5/5 ✮.

site: https://www.instagram.com/p/B3Ic9uinsOj/
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Mayra 26/10/2019

Diga aos Lobos que Estou em Casa
Um livro incrível sobre amadurecimento e superação. Sobre amor e dor. Sobre intolerância. Sobre relacionamentos e as diversas facetas do amor. Foi uma experiência deliciosa, ler este livro de quase 500 páginas em poucos dias. É um livro que te faz emergir na história e ler sem parar, porque ele captura toda sua atenção. Foi um imenso prazer lê-lo.
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Sat 02/09/2019

Incrível
Sem palavras para a sensibilidade com que a autora tratou o assunto durante o livro inteiro sem parecer forçado ou raso, e sim na medida certa. Recomendo para caralho.
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Rhebeka.Silva 05/08/2019

Pior leitura do ano
Nunca chorei tanto para terminar um livro, particularmente quando a leitura não está fluindo eu tento, mas logo abandono. Infelizmente comprei esse livro e só por isso terminei de ler. A escrita da autora é excelente, o enredo se perdeu, a história é sem graça. Por ser um livro passado nos anos 80 pensei que ia sentir mais a ambientação, porém esse foi outro ponto que deixou a desejar. A premissa em sim é boa, o problema todo está no desenrolar da história pois um livro é quase um calhamaço, e várias pontas ficaram soltas como por exemplo o título do livro.
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Júlia 02/08/2019

Talvez contenha spoilers.
Conheci esse livro aqui no skoob kkkkkk. Achei ele usado e em ótimo estado em um sebo e não me contive, tive que comprar. Posso resumir isso em : Eu sou a June Elbus. No começo da leitura não tava muito satisfeita. Depois, me apeguei nos personagens de uma forma que eu nem sei explicar. E percebi a tempo que eu e a June temos muito em comum. Eu amo o período medieval. Por mim só viveria em castelos com arte gótica, usando vestidos elegantérrimos. Sou a maior fã de usar saias longas. Eu sou muito fechada, com poucos amigos. E PRINCIPALMENTE: eu tenho dificuldade em relacionamentos, simplesmente por nunca saber a importância da minha presença na vida das pessoas. Gente. To impressionada. Nunca me vi tanto num personagem. Acho que a única coisa que me distancia dela é o fato de eu ser católica e a June não crer em Deus. Acho que o assunto da Aids e do homossexualismo foi abordado de uma forma muita suave e respeitosa. Me apeguei tanto ao livro que sinto uma certa ressaca depois do término. O livro contém alguns erros ortográficos e de digitação, o que é meio estranho mas não atrapalha a experiência.
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Prof. Angélica Zanin 18/05/2019

Eles sempre vêm
Adorei! A fala de uma adolescente cheia de conflitos, June, irmã mais nova que se sente inferiorizada e deslocada em seu grupo. No entanto, ela tem um tio, irmão de sua mãe - Finn por quem é apaixonada. Em meados dos anos 80, ele é atingido pela AIDS e parte deixando para June, sua sobrinha, amiga e predileta, um acervo de pinturas de valor inestimável e não apenas isso. O legado de Finn para a irmã, o cunhado e as duas sobrinhas é o mais relevante que se pode deixar: o do amor, da esperança, do perdão e da solidariedade. Tudo isso veio por Toby, um gigante bondoso que você pode conhecer lendo: Diga aos lobos que estou em casa. "Eu não acho que Deus criaria uma doença só pra matar pessoas como meu tio, e, se o fizesse, então não teria a menor chance de eu pensar em adorá-lo". June por Carol Rifka Brunt.
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Dani 16/01/2019

Pura sensibilidade misturada a arte
Escolhi Diga aos lobos que estou em casa por conta do título, sem nem mesmo saber uma coisa sequer da sinopse, e talvez por isso a surpresa tenha sido tão boa. Não tinha a menor ideia de que encontraria um livro emocionante, que me tiraria lágrimas e risadas e que abordaria um tema pesado de forma tão sensível.

Não quero contar muito sobre o livro para que vocês possam ter a mesma surpresa que eu, mas digo apenas que se passa no fim da década de 1980, e traz alguns temas polêmicos: a Aids, a homossexualidade e o luto.

"Se você fosse tão feliz, então iria querer ficar vivo, não iria? Iria querer ficar vivo para sempre, para continuar sendo feliz."

Acima de tudo, o que mais me comoveu foi a sensibilidade da autora em criar personagens e drama reais. As dores, o ciúme, o ressentimento, as alegrias, a tristeza... Tudo nesse livro parece extremamente real, e pra mim é isso que o faz tão incrível.
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Emily.ng 10/08/2018

Uma aventura romantica simples mas envolvente
Gostei tanto desse livro que chego até ter apego sentimental por ele.
A história te envolve tanto que chega a perder o sono, lembro que ia para faculdade me perguntando como continuaria o livro!!!

Vale a pena!!!
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Paty Gluszczak 29/03/2018

Diga aos lobos que estou em casa
Leitura com uma tematica ótima bem interessante.
Creio que o tema poderia ser mais aprofundado mas ainda assim não deixa a desejar
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Laura 22/01/2018

Diga aos lobos que estou em casa
Terminei esse livro há poucos e minutos, depois de uma semana de leitura. É uma leitura fácil, uma narrativa simples, chegando até a ser clichê em alguns pontos. A tentativa de ambientar a história na década de oitenta funciona, embora tenha achado que a autora às vezes insista demais nesse ponto- tudo bem que seja importante que a história se passe no fim dos anos oitenta, período onde a AIDS era praticamente desconhecida. No entanto, o que mais me interessou no livro foi a história. A historia de June, Finn, Toby e Greta. A maneira como os sentimentos foram escritos, a forma como foi abordada o relacionamento de Finn e Toby. O livro inteiro é sobre cumplicidade. Como nos tornamos cúmplices de quem amamos, das promessas que fazemos, dos segredos que guardamos. June me irritava em certos momentos, talvez por ser a personagem mais parecida comigo que já encontrei em décadas! Mas há um final... Como em um quadro, temos que decidir qual é a hora de parar, olhar para ele, e dizer "pronto! Está acabado!".
Obs: Na edição que li algo me deixou muito incomodada: os erros gramaticais. Entendo que a maioria foi devido ao erro de impressão, ou do corretor ortográfico, mesmo assim gostaria de deixar essa observação para os responsáveis pela edição.
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