Diga aos Lobos Que Estou em Casa

Diga aos Lobos Que Estou em Casa Carol Rifka Brunt




Resenhas - Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa


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Vivi 16/03/2022

O livro é bom, a história é boa mas não me pegou, não chegou a me emocionar.
Também achei muito extenso para o que ele queria contar.
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day 08/03/2022

avassalador.
que livro bom, serio mesmo!! é avassalador, mas não um tipo de avassalador que você sente e percebe que está sentindo isso, mas um que vai te pegando e te colocando dentro da história aos poucos, e que no final
você se sente assim, sensível demais!

entendi toda a dor, dúvida, angustia e esperança dos personagens! amei todos principalmente o toby, simplesmente AMEI MUITO ESSE LIVRO
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Patti Spissoto 08/03/2022

Ótima leitura
Gostei do livro. É rápido de ler, me encantei com o Finn e o Toby e gostaria de ter tios como eles!
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Aline 26/02/2022

Emocionante, sensível, uma delícia de ler.
A escrita é tão fluida que li em um dia.
Recomendo muito a leitura.
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the.rohdiva 16/11/2021

O melhor dos melhores.
De forma resumida, a história é sobre uma garota. O leitor consegue facilmente se conectar com o personagem, principalmente se ele for irmão de alguém. A June, protagonista, passa o livro todo tentando descobrir o que as pessoas sentem por ela assim como a maioria dos adolescentes. A história tem várias reflexões importantes, um ótimo desenvolvimento de personagem e uma forma de crítica sobre o tratamento de pessoas com AIDS na época que a doença foi descoberta. Eu simplesmente amei. Já o amava pelo título, mas ele é um daqueles livros que te deixa olhando pro teto as 03:00.
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Natália Tomazeli 27/08/2021

Uma Mistura Inusitada de Melancolia e Aconchego
"A pessoa mais importante para June é seu tio e padrinho, Finn. Porém, quando ele acaba morrendo em decorrência da AIDS, ela sente como se o mundo inteiro dela tivesse se perdido. Agora ela precisa aprender a lidar com essa perda e no meio dessa jornada encontrará vários dilemas e segredos que envolviam não só seu tio, mas toda sua família"

Comecei a leitura dessa história achando que fosse ser algo pesado e difícil de ler, mas foi totalmente ao contrário. A leitura foi fluída e muito fácil de ser feita, tanto pela escrita da autora, que ambienta e contextualiza muito bem o leitor (apesar de que acho que vá desagradar alguns já que ela é bem detalhista e até descritiva) no que está acontecendo, tanto porque a diagramação e trabalho gráfico do livro foi muito bem feito, tornando assim a leitura bem confortável.

Mesmo assim, o livro não deixa de ser melancólico, já que vai tratar sobre temas como luto, amadurecimento, perda e solidão. Mas senti que a autora soube trazer um toque de sensibilidade ao livro, o que aliviou muito a carga dramática da história.

Apesar de ter sido uma leitura que funcionou muito bem para mim, tiveram alguns probleminhas que me incomodaram um pouco. Algumas situações que a autora inseriu na trama podem ser moralmente duvidosas, digamos. Sinto que isso vá incomodar mais alguns leitores do que outros.

Aqui temos June e Greta, duas irmãs adolescentes que pensam e fazem coisas que não deveriam e que também não são boas para elas. Mas essas coisas de certo modo deram todo uma verossimilhança para as duas, que apesar de serem situações que irritam, fazem também parte do amadurecimento delas como seres humanos. Eu tentei ser tolerante e ter empatia de que também já fui adolescente um dia e que quando temos essa idade, falta certa noção em quase todos os âmbitos da vida. Esses erros e acertos delas faz com que a construção de personagens que a autora fez seja completa e crível.
Sinto que se não tivesse lido o livro com esse olhar, talvez não tivesse gostado tanto da história.

Quem gosta de drama e desenvolvimento de personagens, vai gostar desse livro
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Gi 29/07/2021

Marcante
Ganhei de presente, não conhecia, um livro muito grande (464 páginas) que me acompanhou por algumas manhãs... Tudo muito sensível, bonito e doloroso, características essenciais para que fique gravado na mente e coração. É um dos meus livros preferidos.
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Isa 28/07/2021

Sensível, bem escrito e muito real
Uma salva de palmas pros escritores que escrevem perfeitamente no ponto de vista de crianças. Esse livro é muito real por falar da AIDS em meu auge e sobre uma relação inocente, porém dolorosa que foi a amizade de June e seu tio, Finn, e depois de June e Toby. Amei o desenvolvimento, os personagens secundários e cada detalhe.
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Sthephany 22/07/2021

June e sua narração genuína
June (a narradora da história), é uma adolescente bem na dela, que acabou de perder uma das pessoas (ou A pessoa) que mais amava e, de plus, possui alguns problemas familiares, principalmente com a irmã mais velha. No funeral desse amor, ela acaba por conhecer um rapaz, que a fará conhecer diversas histórias que ela nem sabia sobre o seu tio (o falecido). A partir daí, ela começa a viver aventuras, conhecer novas pessoas, tenta destrinchar seus próprios contextos e tabus e os de sua família também.

É uma leitura bem tranquila. E, para mim, a parte mais bonita do livro é a própria narração da June. A forma como ela descreve os acontecimentos é simples e genuína.

P.s.: a capa e o título do livro também são pontos especiais e reflexivos abordados dentro da narrativa.
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vicklendo 16/07/2021

Surpreendente
Eu não dava muita coisa pra esse livro, demorei muuuito tempo para começar a ler e, caramba, como eu fui tola.
"Diga aos lobos que estou em casa" é uma obra comovente, sentimental, que fala de amadurecimento e que carrega vários aprendizados. Eu não cansava de ler e só parava quando precisava mesmo, a leitura foi muito boa e fluída.
Me surpreendeu demais.
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Lívia 24/06/2021

Li mil vezes.
E chorei em todas elas, sem falta.

A sensibilidade presente nesse livro é algo surreal, as personagens causam tanta empatia que é como se você mesmo passasse pelas situações presentes na história.
Toby e June me fizeram sentir como se um pedacinho do meu coração fosse arrancado do peito, e acho que nunca vou conseguir recuperá-lo.
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Sara 26/05/2021

Bom
A adolescência é, talvez, a idade mais egoísta. Acompanhar essa história sob a narrativa da June deixou isso bem claro, mas não é ruim.
Não sei, acho que senti o livro meio incompleto quando chegou ao fim, o que pode acontecer quando é narrado por um personagem.
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