A Corte do Ar

A Corte do Ar Stephen Hunt




Resenhas - A Corte do Ar


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Deia 26/09/2019

Leitura finalmente concluída. Esse livro foi decepcionante, pensei que por ser um steampunk seria leve e fluido como as obras anteriores que li, mas não, foi uma leitura morosa, travada, muitos personagens, muitas palavras criadas para aquele universo. Normalmente seria enriquecedor, o autor criar um universo e suas idiossincrasias, mas esse tinha tanta coisa que ficou confuso.
Molly e Oliver serão confrontados por um poder antigo que se julgava destruído há milênios e que agora ameaça a própria civilização. Seus inimigos são implacáveis e numerosos, mas os dois jovens terão a ajuda de um formidável grupo de amigos, dentre eles o infame Stave, um homem-vapor, um sábio-deslizante, um sussurrador e muitos corpos macios. A leitura prometia, mas não aconteceu. Pena.
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Willian Whin 04/01/2018

TRANCOS E BARRANCOS
Falar de A Corte do Ar é complicado, pois o livro é complicado. A história é complicada, a escrita só complica, as personagens não emplacam. Para mim a leitura foi quase um desastre. Não é fluida, não cativa.


De uma forma bem sucinta, gostaria de dizer que o livro A Corte do Ar é um livro político. Na verdade, é mais um pseudo ensaio político extramente mal orquestrado. Stephen Hunt, ao meu ver, esqueceu que havia personagens na história, porque sinceramente, me pareceu que as pessoas eram apenas meros objetos com motivos pouco convincentes - e pouco claros - que só estavam ali para transmitir sei-lá-o-quê que o autor queria passar.

O livro tem uma premissa interessante: duas crianças, Molly Templar e Oliver Brooks, com certas habilidades (ou dons?) e que vivem sob lares não lá muito atrativos, tem suas vidas, digamos, pacatas(?!) viradas do avesso de uma hora pra outra; tudo meio clichêzinho mesmo, mas de certa forma novo por se tratar de um mundo steampunk.
E o livro promete nas suas 100 primeiras páginas que será uma leitura empolgante. Mas não é bem assim.

Momentos de ação é o que não faltam durante toda a história: fugas, assassinatos, magia e poderes do mundo; tudo que deveria contribuir para épicos momentos de ação. Porém, nada é descrito da forma que facilite a compreensão do leitor; nada é descrito da forma que prenda a atenção.
Quem morre não possui um rosto; quem foge não tem bem um cenário descrito em que o leitor possa se situar.
Quando se trata de descrição de lugares e de personagens o autor falha miseravelmente. Sendo otimista, eu diria que ele estava focado em coisas mais complexas do que isso.

E é aí que está o grande problema do livro.

Não me parece razoável, um autor que escreve um gênero pouco lido - não pouco lido, mas poucas pessoas leem o gênero steampunk -, desconsiderar a construção de um cenário sólido. O autor te joga na história e vai te bombardeando de objetos e criaturas sem quase nenhuma aparência, ou forma. Stephen ativa o "imagina aí sozinho como é e o que é isso que eu criei" e segue sem dar mais explicações.
Sabe, eu acho que não é assim que as coisas funcionam.
A minha leitura avançou em meio a trancos e barranco, pois eu não sabia o quê era quem e onde e quando estava o quê.
Mesmo o livro tendo um glossário onde algumas coisas são melhores explicadas, eu me senti bastante carente de detalhes. Falta informações.
A Corte do Ar de empolgante, infelizmente se torna um livro difícil.

Os dois ,abre aspas, protagonistas, fecha aspas, Molly Templar e Oliver Brooks na minha opinião, são apenas uns dos muitos elementos do cenário mal descrito. Não possuem carisma, não possuem uma personalidade que os identifique; na verdade mal possuem fisionomia (é dito na história que a Molly é ruiva, pronto).
Raríssimos são os momentos em que as personagens demonstram algum tipo de sentimento. ( Ok, Stephen Hunt, sua história possui criaturas mágicas, poderosas, encantadas e admito, todas elas são fantásticas a seu modo; mas cadê os sentimentos delas?)
Eu não senti empatia por ninguém, se você quer saber o que eu acho.

Enfim, se o autor não se preocupasse tanto em fazer da obra dele um tratado político com partidos extremistas sem causas "nobres", tenho certeza que o livro teria dado muito certo. Entretanto não foi caso, ao menos para mim.
Porém, se você quiser experimentar a obra que "revolucionou o steampunk", saiba que há coisas boas na história, há sim ideias inspiradoras, acontecimentos que tiram o fôlego (ou que deveriam tirar), então talvez a leitura não seja uma perda tempo. Talvez não custe nada conferir.
Talvez.

Fernando Jr 16/05/2018minha estante
Q bom q tem alguém q posso concordar, pois estou tendo dificuldade para ler esse livro. Ele é muito chato comparado com os outros q eu li. E é meu primeiro livro steampunk, espero q os outros não sejam tão cansativo e sem graça como esse.


Willian Whin 17/05/2018minha estante
esse livro é ridículo. uma pena o autor ter falhado tão miseravelmente.

não são. steampunk é um gênero maravilhoso.


Fernando Jr 17/08/2018minha estante
Obrigado pela resposta, e desculpa a demora.


Deia 26/09/2019minha estante
Concordo com vc, tbm achei muito chato. Li todo o livro a pau e corda.




Evandr0 18/08/2017

Não tenha medo de ler.
Antes de falar sobre a história, preciso deixar claro certos pontos sobre essa obra:

Ela é muito rica em detalhes.
O livro provoca o leitor.
Se você não gosta de pensar, ou tem medo de que tudo não faça sentido, se limite à minha resenha.

A Corte do Ar tem um modo interessante de contar a história, jogando o leitor de personagem para personagem, acontecimento para acontecimento de uma forma brusca, causando um certo incômodo no começo da leitura. No início do livro, cada personagem tem seu capítulo, o que faz parecer que estamos lendo 2 livros desconexos que se passam num mesmo universo. Há quem não goste disso, eu gostei muito.

No livro são apresentados vários personagens e termos que facilmente são confundidos por sua quantidade e, grande parte desses termos, poderiam ser ignorados, pois poderiam ser quaisquer outro que existem na realidade. O ponto disso é que o livro tenta jogar o leitor para longe do universo do livro, ao contrário do que é o senso comum.

Nesse livro você sabe que nada é real, sabe que tudo aquilo é impossível e isso traz uma liberdade muito grande ao ler e tentar imaginar as coisas.

No livro tem um glossário que ajuda a entender alguns desses termos irreais, mas eu acho que a graça está em não entender ao certo o que está havendo. Por exemplo: Numa certa parte da história, é citado um animal que estava numa caverna. Não há descrição sobre como ele é, mas todos personagens sabiam, e conheciam sua espécie. Eles citam o nome da espécie do animal e sabem exatamente o que é, mas nós como leitores, não fazemos ideia de como eles são até que, muito tempo depois, é dada uma descrição dele.

Isso faz com que seja divertido esperar uma próxima página, pois não se sabe o que esperar. Provoca o leitor a não parar de ler pois, nunca se sabe quando o acontecimento que se está passando vai ser pausado para outra coisa totalmente desconexa começar.

Sobre o enredo: De gênero Steampunk, o livro trata sobre dois personagens que lutam pelas suas vidas. Um garoto (Oliver) órfão que vive numa espécie de prisão domiciliar por ter tido contato com uma magia que todos temem, mesmo não apresentando nenhum resquício de que carregue em si as sequelas desse contato. E uma garota (Molly), também órfã, que vive num internato e tenta sobreviver aos maus tratos e abusos de seus responsáveis.

No livro são tratados temas como política, religiões, culturas, raças, magia e misticismos.

Amei ler esse livro, e recomendo a todos que queiram, assim como eu, mergulhar num mundo fictício em que visivelmente não existimos.
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Lly 04/08/2017

LIDO : 1 vez
DATA : ??/??/2016 - ??/??/2016
TENHO : ??/??/2016
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Mais Clube 31/03/2017

Aos que gostam do estilo steampunk, esse livro é leitura obrigatória, e para aqueles que ainda não conhecem é uma excelente oportunidade para se conhecer e se apaixonar.
Para os que não sabem… Steampunk é um estilo de escrita ( livros, filmes, animes e afins…) que faz uma junção do antigo e do moderno, a historia se passa num passado futurista onde há dirigíveis, maquinas a vapor (computadores, armas, carruagens…) e também robôs.
Em A Corte do Ar conheceremos Molly e Oliver, dois jovens órfãos que não tem nada em comum nas suas historias, porem são os únicos capazes de salvar os humanos da extinção e derrotar um poderoso e inimigo.
Molly Templar foi abandonada nas portas de um orfanato ainda bebe, e ainda criança foi salva por um homem a vapor quando foi soterrada. Desde então ela descobriu que tem uma afinidade com maquinas. Após quase ser morta, e ver um assassinato, num bordel onde foi posta a trabalhar como aprendiz, conseguir fugir, retornar ao orfanato e ver seus amigos mortos após um bárbaro ataque ela descobre que as pessoas que fizeram isso estavam atras dela.
Com a ajuda de alguns humanos e homens a vapor, ela parte para tentar descobrir o por que dessas pessoas estarem tão interessadas nela e qual a relação de tudo isso com os assassinatos sinistros que vem acontecendo na ruas da cidade.
Oliver Brooks também é órfão e desde que foi encontrado vagando perto de bruma encantada quando tinha cinco anos vive de favor na casa de seu tio e um prisioneiro vigiado de sua cidade (quem entra em contato com bruma encantada se torna um encantado com dons perigosos e poderosos), esperando pelo seu destino, como ate então não manifestou nenhum poder ele vem sendo vigiado periodicamente pelos cantores do mundo. Quando seu tio é brutalmente assassinado Oliver passa a ser culpado pelo ato e devido a isso foge com o auxilio de um amigo do seu tio, que é também um vigarista procurado por diversos crimes. Sem entender o que esta acontecendo e sem saber em quem confiar, ele parte em busca de respostas. Nessa busca ele acaba descobrindo que ele e uma garota são os únicos capazes de salvar a humanidade de uma iminente guerra com um poderoso e lendário inimigo.
Um é a Defesa e o outro é o Ataque, mas será que esses dois jovens conseguirão salvar a si mesmos para poderem salvar o mundo? Que mistérios se esconde em seus passados e que futuro os humanos poderão ter? E se os dois não forem suficientes para derrotar esse poderoso inimigo?
Essa é uma história simples e complexa… É simples pelo fato de se tratar de uma história com um tema sobrenatural onde dois jovens, que possuem dons fantásticos, terão que se unir para derrotar um terrível inimigo místico. E complexa em seu linguajar técnico (todos os nomes das maquinas e lugares), suas abordagens políticas e religiosas.
Admito que no começo da leitura não entendi nada, tudo era muito estranho e as vezes tinha que reler, mas quando as coisas foram fazendo sentido eu me peguei super empolgada e maravilhada com a história. O livro me prendeu de tal forma que não consegui para de ler ate chegar ao fim…
O autor escreve e descreve as cenas e os personagens de uma forma tão rica em detalhes que é como se estivéssemos lá. Estou super ansiosa pelo próximo!!!
Eu adorei o livro e super recomendo!!!

site: http://maisclube.com.br/2014/08/resenha-a-corte-do-ar.html
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Rangel Chan 24/11/2016

Uma boa leitura
Só não consegui entender os 2 protagonistas e não ter uma interação maior entre eles. Quem sabe nos próximos isso não venha acontecer?
A verdade é que pensei que este livro seria um livro único, depois descobri que era uma série e isso tira um pouco daquela vontade "tesão" de ler.
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Fernando.Cruz 30/01/2016

A Corte do Ar - Um Universo Steampunk
O que me levou a ler "A Corte do Ar", de Stephen Hunt - fora ser um presente, bem apresentado pela amiga Rafaela Bibiano - era ele ser considerado um romance Steampunk. Então, vamos lá, o que seria Steampunk para mim:
Um mundo tecnológico, que evoluiu baseado na fase do carvão/vapor da Revolução, com uma clima europeu vitoriano, misturado com aquelas histórias de aventuras ligadas a colonização africana - exemplos: Tarzan/Mogli e "Alan Quartemain nas Tumbas do Rei Salomão, com Máquinas e Robôs. Tudo isso, lembrando, conceito meu.

Mas "A Corte" é bem mais do que isso. É uma história de aventura com vários elementos culturais europeus, sulamericanos e árabes - dando alguns exemplos: A Chacália é uma Inglaterra ficcional, assim como a Comunidade de Quatertúno guarda ideários "comunistas" livremente baseados nos soviéticos, o pais de Cassarábia é um misto de Egito/Arábia e a influência sulamericana é spoiler! Junte a isso tudo citado mais três elementos: robôs, magia e espionagem. Está aí pronta a fórmula do livro. Se você curtir todo isso, terá uma história muito boa em suas mãos.
Vamos para parte que eu não curti do livro (aquela parte que o livro não ganha 5 estrelas de 5 estrelas): Se você não gosta de ler coisas que são um misto fantasia/ficção científica, desista. Esse livro não é para você!
Se você ainda não desistiu com o que escrevi antes ou não entendeu, é simples: o livro é um universo steampunk completamente novo. Se o leitor não estiver pronto para a essa experiência; não se incomodar com o ritmo muito lento da primeira metade do livro (quase 300 páginas) que tenta explicar o universo, mas que te deixa perdido tanto quanto os dois personagens principais; não estiver disposto a ler o glossário - lá explica a maioria dos termos "estranhos" do livro, é de voltar muitas vezes lá e tem coisa que não está lá - e não estiver disposto a viajar, tentar comparar com nossa realidade e se incomodar com algumas coisas que (não interferem na leitura) não tem quase nenhuma explicação (talvez tenha nos próximos livros), dá para ler e ter grandes momentos, principalmente no ritmo alucinante de coisas acontecendo nos seus momentos finais. Disposto a enfrentar esse universo steampunk?!
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27/01/2016

Abandonei
Olha, eu odeio abandonar livros mas não deu.
A leitura começa cheia de animação e expectativas mas no decorrer das páginas, tudo vai ficando um tanto monótono.
O livro é muito em detalhado, os personagens são muito interessantes e tem uma narrativa ambiciosa e rica porém parece que tudo se perde com o andar do livro.
Pra ser sincera, não sei bem onde está o erro mas não foi um livro que me agradou.
Não é um livro ruim, é um Steampunk autêntico, porém deixa a desejar em alguns aspectos.
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Livros e Citações 23/01/2016

Há grandes ideias nesse livro
Autor: Stephen Hunt
Editora: SdE
Páginas: 544
Classificação: 3/5 estrelas

http://www.livrosecitacoes.com/?p=130172

Nessa aventura steampunk de Stephen Hunt, ele nos apresenta a Molly, uma órfã que carrega em seu sangue um segredo que a torna alvo de inimigos do Estado. Já Oliver, outro órfão, é acusado de assassinato do seu único parente, seu tio, e precisa fugir para salvar sua vida. Logo, os dois se juntam para lutar contra um antigo poder que parecia derrotado havia milênios.

Amantes do Steampunk tremam com essa versão purista do gênero! Sim, sim, este livro é para os apreciadores deste estilo literário e se você nunca leu nada nessa linha recomendo que leia algo antes de se aventurar nessa série do Hunt. Ele construiu um universo bem interessante aqui, mas como tudo não são flores…

"Mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes por dia."

Eu não sei se me sinto decepcionada ou não a respeito deste livro. Sim, realmente é uma fantasia Steampunk misturada com Deuses diversos e política revolucionária (Chacália é um país muito louco!), às vezes uma bagunça dos infernos! Não, não me entenda mal, há grandes ideias nesse livro e uma enorme riqueza de detalhes, mas que em um determinado momento começam a deixar a história muito enrolada.

Adicione a isso tudo um ritmo frenético (de fuga) e era como se eu estivesse sendo sugada por um redemoinho de intrigas e informação e faltou mais aprofundamento nos personagens, eu sentia Molly e Oliver meio perdidos como cegos em tiroteio!

Eu tinha grandes expectativas em relação a este livro por amar o gênero e de fato este é o legitimo Steampunk descrito aqui por Hunt! (então imaginem a minha frustração!) Eu gostava de muitos conceitos e algumas cenas de ação e de alguns personagens como a Ver’fey (imaginem uma mulher caranguejo) e o Capitão faísca, mas realmente faltou um pouco de fôlego, talvez seja o fato de ser apenas o primeiro livro no próximo isso pode mudar.

A escrita de Hunt é ambiciosa demais e o resultado final pelo menos para mim não foi tão satisfatório. Pretendo ler o a continuação da série para ver aonde ele deseja chegar e confesso que estou curiosa até porque já li a sinopse do próximo livro. E recomendo para os amantes de Steampumk como eu.

*esse é o primeiro de uma saga de seis livros.

Resenha por: Emeraude

site: http://www.livrosecitacoes.com/
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Bia 27/10/2015

Muito fraco
A estória promete muito e decepciona mais ainda. É pobre de enredo, pobre de ação, pobre nas descrições...
Os personagens não cativam, não emocionam, não inspiram. A trama não empolga, não instiga, não seduz.
É vago demais pra quantidade de elementos fictícios. É superficial demais pra idéias que o leitor não tem como conhecer.
O autor criou tantas criaturas fantásticas, conceitos confusos, organizações, complôs e clichês que se perdeu no meio da estória.
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Thiago 13/07/2015

a corte do ar
Um enredo muito bom com muita aventura, ação e até um pouco de suspense. Porém o livro tem alguns erros de revisão e a escrita do autor exige mais atenção para que entendamos oque se passa em algumas partes ,mas o maior problema é a falta de descrição dos personagens e locais.
A trama gira em torno de dois órfãos, molly templar que vive em um orfanato para meninas e neste orfanato as meninas são mandadas para trabalharem em lugares na cidade como um aprendizado mas que na verdade o dono do orfanato usa como uma exploração do trabalho infantil e lucrando em cima de cada uma das órfãs, mas molly é uma menina bastante rebelde e não se mantem em nenhum dos trabalhos que lhe é dado e assim ela acaba se vendo ter que ir trabalhar em um bordel. Quando Molly vai atender seu primeiro cliente que na verdade não era um cliente e sim um assasino que a esta caçando ela se ve obrigada a fugir e yentar descobrir quem esta atras dela e porque a estão caçando.
Oliver mora com seu tio titus desde que seus pais morreram em um acidente e ele é obrigado a se apresentar a "polícia" do pais toda semana pois ele esteve exposto a brumaencantada que da poderes a aqueles que foram expostos a ela, até que um dia o tio de oliver é assasinado e oliver se torna o principal suspeito ja que ele tem supostos poderes que ainda não tinham se manifestado e oliver fogi junto a outro criminoso que o ajuda chamado harry stave e ao mesmo tempo ele tenta descobrir quem foi o responsável pela morte de seu tio.
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Alan 04/02/2015

Dificil ler até o final.
Inicialmente, trata-se de edição do livro com uma bela arte de capa, mas, que ao mesmo tempo, torna-se um dos maiores pontos de fragilidade do livro quando se trata de dano físico ao manusear ou de ressecamento da película plástica que imita uma janela de dirigível. O papel é confortável a mão, e a impressão é de qualidade normal, não apresentando muitas falhas. Assim sendo, poderia ser um livro de qualidade boa em sua parte física se não fosse a sua fragilidade da capa.

Quanto à escrita, infelizmente é um dos pontos que o autor conseguiu destruir sua própria história. A técnica de descrição é vaga, não trazendo detalhes mínimos sobre o que esta tentando passar ao leitor, vários personagens poderiam ser substituídos por uma mancha branca com um ponto de interrogação que ainda assim seria mais descritivo. O mesmo vale para muitas cenas, as quais teriam sido ótimas se o autor não resolve-se coloca-las em duas ou três linhas.

Quanto aos personagens, poucos dos personagens mais atuantes na história possibilitam uma imersão do leitor. Em parte devido a forma como varias ações e atitudes são descritas, em parte pela falta de carisma. Alguns personagens principais chegam a causar uma certa repulsa a ideia de ler os trechos referentes a eles.

Quanto a personagens secundárias, embora trate-se de historia que é apresentada em mais de um livro, vários bons personagens, alguns que apareceram em cenas que, não fosse o estilo de escrita, seria ótimas, foram muito mal aproveitados.

Mas a pior parte de ler as descrições são os momentos de batalha, no qual muitas vezes poderiam ser resumidos em “eles lutaram, complete com sua imaginação o como foi”.

O segundo pior ponto do livro é a quantidade de ideias que foram incluídas na história. A quantidade de elementos e ideias que o autor inclui por capitulo e simplesmente trata como se sempre estivesse lá e o leitor não tivesse notado é muito grande. Pode-se até mesmo imaginar o autor como alguém facilmente impressionável, que tudo que via / lia, acabava colocando em seu livro. Em seus 26 capítulos podem ser contadas facilmente umas 15 grandes inclusões de ideias, além de muitas outras menores.

Não estou reclamando de haver tantas ideias no mundo, mas sim pelo fato de que tantas coisas foram tratados em pouco mais de 500 paginas, causando um acumulo gigantesco de ideias por pagina de forma que o autor conseguiu desenvolver de forma satisfatória uma quantidade ínfima delas.

Em resumo, para não criticar além do mínimo necessário o livro, posso dizer que seria um bom ultimo livro para uma historia desenvolvida em que as ideias tivessem sido apresentadas anteriormente, assim como uma ótima leitura para mestres de RPG procurarem coisas para colocar em sua campanha, mas um péssimo livro de forma isolada.
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Rosana 03/11/2014

Não gostei
Achei o livro muito cansativo não tinha ainda lido o gênero e confesso não gostei se todos são assim não faz meu tipo de leitura personagens confusos para mim e não consegui acompanhar o enredo fiquei perdida...
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Dani 29/09/2014

A historia gira em torno de dois adolescente Molly e Oliver que são órfãos, ela vive em um orfanato e não sabe nada sobre seu passado é adotada por uma mulher famosa para ser uma prostituta... sim você leu direito uma prostituta, já Oliver mora com o tio depois do acidente de aerostato que sofreu com a família sendo o único sobrevivente. A vida deles vira do avesso e o que já era ruim se torna bem pior quando tentam assassinar os dois, ela consegui fugir sozinha e já ele tem ajuda de um procurado muito famoso, agora eles tem de descobrir porque querem a cabeça deles e quem realmente eles são alem dos poderes (ela não sabe que tem e Oliver não quer ter).

É um livro, como posso dizer bem complicado, a historia tem um desenrolar bem, mais bem lento você chega na pagina 180 e ainda esta entrando no mundo da corte do ar e quase não se descobri nada - falando melhor não se descobri nada-, e tem muitas complicações na historia como por exemplo Oliver tem sempre que mostrar que está na cidade porque ele caiu na bruma encantada e todos que já cairão ali ficaram malucos e queriam matar todo mundo porque podiam!!!!!, ou ainda as reuniões que tem na Corte do ar, no Mundo subterrâneo, em Açomédio sobre politica (que neste livro explica a situação e os motivos internos de as leis serem como são), em conjunto com muitos personagens tipo muito mesmo - eu nem conseguia lembrar direito quem eram- e muitos nomes complicados como (Nickleby, Tock, Tariq, Wildrake, Hoggstone, Aldwych, Harsh, entre muitos outros.).



É um estilo steampunk por isso tem muitas coisas para absorver, sinceramente não faz meu tipo de livro, gosto de 1-Ação, 2-Mistério e 3-Com frequência, apesar de os dois primeiro itens existirem a historia se passa muito devagar e estava pensando em desistir porque faltavam só 20 paginas para o meio do livro e ainda não tinha descoberto nada, é só introdução, introdução e introdução. Não gosto de desisti das minha leituras por isso continuei lendo #lendodesdeabrildesteano. Quando finalmente cheguei a paginas 205 a historia começou a tomar rumo, ficou loucamente emocionante, do tipo, que tédio e de repente ai eles vão morrer! Fica pra curiosidade de vocês quem gosta de fantasia com certeza vai gostar deste livro.

Deixe sua mente voar!

site: http://damasdorabisco.blogspot.com.br/2014/08/a-corte-do-ar.html
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Albarus Andreos 18/07/2014

Por que facilitar se dá para complicar?
Muito estranho. Esta é a impressão inicial deste resenhista, que não tem lá muito de leitor de ficção científica, ao começar a ler A Corte do Ar (Editora Saída de Emergência Brasil, 2013). Ficção científica, para mim, significa uma quantidade de informações que devem ser passadas para o leitor, de tal forma que ele adentre uma realidade futurística, ou ao menos cientificamente diferente do que temos no mundo quotidiano. Há uma massa de informação tecnológica que deve ser passada, e isso pressupõe, na maioria das vezes, a utilização de uma linguagem excessivamente explicativa, como se fosse retirada de verbetes de uma enciclopédia de ciências. O tesão do escritor de FC parece ser explicar o funcionamento da nave, do sistema físico que faz funcionar a dobra dimensional, ou a natureza dos implantes usados pelo Estado distópico, que mudam as pessoas. Tirando essa roupagem, a FC esconde por baixo o verdadeiro teor da história: drama, mistério, fantasia etc. Desculpem o simplismo desse não-fã de FC, mas, assim exporto, FC é só estética. Será?

Bom, e se esse expliquismo não acontecer? E se o escritor não tiver nem aí se você vai entender o que é um aerostato, ou um motor de expansão, ou o que são os assobiadores ou qual é a ideologia dos carlistas? E se o autor for usando essas bizarrices o tempo rodo, compondo frase após frase, como se a prolixidade fosse a coisa mais natural do mundo, e deixar o leitor boiando não fosse mero acaso, mas sua principal intenção? Aí as coisas ficarão por elas mesmas e você se sentirá um peixe-fora-d’água.

“Tudo bem, eu te dou um glossário no final do livro, para você ir seguindo!” Meu velho... Na boa, glossário não rola. Parar a narrativa para ir lá atrás do livro ver o que significa lupocaptor, ou cartola, ou celga e ervasussurrante, é um tiro no pé. Mesmo porquê, o que temos no glossário de A Corte do Ar é falho, e você continuará confuso, pois há um quê de má tradução, ou de editoração descuidada (nem sei se descuidada é o termo certo... Parece que o próprio revisor não entendeu o que muitas das frases queriam dizer, como eu), ou de períodos longos demais sem pontuação precisa, ou ordem inversa das frases... enfim, que atrapalha MUITO. Imagino que até Lewis Carroll precisaria de algum LSD para atingir o que Stephen Hunt está querendo dizer.

E como um peixe eu fui, nadando a esmo, nesse texto que parece ter sido escrito por um doidão chapado. Stephen Hunt vai introduzindo a personagem Molly Templar, falando de como ela é uma mocinha órfã criada pelo sistema de um mundo movido a engrenagens de bronze, com dirigíveis singrando os céus e seres movidos à vapor, circulando de um lado para o outro. Não vou usar o termo “robô” pois ele nunca aparece no texto, e embora existam, esses seres possuem consciência, livre-arbítrio, alma e fé! Já Molly é explorada como mão de obra barata, tendo que fazer serviços degradantes aqui e ali, como todas as garotas da instituição assistencial Portas do Sol. Um nome singelo para uma casa sinistra, onde seu gestor lucra com a mão-de-obra barata advinda da exploração das jovens.

Os nomes escolhidos pelo autor, para objetos, tipos humanos, instituições, acontecimentos históricos, lugares geográficos etc., às vezes traduzidos, às vezes não (por decisão editorial), são geralmente MUITO ruins. Mas é possível perceber que isso é proposital, por alguma razão. Hunt opta por nos meter num mundo em que o estranhamento parece ser a principal atração. Fica tudo escuro, na maioria das vezes só subentendido, no campo metafórico, intuído. E os nomes são os termos mais escalafobéticas que você possa imaginar, dando apenas algum sentido relativo à sua função na trama, ou tendo um sentido absolutamente indecifrável, mesmo. A Corte do Ar é difícil de ler. Não é um livro indicado para jovens leitores.

Aliás, o autor diz, numa entrevista dada no início do livro (num excelente trabalho da Editora Saída de Emergência Brasil, além da capa muito caprichada), que a intenção dele era escrever um livro de fantasia. Uma fantasia que fugisse do medieval clássico, como estamos acostumados, mas ainda assim uma fantasia. Então, podemos considerar que o que temos nesse livro, descola-se muito da tradicional ficção científica, com algumas ideias muito porra-loucas, mesmo. Dá a impressão que Stephen Hunt usa até algum de fluxo de consciência na sua escrita, pois as palavras vão se encadeando, evoluindo e se ligando, sem que se atenham realmente à coesão ou coerência, inerentes à escrita tradicional.

E por isso temos magia misturada a essa tecnologia inusitada de homens-vapor e portos imensos, abarrotados de dirigíveis, bombas barbatana e aerostatos movido a motores de expansão, além de esquisitices como um povo caranguejo, só para ficar num exemplo. Há uma divisão/ confusão política totalmente diferente nesse mundo, que lembra uma época próxima aos idos do Século XX, por aí, com um atrito imenso de ordem política que opõe monarquistas, comunitistas (comunistas) e puristas. Há coalisões de Estados e hostilidades entre elas, advindas de guerras passadas que ainda não cicatrizaram. Há a fé Circulista se opondo ao Caotyl Selvagem numa inusitada coleção de palavras que se mostram inglesas e outras de pura influência inca/ asteca/ maia. Há organizações criminosas, guildas comerciais e confrarias sinistras que agem contra ou a favor do sistema.

Se você já estava confuso, relaxa e goza, porquê só dá para ir adiante se você se deixar levar. E por aí vamos conhecendo Oliver Brooks, um jovem cuja vida pregressa parece tê-lo jogado além das fronteiras de Chacália (sim, nome horrível, né!), dentro de Brumaencantada, onde mutações físicas e mentais afetam irreversivelmente aos seres humanos. Surpreendentemente, é resgatado depois de dois anos, ileso (pelo menos é nisso que ele quer que as pessoas acreditem), mas sem memória. Os cantores do mundo (também não sei o que são eles, talvez sejam magos), estão no pé do rapaz, querendo que ele se torne um Guardião, mas Oliver se recusa a usar uma coleira de Gideon (heim?), como o Capitão Faísca (ha ha ha..., não estou brincando, há um personagem com esse nome, mesmo!).

Começamos quando um atentado mata inúmeras pessoas no bordel onde Molly está sendo treinada para ser puta; o tio de Oliver, cujos negócios o sobrinho nunca soube direito o que eram, é também assassinado. Molly, desesperada e sem saber o que está acontecendo, tem então que correr por sua vida, e Oliver, cujas provas forjadas acusam-no injustamente, é resgatado por Harry Stave, um homem sinistro que foi muito amigo de seu tio. Molly tem que sumir dentro dos subterrâneos, auxiliada por um homem-vapor chamado Rodas Lentas, e Oliver passa a ser protegido pela organização secreta ilegal, da qual Harry faz parte, conhecida como Corte do Ar. Durante o livro todo, não entendi se a Corte é amiga ou inimiga, mas vamos lá... Basicamente há uma conspiração política correndo no submundo, onde o fanático Tzlayloc quer conseguir o poder para os igualitaristas. Essa ideologia amalucada mistura comunismo e fé exacerbada e as histórias de Molly e Oliver vão correndo em paralelo e só se juntam lá adiante, quando os dois personagens, de alguma forma, viram super-herois, reagindo ao vilão com poderes mentais ou pistolas etéreas que vieram não se sabe de onde.

E só então que notamos que o autor está nos contando uma boa história, com sua linguagem new weird, toda própria, que vai diminuindo gradativamente o estranhamento inicial (ou então, já estamos tão anestesiados que não ligamos mais...). Parece que ele queria que ficássemos realmente confusos, que esse era o sentido de toda aquela informação e nomes ruins desconexos. Sim, havia uma razão. Nesse momento, Stephen Hunt já nos tem na palma da mão, e estamos fugindo com Molly, após retirar a mocinha de sua zona de conforto (se é que se pode chamar assim sua sobrevivência patética sob as vicissitudes do sistema) e Oliver, que não se lembra de nada referente ao tempo em que passou além de Brumaencantada, mas que trouxe de lá poderes mentais assustadores (pode conversar com “fantasmas” e otras cositas más).

A história fica até mais absorvente no final, quando a guerra finalmente começa, mas a ambientação continua (para variar) bem ruim, devido ao excesso de elementos totalmente alheios à realidade que conhecemos. A fantasia, essencialmente, precisa de subsídios fantásticos para se fazer acontecer, mas esses elementos, quando em excesso, prejudicam a fluência da história e passam até a jogar contra a imersão do leitor. A fantasia de Hunt se faz às custas de muitas e muitas ideias que tem que ser explicadas e não são. Apenas intuímos as coisas e, portanto, não podemos “visualiza-las”. O excesso de estética compromete a história, deixando-a lenta e, às vezes, incompreensível.

É um tal de ter que parar para pensar o que Hunt está querendo dizer, ou se esforçar para somente adivinhar, que dá nos nervos. Frustração pura, e a frustração atrapalha a leitura. Você acha que as coisas vão melhorar lá pela página 100, mas então os neologismos e as esquisitices continuam pipocando aqui e ali, e Stephen Hunt, com a cabeça cheia da fumaça de seu cigarrinho de ervasussurrante, continua dificultando a leitura. E isso não muda nas páginas 200, 300 e 400... Veja só o que encontro na página 436, por exemplo:

“Os sacerdotes traçaram alguns sigilos no vidro de ativação e os uivos de Alpheus passaram a encher apenas a galaria subterrânea.”

Se você acha que eu, por ter lido o livro até o fim, sei o que é “sigilo” e “vidro de ativação”, está redondamente enganado. Essas coisas aparecem assim, do nada. É claro que, como com tudo mais até aqui, posso supor o que sejam esses termos. Tudo bem que expliquismo é ruim, mas, porra! Isso deveria vir então aos poucos, capítulo a capítulo; um pouquinho aqui, um tiquinho mais para adiante, mas não acontece nunca. Cá para mim, parece que o autor está tirando um grande sarro na cara do leitor. Temos um mundo totalmente novo, uma boa história e um estilo escroto de contá-la. Quem reclama do convencional, da mesmice e do pastiche, tem um prato cheio. Mas digamos que este leitor aqui começa a achar que um pouco mais de caretice funcionaria melhor. Altamente indicado se você curte mascar foolha ou é viciado em cafél.

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