Eva

Eva Anna Carey




Resenhas - Eva


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Fernanda 11/12/2013

Resenha: Eva
Resenha: “Eva”, de Anna Carey possui uma narração equilibrada entre as cenas de ação, o ambiente pós apocalíptico e a situação aterrorizante que gira em torno dos personagens. Outro ponto que merece destaque nesta distopia é o modo como a autora apresenta o futuro sendo complexo e denso.

A história se passa no futuro, e meninos e meninas estão divididos, sendo que eles são enviados ao trabalho e elas para uma escola especial mantida pelo governo, que tem o objetivo de lhes ensinar uma profissão – só que esse não é o verdadeiro propósito – para conseguirem sobreviver neste novo mundo depois da praga mortal que devastou a todos. Agora o Rei que impõe a ordem e as coisas só acontecem de acordo com o seu interesse.

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site: http://www.segredosemlivros.com/2013/12/resenha-eva-annacareybooks-galerarecord.html
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Gre 15/08/2020

Envolvente
A história é única e envolvente, a escrita da autora faz você se ver dentro do livro junto aos personagens, tem cenas engraçada e suspense. Gostei muito desse livro e leria de novo.
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Yasmin 24/09/2014

Uma distopia diferente, que traz o homem e a mulher no centro das mudanças, mundo bem construído.

Desde que comecei a ler distopia tinha vontade de conhecer uma história que lidasse com um futuro onde os sexos são diferenciados de forma a marcar a sociedade. Por esse motivo quando conheci a trilogia da autora Anna Carey fiquei bastante curiosa, até mesmo por causa da sutil referência a obra de Atwood. Com uma narrativa cadenciada a autora apresenta ao leitor um universo rico e intrigante. Um futuro onde quase todos foram exterminados e que o valor entre a mulher e o homem regrediu séculos.

Eva estava feliz com a formatura que se aproximava. Era a véspera e as garotas estavam comemorando com muitos risos e planos. Como melhor aluna da escola Eva está empolgada para seu discurso e para finalmente passar ao prédio das formandas onde acredita que irá treinar seu ofício. Eva quer ser artista, pintora e estudar tudo o que é possível antes de ir para a capital, a Cidade de Areia. Porém durante a festa Eva vê Arden, a garota que chegara aos 8 anos na escola e desde então aprontava todas, se esgueirando. Eva sabe que ela está aprontando algo e quase consegue denunciá-la, mas Arden a impede. Ela está fugindo, fugindo das mentiras e do futuro tenebroso que as aguarda do outro lado do lago no prédio das formandas. Eva não acredita em Arden, mas a curiosidade e preocupação fala mais alto, e no meio da noite Eva resolve atravessar o lago, ficando com água até o rosto e ao atravessar a ponte o que vê pelas janelas a choca. Assustada e paralisada Eva foge com uma ajuda improvável. Sozinha e com poucos mantimentos Eva luta para sobreviver enquanto combate o medo dos homens que a escola pregou desde seus cinco anos. Caçada pelo Rei que a quer pessoalmente Eva é salva por Caleb. Um rapaz que desafia tudo o que a Escola ensinou sobre os homens. Eva treme só de pensar no fim que o Rei tem para ela na capital e sem opção resolve acompanhar Caleb enquanto ruma para Califa. A cidade onde a professora mandou-a procurar ajuda. Caçada, lidando com esse mundo novo e diferente de tudo o que aprendeu, Eva será surpreendida por traições, amizades e amor.

É a partir dessa premissa que a autora desenvolve sua história, intercalando entre a trama a apresentação desse futuro onde noventa e oito por cento da população do mundo foi dizimada e todos os órfãos são usados como ferramentas pelo governo. Garotos são mão de obra escrava nas obras gigantescas que o rei promove na capital. E as garotas estudam, e são ensinadas a temer os homens acima de todas as coisas, para quando chegar aos dezoito serem feitas prisioneiras enquanto têm gravidezes artificiais e múltiplas povoando a Nova América. A narrativa em primeira pessoa flui fácil em um ritmo cadenciado e Carey desenvolve a trama de forma intrínseca ao amadurecimento da protagonista. As descrições são pontuais formando um ambiente futurista de desolação criativo, que procura inovar e com contrastes muito palpáveis.

Outro ponto que merece destaque é o desenvolvimento do romance entre Eva e Caleb. A protagonista foi criada desde seus cinco anos para temer e ter repulsa por homens, de crianças a idosos sem distinção, mas a medida que Eva analisa as ações e os gestos de Caleb começa a questionar se tudo o que aprendeu é verdade. Mentiram sobre seu destino, sobre o que mais mentiram? Caleb é um personagem curioso e que merecia ter seu ponto de vista com o outro lado da história. Imagina como deve ser para Caleb viver com Eva sem nunca ter visto uma garota. A autora podia ter jogado com esses lados e pelo que tivemos de Eva aposto que seria muito interessante. A evolução da história é linear em torno da fuga e da caçada de Eva, conhecemos também um pouco da rede que trabalha as escondidas ajudando garotos e garotas a fugir do governo, mas o fim da história é em torno de Eva. Um fim que apesar de não surpreender muito deixa o leitor com o coração na mão.

Leitura rápida, gostosa, com um ritmo fluido e que instiga o leitor desde o começo principalmente pela simpatia com Eva e sua situação do mundo. Acompanhar suas descobertas e seu amadurecimento foi ótimo e estou curiosa para saber como Anna Carey conduzirá a trama. As pontas e os elementos que ela introduziu são bem interessantes e a luta dos órfãos, principalmente as garotas por um lugar mais digno na sociedade pode render continuações fortes. A edição da (...)

Termine o último parágrafo em:



site: http://www.cultivandoaleitura.com.br/2014/01/resenha-eva.html
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luanpatric.k 22/05/2020

Gostei porém poderia ser bem melhor...
Gostei da construção da distopia, toda essa parada de mundo novo devastado, achei bem legal de ser explorado. Quanto a trama em si, achei bem parada hahaha tiveram momentos em que eu achei que ia engajar, mas não engajou. Li bem arrastado da metade para o fim. Não gostei muito dos personagens, achei a protagonista bem irritante em alguns pontos. É isso, achei que poderia ser bem melhor do que foi, mas levando em consideração que é o primeiro de uma trilogia, espero que a autora consiga fazer com que o segundo seja melhor, vou dar essa chance.
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Jess 16/07/2020

Eva
Já tentei ler "Eva" antes e acabei abandonando, pois nada estava me entretendo no livro, tanto a condução da estória, quanto os personagens, que não me despertaram grande empatia.

Agora nesta segunda tentativa cheguei a parte final do livro, onde acontece alguns eventos mais interessantes para a narrativa, porém, que não foram bem executados, na minha opinião. Ainda não sei se vou continuar essa trilogia, não me cativou mesmo, e olha que eu sou a leitora que "ama ler", é muito difícil eu dar uma nota baixa assim para um livro, mas acho que esse foi um dos livros mais "sem sal" que já li.
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Desi Gusson 26/01/2014

Uma Eva que não aprendeu com os erros da outra...
A Eva era uma menina que tinha uma vida simples, preto no branco, repleta de verdades inquestionáveis como:

O Rei é bom, mas:
Homens no geral são maus;
Tudo de ruim é culpa dos homens;
Nada, nada do que os homens dizem é confiável;

E regras bem fáceis de serem seguidas, por exemplo:

Mantenha distância de homens;
Não importa o que aconteça, não chegue perto de homens;
Sério, fuja deles;
Evite matilhas de cães selvagens, eles podem almoçar você;
Mas, sério, evite mais os homens;

Porém, apesar de todas as horas gastas ensinado essa criatura coisas assim, adivinha a primeiríssima coisa que ela faz quando fica sozinha?!

Tá, tudo bem, não foi a primeira coisa, mas depois de algumas decisões ruins sem qualquer ligação com gêneros, a Eva encontra um garoto e… faz o favor de se apaixonar por ele.

A questão é, se a autora tivesse sido mais razoável na parte do que as garotas aprenderam a pensar, isso não seria um problema tão grande. Só que até na literatura! Quero dizer, todos eles de repente se tornaram Sauron, Voldemort, Valentin, Presidente Snow e George R R Martin, todos super vilões em qualquer circunstancia. As meninas sofreram lavagem cerebral durante toda a vida e, depois de um incidente nem de longe tão traumatizante quanto a Eva fez parecer (again, minha opinião), ela simplesmente botou isso de lado na primeira oportunidade! (!!!!)

É por isso que meu personagem preferido é o urso
Não sei, eu não consegui entrar no livro, os personagens simplesmente não abriram a porta e, depois de começar com o pé esquerdo, não tive vontade de botar a bendita porta abaixo com machadadas. Coisa que estou acostumada a fazer, diga-se de passagem.

Talvez um leitor afortunado tenha simpatizado mais com a Eva e aproveitado melhor a leitura, mas a todo o tempo eu ficava pensando “O que raios essa menina está fazendo?? Ela quer morrer?? Ela quer matar o Caleb?? Ela quer matar o urso?!!! Por que ela não deixa a Arden ser a personagem principal só por um ou dois livros??” Isso meio que acaba com a leitura da gente.

De qualquer forma, os personagens secundários e as coisas surpreendentes que acontecem com eles valem a pena. Por exemplo Arden, ela tinha tudo para ser uma nada na estória, mas a relação dela com Eva me interessou mais do que o romance de Eva e Caleb. Ah, Caleb por que você tinha que ser tão altruísta? Por que você não podia deixar a Eva se ferrar uma vez ou outra, só para ela aprender a ser mais esperta?

Créditos onde devem ser colocados, eu gostei do enredo de Eva, uma distopia meio Peter Pan, não exatamente óbvia, ainda que irritante, em alguns pontos. Sempre achei interessante ler sobre acontecimentos tão catastróficos que mudassem completamente a face de uma nação. Devo ser meio mórbida, mas na nossa sociedade, tô falando do Brasil, ok?!, não passamos por isso, não faz parte da nosso cotidiano a muitos anos e, ainda que tenhamos tido marcos históricos, nada que se comparasse a uma praga que limparia o país de praticamente todo mundo! Simplesmente não consigo imaginar como seria assim. Vocês conseguem?

Enfim, Eva foi um livro pela metade, uma boa ideia mal aproveitada. Com tudo que li só fiquei com a sensação de pois é, mais um, coisa que me deixa mal, porque não posso amar nem odiar um livro medíocre e eu meio que gosto de ter sentimentos extremos em relação aos livros. Faz sentido?


Para ler essa e outras resenhas na íntegra, acesse


site: www.desigusson.wordpress.com
Milla 14/02/2018minha estante
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Rosângela Martins 26/08/2020

Uma distopia tranquila, com emoção e aventura.
Me tirou da ressaca de A Rainha Vermelha.
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Erica_Lopes 30/09/2020

Viciante
Uma distopia incrível!! Sobrevivência é a palavra que descreve esse livro. O tempo todo cheio de ação e muito esforço pra se manter viva.
Eva está sendo caçada e precisa chegar a seu destino o quanto antes. Esse destino será seu Porto Seguro? E se durante esse percurso ela tiver que perder coisas que sao importantes? Afinal, o que é importante quando se está tentando sobreviver? Um amor? Amizades?
Eva tem um longo caminho pela frente e vai enfrentar questões morais desafiadoras pelo caminho.
Só posso dizer que este livro me prendeu do começo ao fim..ansiosa pra terminar os outros.
insidemyread 01/10/2020minha estante
Copiar e colar essa resenha perfeita kkkk


Erica_Lopes 01/10/2020minha estante
Que lindaaa te amoo... obrigada ?




insidemyread 01/10/2020

Eu amo distopia, e amei a distopia de Eva, ja fazia tempo que queria ler. Amei, bem dramática e com muita ação. Ansiosa pra ler o restante, mas ja amei o início.
Erica_Lopes 05/10/2020minha estante
Ameiiii tb... bora continuar ???




Jack 06/02/2021

Fofo
É a segunda série distopica que leio e me apaixono, eu gostei da evolução da Eva e os outros personagens são fortes e cativantes.
O mundo é dividido entre homens e mulheres governados pelo rei, após um vírus dizimar a população mundial, com muitos mistérios que fui descobrindo junto com a Eva.
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Sabrynna.Luna 12/03/2020

Nesse livro conhecemos Eva, uma garota que perdeu tudo após o surto de uma doença que dizimou parte da população.
Nossa protagonista cresceu em uma escola onde ela é ensinada como ser uma garota perfeita e principalmente ela é ensinada a odiar as pessoas de sexo masculino.
Eva está certa de que rumo tomar, até que ela descobre algo sobre a escola, que tanto amava, que vai destruir tudo que ela acreditava.
Mell 19/03/2021minha estante
arrasou????




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Meliory 13/07/2020

Apenas "bom"
Acho que o mais impactante da leitura foi o desenvolvimento da Eva e do Caleb. Apesar de a autora ter criando um universo pós apocalíptico fantástico, eu só conseguia pensar no futuro desses dois.

Terminei mais rápido do o esperando e quando cheguei ao fim tive a surpresa de não me ver nem um pouco interessada em ler a sequência do livro. Acho que ele não conseguiu me cativar da maneira que eu queria.

Ao chegar em uma conclusão honesta e de indicação, respondo uma pergunta feita exatamente para mim. 'Se voltasse ao passado, ainda assim optaria por ler esse livro?' 'Não.'
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Camis 11/05/2014

Após uma doença fatal ter dizimado uma grande parte da população, um governo autoritário, liderado pelo Rei, assumiu o controle e estipulou algumas ordens para que houvesse paz após o caos causado pelas mortes. Agora, 16 anos depois do início da praga, o estado de saúde da população já foi controlado, os garotos e homens foram enviados para campo de trabalho forçado para produzirem o necessário para satisfazer as necessidades do Rei e das pessoas que vivem na Cidade de Areia, e as meninas foram mandadas para as Escolas, uma espécie de internato com regras severas e que zela pela saúde e boa educação de todas elas, dizendo-lhes que assim que atingirem a idade certa e forem enviadas para o prédio além da Escola, terão a chance de usar seus talentos desenvolvidos no internato e se tornarem grandes profissionais.

Eva está a um dia de se formar. Ela foi a melhor aluna da Escola durante anos, recebeu uma medalha de honra por seu talento, é dotada de uma beleza fenomenal e acredita em uma vida tranquila e segura além dos muros do internato onde viveu. Mas na noite anterior a sua formatura ela descobre que a vida prometida pelas suas professoras não passa de uma mentira, e que o que o futuro lhe guarda é triste e repugnante.

As garotas que se formam não são enviadas ao prédio sem janelas, que elas podem observar pelo jardim da Escola, com o objeto de se tornarem grandes arquitetas, médicas ou pintoras. Eva descobre que bem ali, logo após o lado que cerca a Escola, as garotas são acorrentadas em camas de hospitais e são forçadas a dar à luz bebês e mais bebês, com o fim de aumentar a população mundial, como escravas parideiras.

Eva não pôde acreditar que foi tão tola ao ponto de acreditar em todas as mentiras da escola, e agora ela sabe que precisa fugir. Existe uma cidade para refugiados chamada Califia, na antiga cidade de São Francisco, onde ela estará segura. E era pra lá que ela estava fugindo com Arden, outra fugitiva da Escola, quando conheceu Caleb.

Durante toda a sua vida Eva foi ensinada a não confiar nos homens. Segundo suas professoras eles haviam causado doenças, desilusões amorosas, e guerras. Não eram confiáveis ou dignos da piedade e do amor feminino, exceto o próprio Rei. Mas mesmo indo contra tudo aquilo que foi mandada acreditar, Eva não consegue entender porque se sente tão bem ao lado daquele garoto que parece arriscar sua vida por ela sem motivo algum. Talvez ela tenha aprendido tantas mentiras na Escola, que agora, vivendo em fuga no meio da mata, seja hora de começar a aprender por si só.

Anna Carey desenvolveu seu roteiro inteiro fundamentado na originalidade. É o tipo de distopia que eu não havia lido ainda, mas que desde o momento em que vi a capa e li a sinopse já tinha me sentido atraída. Mas, infelizmente, foi um livro que não atingiu minhas expectativas, e apesar de não poder ser considerado ruim, creio que não pode também ser chamado de “excelente”.

O cenário do enredo é os Estados Unidos após uma grande devastação, em que casas estão abandonadas e saqueadas, carros estão enferrujados no meio das antigas ruas, e as cidades viraram um ambiente selvagem à medida que o mato e a floresta foram invadindo-as. Na hora de descrever os locais, Anna não peca. Como Eva foi para a Escola aos 5 anos, ao passar por um McDonalds ela apenas o descreve como “o local com um grande M curvado e amarelo”, o que dá um toque de realidade ao livro.

Porém, acho que o problema mesmo foi Eva. Ela é uma personagem que viveu a vida toda às cegas, acreditando em mentiras e no futuro próspero que nunca existiria. Porém, a medida que a realidade a atinge, ela se torna destemida e vai evoluindo no decorrer do livro. O problema é que Eva não encanta o leitor. Por mais bela, doce e determinada que seja, ela acaba por se tornar uma mocinha um tanto clichê e sem graça. E mesmo o romance com Caleb, que poderia ter sido um toque perfeito ao livro, me deixou com um sentimento de “é só isso?”.

Na verdade, a única personagem que realmente me cativou foi Arden, que é corajosa, guerreira, engraçada e dotada de uma sinceridade ácida. Arden é uma coadjuvante que poderia muito bem ter ocupado o papel principal e levado o enredo para outro patamar. E mesmo Arden, que poderia ter sido a diversão do livro, a autora não soube aproveitar.

Talvez a continuação seja melhor, e realmente gostaria de continuar lendo a série, porém, não tenha grandes expectativas como eu. Se você começar a ler o livro pensando que não vai ser tão legal, pode acabar terminando por achá-lo o melhor do mundo. Pelo menos é o que sempre acontece comigo, e é o que eu recomendo no caso de Eva.

site: http://nolimitedaleitura.blogspot.com.br/2013/12/eva.html
jukillzz 24/04/2015minha estante
Exatamente. Eva é chata, sem graça e me pareceu covarde e egoísta muitas vezes. Se eu ler a continuação vai ser por causa da Arden. O romance entre Eva e Caleb é sem graça, morno, enfim, vou tentar ler o próximo mas sem esperar muita coisa.


Ali 09/08/2017minha estante
A autora criou um bom mundo distopico mais errou na hora de criar a personagem Eva




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