A Cabeça do Santo

A Cabeça do Santo Socorro Acioli




Resenhas - A Cabeça do Santo


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João Filho 02/12/2016

A cabeça do santo
Um livro empolgante, inspirador, por vezes engraçado, em outras bastante triste, mas, acima de tudo comovente. Uma narrativa escorreita, sem firulas desnecessárias, concisa e bastante precisa. Uma trama original e muito bem desenvolvida. É daqueles livros que deixa você refletindo.
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Amisterdan 22/11/2016

A Cabeça do Santo
A Cabeça do Santo ? Socorro Acioli
Feche os olhos e pense naquela pessoa que tem talento de sobra para contar histórias, pensou? Pois bem, conheci uma dessas pessoas, Socorro Acioli é um desses maravilhosos seres que consegue nos prender na sua narrativa. O livro A Cabeça de Santo é um a história super original e cativante, com uma pontada maravilhosa de realismo fantástico.
Samuel tem que pagar uma promessa feita à sua mãe antes dela falecer, ele tem que ir para a pequena Candeia, cidade no interior do Ceará, e encontrar seu pai que o abandonou quando Samuel ainda era um recém-nascido. Lá depois de vários contratempos, ele acaba se refugiando dentro do que ela acredita ser uma gruta, mas ao nascer do dia, ele descobre que passou a noite dentro da cabeça de uma inacabada estátua de Santo António. Dentro da cabeça do santo, Samuel começa ouvir orações de mulheres pedindo um marido para o santo casamenteiro, Samuel acaba ajudando essas mulheres e se transforma em uma espécie ajudante do Santo, e com a história desses casamentos se espalhando pelas cidades do Ceará, a cidade Candeia se revitaliza com procissões. Mas... Sempre tem um, mas.
Livro muito gosto e rápido de ser lido, apesar de um final que não me agradou tanto por ser muito corrido, vale muito a leitura desse talento da literatura Alencarina.
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Ana 22/09/2016

Maravilhoso!!
Leiam esse livro!!
Se vocês quiserem passar algumas horas em excelente companhia, escolham essa obra belíssima da cearense Socorro Acioli.

"- Tu sonha muito, Chico.
- Foi a morte que me ensinou. O tempo de sonhar é em cima da terra". ??
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ca.milafs 31/08/2016

Ficção cearense merece mais apoio
Socorro Acioli, contadora de boas histórias que é, soube unir em "A cabeça do santo" bom humor e um trabalho excelente de ficção. Um dos melhores pontos do livro é a descrição da escolha do nome de Madeinusa e claro, como não poderia deixar de aparecer, a narrativa sobre a fé do povoado em um novo milagreiro. Sem talento para escrever resenhas, só posso dizer que "A cabeça do santo" é leitura indispensável para quem quer se aprofundar ou conhecer a literatura cearense de qualidade.
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Renata CCS 07/07/2016

Um livro que fez minha cabeça.
.
“Ah, mas a fé nem vê a desordem ao redor...” (Guimarães Rosa)

De uma originalidade apaixonante e deliciosa! Este é um termo perfeito para definir o livro A CABEÇA DO SANTO, a estreia para o público adulto da escritora Socorro Acioli, já consagrada em escrever para crianças e vencedora do Jaboti de 2013.

O livro narra a trajetória de Samuel, que sai de Juazeiro do Norte com destino ao vilarejo de Candeia em busca do pai que nunca conheceu, em cumprimento do último pedido feito por sua mãe antes de falecer. Samuel faz todo o trajeto de 16 quilômetros a pé, sofrendo com as intempéries do sertão nordestino.

Ao chegar em Candeia, encontra uma cidade quase morta, cheia de desesperança, abandonada por grande parte da população devido à crendices de mau agouro instauradas pelo povo, por causa de uma estátua de Santo Antônio sem cabeça, inacabada por motivos técnicos. E como não há nada de ruim que não posa piorar, nada ocorreu como Samuel esperava: não conseguiu encontrar seu pai e sua avó, também residente daquela cidade, não lhe recebeu bem, apesar de se deparar com o neto consumido pela viagem. Além disso, uma tremenda chuva despenca do céu e ele é atacado por um bando de cães selvagens. Ferido, cansado e com fome, encontra abrigo em uma gruta que, somente no dia seguinte, descobre ser a cabeça da estátua descomunal do Santo Antônio.

A partir daí já saberemos que não se trata apenas de uma história de um filho à procura de seu pai: a cabeça do santo ecoa vozes de mulheres, com suas preces de ajuda ao santo casamenteiro. Sim! Samuel descobriu ser portador desse talento insólito e misterioso, só não sabia se era por algum lapso do santo ou se era alguma artimanha do capeta, mas o fato é que esse dom inesperado mudou a sua vida e de todos na cidade. Candeia ressuscita: ganha peregrinos vindos de todas as partes, pois o protagonista e seu novo amigo, Francisco – que dá o maior tom de humor ao enredo – decidem comercializar o dom de Samuel. A cidade ressurge no mapa, e por causa dos “milagres” do Santo Antônio, ironicamente o mesmo santo que a havia arruinado.

A narrativa de Socorro Acioli é de uma leveza encantadora, de uma engenhosidade elegante e muito competente. O modo como ela utiliza os costumes e crenças de uma região para nos presentear com uma história com um toque de fantasia, e sem perder o tom nordestino, prova que Acioli é uma escritora primorosa e que tem muito a contribuir para a literatura nacional.

Os personagens são notavelmente bem construídos, o enredo é muito envolvendo, a narrativa é leve, engraçada e, por vezes, poética. Há mistério, humor, drama, aventura e romance. Tem tudo que um bom livro tem que ter. Acioli nos prende a cada capítulo, nos deixando a cada página mais curiosos e fascinados com o linguajar, o palavreado, o cenário... tudo tem um porquê, uma imagem, um sentido, uma graciosidade singular.

Você até vai tentar economizar o livro, ler mais devagar para melhor desfrutar a companhia de Samuel e Francisco, mas a história é tão contagiante que dificilmente você vai conseguir desacelerar a leitura.

A CABEÇA DO SANTO é um livro tão gostoso de ler, tão cheio de imagens da cultura popular brasileira, com humor e leveza que envolvem o leitor a cada página, que é certo o seu poder de cativar um público bem diverso. Teria tudo para ser apenas uma história bem contada, mas tem a alma e a sinceridade que só uma filha do nordeste poderia colocar em uma obra.

Terminei a leitura com vontade de recomeçar. Entrou direto para a minha lista de prediletos e não sairá mais de lá.

Fiquei muito feliz em ler uma representante da nova geração de escritores nos presenteando com uma literatura primorosa, que foi buscar em suas raízes. Socorro Acioli me carregou para dentro da cabeça do santo e me fez ouvir também: literatura brasileiríssima, e de primeira qualidade!
Paty 08/07/2016minha estante
Comprei, né? Fazer o q...


Renata CCS 08/07/2016minha estante
=D


VICKY 19/07/2016minha estante
Depois dessa resenha, como não ler?




Leituras do Sam 28/06/2016

Tinha tudo pra ser ótimo, mas...
7° Livro de Junho.
Imagine uma cidadezinha do nordeste resolve construir uma grande estátua em homenagem a Santo Antônio em cima de um morro e que por erro de um dos construtores a cabeça do santo não pôde ser levada e anexada ao corpo que já estava construído lá no morro, fato esse que faz com que a cidade quase "morra"
Agora imagine que tempos depois um rapaz desconhecido vai morar dentro da cabeça do Santo que ficou abandonada no meio do mato e passa a ouvir de forma inexplicada, miraculosa, as orações das moças pedindo a ajuda do santo para conseguirem casar.
É valendo-se destes elementos que Socorro Acioli nos mostra o quanto a fé das pessoas pode ser explorada de forma desonesta por várias outras pessoas.
Lembrei muito da novela Roque Santeiro, mas não gostei muito da condução da narrativa, achei que alguns personagens poderiam ser melhor aproveitados; o tempo decorrido desde o início até o fim d história ficou confuso, fatos importantes não foram tão enfatizados como deveriam; deveria ter carregado um pouco mais no humor.
É uma história gostosa de ler? É, mas não entregou tudo o que eu acreditei e esperei que entregasse.
Larissa 13/03/2017minha estante
Realmente, tinha tudo para ser ótimo. a leitura é leve, divertida, prende o leitor. Infelizmente, o final foi bem corrido e tanto os personagens quanto a história ficaram soltos. Senti falta de um fechamento melhor, mais explicações, mais aprofundamento dos personagens.




Helena Eher 24/03/2016

Temática criativa e personagens muito bem construídos
A Cabeça do Santo conta a história de Samuel que, para atender ao último pedido de sua mãe, vai de Juazeiro do Norte para Candeia a fim de conhecer seu pai, sua vó e acender três velas aos pés de três santos.

A viagem, feita a pé, é exaustiva e a autora consegue nos fazer sentir a fome, a sede e ver a paisagem de sertão que acompanha e pesa sobre o protagonista.

Candeia é uma cidade morta e considerada amaldiçoada desde que uma estátua do Santo Antônio, literalmente, perdeu a cabeça. O corpo permanece de pé e a cabeça está há anos caída no chão. Depois de encontrar a vó e ser mal recebido, ela manda que Samuel vá se abrigar na cabeça da estátua porque vai chover.

E é aí que temos a reviravolta da história: Samuel começa a ouvir, dentro da cabeça, as preces que as mulheres fazem a Santo Antônio e junto com seu novo amigo, Francisco, um menino de 13 anos, resolve aproveitar essa oportunidade e fazer com que algumas preces sejam atendidas.

Depois disso, Candeia volta a criar vida e Samuel será amado, odiado, descobrirá segredos, se apaixonará e terá problemas a resolver.

A história curtinha é muito bem construída, como eu já comentei conseguimos ver as paisagens, sentir as sensações e viver junto com os personagens que, a propósito, são muito bem desenvolvidos. Adorei a forma como a história de cada um acaba se misturando com a do outro e formando um enredo em que tudo está conectado e faz muito sentido.

Também gostei muito da originalidade do tema e da forma como ele nos foi apresentado!

Recomendo!

site: http://leitoranaholanda.com.br
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Helio 21/10/2015

O texto corre , numa escrita que cai muito bem , não muito descritiva , metáforas propositalmente exageradas sobre o ambiente que fazem possível quase sentir na pele o sofrimento do coitado e ( mais adiante no livro ) um tom de humor que deixa ainda mais divertido. Ainda no primeiro parágrafo a autora apresenta o drama da historia , a razão dessa andança sofrida do protagonista a medida que o mesmo , vai lembrando da sua mãe e do pequeno pedaço de papel no seu bolso.

Durante o enredo a autora consegue expressar quase que perfeitamente as características do povo do interior nordestino e das suas cidades mais isoladas : Religiosidade do povo , preconceito , pobreza aceitada pela população , abusivo poder dos politicos da região e baião de dois.

Ao contrário do se conclui pelo título , A Cabeça do Santo não é um historia sobre a religião , apesar de esta ser presente no livro em alguns personagens.Samuel faz uma verdadeira Quest jornada na qual ele aprende , no decorrer da historia , como superar suas lembranças mais tristes , como cada pequeno ato do passado pode refletir no futuro de pessoas que estão mais próximas umas das outras do que imaginam , como tirar proveito da ignorância de muitos , etc.

Se gostou da resenha e sentiu-se interessado, confira-a completa do Blog A Hora de Madrugar

site: https://ahorademadrugar.wordpress.com/2015/01/20/resenha-a-cabeca-do-santo/
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Thais 02/08/2015

Poesia em texto corrido
Livro excelente, puro, simples, que transforma imagens em palavras precisas e exatas. Leitura fluida e gostosa e sensaçao de uma cosquinha de alegria no coração.
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james.silva8 20/06/2015

Um lindo romance tipicamente brasileiro.
Uma estória genuinamente brasileira com uma estrutura de roteiro viciante, não te deixa parar enquanto não terminar, uma linguagem regional sem bairrismos e sem gírias ou palavras que dificultem o entendimento, facil de ler e cativante do início ao fim. Triste por ter terminado de ler, queria mais.
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literatamy 14/06/2015

RESENHA COMPLETA NO LINK ABAIXO
https://www.youtube.com/watch?v=rAXwRNADjDI
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Celso 15/04/2015

Esperava mais, ou melhor, bem mais...
O livro A Cabeça do Santo tem tudo, ou quase tudo, para ser uma destas leituras deliciosas. Escrito por Socorro Acioli, cearense, após participar de uma oficina literária com Garcia Marquez, a obra tenta, de alguma forma, encostar naquele mundo fantástico, iconizada pelo autor colombiano.

O livro conta a história de Samuel, que parte para a cidade de Candeia para cumprir o último pedido e promessa feita a mãe: encontrar a avó e seu pai. Chegando lá, a avó o rejeita e vai morar dentro da gigantesca cabeça de santo Antônio, onde começa a ouvir vozes e passa a realizar alguns "milagres".

Uma série de personagens são apresentados, porém apenas nas últimas páginas parecem mesmo fazer sentido o tema principal do livro: o reencontro. A redenção do personagem principal parece se tornar apenas um final feliz, meio perdido diante dos elementos e histórias construídas.

Para ser sincero, gostei bastante do início do livro. Me senti um pouco nos universos de Garcia Marques, Dias Gomes e, nas peripécias atrapalhadas de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Mas, reconheço que o livro deixa muito a desejar quando a autora precisa tomar partido, com coragem, para o realismo fantástico ou apenas para o realismo. Ela fica em cima do muro! E os personagens são mal construídos e um pouco chapados, sem outras dimensões.

Irritou-me, bastante, quando em certo momento sai o pai do rapaz dentro de um buraco, após anos ali. Decepciona, deixando o livro muito mais palatável no seu miolo do que na finalização do conflito.

Recomendo a leitura, sem muita expectativa, por ser uma escritora contemporânea brasileira, que foi beber da fonte de Rulfo e García Márquez, trazendo para sua obra a riqueza, mas não inédita, do universo nordestino e a religiosidade e sincretismo brasileiros.

site: www.blogdocelsofaria.blogspot.com
Andre 21/04/2015minha estante
cara, era minha leitura atual e você me solta um spoiler por aqui. deixa ela oculta, faz favor.




Suiany 11/04/2015

Preciosa narrativa.
Samuel, cearense sofrido, jovem que achava ter visto de tudo na vida até perder sua mãe Mariinha para a doença de homem (sífilis). Antes de morrer Mariinha pediu-lhe que cumprisse a promessa de acender-lhe três velas, uma aos pés de Padre Cícero, uma de São Francisco de Canindé e outra de Santo Antônio. Fez-lhe prometer, ainda, quer procuraria e avó Niceia e o pai. Ambos que o menino nunca conhecera e, por isso guardava-lhes imenso rancor. E se cumprisse a promessa da mãe, o que certamente faria, seria com ódio, para vingar a morte da mãe matando o pai.

Ocorre que após 16 dias de caminhada e fome, Samuel chega à casa da avó e é surpreendido pela má recepção da mesma que, mesmo vendo o rapaz em precária situação o manda embora para refugiar-se da chuva iminente noutro lugar.

Durante a noite, ele refugia-se num local semelhante à uma caverna e lá permanece cansado e triste, por sua avó não aparentar ser a boa mulher que Dona Mariinha descrevera e por não ter tido sinal do pai, o grande motivo de vingança. Lá permanece até ser acordado por vozes de oração à Santo Antônio.

Surpreendido por tais cânticos, Samuel sai da suposta caverna e constata estar dentro da cabeça de Santo Antônio de Candeia, um santo tão mal construído que a cabeça nunca pôde ser posta do lugar. E é através desta cabeça que o protagonista construirá amizades, como a de Francisco e de Chico, arranjará casamentos, como o de Madeinusa (melhor nome) com Dr. Adriano, e fará inimigos como o prefeito da cidade.

Este livro é, sem dúvidas, uma obra prima da literatura brasileira contemporânea. É surpreendentemente encantador, triste, mas cômico. Possui uma narrativa regionalista, em que a ingenuidade e, por vezes, a ignorância não revela fraqueza, mas simplicidade e doçura.

Recomendo esta rápida leitura à todos, principalmente aos sulistas como eu que pouco conhecem da realidade nordestina e desejam aproximar-se desta cultura tão bela e rica em significações.

site: divinaleitura.wordpress.com
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Eliza 19/03/2015

Só lendo a orelha desse livro, sabia ter sido ele fruto de uma oficina de contos com ninguém menos que García Márquez. Foi preciso chegar à última página com os agradecimentos, no entanto, pra saber que na verdade a história já existia completa, bem como a vontade de transformá-la em conto. García, porém, adorou a idéia e incentivou a autora a escrevê-la (a história) transformá-la numa narrativa mais longa.

Não fui logo fisgada por esse livro. Até me arrastei pelas primeiras páginas. Mas confesso que a hipnose que me causam elementos como o sincretismo, a falta de fé e a sobra dela, as figuras conservadoras e inquiridoras do universo de Samuel são tão envolventes quanto aquelas, não menos nordestinas, em “O Auto da Compadecida”. O Brasil do interior é esse, de casas em que se come simples, de causos em que se conta exagerado e do sonho com o mar. Pessoalmente, vejo que essas cidades onde chega pouco do universo cosmopolita e caótico que vivemos e-ou buscamos, se vivem as mais curiosas pessoas, os mais intensos amores, os mais ferrenhos conflitos em família e a mais pura idéia de fé.

É por essas, e imagino que outras, que Gil numa música diz que “Por ser de lá, (...) do interior do mato, da caatinga, do roçado (....)” quase que não consegue ficar na cidade sem viver contrariado.
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Kátia Fujihara 09/03/2015

Quero uma cabeça pra morar...
A mãe de Samuel quando está pra morrer, lhe faz 4 pedidos: Que acenda uma vela aos pés de Padre Cícero, São Francisco, Santo Antônio e que vá atrás de sua avó e seu pai. Ele caminha durante 16 dias e chega a Candeia, uma cidade morta. A avó não o recebe e manda dormir fora de casa, e após se alojar no que pensava ser uma gruta o menino descobre que está dentro da cabeça de Santo Antônio e começa a ouvir as mensagens direcionadas ao Santo e aí começa a história mais espetacular do ano até agora. Me perguntei se existe de verdade uma cidade no sertão do Brasil com um Santo Antonio gigante...rs! (Se tiver eu quero ver isso!!).
A narrativa é fluída, não consegui largar o que me fez terminar o livro super rápido.
Recomendadíssimo, favoritado e levou o meu coração. Vou atrás de mais livros dessa autora.

PS: Madeinusa é o nome feminino mais criativo eveeeerr... seu significado é hilário!
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