A Escolhida

A Escolhida Amanda Ághata Costa




Resenhas - A Escolhida


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dayukie 25/02/2019

"[...]
Um passado com diversas lacunas a serem preenchidas, um relacionamento amoroso entre espécies divergentes e que não pode acontecer, um pai decidido a localizar sua filha, uma mãe decidida a proteger sua filha de tudo e de todos, um mestre com obsessão por poder, e um único livro que pode ser uma salvação, ou um martírio ainda maior para todos.
Como opinião geral:
Há detalhes, como a colocação de várias metáforas, que deixa a história mais marcante… Mais atrativa… Mais interessante de se ler. É o tipo de coisa que te faz reler e querer fazer marcações do livro, querer publicar em redes sócias ou simplesmente guardar para si. Nada é colocado na história ao acaso, todos os mínimos detalhes te lembrarão algo nos capítulos posteriores e, no fim deles, você perceberá que nem tudo o que se era dito, nem tudo o que se era acreditado, era pura verdade. Cheguei a ficar surpresa algumas vezes.
Critiquei algumas decisões da Ari, mas depois parei para me perguntar se no lugar dela não teria feito o mesmo. Ainda não tenho certeza da resposta.
O Luke não é o personagem principal que eu estou acostumada. Adorei isso. Ele é um cara normal, tirando o fato de ser um feiticeiro, é humilde, é inteligente, é divertido… É cheio de valores e verdades e não os coloca de lado; o Luke é apaixonante… Até os personagens secundários são. A louca da Vincy e as amigas dela: a esperta Lana, a persuasiva Melany e a doce Tyla.
Enfim, a escrita da Amanda é repleta de metáforas, ela tem um vocabulário vasto e sabe usar muito bem as palavras, tornar frases e parágrafos mais bonitos. Como se estivesse desenhando cuidadosamente cada traço da sua história. Apesar de ter demorado para me acostumar a isso, eu gostei, mas se você procura uma leitura mais rápida e leve, talvez não se acostume tão facilmente.
No geral gostei muito dos personagens e da história, apesar de achar que alguns pontos poderiam ter sido melhor desenvolvidos, a trama criada pela autora é instigante, repleta de segredos e reviravoltas. Fiquei muito curiosa para ler os outros livros da Trilogia, mas eles, até onde sei, ainda não têm previsão de lançamento. Infelizmente.
Enfim, é isso!
E aí, gostaram? Contem-me!
Recomendem também romances fantásticos nacionais. Há anos não leio nada nacional desse gênero."

Resenha completa no blog

site: http://bit.ly/escolhida
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Yza 15/01/2019

A escolhida conta a história da Ari, uma menina que não sabe da sua origem já que foi abandonada por sua família muito pequena e não se recorda de nada, a única coisa que Ari sabe é que tem asas de anjo (isso faz dela um anjo certo?) e possui uma sede de sangue que precisa ser saciada. Ela se considera um monstro e prefere viver sua vida solitária, saindo dia após dia para caçar e saciar essa vontade de matar que existe dentro dela, até que um dia se depara com dois rapazes que não são as presas fáceis que ela imaginava e do nada acaba sendo levada para um lugar chamado O Circulo, que é comandado por um feiticeiro nada legal a quem ela se vê obrigado a servir em troca de sua vida.

Amanda Ághata abriu meu coração para fantasias nacionais, confesso que tinha um pouco de receio de que a nossa realidade ficasse tão evidente que poderia perder um pouco da magia, mas a autora me surpreendeu com um mundo completamente novo, uma imaginação impecável e uma história toda amarrada. Esse livro conta com personagens bem construídos e nuances que foram colocadas nas horas certas, ou seja, temos uma calmaria, vamos para o romance e daqui a pouco acontece alguma coisa que movimenta a história, pode ser ação, alguma descoberta, ou qualquer acontecimento que tire os personagens da zona de conforto, ela foi muito feliz nesse aspecto já que não fica arrastado, mesmo com a narrativa mais lenta no início do livro achei o ritmo perfeito, não é devagar demais e cansativa nem rápida demais impossibilitando o leitor de se envolver com os personagens e conhecer a história a fundo.

Ari é uma personagem que me agradou muito, ela é segura de si, inteligente e determinada. Tem uma personalidade muito forte e por ter vivido sozinha e pelo seu estilo de vida é muito fechada, não deixa ninguém se aproximar e desconhece sentimentos, na verdade ela não se permite sentir. Ela acha que por ser uma assassina não tem o direito de amar e ser amada e para piorar acredita que bons sentimentos são fraquezas que ela não se dar ao luxo de ter. Afinal, quem não sente não se machuca. Mas com o tempo ela começa a confiar em algumas pessoas e são elas as responsáveis pela mudança na personagem. Sua personalidade sofre algumas mudanças ao longo do livro, é visível sua evolução, mas ela ainda tem muita coisa para aprender, por vezes ainda se fecha ou se precipita mostrando o traço mais irritante de sua personalidade, a mania de achar que sabe de tudo e está sempre certa.

Luke é o par romântico da protagonista, uma cara do bem, atencioso, carinho e gentil, mostra a todo o momento que amar é bom e deixa claro que acredita no bem que existe dentro dela. O relacionamento amoroso demora um pouco para desenrolar e por mais que seja uma parte importante na história Amanda não focou tanto nisso quanto eu achei que faria. Uma coisa que me deixou bem irritada com os personagens foi que eles criavam uma situação do nada, Ari é completamente desconfiada e acaba metendo os pés pelas mãos (mania de achar que sabe tudo), quando eu achava que ia a menina dava para trás e me deixava doida e quando não era ela o Luke fazia alguma besteira, foi bem frustrante algumas vezes, mas esses momentos serviram muito para o crescimento deles como casal e como pessoas, é como na vida, cometemos erros e aprendemos com eles, então no fim os erros acabam sendo válidos.

A princípio eu achei que o enredo ia girar em torno de quem era Ari na verdade, qual o passado dela e sua história, mas para meu espanto essas respostas foram dadas logo de cara, coisa que é bem difícil de ver por ai e demonstra muita segurança da autora. Pode parecer que com o fim do mistério a coisa desanda, mas não, esse foi um ponto positivo, ao mesmo tempo em que ela revelava algumas coisas, criava novas para continuarmos presos, isso fez com que o livro não tenha se tornado repetitivo, conforme perguntas iam surgindo já eram respondidas e assim por diante, eu particularmente adorei isso, tanto que já estou louca para ler o segundo livro e descobri o que vai acontecer no caminho da protagonista e (pasmem) seus amigos.

Esse livro é uma ótima pedida para quem gosta de fantasia. Uma leitura fácil, original, leve e que te prende do inicio ao fim. A Escolhida trás uma história que envolve várias espécies sobrenaturais em um só livro, mas o destaque mesmo fica com os feiticeiros. Passa uma lição de auto conhecimento, amor próprio e ao próximo, além de mostrar que todos nós temos luz e trevas e que precisamos conviver com isso e que cabe a cada um decidir qual lado vence essa batalha.

site: http://www.garotasdevorandolivros.com/2017/04/prato-principal-escolhida.html
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Gabriel Resende 05/05/2018

Sabe aquela sensação de que determinado livro está te seguindo? Pois é, já tem um tempão que ando me deparando com a capa de A Escolhida em diversos lugares e não tem como passar despercebido, porque ela é linda! Agora, tive a oportunidade de ler e posso dizer que a espera valeu!

No livro acompanhamos Ari, uma garota que aparenta ser totalmente meiga e delicada, mas não se deve deixar enganar pelo seu exterior, pois lá dentro, está seu verdadeiro eu: “um anjo com sede de sangue”. O problema começa quando ela se encontra presa em um círculo onde tem pessoas que não estão muito felizes com sua presença, mas quando se tem ajuda, as coisas podem ficar um pouco menos difíceis.

Amanda fez um trabalho incrível nesse livro. A história é muito bem escrita, não te deixa cansado ou saturado em momento algum. Os personagens são ótimos, todos muito bem desenvolvidos, desempenhando seus papéis numa perfeita imperfeição. E é claro, você termina de ler, mas o desejo por mais continua ali.

Mais um ponto positivo: a arte! De detalhes menores à arabescos nos inícios e finais de capítulo, todo esse cuidado acaba resultando num trabalho digno de muitos elogios. Eu li o livro em e-book, mas imagino que o impresso seja ainda mais bonito, principalmente combinado com a capa, sobre a qual já falei ali em cima.

A Escolhida é um ótimo livro que não pode deixar de ser lido. Fãs de fantasia e de romance que ainda não o leram já podem colocar na lista e esperar pelo lançamento de A Subestimada!
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Vicky 26/09/2017

RESENHA A leitura das leituras - By @universopeculiar
??RESENHA??

A Ari e uma jovem diferente de todos os humanos, em Lostcity. Aprendeu a se virar sozinha ainda muito pequena, e tem uma passado triste e cheios de segredos. Ela é uma assassina, de certa forma sente prazer no até de matar, já que nunca soube o que é felicidade, não há remorso. Ela tinha certa teoria sobre o que era na verdade, mas vai descobrir muito mais.

Após sair para mais um dia de "caçada" ela acaba tendo que ir com dois garotos para o círculo - um local onde só há feiticeiros. E para sua surpresa uma desses garotos, Luke, pode ser a melhor coisa que já encontrou em sua existência. Mas o pior de certa forma e que Egran, o líder dos feiticeiros, tem certo interesse em suas habilidades, e meio que obriga Ari a fixar usando um feitiço.

No círculo a muitos mistérios a serem desvendados, muitas aventuras a serem vividas, amizades a para serem feitas e sentimentos a serem conhecidos. E um passado a ser desvendado além de compreendido, e também há aquela velha brincadeira do nosso querido destino.

Essa leitura com certeza está na categoria "inesquecível" e na lista do melhores lidos. Definitivamente a @aagcosta resolveu brincar com as palavras e juntar a fantasia, o romance e o suspense em um só livro e transformar nessa obras maravilhosa. .

Esse livro com certeza é diferente de tudo que já (não tão diferente assim) li, os personagens são muito diferentes, e a nossa heroína e mais forte, fria, solitária, mas que ainda não se encontrou de verdade e que está em conflito consigo mesma. Ainda tem o Luke, ele é forte, amoroso, mas ainda sim ele de certo modo está disposto a arriscar. Também há a Vincy que apesar de ser meio louca, e chata, ela tem medo e é insegura. Ainda tem o detestável Egran, ser cujo estou ansiosa para ser morto pelas mãos da Ari ou melhor do Luke. .

Com esse livro eu vivi mais uma nova vida, uma nova aventura, era como se eu fosse os personagens ou uma telespectadora muito ansiosa. E estou louca e ansiosa para o próximo livro, com certeza valeu a pena ter comprado esse Ebook, e simplesmente maravilhoso. ~ VICKY
May 11/11/2017minha estante
Menina depois q li esta sua resenha maravilhosa, fiquei super interessada nesse livro!




@livrosmundofantastico 29/07/2017

Leitura envolvente!
Ari é completamente diferente de todos os humanos em que está habituada a conviver, abandonada ainda criança passou a viver pelas ruas de Lostcity e por isso aprendeu desde pequena a se virar sozinha, até que um dia conhece Lina uma bondosa senhora que decide cria-lá, mais o que Ari não imaginava que isso não mudaria o seu interior.

Ela tinha prazer em matar e saborear o sangue de suas vitimas por isso andava com um arco e flecha e suspeitava de todos a sua volta nunca sentiu ou sabia o que era felicidade por isso ela não tinha remorso em matar.

A única coisa que Ari sabia é que ela é descendente de um anjo, pois tinha asas apesar de mal serem notadas nas costas, ela pensava que tinha sido banida do céu por isso tinha muita raiva dos seus pais por tê-la abandonado-a. Com a morte de Lina ela entrou completamente na escuridão.

Naquele dia ela saiu de casa como qualquer outro dia para caçar alguma vitima mais é surpreendida por dois rapazes que decidem que devem leva-lá, mesmo sem saber para onde vai ela decide ir com eles apenas por curiosidade.

Ari é levada para o círculo formado por feiticeiros que ela nem sabia que existiam lá conhece Egran o mestre dos feiticeiros que tem um enorme interesse nas habilidades da jovem. No círculo ela conhecer Vincy e Luke que logo ficam amigas e Luke algo mais.

Como sempre viveu sozinha nunca pensou que poderia ter amigos muito menos se apaixonar por alguém, mais a muitos mistérios que precisam ser desvendados e que pode levar a ruína de todos ou a sua salvação.

Ari é forte e decidida e sempre desconfia das pessoas a sua volta e se fecha para qualquer sentimento.

A autora traz nessa história um modo peculiar em sua escrita que é cheia de sentimentos. O medo que todos temos guardados no mais íntimo são descritos de uma maneira objetiva pela personagem, me identifiquei bastante com ela através dos seus sentimentos.

site: https://mundofantasticodoslivros.blogspot.com.br/2017/07/resenha-escolhida-amanda-aghata.html
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Garotas Devorando Livros 02/06/2017

Uma fantasia nacional incrível!

[...]

Esse livro é uma ótima pedida para quem gosta de fantasia. Uma leitura fácil, original, leve e que te prende do inicio ao fim. A Escolhida trás uma história que envolve várias espécies sobrenaturais em um só livro, mas o destaque mesmo fica com os feiticeiros. Passa uma lição de autoconhecimento, amor próprio e ao próximo, além de mostrar que todos nós temos luz e trevas e que precisamos conviver com isso e que cabe a cada um decidir qual lado vence essa batalha.

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CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG!!!

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Helena Stein 05/05/2017

Admito que quando peguei esse livro para ler estava um pouco com o pé atrás. Mesmo lendo diversos elogios a respeito do romance, literatura fantástica é um dos meus gêneros favoritos. E além de ser o meu primeiro contato com um romance da autora Amanda Ághata Costa, também seria minha primeira vez lendo uma obra nacional abordando um fundo sobrenatural.

Mas ao final da leitura, eu apenas pude cair dura no chão, morta, e ser enterrada logo em seguida pela penca de emoções que fizeram meu coração parar. Chegar ao fim de uma leitura nunca foi tão doloroso. A ESCOLHIDA pode ter detalhes clichês, como uma protagonista abandonada e que foi desprezada pelos próprios pais, e essa dor acabou tornando-a mais forte, mas a autora conseguir colocar características tão marcantes que esse universo fantástico ganhou a sua própria identidade. E com força.

"(...) O precipício está ali, em minha frente, e por mais que nunca tenha imaginado como ele seria, tenho plena convicção do que me espera. O solo deslizante me levará para o fim de tudo, e por merecimento queimarei no fogo durante a eternidade."

O romance nos apresenta Ariali, uma jovem que gosta de viver por conta própria e sozinha. O que não seria estranho se ela também não tivesse sido banida do céu por ser metade anjo, metade demônio, e ter um forte desejo por sangue. Nesse ponto da resenha, quero ressaltar que o detalhe da protagonista ser "mestiça", também abre a porta para diversas divagações sobre todos nós que não somos 100% bons, e tampouco 100% ruins. Essa mistura de Ari, mesmo sendo em um layout sobrenatural, antagonicamente, também a torna mais próxima de nós, seres humanos. E isso faz com que a nossa empatia pela protagonista aconteça mais rapidamente.

Logo na primeira página o leitor já sente a escrita ágil, fácil e deliciosa da autora ao narrar uma primeira cena bastante empolgante e que captura totalmente o nosso foco para o desenrolar da história. Durante uma de suas caçadas, Ari é capturada por dois feiticeiros e levada para uma comunidade chamada o Círculo, onde, por sua vez, é liderada por Egran, um feiticeiro cruel e mortalmente ganancioso que usa seus poderes para prender Ari dentro da comunidade por meio de um feitiço que a obrigará a ter que lutar por sua própria vida.

"(...) Como duas pessoas tão confusas, quando se chocam, podem encontrar as respostas certas? Eu não sei como, mas basta vê-lo e tudo ao redor desaparece. Nenhuma dúvida me resta."

Ari se vê em um beco sem saída e acaba cedendo aos caprichos de Egran, porém, o que ela não esperava era que fosse acabar encontrando uma pessoa que lhe despertaria fortes sentimentos que até então, ela tinha ignorado completamente, e que essas novas emoções a ajudariam a fortalecer o seu próprio poder e a levariam por um caminho que a faria conhecer melhor a si mesma.

A narrativa é contagiante, viciante e super indicada. A história te prende, arranca seu fôlego diante dos acontecimentos e te faz suspirar com as cenas românticas. Muito bem desenvolvida, A ESCOLHIDA é uma leitura que todo leitor apaixonado por vampiros, anjos, demônios, lobisomens e outras criaturas fantásticas deve conhecer. Já estou mais do que ansiosa pela continuação, A Subestimada.

site: http://upliterario.blogspot.com.br/2017/05/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
Raquel 05/05/2017minha estante
Oba, faz tempo que quero ler e sempre acabou adiando, vou adiantar na lista *--*




Fernanda | @psiuvemler 29/04/2017

A Escolhida | Blog Psiu, vem ler!
A Escolhida é o primeiro livro de uma série e nele conhecemos Ariali, uma garota fruto da relação entre um anjo e um demônio, no entanto, poucas pessoas sabem dessa origem. A moça foi abandonada ainda cedo pelos pais e guarda grande rancor por conta disso. Infelizmente, para todos, o que mais a domina é a origem demoníaca, fazendo com que a garota só encontre prazer no sangue derramado e nos últimos suspiros de suas vítimas, que são atraídas nas ruas escuras, pelo seu rosto angelical e poder de hipnotização.
Ari é rejeitada por todos. Ela mesma não faz questão de construir laços, por isso vive as noites vagando pelas ruas, procurando as próximas vítimas antes que enfraqueça pela falta de mortes. E em um desses dias de caça, a garota acaba sendo capturada por dois feiticeiros, que alegam que sua presença é solicitada pelo mestre.
A partir disso, a vida dela vira do avesso. Ela acaba se envolvendo mais do que o planejado com algumas pessoas do Círculo – moradia dos feiticeiros – e acaba fazendo verdadeiras amizades lá dentro. Amizades que a fazem perceber que ficar sem tirar vidas talvez não seja tão ruim. Mas ela também descobre que foi alvo de um feitiço lançado pelo próprio mestre, Egran, que a impede de se afastar do Círculo e a obriga a realizar algumas missões – que envolvem, basicamente, assassinar pessoas importantes (o que não seria problema, se ela não tivesse resolvido mudar). Agora ela tem que esconder as verdades do mestre e ainda partir para essas missões, que provocam o pior lado da garota.
Melhor. Leitura. De. 2017! Só digo isso. Geeeente. Se antes eu tinha curiosidade em conhecer a escrita da Amanda, agora quero ler tudo o que ela escreve. Essa mulher me colocou em uma montanha russa em poucas páginas. Em um momento, queria abraçar Ariali, queria abraçar Luke, queria abraçar todo mundo e, no outro, gente, que vontade de espancar essa guria por causa das atitudes dela! Muitas coisas me impressionaram nessa história e vou tentar resumir algumas delas pra não deixar essa resenha sem fim. x)
Uma das coisas que mais gostei foi a forma como a autora trabalhou o relacionamento do Círculo com o mestre. Nota-se claramente uma espécie de abuso de poder, onde os feiticeiros só obedecem por medo. E isso é representado na forma como as coisas são ensinadas. Egran não trabalha o potencial de seus alunos, pelo contrário, ele controla cada porção de feitiço que será ensinado, justamente para que os outros não fiquem mais poderosos que ele e comecem uma revolução. Egran se acha o todo poderoso, quando, na verdade, só o que faz é controlar para que ninguém tente derrotá-lo.
Outra coisa foi o modo como a conexão de Ari com Luke foi evoluindo aos poucos. Conforme as páginas vão passando, nós descobrimos coisas do passado que vão se encaixando e dando cada vez mais sentido ao enredo. Mas Ari era uma garota de personalidade forte, que viveu grande parte de sua vida sozinha, sem nenhuma demonstração de afeto, então era de se esperar que ela não tivesse tanta facilidade em se permitir ter envolvimento com alguém. A Amanda construiu essa relação de um jeito tão lindo que era como se Luke fosse conduzindo Ari, degrau por degrau, até conseguir conquistar a confiança da moça. Ele respeitou o tempo dela e, por mais que eu tenha ficado muito irritada com as crises de ciúme dela, foi engraçado e ao mesmo tempo muito fofo ver os primeiros passos da vida amorosa dela.
Eu li através do pdf que foi disponibilizado na nossa parceria, mas mesmo assim me apaixonei pela edição da Arwen. No topo da página temos o título da obra e o nome da autora e a numeração das páginas é enfeitada por uma pena. No início de cada capítulo tem alguns ornamentos enfeitando a página. Quando os personagens precisam se comunicar através de bilhetes, há uma fonte diferente, representando a letra de cada um que escreveu. E nas primeiras páginas ainda temos uma ilustração de Ari com seu arco e flechas e a mochila que sempre carrega. É legal notar o detalhe das asas, que a cada morte vai perdendo cada vez mais penas.
Tudo o que constitui essa obra ficou maravilhoso! Eu estava com saudades de ler obras nacionais e essa, com certeza, foi uma ótima experiência. O final da história foi bem vago, considerando tudo o que aconteceu anteriormente, mas eu adorei isso, porque me deixou ainda mais ansiosa pela continuação. Preciso dizer que um dos parágrafos (cuja primeira frase deixei no topo da resenha) me lembrou demaaais a abertura das séries da Warner e eu quase surtei quando comecei a ler, hahah.

site: http://www.psiuvemler.com.br/2017/04/resenha-escolhida-amanda-costa.html
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Aline 05/04/2017

Ari mora em Lostcity. É uma garota solitária e seus dias resumem-se em sair para caçar. Atraente e de aparência delicada, ninguém imagina que por trás de sua feição angelical enconde-se um anjo sedento por sangue.
Um dia, quando sai para mais uma de suas "caçadas" ela é abordada por Edlun e Luke. Dois feiticeiros que a obrigam a acompanhá-los até o Círculo para conhecer Egran, mestre dos feiticeiros. Sem saída ela os acompanha, e não imagina que sua vida está prestes a mudar para sempre. Todas as suas convicções irão por água abaixo e ela vai descobrir um lado seu que nem imaginava existir.

"(...) O precipício está ali, em minha frente, e por mais que nunca tenha imaginado como ele seria, tenho plena convicção do que me espera. O solo deslizante me levará para o fim de tudo, e por merecimento queimarei no fogo durante a eternidade." (p. 37)

Ari é inteligente, determinada e independente. Dona de um gênio forte e acostumada à solidão, vai ter que aprender a lidar com as descobertas sobre sua vida e principalmente com Luke e seus sentimentos por ele. A protagonista me conquistou aos poucos. À princípio confesso que não me chamou tanto a atenção, mas conforme a autora vai nos apresentando e permitindo conhecê-la melhor, fui cativada pela sua personalidade e determinação. A autora soube moldar muito bem a personagem, criando uma protagonista incrível. Seu amadurecimento no decorrer da história é visível.

"(...) Eu tinha um milhão de dilemas e um percentual mínimo de resolução." (p. 114)

Luke é muito amor. Atencioso, inteligente, protetor, carinhoso e lindo. Paciente, soube lidar com Ari e seu temperamento difícil. Quero um Luke pra mim! rs
O envolvimento entre os dois se dá de forma gradual, sem pressa, nada forçado. Acho que isso foi uma das coisas que mais me encantaram. Além da persistência e paciência de Luke.

"Fomos além de todos os limites. Cruzamos todas as linhas do proibido, do errado, do ridículo, e do que funcionaria. Eu e ele éramos o perfeito exemplo da imperfeição." (p. 130)

"(...) Como duas pessoas tão confusas, quando se chocam, podem encontrar as respostas certas? Eu não sei como, mas basta vê-lo e tudo ao redor desaparece. Nenhuma dúvida me resta." (p. 390)

Narrado em primeira pessoa, A Escolhida é uma leitura agradável e fluída. Amanda Ághata Costa construiu uma história envolvente e instigante, com boa ambientação e detalhes na medida certa. Os personagens são apaixonantes, muito bem caracterizados e explorados na trama, com personalidades marcantes. Cada um conquista por sua singularidade. Os meus preferidos são Luke ♥, Vincy e Tyla, além de Ari, é claro.

(+) Leia a resenha completa no blog.

site: http://literalizandosonhos.blogspot.com.br/2017/04/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
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Pâm Possani 03/03/2017

Amandinha lacradora
Desde que vi esse livro na faixa na promoção da Amazon e na pós bienal que a Arwen fez eu fiquei interessada mas não tinha me dado a oportunidade para lê-lo... Mal sabia eu o quanto Amanda iria me conquistar com seus quotes inesperados em uma personagem inusitada.
Ari vive em Lostcity, uma cidade em que ela basicamente vive em alusão ao nome da cidade, perdida: perdida em seus pensamentos e atos, na maioria das vezes terríveis e inescrupulosos apesar do rostinho doce e do olhar profundo. Mas ela não é uma menina qualquer e muito menos humana... Ela, na verdade, nasceu de um anjo e um demônio e assim, sua natureza não poderia, de qualquer forma, pender somente para o bem. Bem, pelo menos até agora, quando foi capturada por dois feiticeiros e ter que mudar completamente sua rotina solitária para novos afazeres em grupo, ao qual ela nunca esteve acostumada e nem sabia que existia em si mesmo.
Mas será que Ari é realmente mais do que imaginava? Será que existe um coraçãozinho que pulsa sangue bom dentro do kiwizinho atual em que está vivendo internamente? E será que esses novos colegas poderão se tornar seus amigos se ela nunca teve algum? Ela pode estar aberta... Ao amor? São questões que vão surgindo, dentre outras, e vão sendo respondidas ao longo das páginas então você tem que ler pra saber (MUAHAHAHAHAHAHA). O enredo no início me pareceu um pouco confuso com a Ari ser raptada, mas é apenas uma adaptação da Ari a esse mundo novo de gente que ela está sendo apresentada e precisa lidar com isso, logo a confusão da minha cabeça sumiu e eu me vi perdida também em Lostcity, ô ironia da vida!

Leia mais no blog!

site: http://www.interruptedreamer.com/2017/02/resenha-escolhida-de-amanda-aghata-costa.html
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Camila 20/02/2017

Resenha: A Escolhida (Por Livros Incríveis)
Ari é uma jovem atraente e de feições delicadas. Entretanto, ninguém imagina que ela é um anjo sedenta por sangue e que gosta de atrair pessoas para matá-las com seu arco e flecha para depois provar de seu sangue. Por ser um anjo na Terra, ela logo é capturada e levada ao Círculo, lugar onde moram os feiticeiros. Agora refém, Ari é percebe que tudo que era convicta e tinha como verdade pode não ser tão verdade assim, quando descobre um lado de si mesma que era totalmente desconhecido, onde pode amar e ser amada. Ela precisa descobrir então qual lado dela reinará, onde ela finalmente pode sentir, ou onde ela continuará destruindo a tudo e todos.

“Sozinha, eu sou melhor que vocês todos unidos.”


A Escolhida é o primeiro livro lançado pela autora Amanda Ághata Costa e consequentemente, meu primeiro contato com a escrita dela. Confesso que pela sinopse, não fazia ideia de como a história se desenrolaria ou até sua abrangência e devo dizer que todo o conjunto foi muito agradável.
Ao começar pela escrita, a de Amanda é deliciosa. É envolvente e muito bem feita, cheia de metáforas e frases belíssimas que me fizeram marcar o e-book todinho (e foi difícil escolher apenas duas pra pôr aqui). Além disso, por ser narrado em primeira pessoa, os leitores acompanham e têm as mesmas dúvidas que a protagonista. Um fato que eu particularmente achei curioso é que sempre que eu tinha uma pergunta e me questionava mentalmente, ela era sanada umas páginas depois. A autora escreve de forma a induzir a curiosidade, mas sem enrolar para nos dar algumas respostas. Ainda assim, a leitura pode ser meio lenta nos primeiros capítulos, onde eles são muito extensos. A partir de certo ponto, a leitura fluiu melhor, sem ter capítulos rápidos ou longos demais. Também tive certa dificuldade em imaginar os ambientes retratados, mas nesse caso, acho que foi falha minha, onde uma hora imaginava que o ambiente era algo mais medieval, e em seguida, eram descritos carros e avenidas.

Os personagens também são, em sua maioria, bastante amáveis. Ariali, a protagonista, é particularmente surpreendente. Sua personalidade é algo totalmente diferente do que vemos nas protagonistas por aí. Ela é badass, mas de um jeito realmente ousado, onde demonstra sua revolta e não leva desaforo para casa. Logo, a leitura já ganha um novo frescor com tamanha diferença se comparado a outras obras que li, mesmo que muitas vezes ela acabe sendo imatura por não saber lidar com os novos sentimentos. Ela também faz um par convincente e extremamente foto com Luke, que não ganhou meu coração, mas que é o garoto dos sonhos de muitas garotas. Particularmente Vincy foi minha personagem favorita, pois foi a que mais me identifiquei. (ainda que na parte de festas e bebedeira ela seja o oposto de mim!)

“Um detalhe tão pequeno nos mostra que, por mais que seja a escuridão presente no mundo ou especificamente em cada criatura, sempre haverá uma fagulha de esperança. No centro, por mais imperceptível que venha a ser, ela está ali silenciosa... Esperando por sua fuga.”


Ao meu ver, há duas mensagens principais que a autora quis passar. A primeira, é que toda e qualquer pessoa possui os dois lados; cabe a ela seguir o que acha mais válido. Nenhuma pessoa é inteiramente boa ou má, todos cometem erros, possuem falhas e podem fazer algo bom por alguém. Independente de quem ela é ou julga ser. E Ari é a perfeita combinação sobre o que Amanda A. Costa quis passar.
O outro ponto, diria eu, é sobre uma sociedade que não tem liberdade alguma de escolha, basicamente ditadorial. Onde pede-se solenemente que não se faça. Mas caso faça, morre. Ao longo de toda a obra, Ari narra sobre como Egran, o mestre do Círculo, manda e desmanda e obriga os outros a realizarem suas vontades. Foi uma crítica sutil, mas ainda assim, presente.

A história termina em aberto, para ser continuada quase que prontamente no próximo volume. O final foi satisfatório, respondendo parte das possíveis dúvidas cruciais dos leitures. Por outro lado, deixa mais uma porção de questões em aberto, como por exemplo como será a relação com Vincy e se um dos personagens que apareceu logo no final ganhará mais destaque.
A Escolhida mostrou-se um romance bem elaborado, mesclando com sucesso a fantasia e várias criaturas míticas, sem que se tornasse cansativo ou repetitivo. Além disso, é uma história criativa e original, sem semelhança com as que vemos por aí, logo, extremamente recomendado para quem gosta do tema. Aguardo agora ansiosamente pela continuação, e espero que não demore a chegar.

Sobre a série:
A Escolhida é o primeiro livro da saga que leva o mesmo nome e foi lançado em 2015. O segundo livro, A Subestimada, está em processo de finalização e será lançado ainda esse ano.

site: https://porlivrosincriveis.blogspot.com.br/2017/02/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
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Mary 13/02/2017

A Escolhida é o primeiro livro da série que também se chama A Escolhida, escrita pela autora Amanda Ághata Costa. No livro vamos acompanhar um romance fantástico e uma personagem bem diferente do que estamos acostumados a encontrar.

Em A Escolhida, vamos conhecer a Ariali, ou como ela gosta de ser chamada Ari. Ela é uma jovem de 18 anos e que tem asas de anjo. Ari foi abandona pelos seus pais, e uma humana chamada Lina cuidou da Ari, até o dia de sua morte. No livro vamos descobrindo aos poucos a origem de Ari, e digamos, que ela é uma espécie de híbrido de anjo e demônio.

Diferente de muitas protagonistas que encontramos por ai, a Ari não é uma personagem do bem. Ela é uma assassina e sente prazer em matar usando seus poderes. Ari não tem sentimentos, ela é praticamente uma rocha.

Um dia quando Ari estava procurando uma vítima, ela é abordada por dois jovens feiticeiros, Luke e Edlun. Os dois foram mandados por Egran, o mestre do círculo que eles fazem parte, para mandar um recado a Ari. Egran solicita a presença dela no círculo, sem escolha, ela acompanha os dois feiticeiros para saber do que se trata.

Quando ela chega no círculo e encontra Egran, ela descobri que ele deseja os serviços dela como assassina. Ari tenta falar não, mas ele joga um feitiço nela, ou Ari faz o que Egran manda, ou ela morrerá. Em troca dos assassinatos, Egran promete que manterá Ari informada sobre seus verdadeiros pais. Sem alternativas, Ari passa a viver no círculo e a fazer o que Egran manda.

Como ela passa todo o tempo no círculo, ela começa a conviver com Vincy (irmã do Luke), e outras meninas. Aos pouquinhos ela vai conhecendo melhor o Luke, um sentimento desperta nela, e com o decorrer da história, ela se vê apaixonada por ele, e por mais que ela seja correspondida, existe uma regra que criaturas diferentes não podem se relacionar. Por isso, os dois mantém o romance em segredo.

Além de um amor proibido, Ari precisa lidar com o seu passado, com pessoas que a querem encontrar a todo custo, e ainda tenta ajudar suas amigas a achar o Livro das Sombras antes de Egran, mas, muitos acham que ele é apenas uma lenda.

O livro é narrado em primeira pessoa e pelo ponto de vista da Ari. A Escolhida foi o meu primeiro contato com a escrita da Amanda, e eu simplesmente amei. A autora criou um universo de anjos, demônios, vampiros, fadas e outros seres, mas não ficou apenas naquela coisa mágica, ela criou e desenvolveu personagens de uma maneira muito boa. A forma como ela conseguiu fazer a Ari amadurecer, é um dos meus pontos preferidos da estória. No livro não temos enrolação e partes desnecessárias. Ao todo, posso falar que A Escolhida foi uma estória bem pensada e muito bem escrita, o que me deixou bem satisfeita no final da leitura

site: www.enquadrandolivros.com.br
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tatty 13/02/2017

"É tão encantador o modo com que as nuvens se escondem em algumas ocasiões. Elas ficam lá, tímidas, tentando manter-se afastadas de todo o restante. Dissipam-se e se mesclam nos céus azuis, quase imperceptíveis. Nem sempre conseguem, mas tentam. Eu gosto de nuvens e gosto de como elas me sorriem em silêncio, compartilhando da mesma tentativa falha de manterem-se invisíveis. Eu também tento, porém não consigo."

Ari é uma banida que sempre foi autossuficiente. Viveu grande parte da sua vida sozinha, perambulando pelas ruas misteriosas de Lostcity. Por ter sido fruto de um romance proibido, foi abandonada por seus pais na infância e acabou por se tornar uma garota fria de aparência meiga; e ela não poupa sua meiguice para fazer aquilo que mais a satisfaz: matar.

"Posso não gostar de companhias, mas elas precisam gostar de mim para que eu consiga destruí-las depois."

Em um dia aparentemente normal, a garota é abordada por dois homens estranhos e é levada contra sua vontade para o Círculo dos feiticeiros, onde o mestre Egran a espera. Por sua habilidade e sede de sangue, Ari foi a escolhida para seguir as ordens do líder malvado e se vê obrigada a ficar no Círculo – onde não é desejada pelos demais – com a promessa de receber informações sobre seu passado.

"[...] Suas táticas são semelhantes às minhas. Um monstro enxerga o outro de longe."

Os primeiros dias naquele lugar não são nada fáceis, pois a menina quase foi atacada por um vampiro e, pra completar, Vincy não facilita as coisas para ela. O que acaba se tornando um conforto é o feiticeiro Luke, que se mostra um amigo confiável... ou mais do que isso.

"Enxergo tanta poesia em tudo o que Luke diz, como se cada frase fosse devidamente orquestrada e estruturada antes de ser exposta. A delicadeza em sua fala é encantadora."

Com altos e baixos, a vida de Ari no Círculo se torna uma loucura, mas ela consegue conquistar Vincy mesmo com toda a teimosia de ambas. De vez em quando é chamada para realizar trabalhos para o mestre e se torna cada vez mais próxima de Luke. Ela não acreditava em sentimentos até então.

"[...] enquanto olham pra mim com carinho, percebo que a solidão nunca foi a melhor alternativa. Apenas era o que eu precisava aceitar. No que eu queria acreditar."

Aos poucos Ari percebe que não é só Egran que a deseja por perto e o perigo se aproxima cada vez mais. Ela precisa descobrir o porquê de todo interesse nela, quem ela é e qual é o seu passado, além de lutar contra dois desejos: de ser uma garota má com sede de sangue e poder e o amor proibido que ela tanto criticou.

"– Não se molda o destino, menina. É impossível mudar o curso de dois rios quando ambos são feitos para desaguar em um só lugar."

***
A beleza do livro já começa por esta capa maravilhosa e que aposto que chamaria a atenção de qualquer um em uma livraria. Aí quando você passa as páginas é só amor: o título do livro grande num fundo preto e uma ilustração LINDA da Ari com um arco e flecha nas mãos. A pena junto com a numeração das páginas dá um charme ao livro e nos agradecimentos temos a Amanda sendo fofa (como sempre) e agradecendo aos blogs, o que achei muito legal da parte dela ter lembrado, já que faço parte disso.

O livro é narrado em primeira pessoa, nos dando a visão completa da protagonista (e teve tanto quote legal que até doeu meu coração colocar só alguns aqui çç). Em alguns momentos a Ari se parecia muito comigo e em outros ela me irritava profundamente, só porque eu amo o Luke e ela fazia teimosia com ele hahah.
A Escolhida em nenhum momento se torna arrastado ou tedioso, e isso faz com que a gente sempre espere por algo mais nos próximos capítulos, e quando o livro acabou eu fiquei pensando: "Não é possível, tá faltando páginas nesse livro. Não pode ter acabado aquiiii. EU QUERO RESPOSTAS!" hahaha

O primeiro livro da série termina com perguntas que te motivam a querer ler os próximos e saber como vai acabar essa história cheia de mistérios e personagens cativantes. Já estou ansiosa e com saudade.

site: www.curaleitura.com.br
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Paraíso das Ideias 09/02/2017


Olá

Pessoal,

Hoje trago a resenha de “A escolhida”, e apesar de não gostar de livros de fantasia, esse promete te prender do inicio ao final, então vamos logo ao que interessa ...
Ariali, ou somente Ari, aparenta ser uma menina doce e carinhosa, mas quem pensa assim está correndo um sério risco. Ari foi abandonada por seus pais, e Lina a encontrou na rua. Lina cuidou de Ari até sua morte e fez de tudo para provar a ela que o amor constrói, mas não conseguiu.

Ela, tem o bem e mal dentro de si. O seu lado angelical e bom, herdou de sua mãe, enquanto de seu pai herdou o seu lado escuro e demoníaco e quando esse lado se manifesta ela se transforma em uma assassina ágil e admirável, e por ter essa facilidade é notada por Egran, um terrível feiticeiro. Ele a quer para que ela realize algumas tarefas.

"Não tenho uma família, nem imagino de onde venho. Matar é o meu maior desejo e o único que não deixo de colocar em prática. O odor da vida esvaindo através de meus dedos é a sensação mais intensa que vivencio. Sou o nada e o tudo, um meio termo. O amor não me petrifica, o perdão não é acumulado em minha carne e as emoções não invadem o meu coração. Sou a própria rocha."


Ari, vai ao encontro de Egran, mas nega o seu pedido, porém ela se vê amaldiçoada. Egran diz para ela fazer o que ele manda e em troca ele dará noticia de seus pais, Ari fica curiosa e não tem outra escolha a não ser aceitar o que Egran propõe.

O objetivo de Egran é fazer com que Ari mate cada vez mais, porém há males que vem para o bem. Lidando com Egran Ari conhece melhor Luke, que trabalha para ele também, e de repente se vê envolvida com aquele feiticeiro de cabelos bagunçados, justo ela que sempre se privava de seus sentimentos.
Mais claro que esse romance não será nada simples, eles vão passar por muitas coisas juntos, afinal eles são totalmente diferentes.

"Se não temos o que perder, não temos pelo que sofrer."



Apesar de o livro ter capítulos extensos e eu ter tido dificuldade para entender o inicio da história, a leitura se desenvolve bem, e é nesse momento, onde tudo se encaixa e a escrita flui que o livro foi despertando em mim uma curiosidade e ansiedade para descobrir o que iria acontecer em cada pagina.

A escrita da autora é leve e bem contagiante, quando você menos espero o enredo já esta pegando fogo e você já esta viciado na leitura, como adquirimos o material em parceria como uma cortesia, li em ebook. Ainda sim a capa é linda e representa bem a menina que parece doce, mas só parece. A revisão estava bem feita e não localizei erros.

Agora só me resta começar a leitura do segundo, que tenho certeza que será melhor que o primeiro, pois estou com aquele pensamento ... o que vai acontecer??

site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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Dryh 07/02/2017

Eu sou uma aberração. Eu sou. Eu sou. Eu sou. É por isso que ninguém nunca me amou. Ninguém poderia me amar. Todos sempre se afastam. Todos sempre insistem em se afastar, porque eu os assusto. Eu nunca quis assustá-los. – página 88

Num mundo onde vampiros, lobisomens, feiticeiros, anjos, demônios e fadas existem, Ari poderia ser só mais uma criatura estranha andando por Lostcity. Mas ela não é só mais uma. Ela é única. Ari é um anjo que mata pessoas para sentir algo, para se sentir melhor. Porém, cada vez que ela faz algo ruim, mais penas caem de suas asas. Banida do céu sem nem mesmo saber o motivo, ela vivia com uma mulher chamada Lina, mas, já no início do livro, Ari está sozinha. Algo acontecera com Lina, e isso ajudou a tornar Ari uma pessoa fria.

Sua rotina muda quando ela é interceptada por dois feiticeiros, Luke e Edlun, e eles a levam para seu mestre, Egran. Sabendo que não é páreo para os dois, mesmo sendo esperta, ela decide segui-los até o Círculo, onde outros feiticeiros vivem. Chegando lá, e sendo mal recepcionada pelos que ali vivem, afinal, é uma Banida, Ari conhece o terrível e temível (e odioso) Egran, que queria os “serviços” de Ari.

Sou o nada e o tudo, um meio termo. O amor não me petrifica, o perdão não é acumulado em minha carne e as emoções não invadem o meu coração. Sou a própria rocha. – página 21

Sem opções, Ari acaba permanecendo no Círculo, tendo sido marcada por um feitiço de Egran. Se ela fugisse ou até mesmo fizesse algo (de propósito) que colocasse os feiticeiros em perigo, ela morreria. Mesmo sendo imortal, o que a deixou em pânico. Egran poderia realmente mata-la? E ele havia “prometido” lhe ceder informações sobre seus pais. O que eles haviam feito, cuja consequência atingiu até mesmo ela, banindo-a do céu?

Confesso que demorei um pouco para gostar dos personagens, e, infelizmente, não consegui me encantar por nenhum. Ari é uma personagem interessante, mas ela ficava se martirizando e dramatizando demais, e isso me tirou do sério. Entendo que ela não sabia nada a respeito de seu passado e nunca tinha amado ou sido amada antes, mas ela ficava naquela de “só há escuridão dentro de mim, não há luz”, e o romance entre ela e Luke não me convenceu.
E eu senti que, estando em perigo mas mãos de Egran, que pouco se importava com seu povo, Ari, Luke e seus amigos não tomavam o devido cuidado, (como falar sobre coisas importantes e segredos dentro do círculo, quando poderiam tê-lo feito fora), e não achei Egran tão cruel como todos o faziam parecer. Talvez essa face mais obscura do personagem apareça no segundo livro, não sei.
Eu não sou muito fã de histórias com criaturas sobrenaturais, mas gostei da ambientação criada pela Amanda, principalmente pelo fato de os personagens principais não serem vampiros ou lobisomens, como na maioria dos livros do gênero. Aqui são feiticeiros e Banidos, e eu gostei bastante disso. Também gostei de ver Ari fazendo amizades e sentindo-se amada, apesar de achar que ela não lutou muito contra sua sede de sangue.

“Mas tome cuidado, Ariali. A paixão é ardente e sensual. Não é difícil ser atraída pelo proibido, difícil é lidar com as consequências dos seus atos. Esse sentimento pode ser sua ruína, ou sua salvação. Você é quem escolhe o que irá se tornar. – página 215

Neste primeiro livro a autora nos traz um mistério acerca de um certo livro de feitiços que pode ajudar ou destruir os personagens, e eu fiquei curiosa para saber o que vai acontecer quando o encontrarem. A autora deixou um gancho bacana para o segundo livro, mas confesso que estava esperando uma bomba ou algum acontecimento que me deixasse pasma e doida pela continuação. Estou curiosa para ler o segundo livro, mas A escolhida não trouxe tantas cenas tensas e tanta ação quanto eu imaginei que traria, então é apenas curiosidade, não necessidade.

A escrita da autora conseguiu me fisgar (apesar de a narração da Ari não ter me agradado 100%, pois, assim como aconteceu com o livro Sob um milhão de estrelas, resenhado há pouco tempo, ela divaga um pouco sobre algumas questões, e fica parecendo auto-ajuda *-*), então eu li o livro bem rapidinho e mal vi as páginas passando. Gostei de saber sobre o passado da Ari, e a questão de sua imortalidade, e algo me diz que isso será mais explorado ainda no segundo livro.

A diagramação está linda, a capa é maravilhosa, e o interior do livro contém algumas ilustrações, os números das páginas são circundados por penas (lindo!) e os capítulos são bem “enfeitados”. Mas, eu preciso mencionar: a revisão não ficou perfeita. Encontrei vários erros (eu não fico procurando, juro!), bem bobinhos, como vírgulas a mais ou faltando, e letras a mais nas palavras.

Enfim, fui chata na resenha, mas eu gostei do livro. Como eu disse antes, os personagens não me conquistaram, mas isso não significa que não gostei deles, porque eu gostei. A narrativa é reflexiva, e, como eu não gosto muito disso, me incomodou, mas a autora conseguiu me prender à história, e eu fiquei querendo mais. Espero que o segundo livro saia logo, pois estou doida para saber o que vai acontecer a seguir, e seria bacana ter pessoas de outras “espécies” ajudando o grupo...haha’ afinal, como dizem, a união faz a força, né? Eu teria dado 3,5 milkshakes para o livro, mas, como eu achei a história incrivelmente original, vamos de 4 :)

“Um dia, acreditei no seu melhor e ainda confio. O seu coração não é negro da forma que pensa. Eu pude ver a sua luz e não há nada que vá apaga-la.” – página 434

site: http://shakedepalavras.blogspot.com.br
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