Put some farofa

Put some farofa Gregório Duvivier




Resenhas - Put Some Farofa


47 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4


@sobreaspaginas 15/11/2018

Amei
O livro é recheado de crônicas, que você tem uma enorme vontade de ler uma atrás da outra~nao da vontade de parar, de verdade !


Algumas crônicas te fazem questionar sobre determinadas situações e tudo e outras te fazem rir kkk


E para melhorar algumas dessas crônicas foram escritas para o Canal do YouTube Porta dos Fundos ?


Assim como algumas das crônicas já foram publicadas antes do livro .


Vale super ler o livro! Sério ! Eu não estava dando muito credibilidade não, mas ... O livro me conquistou e ele com certeza merece um espaço no meu caixote de livros ? Eu o consegui em PDF em um site, então quem quiser ler logo, tem uma chance rs .. .
.
comentários(0)comente



Sueli 29/12/2017

Humor bastante inteligente
comentários(0)comente



ViagensdePapel 28/09/2017

“You don’t have farofa in your country? You know nothing, you innocent!”. Acho que essa é uma das frases que mais resume bem o novo livro de Gregorio Duvivier, intitulado Put Some Farofa. A obra reúne crônicas, esquetes e textos a respeito de variados assuntos. A miscelânea é como a farofa: vai bem com tudo. É um daqueles livros que você lê um, dois textos, e é consumido pela voracidade. A linguagem utilizada pelo autor faz com que você não perceba o tempo passar. Quando vê, a obra acabou, deixando um gostinho de quero mais, ao mesmo tempo em que satisfaz.

Muitas das crônicas do livro já haviam sido publicadas na coluna semanal do autor no jornal Folha de S. Paulo, assim como os esquetes, produzidos no canal do Youtube Porta dos Fundos. Fã declarada que sou de Duvivier, eu já conhecia os textos. Devorei-os novamente com a sensação de estar degustando-os pela primeira vez. A cada página virada a consolidação de que o autor é mesmo um gênio – pelo menos para mim.

Acredito que a maior qualidade de Duvivier seja o fato dele passar tanta emoção por meio de palavras tão despretensiosas, convidativas. Até no mais melancólico dos textos o autor faz-se valer do humor, que, segundo ele, é resultado dos infortúnios da vida. Os textos de Put Some Farofa são curtos, não passando de três páginas, mas divertem, provocam reflexão, cutucam feridas, emocionam. O autor consegue, magistralmente, captar o que se passa ao seu redor e transpor em palavras.

A obra é dividida em quatro partes: “Grandes, Pequenos, Gigantescos”, “Cruzada elucidativa a favor da família brasileira”, “Put Some Farofa” e “O Mundo, Paradinho, Tem a maior graça”. Em alguns momentos, o autor discorre sobre os grandes amores que passam por nossas vidas, em outros imprime ironias a respeito de nossa política. É possível também encontrar um Duvivier mais saudoso, quando recorda sua infância e fatos marcantes de sua vida, e aquele que fala sobre as situações do cotidiano e mostra que agimos de forma ridícula em algumas ocasiões.

Uma das melhores surpresas deste ano foi conhecer a faceta literária de Gregorio Duvivier. Comecei bem o ano lendo “Ligue os pontos“, e agora termino, igualmente bem, tendo finalizado a leitura de Put Some Farofa. Como disse na primeira resenha, acredito que a palavra que mais resuma o artista é “plural”. Espero continuar sendo surpreendida pelo autor.




Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:

site: http://www.viagensdepapel.com/2014/12/22/resenha-put-some-farofa-de-gregorio-duvivier/
comentários(0)comente



Sarah 15/06/2017

Comprei sem conhecer os escritos de Gregorio Duvivier e não me decepcionei! Ele escreve muito bem e é bastante versátil; tem crônicas que te fazem rir, outras que te fazem pensar, outras que te emocionam ("Meu irmão", por exemplo). Além de esquetes escritas para o Porta dos Fundos. Gostei bastante de ter lido e recomendei para todos os amigos mais próximos.
comentários(0)comente



Lindsey 18/03/2017

Muito bom!
"Don’t repair the mess. The house is yours". Gregório é sinônimo de polêmica, já que não tem medo de falar o que pensa. Tem quem o ame, tem quem o odeie, mas acho que ninguém pode negar que ele sabe escrever uma boa crônica. Aqui foram reunidas dezenas delas, a maioria já publicada no jornal Folha de S. Paulo. Nelas ele fala com muita ironia e intensidade sobre carnaval, amizade, amor, futebol, maconha, política, signos, terapia, hospício.. muitos assuntos que misturam ficção a sua vida real. Com esse livro você pode escolher entre rir, ficar irritado, concordar, discordar e quem sabe refletir sobre alguns velhos (pre)conceitos. Você que decide o que tirar dessa farofada toda. E qualquer coisa "pardon anything. Go with god. Come back always".
* Confira minhas outras resenhas no Instagram @livro100spoiler

site: https://www.instagram.com/livro100spoiler
comentários(0)comente



Maria Fernanda 12/01/2017

Put some perspicácia
Não é de hoje que eu admiro Gregório Duvivier: primeiro como comediante, depois como ativista... E, agora, como escritor.

Em "Put Some Farofa", temos uma coleção de vários de seus textos, contando com crônicas - grande parte já publicadas anteriormente na Folha - e alguns dos roteiros já rodados pelo canal Porta dos Fundos no Youtube. Claro, quase tudo sempre regado à muita crítica e consciência política, do jeitinho que o povo de humanas gosta.

É preciso dizer que o roteiros do cara são geniais? Engraçados pelo humor inteligente, que talvez nem todos consigam entender logo de primeira, e de uma sacada extraordinária. Alguns são tão simples que, justamente por isso, fazem você se admirar pela tamanha criatividade. Porque é preciso um poder criativo gigante para transformar algo tão "besta" em um condutor de reflexão ou motivo de riso, ou ambos.

Eu gostei um bocado desse livro, minha única reclamação é não ter lido antes.

site: http://instagram.com/_bookhunter
comentários(0)comente



04/01/2017

Uma compilação de vários textos, de vários tipos, sobre os quais tinha grandes expectativas. Ao começar a leitura de Put Some Farofa, eu esperava encontrar o humor sempre presente, de maneira inteligente e na hora certa. Mas acabei me deparando com uma coletânea de escritos de Gregorio Duvivier que não chegaram a me fazer odiar completamente a leitura, mas não se fez nada de especial, como eu havia imaginado.
Comprei o livro como um presente de Natal para mim e não demorei a ler, pois havia lido rodando na internet o texto que dá título ao livro, Put some farofa, e tinha gostado bastante. Uma maneira divertida de descrever nossos hábitos e expressões do dia a dia traduzidas para o inglês. Ficou bem engraçado. Mas a inclusão do escrito em um livro me fez aguardar ansiosamente por mais textos que seguissem esse estilo.
Não posso dizer que não fiquei impressionada com a variedade de textos que Gregorio reuniu para o livro. Não se trata apenas de contos, crônicas, poesia ou um gênero determinado apenas. Cada um é de um jeito e essa dinâmica foi muito bem vinda, até porque a versatilidade deu uma ajudinha para que eu conseguisse terminar a leitura e não a largasse simplesmente pela metade.
Situações cotidianas, diálogos, pensamentos, protestos, de alguma forma, eu conseguia ver aqueles textos sendo interpretados, fosse na televisão, em um canal do YouTube ou até mesmo nos palcos do teatro. Não se trata de uma narrativa descritiva, cheia de detalhes, que constroem cenário e personagens, dão detalhes de suas personalidades e demonstram evolução; é tudo muito reflexivo. Nada ao ponto do biográfico, mas eu diria que Put Some Farofa é uma espécie de livro jornalístico.
Religião, política, futebol, beleza, riqueza, pobreza, corrupção. Se você não encontra esses assuntos em livros de humoristas ou textos e outros meios de comunicação dos quais eles fazem uso aqui no Brasil, então pode ter certeza de que está diante de um livro inédito e promissor.
Infelizmente não foi o que aconteceu com este aqui. Mais do mesmo, apenas inovando nos vários gêneros literários encontrados nos escritos de Duvivier. Ri com poucos textos, outros achei até bem sem graça. Talvez eu devesse ter parado no texto "Put Some Farofa", curtido e compartilhado, mas deixado por aí.
Porque definitivamente não acho que fiz bom negócio com essa compra e acho que acabei indo com sede demais até o pote. Pode ser que o meu humor esteja fora de sincronia com a proposta do livro, mas eu esperava que fosse muito mais divertido e irreverente do que realmente acabou sendo.
Falando em termos técnicos, gostei muito da edição da Companhia das Letras, muito confortável de ler, só um pouco salgada no preço. Se você for fã do Gregorio Duvivier, ou gostar de algum trabalho dele, e quiser conhecer um pouco mais, talvez Put Some Farofa funcione para você, melhor do que aconteceu comigo. Ou se seu humor estiver em sintonia, pode ser que você até se divirta mais do que eu com a leitura.
Quis arriscar e conhecer um pouco do multifacetado humorista brasileiro, mas eu acho que fico com o Put some farofa e só. Realmente uma pena que não tenha funcionado.

site: http://www.onlythestrong-survive.com.br/2016/02/resenha-put-some-farofa-gregorio.html
comentários(0)comente



Guilherme 02/01/2017

Maravilhoso. Questionador, simples, direto, irônico na medida certa.
comentários(0)comente



Jhons Cassimiro 07/11/2016

Put some farofa vem confirmar, além de outras coisas, aquela velha história de que "o livro é melhor que o filme", apesar de não conter apenas os roteiros já adaptados pelo Porta. Traz a essência do que o roteirista quis dizer ao escrever, e que muitas vezes pode se perder quando ganha uma interpretação. As palavras escritas possuem maior poder intelectual do que uma arte visual, que desvia o foco do assunto principal. Quando assisti ao vídeo Versão brasileira não consegui entender o propósito. Onde morava a graça daquilo que estava sendo passado no vídeo? Hoje, após terminar de ler o livro, percebo o tamanho da minha burrice (e da maioria dos que assistem e comentam negativamente) por não enxergar algo explícito no próprio título.
Aí está a chave para a resposta do porquê de muitos de nós não conseguir aceitar aquilo que está sendo passado: somos hipócritas demais, racistas demais, egoístas demais, homofóbicos demais, intolerantes demais. Por conseguinte, inteligentes de menos. O humor produzido por este canal mostra-se realmente inteligente ao pôr em xeque questionamentos que incomodam a tradicional família brasileira, mas o que estamos acostumados a ver, e continuamos querendo praticar, é aquela velha piada que coloca a mulher como submissa e vadia, o negro como vagabundo, a religião do outro como a errada, o povo português como burro, quando não nos damos conta que quem realmente não possui capacidade intelectual somos nós.
Ao expor no livro nosso lado retrógrado, o autor não revela somente a sociedade, mas principalmente sua própria alma, mostrando em cada texto sua maneira aberta de pensar. Sem rodeios e sem máscaras, Gregório expõe sua posição sobre os mais diversos assuntos atuais da sociedade (cada vez mais cristã , no sentido ruim da palavra).

O machismo e a necessidade que temos em determinar a maneira de viver dos outros, são demonstrados nos textos É menina (que virou booktrailer) e em É menino. Cada um de nós, geração após geração, segue um roteiro de vida praticamente imutável, e quando alguém se atreve a pensar ou agir de maneira diferente do combinado (não se sabe por quem), tem sua vida execrada e marginalizada pelo simples fato de pensar suas próprias ideias, e seguir seu próprio desejo. O que esperar de uma menina e de um menino? Não seria mais válido não esperar, visto que somos indivíduos e não marionetes?
Temática semelhante (uma vida pré-fabricada) pode ser lida no texto Papai. A ideia da felicidade contida no combo casamento+filhos é representada por um homem, que apesar de não vivenciar momento algum de prazer, mostra-se ajustado ao que a sociedade diz e espera que ele faça.
O texto A religião dos outros talvez tenha sido para mim o mais significante. Ao defender a liberdade de fazer piada sobre religiões, o autor nos coloca contra a parede e faz com que percebamos a necessidade de aceitar uma crítica contra nós mesmos ou contra aquilo que defendemos. Convence o leitor a rever seus preconceitos e a aceitar a liberdade de pensar e defender algo tido como absurdo pela sociedade.
Tribunal e Cross fit consciente trazem a supervalorização da beleza física como tema. O primeiro, em cenas absurdas, um advogado convence um juiz a inocentar um criminoso, usando como argumentos, os atributos físicos do réu. No segundo, com uma crítica à ditadura da beleza (típica de quem está "fora de forma" como eu), ridiculariza as pessoas que preenchem seu tempo apenas com a busca do aperfeiçoamento do próprio corpo, do ego, do amor ao Instagram, em detrimento de causas maiores existentes na vida cotidiana.
Em Não estou aqui e Spoilers, o autor mostra seu lado mais íntimo, ao falar sobre a vida com suas grandes nuances, e sobre a morte. Mostra a própria alma quando revela sua personalidade tímida na infância e as mudanças que vêm com a idade adulta.
O autor mostra além de sua própria alma, a do leitor. Todo personagem representa cada um de nós. Nos representa, por exemplo, quando ouvimos música no volume máximo para não ouvir os problemas alheios, fugindo da vida, não ?estando aqui?. Nos representa quando lemos um livro atrás do outro (não que seja ruim) nos dias de folga sem viagens, sem novidades, quando o mundo está paradinho, pela preguiça de ir em busca de aventuras. Talvez porque tudo isso seja melhor que nutrir problemas imaginários, criados apenas para tirar o sentido que a vida já não tem.
Possuindo também momentos de reflexões quase poéticas, Put some farofa ensina que é mais válido tornar a vida agradável, mesmo quando ela insiste em ser desprezível. Nada melhor que o humor como ferramenta para tal propósito.
Obs 1: alguns deslizes de edição. *O autor confunde nutricionista com médico, no texto Nutrição. *No texto Michelangelo e a Capela Sistina um personagem começa padre e termina papa.
Obs 2: Mesmo após ler o texto Drédito continuei achando-o sem graça, algo já vivenciado com o vídeo Drébito do canal Porta dos Fundos.

Publicado originalmente em minha página do:
© obvious
comentários(0)comente



Aline 27/09/2016

Don't repair the mess
"Hello, Gringo! Welcome to Brazil. Não repara a bagunça. Don’t repair the mess”. [p.106]

Eu ainda lembro como hoje quando saiu a crônica ‘Pardon anything’ do Gregório Duvivier na Folha de São Paulo uns dias antes de começar a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Já acompanhava o autor na sua coluna semanal da Folha e nos vídeos do canal do Youtube ‘Porta dos Fundos’, do qual faz parte. O material selecionado e organizado no livro “Put Some Farofa” vem em sua maioria desses dois trabalhos (no fim do livro tem a lista de onde vem o que) e também há alguns textos inéditos.

Lembro como se fosse hoje, pois me diverti muito lendo a crônica. Gregório consegue por no papel de uma maneira muito hábil e se utilizando de todos os jeitos a língua que temos a disposição, e no caso da crônica o inglês, situações do dia-a-dia. Em ‘Pardon anything’ é sobre o encontro de um brasileiro e um estrangeiro, no qual o primeiro tenta explicar como funcionam nossas tradições, o que comer, o que fazer por aqui.

Algumas das crônicas são mais para o lado cômico como a que dá nome ao livro, outros porém são críticos, abordando religião, família, estudos e muitos outros temas. Gostei muito da forma como as crônicas são escritas: com um domínio da língua portuguesa. Há crônicas que tem apenas uma frase, outras que fazem uso dos diferentes significados de uma palavra.

“Golfinho: baleia extrovertida. Tubarão: golfinho sociopata”. [p.93]

“Eu queria que você quisesse ser o que eu queria antes de saber que era assim que eu queria que você fosse”. [p.23]

Há crônicas com muito sarcasmo, ironia, crítica ácidas. Algumas beiram o nonsense. Outras são mais politizadas. Ou tudo isso junto e misturado. Para cada crônica, texto, conto há uma capacidade de transmitir suas opiniões, reflexões, ideias para o leitor e um domínio da língua que é admirável.

Muitos dos textos eu já conhecia, mas foi excelente relê-los ou lê-los pela primeira vez como texto, pois alguns são vídeos do Porta dos Fundos. O livro pode ser lido mais lentamente, uma crônica por vez, ou como no meu caso, devorado em poucas horas. Fica recomendada a leitura, pois Gregório Duvivier demonstra uma completa noção do mundo ao seu redor e nos passa isso de maneira criativa e sensível.

“Obrigado pela atenção e, como diria Jesus Cristo, desculpe qualquer coisa”. [p.62]

site: http://www.booksimpressions.com.br/2016/08/resenha-put-some-farofa-gregorio.html
comentários(0)comente



Nadjini 29/08/2016

Com crônicas rechadas de sarcasmos, o livro é sensacional! Não é apenas divertido, mas nos faz refletir sobre diversos assuntos. O tom de ironia do Gregório é o fecho de ouro!
Além de crônicas, há também diversos roteiros dos vídeos do Porta dos Fundos.

Recomendadíssimo!!
comentários(0)comente



Diana 26/05/2016

Adorei!
Livro engraçadíssimo, morri de rir e li super rapidinho. :)
comentários(0)comente



Dragão Vegano 14/03/2016

Escrachado, inteligente, tipicamente brasileiro
Já havia algum tempo que aguardava para ler alguma coisa de Gregorio Duvivier, que conquistou minha simpatia através de sua participação no Porta dos Fundos. Essa simpatia transformou-se em enorme admiração quando descobri que alguns dos meus esquetes favoritos, eram de sua autoria. Quando surgiu a brincadeira Desafio Literário 2016, da página “Devolva meu livro, por favor!”, imediatamente encaixei uma publicação sua no item 14: livro engraçado. Não me arrependi!

Put Some Farofa, que reúne um pouco de cada terreno pelo qual Gregorio transita, trazendo esquetes, pequenos contos, críticas e crônicas, tudo sempre com seu humor afiado, rápido e preciso. Alguns textos, na verdade vários, possuem um caráter bem pessoal e denunciam a perspectiva diferenciada sob a qual Gregorio encara a vida, como o principal motivo para o seu sucesso. Utiliza de diversos artifícios e alegorias para declarar as verdades mais inoportunas e, exatamente por isso, nos diverte e nos faz refletir os valores distorcidos de nossa sociedade atual e sua superficialidade.

O livro também é extremamente bem sucedido em intercalar estilos literários, o que constantemente renova o interesse do leitor e faz com que a leitura transcorra sem se tornar cansativa. É desses livros que a gente lê num dia, tranquilo.

Put Some Farofa, com toda certeza, já é um clássico da nossa literatura e deverá agradar aos amantes de uma escrita dinâmica, inteligente e que desenvolve temas atuais de maneira autenticamente brasileira.

site: http://oquecabenaestante.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



MVGiga 26/02/2016

Ponha alguns crumbs!
Os textos são engraçados na medida do possível, alguns um tanto ácidos. De tanto assistir Porta dos Fundos e já conhecer o trabalho do Duvivier, o engraçado é que eu lia esses contos com a voz dengosa e “sarcástica” do autor na cabeça.
comentários(0)comente



Isadora 23/02/2016

Engraçado, com várias coisas desnecessárias...
Se você gostaria de saber de onde vem algumas das idéias para as histórias curtas do canal "Portas dos fundos", este livro te mostrará. São crônicas de diversas situações, algumas engraçadas e outras, em minha opinião, desnecessárias. Mas vale a leitura, em todo caso.
comentários(0)comente



47 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4