Petrus Logus: O Guardião do Tempo

Petrus Logus: O Guardião do Tempo Augusto Cury




Resenhas - Petrus Logus - O Guardião do Tempo


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Kiori 05/12/2014

Me prendeu do começo ao fim...
Eu estava receosa de lê-lo, pelo fato de autor ser o Augusto Cury. Ele é especialista em livros de auto-ajuda. Gênero que eu odeio. Mas...esse livro me prendeu do começo ao fim. Apesar de ter algumas frases de motivação, de lição de moral...Coisa de que ele mais sabe fazer, eu quase não percebi. E me surpreendi muito com o livro.

"Quando as fontes de água secaram, as terras tornaram-se inférteis e a violência tomou conta do planeta, a Catástrofe aconteceu. E agora, cem anos depois, o mundo aos poucos está se reestruturando e novos povos começam a surgir. O Reino de Cosmus, liderado com mãos de ferro pelo poderoso rei Apolo, se destacou perante os demais e se tornou um grande império. Com a ajuda de seus conselheiros, entre eles Terrívius, Demétrius e Cômodus, e do sumo sábio Superius, Apolo prega que o conhecimento foi o responsável pela destruição do mundo e, por isso, proíbe o uso da tecnologia e todo qualquer tipo de educação: dos livros às escolas.
Porém, apesar de todo o seu poder, Apolo não consegue controlar um de seus filhos, o príncipe Petrus, que, ao contrário do irmão gêmeo Lexus, não está interessado no poder e nos treinamentos para batalha. Petrus é apaixonado por aprender. Educado pelo sábio Malthus para ser um líder justo e generoso, Petrus é visto pelo pai como um rebelde e sofre as consequências por ser uma mente livre. Condenado a usar a Máscara da Humilhação, utilizada para castigar os maiores criminosos do reino, o jovem príncipe precisa sobreviver para realizar sua grande missão, que poderá mudar os rumos da História, e precisará de muita coragem para se reinventar e ser feliz. E, para isso, contará com uma ajuda nada convencional."

Eu amei esse livro. É um saga futurista. Confesso, que eu quando comecei a ler, não quis parar mais. E sinceramente, não parecia o Augusto Cury escrevendo. Eu achei que estava lendo um livro de um autor estrangeiro. O mais legal da história, é que ela aborda o que todos nós amamos...LIVROS!!!! Conhecimento! Recomendo que leiam. É muito bom. É pequeno. Tem menos que 300 páginas e é primeiro de uma saga :)
Carol 09/12/2014minha estante
seria uma tentativa de fazer um harryn potter?


Kiori 11/12/2014minha estante
Acho que não Carol. A história não tem nenhuma semelhança com Harry Potter.


Paulo Vitor 12/12/2014minha estante
Livro perfeito, uma história cheia de misterios, perdas, humilhações, sonhos, lutas, conquistas, amor, frustração...


Mimi 16/12/2014minha estante
Nossa, adorei a resenha. O livro já havia chamado a minha atenção devido a capa linda e a sinopse que me lembra muito Percy Jackson. Quero ler com certeza. Bacana ver autores brasileiros se destacando em outros gêneros literários.


Laurinha 27/03/2015minha estante
Ai, eu gostei do seu comentário. Deixa eu só fazer uma obs? O Augusto não escreve apenas livros de auto ajuda (quero dizer que esse não é seu primeiro de ficção). Leia O Colecionador de Lágrimas se puder, e também O Futuro da Humanidade. Ficções fantásticas e dois dos meus livros prediletos.


Eden.Faria 19/04/2015minha estante
auto ajuda ... Fala serio ... errou feio ...
O Maior escritor brasileiro que exite e ja existiu !!!
Quem leu O Futuro da Humanidade sabe o que eu digo """


julio.ribeiro.39 01/08/2015minha estante
Uma das maiores perdas de tempo que já ví...
O Herói é pouco carismático, a história uma sequência de clichês, que vai desde o perfil do 'prodígio', passando por 'escolhido profético', com tentativa fraca de ficção científica, viagem temporal e épico medieval...
Definitivamente é um suplício terminar esse livro...


Daniel 09/10/2015minha estante
muito bom esse livro, me prendeu no começo ao fim tbm, é uma história muito empolgante




Bia 26/04/2020

Uma história realmente admiradora
Augusto Cury soube misturar ficção e fantasia com ensinamentos sobre autocontrole emocional, nos prendendo do início ao fim, em um enredo repleto de aventuras, amizades, lealdade, ensinamentos, romance, mas, por outro lado, um mundo também ainda cheio de injustiças, arrogância, sofrimento, ganância, tristeza, dor e atitudes destrutivas que podem levar os seres humanos a cometer os mesmos erros cometidos no passado.
É incrível pensar que, mesmo depois da destruição de um mundo que conhecíamos e de todas as dificuldades enfrentadas para se levantar novamente a civilazação humana, algumas pessoas parecem ainda não ter aprendido a lição.
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Helena.Moreira 24/05/2020

Minha mãe comprou pra mim. Não é o tipo de livro que eu leio normalmente. Mas simplesmente me apaixonei. Super bem escrito e a história, que eu achei que seria chata e mal desenvolvida, é muuuuuuuito boa. Personagens bem construídos, desenvolvimento excelente e faz a gente refletir. Super recomendo para todos
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Wélida 13/10/2015

Um livro de clichês
Acho que todos os clichês e frases feitas foram colocados nesse livro. O conceito foi até interessante, mas muito mal explorado... principalmente para a proposta. Por ser uma série de livros faltou o autor despertar o interesse de o leitor continuar lendo a história. Da minha parte, pelo menos, o interesse foi zero... não me importa nem saber como ele vai conseguir sair vitorioso no final pra eu não ter que passar por toda morosidade e a quantidade de frases de motivação...
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Gabriel 20/07/2017

Mal escrito
A ideia de mostrar o que as ações humanas poderiam causar em um ''futuro próximo'' com o estilo de distopia adolescente é até que interessante, porem mal aplicada.

No inicio, quando somos apresentados ao mundo completamente destruído pela Terceira Grande Guerra, a narrativa é interessante e prende a atenção, mas com o desenrolar da historia, você percebe que vai ser mais um daqueles livros cheio de frases prontas e melosas.

O protagonista é um tipico personagem recluso que não se encaixa no meio em que vive e os outros personagens são simplesmente as coisas mais estereotipadas do mundo, sem ter nenhum aprofundamento e com uma carga dramática forçada. Os cenários ficam para o próprio leitor imaginar graças as descrições minimas que o autor faz.

A historia de privar o conhecimento é muito interessante e te faz pensar sobre varias coisas, mas aquele Leão junto com aquele portal do tempo não convenceu e foi mal explicado.

Eu poderia dizer que foi uma leitura arrastada, mas como foi meu primeiro AudioBook, eu tenho que elogiar a leitura/dublagem/(não sei) que foi bem feita, pena que o livro não possui a mesma qualidade.
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Ana.Beatriz.14 15/05/2020

Bom
Eu vou confessar, que tinha preconceito com os livros do Augusto Cury, achava que ele era um coah! kkkkkk
Mas enfim, esse livro foi bom, teve cenas bem trabalhadas, e mensagens muito importantes, nós não devemos esquecer, que nossa liberdade de ler e escrever é um privilégio.
Apesar da escrita do Augusto estar meio infantil nesse livro, e não ser um dos melhores na distopia, vale a pena ler, mas pra quem tem uma bagagem de leitura, não acho que vai servir muito, mas é opinião de cada um.

Uma frase do livro que eu amo:
"Um povo que não conhece sua história, comete os mesmos erros"
Karen Vitória 26/07/2020minha estante
O autor tem de tudo em suas obras, umas são mais infantis, outras são mais adultas, entre ficção e não ficção.
Mas confesso que estou gostando muito do livro


Ana.Beatriz.14 26/07/2020minha estante
Eu achei meio bobinho esse livro, mas respeito sua opinião




Gabs 16/09/2015

Mal escrito. Não deu vontade de ler a(s) continuação(ões)
O livro começa bem, muito bem, mas com uma velocidade impressionante ele desanda.

Adoro livros neste estilo, em que o jogo mental e aprendizagem do personagem é a parte mais importante da história em si, com muitos diálogos filosóficos.

Mas o caminhar que é dado à história é decepcionante, os contextos mudam de uma hora para outra, como se o autor mudasse de ideia mas estivesse com preguiça de reformular o que já havia escrito. Me deu a impressão, de verdade, que alguém de vez em quando vinha e falava no ouvido de Augusto Cury: "Poxa, mas não tem magia? Inventa uma personificação de algo interno do personagem.", ou "Poxa, mas vai ficar só nesse mundinho mesmo? Inventa algo que leve a outros ambientes.", ou ainda "Poxa, esse personagem é perfeito demais!! A partir de agora, ele tem que apresentar defeitos.", e no que o autor ia simplesmente concordando e mudando o futuro da história.

Não esperava um livro grandioso, mas ainda assim me decepcionei muito com o autor. Em vez de amarrar as multifacetas da história, ele ia apenas criando soluções tiradas da cartola para os problemas que iam aparecendo.
Lucia 09/05/2016minha estante
Ótima resenha, nem preciso escrever a minha. Concordo plenamente. Já havia me decepcionado com O colecionador de lágrimas e este segue o mesmo caminho: enredo pobre, cheio de clichês e soluções mágicas... Definitivamente desisto do autor.


TIna Vicentin 08/11/2016minha estante
Concordo plenamente. Tive a mesma sensação.
Tá no meu top 3 PIORES livros que já li.




Benito 24/01/2017

Petrus Logus
Um livro feito de frases feitas.
A história seria muito boa se não fossem as lições de moral embutidas a cada duas frases, como se o leitor estivesse sendo enganado, lendo um livro de auto-ajuda camuflado sob uma história que parece feita com os melhores momentos de Harry Potter, Senhor dos Aneis, Percy Jackson, O Homem da Mascara de Ferro, Matrix, Kung Fu Panda, Troya, e outros sucessos de vendas, como se fosse uma receita mágica para um bom livro...
Na minha opinião, falta coesão ás ideias sobra mensagens de sabedoria e lição de moral.
Como eu falei, me senti enganado.
Pra quem gosta de auto-ajuda, vai ser uma experiência interessante
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PH 29/12/2015

Enredo pobre, pouco criativo
Para quem já teve algum contato com os clássicos, essa história do Cury se mostrará algo muito pobre. Há referências muito claras a histórias anteriores, o livro é cheio de jargões politicamente corretos. Realmente não indico.
Mayllee Chan 20/04/2016minha estante
Nossa! Me senti exatamente assim! Fiquei extremamente surpresa com a nota do livro no SKOOB e com a quantidade de resenhas positivas! Achei o livro raso, sem profundidade! Previsível e piegas!


TIna Vicentin 08/11/2016minha estante
PH e Mayllee, concordo plenamente com a opinião de vocês.




Roberto Ramalho 26/12/2014

Literalmente uma cruza de gêneros, um "transgênero", mistura autoajuda com romance de ficção. Se a linha que separa os dois fosse mais sutil, talvez eu tivesse aproveitado melhor.
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Sol 20/01/2015

Cury, Pupilo do Riordan!?!
Ja li muitos titulos Augusto. E no inicio dessa obra achei que estaria lendo apena uma obra ao estilo de 'O vendedor de sonhos' (que é otima, mas esperava algo novo de um livro novo)... mas nao tardou para que o ilustrissimo Cury consegue me cativar. Os ensinamentos sao os mesmo passados em todos os seus livros, mas nao tenho dúvidas de que Petrus Logus será um heroi da nova década se realmente virar filme de Hollywood.

Gente e esse final????? Lembrei do meu desespero ao fim de HP6 e de PJ4. Kkkkkkkkk #superansiosa
Tio Augusto, publique a sequencia o quanto antes pq ansiedade nao faz bem :P
Laurinha 27/03/2015minha estante
Também achei muito legal que ele sempre reafirma em seus livros o mesmo ensinamento.




Fulano 02/03/2015

Uma Fantasia,Mas Não Tão Fantasiosa Assim
Petrus Logus - O Guardião do Tempo se passa depois duma terceira guerra mundial,o que faz dele uma especie de fantasia futurista.

Petrus é um dos gêmeos filhos do rei do maior reino dessa Terra pós-destruição,o rei Apolo. Depois que sua mãe é banida,Petrus é educado por Malthus,que vê no filho do rei uma esperança de impedir que o mundo siga os passos que ficaram para trás e volte a ser destruído. Já Lexus,filho preferido do rei,acaba sendo educado como um guerreiro e se esconde atras duma espada. Aí se inicia o conflito da sabedoria versus a força.

Culpado pelo mundo ter caído em desgraça,o conhecimento acaba sendo banido. A tecnologia e os livros são raramente encontrados. O unico lugar onde os livros ainda podem ser encontrados é conhecido por ser mal assombrado. Neste mundo,um filho que se interessa por isso não é exatamente visto como uma dádiva...Ainda mais se tratando dum rei que depois de ter sido supostamente traído,tem ouvido conselheiros duvidosos que acabam por levá-lo a se tornar uma tirano sem perceber. Petrus acaba saindo do castelo para fazer amizade com as classes excluídas,se apaixonando e causando mais desgosto ao pai.

O Augusto não nos deu só entretenimento,mas nos fez pensar. As críticas sociais estão presentes á todo tempo e o leitor acaba por perceber que esse futuro não é tão "fantástico" assim.

Personagem Favorito: Laurus Piradus. Sim,é mais um livro com aquele esquema de Mocinho,Namorada do Mocinho e Amigo Idiota. O Piradus se encaixa no terceiro,e esses são sempre meus personagens preferidos.

Personagem Menos Favorito: Rei Apolo. Isso,porque ele prefere ouvir bajuladores que o próprio filho e depois de mais de 200 páginas,continua cego.

Página Favorita: 200 ,Porque é um momento de reencontro entre dois grandes amigos e acontece da melhor forma possível.

É uma história com pequenas surpresas muito legais,por isso aconselho que não busque muito mais informações,porque,pelo menos pra mim,foram muito importantes para que eu gostasse tanto do livro. Aguardo ansioso pelo próximo volume.


site: http://www.conexaomista.com.br/2015/03/resenha-petrus-logos-o-guardiao-do.html https://www.youtube.com/watch?v=P8_gUoBrWho&feature=youtu.be
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TIna Vicentin 08/11/2016

Um dos piores que já li
Os fãs que me perdoem! (até me surpreendi pelo livro ter fãs).
É ruim de doer. A ideia é boa, mas pessimamente desenvolvido. Vou por abaixo alguns trechos da resenha que escrevi na época que o li:

A narrativa não é nem um pouco cativante. O texto não tem charme nenhum, não é do tipo que te prende por horas a fio. É chato, é excessivamente didático e metódico, é pedante. Parece que todos os personagens estão fazendo discursos elaborados o tempo todo (inclusive os adolescentes) e o autor também faz muito discurso moral ao longo da narrativa em si. Há muito vício de escrita. Não no sentido de erros do uso da norma culta, mas no sentido de repetições constantes das mesmas palavras e expressões. O mais grave (e mais irritante) pra mim, é o excesso do uso do sufixo "íssimo": os crimes sempre são gravíssimos, o rei sempre está preocupadíssimo, o príncipe ficou magoadíssimo, os soldados são fortíssimos, a namorada é lindíssima, a paisagem é belíssima, os impostos são caríssimos, fulano ficou abaladíssimo e assim por diante... Não se passa UMA página sem que essas palavras com superlativos apareçam ao menos uma vez.

O mundo criado pelo autor é uma mistura de futurismo pós-apocalíptico distópico com retrocesso tecnológico extremo (ao ponto de não ter nem carro, eletricidade ou telefone fixo) e social (usando como referência Roma constantemente). O problema é que esse mundo não é nem um pouco convincente, coerente, plausível, não possui nenhuma verossimilhança. É tudo esquisito, forçado demais... Sem contar que ele usa ao longo do texto frequentemente palavras e expressões que soam alienígenas à esse tipo de obra (fantasia, aventura, distopia) e à sociedade que ele descreve. Por exemplo: "habilidades socioemocionais" e "máquina estatal". E ficam pior ainda na boca de personagens adolescentes com falas ultra-rebuscadas.

Os nomes dos personagens masculinos, de todos exceto o rei Apolo, terminam em "us", no que me pareceu uma tentativa tosca de usar nomes que soem derivados do latim, nomes forçadamente romanizados. Um ou outro, não teria problema. Mas TODOS? O engraçado é que os poucos nomes femininos que aparecem não tem nenhuma co-relação desse tipo (Ellen, Bianca, Nátila). Muitos dos nomes são ridículos e me deram muita vergonha alheia pela falta de criatividade ao tentar associá-los à personalidade do indivíduo. Exemplos: Terrívius (realmente, é um nome Terrível), Demétrius, Sanus, Laurus, Lexus, Sarantus, Superius, Brutus, Piradus, Malthus, Cômodus, Instinctus, etc... sem contar o nome do próprio império: Cosmus.

Quase não há descrições físicas, de pessoas ou lugares, além do estritamente necessário. Não tem nenhum mapa, de modo que não dá pra saber onde os personagens estão, em que direção estão indo, onde ficam os lugares citados. O autor não faz a menor ideia de como descrever uma jornada, uma campanha, uma batalha ou até mesmo uma luta corpo a corpo. E - o grande problema do livro - é que ele acha que pode substituir essas descrições ESSENCIAIS em uma obra de Fantasia com verborragia exclusiva da sua área de atuação profissional, ou seja, a psicologia, colocada de tal forma que soa como psicologia das mais baratas. Cheio de discursos, frases feitas de grandes autores do passado e muito, mas muuuuito clichê comportamental.

PERSONAGENS BIDIMENSIONAIS

O mestre sábio, guia intelectual e espiritual de Petrus, Malthus, é... adivinha? Surprise, surprise! De descendência asiática, muito velho e de barba branca (mas consegue lutar com maestria mesmo sendo muito velho).

A namorada, Nátila, é uma típica donzela endeusada e, no final, bem... digamos que o autor achou que tinha feito uma grande reviravolta.

O personagem principal, príncipe Petrus, parece um mocinho de novela antiga. É desprezado, desacreditado e desqualificado dentro do seu mundo, mas é colocado no mais alto pedestal pelo autor, fazendo-o parecer a perfeição em pessoa rodeado de um bando de pessoas que ou são acéfalas ou são necessariamente ruins, corruptas, orgulhosas e maliciosas (e totalmente clichêrizadas). Nem preciso dizer que ele é O Escolhido (*revira os olhos*).

O romance entre Petrus e Nátila é muito, muito, muuuiiiito forçado e piegas. Também não me convence nem um pouco!

A história só começa a andar, de fato, depois da metade. Ou seja, você precisa encarar mais de 150 páginas de puro blá blá blá (o livro tem 290 no total). Daí, por algumas páginas, parece que a coisa vai começar a melhorar, a ficar minimamente interessante e então despenca a qualidade vertiginosamente. O autor simplesmente NÃO sabe escrever narrativa, muito menos narrativa fantástica.

O texto dele simplesmente não flui. Mas o pior de tudo é que é um texto claramente doutrinador, inclusive no sentido religioso. Chega a ser ultrajante, porque você sente que o autor pensa que o leitor é burro demais pra notar que ele usou uma história fantasiosa (só para aproveitar a moda) para te fazer engolir suas ideias na marra.

Sinceramente, de coração, eu entendi a mensagem que o autor quis passar - a crítica social -, mas ele demonstrou uma enorme falta de habilidade para escrever narrativa YA e fantástica. Existem meios, técnicas de passar uma mensagem crítica e importante sem esfregá-la na cara do leitor a cada página e deixando todo o resto de lado. Ao tentar passar profundidade acabou sendo justamente superficial. Ele não consegue cativar, chamar a atenção do leitor, fazê-lo mergulhar naquele mundo e querer se aprofundar nele.
Eu até gosto de diálogos longos, complexos, filosóficos, explicativos... mas eles precisam ser bem desenvolvidos. E esse definitivamente não é o caso de Petrus Logus.

Com certeza absoluta, NÃO RECOMENDO!

A única coisa boa que consigo enxergar nele é que é um manual do que NÃO fazer ao escrever um livro de Fantasia YA.

site: http://pereus.blogspot.com.br/2015/05/abf-petrus-logus-o-guardiao-do-tempo.html
Tainara 13/04/2017minha estante
Eu tenho muitas coisas para falar sobre isso, mas levando em conta que eu não quero tentar te rebaixar e nem nada disso, pois você pode dar a sua opinião então eu posso falar o que eu acho de sua opinião, ( não estou e nem quero parecer grosseira ao longo deste texto).

Primeiro: eu acho que este livro teve a intenção de tentar mostrar as pessoas do que está prestes a acontecer, o que realmente é verdade pois nós estamos mesmo estragando nosso mundo com as máquinas e muitas outras coisas. Os diálogos parecem ser elaborados pois eles usam muitas palavras que são muito incomuns hoje em dia, e os adolescentes falam palavras e frases que hoje não se usa mais ( pois usavam antigamente) pois é o costume deles e ja foi o nosso costume também. Não tem carros e eletricidade e esses tipos de coisas pois como explicou no livro ( você deve ter pulado esta parte ou não ter prestado atenção) a tecnologia de todas as formas foi e é o que está DESTRUINDO nosso mundo, então eles simplesmente proibiram a tecnologia de ser utilizada, pois eles acharam que seria melhor não cometer o mesmo erro que nós estamos cometendo atualmente. Eles usam Roma como referência pois lá se criaram frases filosóficas que são a pura verdade, como Shakespeare e como " A paixão depende da aparência, mas o amor depende do coração, do que as imagens não revelam" ou "na essência, somos iguais; na diferença, nos respeitamos" ( que não foram criadas em Roma mas são a pura verdade).

Segundo: em relação aos nomes dos perssonagens, eu concordo com você, teve um pouco de falta de criatividade. E o modo dele contar ou descrever algumas partes do livro foram um pouco repetitivas. Eu não reparei nas tantas vezes que ele usou o sufixo " íssimo " mas com certeza daqui para frente vou reparar e deve ser muitas vezes pelo que você fala. Eu também achei que faltou a desceição dos personagens e lugares.

Terceiro: A maioria dos livro não vem com mapa,( eu prefiro que venha, pois realmente fica mais fácil e mais empolgante) mas os livros que não tem mapa, a maioria deles são legais, e você falou de um modo que parece que você não lê livros sem mapas ( o que eu não sei se é verdade), mas um livro não precisa ter mapas.

QUARTO: Malthus, o mestre sábio que ensina Petrus, ele é velho e asiático como você falou, mas eu ja conheci e conheço muitas pessoas velhas, acima dos 60 que sabem fazer até abertura-total. E normalmente os asiáticos são mais espertos, mais sábios e sabem lutar com maestria por causa da cultura deles, ( eu não sou asiática, sou brasileira). E o autor não usou uma historia fantasiosa só para fazer nós engolirmos suas ideias na marta.

Lembrando- não fui e não quis parecer grosseira, só expressei minha opinião diante da sua.
Peço à você que não seja grossa caso você me responda.




Paulo Vitor 13/09/2020

Resenha opinativa
Uma história muito linda de um príncipe que não reconhecia a sua força interior, no decorrer da história muitas coisas ruins acontece com o Petrus, humilhações de muitos tipos, mas quanto mais ele buscava o conhecimento mais forte ele ficava. É um tipo de história que faz o leitor de apegar ao livro. Eu super recomendo.
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JL Marcal 24/07/2020

Surpreendentemente cativante
Com uma história muito bem escrita e um protagonista muito firme em seus ideais e perseverante. Recomendo muito a leitura deste livro!!
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