A Guerra Que Salvou a Minha Vida

A Guerra Que Salvou a Minha Vida Kimberly Brubaker Bradley
Kimberly Brubaker Bradley




Resenhas - The war that saved my life


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Jackson.Wallece 05/11/2023

Um favorito da vida!
Esse livro é uma preciosidade!
Ada, foi desprezada pela mãe desde pequena e isso fez com que ela criasse uma imagem negativa sobre si mesmo, de que não merece nenhum amor, nenhum cuidado, nenhuma atenção e que ela é incapaz. Ao ser abrigada devido à guerra, estando agora aos cuidados de Susan, ela se depara com um novo olhar sobre si e seu relacionamento com os outros, um novo olhar de alguém que realmente é um cuidador!

Eu amei, amei mesmo, a sensibilidade com que tudo é tratado. O sentimento de inadequação dela, de que não gosta de si mesmo e quer afastar as pessoas, não quer que elas vejam a sua "coisa feia", o seu pé. É bonito ver como aos poucos ela vai quebrando essa visão negativa sobre si e vai desenvolvendo autoconfiança e perceber que ela é importante sim para as pessoas que gostam dela.

Jamie é a coisinha mais fofa desse mundo, quando ele estava no colo da Susan pedindo o conforto por conta de algumas coisas que aconteceram era lindo a cena. Além disso ele é a criança que está aprendendo as coisas, então a Susan quebrou muitas ideias erradas que ele tinha e as opiniões que a mãe dele colocou em sua cabeça em relação à Ada também.

A Susan, ai ai, uma cuidadora de verdade! Apesar de no começo ela não querer tomar conta das crianças por dizer que "não se sentia capaz" para isso, ela fez um ótimo trabalho. Ela reconhecia que não era perfeita, que tinha os momentos de recaída, mas sempre tentava entender as crianças e dar total apoio para elas e aos poucos ir quebrando esses "preconceitos" que elas tinham. É interessante ver como "o básico" em uma relação era visto como algo fora do comum para as crianças, justamente por terem sido negligenciadas por muito tempo pela mãe biológica. Não tem como não se apegar aos três e à relação que é desenvolvida ao longo do livro, é muito muito linda e preciosa.

Eu me relacionei muito com as questões da Ada, não tenho deficiência física, mas sou gay e este fato por muito tempo foi uma "coisa feia" em mim que não queria que as pessoas soubesse ou se aproximassem de mais. Então, ler esse livro pra mim foi reforçar a ideia de que sim, existem pessoas que vão te aceitar como você é, sim você merece ser amado e respeitado independente das suas características. Você não precisa se esconder!

Esse livro se tornou um dos favoritos da vida, porque tem uma mensagem muito forte. Sim, eu chorei no final (e em diversas vezes ao longo dele também hahaha).

"Vocês são parte de mim. Vocês entendem isso? Conseguem entender?"
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Gabriele Lima 04/11/2023

SENTIMENTOS INESPERADOS
O livro tem o doce de te conduzir do início ao fim. A leitura é de fácil acesso e a história é de boa compreensão.
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Davi 28/10/2023

A importância de uma boa narradora
Esse foi um livro extremamente fácil de ler. A narração é suave, amigável e objetiva, sem perder tempo com infinitos detalhes. Os personagens são cativantes e bem aprofundados, as situações variam de fofas a pesadas, e o livro todo tem essa atmosfera que anda na linha tênue entre leve e engraçado e pesado e cheio de suspense.
Ótima leitura, especialmente pra quem quiser ou retomar o hábito de leitura, ou para aqueles que procuram uma pausa entre leituras mais densas. Na verdade, ótima leitura no geral, independente da sua situação.
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Carlos.Magalhães 28/10/2023

O Bem que a Guerra Traz.
A trama trata da narração de uma jovem vivendo duas guerras: uma externa que estava prestes a começar e que marcou toda a humanidade e outra interna, que a forjou até ali.
Ada Smith, uma garota que, face a uma deformidade em seu pé, vivia trancafiada em seu apartamento, conhecendo o mundo apenas pela sua janela, tudo isso em razão da vergonha que sua mãe tinha por ter uma filha "aleijada". Uma garota que nunca conheceu o sentimento do amor, do carinho, do afeto, apenas da repulsa, da agressão e da indiferença, que fizeram de si uma pessoa seca e amargurada.
Ao iniciar a guerra surge a oportunidade dela e seu irmão abandonarem aquela situação de abandono e fugirem para o interior, onde foram acolhidos por uma senhora solteira, que vivia um luto, e por isso se início, se recusou a aceitar as crianças, tendo-o que fazer compulsoriamente, em virtude da situação de guerra que vivia a Inglaterra. A partir daí as personagens passam a transformar, para melhor, a vida uns dos outros, através da convivência com as individualidade de cada um e as diferentes personalidades.
O horror da guerra teve um efeito contrário para as três personagens, ao os aproximarem e curar a cada um do mal que carregavam, pois a cura de Ada foi muito além da dor física.
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Malu Amaral 26/10/2023

Guerra que salvou minha vida - Kimberly Brubaker
A guerra que salvou minha vida é uma história leve e inspiradora ao mesmo tempo. Conta a história de uma garotinha muito forte que não sabia lidar com as suas emoções e, durante o livro o leitor vê ela crescer. Também é um livro que fala sobre família, laços e infância. ? Que sorte eu ter ido atrás de vocês. Vocês dois salvaram a minha vida, isso sim.?
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Júlia 26/10/2023

Incrível
É a 2a vez que eu li esse livro, e por incrível que pareça a segunda vez parecia ser a primeira pela forma que me envolvi com a história e me encantei pelas aventuras da Ada. A leitura desse livro é fácil e flui muito bem e me faz querer sempre saber um pouco mais sobre o que vai acontecer. Se eu pudesse indicar um livro pra alguém com certeza seria esse. Muito muito bom
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Camilarf 23/10/2023

Tocante
"Minha casa dava mais medo que as bombas"
Nossa, que livro. Um relato muito tocante de uma jovem menina, no meio da segunda guerra mundial. O livro aqueceu meu coração. Mostrou a luta da mulheres na guerra, a necessidade de união devido ao perigo iminente, e a jornada de Ada para se perdoar e consequentemente se amar. Mostra que nem sempre o laço de sangue é o mais forte, e que algumas coisas realmente são piores do que bombas. A inocência de Ada é tocante por ser uma menina de 10 anos que mesmo passando por toda a humilhação e abusos de sua mãe, cuida do irmão de forma muito hábil, fazendo o possível para vê-lo longe de perigo apesar de qualquer coisa.
Os personagens são muito bem escritos, e a história passou em um piscar de ohos. Planejo ler a continuação!
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Bernardo.Mucelini 21/10/2023

A Guerra que me deu uma mãe: trocando uma bruxa por uma fada
Ultrapassada a ironia presente no título dessa resenha, ?A Guerra que salvou a minha vida? é um livro que tenta emocionar o leitor com uma história de superação e esperança, mas que acaba se revelando um grande clichê, cheio de diálogos previsíveis e sem profundidade, personagens mal construídos e uma visão romantizada da guerra.

A protagonista Ada é uma menina de 10 anos que nasceu com um pé torto e que viveu trancada em casa pela mãe abusiva durante toda a sua vida. Ela nunca foi à escola, nem fez amigos, nem conheceu o mundo. Quando a Segunda Guerra Mundial começou, ela aproveitou a oportunidade de fugir com o seu irmão Jamie para o interior da Inglaterra, onde foram acolhidos por uma mulher chamada Susan.

A partir daí, o livro se torna uma sucessão de acontecimentos previsíveis e repetitivos, que mostram como Ada vai aprendendo a andar, a montar um pônei, a ler, a escrever, a fazer amigos e a se sentir amada. Tudo isso com a ajuda de Susan, que é uma mulher bondosa e generosa, que aceita cuidar das crianças sem questionar nada. Contudo, os diálogos entre os personagens são simples e superficiais, sem profundidade ou originalidade. O leitor já sabe o que eles vão dizer ou fazer antes mesmo de ler.

Ada é mal construída e contraditória. Ela ora age como uma criança mimada e teimosa, que reclama de tudo e desobedece às regras, ora age como uma adulta responsável e corajosa, que enfrenta os perigos e protege o irmão. Ela não tem uma personalidade definida, nem um desenvolvimento coerente. Parece ser apenas um instrumento para mostrar como a guerra pode mudar a vida de alguém para melhor.

A mãe de Ada e Jamie, que permanece anônima durante toda a narrativa e se apresenta muito pouco na história, é uma personagem secundária e pouco desenvolvida. Ela encarna o papel de uma antagonista exagerada e inverossímil, que não apresenta nenhuma justificativa plausível para a sua conduta violenta e desumana.

?A Guerra que salvou a minha vida? é uma obra que decepciona e frustra o leitor. Não tem nada de novo como achei que teria, nem de interessante, nem de emocionante. É apenas um clichêzão mal elaborado, que não faz jus ao seu título.
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Letibrbsa 10/10/2023

O amor salva.
Quem diria que a 2ª Guerra Mundial poderia salvar a vida de uma garotinha? Pois é exatamente isso que esse livro retrata. Criada pela mãe, a qual a maltratava diariamente por uma deficiência de nascença (pé torto congênito), ela era obrigada a ficar trancada dentro de casa, fazendo deveres domésticos com muita dificuldade devido sua deficiência, mas era a forma que ela tinha de se manter viva. Crianças foram evacuadas para o interior e Ada não pensou duas vezes antes de fugir com seu irmão, Jamie. Lá foi para casa de uma mulher que todos achavam que era má, mas que fez muito por eles. Família é quem acolhe e não quem tem o mesmo sangue que o nosso. Indico imensamente a leitura, me fez sentir diversos sentimentos.
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Ioneide 07/10/2023

Triste e comovente
A guerra é algo que destrói a vida das pessoas. Mas para os dois personagens dessa história foi uma mudança grande de vida. Eles já vivam em uma guerra particular desde que nasceram. Com a ameaça da segunda guerra tiveram que mudar de cidade aí sim a vida deles começou a ter sentido.
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Vanessa 01/10/2023

Admiravelmente doloroso um livro lido em dois dias eu simplesmente não consegui parar de ler adorei o livro por sua história de superação que passa mensagem que recomeços são possíveis e o perfeito não tá no que se vê mais sim nas atitudes
Vemos personagens ricos em toda sua contrição super ansiosa pra ler o segundo livro
Em pensar que comprei o livro por achar a capa bonita e por ser de desapego e nunca lido
Surpresa agradável gostar tanto dele
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Hello Joi 30/09/2023

A guerra que salvou minha vida é um livro repleto de sentimentos.
Me irritei com a Ada ao mesmo tempo que fiz pegá-la no colo e dizer que tudo ficaria bem.
Que ódio da mãe dessas crianças!
Chorei em vários momentos e o livro termina lindo!
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