Pseudônimo Mr. Queen

Pseudônimo Mr. Queen Loraine Pivatto




Resenhas - Pseudônimo Mr. Queen


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Mari Reis 10/02/2019

Só lendo o livro pra saber... (Mais um comentário do que uma resenha em si)
Primeiramente gostaria de agradecer a Loraine por me convidar a participar do book tour. Gostei muito do livro, diferente de tudo que eu já tivesse lido, tanto a história em si quanto a escrita.
Em Pseudônimo Mr. Queen temos a concretização da profecia maia sobre o fim do mundo de 2012. Com este remate, surge um novo mundo onde as pessoas possuem duas vidas, na primeira vivem até os 70 anos, e na segunda dos 20 aos 100 anos (no começo achei bem confuso, mas ao passar das páginas tudo foi ficando mais compreensível).
Nesse mundo, não há desigualdade. E existe apenas uma forma de morrer, que deve ser mantida em segredo.
Ao desenrolar da história, nossas principais personagens serão três mulheres de gerações diferentes, e o livro possui bastantes saltos temporais. Mostra muito que, mesmo com diversas mudanças de convivência, o ser humano continua sendo mesquinho e egoísta em sua maioria.
A conclusão da história me agradou muito, tudo foi explicado. E por fim, eu gostaria muito de saber mais da continuação da vida dessas personagens (coisas supérfluas mesmo, amei a escrita).
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Mimi9 04/02/2019

História surreal, mas muito interessante. Leitura fácil e muito bem escrito.
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Marcelo Bonder @bonderbooks 26/01/2019

“Pseudônimo Mr. Queen”, Loraine Pivatto
Fui convidado pela autora para participar da “book tour” de divulgação do livro. Achei a ideia super interessante, ela bancou a produção de algumas dezenas de exemplares e os colou para rodar pelo Brasil.

A trama de “Pseudônimo Mr. Queen” começa no ano de 2012 e acompanha três gerações de uma mesma família, a história nos apresenta a personagens femininos fortes que tentam superar traumas e decepções existenciais.

Em uma espécie de arrebatamento parte da sociedade desaparece, os escolhidos para construir uma “nova ordem mundial” passam a viver em condição distópica. Tudo é controlado pelo governo por meio da tecnologia, com regras rigorosas de consumo e comportamento. As pessoas valem aquilo que pontuam, possuem redes sociais e passam por avaliações periódicas rigorosas. Isso faz com que uns fiquem famosos, sejam mais cobiçados para possíveis relacionamentos, enquanto os que atingem uma baixa pontuação são desprezados e condenados a trabalhos pouco valorizados.

Nesse “novo mundo” não há mortes por violência, doenças, bandidagem, pobreza, miséria, fome, guerras nem prisões. O governo controla desde a distribuição de comida até o número de viagem de avião que você tem direito. Uma transgressão grave leva a diminuição do direito a vida e a uma espécie de banimento em uma gaveta misteriosa.

As pessoas vivem duas vidas, a primeira vai até os 70 anos, a segunda, começa com 20 e vai até os 100. Uma espécie de segunda chance, você começa a viver aos vinte com uma cabeça de 70. São 150 anos de vida no total. Não é possível matar ou morrer. Em casos extremos como acidentes ou tentativa de homicídio as pessoas retornam à condição anterior, sã e salva, sem a memória do ocorrido. Vida que segue.

Mas e se fosse possível morrer? Alguns foram os escolhidos para guardar esse segredo. O mundo poderia voltar ao caos anterior?

Mas será que esse “mundo perfeito” com facilidades, segurança e calmaria é suficiente para transformar uma pessoa em um “cidadão de bem”, mais consciente e ético? As pessoas deixam de ser gananciosas, invejosas, dissimuladas, vingativas, controladoras, manipuladoras, mentirosas, superficiais e falsas?

Por que ler?
“Pseudônimo Mr. Queem” nos revela que assim como o título do livro, sempre há uma revelação ou comportamento que pode colocar tudo de cabeça para baixo. A única solução é questionar constantemente as nossas atitudes e valores. Antes agir ou reagir se questione: “É bom para quem?”
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Gustavo Barberá 09/12/2018

Quem é Mr. Queen?
Título Original: Pseudônimo Mr. Queen
Autor: Loraine Pivatto
Editora: Lançamento independente
Ano: 2015
Páginas: 404
*Obra gentilmente cedida pela escritora.

Pseudônimo Mr. Queen é uma distopia que levará a um futuro distante, longe de tudo que você está acostumado a vivenciar. Novos governantes chegarão e modificará desde o nome da capital do Brasil e do Estado de São Paulo até a moeda e o salário dos cidadãos. Além do avanço da tecnologia e a capacidade de controlar até a morte.

Vinte e um de dezembro de 2012, suposta data do fim do mundo, de acordo com uma previsão maia. Em “Pseudônimo Mr. Queen” o mundo terminou mesmo, mas não com uma catástrofe natural que impossibilitaria que homens e animais continuassem vivendo, e sim com uma reconfiguração: a maior parte da população mundial simplesmente desapareceu sem deixar vestígio e as cidades foram mudando aos poucos, com o sumiço gradual das construções e dos bens materiais. As pessoas agora precisavam se ajustar às novas regras de existência, que lhes eram informadas em sonho: todos teriam 2 vidas, sendo a primeira até os 70 anos e a segunda dos 20 aos 100, sem um segundo a mais ou a menos. Na nova sociedade não haveria desigualdade social, nem dinheiro, nem doenças – tudo perfeito. Pelo menos aparentemente.

O livro é dividido em três partes, e em cada uma delas a protagonista é uma mulher da família Brandão: Regina, Larissa e Vitória, respectivamente avó, mãe e neta, ou seja, três gerações e suas experiências nessa sociedade reconstruída. Narrado em terceira pessoa, o livro possui um enredo um pouco cansativo, pois essas mulheres citadas são focos de inveja de algumas pessoas e juntando com mais algumas personagens que achei um pouco excessivo em quantidade, deixou a leitura um pouco pesada e cansativa, mas o ponto positivo foi de em momento algum fugir do foco principal que foi a nova sociedade construída e suas regras.

“Pelo menos agora, com as novas regras sociais, a vida humana estava preservada. A barbárie tinha cessado. Mas os sobreviventes... Ah! Os sobreviventes continuavam os mesmos homens e mulheres da vida antiga, cheios de empáfia, arrogância e presunção. Ou talvez ainda piores.”

Assuntos polêmicos como obsessão, competição e inveja estão presentes no livro que deixam com um clima de ansiedade para com o leitor, pois queremos saber como que determinada cena chegará ao final, como por exemplo, o sentimento de posse de Paulinho para com Larissa. Houve momentos que achei que o rapaz se transformaria em um psicótico de tão tamanho que era sua obsessão pela garota. Isso criou um clima de suspense e ansiedade que me prendeu demais na trama.

Achei fantástico a forma que a escritora criou de como as pessoas morrem. Eu associei um pouco ao livro “O ceifador”, pois como elas morriam e como eram recolhidas foram um pouco semelhantes e isso me agradou demais. A divisão das profissões em categorias e segundo cada uma o salário seria um valor também me chamou a atenção. Só torço para que nunca aconteça na realidade, seria uma catástrofe para os consumidores compulsivos.

“Digam o que quiserem, não há nenhum golpe mais violento ao ego do que a rejeição daquele a quem nos dedicamos. A pessoa que elegemos conquistar, seja ela uma namorada, ou esposa, como também amigo, pai, mãe, filho, não importa. Aquela pessoa que talvez nem tenha percebido direito a nossa existência, mas na qual investimos todas as nossas atenções e pela qual melhoramos, esperando por um reconhecimento que não vem”.

E quem ainda não leu “Pseudônimo Mr. Queen”, poderá encontrar o livro em formato digital no site Amazon. Se você curte uma boa distopia, irá gostar dessa história que te fará viajar no tempo em que tudo será possível.

@Gustavo Barberá - http://www.leituraenigmatica.com
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Joana Ribeiro 04/12/2018

Uma distopia no mundo pós 2012
Fui convidada pela autora, Loraine Pivatto, para participar do Book Tour de sua mais recente obra: Psuedônimo Mr. Queen. Inicialmente, confesso, a premissa do livro me chamou atenção mas não foi algo que causou grande impacto, o que de certa forma arrastou o início da leitura em alguns dias. Porém, conforme me acostumava com a narrativa e com a história, não consegui mais parar de ler.

Em linhas gerais, o livro conta a história de um mundo pós apocalíptico, no qual a profecia Maia se concretiza e apenas algumas pessoas sobrevivem para que possam iniciar um novo mundo, ou melhor, reiniciar o antigo mundo, uma vez que compreendemos com o passar da história que velhos hábitos e comportamentos jamais mudam. O plano de fundo é a história de três mulher, três gerações de mulheres da mesma família: Regina, Larissa e Vitória Brandão. As três vivem, à sua época, as mudanças daquele mundo no qual a premissa era bastante simples: não teríamos mais mortes prematuras. Cada indivíduo teria duas vidas para aproveitar da forma que quisesse, a primeira sendo até os 70 anos e a segunda dos 20 até os 100 anos, totalizando 150 anos e com a condição de que na segunda vida os indivíduos se lembrariam da primeira, viveriam nas mesmas casas porém, em uma dimensão diferente. Outro ponto importante também é que cada indivíduo poderia pedir dois refúgios, um em cada vida. O refúgio seria uma espécie de "geladeira", na qual cada pessoa poderiam dormir, pelo tempo que desejasse e poderia acordar, com a mesma aparência que tinha quando pediu o tempo, porém com a contagem de sua vida seguindo normalmente. A ideia da morte é natural na história, a única certeza que tinham.

Há, entretanto, um segredo que poucas pessoas sabem: o segredo da morte. A princípio não há como morrer, uma vez que todo indivíduo que estivesse prestes a morrer seria levado para um centro de recuperação, no qual seria curado e teria sua memória apagada, assim como aqueles que tivessem presenciado, no caso de uma catástrofe, por exemplo, também esqueceriam o que viram. No entanto, existe uma maneira de morrer e Regina, Lúcia, Leonardo e Cristiano preservam tal segredo, uma vez que a humanidade não tem condições de lidar com tal informação.

A história em si é cheia de personagens o que, de certa forma, pode causar algumas confusões no início mas, assim que tu começas a te habituar com os nomes e as histórias de cada um, tudo se torna mais fácil e a passagem de uma história para outra se torna bastante natural. Falando em história, é importante destacar que neste livro temos um emaranhado de histórias, histórias que se cruzam, histórias que se complementam, histórias que só farão sentido ao final, quando compreendermos, enfim, o que acontece e o que aconteceu para que as coisas chegassem no ponto em que chegaram.

Temos então a história de Regina, Maurício, Vanessa, Duda, Larissa, Paulinho, Júnior, Cristiano, Lúcia, Leonardo, Vicente, Vitória e outros tantos personagens que constroem essa distopia tão frenética e cheia de acontecimentos. O que mais chama minha atenção, ao término deste livro, é que a autora retrata uma sociedade praticamente doentia, marcada por um sistema de pontuação que avalia as pessoas de acordo com as áreas de sua vida, o que acarreta em indivíduos obcecados por amizades (comprovadas por fotos postadas em redes sociais), desenvolvimento acadêmico e profissional e relacionamentos bem sucedidos com pessoas de alta pontuação, para que se perpetuassem os tais pontos essenciais para se ter regalias e reconhecimento do governo.

Pensando no nosso mundo atual, existe diferença entre a sociedade da história e a nossa? É certo que não precisamos de selos em nossa pele estampando números e códigos que dizem respeito a quem somos perante o governo, mas será que estamos tão distantes assim desse colapso, dessa ideia doentia de aparentar ser mais do que se é, de fato? Acho que a autora foi bastante perspicaz neste sentido, fazendo uma analogia muito bem construída e assustadora com a nossa realidade e, por isso, é uma história que deve ser lida por todos pois faz refletir sobre quem somos e sobre os rumos que nossas vidas estão tomando, sobre os valores, sobre aquilo que vem se tornando cada vez mais importante. As aparências podem levar o mundo ao caos; a ganância e o desejo por poder também. Pseudônimo Mr. Queen é uma história que retrata a fraqueza humana e as consequências disso, permeada por um ideal de mundo no qual não existiriam mais doenças e mortes prematuras e as pessoas poderiam aproveitar seus 150 anos da maneira que desejassem, respeitando os ideais daquela nova sociedade.
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30/10/2018

E se o mundo que conhecemos tivesse acabado em 2012?
Conheci o livro pela própria autora quando a mesma me convidou para participar do book tour do livro e confesso que desde o início já fiquei bem empolgada por se tratar de uma distopia e posso dizer que o livro não me decepcionou.

Ao decorrer do livro vamos acompanhar a trajetória de três personagens femininas diferentes que são da mesma família. As três apresentam características bem parecidas em alguns aspectos: as três são fortes, independentes e lutam para alcançar os seus objetivos.

O livro começa pelo ponto de vista de Regina Brandão e nos conta como seria se o mundo tivesse mesmo acabado no ano de 2012 e um novo mundo tivesse se formado, em um lugar que seria impossível morrer e todos teriam direito ao mesmo tempo de vida. Em seguida acompanhamos a trajetória de Larissa Brandão, que é criada por Regina, que é sua avó e por fim, acompanhamos a trajetória de Vitória, filha de Larissa.

Preciso começar falando que a escrita de Loraine Pivatto me surpreendeu por ser tão fluida. Outra coisa que me surpreendeu muito é o livro não ter erros ortográficos, o que seria esperado já que o livro foi lançado de forma independente só para o book tour. Mas nem tudo é positivo...

Apesar da escrita da autora ser muito fluida o livro dá muitas voltas que para mim não foram tão necessárias e em alguns momentos me senti cansada de tantas voltas. Entendo que a autora tentou mostrar o porquê daquele mundo não funcionar tão bem mas achei que poderia ser mostrado em menos páginas. Outra coisa que me incomodou muito no começo foram as longas passagens de tempo, que me deixavam totalmente perdida. Por exemplo: em um parágrafo Regina está em 2012 e no seguinte já pula para muitos anos depois como 2035. Achei que os anos poderiam ser mais desenvolvidos, principalmente nos primeiros anos quando tudo estava sendo reconstruído para aquele novo mundo.

Confesso que para mim a melhor personagem foi a Regina Brandão mas as outras duas personagens, apesar de Vitória ser um tanto insuportável as vezes, não deixaram a desejar. É muito interessante ver o mundo pela visão das três personagens e vê-las vivendo e lutando pela felicidade. Mas se as três personagens principais são bem completas, por outro lado, os personagens secundários são um tanto vazios e insuportáveis. Tanto Cecília quanto Isabel são totalmente insuportáveis e em certos momentos da leitura me peguei revirando os olhos pois não aguentava mais as duas. Outra coisa que me irritou bastante foram os personagens masculinos, que tirando um ou outro todos tinham grandes defeitos e não apresentavam qualidades suficientes para me convencer de que as três personagens fortes e independentes precisavam e se apaixonariam mesmo por eles.

Quanto aos plot twistes (reviravoltas no enredo) achei que a autora fez escolhas muito interessantes e os plots me prenderam muito até o final do livro. As últimas 120 páginas passaram de uma forma que eu nem vi e quando o livro acabou me senti contente com o resultado. Por fim, gostaria de acrescentar que gostei bastante do livro e que valeu muito passar por essa experiência de book tour. Torço para que esse livro seja lançado por alguma grande editora algum dia porque a história vale a pena. E se você ainda não leu o livro eu super recomendo que você dê uma chance pois acho que não vai se arrepender.

Uma boa leitura para todos e parabéns para a autora por esse trabalho maravilhoso.
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Giulia 23/10/2018

Livro muito interessante!
Conheci o livro através da própria autora que entrou em contato comigo pelo Skoob e me convidou a participar do book tour. A intenção seria disponibilizar os exemplares do livro para que pessoas pudessem ler e resenhar e encaminhar a outro leitor para assim fazer a divulgação do livro. Eu adorei a ideia, e também achei a sinopse do livro muito interessante então decidi participar também.

O livro tem uma premissa muito interessante - um mundo pós apocalíptico em 2012 onde muitas pessoas desaparecem e os restantes recebem em sonhos instruções para a criação de uma nova sociedade onde não haveria diferença e todos seriam iguais. Não vou mentir, começando a ler demorei um pouco para me acostumar ao modo de escrita e a rapidez com que as coisas aconteciam, mas o que gostei foi que a autora explicava sempre o que estava acontecendo e como o novo sistema funcionava, o que muitos livros que li parecidos não exploravam muito.
É dividido em 3 partes diferentes do ponto de vista de 3 mulheres da mesma família, então há bastantes saltos temporais (o que me deixava confusa em algumas partes). Eu acabei concordando com o ponto de vista da autora sobre como a nossa sociedade lidaria com uma situação que é apresentada sem diferenças mas não vou entrar em detalhes para não dar spoiler.
Um aspecto que eu gostaria de comentar é sobre a capa e a diagramação do livro, que me deixou incomodada (tendo aulas de Design Editorial na faculdade percebi algumas coisas em relação ao livro): no começo fiquei muito frustrada pois não conseguia entender a relação do nome do livro com a história, o que só acontece depois da metade do livro, mas o restante das observações que fiz (a margem inferior das páginas ser muito grande, entre outros detalhes provavelmente seriam corrigidos se o livro tivesse a chance de ser publicado por uma editora.

Enfim, em geral eu acabei gostando muito do livro, e as coisas que não gostei tanto ou não me adaptei não afetaram a leitura em si e podem não ser um empecilho para futuros leitores. Sou muito grata a autora por ter essa oportunidade de ler esse livro e recomendo ele a todas as pessoas que se interessarem pelo gênero/sinopse.
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BibliodaArte 17/10/2018

Um bom livro
Achei essa história bem diferente, com os personagens principais bem construídos, os locais não são excessivamente descritos. É bem interessante que a história passa-se toda no Brasil, mais precisamente em Alberto Pereira e LaBeout (respectivamente São Paulo e Brasília, que recebem nomes novos após início do novo mundo) e que a autora colocou algumas expressões brasileiras.
O enredo passa em torno da vida de três mulheres e o livro é divido em três partes, cada uma focando mais na vida de uma delas.
Esse novo mundo é regido por novas regras onde além da pessoa viver duas vidas uma até os 70 e outra dos 20 aos 100anos, sendo não dá para morrer antes do tempo, nele também não há uso de dinheiro e tudo é divido pelo governo para a população de forma justa.
Isso parecia funcionar bem nesse novo mundo, mas muitos defeitos da humanidade também são vistos nessa sociedade, um deles é a falta de sanidade de algumas pessoas que vivem de aparência para ganharem status na rede social que lá havia.
Algumas coisas do final me surpreenderam e outras deu pra prever.
O livro acaba trazendo algumas reflexões socias e aborda alguns problemas familiares e emocionais, e pouquíssimo sobre a tecnologia desse mundo. Pra mim realmente é um bom livro.
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Nah | @umagarotaentrelivros 12/10/2018

Resenha - IG @umagarotaentrelivros
A história é super original, algo que nunca tinha imaginado antes. Uma distopia regida por novos valores, onde todos teriam direitos iguais, incluindo o tempo de vida na Terra. Vivendo até os 70 e depois dos 20 aos 100 anos. Todos sabendo o dia e hora exata de partir. Não existiria mortes prematuras, exceto por uma única forma de morrer que deveria ser guardada a sete chaves por um grupo designado a esconder esse segredo de toda a população.

No início do novo mundo, quando a profecia se cumpriu, todas as mudanças que ocorreram foi apontando para um único caminho, que era pensar mais no coletivo e menos no individual. Com novas regras, todos passaram a ter direito ao mesmo tempo de vida e com a mesma qualidade. Entretanto, mesmo com a mudança, ainda havia semelhança entre o mundo anterior em vários aspectos: ambição, ganância, sede de poder, futilidade, temas presentes no nosso dia-a-dia.

Quando li a sinopse me interessei bastante. Como nunca tinha lido algo do gênero, me surpreendi e a autora está de parabéns pela criatividade e por ter abordado assuntos reais e complexos vividos diariamente, que aconteceria da mesma forma, num novo mundo, mesmo com uma sociedade diferente. Porque algumas coisas são inerentes ao ser humano.

De forma crua, a autora mostra que mesmo com o fim do mundo, pessoas são desumanas e capazes de qualquer coisa para conseguir o que almeja.

Achei a narrativa, em terceira pessoa, um pouco confusa por ter muitos personagens, com passagens de tempo bem longas, tornando a leitura um pouco densa. Porém, eu entendi de fato que isso tudo foi intencional para a construção da história em si e para o fim que teve, que me deixou muito surpresa.

Adorei o fato da história girar entorno de três mulheres fortes e determinadas. A obra tem bastante potencial.

Para o leitor, ficam algumas reflexões: Como seria se você soubesse a hora exata de um ente querido partir? E se pudesse encontrá-lo em outra vida? Daria mais valor as pessoas que amasse? Isso tudo vem à tona.

Adoraria ver o livro em alguma livraria e ter a chance de compra-lo. ??
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Beijo da Nah ?
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Edson Camara 26/09/2018

Mr Queen passa a régua na sociedade através de uma parábola brilhante
Imagine acordar em um mundo novo onde todos são iguais, não há mais necessidade de dinheiro, as necessidades básicas são providas e apenas alguns escolhidos sobrevivem e merecem uma segunda chance?
Assim começa esta aventura fantástica, no ano de 2012, quando a antiga profecia se realizou e a humanidade passou por uma transformação radical.
A história, que conta a saga de três gerações de mulheres fortes, serve de plano de fundo para um profundo estudo da natureza do ser humano.
Por mais igualdade e justiça que almejamos, como humanos, sempre procuramos um jeito de nos diferenciar.
A civilização perfeita que surgiu de uma catástrofe, logo foi contaminada pelos sentimentos humanos de intransigência, intolerância, racismo, preconceito social, egoísmo, vaidade, gula e maldade.
Loraine Pivato passa a régua na sociedade através de uma parábola brilhante, escrita com desenvoltura e interligada com tramas e mais tramas que prendem nossa leitura.
Os três últimos capítulos, assim como o primeiro, são ritmados e rápidos como uma minissérie de ação e aventuras.
Os personagens são apaixonantes e deixam saudades no final.
O conceito de uma segunda vida é fantástico, embora a ideia tenha me apavorado.
A revelação do pseudônimo Mr Queen só vem no final e desafio qualquer um a antecipar a resposta. Excelente livro. Estou ansioso pelo próximo livro da Loraine.
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danda 16/09/2018

Um enredo muito interessante.Gostei bastante.Uma história com mais de 10 personagens,as vezes tinha que parar e lembrar quem era quem.Sao 3 personagens principais.O livro é dividido em 3 partes,falando sobre esses personagens(não esquecendo dos outros).O título poderia ser outro.Um livro bem escrito.Me instigou a querer saber oque aconteceria no final.
Indico.
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Lu 09/09/2018

A utopia e a distopia
Imagine que o mundo acabou mesmo em dezembro de 2012, não era só uma teoria da conspiração. Imagine que depois de todos mortos, alguns foram convidados a voltar a Terra e presenciar um novo tipo de governo, com um comando misterioso que não tolera desigualdade. Imagine uma utopia sendo destruída pela vaidade desmedida da humanidade, tornando o que era bom uma distopia. Imagine que todos tem uma data premeditada para morrer em paz e ninguém consegue morrer antes disso.
Pseudônimo Mr. Queen é uma distopia bem diferente, que discorre da vida de três gerações de uma mesma família. Regina viu o mundo antes de dezembro de 2012 e depois dessa data. Larissa viveu enquanto a vaidade das pessoas começava a cercar a tranquilidade de um sistema bom para todos. E Vitória foi testemunha da barbárie causada pelo ser humano só para descobrir o segredo de como morrer antes de seu prazo.
A partir da vida das três mulheres conhecemos esse mundo e seus mistérios, e por mais que as vezes nem pareça uma distopia de tão casual a narrativa, a crítica social tão característica do subgênero está lá.
Minhas ressalvas são sobre algumas coisas em que a autora da muita atenção e que não são realmente importantes para o andar da narrativa, porém, alguns plots que são pontuais para se entender o conflito perdem o foco muitas vezes.
Um ótimo livro para quem gosta de distopia, mas está cansado de ler sempre as mesmas fórmulas repetidas de governos perversos.
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Viviane Rodrigues 05/09/2018

Quase perfeito!
Posso dizer que nas primeiras páginas o livro já chama a atenção e promete uma boa história. Tem um excelente potencial, gostei da trama, não sou uma especialista, mas creio que faria alguns ajustes, melhoraria os diálogos e sendo o segredo da morte o tema muito interessante pensei que o final seria algo mais impactante. Mas foi uma excelente distração, a leitura fluiu muito bem e no geral eu gostei bastante. Só agradeço a oportunidade. Continue investindo, seu potencial é ótimo e pode crescer muito. Parabéns!
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Isa 04/09/2018

grande potencial
Recebi o convite da autora a participar do book tour, uma proposta muito bacana.
O livro trata de uma distopia, fala de uma nova sociedade regida por novos valores, novas regras, mas bastante semelhante à nossa em diversos aspectos: ambições, ganância, sede de poder, futilidades...temas tão presentes em nosso dia-a-dia.
Confesso que a sinopse do livro me despertou bastante curiosidade e elevou as minhas expectativas (que não foram correspondidas pela leitura). Muitos personagens, informações confusas, passagens muito longas (às vezes com tantos detalhes que não acrescentavam em nada no desenrolar da história), que no conjunto tornaram a leitura maçante. Apesar dessas dificuldades, vejo bastante potencial a ser lapidado no livro, algo que uma boa revisão e uma boa editora podem solucionar.
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