Pobre Não Tem Sorte

Pobre Não Tem Sorte Leila Rego




Resenhas - Pobre Não Tem Sorte


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SARITA 05/06/2011

Geralmente quando um livro é de origem estrangeira é perdoável (não menos irritante) que tenha erros de português. Mas estamos falando de um livro brasileiro com muitos erros de português e com uma linguagem modesta (podendo usufruir de nosso rico português). Ok, o livro é em primeira pessoa e a Mariana não é um personagem inteligente para encher o livro de metáforas brilhantes.

Muitas amigas que merecem meu respeito no quesito OPINIÃO me falaram tão bem desse livro e eu tive AQUELA decepção. O importante aqui é deixar claro que para escrever sobre FUTILIDADE precisa ter tino, ou vocês nunca ouviram falar da Becky Bloom da Sophia Kinsella?

Achei a linguagem brega. Sim, eu sei que a Mariana era uma personagem ambiciosa, envolvida com moda. Mas, peraí, lembra que aquele livro do Markus Zusak tinha um personagem bem malandro que usava gírias de forma abusiva? Sim, mas não ficou brega, nem piegas, nem forçado. Aí é que está.

Sério que há uma vastidão de resenhas dizendo que esse livro é impressionante? Bora ganhar um monte de "Não gostei" pra essa minha resenha.
LeilaRego 20/06/2011minha estante
Sarita,
Obrigada por me contar sua opinião. Sei que é impossível agradar a todos... Fico feliz mesmo assim em saber que leu meu livro.
Felicidades.
-Leila Rego


Sabrina 27/11/2011minha estante
Fico satisfeita de saber que alguém se irritou com os erros de português. Tenho MUITA dificuldade em deixar a leitura fluir quando há muitos erros. Não sou, obviamente, uma sumidade na Língua Portuguesa, mas acho que custava muito pouco à editora uma revisão.


Vanessa 29/06/2012minha estante
São tantas opiniões que quem não leu o livro ainda fica literalmente dividido...a questão é arriscar, pois leitura é sempre um aprendizado!!!


Lili 17/08/2017minha estante
Não acho perdoável erros de português,nem em livros estrangeiros,para isso existem revisoras e antes boas tradutoras,as editoras que cuidem dessa parte.




Flavia 12/08/2012

Adoráveeeel!
Mariana é uma típica patricinha. Tem 26 anos e em "Pobre Não Tem Sorte", nos conta sobre sua jornada após ter ficado noiva de Eduardo, um cara super gato, inteligente, médico e o mais importante de tudo: muito rico! Sua vida gira em torno de status e agora que "acertou essa bolada" e vai se casar, está preocupada em se dedicar à reforma do apartamento recém comprado e aos preparativos do casamento e da festa, que devem ser perfeitos aos olhos da sociedade.

Só que como o próprio título do livro diz, "pobre não tem sorte"... Mariana não é rica, muito pelo contrário. Ela mora com os pais e a irmã mais nova na cidade de Prudente, interior de São Paulo, num apartamento minúsculo e sem graça. E isso pra ela é motivo de vergonha eterna.
Suas amigas ricas não podem nem sonhar onde ela mora ou que sua bolsa caríssima lhe custou meses de trabalho e um cartão de crédito estourado.
Mariana sempre tem desculpas para livrar a cara desse tipo de constrangimento e manter as aparências diante das amigas. E a proposta de casamento após um namoro de 7 longos anos, veio a calhar, pois assim não precisará mais fingir ou mentir.

Mariana então parte numa saga para deixar tudo do jeitinho que ela sonhou, sempre deixando claro que bom gosto, glamour, luxo e requinte são as coisas mais importantes da vida, e que se for preciso que pessoas saiam magoadas dessa história, tudo bem, desde que ela própria não perca a reputação que levou tanto tempo pra construir nem passe vergonha com revelações de sua origem.

Sim, é isso mesmo! Não é só impressão, não! Mariana não é má pessoa, mas é um dos maiores exemplos de futilidade e egoísmo que encontramos por aí! Ela é consumista, esbanja horrores, se endivida até o pescoço mas não perde a foto! E para minha imensa alegria, o livro não se resume a só isso! É aquele tipo de história que por mais antipatia que tomamos da personagem e por mais vontade que temos de lhe enfiar a mão na cara pra ver se ela acorda, queremos continuar lendo desesperadamente, torcendo para saber quando e como ela vai finalmente cair na real. Nunca torci tanto pela mudança de um personagem (para o próprio bem dela, claro) como torci por Mariana.

Muitas passagens do livro são bem hilárias, como as cenas onde Mariana bebe e esquece o que aconteceu e morre de desespero por não saber se deu algum bafão, e principalmente as cenas em que a sogra dela aparece. As duas tem aquela relação de ódio e rivalidade, mas tudo em silêncio para que Eduardo não fique entre a cruz e a espada. Ao mesmo tempo em que Mariana odeia a jararaca, que desde o início do namoro a despreza pois sabe que ela veio de uma família simples, ela a idolatra por ser uma mulher com ótimo gosto, super rica e glamourosa.
Ela também tem umas tiradas bem bacanas que me lembrou o personagem Caco Antíbes de Sái de Baixo, interpretado por Miguel Falabella. "Eu odeio pobre!" rsrsrsrs

Enfim, a leitura é em primeira pessoa e é bem leve e simples. É como se Mariana fosse uma conhecida nos contando o que ela acha ser certo enquanto ouvimos abestalhadas e incrédulas todos aqueles absurdos. E são tantos que não temos como não rir. Quem aqui não conhece alguém que se acha e vive de aparências quando na verdade não tem nem onde cair morto? Hahahahaha

Gostei do rumo que a história levou e Mariana é um grande exemplo de personagem que ensina os leitores a terem tolerância, pois ela é impossível com toda essa futilidade até cair na real. E o maior exemplo de todos, é que podemos aprender com nossos erros, desde que a vontade de mudar parta de nós mesmos.

Muito bacana e recomendo a leitura de Pobre Não Tem Sorte, o primeiro Chic Lit nacional que li! E as trapalhadas de Mariana continuam em Pobre Não Tem Sorte 2 - Alguma Coisa Acontece no Meu Coração.
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Talita, 05/07/2010

Sou uma pessoa dificíl para gostar de livros nacionais, acho que tenho um certo preconceito, mas quando ouvi à respeito do livro da Leila Rego fiquei com uma vontade enorme de ler, e ao participar de uma promoção no twitter da autora e ganhar o livro me desejo foi realizado e pode apostar que não consegui largar o livro até terminá-lo.
Mariana sonha em ser rica, ter um super apartamento e comprar todas aquelas roupas da moda que tanto deseja, e seu sonho vai ser realizado quando ela se casar com Edu, seu noivo, médico, rico, lindo e tudo que uma mulher deseja. Tudo está à mil e uma maravilhas, até que Mariana passa a esquecer de tudo e só pensar no casamento o que acaba trazendo complicações em sua relação com Edu, que agora não sabe se ela realmente o ama ou só quer o seu dinheiro e se ela é ainda é aquela pessoa por quem ele se apaixonou.
Um livro que vai fazer você rir, se apaixonar e torcer, terminei o livro querendo mais páginas e agora eu estou torcendo para que o 2° saia logo. Super recomendado.
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Camila 10/12/2009

Pobre Não Tem Sorte
Terminei de ler o livroe agora estou triste! Tô triste justamente porque já acabou! Como pôde passar tão rápido?! Adorei o livro! Não deixa nada a desejar aos chick-lits gringos. Pelo contrário, foi muito gostoso curtir um livro com tantas referências brazucas, ainda mais porque moro em São Paulo e conheço todos os lugares mencionados (e tenho bastante experiência com a Twenty-Five, hehe), inclusive conheço Prudente. A história tem tudo o que eu poderia querer: amigas verdadeiras, amigas falsas, família, vestidos, bolsas, sapatos e obviamente um cara gato! Rs... Agora só falta uma continuação!
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Camila 26/11/2012

Divertidíssimo!!
Toda mulher, por mais independente que possa ser, um dia já desejou morar em uma bela casa, com um belo marido, ter uma bela vida e viver feliz para sempre. Mariana, a nossa protagonista também já desejou isso um dia. Mas não só desejou, ela está prestes a conseguir. Mari vai está de casamento marcado com Edu, o lindo, carinhoso, rico, inteligente, bem sucedido, honesto e trabalhador Edu. O problema é que a Mari também está prestes a colocar tudo a perder.

Mariana é extremamente fútil, só se interessa por marcas, fofocas, dinheiro e status, enquanto que o fofíssimo Edu é o oposto. Ainda assim, há algo entre eles que fez com que gênios tão diferentes se apaixonassem e após anos (muitos anos) de namoro o casal finalmente está encaminhando os preparativos para o casamento.

Tudo desmorona na vida perfeita de Mari quando ela estava quase no altar com o garoto de ouro da cidade, quase se mudando para o seu novo e bem decorado apartamento e tendo a vida que sempre sonhou. Edu cancela tudo horas antes do grande momento, porque, segundo ele, Mari só pensa nela mesma.

E agora a tão fútil e egocêntrica Mariana irá enfrentar as línguas cruéis da cidade pequena, a indiferença das antigas e falsas amigas e terá que tomar um novo rumo na vida. Terá que se reerguer. E quem sabe até mesmo encontrar um pouco de sanidade pra colocar dentro da sua cabeça oca.

Mariana é fútil, iludida, sem noção, irritante e fresca. E esses foram todos os motivos que me fizeram querer enforcá-la em vários momentos da leitura. Mas a Mari também é fofa, sonhadora, divertida, engraçada, fashion e amiga. E foram essas as qualidades que me fizeram torcer por ela do início ao fim.

Pobre não tem sorte é um chick-lit delicioso, divertido, leve e instigante, escrito pela brasileira Leila Rego. PNTS desperta no leitor as mais variadas emoções, sempre colocando à prova tudo aquilo no qual o leitor acredita ser moralmente correto com perguntas como: “Afinal, Mari é fútil, egocêntrica e vive de aparências, então como é que eu não consigo parar de torcer pra que tudo dê certo no final?”. É impossível desgrudar de PNTS enquanto você não se depara com a última página. Mari é um encanto, e a Leila brinca com os sentimentos dos leitores. Se você curti chick-lit então essa é uma ótima pedida!

"Mas, não sou rica. Não sou mesmo. E esse é o meu carma. Sabe de quem é a culpa? Do Sr. Destino. É verdade. O infeliz estava totalmente distraído quando chegou a minha vez de nascer. (Página 16)"

"O “P.O.V.O – Pessoas Ocupadas (demais) com a Vida dos Outros” – é uma raça muito cruel. (Página 18)"

Beijos e comentem!

http://nolimitedaleitura.blogspot.com.br/2012/11/pobre-nao-tem-sorte-leila-rego.html
Beth 29/05/2013minha estante
Adoro este tipo de leitura.Divertido e descontraído.


Marie 01/06/2013minha estante
Eu percebi uma pitada de comédia? Ah acho que sim. Como será que a Mariana vai dar a volta por cima? Acho que vai ser uma leitura das que te prende até que ela acerte as coisas com ela mesma.
Adorei :)


Rodrigo Lessa 13/06/2013minha estante
Nossa, a Mari é uma verdadeira dialéptica hein, nossa! hahaha. Acho que também ficarei com vontade de enforca-la e logo eu que falo sozinho se eu nao to gostando do personagem hahaha k. Eu gostei do livro, parece ser otimo, otimo para rir tambem, quero ler :D


DomDom 21/06/2013minha estante
Eu gosto bastante de chick lit, e geralmente me pego torcendo para que as protagonistas como a Mari, amadureçam. Esse me parece ser um belo exemplar do gênero. Fiquei bem curioso pra ler.


Paula Baia 24/06/2013minha estante
Ai adorei a resenha, acho que tem um pouco de comedia no meio ne? ai adoro , o humor as vezes é bom em alguns livros.. mais eu fiquei super curiosa para ler esse livro , pareçe ser perfeito *-*


Susane Matos (A 24/06/2013minha estante
Demais. A personagem Mari, embora tenha os defeitos dela, me parece que causa empatia diante de seu jeito de ser. Eu curto muito o gênero chick lit, e me orgulho bastante das autoras nacionais que estão adentrando de uma maravilhosa forma a esse gênero. Gostei muito da sua resenha. Quando leio sobre esses tipos de livro me recordo de autoras como Fernanda Saads e até da querida Leila.




Leandro 12/05/2012

http://leandro-de-lira.com/
Primeiro chick-lit nacional que eu leio. O título foi o suficiente para chamar a minha atenção. Comecei a leitura com grandes expectativas e ao concluí-la, percebi que nem todas foram atingidas. Mas, no contexto geral, o livro é muito bom e eu até me identifiquei um pouco com a protagonista — o que geralmente é raro acontecer!

"Toda garota do interior sonha em se casar com o cara de seus sonhos, ter uma casinha, filhos e ser feliz até que a morte os separe, certo?
E se esse cara for lindo, rico, super fashion e divertido?
E se tal "casinha dos sonhos" for um mega apartamento no melhor bairro da cidade?
Uau! Mariana encontrou o cara perfeito e vai se casar com ele!
E nada de casinha! Isso é coisa de gente que pensa pequeno. Mariana vai ter o apartamento dos sonhos que já vem incluso no pacote: case com um homem rico e vá morar em grande estilo.
E quanto a filhos e ser feliz até que a morte os separe... Bem, ela ainda não pensou nesses detalhes. Afinal as prioridades vão para as coisas bem mais interessantes como, por exemplo, o vestido de noiva perfeito, o que o colunista vai dizer sobre o seu casamento no tablóide de domingo, o que as amigas e inimigas irão comentar, quem entrará na lista de convidados para sua despedida de solteira, etc.
Mas isso só sura até um dia em que Mariana... Bom, leiam o livro e descubram."

Mariana é uma garota comum, que sonha em ser rica, ter um apartamento enorme só seu, comprar várias roupas de grife e ainda casar-se com um homem bom e rico — e por incrível que pareça, ela começa a namorar um estudante de medicina muito bonito e que realmente a admira. Observando assim, pode-se até dizer que um dos seus sonhos está se realizando. Mas a Mariana é tão fútil, que ao invés de todos os seus sonhos se realizarem e prosperarem acontece o oposto.

"— Cida, por favor, vá colocar uma roupa decente e fazer o que realmente interessa. A casa está um horror. Parece que um furacão 2.000 passou por aqui. — ordeno, já treinando para lidar com meus futuros empregados. Não que os meus serão do nível de Cidinha. Mas se precisar passar por uma situação ridícula como essa, estarei preparada."
Pág.: 42

Ela mora com sua mãe, seu pai e sua irmã Marisa. Mariana conseguiu me irritar algumas vezes, por ser muito fútil e irritante mesmo. Porém, em outros momentos, conseguiu me tirar boas gargalhadas. Pela sua maneira de agir — aos poucos —, ela vai perdendo tudo que sempre almejou. E é justamente com essas perdas, que ela começa a crescer e torna-se uma pessoa melhor.

"Isso está muito estranho. Nenhum noivo no mundo quer conversar com a noiva a sós antes da cerimônia. Será que alguém morreu e por isso vamos ter que cancelar o casamento? Cancelar o casamento. Isso me deixa em pânico."
Pág.: 129

O que eu não entendi foi o motivo das pessoas criticarem tanto a escrita da autora. Completamente sem sentido — em minha opinião. A autora escreve muito bem e eu acho que as pessoas deveriam elogiar e não criticar ainda mais. E muitas vezes, críticas sem sentido. O que me irritou muito algumas vezes, foi o uso da palavra "leitora", referindo-se apenas ao feminino, dando a entender que apenas as mulheres é que estão lendo. E creio que, alguns homens, leram ou pretendem lê-lo — o que torna um pouco chato, o uso da palavra citada.

Enfim, o livro é muito bom. Leiam sem medo e divirtam-se com a Mariana. Você pode até irritar-se um pouco com ela, mas é um sentimento normal e rápido. O final é torturante, deixando o leitor ansioso pela continuação. Espero ler a continuação brevemente e me aventurar com a Mariana.

Recomendo!
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*Rô Bernas 15/08/2011

Não é bom, mas não é ruim!
Não gostei desse livro. E não é porque a protagonista é fútil, mas porque ela é chata e sem carisma e tem a irritante mania de falar com nós leitores...odiei esta parte.

Não posso dizer que é um livro ruim, pois não é. O livro retrata muitas patricinhas fúteis que vemos por aí e infelizmente elas existem mesmo. A autora tentou dar um ar engraçado a Mariana quando ela retratava seu dia-a-dia, mas só conseguiu deixá-la mais e mais enjoada. Só que ao mesmo tempo que ela era enjoada, chata e sem sal ela era humana e no finalzinho do livro com a ajuda de Edu e Clara eu até consegui me deixar seduzir um pouco e confesso que apesar de não ter gostado do livro como um todo, o final salvou e me fez ter vontade de ler o PNTS2.

A autora conseguiu fazer no final do livro o que não conseguiu no livro todo...me seduzir...que bom que não abandonei o livro!

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Loris 11/04/2012minha estante




Loris 05/06/2012

É, pobre não tem mesmo sorte
Vamos combinar, a edição combina perfeitamente com o nome do livro: pobre.
O que mais encontrei nesse livro não foram risadas, nem uma lição de moral clichê sobre futilidade. Foram erros ortográficos, gramaticais e de concordância, e muita confusão sobre o tempo da narrativa.
A protagonista, Mariana, que é quem conta a história, parece não fazer ideia de como se situar no tempo. Ora ela está bem aqui, contando o que está se passando, ora ela já está no passado, falando sobre aquilo que já aconteceu. E tudo isso sobre um mesmo diálogo, sobre uma mesma situação! Pode parecer uma coisa à toa, mas deixa a leitura bastante irritante depois de certo tempo. Eu me pegava corrigindo o que ela dizia e acabava perdendo o que ela realmente estava contando. O livro perdeu uma estrela comigo por culpa disso.

Ignorando o fato de que foi mal escrito, vamos à história. É, pode ser uma história engraçadinha, mas essa protagonista - que eu acho que está bem mais pra antagonista, apesar, é claro, de ela se redimir no fim - não me descia garganta abaixo de jeito nenhum. Pareceu um pesadelo ver a história do ponto de vista dela. O principal da história é, sim, mostrar a futilidade dela, o esgoísmo dela, mas em nenhum momentozinho sequer, Mariana é capaz de despertar a simpatia do leitor. E não porque ela é futil, é porque ela é chata mesmo. Afinal, quem leu Becky Bloom sabe que uma protagonista fútil pode ser extremamente carismática.

Enfim. Tudo o que Mariana quer são roupas de grife, sapatos de marca, bolsas Louis Vuitton, óculos da Prada, carteiras Marc Jacobs. Apartamento de luxo, baladas bem frequantadas, salão de beleza todos os dias, nunca mais ter que trabalhar na vida. Ou seja, ser uma dondoca. Seu problema, é claro, é falta de sorte porque, tan-tan-tan, ela é pobre e simplesmente morre de vergonha disso. Morre de vergonha dos pais trabalhadores; da irmã, que não é uma "escrava da moda" como ela; do apartamento pequeno onde mora... Chega a mentir para as "amigas" sobre sua condição social, fingindo fazer parte do mundinho ridículo delas. Agora me diz, tem coisa pior que patricinha pobre? E ela é o cúmulo da "patricicisse"! Nossa "querida" pobretona pensa que se casando com o melhor partido da cidade ela finalmente terá a vida que nasceu para ter, mas, infelizmente (para ela - e para deleite do leitor), nada sai como planejado. Bem, não posso dizer que senti pena.

Não posso, também, negar que o livro tenha suas tiradas boas, seja bem engraçadinho em algumas partes e em alguns momentos (raríssimos, diga-se de passagem) pode até chegar a ser hilário. Mas só vale mesmo pelas risadinhas que a gente alcança de vez em quando, porque, de resto, deixou a desejar.
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Marina 10/10/2012

Muito bom!
Pobre não tem sorte é o primeiro Chick Lit que eu li. Me interessava pelo gênero, mas nenhum tinha me chamado a atenção ainda.
Mariana é uma mulher fútil, super preocupada com moda, com a marca das coisas que usa, com o que os outros vão pensar dela e por aí vai. Ela namora um rapaz chamado Eduardo: rico, bonito, gentil... enfim, "o genro que mamãe pediu a Deus". Eduardo e Mariana decidem se casar, e ao invés de Mariana dar atenção ao relacionamento dos dois, ela só pensa na marca do vestido, na festa, nos convidados, no que os outros vão pensar da cerimonia... Claro que isso não poderia acabar bem, e Mariana acaba tendo uma surpresa nada agradável.

Pobre não tem sorte é narrado em primeira pela própria Mariana. Ela nos conta a história como se estivesse contando para uma amiga, faz comentários sobre tudo o que está acontecendo, e apesar de falar a marca das coisas de duas em duas linhas, é impossível não gostar dela. Em alguns momentos tive vontade de entrar na história e dar um sacode nela, porque ela precisava. Pena que não dá para fazer isso.

A leitura flui de maneira muito agradável. Você vai lendo, lendo, lendo e quando nota já está quase no fim do livro. Tive que enrolar um pouco para demorar a acabar de ler. O livro também passa uma lição bonita. E o modo como foi passada não ficou muito forçado.

Pobre não tem sorte é muito gostoso de ler. Não tem uma história muito complexa, e isso é ótimo para distrair a cabeça. Mariana é uma personagem cativante. Quando cheguei nas últimas páginas, me senti como se estivesse me despedindo de uma amiga, não vejo a hora de ler a continuação e encontrar Mariana de novo.

site: http://www.31demarco.com/
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Lu 22/06/2011

Achei meio fraquinho esse livro. Tem horas até que é engraçadinho, mas achei meio infantil..sei lá. E olha que adoro livros juvenis!
Final bem óbvio...sem surpresas...!
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Pam Gonçalves 23/12/2009

Mariana o espelho de diversas mulheres por aí
O livro conta a história de Mariana, uma menina de família classe média de Prudente-SP. Que vive com os pais e uma irmão. Ela tem a "sorte" de namorar o melhor partido da cidade e andar com as pessoas mais influentes. Porém esse status ela zela com muita dedicação. Faz questão de planejar seu look, não repetir roupas, ou pelo menos não em dias seguidos. Adora sair em colunas sociais e ser bem falada pelo P.O.V.O.



Mariana é o perfil de muitas mulheres brasileiras. Aquelas que adoram comprar coisas de marca, só para fazerem questão de falar o nome da marca ao invés do nome da peça do vestuário. Tem pavor de perder o status que conquistou, ou ter a imagem abalada. Mas, assim como muitas mulheres, Mariana quebra a cara. Vai precisar um grande tropeço para poder enxergar a verdade. Depois disso ela resolve mudar de vida, faz planos e aos poucos se torna uma nova Mariana.



Leila conseguiu fazer uma personagem super criativa, e que faz ótimos comentários e se mete em cada confusão. Vou te contar heim. Nesse livro você ri, chora, sente pena, e sente pavooor das situações. Vale super a pena ler!



http://garotait.blogspot.com
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Rose 30/04/2014

Estava louca de vontade de conhecer este livro e a autora. Sempre lia comentários bons de ambos e a vontade só aumentava. Decidi separá-lo para o Desafio Literário e este mês chegou a vez dele. O resultado disso tudo? Adorei a Mariana!
Mas vamos por partes, Mariana Louveira tem 26 anos e nasceu, cresceu e mora em Prudente, interior de São Paulo.
Ele tem tudo para ser uma bela socielite. Ela é inteligente, divertida, sabe se portar e se vestir, mas não tem o básico: "dinheiro".
Segundo ela (eu acredito nisso), este pequeno detalhe é culpa do "Sr. Destino", que trocou sua família rica e importante por esta que ela tem em Prudente.
Mas já que o destino se enganou, ela mesma iria consertar este erro. Mariana acabou conhecendo Edu, o melhor partido da cidade. Depois de um longo namoro, eles ficaram noivos. Seu grande sonho estava prestes a se realizar, ela teria o casamento dos seus sonhos e a vida a que tem direito.
O livro nos conta um pouco da vida desta maluquete até o dia de seu casamento. Entre muitas risadas, confirmamos que Mariana está certa, pobre não tem sorte! Coo costumo dizer, eu queria ser pobre apenas um dia da semana, pois todos os dias é uma m#*&@!
Mariana é muito engraçada, e em muitas vezes me lembrei da doida da minha irmã, que assim como Mariana, nasceu na família errada, rsrsrsrsrs


site: http://www.fabricadosconvites.blogspot.com.br/p/minhas-resenhas.html
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Paola 23/02/2011

Hoje trago a resenha de um livro que acho que muitos já leram. Mas, eu terminei somente ontem de ler Pobre Não Tem Sorte, de Leila Rego, e estou com o livro em minha cabeça até agora!

A personagem principal do livro é Mariana, ou simplesmente Mari. Uma jovem que cria um mudinho particular em sua cabeça e acha que tudo é maravilhoso! Adora as coisas mais caras da vida e culpa o Sr. Destino por ter nascido em uma família de classe média/pobre.

Mari tem um namorado, Eduardo, ou Edu, que é uma rapaz de família rica. Eduardo é residente em um hospital e não liga nem um pouco para as ótimas condições que sua família tem. Dá importância as verdadeiras coisas da vida! Como trabalhar para conseguir seus objetivos futuros!! Além de Mari e Edu, a história conta as participações da família do casal, além da amiga de Mariana, Clara.

Confesso que no princípio eu morri de raiva da Mari, pois a sua futilidade me dava nos nervos! Não pensa no futuro e somente em coisas materiais! Cheguei até a compará-la com a personagem da novela Passione, a Clô, lembram dela?! Pois bem, Mari é assim! Edu é um príncipe! Educado, lindo, carinhoso e que pensa alto, no futuro!! Faz planos para ter a sua vida, seu escritório médico e não se acomoda na condição boa que os pais tem. Ao contrário de Mari, Edu não pensa em dinheiro, marcas e em exibir o que tem.

Ao longo do livro várias coisas acontecem na vida de Mari (e lógico que eu não vou contar, se não perde a graça, =] ). Mas, a jovem começa a descobrir quem realmente são seus amigos, quem realmente se importa com ela e o que é mais importante na vida! Assim, comecei a achar Mari engraçada e até sofri junto com ela em certos momentos.

Pra mim, livro bom é aquele que te dá sensações. Sejam elas de raiva, alegria ou tristeza... Que você consegue imaginar cada cena e até imaginar as vozes dos personagens. E Pobre Não Tem Sorte é assim! Um livro que além de te causar sensações te mostra de uma maneira divertida algumas verdades que a vida tem!

Eu recomendo a todos lerem esse livro! Vocês irão adorar!!! Mari é divertida, te faz raiva e ainda te dá uma lição!!! =D Parabéns Leila pelo super livro!!
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LeilaRego 20/05/2011minha estante
Paola,
Fico até emocionada com o carinho que recebo de vcs, blogueiras.
Obrigada por esse apoio todo. Vc é uma fofa!
Beijos,
-Leila Rego




Janna 08/09/2012

Pobre Não Tem Sorte


Pobre Não Tem Sorte é um livro que conta a história de Mariana, uma jovem de Presidente Prudente, que é pobre e seu maior sonho é ser rica, sair nas colunas sociais, ser invejada por suas amigas, ou melhor ser invejadas por todos.

Para sua "sorte", acaba conhecendo Eduardo um rapaz rico, por quem se apaixona e começam a namorar, ao lado de Edu, Mari vê seu desejo de ser rica muito próximo de se realizar.

Mariana tem vergonha de ser pobre, tem vergonha dos pais, do apartamento onde mora, do bairro. Depois que começa a namorar Edu, ela se torna cada dia mais fútil, e só pensa em bens materiais.
Para ela só tem valor quem tem uma bolsa de marca, um óculos de marca e por aí vai.

Ela acaba se esquecendo do que realmente importa na vida, que é a família e o amor. E por ela ser dessa maneira vai ter que aprender com os próprios erros. E vai sofrer muito, e para ser uma pessoa melhor não será fácil, passará por maus bocados.

Mesmo Mariana sendo totalmente fútil, eu simpatizei com ela (gente eu não sou fútil viu), porque ela é engraçada, espontânea, mas no fundo ela não é uma pessoa ruim, ela ainda não amadureceu totalmente, é mais ou menos isso.

Eu sofri junto com ela quando Edu a abandonou no dia do casamento, por mais que ela seja do jeitinho que é, foi muita maldade da parte dele, namorou com ela 7 anos e justo no dia do casamento percebe que não quer casar, ah isso foi muita canalhice da parte dele, acho que nenhuma mulher merece passar por isso.

Mas por outro lado Mari precisou passar por essa dor, para amadurecer e dar valor ao que realmente importa na vida, que com certeza não é o dinheiro ou status. Agora resta ler a continuação para saber se isso serviu de lição para Mari.

Eu adorei o livro, e recomendo a leitura, a escrita da Leila flui naturalmente, dei várias risadas e sofri também.
Edu é um cavalheiro, mesmo fazendo o que fez, sei que a intenção dele foi boa. Os pais da Mari são um encanto, pessoas simples, trabalhadoras, a irmã é aquela garota que fica na dela, meio tímida. A mãe de Edu é uma jararaca hehe.

Leila você está de parabéns, adorei ler PNTS, me diverti bastante com a Mariana, em breve trarei a resenha do segundo volume de PNTS. Com certeza é mais um livro nacional que vai para minha lista de favoritos.

E é o que eu digo sempre, a cada dia que passa me surpreendo mais e mais com nossos autores, sucesso a vocês, parabéns por estarem conquistando esse espaço.

Mais em http://livrospuradiversao.blogspot.com.br
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Williane 11/02/2011

Talvez por estar acostumada com Marian Keyes ou Candace Bush., eu tenha achado o livro absurdamente infantil. Uma narrativa à la ThalitaRebouças, sabe? Nós estamos falando de chiklit,e não teen. Cenas muito previsíveis e humor muito infantil.Muito bobinho. E já tem o 2.
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