Arena 13

Arena 13 Joseph Delaney




Resenhas - Arena 13


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Gaby Schunk 12/08/2020

O livro é perfeito, muito bem escrito e representa uma realidade pouco vista nas distopias, uma história onde revelações fortes são feitas e os sentimentos do personagens bem expressados fazendo com que você se entrose cada vez mais na história.
Uma leitura que eu aconselho todo mundo fazer pois vale a pena !
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@patriciamfagundes 07/07/2020

Deixou a desejar
Tá ok, eu comprei esse livro somente porque ele estava custando R$ 10,00 reais. Sim, eu só li esse livro porque pedi para meu namorado escolher minha próxima leitura e ele escolheu esse livro. Mas poxa, achei uma história sem pé nem cabeça.

A história não é ruim. O mundo que o escritor criou é fantástico, apesar das poucas explicações, percebemos vários elementos, criaturas, linguagem própria, enfim. Criatividade 10.

Porém, a história acontece entre altos e baixos. Muito rasa. O propósito do Leif é se tornar um lutador na Arena 13, e aí o primeiro torneio que ele participa nos novatos é mal contado no livro.

Aí vem a Kwin e força o menino a fazer todo o tipo de coisa pra livrar ela dos próprios problemas em que se meteu.

Aí o Leif fica indo em uma aventura após a outra, e mesmo ele sendo um menino com nem 15 anos de idade, o Tyron resolve contar pra ele os planos para combater o Hob no futuro.

Não sei, essa mistura não mãe cativou.. parece uma versão de Harry Potter um pouco mais sangrenta.. sem falar que eu tentei procurar a continuação desse livro e não achei.. será que não continuação?

Resumindo, não recomendo esse livro.
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Bea 01/07/2020

Nem bom nem ruim
A história é contada por Leif que vive em um mundo que é dominado pelo Hob, um dijnin. O sonho de Leif é lutar na Arena 13 e assim um dia poder derrotar o Hob.
O narrativa é leve, mas a falta de detalhes o torna "leve demais", o autor por vezes opta por pular acontecimentos que seriam melhores se fossem explicitos.
O universo é meio confuso e sem muito sentido.
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Yas 08/04/2020

Sensacional. Primeiro livro do autor e foi uma leitura muito boa, quando você começa a ler não consegue mais parar, já quero ler os próximos da série.
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@Estante_do_lu 06/04/2020

O tanto que eu amei esse livro não tá explicado, o jovem Leif é um dos melhores protagonistas que eu já li até agora , desde a primeira página do livro vemos que ele não vai aceitar perder e que lutou pra conseguir chegar onde chegou e conseguir aquilo que ele sempre sonhou lutar na arena 13, o vilão dessa saga é o Hob logo no primeiro ela mostra que não é qualquer um e que ninguém pode com ele , a história é fantástica , os personagens são carismáticos, e bem desenvolvidos , mesmo sendo primeiro livro da nova saga do Joseph , ele não peca em nenhum momento , a escrita dele é fantástica e sempre que você acaba um capítulo , vai querer ler outro pra saber o que vai acontecer , pq a cada página algo novo acontece e nem sempre é algo bom ...
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Aline 20/02/2020

Gostei
Um livro jovem cheio de aventuras, recomendo
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Mathias.Weirich 08/02/2020

Arena 13
Recomendo este livro a todos (as) que buscar uma leitura fluida, em um mundo distópico e fantástico.

Joseph Delaney é, certamente, um dos autores que mais gosto e ele não decepcionou novamente, trazendo ao público infanto juvenil, novamente, uma história sombria, porém com elementos mais leves que permitem até mesmo darmos boas risadas!

Recomendo também a Série "as aventuras do caça feitiços", escrita pelo mesmo autor e que tem a mesma "pegada" sombria e ao mesmo tempo mais "leve"
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Gabyh 20/04/2019

"À medida que a visão vai ficando turva, lembranças do marido e do filho lampejam em sua mente, e ela é invadida por uma onda de tristeza e saudade."

No livro Arena 13 somos apresentados à história do jovem órfão Leif, que deixou a pequena cidade onde vivia - Mypocine - e suas lutas de bastões graças a um bilhete azul, e com isso Leif pretende ser treinado pelo melhor artífice da cidade, demonstrando sua força e valor como guerreiro dentro das lutas nas arenas até que um dia consiga chegar à famosa Arena 13. Mas o jovem garoto ainda tem um longo caminho a percorrer e muitas regras para seguir, mesmo que isso muitas vezes seja confuso para ele, já que a vida como discípulo de Tyron é bem diferente.

Se você está lendo esse livro já esperando pela luta épica - que a capa nos dá a impressão - talvez fique um pouco decepcionado, pois essa luta ainda não aconteceu, mas podemos ver a história segue por esse caminho, mas nesse primeiro livro o autor procura nos ambientar nesse novo universo e seu foco principal passa a ser o treinamento de Leif e como ele tem que aprender a seguir novas regras, já que ele quer ser mais do que o melhor lutador de bastão de Mypocine, mas vemos que logo no inicio ele já faz algumas amigos e inimigos também, o que promete muita confusão para os próximos livros.

O livro é bastante sangrento, assim como o mundo em que os personagens estão vivendo que estão sempre com medo do terrível Hob. Talvez esse tenha sido um dos pontos negativos do livro, tudo bem que o Hob possui uma forma bem sua de lhe dar com tudo, que as regras que se aplicam a todos não valem para ele, mas ainda sim, os cidadãos das cidades poderiam ter mais força de vontade a ponto de defender os seus e a sua cidade, mas não, eles parecem se encolher de medo a cada possibilidade do Hob aparecer.

Mas ainda sim o universo criado por Joseph Delaney para esse livro é incrível, e as lutas possuem regras específicas, tanto que se ele quisesse a história toda poderia ter se passado dentro da arena e ainda teríamos muito o que falar. A narrativa e a história nos remetem a um mundo totalmente novo, mas que com suas brigas de arena muitas vezes passam a impressão da Roma Antiga com seus gladiadores e as arenas, o que já é bem interessante por sua vez.
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Isa Books 06/10/2018

Arena 13: lugar de despropósito, diversão sem sentido e objetivos equivocados
Arena 13 estava na minha lista de leitura há bastante tempo, mas diante de tantas obras muito mais interessantes colocava-o no finalzinho da fila.
Nunca havia lido nada de Joseph Delaney mas quando li a sinopse desse livro achei promissor, já que, pelo visto, seria uma trama repleta de batalhas, sangue e muitas emoções. No entanto, é exatamente isso que não há nessa obra.

Apesar de estarmos diante de um universo rico, o autor a todo momento dava-nos a sensação de não saber o que fazer com todos os elementos por ele criado. Estava com a faca e o queijo na mão e não sabia como corta-lo.
Temos aqui personagens promissores com todo o potencial para arrebentar mas que ficam completamente perdidos em péssimas construções. Lief é um garoto que poderia ser grandioso - movido pelo desejo de vingança -, que inicia sua jornada bem focado mas que, com o decorrer da narrativa, vai se perdendo em conflitinhos desnecessários e paixão não correspondida; achava bem irritante ele ser tão influenciável e só se meter em encrenca, bem diferente de seu momento inicial: pé no chão e focado.
Outra personagem que poderia ter ganhando maior notoriedade e ser igualmente grandiosa é a Kwin. A garota está lutando pelos seus direitos quanto mulher em um mundo cuja voz feminina é silenciada, toda afrontosa e osso duro de roer, mas... também se perde demais em mi mi mis, só se metendo em confusões e levando junto para o buraco seu cachorrinho Lief. (Haja paciência)

Quanto ao vilão: sem propósito, sem voz e rosto; o tal Hob é uma criatura tão sem atrativos que até mesmo um gato sibilando mete mais medo que ele. De verdade, quem é o Hob mesmo?
Sua vilania era cercada pelo mito e todo endeusamento da Arena 13 - outra coisa sem muito destaque - mas que de forma alguma convence.

Dei 3 estrelas para obra porém ás vezes me arrependo. A trama tinha potencial para ser bem melhor, mas o ritmo acelerado - como se o escritor tivesse com pressa de terminar de escrever logo porque tinha um compromisso mais tarde - tornou-o superficial e, ouso dizer, imaturo.
Não fiquei nem um pouco animada para ler a sequência, sinceramente nem sei se lerei quando enfim for publicado aqui, afinal a obra não me marcou e me deixou com um gostinho amargo na boca.
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AndyinhA 06/07/2017

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Acho que 2016 não tem sido o meu ano, ou melhor, acho que 2016 tem sido o ano que muita coisa anda sendo publicada, alguma repetidas e talvez esteja cansada de ver mais do mesmo em minhas leituras. Eu prefiro pensar nesta segunda opção.

Quando vi ‘Arena 13’, imaginei uma coisa completamente diferente, algo meio a la ‘Jogos Vorazes’ com espadas ideias romanas, mas onde as pessoas iriam por vontade própria e uma pitadinha de sobrenatural para deixar tudo mais intenso. Mas simplesmente não rolou.

A leitura não conseguiu me agradar, até a página 100 foram descrições e mais descrições e uma mistura de primeira com terceira pessoa na narrativa que estava me deixando doida. A paixão e desejo pelas lutas quase não vinha do personagem principal, teve muito mimimi de garotinhos brigando e muito ciuminhos. Sério, li diversos livros enquanto lia este. A história não me convidava a voltar.

Da página 101 até a 200 tivemos menos descrições, um pouco mais de empolgação e confesso que muitas vezes fiz uma leitura ‘em passant’, não queria desistir do livro, mas do jeito que as coisas iam, estava vendo que poderia ser obrigada a abandonar. Tem um tempo que já desisti de ficar agarrada a leituras que não me agradam, só para dizer ‘eu terminei’.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/07/Arena13.html
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vinicius.fagundes.93 25/03/2017

Arena 13 é um Young Adult, escrito por Joseph Delaney, autor da série As Aventuras do Caça-Feitiço. O livro é o primeiro volume de uma série de distopia juvenil, e está sendo lançando pela Bertrand Brasil em 2016. O livro tem como protagonista Leif, um jovem de origem humilde que sonha em participar dos combates realizados na famosa Arena 13, onde seu pai lutou antes de morrer.

Leif recebe uma chance de realizar o seu sonho quando ganha um bilhete de loteria, que tem como prêmio a oportunidade de ser treinado por Tyron, o melhor e mais talentoso entre os treinadores da cidade de Gindeen. Apesar de uma inicial hesitação, Tyron aceita Leif como seu novo pupilo, e ensina a ele os truques e segredos para se tornar um grande lutador na Arena 13.

Mas não é somente na Arena 13 que se encontram perigos que ameaçam a vida de Leif. A cidade de Gindeen é aterrorizada pelo Hob, uma criatura maligna que se deleita em assombrar a população. Na Arena 13, o Hob desafia os lutadores a lutar até a morte, e sempre sai vitorioso, graças a sua habilidade de voltar a vida. Mas enfrentar o Hob dentro dos limites da arena é exatamente o que Leif sempre quiz.

Esse não foi o primeiro livro do Joseph Delaney que eu li. Em agosto do ano passado, eu resenhei aqui no blog o primeiro livro da série As Aventuras do Caça-Feitiço, intitulado O Aprendiz. Então, eu já tinha uma boa ideia do que esperar desse livro, afinal eu já estava familiarizado com a escrita do Joseph Delaney. E mais uma vez, eu curti muito a leitura de um livro dele. Eu gosto da forma como ele conta as histórias, e tanto em O Aprendiz, quanto em Arena 13, isso é bastante presente.

Outra coisa que eu gostei bastante no livro foi a forma que o autor misturou diversas mitologias diferentes para criar uma atmosfera totalmente original para o livro. As batalhas da arena lembras as batalhas de gladiadores da Roma antiga, a figura do Hob que lembra os vampiros das lendas europeias, e várias outras coisas juntas, formaram um ambiente muito interessante.

Pra fechar a lista de pontos positivos, gostei muito do funcionamento da arena em si. Geralmente nesses livro que são centrados em batalhas, o foco fica inteiramente na parte física da luta. Em Arena 13, o autor mostra como funciona o processo de acensão de um lutador, desde os treinamentos inciais, até a criação dos lac, que são uma espécie de androide que ajudam o lutador nas batalhas.

Mas é claro que não pode ser tudo positivo né. O principal ponto negativo do livro é o próprio protagonista. Leif é um personagem muito simples, e depois de concluída a leitura, eu não consegui identificar nenhum ponto marcante da personalidade dele. Como o livro é narrado do ponto de vista dele, em terceira pessoa, a narração acaba ficando um pouco “rasa”.

Os outros personagens foram um pouco melhores. O treinador de Leif, Tyron, é mais bem explorado e é fácil criar uma conexão com o personagem dele. Mas a melhor personagem do livro é Kwin, filha de Tyron. As ambições dela são bem definidas, a personalidade dela é marcante, e depois que terminei o livro, foi dela que eu mais me lembrei. O livro teria sido melhor se ela fosse a protagonista.

Outro problema que eu tive com o livro é o fato de que ele contêm muita exposição. Pra quem não sabe, exposição é aquela parte do livro em que a história simplesmente dá uma pausa, e a narração explica elementos da história para o leitor. Em um certo momento, Leif aponta que ele já conhece os conceitos que Tyron está explicando pra ele. Isso é porque Tyron não está explicando pra ele, e sim pra você, o leitor. Quando a exposição é bem feita, ela passa até despercebida. Infelizmente, não foi o caso com esse livro.

No geral, Arena 13 foi uma leitura com pontos positivos e negativos. A mitologia e as cenas de ação ganharam muitos pontos comigo, mas o protagonista sem profundidade e o excesso de exposição acabaram atrapalhando um pouco a leitura, mas não a ponto de me desanimar da leitura. Talvez com um pouco mais de tempo gasto desenvolvendo os personagens e menos explicando como funcionam os lacs, a história teria sido melhor executada.

Se você curte uma distopia cheia de ação ou se a sinopse te interessou, não deixe de conferir Arena 13, e confira tambem As Aventuras do Caça-Feitiço, que na minha, opinião, é mais bem escrita.

site: http://laoliphant.com.br/resenhas/arena-13-por-joseph-delaney
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Marina Garcia ( 03/02/2017

Arena 13 por Joseph Delaney (Publicado pelo blog Um Reino Muito Distante)
Lançado no mês de junho através da Editora Bertrand Brasil, Joseph Delaney, mesmo autor de As Aventuras do Caça-Feitiço, agora nos apresenta a história do jovem órfão Leif, que deixou a cidade pequena e as lutas de bastões para que pudesse chegar a Mypocine com seu bilhete azul e ser treinado pelo melhor artífice da cidade, para assim demonstrar sua força e valor como guerreiro dentro do complexo de arenas e enfim chegar até a famosa Arena 13. Contudo, fama e reconhecimento estão em segundo plano para Leif, uma vez que ele está a procura de vingança contra Hob, um ser que por anos vem aterrorizando as cidades e que por diversas vezes visita a Arena em busca de um combatente para que lute com ele até a morte.

" - Siga os ponteiros do relógio - aconselhou Tyron. - À medida que você dá a volta, cada arena representa um nível de habilidade superior. Os novatos nesse jogo começam introduzindo lacs nos níveis mais baixos. Então, gradualmente eles vão galgando degraus. Alguns nunca conseguem - ou querem conseguir -, mas os melhores chegam à Arena 13, onde o método de combate Trigladius tem vigor. - Sua voz agora era um sussurro. - Trigladius é uma antiga palavra que significa "três espadas". Exceto em ocasiões normais, todo o mundo simplesmente diz Trig."

Mas, espera um pouco aí, você não acha que isso resume toda a história, não é mesmo? Para falar a verdade, não é nem metade do que foi criado por Joseph Delaney. Arena 13 tem uma um jogo complexo de lutas e regras que por si só já são interessantes, poderia facilmente uma história ser contada somente dentro das arenas. Eu teria amado esse livro, mas infelizmente não foi bem isso que aconteceu.

O que me atraiu para a leitura, sem dúvidas, foi o fato da narrativa se passar em um futuro distópico bastante curioso, pois algo em meio a todo avanço tecnológico provocou uma ruptura em nossos padrões de vida, fazendo com que parte de nossa cultura regredisse até algo semelhante a Roma Antiga, misturada com uma tecnologia rudimentar - mas avançada ao mesmo tempo, entende? - e o gosto por lutas de gladiadores, que nesse caso não são escravos, mas garotos em busca de fortuna e fama.

" O aroma doce do perfume das mulheres, pairava no ar imóvel, misturado com o cheiro de madeira e couros velhos. E havia outra coisa agora. Um odor subjacente de suor, mas algo metálico e azedo também.Com espanto, me dei conta de que era o fedor de sangue."

Mas, vai com um pouco mais de calma se você como eu espera por lutas épicas, nesse primeiro livro da série o autor focou muito no treinamento de Leif e seu relacionamento com os outros garotos, ah, é claro, a garota também. Então, digamos que isso deixou o livro um pouco morno até certo ponto. Contudo, eu não posso descartar a chance que Arena 13 tem para ser uma promissora série de livros, podemos perceber isso pela quantidade de possibilidades que o autor pode explorar, algumas pontas soltas e outras que ainda não nos foram reveladas.

No final, o que me manteve firme para continuar lendo foi a curiosidade em tentar descobrir os elementos do nosso presente que ainda fazem parte desse novo mundo criado, eles estão ali entre uma cena e outra, até mesmo em um diálogo ou personagem misterioso. Por isso, eu diria que você precisa ler o livro para saber o que estou falando rsrs...

Bom, por fim recomendo esse livro mais para o público a quem é destinado, no caso, o infanto juvenil. Quem for da minha faixa etária talvez não se agrade, principalmente se curtir algo mais 300 e Spartacus nesse tipo de enredo e cenário. Enquanto isso, eu fico por aqui aguardando pela sequência e torcendo para que o segundo livro possa nos trazer muito mais ação.

site: http://umreinomuitodistante.blogspot.com.br/2016/08/arena-13-por-joseph-delaney.html
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Makoto 02/02/2017

Cadê o resto da estória?
A estória é legal apesar do ritmo ser meio lento, já que, nesse primeiro volume, tudo gira em torno da caracterização dos personagens e da ambientação, tanto temporal, como da estrutura da sociedade e do papel do "grande arqui-inimigo" do protagonista (e ~ por que não? ~ herói) da estória.
Entretanto, esse livro não segue o esquema da coleção do Caça-feitiço, onde cada livro fecha um ciclo (ou arco) da estória, mas sim algo mais parecido com o "Senhor dos Anéis" ou "As crônicas de gelo e fogo", onde os livros terminam em momentos chave, os quais só são concluídos no volume seguinte. E isso é horrível, principalmente para quem sofre de ansiedade, mas, fazer o quê? O negócio é esperar pelos próximos volumes.
Com relação à recomendação, eu acho que é uma boa estória sim e pode ser lida sem problemas. Portanto, recomendo, mas se não tiver lido a série do Caça-feitiços, eu acho que a recomendação maior seria para ela ao invés dessa que não passou do primeiro volume por enquanto.
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Moonlight Books 25/12/2016

Leia esta e outras resenhas no blog Moonlight Books, www.moonlightbooks.net

Diferente.

Arena 13 traz uma história que logo nas primeiras páginas nos leva a ter que prestar muita atenção em detalhes e peculiaridades. Não é algo simples, é todo um mundo novo. Temos aqui um universo complexo, de expressões únicas e ambientação exclusiva. É uma realidade onde os seres humanos vivem confinados e seu meio de sustento gira em torno das lutas em arenas, seja através de apostas ou de todo o negócio que se desenvolve a partir das lutas.

No entanto, não temam este universo, conforme a história vai se desenvolvendo é possível entender cada particularidade e logo você está imerso na trama de Delaney.

Arena 13 é uma história sobre lutas, sobrevivência, vingança, justiça e crescimento pessoal. Não tem o humor irônico presente em As Aventuras do Caça Feitiço, é bem diferente da outra série do autor mesmo trazendo um jovem aprendiz, um mestre e momentos sombrios. Se comparamos as duas séries considero esta mais suave e menos densa, ainda assim tem muitas reviravoltas e me empolgou. Não leiam em busca de semelhanças e sim de mente aberta para uma nova empreitada do autor. Não vejo a hora de ler a sequencia.


site: Leia o restante da resenha em http://www.moonlightbooks.net/2016/09/resenha-arena-13.html
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Gabriela 22/11/2016

Pois é, isso é tudo que tenho a dizer: Freaking cool!!
Helloo, pessoas...
Hoje venho trazer para vocês a resenha de um livro que mexeu bastante comigo e que me deixou embasbacada e ainda assim tocada mesmo sendo uma fantasia/distopia juvenil. A sinopse já sumariza a estória e como estou com preguiça alheia de fazer uma ambientação floreando a sinopse, vou trazer logo as minhas impressões como tenho me acostumado a fazer.
"Naquela cidadela de treze pináculos habita o Hob.
Ele está sedento por sangue.
Nós lhe daremos sangue até que ele se afogue."
Eu já tinha lido outra obra do Joseph antes, O Caça Feitiço e tinha gostado bastante da escrita, linguagem e o cenário abordado, mas até hoje não prossegui com a série porque tem treze freaking livros e eu não sou muito de ler séries enormes, depende muito do meu humor. Mas enfim... Quando vi este livro – e essa capa arrasadora, eu toquei tanto nos relevos da frente, lindeza ever – e quando conferi a sinopse pensei: what the hell? Preciso ler. Essa estória tem um teor mais sangrento, e traz uma pegada de horror num contexto fantástico distópico diferente e interessante. Acredito que o autor utilizou desse artifício, mesclar os gêneros de uma forma que totalmente deu certo, para não se limitar e poder criar o que precisava para fluir perfeitamente na sua estória.

É difícil não retomar a Roma Antiga, os gladiadores e as arenas quando se lê essa estória. O contexto é bastante interessante, a mitologia é bem construída e os cenários são chamativos e nos remontam muito a cidades quase medievais, com um teor obscuro e diferente. É viciante, rápida e fluída a estória. Num dado momento da leitura, quando Kwin explicava algumas coisas sobre a arena para Leif, eu me lembrei de alguns aspectos que tinha estudado sobre as arenas naquela época – porque eu gosto de ficar lendo sobre tudo quanto é História. E eu gostei disso porque retomou a um tipo de conhecimento específico que eu já tinha. Na Roma antiga os gladiadores lutavam em uma superfície coberta de areia que absorvia o sangue devido aos combates sangrentos em demasia.

"Bastões e pedras podem quebrar os meus ossos.
Mas verbatis são muito fatais."

Acho que um livro escrito em primeira pessoa acaba entregando algumas coisas da estória do que em terceira. E acabamos sabendo de cara que o Leif inevitavelmente precisa vencer as barreiras para chegar a tão sonhada Arena 13. O grande ponto da questão é o desenvolvimento dele durante as adversidades e para mim o ponto alto. Há clichês sim, é verdade, mas não deixa de ser uma obra autêntica e primorosa.

Quero ressaltar alguns personagens além de Leif – arrasador, divertido, cheio de falhas, corajoso e humano - que me chamaram a atenção por diversas características. Na obra nos deparamos com Kwin – uma garota legal, destemida, rápida com o bastão e a espada que gostei de cara. O lac de Leif que me conquistou com o tempo. Tyron, um dos melhores modeladores da cidade e Kern o cunhado.
Muitos vão achar que é meio manjado a questão do filho – Leif – sair em busca de vingança para tentar se reerguer depois de uma tragédia familiar, – morte de mãe e pai – e na verdade é. A grande sacada é saber ser original dentro desse mesmo contexto. E foi algo que o Delaney soube bem como fazer. Num determinado ponto da leitura em que eu fiquei chocada com uma revelação, me veio à mente: bem pensado e conduzido para não levantar suspeitas. Fiquei tão empolgada com os rumos da estória. Foram abertas tantas possibilidades.
"Ajustes de contas geralmente terminam com a decapitação do perdedor. Às vezes, apenas corta-se a garganta. Esses são os métodos preferidos. Uma morte desordenada resulta de múltiplos cortes pelo corpo.
Manual de Combate Trigladius "
O livro é meio sangrento e traz um teor de horror – não terror, gente – que eu na verdade não esperava, mas que se torna mais que plausível na estória devido ao ambiente que estão vivendo e o terrível Hob. Em certo ponto da leitura eu me perguntei, e qual é o sentido de tudo isso? Porque tantos garotos se submetiam a isso, arriscar a própria vida para entrarem nas arenas e obter glória e foi então que me lembrei dos gladiadores e das guerras. Por exemplo, na primeira guerra mundial, como já vimos retratado em séries ou filmes, os rapazes se alistam com orgulho para as guerras porque queriam e isso muitas vezes me deixava confusa e angustiada pelo que viria e os traços da guerra que seriam deixados, pois não fazia sentido algum para mim.
"A morte muda tudo."
Foi legal enxergar as coisas pelos olhos de um garoto. Através disso nós conseguimos ver as ambições, o que se passa na cabeça e como o Leif se sentia em relação a Kwin, as mudanças de humor, o sofrimento e as conquistas, a maneira que ele regia a cada situação foi divertido e prazeroso de ver.

Esse livro me surpreendeu e me trouxe um monte de sentimentos, eu simplesmente amei essa obra e recomendo. A leitura é rápida e fluída apesar dos nomes estranhos e das regras dos combates, nós acabamos nos afeiçoando a estória e acostumando.

site: http://piecesofalanagabriela.blogspot.com.br/2016/07/resenha-arena-13-joseph-delaney.html
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