A Geografia de Nós Dois

A Geografia de Nós Dois Jennifer E. Smith




Resenhas - A Geografia de Nós Dois


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Clara 02/05/2018

Falar desse livro já dá um aperto no coração! Uma relação a distancia tão complicada, problemas familiares, problemas existenciais da adolescência, um livro delicioso de ler mas de machucar o coração. Me senti muito envolvida com a vida dos personagens e a forma como eles estão conectados mesmo estando longe e quase não mantendo contato. Os sentimentos são muito palpáveis, os personagens são interessantes e as situações que eles vivem são bem vida real mesmo e amei isso! Com certeza lerei mais coisas da Jennifer E. Smith.
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Erica 15/04/2018

Romance fofura
Lucy e Owen se conhecem no elevador do prédio onde moram, durante um blecaute que atinge toda a cidade de Nova York. Ela mora no 24º andar e ele, no subsolo. Pertencem a realidades completamente diferentes. Mas isso não é obstáculo para que surja uma singela amizade entre eles.
Apesar de terem passado uma única tarde/noite juntos, um não consegue esquecer o outro e eles acabam mantendo contato de uma maneira pouco convencional: através de cartões-postais. Uma coisa só deles e tem algo a ver com o dia em que se conheceram. Por circunstâncias incomuns ambos acabam separando-se geograficamente. Ela morando em lugares diferentes na Europa, com os pais, e ele percorrendo a costa oeste dos Estados Unidos com o pai.
Descobertas, desentendimentos e expectativas permeiam essa incrível história. Tem diversas referências geográficas por conter diversos cenários diferentes, e desperta no leitor a vontade de viajar mundo a fora e conhecer novos lugares. É o tipo de romance que arranca sorrisos do rosto e nos faz devorar o livro. Se eu fosse personagem de um desenho animado sairiam coraçõezinhos da minha cabeça durante a leitura.
Gosto desses romances que parecem previsíveis, mas sem ser melosos. É o tipo de história que desperta algo de bom em quem a lê e faz a pessoa flutuar. Simplesmente amei!
Lucy é uma menina que cultiva uma solidão diferente, daquelas que faz a pessoa sentir-se confortável consigo mesma. Ela ama a cidade de Nova York, gosta de passeios culturais, como museus e galerias de arte, e os frequenta sozinha. Estuda em uma escola só para garotas e não tem amigos; mas não é daquelas esquecida e renegada pelos cantos. Apenas vive assim por que gosta.
Owen também é uma espécie de solitário. Tem dois amigos na Pensilvânia, onde morava antes, e a única pessoa que conhece em Nova York é Lucy. Ao contrário da garota, ele odeia NY e só aceitou se mudar para lá por que o pai conseguiu um emprego na cidade. No fim das contas, não tinha escolha.
Essa história me ensinou que precisamos ser leais aos nossos sentimentos e não fugir deles. Não adianta negar o que se sente, pois mais cedo ou mais tarde o sentimento fala mais alto.

“Porque é isso que acontece quando se está com alguém assim: o mundo se encolhe e toma a proporção correta. Moldando-se para comportar apenas duas pessoas, e nada mais.”

site: http://tudoqueeuli.blogspot.com
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Márcia Gerly 14/04/2018

Romance Adolescente
Ah gente! Romance adolescente é aquela coisa fofinha de ler se você não é mais adolescente. Esse livrinho é gostosinho. A história de vida do Owen me interessou mais do que a da Lucy. No geral, achei bom. É uma leitura despretensiosa e tranquila. O final é previsível, mas não chega a estragar o prazer da leitura.
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Mariana 02/04/2018

Bem mais ou menos
*SPOILER*

A história me prendeu bastante, tanto que li em dois dias (considerando que eu mal tenho tempo). Sabe quando o universo decide conspirar constantemente ao seu favor, e de repente tudo o que você precisava que acontecesse começa a acontecer, e tudo começa a dar certo na sua vida? Não né? Pois é, claro que não! Mas isso é exatamente o que acontecesse nesse livro: tudo conspira em favor de Lucy e Owen, mesmo que haja toda uma enrolação da autora para prolongar a história, a ponto de ficar previsível demais. Um verdadeiro conto de fadas nada realista: os correios são rápidos ou demorados o bastante para entregar seus cartões portais na hora certa, e o casal faz e pensa exatamente as mesmas coisas mesmo estando em lados opostos do oceano, sem comunicação, como alma gêmeas. Se você for do time dos leitores que adoram uma paixonite lenga lenga que nem eu, você também vai acabar se envolvendo. Mas definitivamente, esse livro não chega nem perto de um YA 5 estrelas.

Sobre os pontos positivos: as relações familiares, o fato da Lucy ser uma riquinha que não é mimada ou chata, os capítulos intercalados entre as visões de um de outro, conhecer um pouco dos diversos lugares que eles visitam, a ideia do apagão em NY, entre outras coisas.

O que mais me decepcionou: depois de tantos rodeios, vai pra lá, vem pra cá, tantos cartões postais, tanta dificuldade para o acerto do casal, finalmente o final... TOTALMENTE ABERTO E SEM SENTIDO! Eu não acreditei quando vi que tinha acabado... NÃO É POSSÍVEL! Desde o encontro final deles, a autora vai diminuindo o tamanho dos capítulos e, considerando o desfecho, dá impressão que ela chegou no final do livro e teve preguiça de terminar. Owen vai fazer faculdade em Washington enquanto Lucy vai continuar morando em Londres... e acaba com eles dizendo que vão dar um jeito de o relacionamento dar certo. Como assim Brasil? O LEITOR QUER SABER QUE JEITO É ESSE DESDE O COMEÇO DO LIVRO, MAS QUE CACETE! Livro bom pra mim é aquele que tem uma ideia, um desenvolvimento e, SEM MENOS IMPORTÂNCIA, um bom final, ou um final justo pelo menos, o que nesse caso não teve.

Decepção 2: eu sou complemente apaixonada por autores que conseguem descrever as coisas/lugares/personagens/momentos à ponto de ser quase palpável, de tão real que ele faz parecer. Terminei o livro sabendo apenas que Owen é loiro e magro e Lucy tem sarda no nariz.... Os diálogos dos dois são curtos demais e o resto se resume a "conversaram sobre muitas coisas" ou "Owen escreveu uma e-mail pedindo desculpas e contando do término com a outra fulana", ao invés de colocar exatamente as palavras dele (tem coisa mais romântica que mensagens de saudade?) ... tirando o primeiro encontro, a interação deles é bem rasa.

Última decepção: essa veio de outra resenha, e eu fiquei chocada com o furo. Como que o Owen se recusa a responder os e-mail da Lucy, por causa de sua aversão pelas novas "redes sociais" ou pelo "medo das mensagens instantâneas", e dessa forma só se comunica com a Lucy pelos cartões postais, mas depois aparece com um papinho de que pensou em mandar um e-mail, ligar ou até mandar uma mensagem de texto para a tal da Paisley (a fulana que ele teve um caso) quando ele está indo para São Francisco? Tipo, de repente ele se torna adepto à usar o celular? Por causa de outra garota ainda por cima? Minha nossa né.

Enfim, não é um livro que eu indicaria mas também não achei de todo ruim. Achei bem inovadora a ideia do blecaute em NY e tudo mais, mas estou agradecida aos céus por ter lido em pdf ao invés de ter comprado.
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nic_okumura 31/03/2018

...
Meu primeiro intuito é escrever uma resenha com a intenção de detonar o livro, mas ao mesmo tempo não sou exatamente capaz de fazer isso.

Sou fã dos romances de Jennifer E. Smith simplesmente pela facilidade que esta autora tem de me fazer sorrir. Sua escrita é simples, divertida e os casais apaixonantes.

Nesse livro no entanto não tive tanta empatia pelo casal. Eu gostava da Lucy. Eu gostava do Owen. Não tenho tanta certeza se gostava deles juntos. O romance deles me pareceu supérfluo e seus momentos de fofura não foram capazes de me encantar o bastante para eu chegar a realmente gostar do livro.

O romance entre eles é meio parecido com os outros de Jennifer E. Smith, um momento muito bom juntos e portanto, um amor eterno. Eu não gosto muito disso em seus livros (motivo pelo qual nenhum de seus livros recebeu 5 estrelas minhas), mas geralmente consigo compreender exatamente porque o casal deu certo ou o meu ( minúsculo lado romântico ) consegue ser despertado e eu aceito na boa. Não foi exatamente o que aconteceu dessa vez.

Em relação a escrita não há reclamações, como sempre foi leve e divertida, além disso os capítulos eram curtos uma coisa que eu amo quando estou lendo no kindle.

O enredo foi levemente cansativo, tive certa inclinação a não terminar ( porém necessitava do felizes para sempre ) . O começo foi adorável, porém no meio eu já me sentia no meio de um redemoinho de repetição. Sei que o objetivo de livro era mostrar como a distância funcionava com os dois e em parte é legal, mas teve um momento em que eu só desejava terminar o livro logo.

Foi bom para passar o tempo, mas certamente não foi o ponto alto de Jennifer... Pretendo continuar lendo seus livros, mas sei que nunca voltarei para reler este aqui
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Yana Sofia 22/12/2017

[Resenha] A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith
Lucy é solitária. A constatação disso, é a forma como ela passa os dias em um prédio bonito em Manhattan, normalmente andando sozinha pelas ruas de Nova York, pois os pais viajam muito e a deixam em casa na companhia dos seus irmãos. Só que essa realidade ficou mais tensa quando seus irmãos foram para a faculdade e ela ficou realmente só. Ao mesmo tempo, Owen vive uma experiência de vida extremamente diferente. Com a morte da mãe, Owen e seu pai vieram a Nova York por causa de uma oferta de emprego em um momento em que necessitavam de mudanças, por isso aceitaram a viver no subsolo de um prédio em um período de calor intenso.

“Lucy pensou em todas as outras vezes em que ficou naquele espaço apertado ao longo dos anos; [...] Brigou com os dois irmãos mais velhos, dando chutes e arranhões, até a porta abrir-se com seu “ding” característico e os três saírem como perfeitos anjinhos.”

A história dos dois vai se cruzar quando ambos entram no elevador do prédio, cada um procurando um rumo diferente, o silêncio ainda pairando entre os olhares desinteressados de cada um até que de repente o elevador para no meio do caminho. Eles ficaram bastante tempo sozinhos sem conseguir fazer comunicação com ninguém lá fora e por isso tiveram período para desfazer as impressões aparentes para começar a construir um vínculo. Quando conseguiram sair, eles descobriram que não só o prédio, mas toda Manhattan estava sem energia. O dia já estava quente, mas ficaram sem água também, por isso ao invés de se despedirem tomaram sorvete de graça juntos, conheceram uma Nova York diferente, pois tudo estava escurecido. Depois, foram ao terraço do edifício e ali adormeceram.

“O mapa era o mesmo que uma porta prestes a se fechar. E a geografia da situação – a geografia dos dois – estava completamente e irremediavelmente errada.”

Depois, foi difícil de se falarem de novo. Owen tivera um contratempo, e Lucy não estava decidida a procurar por ele com medo de ser repelida, também ambos trilharam percursos diferentes, por isso foram separados pelo oceano e mais um pouco. É nesse momento que começam a trocar cartões postais que Lucy sempre vira na geladeira de sua casa, mas agora todas elas seriam endereçadas a Owen.


Esse livro é um young adult super fofinho, que traz de volta aos nossos corações, o desafio das mudanças repentinas bem como as tramas do ensino médio, o primeiro amor, a faculdade e no caso dessa história, a distância entre dois jovens de mundos muito distintos fazendo você se apaixonar pela história. Além disso, a narrativa trabalha questões familiares que passam desapercebidas diante de problemas tão mais caóticos que estamos acostumados a ver, no entanto fazem toda a diferença para uma criança ou adolescente. Consegui sentir a dificuldade de passar pela situações de ambos os personagens, sem nunca ter realmente vivido em tais condições, por isso amei a leitura.

Em contrapartida, confesso que tive dificuldade de me identificar com a narrativa inicialmente, porque com a troca de cenários a cada capítulo, os relatos mudavam com frequência, por isso quando eu começava a gostar daquilo tudo se alterava. Com certeza o que mais gostei foi do final, por que é muito fofo esse livro, gente. Claro que tem um toque adolescente, mas é bastante crível. Eu consegui me imaginar naquela situação facilmente, e apesar de não ser o livro da minha vida, é um livro fluído para ser lido naquele momento em que você estiver precisando de uma leitura mais leve para te animar e aquecer seu coração com esperança. E você, olhou para essa capa maravilhosa e quis ler também?

site: http://www.marshmallowcomcafe.life/2017/09/resenha-geografia-de-nos-dois-jennifer.html
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Bela Lima 05/12/2017

Um blecaute acontece. Nova York apaga-se. Dois jovens ficam preso num elevador. O amor acontece. (Ah, o amor!)
"No primeiro dia de setembro, o mundo ficou escuro."

Um blecaute acontece.

Nova York apaga-se.

Dois jovens ficam preso num elevador.

O amor acontece. (Ah, o amor!)

Lucy e Owen são duas pessoas diferentes trancadas dentro de um cubículo por poucos minutos, menos de uma hora, mas a ligação daquele momento foi maior do que sentiram a vida toda. Depois que são resgatados, eles passam o resto da noite sozinhos juntos, subindo e descendo escadas, tomando sorvetes derretidos, discutindo sobre cartões postas e "queria que você estivesse aqui", e sobre onde realmente queriam estar.

Mas é uma noite, apenas uma noite - e sol nasce, a energia volta e eles se veem jogados para direções opostas, sem esperança de voltarem a se chocarem alguma vez, novamente, quem sabe.

"-Se você pudesse escolher qualquer lugar no mundo, aonde iria? - perguntou Lucy.
-Todos os lugares - respondeu ele, e ela riu, um som leve e musical.
-Isso não é resposta.
-Claro que é - retrucou Owen, porque era mesmo verdade, talvez a maior verdade a seu respeito. (...)
-Está bem, então - disse ela, prática. - Todos os lugares.
-E você? - perguntou ele. Lucy refletiu por um instante.
-Algum lugar.
Owen sorriu.
-Como é que essa pode ser uma resposta melhor que “todos os lugares”?
-É mais específico - defendeu-se ela, como se fosse óbvio.
-Acredito que sim."

Meu primeiro pensamento ao estar lendo era que seria Lucy e Owen no elevador escuro e... Uma história meio que A probabilidade estatística do amor à primeira vista, onde eles se conhecem em pouco tempo mais do que conseguiriam se tivesse muito tempo, dizendo coisas a um estranho que nunca diria a um melhor amigo, protegidos pela certeza que nunca terão essa oportunidade de novo. Não é isso que acontece.

"Se traçassem um mapa dos dois, de onde tinham começado e de onde terminariam, as linhas seguiriam para longe uma da outra como ímãs de polos opostos. (...) O mapa era o mesmo que uma porta prestes a se fechar. E a geografia da situação - a geografia dos dois - estava completa e irremediavelmente errada."

A geografia de nós dois é isso. Lucy acaba se mudando para Algum Lugar e Owen se ver numa viagem pelo país, a procura de Qualquer Lugar. Numa piada e num desejo de manterem contatos, eles ficam mandando cartões postais, mas... não funciona. O momento esfria, vira uma lembrança borrada, a alegria parece um sonho distante e perdido e eles param de se falar.

Mesmo que não queiram.

Mesmo que ainda pensem um no outro.

As coisas são como são.

Ou talvez não.

"-As coisas são como são... - murmurou ele, deixando as palavras morrerem no final.
-Odeio essa expressão - comentou Lucy. - Nada é o que é. As coisas estão sempre mudando. Elas sempre podem melhorar.
-Você é totalmente doida - disse Owen. - (...) Então, sério, como você ainda consegue ser tão otimista? (...) Você não está nem um pouco preocupada com o fato de ninguém vir nos salvar?
-Não vai ajudar em nada - disse ela. - Ficar me preocupando.
-Exato - concordou ele. - As coisas são como são.
-Não - refutou Lucy. - Nada é o que é.
-Está bem. Não é o que não é.
Lucy olhou demoradamente para ele.
-Não tenho nem ideia do que você está falando.
-Ou vai ver você simplesmente prefere não ter - disse ele,"

É lindo a forma como a autora terminava um capítulo e continuava o outro, como eles se completavam, como se diferenciavam. Lucy e Owen são pessoas diferentes, pessoas que nunca teriam conversando se não fosse pela escuridão do elevador, mas eles conversaram e uma conversa bastou - eles não se apaixonaram, mas uma conversa foi o suficiente para que a perspectiva de algo mais, quem sabe, no futuro, acontecer. E isso é lindo.

Quanto tempo se pode de fato esperar que uma única noite dure? Até que ponto se pode esticar um conjunto tão pequeno de minutos? Ele era apenas um garoto em um terraço. Ela era apenas uma garota em um elevador. Talvez tenha sido o fim.

Talvez nunca estivessem destinados a mais que uma única noite. Afinal, nem tudo pode durar. Nem tudo deve ter algum significado.

Leiam. Simples assim. Esse livro difere de A probabilidade estatística do amor à primeira vista, mas te prende tanto quanto. A narração da autora em terceira pessoa, alternando entre os protagonistas, é encantadora; e ela retratou um romance juvenil à distância com todos os problemas que merecem ser discutidos sem drama desnecessário (autores adoram dramas desnecessário em ya), e você se identifica-se com ambos, concorda com os dois, e não irá acreditar em amor à primeira vista (se for eu, não, nada contra quem acredita), mas... acreditará como algumas coisas são como são, apesar de nada ser como é. (Do que eu estou falando?)

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2017/12/resenha-geografia-de-nos-dois.html
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Ingrid 18/11/2017

Gostei, mas poderia ser melhor
A geografia de nós dois é um YA, que conta a história de Lucy, uma menina que gosta de sair por aí pelas ruas de ny – onde mora desde sempre com os dois irmãos, e os pais (que mais viajavam que não sei o quê). E Owen o menino filho do então administrador do lugar, que fica preso com ela no elevador do condomínio (num dia especialmente quente). A trama começa a desenrolar a partir desse encontro. No apartamento de Lucy, ela mostra a Owen cartões- postais que os pais a enviavam (dos lugares maravilhosos que eles iam e não levavam ela). Owen, por outro lado, lidava com a perda da mãe e o luto do pai (e a faculdade também). Enfim, tinha lido A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, e achei um enredo bem mais ou menos, muito rápido o amor deles dois, sei lá. Mas resolvi dar uma chance (a verdade é que achei a capa muito fofa), e não me decepcionei. Não achei o livro uma coisa espetacular, porém me fez refletir bastante. O romance tem como pano de fundo vários lugares que me deu vontade de visitar – Paris, Praga, Londres, São Francisco; também gostei do fato de mostrar as relações do Owen e da Lucy com as famílias deles, o que eu senti foi que a Lucy poderia ter mais contrastes emocionais, como na história de Owen. O fim pra mim foi inesperado, não foi aquele fim com cara de fim, senti isso também em Eleanor & Park (acho que porque não queria que acabassem logo), concluindo dei quatro porque faltou aquele romanção que é o que a gente gosta né. É um livro fofo, com o enredo bem pensado, o nome, os lugares, tudo. Tem esse lance de personagens com problemas (relacionamento com os pais, morte e luto) de todo young adult, mas acho que o romance faltou (fico pensando, e se estivesse com a história mais voltada para o Owen? Se aprofundasse mais para um lado...).
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Cinthia.Santos 16/11/2017

A geográfia de nós dois
Eles se conhecem no elevador se apaixonamas mas o destino os separa, eles se vêem mas uma vez e brigam , se reencontram com Nova Iorque com final lindo
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Silviane 21/10/2017

Nesse meus tempos de leituras alternadas e praticamente obrigatórias eu estava com ressaca literária direto e mal conseguia pegar um livro na mão que já me dava um treco. Então resolvi ler algo que eu queria há algum tempo e young adult com romancezinho porque eu adoro, como vocês bem sabem. Ai lembrei desse livro, que eu sempre curti o titulo e parece ser super fofo. Bom, claro que não me arrependi, né? Ele tem tudo que eu gosto. :3

Geralmente eu reclamaria dos desencontros que os personagens tem ao longo da trama, mas poxa! não é que ficou perfeito nesse livro? Todo o processo foi importante para o amadurecimento dos personagens e eu nem me refiro em relação ao romance e sim a eles mesmos, a vida e prioridades. Adolescentes não tem como ter suas escolhas aceitas, porque né... São adolescentes, e eles tem que seguir os pais até então ter idade para trilhar seu próprio rumo e o livro mostra um pouco disso sem ser chato, com brigas ou revoltas bobas. Na verdade Lucy e Owen abraçam a escolha dos pais de bom grado.

Bom, LUCY é uma garota que tem praticamente tudo. Pelo menos no que diz respeito a questão financeira. Não que ela não tenha o amor dos pais, pelo contrário; mas eles viajam muito a trabalho e ela quase não fica com eles. A relação familiar é bem escassa, mesmo que exista o amor. E é em um desses dias em que ela está sozinha que conhece Owen, no elevador do edifício em que mora em Nova York. Ela já havia visto ele anteriormente no prédio e até mesmo nas redondezas, mas nunca tinham conversado até esse apagão que ocorreu na cidade em uma tarde de verão. OWEN é o oposto de Lucy, sendo assim ele é de uma família pobre mas que cresceu com os pais sempre por perto, cheio de amor e memórias de família que agora causam dor por causa da morte repentina da mãe. Lucy ama NY e Owen odeia. Ela é otimista e ele é realista. Ela procura se conectar e ele é antiquado. Existem muitas diferenças entre eles mas mesmo assim a conexão foi imediata. Tudo era natural mesmo que por apenas um dia. Ai o negócio é que o romance não pode desenrolar a partir dai porque ela teve que se mudar com os pais para a Europa e ele precisou praticamente se tornar um nômade com seu pai pela costa leste dos EUA.

Os dois aproveitam bastante essa nova fase e se correspondem periodicamente através de cartão-postal (parece estranho, mas no conceito do livro é super fofo, ok?). Ambos vivem suas próprias vidas onde estão, conhecendo novas pessoas, fazendo amigos e até namorando; mas aquele sentimento de saudade e de algo inacabado fica ali o tempo todo. Em tudo que Lucy faz ou vê ela imagina como seria para Owen, o que ele pensaria ou o que falaria; assim como Owen se sente da mesma forma em relação a ausência dela. Apesar desse aspecto o livro não é nostálgico e monótono. A autora soube colocar bem esse aspecto de forma sutil, com apenas algumas palavras ou pequena atitude dos personagens (um exemplo simples é de um momento que Owen simplesmente entra em uma loja para comprar um cartão postal para mandar para Lucy).

O livro não é aquele que super emociona o leitor, pelo menos comigo não foi assim. Ele é fofo, a história é fofa e mostra que por mais que histórias de amor são lindas as vezes elas simplesmente não acontece daquele jeito perfeito. Existem muitas coisas na vida de duas pessoas que as impede de ser um casal, ou que dificulta isso. E foi exatamente assim com eles. Mesmo depois do final que pode não ser perfeito para algumas eu continuei adorando porque ele é um final que beira ao real. Uma leitura que vale a pena.

site: https://mementomoriporkzmiro.blogspot.com.br/2017/08/resenha-geografia-de-nos-dois.html#more
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Manu - @LivrosUai 13/09/2017

A geografia de nós dois
A Geografia de Nós Dois conta a história de Lucy Patterson e Owen Buckley. Apesar de morarem no mesmo prédio e terem se visto apenas algumas vezes, nunca repararam muito no outro. Não ao ponto de tentar começar uma amizade ou simplesmente dar um bom dia. Até que um dia acaba a luz na cidade. Deixando os dois presos dentro do elevador do prédio. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum.
No dia seguinte, passado o blecaute, a geografia os separa, e eles vão se tornando fisicamente distantes, mas cada vez mais próximos no tocante ao sentimento. Lucy descobre que se mudará com a família para a Escócia e quando o pai de Owen é demitido do atual emprego, o menino também será obrigado a ir para outro lugar. Os dois mantém contato através dos cartões postais que Owen manda de cada lugar pelo qual passa na viagem com o pai e dos e-mails que Lucy envia.

A escrita de Jennifer é boa, mas não conseguiu me prender. Não gostei do modo como a autora desenvolveu a narrativa e fui arrastando a leitura. O lado positivo se deu pelo relato das viagens pelas quais cada um dos protagonistas passou. Lucy mudou de continente, precisou acostumar-se com uma nova cultura, sotaques diferentes e pessoas diferentes. Já Owen fez uma road trip com o pai, passando por diversas cidades dos Estados Unidos, sem um rumo certo; conhecendo pessoas, lugares e comidas de cada região pela qual passava. Nesse livro também podemos ver a relação familiar dos personagens, Lucy está acostumada a ser deixada para trás quando os pais viajam (e coloca viagem nisso). Já Owen perdeu a mãe e o pai ficou distante após a perda da esposa. A solidão faz parte da vida dos dois e essa é uma das grandes questões do livro: sentir-se sozinho em meio a tantas pessoas. E em relação ao final, foi fofo, daquele jeito que relemos o último parágrafo só para guardar na memória, mas extremamente previsível. É um livro sem pretenções, e clichê, mas que não me agradou muito.

site: https://www.instagram.com/livrosuai/?hl=pt-br
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Fabi | @psamoleitura 15/08/2017

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
"Sempre fico na dúvida de como começar uma resenha. Essa vou começar dizendo que já li "a probabilidade estatística do amor à primeira vista" (resenha) e adorei o livro. Achei super fofo, aliás. Já "a geografia de nós dois" não foi como eu esperava.

Nesse livro nós vamos conhecer sobre Lucy e Owen. Ambos tem um estilo de vida completamente diferente, mas o sentimento surge entre eles.

Lucy e Owen estão no elevador quando ocorre um blecaute em Nova York. Não há nada o que fazer enquanto estão presos naquele local. Quando são resgatados, eles saem pela NY escura e compram mantimentos, aliás, não sabe por quanto tempo ficarão no escuro.

A partir desse acontecimento, surge um grande sentimento entre eles. Porém Lucy está mudando de estado junto com seus pais e Owen está partindo para uma viagem com seu pai. Será que o amor irá sobreviver com a distância?

E o livro é somente isso. Fim. Não consegui me conectar com os personagens e de certa forma, eles são vagos em relação aos sentimentos e emoções. Amo histórias como relatadas pela Jennifer: clichês. Mas, pela primeira vez, um clichê não me prendeu tanto quanto eu gostaria. Confesso que imaginava um decorrer de história completamente diferente para eles e não como tudo ocorreu.

O livro é contado em terceira pessoa, capítulos divididos entre Owen e Lucy conhecendo um pouco mais sobre a vida de cada um e dividido em cinco partes (ou seja, cinco "estágios" do relacionamento deles).

"A geografia de nós dois" é um livro que sempre divide a opinião do leitor. Já li críticas positivas e negativas, e mesmo assim decidi ler. Agora entendo o motivo de cada resenha. Em alguns momentos senti vontade de pular algumas partes e até mesmo abandonar a leitura, porém foram alguns acontecimentos (como alguns no começo e no fim) fez com que a leitura fosse boa a ponto de querer como tudo iria acabar.

Não vou dizer aqui para ler ou para não ler. Mas se você tem curiosidade, vá em frente. Não espere um livro repleto de sentimento ou detalhes porque você não encontrará isso. Apenas acontecimentos vagos e isso é tudo."

site: http://psamoleitura.blogspot.com.br/2017/03/resenha-geografia-de-nos-dois.html
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Bea 10/07/2017

Não me cativou...
O livro fala sobre relacionamento a distância e é pequeno e rápido de ler. Tem a escrita leve e é bem adolescente, mas, mesmo assim, foi bem chato e cansativo para terminar. O romance é cheio de clichês que chega a ser previsível adivinhar tudo que vai acontecer na história. Nenhum dos personagens me cativou realmente (salvo apenas o pai do Owen) e não vi nenhum real motivo para o casal se apaixonar, dando em consideração que eles não tiveram nenhuma conversa realmente, sendo assim como se eles estivessem mais apaixonados pela ideia de se comunicar com alguém em outro país do que com eles mesmo.

Para não dizer que não tiveram partes boas, confesso que os momentos que mais me prendiam era quando mostrava o relacionamento dos dois com a própria família, o que foi bem mais interessante do que a história central. No geral, esse livro é bem mediano, mais para passar o tempo, e minha nota foi 3.
Keka 23/04/2018minha estante
Oiê! Ainda estou lendo e concordo com vc... Estou arrastando a leitura, louca para acabar rsss




AndyinhA 06/07/2017

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Desde que li o primeiro livro da autora lançado aqui no Brasil – A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, sempre que sai um novo livro dela, fico imaginando que terei a mesma sensação fofa e maravilhosa que tive ao ler o livro já mencionado, mas as expectativas não andam se concretizando.

‘A Geografia de Nós Dois’ poderia ser mais bonitinho ou até mesmo daqueles que a gente faz *oinn*, mas ele não conseguiu arrancar nem uma coisa nem outra durante a minha leitura, o jeito fofo, amável e que nos faz acreditar no amor que encontrei em seu primeiro livro não tem se repetido nos outros e neste não foi diferente.

A narrativa é dura, inflexível, parecendo mais descrições de fatos – como uma receita de bolo seguida ao pé da letra, que algo para nos agradar e nos fazer desejar um belo romance. Essa estrutura rígida, deixou a narrativa sem graça e desprovida de emoção.

Apesar de o livro ser narrado ora pelo rapaz e ora pela moça, o que eu curto bastante, pois assim conseguimos saber mais de cada um dos personagens em questão; como eles se sentem, quem eles realmente são e como se sentem um em relação ao outro. A ideia que foi passada durante a leitura acabou sendo de uma carta onde se trocam poucas informações pessoais e quase achamos que eles são colegas de escritório, faltou a emoção.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/07/GeografiaPoison.html
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