Pensei que Fosse Verdade

Pensei que Fosse Verdade Huntley Fitzpatrick




Resenhas - Pensei que Fosse Verdade


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Carol 12/09/2019

Pra sentir o cheiro de mar
As descrições dos lugares são bem detalhadas dando aquela vontade de correr pra praia dar um mergulho, sentir a brisa e apreciar o pôr ou nascer do sol.

Demorei um pouco pra engrenar e guardar os nomes dos personagens, esperando um grande acontecimento, mas no fim acabei concluindo que o livro foi doce, abordou alguns assuntos com sutileza como família, deficiência, esforço dos pais para sustentar a família, diferença social, sonhos e aceitações.. assim como os sentimentos.

Uma leitura tranquila que faz a imaginação nos levar à beira do mar.

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Alice.Silva 15/04/2019

Ranço
Faltava algumas páginas para terminar, mas meu ranço pelos personagem, impediu que continuasse. Desculpa.
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Rafa 04/03/2019

Pensei que fosse melhor
Gwen tem apenas duas certezas na vida: Primeira vai ter que trabalhar muito se quiser algo diferente e melhor do que a vida dos pais. Segunda aprender com seus erros.

Pensei que fosse verdade narra a história de Gwen, uma garota que cresceu com pais que se casaram cedo demais e não deu certo o casamento. A mãe cética e prática trabalha muito fazendo faxinas nas grandes mansões da ilha, para sustentar a casa, o pai, o sobrinho, Emory e Gwen. Já o pai é alguém que deixou as oportunidades de lado para dar o que comer aos filhos e sobrinho.

Assim, ela trabalha na lanchonete do pai, mas este verão ela vai estar na ilha como acompanhante de uma senhora de 90 anos.

O livro é narrado totalmente por ela, e muitas vezes é cansativo. Existem vários pontos de conflito, como familiares, sexo e gravidez na adolescência, disparidade social, machismo, mas a autora opta por passar levemente em tais assuntos e foca muito no romance.

Vemos uma mocinha que cometeu algo no passado e acabou magoando Cass, o garoto fofo que está sempre ajudando-a, mesmo quando ela é sem noção e rude.

Alguns personagens secundários ganham um pouco de destaque, mas nada profundo. É um livro narrado sobre a rotina da protagonista, os caras que ela pegou e esse mistério ao fundo.

Eu realmente espera bem mais da história, acho que Huntley poderia ter aberto um conflito maior entre os personagens e fazê-los crescer. É bem nitido que Gwen não tem aquela trasição ao final do livro, onde aprende com seus erros e muda para melhor. Quando lia certas coisas não conseguia imaginá-la uma adolescente, mas alguém mais velha, irresponsável e por vezes amarga.

E por isso não curti muito a leitura, foi bem arrastada pois não existe uma reviravolta ou algo empolgante, era só rotina.

Cass é o tipo de personagem criado para termos amorzinho por ele, muitas vezes faltou atitude e voz ativa, para certa situações, mas de longe foi um dos personagens que mais gostei. Vivien, Nic. avó Bem, Sra. E, Spencer dão peso para o livro com suas próprias histórias, mas que ao chegar ao final os pontos ficaram em abertos, e foi ruim.

Pensei que fosse verdade é para quem gosta muito de romance mesmo, e quer ler algo leve sem pressão.

"Que o fato de você sempre ter tido uma coisa não quer dizer que sempre vai tê-la. Que o que você sempre quis nem sempre é o que vai querer".

"Que eu prefiro estar mil vezes com alguém que se importe com o que faz do que com alguém que saiba o que está fazendo".
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Di 22/01/2019

#DL2019IgsIrmãos / Desafio: Que se passe no verão
Tudo o que Gwen Castle mais queria era sair da ilha onde mora, Seashell.
Depois de cometer o pior erro da sua vida no verão passado, o que menos desejava era se encontrar com Cassidy Somers, um garoto rico que estuda na sua escola por quem tem uma atração. Com uma mãe faxineira e o pai dono de uma lanchonete, Gwen tem medo de que seu destino seja limpar privadas para os outros. Até que o passado se encontra com o presente e ela vive um verão cheio de histórias e emoções.

Gwen é uma garota simples, que trabalha para ajudar em casa e tem muitas responsabilidades. Mora com a mãe, o avô que é uma figura, o primo Nick (que é um gato) e o irmão Emory (que possui algum tipo de deficiência, acho que é autismo, mas não é esclarecido no livro), numa casa caindo aos pedaços e pequena para a família. Pra não ter que trabalhar com o pai na lanchonete e sempre se encontrar com os riquinhos da escola onde estuda, ela resolve aceitar o trabalho de babá de uma senhora rica nesse verão, pensando que assim iria ficar longe do Cass, que é o atual faz tudo da ilha.

Cass apesar de vir de uma família rica, não é um garoto esnobe. Ele dá valor à amizade, é tímido, super educado e nutre sentimentos pela Gwen que fica claro no primeiro contato que os dois tem. Ele faz de tudo pra tentar agradar a mesma, mas parece que o tiro sempre sai pela culatra.

Me apaixonei pelos personagens principais, o livro apesar de ser romance adolescente, não tem aquele mimimi cansativo, são adolescentes que lutam para ter as coisas, ajudam a família, se esforçam, isso deixa a leitura gostosa.
O envolvimento da Gwen com o Cass ocorre de forma tão natural, que é como se a gente presenciasse uma amiga se apaixonar. Uma leitura muito leve, que no final te deixa com um gostinho de saudade!
Ander 23/01/2019minha estante
Rainha faz assim ;)
Pisa sem dó!


Di 23/01/2019minha estante
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vc não vale nem o prato que vc come. Mas obrigada




Mey 21/01/2019

"Pensei que fosse verdade" foi o segundo livro da Huntley Fitzpatrick que eu li, o primeiro foi "Minha vida mora ao lado" que eu amei demais e que foi o grande responsável por me fazer ler esse livro. Porém, "Pensei que fosse verdade" deixa muito a desejar comparado ao outro.

O livro vai contar a história de Gwen Castle, ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha, e não tem um fama muito boa, porque ela sai com muitos garotos. Mas só tem um garoto que mexe com ela de verdade Cassidy Somers, entretanto, aconteceu alguma coisa com os dois no passado que Gwen não consegue perdoar.

A história começa do nada, já nesse verão atual, não sabemos o que está acontecendo com Gwen e Castle, na verdade nem de onde ele saiu a autora explica. O começo do livro é meio confuso, e senti falta da autora fazer pelo menos uma introdução mais caprichada, não precisava contar o mistério de primeira, mas pelo menos falar que os dois se conheciam desde criança.

Além de toda essa confusão na hora do leitor se situar, o romance do casal principal demora acontecer, os dois são o típico casal que não conseguem ficar juntos, simplesmente porque não conversam e isso me incomodou bastante.

Apesar dos pesares a história é leve e bem a cara do verão, então consigo a ainda enxergar potencial no livro e posso afirmar que foi um bom livro. E os motivos que me fazem dizer isso, de longe são o casal principal. Gosto de Emory, o irmão de Gwen, que é uma criança especial, da senhora E., patroa de Gwen e todas suas "aventuras", gosto principalmente da história de Nic e Viv, primo e melhor amiga da Gwen, achei que os dois mereciam mais o posto de casal principal.

O livro é morno e acredito que em breve vou me esquecer da história, não é de todo ruim, mas é como qualquer outro livro que tem por aí, esperava muito mais.


site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com/2019/01/resenha-pensei-que-fosse-verdade.html
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Mikele | @respiropalavras 16/01/2019

Poderia ter sido melhor
A ilha de Seashell é o lar de Gwen Castle, mas ela nunca desejou estar longe dali como agora. E o motivo se chama: Cassidy Somers.

Ela não consegue esquecer o verão em que tudo mudou, e a presença de Cass, Seu Maior Erro, não ajuda em nada. Evitá-lo a todo custo é a mais nova missão de Gwen.

Mas as coisas não saem como planejado e lidar com Cass não é a única preocupação de Gwen. A vida que ela tem e as pessoas que estão a sua volta são cheias de segredos, e quando estes vêm à tona, tudo muda.

Conflitos familiares, escolhas para o futuro, responsabilidades e como estamos sempre em transição são assuntos no livro. Como um bom YA, temos os desafios de pertencimento e iidentificação. Tais questões deram um pano de fundo realista ao livro.

A relação de Gwen com sua família, principalmente com seu irmão, Emory, foi uma das partes mais bonitas da história.

No entanto, metade do livro é dedicado a uma enrolação sem fim que deixa o leitor no escuro e não nos dá quase nada. Fitzpatrick segurou os segredos dos personagens por tempo demais, tornando a leitura maçante. Eu tiraria umas boas 100 páginas.

Não sei se foi um assunto que a autora quis colocar em pauta, mas Gwen passou grande parte do livro se depreciando e se comparando com outras garotas. E ainda que fosse uma espécie de crítica aos padrões de beleza, não foi uma abordagem de sucesso.

O romance, do tipo clichê água-com-açúcar (que não tenho nada contra e particularmente adoro), foi sem graça demais. O livro tinha tudo para ser um bom romance de verão que consegue abordar temas interessantes, mas falhou.

Eu sabia o que encontraria, pois já havia lido outro título da autora, logo, estava habituada ao seu estilo. Mas ainda assim essa história não me cativou, me senti indiferente.

"Pensei Que Fosse Verdade" é uma daquelas leituras ideais para o verão. Com seus pontos positivos, não foi de todo ruim. Só poderia ter sido... mais.
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Minha Velha Estante 09/01/2019

Resenha de Ilmara
O que você vai ser quando você crescer? Esta é uma pergunta que ouvimos desde que somos bem pequenos e desde então já se instaura em nós esse desejo do sucesso e de ser diferente também da realidade em que fomos criados. A adolescência é a fase em que esse desejo e mais mil outras coisas batem acelerado em nosso coração e tudo acontece ao mesmo tempo e sem trégua. Com Gwen Castle não foi diferente.

Ela tem 17 anos e é descendente de imigrantes portugueses. Vive com sua família na pequena ilha Seashell, muito procurada no verão para turismo. É a filha mais velha e ainda faz pequenos trabalhos para também ajudar a família, composta pelo pai, que é dono de uma lanchonete; a mãe, que é faxineira; o irmão, que tem necessidades especiais e há também o avô e o primo. Embora todos os personagens familiares não pertençam ao mesmo núcleo, podemos enxergar uma família forte, nutrida por laços de cuidado, apesar dos desencontros que sempre fazem parte do cotidiano.

Gwen é uma garota admirável. Tem sonhos e desejos como qualquer outra adolescente. Ela enxerga no estudo uma saída para fugir da repetição do destino de seus pais. Quer ampliar os seus horizontes, sair da ilha, buscar outros espaços, crescer como pessoa, ter orgulho de suas conquistas. Como se não bastasse a barra de ter que dar conta de tudo isso, ainda tem... ”o maior erro de sua vida”: Cassidy.

Cassiy Sommers é o que podíamos chamar de “playboy”. Mimado, vindo de uma família rica, ele termina indo parar na escola de Gwen justamente porque foi expulso da escola onde estudava. Sempre vinha passar as férias na ilha e Gwen ainda traz na memória as lembranças boas do tempo em que eram crianças, lembranças de um Cass que não existe mais. Só que tudo isso ficou no passado, pois Cass partiu o coração dela e deixou marcas profundas, com as quais ela tenta conviver e acima de tudo, superar.

Acontece que o destino não dá trégua para essa menina e não demora muito tempo para descobrir que Cass está trabalhando na ilha, na equipe de manutenção. Mal ela se levanta do baque que sofre, já precisa ser forte novamente e tentar conviver com Cass, ignorando-o e tentando lidar com o sentimento novo, e cada vez mais confuso, que ela carrega em seu coração. A partir daí temos os encontros e desencontros e as mudanças pelas quais os dois personagens vão vivendo, tentando se libertar do passado que os define a redefinindo-se a partir da realidade que estão vivenciando.

A narrativa é escrita em primeira pessoa, então temos uma proximidade muito maior com Gwen, vemos o mundo e vemos Cass também através de seus olhos. A relação entre eles é confusa e cheia de mal-entendidos. É compreensível, pois ambos são adolescentes e estão presos a acontecimentos do passado, mas isso às vezes torna a leitura cansativa. Acho que esse desenvolvimento da relação deles poderia ser mais bem estruturado, dando uma fluidez maior à história.

Para além disso, contudo, Pensei que fosse verdade é uma boa história, com personagens bem escritos e cativantes, que traz uma reflexão sobre crescimento, autoconhecimento e escolhas. Uma narrativa que fala de amor e de mudanças. Para quem gosta de romance, é uma ótima pedida!



site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2017/01/a-convite-ilmara-fonseca-pensei-que.html
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Nina.Lena 07/01/2019

Emocionalmente denso
É um livro que não tocará a todos da mesma forma. Sobre o quanto as pessoas sofrem e se magoam por não conseguirem conversar e também sobre o quanto algumas coisas simplesmente não dependem de ninguém. A vida não nos pede licença. Ela arromba a porta.
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Adriana 25/07/2018

Resumo do livro: incertezas quanto ao futuro (profissional e pessoal), amores, fofocas, natação e traição.
Não é um livro que traz algo profundo, mas dá pra passar o tempo. Parece filme de sessão da tarde.
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Fernanda 07/05/2018

Pensei que fosse verdade
Resenha no blog:

http://www.segredosemlivros.com/2018/05/resenha-pensei-que-fosse-verdade.html

site: http://www.segredosemlivros.com/2018/05/resenha-pensei-que-fosse-verdade.html
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Amanda Campelo | @booksdaamanda 21/04/2018

Resenha no ig @booksdaamanda
"A vida é mais do que aquilo de que você tem medo."

Vou começar falando que eu me decepcionei bastante com essa história. Eu li o primeiro livro da autora, 'Minha vida mora ao lado', que é perfeito, por isso tinha muitas expectativas com esse aqui. A história por muitas vezes me deixou confusa, tem muitos personagens, muitos nomes, até objetos têm nomes.

Aqui conhecemos a história de Gwen, que mora em uma ilha onde é muito movimentada durante o verão. Gwen tem uma personalidade forte e madura para uma adolescente, o que é um ponto positivo, ela não é aquela mocinha ingênua. Gwen, mora com sua mãe (faxineira e apaixonada por livros de romances de época), seu irmão Emory (que tem necessidades especiais, más é um fofo), o avô Ben (ele é português) e o seu primo Nic (quase um irmão). Gwen trabalha bastante, ajuda seu pai na lanchonete, cuida de uma senhora idosa e ainda tem que olhar seu irmãozinho

"Mas, meu Deus, esse lance de não conseguir pensar direito não é típico dos homens? Cujo corpo manda o cérebro calar a boca porque a coisa é gostosa demais? Ou será que esse é só mais um boato que alguém inventou? Sem pensar em quem magoaria. Ou só confundiria."
Do outro lado temos, Cass, sarado, bronzeado, com cheiro de sol e cloro. Cass aceita um emprego na ilha como faz-tudo. Então ele trabalha para a mesma senhora idosa que a Gwen cuida. No desenrolar da história é o medo de Gwen ser só mais uma cesta de piquenique, que após o piquenique é esquecida. E assim temos um livro com dilemas adolescentes e de família.

"O sorriso na voz de Cass atravessa minha porta fechada como o sol entrando por uma janela."
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Marina 11/01/2018

Esperava mais, mas dá pro gasto...
Depois de ler Minha Vida Mora ao Lado da mesma autora (Huntley Fitzpatrick) e me decepcionar profundamente com a qualidade e o desenrolar de sua escrita, resolvi dar mais uma chance lendo Pensei que fosse Verdade, imaginando que poderia ter ocorrido um certo amadurecimento por parte da autora. O livro conta a história de Gwen, uma nativa da ilha de Seashell, cheia de segredos e com uma reputação ?manchada?. A leitura é interessante no início do livro, porque existe um certo ?quê? de mistério e de histórias mal-contadas, e aí é onde reside ambas a felicidade e a infelicidade da autora. O livro é praticamente todo pautado no ?passado a ser esquecido? de Gwen, mas a um ponto exaustivo. Creio que a demora em revelar os acontecimentos e os flashbacks meio loucos fazem o leitor ficar impaciente até demais, por inúmeras vezes tive vontade de abandonar o livro e dar uma olhada nas páginas seguintes pra ver se havia alguma explicação. No mais, foi um livro leve, mas ainda muito longe de ser bom.
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Mandy 07/09/2017

Pensei Que Fosse Verdade - Huntley Fitzpatrick
A premissa do livro é bem intrigante, e os mistérios dessa ilha vão se desenvolvendo aos poucos ao longo da leitura, a autora vai nos dando pequenas dicas ao longo da narração do que realmente houve com Gwen e Cass, e também alguns outros mistérios menores que envolvem os outros habitantes da ilha, achei isso bem interessante e diferente do outro livro da autora, onde tudo simplesmente aconteceu nas últimas páginas do livro, em Pensei Que Fosse Verdade as coisas vão acontecendo aos poucos e se mostrando para o leitor conforme avançamos na leitura.

Os personagens são extremamente cativantes, até os que são um pouco irritantes, ainda sim conseguem arrancar risos do leitor durante a leitura, os personagens secundários são bem ativos na história e compõe muito bem o povo dessa pequena ilha, que também é encantadora, parecendo um lugar muito gostoso de morar.

"Ele é mesmo educado até dizer chega. Parece um adolescente de um seriado da década de cinquenta. Como a senhora é boa-praça dona Luce!" pág 206

O romance do livro é bem construído, e apesar de demorar para realmente se concretizar, fica claro que é algo forte e que motiva bastante os personagens principais, a escrita da autora continua uma delícia de ser lida, com diálogos bem legais, descrições muito detalhadas de lugares, pessoas e sentimentos, apenas uma coisa me incomodou um pouco nessa história, e foram os "flashbacks", eu achei que eles ficaram um pouco confusos, não que não sejam importantes para a história, eles são e muito, mas a forma com a qual foram colocados deixa a leitura confusa, você só vai entender que o que está lendo faz parte do passado quase no fim de toda a situação, achei que isso deixava a leitura um pouco travada, pois eu nunca sabia se estava lendo algo na ordem cronológica ou não, talvez se essas partes fossem escritas com uma fonte diferente, algo que marcasse realmente a diferença cronológica dos fatos, seria bem melhor e mais fluido para a leitura.

"- Na execução mal elaborada de um plano bem elaborado - cito -, o chamado raramente produz aquele que vem, o homem a ser amado raramente coincide com a hora de amar" pág 239

A leitura desse livro foi muito boa, rápida, leve, com um misto de mistério, romance e comédia, a diagramação do livro ajudou bastante nisso, um espaçamento bom e uma fonte que não é cansativa de ser lida. A capa também é bem bonita, e tem a cara da história, a editora está mais uma vez de parabéns com a edição do livro.

site: http://www.tudoquemotiva.com/2016/10/pensei-que-fosse-verdade-huntley.html
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Bianca 05/08/2017

Resenha: Pensei que Fosse Verdade
Pensei que Fosse Verdade traz a história de Guinevere Castle, mais conhecida como Gwen, uma adolescente de família simples que vive na Ilha de Seashell, um paraíso para a maioria das pessoas, menos para a menina que não vê a hora de ir para a faculdade e deixar o lugar. Gwen imaginava que o verão que antecederia seu último ano do ensino médio seria como qualquer outro, ela trabalharia na parte do dia e à noite estaria com os amigos nas praias. Mas as coisas não aconteceram como ela pensava.

O verão de tranquilidade e diversão começa mudar quando os problemas financeiros da família parecem estar piores. Dúvidas acerca do futuro aparecem cada vez mais. A amizade com Vivien sempre tão sólida parece estar abalada por segredos de ambos os lados. Seu primo, Nico, também anda estranho. E tudo ainda fica pior, quando Cassidy Sommers se torna o faz tudo da Ilha. Mágoas, fofocas e falta de confiança abalaram um relacionamento que tinha tudo para dar certo. Em Pensei que Fosse Verdade, acompanhamos Gwen conhecendo a si mesma, descobrindo que é preciso ter coragem para enfrentar a vida e suas consequências.

Esse livro se tornou uma grata surpresa! Não tinha muitas expectativas, já que a primeira obra que li da Huntley Fiztpatrick, Minha Vida Mora ao Lado, me decepcionou. Contudo, resolvi dar mais uma chance para a autora e ainda bem, porque eu amei Pensei que Fosse Verdade! A história trata de amadurecimento, amizade, amor, futuro e relações familiares. Todos esses assuntos tiveram espaço e foram bem desenvolvidos. A Guinevere é uma excelente protagonista, foi fácil gostar dela e entender seus dilemas, que eram verdadeiros e reais.

Outro ponto positivo são os personagens bem construídos, tanto que é difícil escolher apenas um como favorito. Já em relação ao romance, tudo aconteceu no tempo certo. Os sentimentos já estavam ali, mas foi preciso esclarecer alguns fatos e restabelecer a confiança para que enfim Gwen e Cass ficassem juntos. Não encontrei nenhum ponto negativo na história. Essa capa é linda, representa muito bem a história que se passa no verão. A edição está simples e bonita.

site: https://www.instagram.com/estantevioleta
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Annie - @queriaseralice 20/06/2017

É estranho como você pode ser boa numa coisa que não significa absolutamente nada para você.”⠀

Gwen Castle é uma jovem que, como muitas outras, comete deslizes, erra, age por impulso e sem pensar nas consequências.

Cass Somers é um de seus maiores erros. Tendo se envolvido com ele de uma maneira um tanto confusa e turbulenta, o evita sempre que pode. Porém, com a chegada do verão, a rotina de ambos acaba coincidindo.⠀

Graças a isso, Gwen acaba se reaproximando de Cass e passando a, assim, esclarecer o que existiu - ou existe - entre os dois.⠀

Alguns aspectos da narrativa feita pela personagem principal ganham destaque, entre eles a responsabilidade que Gwen tem com seu irmão Emory, um garotinho de 8 anos que é especial e tem diversas limitações e o relacionamento de Nic e Vivien - primo e melhor amiga de Gwen, respectivamente.⠀

Achei um tanto clichê até certo ponto, mas a escrita da Huntley é muito gostosa e quando você começa um livro dela é praticamente impossível parar. ⠀

É meio óbvio que o final é aquela chuva de corações palpitantes, né não? Mesmo não tendo o costume de ler livros desse gênero, eu leria mais livros dessa autora. Meu preferido continua sendo Minha vida mora ao lado, mas, recomendo a leitura de Pensei que fosse verdade também! 💕

site: https://www.instagram.com/p/BNNicXRBMt8/
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