A Canção dos Shenlongs

A Canção dos Shenlongs Diogo Andrade




Resenhas - A Canção dos Shenlongs


97 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


spoiler visualizar
@tigloko 26/05/2021minha estante
Faz dois anos que li mas a história ainda está fresca, de tão boa! Ótima resenha :)


Jordan 26/05/2021minha estante
Muito boa mesmo! Valeu mano! ??




Fabio Pedreira 02/05/2020

O Tigre e o Dragão
Quando crianças, Mu e Ruk foram pegos em flagrante ao tentar roubar um objeto de Sarujin, um monge do templo de Shanjin. Em vez de serem punidos, os dois foram levados até lá, onde foram ensinados a lutar e também apresentado ao estilo de vida dos monges. O templo é um local sagrado e uma barreira mágica protege o monastério contra invasores.⁣

Os dois garotos sempre cresceram juntos, tornando-se praticamente irmãos de pais diferentes. Só que certo dia, durante a adolescência dos dois, um acidente envolvendo Ruk acaba causando a separação dos jovens, já que ao ser julgado, Ruk acaba recebendo a maior punição para um monge guerreiro... o banimento.⁣

O que já não parecia muito bom, piora quando um estranho espadachim aparece - ninguém sabe como, já que a barreira não pode ser quebrada - e informa que o império pretende invadir o local.⁣

A Canção dos Shenlongs é o livro nacional de fantasia com o maior número de avaliações 5 estrelas na Amazon e não é pra menos. Com uma história incrível que mistura ação com ensinamentos, o autor Diogo Andrade conseguiu criar uma baita de uma narrativa.⁣

Ela é contada pelo ponto de vista de Mu, que vê seu mundo sendo transformado de forma drástica. Outro ponto positivo é a questão do mundo criado pelo autor. Ele conta com uma mitologia muito grande.⁣

O livro me passou muito uma vibe O Tigre e o Dragão, pois conta com toda essa caracterização oriental e sem contar as lutas. Muito bem descritas e interessantes. Além disso temos um gancho para uma futura continuação. A leitura é dividida em 3 partes e todas muito rápidas de ler.⁣

Recomendo muito a leitura e digo para vocês ficarem ligados pois em breve irei trazer uma entrevista com o autor.
comentários(0)comente



Sat 01/12/2020

Surpreendente
Esse foi o primeiro audiobook que ouvi e posso garantir a qualidade do material. Diogo Andrade traz uma narrativa limpa e que progride satisfatoriamente enquanto mantém no ar todo um quê de mistério acerca do protagonista e da cultura do lugar onde vive, o que foi muito eficiente para me prender, querendo ouvir mais. Além disso, a voz de Francisco Ohana encaixou perfeitamente com o tom proposto pelo livro.

O único defeito da obra é trazer uma história bastante curta, senti que o arco dos personagens não foi muito bem desenvolvido, pois eu estava esperando Mu e Ruk evoluírem e se transformarem de algum modo. Porém, não foi algo que estragou a experiência; continua sendo um ótimo livro, que eu recomendo bastante para quem quer começar a ouvir audiobooks.
comentários(0)comente



Victor 05/02/2020

História simples e boa
É uma história simples, porém muito bem escrita. O autor cria um universo do zero e consegue enriquece-lo de uma forma orgânica a história, sem deixá-la confusa ou com muita informação
comentários(0)comente



Gildenisson 14/03/2021

Surpreendente
Conto curto e fantástico, bem escrito, direto e deu vontade de conhecer mais sobre esse universo ricamente criado. Impressionante.
Renata.Grasiele 14/03/2021minha estante
Tô vendo




Gael 29/11/2020

O começo foi bastante interessante pra mim, não é todo dia que leio um livro em que o protagonista é um monge e tudo o que o rodeia se baseia nisso. Essa parte foi bem interessante e gostei do universo e da mitologia apresentada.

Mesmo sendo curto achei o meio do livro um pouco parado e limitado demais, mas nada que o deixou chato ou ruim.

Já o final foi até previsível mas me agradou na resolução, e o epílogo também. É um bom livro.
comentários(0)comente



Diego Araujo 25/03/2020

“O verdadeiro adversário de um shenlong surge no reflexo da água”
Alojado em casa ou entre outras várias situações possíveis de ler livros, todas elas são realizadas em ambiente normal, natural da região correspondente, seja Brasil, Portugal, na região metropolitana de São Paulo ou no pantanal. O leitor permanece acomodado neste tipo de lugar enquanto viaja na leitura por onde as palavras o levam, às vezes a outro país, ou traz a perspectiva do protagonista de situação social diferente, ou ainda convida a conhecer culturas peculiares as do leitor. Esta resenha trata de história sobre esse último caso, e mesmo assim ainda escrito por brasileiro.

A Canção dos Shenlongs é um dos livros publicados no meio independente mais bem reconhecidos, conforme as diversas avaliações positivas disponíveis na internet. Publicado em 2016 por Diogo Andrade, conta a história de Mu, monge guerreiro com muito a aprender a partir do conflito enfrentado nesta história.

“Como shenlong, acredito que todos somos irmãos em jornada”

Mu testemunha a expulsão de monge no templo pela primeira vez, e foi logo com Ruk, o seu irmão. Irmão de criação, cruzaram o mesmo caminho, desentenderam-se e depois ficaram amigos, tiveram a mesma oportunidade de seguir o caminho dos shenlongs no templo Shanjin. A vida segue sem Ruk, Mu continua nas tarefas do templo, no constante desenvolvimento shenlong sob ensinamentos de Sarujin, Shizu, Velha Gilga e Abade Kame, e na companhia dos amigos Nili e Aga, quando possível.

Shanjin é restrito aos monges, únicos cientes de sua localização dentro da floresta de Linshan, também devido a aura capaz de permitir apenas os monges de atravessarem. Ou assim deveria ser, pois os monges ficam apreensivos quando um espadachim desconhecido da maioria dos monges chega no templo, exige conversar com abade e compartilha a notícia surreal: o Império Housai pretende atacar os quatro templos shenlongs, no intuito de conquistar os Tomos das Formas protegidos pelos monges.

“Sejamos firmes como as raízes da montanha”

Narrado em primeira pessoa, Mu divide a narrativa entre contar a história e as impressões dele no momento narrado do passado. Compartilha a rotina de Shanjin, esta que o leitor assimila sem precisar de infodumping, pois Mu conta sobre a vida conhecida por ele, de conhecimento ainda limitado de onde convive conforme ele encara as novidades vindas pelo conflito relacionado a ameaça do Império. Assim o protagonista transmite a sabedoria compartilhada entre os shenlongs, da canção e demais aspectos da cultura, como o próprio meio de defesa.

Falando em defesa, o conflito acontece de forma direta, através de combate, cuja ameaça surge previsível em relação ao protagonista e determinado personagem, apesar de não mencioná-lo ao evitar spoiler por aqui, o conflito entre eles é óbvio e falha em impressionar. A narrativa abordada em primeira pessoa neste livro deixa a desejar nas cenas de reviravoltas ou ações, pois a narração de Mu cede espaço às impressões pessoais dele no meio do acontecimento, onde seria melhor vê-lo ativo em vez de reflexivo, afinal é protagonista além de narrador. Fora quem conta a história, há contradição também no comportamento de outro personagem, ora ele assume a falta de segredos entre os shenlongs, e momentos depois fica todo receoso, recluso aos monges a ponto de recusar a dizer o que sabe do problema eminente. É normal testemunhar alguém ocultando segredos por insegurança, beneficiar de tal segredo ou outro motivo, nenhum desses esclarecidos no enredo deste primeiro volume.

“Preparados para tudo, mas sem nos esquecermos de cultivar a harmonia”

Abordar cultura diferente da acostumada do leitor com eficiência traz conhecimento sobre a mesma, e fazê-la de forma literária fornece a vantagem de acomodar o leitor a vislumbrar toda esta novidade. A Canção dos Shenlongs distribui partes da sabedoria dos monges em algumas passagens de textos onde a forma de interpretar deles mescla com a linguagem portuguesa escrita pelo autor conterrâneo, formando parágrafos belos de palavras decorrentes desta fusão. Ao entregar primeiro as passagens de sabedoria ordinária do templo onde acontece toda a história, a revelação posterior de capacidades extraordinárias, mesmo já vistas em outras histórias de temática oriental, surpreende no contraste de aparecimento sutil à possibilidade espetacular, incentivada pelo conflito a incitar os personagens e entregarem o melhor de si ao defender os princípios ensinados durante toda a experiência de vida.

A Canção dos Shenlongs aproveita a cultura oriental ao entregar algo peculiar na literatura brasileira. O autor soube aproveitar os conceitos conhecidos dos monges, e através da estruturação do enredo entregou revelações surpreendentes mesmo sobre aspectos comuns a este tema. Faltou aproveitar melhor a escolha narrativa quanto a escrita em primeira pessoa, equilibrar as descrições de ação e reflexão em momentos correspondentes.

site: https://xpliterario.com.br
comentários(0)comente



Rafael.Ferreira 17/12/2017

Minha humilde resenha perante a grandiosidade da obra
Eu gosto muito de números, sou da área de exatas e as vezes os números completam as histórias.

Não sei sei se foi intenção do escritor, mas sua história
foi perfeitamente divida em 2 quadros. Como li no Kindle ele me informou precisamente essa divisão em que a história entra.

Na primeira parte somos apresentados a Mu, que em primeira pessoa irá relatar a história. A canção dos Shenlongs e seu papel na mesma.

Importante ressaltar que a escrita do nosso autor é muito fluída. O livro em primeira pessoa entrega uma velocidade e proximidade incríveis. E o autor tem qualidade, maturidade e um ótimo desempenho em passear pelo tempo, passado e presente de forma incrível. Sério, isso é muito perigoso e nosso autor escreve de forma magistral.

Muito maduro no conhecimento, ele nos ensina sobre chi, yantras, vida no templo e como funciona a mente de um monge. Para eu que sempre gostei de filosofias e etc, foi um passeio lindo ver que aquele que me conta os pensamentos é diferente de mim em tudo e isso fez com que eu saltasse mais ainda para dentro do livro.

Após nos dar de presente esse enredo o autor nos planta uma semente do caos. Que será base da outra metade.

-- "Vida e Morte são caminhos que andam juntos
para um Shenlon" --

O livro entra em modo presente. Logo de cara o autor te dá uma cena fria de morte e isso te impressiona. Não estávamos em um lugar de paz e filosofia? Caracas.

As cenas de combate são extremamente bem feitas. A fantasia e os poderes dos kaishis se impregam na física humana real fazendo com que as batalhas sejam mais reais ainda. Lutas, valores. O escritor nos emociona com caos, mortes e cenas de um sentimentalismo digno de uma canção. Aquele refrão que lhe arrepia. Isso tem aqui na escrita poética e largada que irá invadir sua mente em suas cenas.

Voce se questiona, voce re-lê. Eu mesmo reli vários trechos não por que foram complicados de entender, mas por que foram belos e eu queria ver aquilo de novo. Cacete, a cena da canção na árvore foi linda demais cara.

O final. O final dessa canção é emocionante. Não darei spoilers, mas prometo uma coisa. Voce nunca, nunca irá imaginar o final que o Diogo imaginou. É belo, emocionante e perfeito.

Para encerrar, queria confessar algo. Livros pequenos sempre me deixam com medo, por que sei que vou querer ler mais, querer viras mais páginas. Encaro essa obra como encarei pequeno príncipe. Nada haver com relação ao conteúdo, mas comparo ao impacto sentimental que a mesma causou. Um dos melhores livros que li na vida.

Sua história com certeza deveria virar um filme-anime, seria um roteiro ótimo cara, sério mesmo. Eu gostaria muito que isso pudesse se tornar realidade. E gostaria de fazer um pedido, quem sabe uma história antes ou depois nesse universo que voce criou. Se já tem, por favor me apresente, mas se não tem eu com certeza acho mais que justo a beleza do que voce construiu.
comentários(0)comente



Corredora Literária 02/07/2017

A Canção dos Shenlongs | Blog Corredora Literária
O autor nos apresenta a personagens marcantes como os irmãos Mu e Ruk. Viajamos através de suas infâncias até o momento atual com seus treinamentos exaustivos e conflitos pessoais.

"Às vezes Sarujin aparecia nos treinos. Gostava de zombar de nós durante os momentos de dor. Alguns monges o odiavam por isso, outros o achavam engraçado. Eu pertencia ao segundo grupo."

Cada cena descrita dos treinamentos eu me sentia no lugar do próprio personagem, mesmo antes de ver as gravuras que estão no meio do livro (e que são lindas, diga-se de passagem) eu já imaginava perfeitamente o local, tamanha a delicadeza nas descrições feitas pelo autor.

“Livre-arbítrio, Mu, ele disse. O caminho de Heiwa é o caminho de paz, harmonia e liberdade. Cada um de nós escolheu estar em Shanjin. É uma escolha. Ninguém é obrigado. Se estamos aqui é porque de alguma maneira queremos vivenciar os ensinamentos. Ao mesmo tempo, somos diretamente responsáveis por nossas ações." Essa com certeza é uma das lições recebidas neste livro.

Em cada cena descrevendo sobre as energias, consegui sentir a minha própria se movimentar.
Um livro de rápida leitura, muita magia, sangue, suor e canções.

"Eu sentia o chi que irradiava. Uma potência tão intensa que modificava a atmosfera ao seu redor."

O autor nos deixou uma bela ponta solta para o próximo livro e eu não vejo a hora de saber o desfecho!

Sentença
Cenário muito bem construído.
As cenas das batalhas realmente me tiraram o fôlego.
Li esse livro no início do segundo semestre desse ano, como não tenho Kindle tive que lê-lo pelo app do celular, por não se tratar da plataforma correta para esse tipo de leitura para mim foi cansativo, porém a história compensou com certeza o cansaço.
Fica aqui pelo apelo: Por favor, Diogo faça mais exemplares impressos quero seu livro na minha estante!
Super recomendo a leitura!


site: https://corredoraliteraria.wordpress.com/2017/11/08/resenha-a-cancao-dos-shenlongs-guerras-epicas-do-imperio-de-housai-diogo-andrade/
Diogo.Andrade 03/07/2017minha estante
Fico muito feliz que tenha gostado! =)


Corredora Literária 03/07/2017minha estante
;)




Gingerbookworm 23/01/2018

A Canção dos Shenlongs - Guerras Épicas do Império Housai
Não encontramos com frequência dentro do gênero Fantasia- Épica, um livro com a temática desenvolvida pelo autor de A Canção dos Shenlongs.
A trama narrada na primeira pessoa, constitui um leitura fluída e rápida. Com influências da cultura e mitologia oriental, o autor cria um universo bem original.
O livro começa em meio a um evento que será um verdadeiro divisor de águas na vida dos pacatos monges do templo Shanjin. Ao longo da narrativa vamos conhecendo os moradores do templo e o seu dia a dia que sofre uma drástica mudança de rotina, após a chegada de um misterioso mensageiro.
Nosso protagonista é uma grata surpresa, fugindo totalmente do padrão Deus Ex-machina que encontramos em muitas obras. Um personagem cativante e muito humano.
Mu, que significa madeira em chinês, faz jus ao seu nome. Além de ser um pessoa estável, cooperativa, prática, sua firmeza não o impede de se adaptar as direções que o vento sopra, sem envergar demais a ponto de se partir.
É provável que as belas ilustrações e a capa, também muito bonita, lhe encante da mesma maneira que me encantaram.
Com frases de efeito, cenas de lutas e cenários muito bem descritos, A Canção dos Shenlongs vai conquistar o coração dos leitores.
comentários(0)comente



Darlan 02/11/2016

A Canção dos Shenlongs - Leiam!
Este livro é uma Fantasia Épica, que acompanha Mu - um monge guerreiro, que após a expulsão de seu irmão, Ruk, se vê em conflito entre continuar seguindo os ensinamentos aprendidos desde a sua infância no Templo de Shanjin, ou o seguir.

Reunido com alguns outros monges realizando tarefas diárias do templo, Mu acompanha a chegada de um estranho - que o deixa intrigado por ter conseguido passar a barreira que protege Shanjin. Esse estranho é na verdade um espadachim, que trás uma mensagem a todos sobre a possível guerra que virá, já que o imperador de Housai deseja atacar e destruir o Templo.

Depois deste alerta, os monges passaram a cuidar e reforçar ainda mais as defesas de Shanjin, na esperança de estarem preparados para o futuro ataque.

O livro é bem pequeno, possui apenas cerca de 100 págs - e só está disponível em ebook. Então a leitura foi muito rápida, li em menos de um dia. A escrita de Diogo é muito simples, e mesmo pertencendo ao gênero Fantasia, a história é muito fluída.
Todos os personagens são muito cativantes, e pouco foi revelado sobre o seus passados. Eu espero que no próximo livro nos possamos descobrir mais sobre a história de cada um.
Este primeiro livro foi uma introdução de tudo que ainda está por vir, e depois do final, eu não faço a mínima idéia do que esperar. Foi realmente surpreendente, até agora estou pensando se li aquilo mesmo - eu voltei e reli o último parágrafo umas três vezes heheehhe.

O livro levará ?????. Se você se interessou, pode encontrar o livro no Amazon.
Fernando.Pinheiro 06/11/2016minha estante
"Eu voltei e reli o último parágrafo umas três vezes"
Igual a mim! hahahahahahaha




Vanessa 30/06/2020

Livro curtinho, universo interessante e bem construído, personagens cativantes. 

Apesar de ter gostado bastante da história, sinto que não consegui entrar de cabeça no universo, demorei dias pra ler um livro tão curtindo, comecei vários livros enquanto este ainda estava em andamento. Mas creio que isso diz respeito ao meu momento, tava empolgada com o livro e depois fiquei com vontade de ler algo mais sombrio.

Mas apesar disso gostei bastante da escrita do autor, achei as cenas de lutas muito bem escritas. Com certeza leria algo mais sobre esse universo. Vale a pena a leitura!!
comentários(0)comente



duartesamanda 01/05/2020

Na expectativa de uma continuação
Comecei essa leitura com grandes expectativas, já que o tema central me interessou muito por ser diferente de outras fantasias que li em algum tempo. Acredito que o primeiro ponto a ser comentado é a escrita do Diogo, a forma como ele leva o leitor pela mundo que ele criou é feita com cuidado, mas com informações tão vivas que você facilmente se deixa levar e se apega em personagens que você mal conhece. Algumas vezes tenho dificuldade com a descrição de alguns autores, sei que é difícil passar para palavras o mundo que você tem formado em sua imaginação, e esse livro me alcançou e senti como se conseguisse ver tudo que foi colocado em palavras. Mu é um personagem carismático, amável em várias formas e me vi compartilhando emoções com ele, assim como com Sarujin. Achei uma surpresa extremamente agradável ver que a líder do exército era uma mulher e o quanto ela era habilidosa. Somente dois momentos me incomodaram, sendo a primeira a falta de mais desenvolvimento de Ruk, talvez algumas passagens do seu ponto de vista tivessem dado um pouco mais de profundidade à ele. O segundo foi o epílogo, entendi que era pra deixar uma ponta aberta, mas a forma como foi feita, citando uma magia que até antes nunca tinha sido comentada, me pareceu fora de contexto. Fora isso, é uma história incrível, que me fez chorar (o que não acontecia tem bastante tempo) e me sentir extremamente conectada a história.
comentários(0)comente



Gabriel 26/11/2020

ICÔNICO
Meu deus!!! Eu ouvi o Audiobook (foi o primeiro que eu ouvi e foi uma experiência maravilhosa!). Amei o universo criado, toda a mitologia a ambientação! A escrita é ESPETACULAR! Eu só achei ele muito rápido, mas entendi a proposta do livro, fiquei com um gostinho (enorme) de Quero Mais!
comentários(0)comente



Bruna Canella 17/04/2020

Que surpresa maravilhosa a escrita do Diogo! Desde que eu descobri o livro dele, eu fiquei muito curiosa por conta da temática. Nunca havia lido uma fantasia criada com base na cultura oriental. E tenho que dizer que adorei!

Um livro simples e muito bem escrito. Com cenários lindos e personagens interessantes. Inicialmente, achei o Mu um pouco apagado, mas depois ele se destacou e gostei muito do desfecho. Eu amei o Sarujin! O jeito leve e poético dele em todas as situações me conquistou. A batalha final foi fantástica! O autor descreveu os acontecimentos de forma maravilhosa e conduziu cada momento perfeitamente. Porém não teve dó nem piedade do nosso pobre coração de leitor.

Eu gostei bastante do livro e achei interessantíssimo a cultura em que está inserido. Por essa razão, eu senti falta de algumas coisas. Eu gostaria de ter visto mais construção da história, acontecimentos ao longo do livro, contextualização da vida dos personagens e a exploração mais minuciosa da cultura que inspirou a caracterização do livro. Mas isso não atrapalhou a experiência.
comentários(0)comente



97 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR