A Traidora do Trono

A Traidora do Trono Alwyn Hamilton




Resenhas - A Traidora do Trono


32 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Queria Estar Lendo 04/05/2017

Resenha: A Traidora do Trono
A Traidora do Trono, sequência de A Rebelde do Deserto, traz de volta toda a adrenalina e narrativa inesquecíveis que tinham me ganhado no primeiro volume. Mas, agora Alwyn Hamilton joga com outras cartas. Aqui, temos o inimigo da rebelião em destaque, e a certeza de que a guerra pela liberdade será mais perigosa do que eles imaginavam.

Seis meses se passaram desde os eventos finais do primeiro livro. Amani está mais unida à rebelião do que nunca, disposta a tudo para que os ideais revoltosos se expandam pelo deserto e destronem o cruel sultão. Um imprevisto coloca Amani como prisioneira do sultão, e ela precisa conviver com a realidade da corte, do harém e do controle que o cruel governante impõe caso queira sobreviver e retornar para a rebelião.

"Lendas nunca são o que se espera delas, e eu não era exceção."

Se A Rebelde do Deserto foi um livro emocionante, cheio de boas cenas de ação e reviravoltas surpreendentes, A Traidora do Trono deixa ele no chinelo. Recebido em parceria com o Grupo Companhia das Letras, as 440 páginas que compõem essa obra conseguem desenvolver uma trama ainda mais impressionante que a do seu primeiro volume. Segundos livros costumam sofrer uma maldição por serem o intermédio, por precisarem dar continuidade ao mesmo tempo em que desenvolvem um caminho para o fim. Esse foi o tipo que marca, que te deixa sem fôlego e que te leva a devorar cada capítulo até chegar ao seu final.

"Era isso que o deserto fazia. Transformava as pessoas em sonhadores armados."

Amani continua uma protagonista fantástica. O que ela tem em personalidade e coragem também tem em medo e hesitação. Distante dos rebeldes, depois de ter sofrido um atentado pouco tempo antes, ela confronta ideias que rebatem tudo pelo que a rebelião lutava. Seria o governo do sultão tão ruim assim? Ou é a revolta de Ahmed que sonha com coisas impossíveis? Amani vivencia um cerco emocional em sua prisão no palácio, destituída de companhias amigáveis e confiáveis, precisando sobreviver através da própria astúcia. O sultão a tem na palma de sua mão, mas Amani é inteligente. Ela sabe jogar com suas verdades; sendo uma demji, não pode mentir, mas isso não significa que não pode enganá-lo.

"Lembrei de algo que Shazad me dissera uma vez: se puder ficar fora do campo de visão do seu inimigo, ele sempre vai imaginar que você tem mais força do que realmente tem."

O desenvolvimento dos seus temores e dúvidas funciona muito bem dentro da história. Ela está vendo o mundo por outros olhos, cercada pelas riquezas do harém, das noivas do sultão e dos ideais apaixonados que ele discursa. Ao mesmo tempo, está ouvindo sobre os levantes ao longe, sobre a luta dos seus companheiros pela tão sonhada liberdade. Amani permanece em uma corda bamba quanto às crenças, mas seu coração é rebelde e indomável como o deserto ao qual ela pertence. Independente dos jogos psicológicos e de poder que o sultão faça com ela, Amani é fiel à liberdade.

Sua dinâmica com Shazad - que ainda mantém-se escondida sob farsas e enganações - foi a minha favorita. A amizade das duas evoluiu a uma coisa poderosa, o tipo de irmandade que protege e salva e se apoia quando mais precisa. Shazad é sua melhor amiga, uma irmã de outra mãe. Alguém que entende o espírito arisco e ansioso de Amani, que responde com calmaria e com cuidado. Shazad, inclusive, continua uma das melhores personagens dessa história! Ela é força e destemor, decisões sagazes e riscos bem medidos. Onde Amani é brusquidão, Shazad é sensatez. Eu adoro como a narrativa a coloca ao lado do príncipe rebelde, um braço direito necessário para um líder que sonha tão alto.

Como eu amo as mulheres desse livro! Além de Amani e Shazad, a força feminina existe em cada personagem que aparece. Das manipuladoras às heroínas, seus traços são muito bem escritos e desenvolvidos. É o tipo de livro com um leque de empoderamento, que fala sobre os diversos tipos de forças que precisamos e queremos ler cada vez mais. Um grande exemplo foi o da personagem Shira; para não spoilar demais, apenas digo que ela tem uma das cenas mais impactantes e poderosas dentro da história, o tipo que marca a leitura e te faz parar um instante para respirar fundo e pensar "uau".

Ahmed tem grandes momentos dentro do livro, ainda que apareça muito mais como o nome de uma luta do que de fato nas cenas. Sua rebelião cresce entre os reinos de tal forma que se torna uma ameaça velada, o tipo que pode destronar o sultão caso ele não tenha cuidado. E aqui temos duas forças muito inteligentes batendo de frente. Pai e filho que se conhecem e se entendem, que sabem buscar fraquezas um no outro. Mas, para o sultão, lidar com a crueldade é parte do jogo, e Ahmed ainda busca opções mais pacíficas. O que diferencia esses dois líderes é a maneira com que lideram; um é o terror, outro é o cuidado. A maneira com que a autora apresenta tais ideais te faz questionar sobre o lado certo na guerra, e é genial como ela desenvolve essa culpa que se estende sobre os questionamentos.

Jin, como pilar que se tornou de Amani, ainda é meu bebê precioso. Amedrontado por perdas, ele se torna uma sombra em um momento imprescindível na vida de Amani, mas a sensação que fica o tempo todo é de que seu coração e alma estão ali por ela. Sempre estarão. Eles são dois, mas lutam como um. Acreditam nas mesmas coisas, aceitam os riscos por elas. Jin é um garoto com um pouco de covardia e muito de bravura, uma promessa de paz à qual Amani anseia para o futuro. Ao lado dela, o príncipe bastardo tem momentos emocionantes e gloriosos, do tipo que te faz se jogar de cara no chão para gritar.

Dois novos personagens ganharam o meu coração para todo o sempre, e foram Sam e Rahim. O primeiro tem uma participação tão importante que vou me ater em sua descrição, mas saiba apenas que ele é um menino puro, bastante ganancioso que cai de paraquedas na rebelião e acaba aceitando fazer parte dela. Uma ajuda inesperada e bem-vinda para Amani. E o outro é um dos filhos do sultão. Rahim batalhou no exército e comanda uma grande legião de soldados; tal como Ahmed, é gracioso e sério, o tipo de pessoa que guerreia tão bem quanto discursa. Tal como Jin, tem sorrisos sutis marcantes e um humor latente bem peculiar. E, tal como o sultão, suas reais intenções e filiações na guerra são enigmas até o momento em que se tornam óbvias.

"Ele era um soldado na sua essência. Não, não um soldado. Um comandante."

A narrativa brilhante prende desde o primeiro capítulo. É o tipo de livro que arranca seu fôlego e seu coração, que termina capítulos com aqueles cliffhangers pesadíssimos que te arrastam para mais e mais, obrigando você a se esquecer da vida até terminá-lo. É um livro sobre continuidade, sobre o que a rebelião está se tornando e promete se tornar. Tem um final arrebatador, um acontecimento marcante que grita sobre a grandiosidade do último volume.

"- Meu filho é um idealista. Eles são ótimos lideres, mas nunca se saem bem como governantes."

A questão da mitologia é muito mais explorada em A Traidora do Trono. Toda a questão com a magia dos djinnis e suas ligações com seus filhos, as heranças que são passadas, as marcas mágicas e o que elas carregam, tudo é de vital importância para o crescimento da trama.

Edição impecável, encontrei alguns poucos errinhos de revisão, nada que incomodasse na hora da leitura. A rapidez da editora Seguinte em publicar o volume junto à publicação norte-americana me faz louvar aos céus; meu único problema continua sendo a lombada. Por favor, parem de fazer lombadas ao contrário, o meu TOC não aguenta!

Personagens fortes bem construídos e cenas de ação não faltam nessa trilogia. Alwyn Hamilton, eu te venero! Como disse, o fim deixa aberto uma reviravolta de cair o queixo, e as consequências dela para a rebelião serão os trilhos do último livro. O que a gente faz agora é sentar e roer as unhas até que ele chegue até nossas mãos.
comentários(0)comente



Carol 07/03/2017

Quando o segundo livro é MUITO melhor que o primeiro (que já é muito bom!)
"Cuidado, elas diziam para as filhas. As pessoas vão te machucar por causa de sua beleza.
Eu não era bonita. Não estava ali por esse motivo. Estava ali porque era poderosa."

Esta resenha pode conter spoilers do primeiro livro "A rebelde do deserto".

Depois do final arrebatador do primeiro livro vemos Amani, nossa rebelde favorita, sendo uma das aliadas mais importantes da rebelião. Dominando as areias do deserto, com sua mira certeira e com a sua fama de Bandida de Olhos Azuis, vemos que a sua lealdade continua intacta a causa, mesmo sendo traída constantemente pela raiva de estar sem Jin, pois acredita que o seu forasteiro foi enviado a uma missão por Ahmed, líder da rebelião, no momento em que ela mais precisava do companheiro de guerra, de vida e de amor.

Enquanto se dedica a causa, faz pirraça com o príncipe rebelde e pensa o tempo todo em Jin, Amani é traída por quem menos espera e no momento que menos espera e quando percebe está dentro do palácio do sultão, aonde ela vai encontrar pessoas do seu passado que jamais imaginou reencontrar, que achava que já havia morrido e algumas que não tinha a menor vontade de ver novamente. Aos poucos nossa rebelde percebe o quanto pode ser importante para a rebelião ter informações privilegiadas da guerra e do palácio e enquanto tenta fugir, também vai trabalhando como uma espiã para causa. Mas será que ela pode confiar em todos os que estão a sua volta e como vencer esse jogo perigoso que está jogando embaixo do nariz do sultão?

Sabe quando alguém diz que o segundo livro é anos luz melhor do que o primeiro, que já é muuito bom? Então, estamos falando de "A traidora do trono"!

Nessa sequência vemos Amani ainda mais forte e decidida, vemos o quanto a nossa rebelde favorita é indispensável à rebelião, o quanto ela amadureceu, aprendeu com as quedas da vida e se tornou FO-DA! Sim, isso mesmo, se tornou foda!
Como vocês sabem romance não é foco de nossa querida Alwyn Hamilton e nesse livro temos o Jin mais a distancia dos acontecimentos, mas quando ele aparece... Chama o cardiologista porque meu coração para com esse homem.
Esse livro é tiro, porrada e bomba, você nem conseguiu se recuperar e já está vindo outro tiro e quando você tá se recuperando bomba e de repente meu queixo tava no chão e eu não conseguia parar de ler para pegá-lo de lá.
E o final?
CAROLINA FICOU EM COMA APÓS TERMINAR O LIVRO e se você terminou essa resenha e não se convenceu a lê-lo, eu imploro, LEIAM!

site: www.nossaressacaliteraria.com.br
Bea 09/03/2017minha estante
AI MEU DEUS, DEU PRA SENTIR O IMPACTO DO LIVRO PELA SUA RESENHA


Bea 09/03/2017minha estante
SCRRE PRECISO LER ESSE LIVRO


Bea 09/03/2017minha estante
SCRRR JESUS PRECISO LER ESSE LIVRO


Carol 11/03/2017minha estante
Segura na mão de Deus e vai!


Ellen Fidelis 21/03/2017minha estante
Eu tô abismada com esse livro. Desde o primeiro capítulo ao final. O que foi esse final? Eu fui enganada 300 vezes nesse livro


Thaira.Corpes 21/03/2017minha estante
Só me diz que não é o Jin que traí ela. Só responde sim ou não? Kkk comprei o livro só que não chegou ainda


Ellen Fidelis 21/03/2017minha estante
O Jin não. Mas um monte sim kkkkk


Thaira.Corpes 21/03/2017minha estante
Obrigada Ellen, ta tipo a rainha vermelha todo mundo pode trair todo mundo kkk


Carol 21/03/2017minha estante
Põe um monte nisso hahhaha


Carol 21/03/2017minha estante
Mas minhas palmas nesse livro vai pra prima dela que, nossa, foi muito bem desenvolvida nesse!


Ellen Fidelis 21/03/2017minha estante
Sim. Na vdd p todos. Os rebeldes então. .


Carol 21/03/2017minha estante
Siiim, não consigo parar de pensar nesse livro hahaha


Ellen Fidelis 21/03/2017minha estante
Tbm n. Tô numa ressaca daquelas


Carol 21/03/2017minha estante
Eu até estou lendo outros livros, mas com o pensamento na Bandida e no Forasteiro hahah


Julia.Martins 25/03/2017minha estante
gostei da sua resenha. estou ansiosa pra ler. vc sabe se será duologia ou trilogia?


Pam 29/03/2017minha estante
Só eu sofri com esse final???


Carol 29/03/2017minha estante
Julia, é uma trilogia, ansiosa pelo próximo


Carol 29/03/2017minha estante
Pam, chorei tanto também :(


Ana 06/04/2017minha estante
MEU DEUS OBGGG PELA RESENHA
Eu tava aqui quase morrendo com medo de n falar do jin nesse livro kkkkk nossa amo ele ? loucaaa p ler o 2


Carol 20/04/2017minha estante
As participações de Jin nesse livro foram só amor ???


Ana 20/04/2017minha estante
Ainda n li kkkkkkk


Raquel Uliana 20/04/2017minha estante
Morrendo com esse final, nem respirava direito e minha ansiedade foi a mil. ?? Foi fácil não viu, bomba atrás de bomba.


Carol 21/04/2017minha estante
Quando você achava que: ufa, vou poder voltar a respirar...
Logo já vinha um monte de tiro haha


Raquel Uliana 21/04/2017minha estante
Nem me fale viu!!!




Dani 18/04/2017

Fiquei bastante indecisa se deveria avaliar esse livro 3 ou 3,5 . Confesso que a vontade de aumentar o 0,5 ponto foi puramente pelo final.
Foi uma boa leitura. Em alguns aspectos melhor do que o primeiro. Mas ainda tem algo que não me satisfaz completamente nessa trilogia.
Adoro o conceito para a criação do universo. Esse ambiente meio árabe misturado com faroeste. Enquanto no primeiro volume achei a construção de mundo um pouco superficial, nesse segundo a autora o expande, enriquecendo com as lendas locais sobre os djinnis e a criação da humanidade.
Para mim, a leitura fluiu bem mais lenta que o primeiro, chegando a me desinteressar em alguns momentos (boa parte da história no harém- bem entediante!).
O final foi bem inesperado, mas só fiquei mesmo emocionada nos últimos capítulos.
Acho que o que me incomodou mais foi a escrita da autora. Principalmente o fato dela repetir demasiadamente informações. Parece que ela tinha a certeza de que, se já tivesse passado 2 capítulos, o leitor já teria esquecido determinada informação e para se fazer entender ela deveria repetir. Foram diversos os momentos em que isso ocorreu.
Outro fator que também causou uma certa desconexão, foi que muitos eventos ocorreram fora do plano primário da história. Quero dizer, eventos que ocorreram e que não vemos acontecer, já que a história é narrada em primeira pessoa e a protagonista não estava presente no evento.
Mas no geral foi uma leitura leve e divertida. Quem gostou do primeiro livro, acredito que ficará satisfeito com esse segundo volume.
comentários(0)comente



Patty Santos - PS Livros 24/03/2017

A Rebelde do Deserto é um livro maravilhoso, e a continuação consegue ser ainda melhor!!!
"Eu me entrego a você. (...) Tudo o que sou, entrego a você, e tudo o que eu tenho é seu. Compartilho minha vida com você. Até o dia da nossa morte."

A Traidora do Trono é o segundo livro da série A Rebelde do Deserto da autora Alwyn Hamilton, eleita como Melhor Autor Estreante de 2016 no Goodreads. Lançamento da Editora Seguinte do mês de março A Traidora do Trono era um dos livros mais aguardados por essa blogueira aqui, ano passado fui fisgada pela história de Amani. E se A Rebelde do Deserto é um livro maravilhoso, a continuação consegue ser ainda melhor, após a leitura a pergunta que não sai da minha cabeça é: COMO SOBREVIVEREI até o próximo livro?

Já se passou algum tempo desde que Amani fugiu da Vila da Poeira montada em um cavalo místico em companhia de Jin. Nesse tempo Amani descobriu poderes adormecidos e juntamente com a rebelião ganhou a batalha de Fahali. Ela fez fama como "bandido dos olhos azuis", e a mensagem do príncipe rebelde se espalhou pelo deserto. As ambições de Amani mudaram, no início ela somente desejava sua liberdade, agora ela luta para libertar o povo de Miraji de seu sultão sanguinário.

Amani ainda está recuperando a confiança em Jin, ele deixou o acampamento logo após ela ser baleada, algo que Amani não consegue esquecer. É então que um encontro inesperado se transforma em um sequestro, Amani é traída da pior forma possível se vê no olho do furacão. Privada de seu poder e de sua identidade, afastada do homem que ama e das pessoas em quem confia, ela retorna ao modo de instinto de sobrevivência da menina da Vila da Poeira.

O palácio é um lugar perigoso, o harém para onde é enviada é um ninho de cobras, e enquanto planeja uma forma de escapar, Amani enxerga a possibilidade de conseguir informações importantes para a rebelião. Contudo, jogo da espionagem é perigoso, até que ponto Amani pode confiar nos seus instintos? Ela é prisioneira de um homem astuto e ardiloso, e isso faz com que ela em determinados momentos passe a questionar suas escolhas e suas certezas. A sequência de A Rebelde do Deserto não é sobre amor ou batalhas. Trata-se de Traição.

"... se puder ficar fora do campo de visão do seu inimigo, ele sempre vai imaginar que você tem mais força do que realmente tem."

A Traidora do Trono é um livro emocionante repleto de ação e tão bem escrito que o leitor se sente praticamente órfão quando termina a leitura. Esse livro conseguiu superar todas as minhas expectativas. E o que dizer da nossa personagem principal? Amani é uma personagem incrível, amo sua força, sua forma de encarar os problemas e sua capacidade de fazer planos mesmo nas piores circunstâncias. Ela é fiel aos seus propósitos, e quando acreditamos que ela irá desistir, Amani renasce como a heroína que é.

Para alguns leitores a inserção de um romance em um livro de fantasia é algo desnecessário, a autora optou por incluir essa faceta na história, que em minha opinião não interfere em nada na dinâmica do livro, pois é algo tão sutil e explorado de forma tão consciente que traz aquela sensação de realidade para trama, torna a história mais humana, mesmo estando longe em ser o foco principal do livro. Jin carrega seus fantasmas, Amani suas dúvidas, existe uma tensão entre os personagens, mas quando os dois estão juntos não há como não suspirar.

Com uma narrativa peculiar e envolvente Alwyn criou personagens únicos e carismáticos, além de deixar o leitor com a sensação de estar no escuro, não há pistas do que está por vir, não se sabe em quem confiar e essa sensação acompanha o leitor durante toda a trama. Que escritora fantástica, Alwyn consegue desestruturar qualquer leitor. Maldição do segundo livro??? Isso é ficção!

Ao ler A Traidora do Trono percebi o quanto estamos carentes de personagens femininas fortes na literatura, é gratificante e motivador acompanhar a história das personagens femininas desse livro. Dei destaque para a Amani na resenha por ela ser a protagonista da história, mas o príncipe rebelde esta cercado por mulheres extraordinárias, Shazad, Delila, Shira, Hala, Imin, são verdadeiras forças da natureza.

Esqueça tudo que você pensou que sabia sobre a rebelião, sobre Miraji, sobre Jin ou até mesmo sobre Amani e tenha algo em mente, em A Traidora do Trono tudo mudará. Uma nova alvorada, um novo deserto.

"Nos dias dos quais apenas os imortais se lembram, o mundo era imutável. O sol não se punha ou nascia. Não havia marés. Os djinnis não sentiam medo, alegria, pesar ou dor. Nada vivia ou morria. Tudo simplesmente era."

site: http://www.coracaodetinta.com.br/2017/03/resenha-378-traidora-do-trono-alwyn.html#more
comentários(0)comente



Lucas 15/05/2017

Muito melhor que o primeiro! Pode conter pequenos spoilers do primeiro livro.
Para Alwyn Hamilton, a ideia de escrever A Rebelde do Deserto surgiu após ela ter lido um artigo que dizia que personagens femininas não deviam ser lançadas como heroínas em livros ou filmes, já que elas não têm força suficiente para isso. Para contrariar essa ideia, a britânica decidiu escrever o primeiro volume de uma trilogia que tem como protagonista Amani, uma jovem que de fraca não tem nada.

Com um pano de fundo que lembra As Mil e Uma Noites, com sultões, haréns e um deserto cheio de guerras e romances, A Traidoria do Trono é, sem dúvidas nenhuma, uma continuação louvável para uma trama que começou muito bem. Em A Rebelde do Deserto, Amani caiu numa causa que não sabia, de modo inesperado, e se descobriu engajada a ajudar Jin e seus amigos na empreitada contra o sultão e o sultin. Agora, numa sequência cheia de acontecimentos eletrizantes, do primeiro ao último capítulo, a Bandida de Olhos Azuis e seus amigos se enroscam, literalmente, numa teia intrincada de muitos problemas.

É graças a esta teia de problemas que a continuação da aventura de Amani se mostra tão excelente. É uma história que veio para reafirmar o talento da estrante Alwyn. Para muitas histórias, continuações são sempre um risco, e a apreensão dos leitores sobre qual rumo a vida de seus personagens favoritos irá seguir é grande. Em A Traidora do Trono, esse sentimento de dúvida não há de existir. Desde o primeiro capítulo o leitor é tragado para uma sequência de acontecimentos muito empolgantes em que a demdji mostra toda sua força e astúcia. O pontapé da história já evidencia que o conteúdo que virá em seguida não irá decepcionar.

Amani é uma garota, que apesar de ser jovem, é muito destemida e forte. A representatividade feminina que ela tem é muito palpável. No primeiro livro encontramos uma menina-mulher, independente e que deseja uma vida mais digna. Nesta sequência, uma série de acontecimentos a leva diretamente para o harém do sultão no palácio, onde a maior parte da história se passa. Narrando os fatos em primeira pessoa, Alwyn conseguiu explorar um lado mais frágil de Amani, já que em decorrência de um fato, ela se vê presa no palácio dependente da ajuda da rebelião para escapar. Em meio a tantas mulheres, que em sua maioria estão competindo para sobreviver, ela usa suas artimanhas e inteligência para escapar de situações difíceis e isso é muito agradável na protagonista.

Os outros personagens são, em suma, pontos de interrogação positivos. A trama do livro é uma teia, cheia de reviravoltas e ganchos que tornam a leitura acelerada e empolgante. Tanto para Amani quanto para quem lê, as garotas do harém e até mesmo o próprios sultão são intrigantes e a questão é: em quem ela pode realmente confiar? O sultão ganhou mais espaço e sua personalidade se mostrou diferente do que os componentes da rebelião pintam. É ótimo ver como a relação dele e da rebelde se desenvolve. Este é, com certeza, um ponto que traz muita tensão à trama.

Outra relação que se desenvolve de maneira satisfatória é a de Amani com Jin. O romance é tenro e aparece na medida certa. O foco da história é a rebelião e tudo que a envolve, a magia envolta na vida da demdji e a luta pelo país. No entanto, quando o casal protagoniza algumas cenas juntos, isso acontece de modo doce e ao mesmo tempo tenso. Não se esquecendo também dos amigos da rebelde, o enredo traz vários momentos de muita cumplicidade. O final, que é de deixar qualquer um com o coração na mão, exemplifica o que é comprometimento com uma causa.

A Traidora do Trono é um salto positivamente grande em relação ao seu antecessor. A história traz uma protagonista mais perspicaz e coadjuvantes que complementam o enredo muito bem. De um modo satisfatório, a sequência de A Rebelde do Deserto consegue elevar o nível da trilogia e a expectativa para um bom desfecho é grande. Esse livro é um verdadeiro mergulho nas areias do deserto de Miraji. Para os bons fãs de fantasia, Amani, Jin, Shazad e os outros podem te tragar para aventura deles até que não reste mais nenhuma palavra para ser lida.

site: http://www.livrosechocolate.com.br/2017/05/a-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html
comentários(0)comente



Nah 15/03/2017

A traidora do trono
Melhor livro, amei do começo ao fim. A forma que a autora captorou os detalhes foi perfeito. Super indico
comentários(0)comente



Brenda Bremer 27/04/2017

Esperando loucamente pelo próximo livro
Acabei de terminar de ler o livro e é INCRÍVEL.
A rebelião continua no deserto mais agressiva e sangrenta que em "A rebelde do deserto", e dessa vez Amani acaba se tornando prisioneira do sultão, situação da qual ela tenta tirar vantagem, porém ela acaba descobrindo que uma pistola na mão e o deserto a sua disposição pode não ser o suficiente para salvar sua nova família.
Como no livro anterior, a leitura é fácil e rápida com Alwyn Hamilton criando um equilíbrio incrível entre momentos onde a vida está por um fio com momentos de descontração, onde os personagens - especialmente Amani - se metem em situações ou discussões cômicas.
Apesar do livro ter 440 páginas, a leitura te prende de um modo que você nem percebe as páginas passando e quando você menos espera, o livro acaba. Geralmente não costumo ler sagas de livros que ainda estão em lançamento, mas a Rebelde do deserto e Traidora do trono estão valendo cada segundo de espera.
comentários(0)comente



Carolina Durães 30/03/2017

"A traidora do trono" é a continuação do livro "A rebelde do deserto" (livro que leva o mesmo nome da série). Os capítulos alternam narração em terceira e primeira pessoa (a trama contada pela perspectiva de Amani). O primeiro capítulo faz um resumo dos acontecimentos que levaram à rebelião: os dois filhos do sultão (o príncipe rebelde e o príncipe estrangeiro) que lutam pelo direito do trono contra o violento sultão. Esse início também relembra os acontecimentos com a bandida de olhos azuis até o presente momento.

Amani, mais conhecida como bandida dos olhos azuis é uma jovem de 17 anos de idade que tem como pai um djinni, um ser imortal. Por conta disso, a jovem tem habilidades especiais e é uma demdji (filha de uma mortal com um ser imortal). Após escapar do seu destino na Vila da Poeira, ela conhece Jin e junta-se a ele na rebelião.

Conforme os acontecimentos do primeiro livro se desenvolveram, ficou claro que a rebelião foi ganhando forças. Porém, nem todas elas são positivas. Alguns indivíduos abusaram da "rebelião" para tomar cidades e cometer atrocidades. E é exatamente isso que acontece na Cidade Livre, a próxima missão de Amani. Lá ela irá conhecer novos personagens e resgatar alguns conhecidos, como Mahdi, mas nada a prepara para o surgimento de uma mulher misteriosa que aparentemente conhecia sua mãe.

De volta ao acampamento, os leitores vão acompanhando o crescimento pessoal de alguns personagens que a princípio estavam a deriva. Imin e Navid, por exemplo, vão traçar sua própria história e deixar sua marca nessa trajetória. Porém, a rebelião precisa seguir em frente e novos planos são feitos. Amani por sua vez está se sentindo solitária com a ausência de Jin e lidando com os fantasmas do passado, com a culpa do abando de seu melhor amigo e com a perda de pessoas queridas.

"A multidão lutava por um lugar de onde pudesse enxergar a plataforma de pedra posicionada diretamente abaixo da sacada. Olhando daquele ângulo, dava para ver que a pedra não era tão lisa quanto parecia lá de baixo. Havia cenas da escuridão do inferno entalhadas. Homens sendo devorados por andarilhos, pesadelos se alimentando de uma criança, uma mulher cuja cabeça era segurada no alto por um carniçal com chifres. Aquela seria a última coisa que alguém levado à pedra do carrasco veria." (p. 310)

Durante uma fuga, Amani é traída e levada diretamente para o palácio do Sultão em Izman. O Sultão está procurando outro demdji após o que aconteceu à Noorsham e Amani torna-se sua prisioneira. Ela é mantida no harém do sultão e do sultim, seu filho Kadir e sucessor. Em Izman, Amani terá uma percepção diferente da guerra e ficará impressionada com alguns aspectos. Mas engana-se quem pensa que sua vida será mais fácil. Viver no harém fará com que ela se torne alvo das esposas e algumas delas são capazes de atos vis. É no palácio que Amani terá reencontros com personagens surpreendentes, assim como conhecerá indivíduos que colocarão a rebelião em outro patamar, como Sam, um ladrão habilidoso, Leyla, a jovem de 15 anos de idade e filha do Sultão e Rahim, irmão de Leyla e braço direito do Sultão.

"Mesmo na Vila da Poeira, ouvíamos histórias sobre as comemorações. Fontes cheias de água polvilhada de ouro, dançarinos que saltavam através do fogo como entretenimento, esculturas de açúcar feitas com tanto capricho que os artesãos haviam ficado cegos." (p. 64)

"A traidora do trono" é um livro repleto de aventura, reviravoltas e política. É uma continuação que se tornou bem melhor do que o primeiro livro, não apenas pela construção e evolução dos personagens, mas do próprio enredo e linguagem utilizada. Se no primeiro livro a obra iniciou-se de forma arrastada, nessa continuação o texto é fluido e muito mais fácil de compreender, mesmo com termos diferentes dos que estamos acostumados. Os personagens estão mais complexos, determinados, com personalidades marcantes e cheios de vida, tornando-se fácil para o leitor sentir uma conexão com eles. Outro detalhe importante foi a forma como a autora incorporou o passado de Amani em todo o livro. A cada capítulo existia um detalhe que nos remetia a vida da protagonista e ela deixou de ser "mais um" na rebelião para se tornar "a rebelião".

Amani está se tornando mais determinada, confiante e madura e isso fica claro em suas ações e falas. Ela não segue cegamente a rebelião, ela pensa, contesta e questiona o que vê, tanto no palácio quanto no acampamento. Mas Amani não é a única que se destaca. Os demais demdjis vão ganhando o seu espaço, não apenas por conta de suas habilidades especiais, mas também por conta de suas histórias, seus passados e sofrimentos. O Sultão que antes era apenas uma figura representativa torna-se real para todos. Observamos de perto suas falhas, seu comportamento e sua personalidade, assim como todas as engrenagens do palácio, as decisões políticas e cada passo dado em nome da tão buscada paz.

Enquanto alguns personagens se tornaram destaques, outros ficaram um pouco apagados nesse livro. É o caso de Jin e Ahmed que apesar de serem os líderes da rebelião, acabaram ficando com papéis de protagonistas. Sem dúvida, o final dessa continuação irá deixar os leitores boquiabertos. A revelação feita na página 432 muda completamente o rumo da trama e sem dúvida, faz com que o leitor espere ansiosamente pela continuação.

"Os jogos do sultim eram isso, milhares de anos atrás. Tarefas definidas pelos djinnis para escolher o melhor entre os filhos do sultão, e não uma série de testes tolos planejados para voltar homens uns contra os outros. - Uma série de testes tolos que Ahmed tinha vencido por mérito." (p. 135)

A obra recebeu alguns extras que enriqueceram o livro e que auxiliaram bastante na compreensão de nomes e criaturas. Há um mapa que auxilia o leitor a se localizar, e uma lista de personagens, dividida em rebeldes, Izman, o último condado e mitos e lenda, facilitando e muito a compreensão desse mundo extraordinário criado por Alwyn Hamilton. O início de cada capítulo também é presenteado com um lindo arabesco, um detalhe que chama a atenção.

Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. A capa combina perfeitamente com o conteúdo e complementa a capa do livro anterior.

"Enfrentamos forças muito maiores que nós e um ser devastadoramente poderoso. Mas sobrevivemos. A história da batalha de Fahali viajou pelo deserto mais rápido do que a dos jogos do sultim. Eu a ouvi dezenas de vezes, contada por pessoas que não sabiam que a rebelião estava ali. Nossas proezas ficavam maiores e menos plausíveis cada vez que eram recontadas, mas o relato sempre terminava do mesmo jeito, com a sensação de que a história ainda não tinha acabado. De um jeito ou de outro, o deserto não seria o mesmo após aquela batalha." (p. 22/23)

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
comentários(0)comente



Portal JuLund 03/06/2017

A Traidora do Trono, @editoraseguinte
Essa é a continuação de A Rebelde do Deserto. O primeiro livro é bom, com história envolvente, tendo como único ponto negativo muitos personagens (chega uma hora em que você não sabe mais quem é quem, eu pelo menos achei isso). E o único problema de A Traidora do Trono é justamente esse (risos).
Amani continua na rebelião, porém ela é presa. Ao usar seus poderes e conseguir sair da prisão, ela liberta e recruta outras prisioneiras, graças ao seu poder (ela não é uma mera garota comum).

"– Quem sabe usar uma arma? – perguntei ao grupo de mulheres. Ninguém se mexeu. – Ah, parem com isso, não é tão difícil. Você aponta e atira. – Samira levantou a mão primeiro. Algumas outras a seguiram, nervosas."

Como você pôde perceber, Amani é uma líder nata, além de ser repleta de poderes obtidos pela areia do deserto. Porém, a turma dos rebeldes não está se dando muito bem, e há discussões até mesmo entre os mais fortes, ou seja, os irmãos Jin e Ahmed, líderes da rebelião.

"– Ótimo. Enquanto você toma a sua decisão, vou tomar conta da sua irmã, como aconteceu depois que minha mãe morreu. Mãe que inclusive salvou a sua vida, se você já se esqueceu. E que morreu enquanto você estava aqui bancando o salvador do país que a escravizou e que tentou matar sua irmã."

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/resenha-de-traidora-do-trono-editoraseguinte
comentários(0)comente



Karina 14/05/2017

Blog Coisas de Mineira: A TRAIDORA DO TRONO - ALWYN HAMILTON Por Karina Rodrigues
Mais uma vez estou aqui com as notícias do deserto de Miraji e desta vez vou falar de "A Traidora do Trono", a eletrizante continuação da série "A Rebelde do Deserto". De cara posso dizer a vocês que este livro poderia facilmente se chamar A REVIRAVOLTA DO DESERTO!!!

A história começa 6 meses após a revolução ocorrida no primeiro livro (na cidade de Fahali), com Amani completamente atuante e engajada na rebelião como a Bandida de Olhos Azuis. Porém, algo grave aconteceu em seu relacionamento com Jin e os dois não estão tão bem assim. Na verdade não estão nada bem. Acontece que Amani levou um tiro e ficou à beira da morte em uma de suas missões, e após muita luta e tratamento do Pai Sagrado conseguiu sobreviver. Porém, ao acordar, descobriu que Jin a deixou ali e foi para uma missão bem distante, o que a deixa confusa e magoada com o rapaz. Ele não esperava que ela sobrevivesse? E se fosse o caso, não quis passar seus últimos momentos ali ao seu lado?

Mas não é só a reviravolta em seu relacionamento que a jovem tem que enfrentar. Algo grave acontece quando é traída por alguém em quem confiava e acaba indo parar no harém do palácio, completamente submissa às vontades do sultão. Lá Amani irá enfrentar diversos fantasmas de seu passado, ter a chance de consertar suas falhas e conhecer o grande e até então odiado sultão Oman, o que lhe dá a oportunidade de descobrir se realmente está do lado certo da batalha e se Ahmed é realmente a pessoa certa para assumir o trono.

Bom, eu não sei se fui bem clara na minha resenha de "A Rebelde do Deserto", mas eu adorei essa história! Todos os detalhes são incrivelmente interessantes e a autora tem uma escrita ótima. Esse segundo livro veio para confirmar e aumentar tudo aquilo que eu já pensava.

Muito mais eletrizante, político e repleto de ação, "A Traidora do Trono" volta ao passado de Amani encaixando as peças que ficaram soltas e ao mesmo tempo modela o que a espera em seu futuro. Apresenta novos personagens bem interessantes, como é o caso do Sultim Kadir, o queridinho Sam, Leyla, Rahim e vários outros. Totalmente imprevisível, perdi as contas de quantas vezes mudei de opinião durante a história ou me surpreendi muito com algo que aconteceu.

Outro aspecto interessante do livro foi a alternância entre problemas graves e enormes relacionados à rebelião mostrando o lado forte da Bandida dos Olhos Azuis, e as brigas e intrigas provocadas pelas mulheres do harém mostrando o lado menina insegura de Amani. E mais uma vez o livro trata da parte social ao mostrar a realidade das diversas moças sequestradas e tomadas como propriedade do sultão, e sua constante luta para sobreviver a qualquer custo em meio a tanta impotência imposta às mulheres.

Sou impedida de dar mais detalhes sobre a história para que não estrague a experiência de passar pelas diversas reviravoltas do livro, mas indico muito que leiam porque a trama só melhora.



Resenha Completa em: http://www.coisasdemineira.com/2017/05/resenha-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html?m=1
Nati 14/05/2017minha estante
Adorei a resenha! Quero muito começar a ler essa série, mas nunca consigo colocar ela na frente de outros milhares que tenho pra ler/terminar!


Karina 15/05/2017minha estante
Obrigada, Nati! Eu estava fazendo isso tbm, deixando essa série sempre pra depois. Agora que passei na frente neeem acreditei que a história era tão boa. Ja to desesperada pelo terceiro!




Aiesca.Rayane 03/04/2017

Ansiosa para a continuação...
Genteeee, o que é isso?! Não estou sabendo lidar com o final deste livro!!! Estou louca pra ler a continuação. O livro não tem em dois meses de lançado e eu já quero o terceiro. Essa história e completamente diferente dá segunda. Descobrimos que nos podemos confiar nem na própria família, que não devemos nos deixar enganar por caras bonitas e inocentes e que estamos dispostos a qualquer por aqueles que amamos. Muita ação nessa história, não me importaria nem um pouco se virasse filme. Nota mil pra autora por nós prender de forma maravilhosa com esse livro.
comentários(0)comente



Quel 15/04/2017

Resenha: A Traidora do Trono (A Rebelde do Deserto, 2) - Alwyn Hamilton
Autor: Alwyn Hamilton
Páginas: 496
Ano: 2017
Editora: Seguinte
Gênero: Ficção juvenil
Adicione: Skoob
Onde Comprar: Amazon, Saraiva
Nota:

Sinopse: Amani Al’Hiza mal pôde acreditar quando finalmente conseguiu fugir de sua cidade natal, montada num cavalo mágico junto com Jin, um forasteiro misterioso. Depois de pouco tempo, porém, sua maior preocupação deixou de ser a própria liberdade: a garota descobriu ter muito mais poder do que imaginava e acabou se juntando à rebelião, que quer livrar o país inteiro do domínio do sultão. Em meio às perigosas batalhas ao lado dos rebeldes, Amani é traída quando menos espera e se vê prisioneira no palácio. Enquanto pensa em um jeito de escapar, ela começa a espionar o sultão. Mas quanto mais tempo passa ali, mais Amani questiona se o governante de fato é o vilão que todos acreditam.






Resenha:

Estou encantada com a sequência do livro: A Rebelde do deserto (leia a resenha aqui).

Além de o livro ser todo caprichado com a capa, a revisão excelente a história se desenrola muito bem.

Antes de começar de fato a história da nossa Rebelde (Amani), o livro mostra um mapa indicando alguns lugares do deserto que o sultão tem em mãos; uma lista dos personagens (então quem esqueceu algum, vale a pena relembrar), mitos e lendas que são os mesmo do primeiro livro... Enfim, leia para não se perder com tantos nomes de personagens distintos, porém tem personagens novos e diferentes.

A história começa contando o que o sultão fez para tomar o trono de seu pai e ele foi/é muito cruel, mas também é cauteloso e esperto. Sempre calmo em qualquer atitude que deva tomar. Dá uma certa tensão quando a personagem é calma demais. Em seguida fala onde está Jin e o que ela está observando para ajudar seu irmão a ser o sultão.


Um pouco mais adiante vemos nossa traidora, Amani. Ela está em missão para salvar e ajudar as pessoas da cidade de Salmorati, espero que o nome esteja certo. Portanto ela consegue com ajuda das outras dmidji e encontra uma parenta que ela pensava que estava em Izman, só que, por coincidência ou nem tanto ela a ajuda e traz para o acampamento do príncipe Ahmed.

A história vai seguindo e ela acaba sendo traída por quem não e esperava e torna-se prisioneira do sultão e a cobiça do sultim, mas ela está lá para, contra sua vontade, invocar seu pai, um djini. Aí que a história deslancha... Amani acaba não só sendo informante para a rebelião, mas também faz aliados na corte. Alguns a ajudaram outros... será uma facada no coração, piadinha estranha....kkkk

Portanto, ela consegue ajudar seus aliados, mas também é uma traidora, pois o sultão a tem em suas mãos e nem tudo acaba bem. Entre muitas guerras e armadilhas já não sabem que realmente está bem, ou quem vai sobreviver.

Recomendo, com certeza, para você que leu o primeiro gostou e estava esperando o segundo e vai esperar ansiosamente o terceiro. É uma leitura muito agradável, muito bem traduzido, são muito bem contadas as lendas e os mitos, tem todo o sentido na história e é escrito de uma maneira simples de entender.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/resenha-traidora-do-trono-rebelde-do.html
Lucas 12/05/2017minha estante
Tem spoiler ai viu!!!! Acho que você devia alertar isso na resenha.




Porre de Leitura e Livros 20/04/2017

Resenha Porre de Leitura e Livros: A traidora do Trono
Quando Amani finalmente conseguiu fugir da Vila da Poeira não poderia imaginar o que o futuro traria, no entanto nunca pensou que iria descobrir sua verdadeira identidade, muito menos que essa seria a de Dendji, outra surpresa foi a grandiosidade da rebelião.


"Uma nova alvorada, um novo deserto!"


Logo simpatizou com a causa dos rebeldes e se aliou na busca para tornar o povo livre do sultão que os deixou a mercê do exército Gallan.


“A rebelião estava prestes a se transformar numa guerra”.


Após a batalha de Fahali sua fama aumenta e por todo o deserto ouve-se histórias sobre A bandida dos olhos azuis. Mas, o sultão está cada vez mais próximo do esconderijo da rebelião e a jovem não tem mais tempo para outro assunto que não se preocupar, por isso não percebe a traição inesperada e acaba virando uma prisioneira dentro do castelo do sultão.
Entretanto agora Amani é uma guerreira da rebelião e logo a protagonista enxerga uma alternativa para a situação que encontra-se, dado que mesmo estando em território inimigo poderá ajudar se agir como uma espião infiltrada, a possibilidade tem tudo para dar certo pois o sultão não desconfia de sua verdadeira identidade.
Mas, o governante se mostra ainda mais esperto quando toma medidas que incapacitam a garota de desobedecê-lo. Dessa maneira, mesmo ela conseguindo ajudar seus aliados ainda assim pode transformar-se em uma traidora sem querer, o que a jovem não poderia imaginar era o quão astuto, inteligente e implacável esse homem se mostrou, suficiente para fazê-la repensar em qual lado sua lealdade deve estar.
Além disso, até o momento a Dendji não conhecia ninguém que realmente tivesse noções sobre a situação real do pais de origem, o que a deixou ainda mais intrigada com o possível governo de Ahmed.
Na continuação de A rebelde do deserto o leitor consegue se conectar melhor com as batalhas do grupo rebelde, a luta ganha mais ênfase, portanto as vitórias possuem um tom mais importante no livro dois, do mesmo modo como as derrotas.
O amadurecimento da protagonista é evidente, a garota se mostra ainda mais intrigante e forte que no livro anterior, Amani sempre foi inteligente, todavia suas noções de política aumentam fazendo com que suas crenças se firmem ainda mais, o resultado disso é uma personagem mais determinada. Ademais, ela percebe como as histórias vão se modificando e tomando força conforme vão passando de pessoa a pessoa.
Uma das coisas que mais amei na continuação da trilogia, foi o destaque que a autora deu para personagens que até o momento eram coadjuvantes, fica a exemplo disso o próprio príncipe rebelde que no livro 1 não foi tão trabalhado e agora podemos realmente observar que a rebelião é importante para ele, outro destaque fica por conta de Shazad, sua relação com Amani cresce ao ponto de tornarem-se melhores amigas.
Percebemos também em A traidora do trono a importância dos Djinnis, esses seres são fortes e raros, e por culpa dessas características são caçados por todas as pessoas gananciosas do deserto.
Embora a relação com Jin nunca foi o foco principal da narrativa, nesse livro senti falta dele, uma vez que o par romântico de Amani passa um bom tempo viajando.
Por fim não poderia deixar de citar o sultão, Alwyn Hamilton descreve um dos vilões mais complexo e difícil de opinar, todos os seus atos são inteligentes e extremamente calculados, em razão disso o leitor se pega diversas vezes questionando a rebelião.
Não poderia deixar de comentar o quanto achei linda a capa desse livro, ela é sensacional, os detalhes em dourado parecem me lembraram o deserto e sua imensidão de areia, outro detalhe é o mimo que os leitores ganham ao comprar o exemplar: um marca páginas preso a orelha do livro.
A Traidora do Trono era um dos meus lançamentos mais aguardados para 2017. Não via a hora de descobrir o rumo que a história levaria, entretanto agora a trilogia se provou ser ainda mais interessante do que eu achava, estou profundamente ansiosa para ler o desfecho.

site: https://www.porredeleituraelivros.com/single-post/2017/04/19/A-traidora-do-trono--Alwyn-Hamilton-A-Rebelde-do-Deserto-2
comentários(0)comente



Cami do @focanaresenha 04/08/2017

Tiro, porrada, bomba e grandes surpresas...
Quase um ano se passou desde a batalha em Fahali. A rebelião de Ahmed está cada vez mais forte. Ele deseja libertar seu povo das garras de seu pai, o sultão, e por isso cada vez mais seguidores chegam ao Vale de Dev para ser juntar a causa: 'Uma nova alvorada, um novo deserto'.
-

Amani é uma dessas seguidoras. Uma das melhores. Sua fama como a Bandida de Olhos Azuis se propagou. Ainda que alguns boatos não fossem muito fiéis a realidade. Ela está cada vez mais forte, por causa de seu poder, por isso acaba se tornando uma guerreira versátil e totalmente estrategista.

Até que uma traição imprevisível torna Amani prisionei no Palácio do Sultão. E todos os seus planos mudam. Novas alianças são criadas e alguns fantasmas do passado vão querer acertas as contas.

Pode gostar mais do segundo livro do que do segundo? Claro que pode. No universo literário tudo é possível e vou te contar que tudo realmente acontece nesse livro.
-

Que livro foi esse, minha gente. QUE LIVRO!!!. -

Não dá pra piscar direito que é capaz de perder um detalhe importante e ficar acabando com cara de trouxa, igual eu fiquei, no final. Fui enganada, confesso. Pensei ser uma coisa e a história me mostrou que era outra e eu adoro isso. Adoro história imprevisíveis. Adoro histórias caixinha de surpresas. -

Nesse livro vemos o quanto os personagens amadureceram, principalmente Amani. Confesso que a personagem que mais me tocou foi Shira. Não dava nada pra ela no primeiro livro e nesse ela foi espetacular. A mulher é osso duro de roer. Me emocionei com ela.

Mas no geral eu vivi uma montanha-russa de emoções. Chorei, xinguei, roi as unhas, chorei de novo. O livro é perfeito demais. Alwyn tirou vários coelhos da cartola e colocou desse livro e deu certo, deu muito certo.

Julgo ser o melhor livro do meu ano até agora. E olha que já li muitos livros maravilhosos. Estou esperando ansiosamente o próximo volume para enfim poder finalizar essa história que me deixou estatelada no chão com um final de matar.

site: https://www.instagram.com/focanaresenha/
comentários(0)comente



Nikolle - Paradise Books 29/03/2017

"Uma nova alvorada! Um novo deserto!" Enquanto isso estou destruída aqui!
Em "A Rebelde do Deserto", acompanhamos Amani e Jin, em sua fuga no deserto de Miraji. E junto com a protagonista descobrimos que Jin não é um simples forasteiro, e sim um dos prícipes que foram exilados do palácio, e que apoia seu irmão, o Príncipe Rebelde, na luta para tirar o Sultão do poder.
E além de conhecer e passar a apoiar a causa dos rebeldes, Amani faz uma grande descoberta sobre si mesma, ela era um demdji, filha de um djinni**com uma mortal, o que significava que ela tinha uma semelhança com muitos que apoiavam o Príncipe Rebelde, Ahmed, e que também tem um grande poder.

**Djinni - ser primordial do deserto, naturalmente hábeis com manipulações e ilusão, e seus filhos herdam algo de seus poderes que vem dos ventos e do calor do deserto.

Finalmente depois de tanto tempo, a Rebelião está tendo um resultado positivo, conseguindo apoio do povo e tomando muitas cidades que estavam no poder do Sultão. Agora faltava poucos passos para fazerem um grande ataque, e tomarem o palácio, já que o Sultão estava mais ocupado lidando com os outros países que tentavam o invadir. Porém os Rebeldes não esperavam que o o líder de Izman tivesse uma carta na manga, ele conseguiu lidar com o problema das outras nações e agora nada o impedia de se dedicar totalmente a aniquilar todos que estavam se opondo ao seu poder.

Assim toda glória que os rebeldes estavam tendo começa a se dissipar, traições começam a acontecer, vidas são perdidas, e o poder do Sultão não enfraquecia de modo algum. Para piorar certos imprevistos levam Amani para dentro do palácio, e a personagem acaba sendo sujeita a inimagináveis acontecimentos, além do fato de não poder usar seus poderes djinnis.

Em A Traidora do Trono, vamos ter traições, guerra, mortes, descobertas, personagens do passado voltando com papéis importantes, além de novos integrantes para o grupo dos rebeldes E iremos acompanhar Amani tentando sobreviver dentro do domínio do Sultão, e acima de tudo fazendo o possível para ajudar a causa rebelde dali de dentro.

Este livro foi incrível, a cada página que virava era um tiro que tomava, a autora sabe muito bem nos surpreender, e trazer coisas novas pra dentro da história. Amani está maravilhosa como sempre, se em "A Rebelde do Deserto" descobrimos como a personagem é com uma arma, ou com todo deserto em suas mãos, aqui em "A Traidora do Trono", vamos ver a garra da protagonista para sobreviver em lugar totalmente diferente e sem o conhecimento que tinha enquanto estava no Deserto, que era seu habitat natural.

Pam 29/03/2017minha estante
Acabei agora e estou maravilhada ?
Preciso do próximo!
Ps. Só eu chorei com esse final?




32 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3