A Louca da Casa

A Louca da Casa Rosa Montero




Resenhas - A Louca da Casa


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Karla.Marisa 29/06/2020

Uma conversa com Rosa Montero
Recebi esse livro da @taglivros em 2016 e fui ler agora (shame). Não seria um livro que eu compraria por buscar mais ficção, mas eu amei.
Não sei definir o gênero do livro, para mim foi uma conversa com a D. Rosa 🌹 Montero, parece aquela conversa com uma tia mais velha, numa tarde, tomando um café em que ela vai lembrando histórias de quando era mais nova, algumas você duvida (hehe) outras levam vocês a "filosofarem" um pouco.
Claro que por ela ser jornalista e escritora, boa parte das histórias levam a reflexões sobre a necessidade da leitura e da escrita, que são meios de te manter vivo (em primeiro lugar a leitura e depois a escrita pois não se escreve sem antes ler). Recomendo ❤️
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Nanda 07/05/2020

Chega tô tonta, que livrão bicho
Vou ler de novo. Cada história cada pensamento dela parece que eu fico jogada num mundarel de reflexão e eu nunca vou saber qual é a certa, se é que existe. Minha louca da casa tá gigante depois desse livro.
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Srta.Jay 07/05/2020

O livro é uma mistura de "literatura e vida, num coquetel estimulante de biografias e autobiografia romanceada" (Sinopse do livro).

Uma leitura fácil e rápida, mas devo admitir que enrolei muito tempo para ler um livro que considero curto. Algumas partes engraçadas, outras de reflexão quanto a vida e o processo de escrita/literatura.
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Shadai 04/03/2020

gostei bastante
adorei conhecer mais sobre a vida de grandes autores!

só não dei 5 estrelas por causa das 3 versões da mesma história de amor de uma noite e o final expositivo sobre as partes autobiográficas serem fictícias ou não.

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Erica 07/02/2020

bom mas nem tanto
“A louca da casa” era como Santa Teresa de Jesus chamava a “imaginação”.

Vários artigos sobre o que a autora pensa da vida criativa. Interessante, mas não entendi por que a mesma “história” aparece 3 vezes no livro... (tudo bem que contada de forma diferente, até com fatos diferentes, mas mesmo assim....)

“’Quando recupero a razão, enlouqueço’, diz Julio Ramón Ribeyro” (p. 124)

“A gênese do título de uma obra é um processo muito enigmático. Se tudo corre bem, o título aparece um dia, durante o desenvolvimento do texto; ele se manifesta de repente dentro da sua cabeça, deslumbrante, como a língua de fogo do Espírito Santo, e esclare e ilumina o que você está fazendo. Diz coisas sobre o seu livro que você desconhecia” (p. 148)

“’Os romancistas não escrevem sobre seus assuntos, mas em torno deles’, diz Julian Barnes. E Stephen Vizinczey arredonda este pensamento com uma frase precisa e luminosa: ‘ O autor jovem sempre fala de si mesmo, até quando fala dos outros, ao passo que o autor maduro sempre flaa dos outros, mesmo quando fala de si mesmo’” (p. 168)

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Rafael 30/08/2019

Sobre leitores e escritores
Leitores vorazes e, arrisco dizer, até os tímidos, talvez não tenham a dimensão do quão humana é a condição do escritor. Isto é, por vezes, e me corrijam se eu estiver errado, nós, leitores, consideramos os escritores como seres transcendentais que habitam um paraíso particular inacessível para nós, meros "mortais". É como se eles, os escritores, fossem dotados de alguma habilidade extraordinária, para não dizer quase divina, que os autorizam a tocar nossa alma por meio daquilo que escrevem. Lapidando palavras, eles nos transmitem sentimentos, contam estórias e nos convidam à refletir sobre a nossa própria condição humana. Seja por meio de um pequeno conto, seja pelo mais extenso romance, a literatura, e, por conseguinte, os escritores, revelam, de uma maneira ou de outra, um pouquinho de cada uma das incongruências que nos cercam e que nos constituem como seres humanos. Mas, se os escritores são assim tão especiais, nem que seja só para mim, do que eles são feitos? É essa inquietante pergunta que Rosa Montero deseja responder ao dissecar, nesta curta e belíssima obra, a essência dos escritores, singularmente dos romancistas. Misturando dados biográficos com reflexões e anedotas sobre diversos escritores famosos, a autora, de forma magistral, nos convida a conhecer esse ser aparentemente desconhecido que é o escritor(a). Suas angústias, medos, fraquezas, belezas, satisfações, realizações, dentre tantas outras características são expostas carinhosamente por Rosa nesse livro que se mostra essencial para todos aqueles que se consideram leitores, sejam esses de que estirpe forem. Mais que consumir literatura, é preciso enxergar que do outro lado das linhas justapostas num texto existe alguém. Alguém que tem sentimentos, alguém que teme não ser lido ou ser esquecido. Um ser por vezes vaidoso, por outras desidioso, capaz de nos proporcionar tanta felicidade quanto um doce sorvete bem gelado numa tarde quente de verão. Recomendo a leitura de cada linha desse magnífico livro para quem, como eu, é apaixonado por literatura e, por sua vez, pelos escritores que a constituem.
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JCarlos 17/06/2019

Loucura seria não ler
?Sempre pensei que a narrativa é a arte primordial dos seres humanos. Para ser, temos que nos narrar, e nessa conversa sobre nós mesmos há muitíssima conversa fiada: nós nós mentimos, nós imaginamos, nos enganamos.?

A autora usa da metaliteratura, recurso onde insere na narrativa sua paixão incomensurável pela linguagem escrita.
Um delicioso passeio sobre livros, grandes escritores e passagens ficcionais (ou não) da vida de Rosa Monteiro, jornalista espanhola, escritora ganhadora de vários prêmios e colunista do El País.
Numa leitura leve, essa espécie de romance autobiográfico é incrível e inteligentemente escrito, com parágrafos pra lá de bem estruturados.
Os fatos apresentados sobre os grandes escritores com Capote, Cervantes, Melville e Italo Calvino são fidedignos, baseados em registros oficiais.
Contudo, não se pode dizer o mesmo no que se refere à parte romanceada, que trata da vida da autora, onde, propositadamente, inclui três versões de um encontro amoroso que teve com o ator M (qual a verdade não se sabe).
Agradável e recomendadíssimo.
Aos leitores e aos que se dedicam ao nobre ofício da escrita.

?As palavras são como peixes abissais, que só nos mostram um brilho de escamas em meio às águas pretas. Se elas se soltarem do anzol, o mais provável é que você não consiga pescá-las de novo. São manhosa as palavras, e rebeldes, e fugidias. Não gostam de ser domesticadas. Domar uma palavra (transformá-la em clichê) é acabar com ela.?
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Tigronna 23/02/2019

A Louca da Casa
Eu diria que este livro me deixou um tanto confusa, eu não sei dizer se a Rosa tem ou não uma irmã? Ou se os Ms e as situações mencionadas são reais.
O fato é que neste livro a autora busca contar parte dos dramas vividos por ela e por muitos outros escritores e escritoras e eu como escritora de fanfics de certa forma me identifiquei com grande parte dos dramas.
Eu sempre tive uma boa imaginação e sim, isso as vezes é ruim, como diz a Rosa para mim é impossível ler uma trágica notícia de jornal como acidentes e não imaginar a fundo o que as vítimas pensaram, como se sentiram, se gritaram, se choraram, como estão se sentindo as famílias e etc. e sendo assim eu acabo sofrendo como se eu fosse uma vítima também...
Outra coisa que sempre acontece comigo é parar num lugar público, olhar as pessoas e ficar criando perfis e situações vividas para elas. Sim isso é de certa forma loucura, mas a como diz Rosa Monteiro, a imaginação é mesmo a louca da casa e a minha cabeça é a casa.
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Lili 29/01/2019

A Louca da Casa
Que livrinho gostoso de se ler!

Não sei como classificar este livro. Ele é uma espécie de ensaio sobre a imaginação e a escrita, mas ao mesmo tempo é um livro de memórias romanceadas, e ainda um apanhado de dados biográficos de outros autores. E que misturinha boa! Rosa conversa conosco, como se estivéssemos frente a frente, mas ainda assim consegue transmitir várias de suas ideias e filosofias com profundidade. Um bate-papo sim, com certeza, mas um bate-papo do qual você sai se sentindo diferente e talvez com uma visão um pouco diferente do mundo.

Acabei ficando curiosa sobre a vida da autora, pois uma das brincadeiras (sensacionais) do livro é que ela garantiu que tudo o que ela escreveu sobre outros autores é verdade (ou pelo menos está documentado em algum lugar), mas quanto ao que ela escreveu sobre si mesma ela não garante. Pode uma coisa dessas? XD

Termino dizendo que recomendo MUITO este livro, que entrou para minha lista de favoritos. Mas tenho uma ressalva: entre nessa sabendo que sua lista 'quero ler' vai aumentar significativamente.
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isa.dantas 26/12/2018

Esse livro começa com a premissa de ser sobre a escrita e acaba virando um compilado sobre isso, a imaginação e criatividade, a loucura, alguns trechos autobiográficos (ou não) e algumas curiosidades sobre outros escritores. O que faz tudo isso ser agradável ao se ler (uma mistura que poderia se tornar confusa e estranha) é a escrita de Montero, muito prazerosa.
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Klotz 04/12/2018

A louca da casa - Rosa Montero - Ed Harper Collins
Quando o livro foi sugerido no Clube de Leitura eu não estava prestando atenção.
Intuí, erradamente, tratar-se de uma autora brasileira no topo de best sellers.
Santa ignorância!!!
Em vez de Monteiro é Rosa Montero, autora espanhola. O livro é de 2013, publicado no Brasil em 2016 e a temática é o ofício do escritor.

Na ficha catalográfica o livro é rotulado como romance, mas no meu entender é um delicioso bate-papo com uma escritora que tem o que dizer e contar e ensinar e fazer pensar com originalidade sobre o próprio ofício.
É como se fosse um programa de televisão com uma entrevistada envolvente e inteligente. As conversas não são lineares como numa narrativa, então em vez de opinar como seria de se esperar sobre uma resenha, resolvi recortar e colar trechos que me pareceram construtivos ou marcantes.
Pág 62 – “Vale a pena ser continuar sendo criança em alguma região de si mesmo. Vale a pena não crescer demais.”.
Pág 63 – “A qualidade literária é um dos valores mais subjetivos e mais dificilmente mensuráveis que conheço; ”. “A história demonstra que nem o sucesso em vida nem os prêmios, nem, ao contrário, o fracasso e a contrariedade dos críticos foram alguma vez a prova confiável da qualidade de uma obra. E nem sequer o tempo põe as coisas em seu lugar, como gostaríamos de acreditar por precisarmos de certezas; algumas vezes, caíram por puro acaso em minhas mãos romances de autores antigos totalmente esquecidos e fora de catálogo, que, no entanto, achei ótimos, e previsivelmente eles nunca mais regressarão do cemitério.”
Pág 75 – “Escrever ficção é expor à luz um fragmento muito profundo do inconsciente.”.
Pág 80 – “Para ser um bom escritor, é preciso desejar sê-lo, e desejar, aliás, de maneira febril. Sem a disparatada e soberba ambição de criar uma grande obra não se consegue escrever sequer um romance médio.”.
Pág 100 – “O romance é o único gênero literário em que reinam a mesma imprecisão e falta de limites que reinam na existência humana. É um gênero sujo, híbrido, agitado. Escrever romances é um ofício sem glamour; somos os operários da literatura e precisamos colocar tijolo por tijolo, manchar as mãos e exaurir nossas costas no esforço de construir uma humilde parede de palavras que, quem sabe, vai acabar desmoronando.”.
Pág 101 – “Mesmo os melhores romances da história, os grandes romanções maravilhosos, têm páginas fracas, perdas de tensão, carências óbvias. Eu gosto disso. E me reconheço nisso; isto é, reconheço o fôlego hesitante das coisas.”.
E é lógico que uma autora mulher sempre é questionada sobre a escrita feminina.
Pág 108 – “Quando uma mulher escreve um romance protagonizado por uma mulher, todo mundo considera que está falando das mulheres; mas se um homem escreve sobre um romance protagonizado por um homem, todo mundo considera que está falando do gênero humano?
Não tenho nenhum interesse, absolutamente nenhum, de escrever sobre mulheres. Quero escrever sobre o gênero humano, mas por acaso 51 por cento da Humanidade é do sexo feminino; e como eu pertenço a esse grupo, a maioria dos meus protagonistas absolutos são mulheres, da mesma maneira que os romancistas geralmente criam personagens principais masculinos. E já é hora de os leitores homens se identificarem com as protagonistas mulheres, da mesma maneira que durante séculos nós nos identificamos com os protagonistas masculinos, que eram nossos únicos modelos literários; porque essa permeabilidade, essa flexibilidade do olhar nos tornará a todos mais sábios e mais livres.”.
Pág 112 – “Se os homens tivessem regras, a literatura universal estaria cheia de metáforas do sangue.”
A autora aborda outro tema tão caro aos brasileiros: a escrita politizada.
Pág 109 – “Detesto a literatura utilitária e militante, os romances feministas, ecológicos pacifistas ou qualquer ista que se possa pensar, porque escrever para passar uma mensagem trai a função primordial da narrativa, seu sentido essencial, que é o da busca do sentido. Escreve-se, então para aprender, para saber; e não é possível empreender essa viagem de conhecimento levando previamente as respostas.”.
Pág 39 – “Para mim, o famoso compromisso do escritor não consiste em engajar suas obras a favor de uma causa (o utilitarismo panfletário é a traição máxima ao ofício; a literatura é um caminho do conhecimento que precisamos percorrer carregados de perguntas, não de respostas), e sim em permanecer sempre alerta contra o senso comum, contra o preconceito próprio, contra todas as ideias herdadas e não questionadas que se infiltram insidiosamente em nossa cabeça, venenosas como o cianeto, inertes como o chumbo, más ideias que induzem à preguiça intelectual. Para mim, escrever é uma maneira de pensar; e deve ser o pensamento mais limpo, mais livre e mais vigoroso possível.”.
Pág 113 – “É raríssimo um escritor que cultive um único gênero”.
Pág 127 – “A morte também é leitora, por isso, recomendo ter sempre algum livro na mão, porque assim, quando a morte chega e vê o livro, se espicha toda para ver o que você está lendo, como eu faço no ônibus, e então se distrai. “.
Pág 167 – “O que o romancista faz é desenvolver múltiplas alterações, essas irisações da realidade.”. “O escritor pega um grumo autêntico da existência, um nome, uma cara, um pequeno episódio, e começa a modificá-lo mil e uma vezes, substituindo os ingredientes ou dando-lhes outra forma, como se estivesse rodando indefinidamente os mesmos fragmentos para construir mil figuras diferentes.”.
Esse fragmento é importante porque traduz o que Rosa Montero fez como fio condutor do livro ao contar três vezes a mesma história com mesmos cenários e personagens, porém ingredientes variados levaram a fechamentos verossímeis, mas absurdamente diferentes.
Eu questionei se o romance era um bate-papo descontraído, agora deixo para você questionar se esta resenha é um resumo.
Além de delicioso, o livro passa a ser um livro de consultas.
Recomendo para você que escreve e para você que tem prazer em ler.
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isiskarol 14/06/2018

Uma surpresa boa
Rosa Montero narra os encantos e desencantos de escrever baseada em sua própria experiência e impressos de anos no ofício. Seus deliciosos relatos tratam de particularidades da alma de escritor com suas vaidades, urgências, fragilidades, inspirações, processos e intimidades. Se expõe na medida certa para entrarmos e nos sentirmos à vontade em seu universo criativo referenciando vários outros autores e obras literárias. Despretensiosamente bom.

Recomendo a todos aqueles que foram, são ou serão escritores.
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Iandra 25/05/2018

A louca da casa
Rosa Montero traz curiosidades de sua vida e de autores que ela leu até a publicação do livro.
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Camila(Aetria) 08/05/2018

A louca da casa
Sabe quando você fica encarando a estante, celular, nicho, ou onde quer que você guarde seus livros pra ler? Aí olha, olha, olha, olha praquela pilha de livros enormes que fica pra sempre na lista de leitura e que você posterga até não querer mais e aí simplesmente vai e olha pra um livro que te chama?

É assim que escolho minhas próximas leituras e é por isso que minha meta de leitura jamais é concretizada HAHA

Aí, no meio da minha leitura de A Praça do Diamante (aguardem a resenha desse porque, olha, outro livro que mudou tudo que conheço de literatura) eu esqueci o livro em outra cidade e não queria ficar o final de semana inteiro sem ler, então fui de novo como um cão arrependido pra estante e olhei pr’A Louca da Casa ali paradinho. A gente trocou um olhar, vi que era fino, e pensei por que não?

Logo que abri não entendi muita coisa, ele estava lá há tanto tempo que não sabia mais de onde nem por que estava lá. Mas fui indo, e indo e indo… e foi isso. Rosa Montero já estava vivendo em meu coração. HAHA

O livro fala sobre a vida, sobre literatura, sobre escrever, sobre as fronteiras do escrever, sobre os tipos de escritores, a autora vai te jogando uma miríade de referências, de autores, de estudos, de biografias, de dados pessoais (a maior parte irreal), é quase um livro técnico sobre a arte de escrever que você lê como se fosse um amigo batendo um papo sobre a academia, estudar, escrever, viver e o que mais desse na telha.

Ela consegue perpassar desde a biografia do Goethe até sobre a esposa de Tolstói, aí pular pra década de 70 e como a gente esquece tantos detalhes dependendo do tipo de escritor que se é (descobri que sou uma escritora raposa, que não consegue focar em descrições longuíssimas e tem uma certa tendência a esquecer e seguir em frente, uma benção e uma maldição, como ela bem diz).

Foi a leitura certa na hora certa, o jeito como ela trança tudo, caminhando numa leveza é impressionante, ela passa uma síntese que casou demais com o que tenho passado (olha só, Camila, quase um livro de auto-ajuda hein. HEUHUEHE) ao tentar me reencontrar depois de terminar uma trilogia.

Porque a gente pensa nisso sempre, será que o próximo livro vai ser bom? Será que terei ideias novamente? Será que mais do mesmo vai me agradar ou quer dizer que precise me reinventar a cada livro? Isso não será desgastante? E se o resultado não for tão bom quanto espero?

Saber que uma escritora como Rosa Montero tem esses mesmos percalços é um alento e uma descoberta, carregada de uma capacidade de autoanálise estranha e essencial pra quem escreve (seja lá o que quer que escreva haha). Minha vontade era de citar esse livro todo, de anotar tudo, de analisar toda a estrutura, as referências, de estudar aquele livro e suas nuances, porque é tão agradável que você nem sente passar.

site: http://www.castelodecartas.com.br/2018/05/08/louca-da-casa-ogs-165/
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day 15/04/2018

ameiii^^
Comecei a ler esse livro ,porque era o livro do mês ,do leia mulheres Niterói.

Um livro bem desafiador,pois falava sobre a arte da escrita.

Então fui começando a ler cheia de desconfiança se eu iria realmente gostar do livro.

E ,realmente me surpreendi gostando de cada capítulo.

Rosa ,mistura realidade e ficção de uma forma tão perfeita que a gente fica se perguntando ,o que ela escreveu agora é ficção ou realidade?

É realmente maravilhosa a forma da escrita dela.

Amei as três versões de um romance que ela teve com um ator famoso,e depois a gente se pergunta,houve mesmo esse romance?

Ela também fala de vários escritores famosos como Goethe...

Dá sua opinião e conta sobre a arte da escrita deles,também algumas críticas.

Porém,eu super indico o livro,ele é totalmente diferente da minha zona de conforto ,e me fez muito bem me aventurar por caminhos diferentes.






site: http://escreverdayse.blogspot.com.br
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