Rio Vermelho

Rio Vermelho Amy Lloyd


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Resenhas - O Rio Vermelho


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Paula 07/12/2018

Rio Vermelho, é mais uma história sobre a personagem Samantha do que o crime de Dennis. Pois a história conta como ela se iludiu, por algo que não imaginou que colocaria a vida dela em risco. Samantha é a personagem principal, mas o narrador é em 3 pessoa, criando assim um mistério página por página, também nós intrigando com a seguinte pergunta: quem é Dennis ? Ele realmente é inocente?
Uma narrativa calma, entretanto envolvendo, algo que é comum encontrar em livros antigos. Deste modo a narrativa não nos deixa outra escolha, que é ir com a história até o final e descobrir o verdadeiro mistério por trás das 266 páginas.
Envolvendo e chocante são os seus últimos capítulos, eles amarram toda a história criando assim um ótimo desfecho. Amy Lloyd realmente mereceu ter ganhado a competição nacional do jornal britânico Daily e Mail.
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Welliton.Rocha 29/11/2018

História interessante porém mal executada.
A premissa do livro é bem bacana mas a construção dele te faz duvidar muito da história pelo modo como ela acontece. A protagonista e o personagem preso não parecem consehui lconseguir ligação entre sí e os sentimentos parecem bem forçados. O final também é muito tosco.
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umalivraria 27/10/2018

Resenha @umalivraria - #resenhasdaelay
❝É estranho que as pessoas saibam tanto a meu respeito. Acho que elas sabem mais de mim do que eu mesmo❞

Vocês conhecem aquela música da Britney Spears, onde ela fala “But, mama, I’m in love with a criminal”? É isso que acontece aqui.

Samantha, mais conhecida como Sam, é uma mulher amargurada e que carrega uma grande tristeza. Seu trabalho já não lhe traz alegrias e nem sua vida amorosa. É quando ela conhece a história de Dennis, um homem preso – acusado de um assassinato na Flórida – que pode estar sofrendo acusações injustas.

Ela vê em Dennis uma grande chance de diminuir a sua dor. Quem nunca colocou seus problemas em segundo plano para ajudar alguém? E ainda se viu bem após isso?

Dennis é acusado de matar uma garota na cidade de Red River e está envolvido em outros assassinatos na região. O estranho disso tudo é que não existe nada que comprove que ele realmente é o culpado. Sem corpos, sem impressões digitais e grandes julgamentos contra ele.

Sam e Dennis vão trocando cartas, até ela decidir visitá-lo. E o romance entre eles surge, de uma forma estranha e suspeita, mas surge.

A leitura é bastante envolvente, o leitor se pega curioso em saber o motivo de todos esses julgamentos sem provas contra Dennis, até mesmo em sua cidade natal. Por outro lado, temos um toque de realidade, pois nas redes sociais há vários protestos a favor do homem.

A edição da @faroeditorial está linda, traz todo o cenário e clima que o livro pede. Esse suspense policial mexeu com a minha cabeça e, tenho certeza, que irá mexer com a sua também. Toda essa realidade criminal me encantou ainda mais, saber que casos assim acontecem todos os dias e pode estar mais próximo do que imaginamos.

Personagens coadjuvantes, mas bem importantes para a história, roubam a cena em alguns momentos. O livro é narrado em terceira pessoa e possui um enredo nada cansativo.

site: https://www.instagram.com/umalivraria/?hl=pt-br
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Welliton.Rocha 29/11/2018minha estante
Concordo totalmente




Aline Navarro 25/09/2018

Protagonista sem noção
Pois é. Primeira regra de um bom livro: fazer com que nos identifiquemos com a personagem. Nesse livro, Sam é uma mulher que depois de assistir um documentário sobre assassinos, se apaixona loucamente por um homem que está no corredor da morte (por ter torturado, estuprado e matado uma menina de 11 anos. Pois bem, depois de trocarem algumas cartas ela chega à conclusão que seria uma ótima ideia abandonar emprego, família e tudo na Inglaterra e se mudar para os EUA para conhecer o mesmo. Depois de se CASAREM (isso, eles se casam depois de 3 semanas de visitas através de um vidro ?????) ela não se toca que em momento algum que o cara (Dennis) se demonstra envolvido, sempre frio e calculista. E ela masoquista (Só pode) cada vez mais apaixonada. Detestei, achei chato, sem noção. A mulher ainda ajuda a tirar o cara da cadeia, volta pra cidade natal dele (onde ele é ODIADO) e fica dentro da casa onde a sogra e o sogro cometeram suicidio, ainda com a ilusão de lá ser o palco de sua lua-de-mel. Pelamordedeus... ninguém merece. Fiquei esperando pela reviravolta (como aconteceu com ?A outra sra. Parrish, MARAVILHOSO) e nada aconteceu. Ok, umas 10 páginas há um pouco de suspense, esperança de que algo possa acontecer. Mas... enfim. Decepcionante. Não recomendo. E vai virar filme... sei lá. Tanto livro bom... escolher esse. ? Nota: 5/10 Livro de número 30 do ano.
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Orlando 12/09/2018

O LIVRO É | RIO VERMELHO, DE AMY LLOYD

Em Rio Vermelho o jovem Dennis Danson é acusado, preso e sentenciado ao corredor da morte ainda muito jovem. O crime atribuído ao garoto na ocasião se referia aos desaparecimentos de várias garotas na cidade interiorana de Red River, onde Dennis levou uma infância e adolescência difícil ao lado dos pais e dos poucos amigos.

Após o julgamento e a sentença ao corredor da morte, Dennis acabou sendo foco de atenção no país todo em uma série de entrevistas, reportagens e acima de tudo, em documentários que abordaram sua história por diversos ângulos. Para o bem ou para o mal, Dennis se tornou uma celebridade.

Pessoas no mundo todo trocavam informações, análises e perspectivas sobre o caso de Dennis Danson em fóruns virtuais e alimentavam a esperança de que a situação do rapaz pudesse ser mudada e novos julgamentos marcados para invalidar provas superficiais e considerar outras mais consistentes surgidas com o passar dos anos.

Assim começa a história em torno de Dennis Danson e de Samantha (Sam), uma jovem professora inglesa que é uma das muitas admiradoras do caso de Red River e que não tarda a trocar correspondências e confidencias com Dennis do outro lado do Atlântico.

NAVEGANDO PELO RIO VERMELHO
Rio Vermelho começa com uma narrativa excelente. Daquelas que nos arrebatam facilmente para o curso narrativo ágil, cheio de informações e pontos de vista. Particularmente tenho muito interesse no tema dos serial killers – e quem não tem? -, e apesar do livro não ser diretamente um livro sobre isso, o crime que cerca a trama principal tem ares de mistério e um culpado cujo julgamento parece um equívoco… Amy Lloyd fisga o leitor na largada.

Justamente por haver muitas incertezas sobre o caso é que Dennis Danson acabou se tornando centro de admiração, dúvida e mistério dentro da narrativa criada por Lloyd, cuja habilidade de conectar a narrativa padrão com trechos de “reportagens” e dos “documentários” sobre o crime atribuído a Dennis nos dão a forte sensação de verossimilhança sobre tudo que está acontecendo.

Lloyd é uma ótima narradora e cria um contexto forte, instigante e os primeiros capítulos do livro são realmente fascinantes. É pouco provável que toda a primeira metade do livro não seja algo no mínimo excelente. Sobretudo na jornada de Sam para chegar ao território americano, se encontrar com Dennis no presídio após a troca de correspondência entre eles e ver os primeiros passos do novo documentário que Carrie está dirigindo.

Ao lado de Carrie, realizadora do documentário Construindo a Verdade: O Assassinato de Holly Michaels, também grande amiga de Dennis, Sam percorre inúmeros locais por onde Dennis passou em sua juventude em Red River, conhecendo amigos, familiares e situações em torno de seu passado para o novo documentário cuja estreia será em breve, abordando novos fatos e perspectivas sobre tudo, inclusive sobre a possibilidade de um novo julgamento para Dennis.

Nesse ínterim a relação entre Sam e Dennis se intensifica mesmo com o vidro de segurança separando os dois. Um pedido de casamento enérgico e aparentemente franco de Dennis desarma Sam e um novo rumo se traça em sua vida a partir disso. Tudo que existia na Inglaterra fica para trás…

E o que parecia impossível se concretiza mais rápido do que se esperava e Dennis é inocentado em um novo julgamento após a revelação de outro assassino cujo DNA na cena do crime é suficiente para libertar Dennis de sua sentença de morte.

Desse ponto em diante se constrói no livro outro foco narrativo e outra estrutura. Enquanto na primeira metade da obra os trechos de entrevistas, reportagens, documentários, livros e opiniões pessoais permeavam o texto de Lloyd com informações e narrativa instigante, a segunda metade da obra desacelera quase que bruscamente eliminando completamente essa abordagem que multifacetava toda a situação de Dennis e a história como um todo.

Lloyd opta a partir do capítulo Red River por nos mostrar a conturbada relação de casal entre Dennis e Sam enquanto se adaptam ao status de casal. Paralelamente aos desentendimentos dos dois, a narrativa mostra Dennis se situando no mundo que se ergueu após sua estada no presídio: um mundo com internet, smartphones, tablets, redes sociais e Netflix.

O relacionamento dos sonhos almejado por Sam vai gradativamente se desmontando ao passo que Dennis vai se revelando uma pessoa difícil, cheia de manias, trejeitos e vícios de quem passou muitos anos vivendo só e num espaço mínimo.

Sempre se distraindo com as novidades tecnológicas e o assédio da imprensa, Dennis também não manifesta nenhum interesse sexual por Sam, o que a deixa extremamente frustrada na relação criada apressadamente por ambos.

Por outro lado, Sam também se mostra uma pessoa com suas próprias manias, anseios e desejos… sem esquecer seu relacionamento anterior cujo desfecho não foi nada positivo.

E tudo piora com as recorrentes visitas de Lindsay, amiga de infância de Dennis, cuja relação com o rapaz parece ser algo além de amizade, o que causa recorrentes crises de ciúme em Sam. Também retorna do passado o amigo Howard, filho do então delgado de polícia na ocasião da prisão de Dennis anos antes. Outra relação com Dennis cuja aparência vai muito além do que é.

Toda a segunda metade da obra, como disse, perde ritmo e força comparada com a primeira metade que antevia algo mais denso e elaborada com a construção em camadas de narrativas criadas por Lloyd: documentários, o livro dentro do livro (Quando o Rio Fica Vermelho de Eileen Turner), as entrevistas televisivas…

O uso dos documentários e trechos de informação de outras mídias que a autora usou tão bem e com tanta maestria são deixados de lado e o recurso que tanto abrilhantou o início do livro perde espaço para a arrastada e quase entediante relação entre Sam e Dennis.

Veja bem, não é que tenha fica ruim, pelo contrário, Rio Vermelho é uma narrativa de muita força e qualidade, só que me senti andando numa montanha russa cuja maior e mais vibrante curva é justamente no começo do passeio, enquanto o restante me parece apenas uma imensa e monótona linha reta com raríssimos solavancos de empolgação.

Claro, a autora segura bem sua proposta mesmo após tirar o pé do acelerador. Seus personagens vão ganhando muitas camadas de significado e aprofundamento, deixando uma série de dúvidas sobre o quadrilátero Dennis-Lindsay-Howard-Sam.

Tanto Dennis quanto Sam, bem como seus coadjuvantes, são ricamente desenvolvidos num texto objetivo, sem excessos e muito elegante.

Como um thriller, claro, não poderia faltar momentos de tensão e expectativas por parte da obra. Ao retornar para a antiga casa de Dennis em Red River, Sam se vê num série de momentos de medo e dúvida sobre a pessoa com quem se casou a ponto de questionar a inocência de Dennis ao longo do trajeto.

Mas Lloyd me pareceu uma narradora mais competente contextualmente do que na execução de momentos de tensão e suspense, pois mesmo essas situações de tensão achei que há pouca força pelo excesso de repetição no estilo das mesmas: a sequência das cenas é exatamente as mesmas em todas as ocasiões em que Lloyd começa a nos pressionar dentro de sua obra. Depois da segunda vez não há surpresa real na previsibilidade.

Isso tudo enquanto Dennis e Sam se arrastam na rotina de limpar a antiga casa de Dennis em Red River, onde a maioria das pessoas da cidade ainda tratam Dennis com extrema hostilidade e aversão. Essa foi outra parte do livro que me desanimou na leitura: limpar a casa, pôr os entulhos pra fora, Dennis sai pra correr, Sam ficava com medo, Dennis voltava, eles se desentendem, começava outro dia, Dennis sai, Sam ficava com medo, eles vão à cidade e são mal tratados… Lloyd parece que se enredou em sua própria teia e começou a percorrê-la em círculos insistentes.

Enquanto Lloyd escreve uma obra inspirada em algo como o documentário seriadoMaking A Murder, cuja história é quase idêntica a de Rio Vermelho (ou vice-versa), temos uma obra espetacular, quando Lloyd decide abordar o que há na vida por trás dos holofotes, temos um livro bom apenas. É quase como se houvesse dois livros em um.

A diferença nas duas abordagens de Lloyd nos deixa claro que a autora é competente, só que é evidente que a maior parte dessa força reside na narrativa focada na cultura da subcelebridade, da construção do freakshow virtual, na dúvida da era da informação. Quando transita para o cotidiano entre duas pessoas problemáticas essa força se dilui em um texto que com absoluta certeza todos nós já vimos em outras obras.

Veja bem, não é algo que prejudique o livro, mas é uma sensação drástica na percepção da obra como um todo. Em um livro com 276 páginas, onde quase exatamente 100 páginas desse conteúdo são destinadas à rotina de limpar a casa, encrencar com alguém na cidade, alguém rondar a casa, Lindsay aparecer, Sam revirar as coisas de Dennis, eles discutirem, depois tudo fica bem entre eles; e aí repete-se tudo outra vez…

Há um quê de frustração na obra que deixa para umas poucas páginas estabelecerem um desfecho rápido demais para algo tão denso e complicado construído ao longo do livro. Lloyd nos entrega uma obra de excelência em cada página, mas ao se alongar na rotina do dia a dia, acaba deixando pouco tempo e espaço para elaborar melhor o encerramento de seu livro.

Para não ser taxado de injusto, um paralelo entre Rio Vermelho e Morte Lenta é exatamente o que imagino para esse tipo de livro e narrativa. Enquanto Rio Vermelhocomeça como num pulo imenso e depois drasticamente vai para uma descida arrastada,Morte Lenta começa nos apontando uma direção detalhada, cadenciada e metódica que vai subindo, subindo e subindo numa curva crescente e não para até atingir um clímax impactante conectando cada passo que demos na narrativa.

O que uma obra tem a ver com a outra? Primeiro ambos são livros de suspense policial/investigativo, segundo ambos são do excelente catálogo da Faro Editorial que vem investindo muito no no gênero ao qual os dois livros pertencem.

O que quero ressaltar aqui é que em termos de força narrativa, Lloyd opta por inverter a curva de sua obra e isso não me pareceu uma boa opção, tirando de seu livro o “Excelente” da avaliação final, enquanto Morte Lenta vai numa crescente de fatos, personagens, situações e desfecho que são de encher os olhos, o que, na época da leitura do mesmo, lhe rendeu o “Excelente”.

Mas independente da minha avaliação/percepção de Rio Vermelho, temos aqui sim um livro de força inegável, tema atual e instigante redigido de forma extremamente fluída no saldo geral, não por acaso o livro é vencedor do prêmio VSD RTL como o melhor thrillerestrangeiro de 2018! A premiação francesa escolhe os melhores suspenses publicados em língua estrangeira e em francês no ano, e Amy Lloyd ganhou seu segundo prêmio.

E claro, soma-se a tudo isso o sempre excelente acabamento físico que a Faro Editorial utiliza em suas publicações: ótimo papel do miolo em alta gramatura, capa em papel cartão com laminação fosca, texto do título em relevo e verniz localizado. Um primor no trato editorial que sem dúvida alguma torna Rio Vermelho um dos melhores lançamentos desse primeiro semestre de 2018 no segmento suspense investigativo/policial.

RIO VERMELHO | SOBRE A AUTORA
AMY L LOYD estudou inglês e escrita criativa na Universidade Metropolitanade Cardiff. Ela ganhou a competição nacional do jornal britânico Daily Mail com este livro.Vive em Cardiff, no País de Gales,com seu parceiro e dois gatos.

RIO VERMELHO | FICHA TÉCNICA
• Título: Rio vermelho
• Autor: Amy Lloyd
• Gênero: Ficção estrangeira
• Seção: Romance
• Formato: 15,7 x 23 cm
• Páginas: 276
• Papel: polen 90grs
• ISBN: 978-85-9581-014-3
• Editora: Faro Editorial
• Página do Livro na editora AQUI

AVALIAÇÃO
PREMISSA: - 100%
DESENVOLVIMENTO - 80%
PERSONAGENS - 90%
CONTEXTUALIZAÇÃO - 100%
PROCESSO NARRATIVO/ NARRATIVIDADE - 75%
CONCLUSÃO/ DESFECHO - 80%
AVALIAÇÃO FINAL: MUITO BOM - 85%

site: https://www.pontozero.net.br/2018/05/25/o-livro-e-rio-vermelho-de-amy-lloyd/
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Daaniih_ 11/09/2018

Gostei, mas esperava bem mais...
Acabei e achei bem doido esse final, fora q foi super apressado. A explicação de tudo, o q realmente aconteceu, se ele realmente era inocente ou não, tudo mto rapido.
Odiei Sam em vários momentos, inclusive amor próprio mandou lembranças linda! Dennis prefiro nem comentar. Carrie foi uma das personagens q mais gostei. Lindsay achei um pouco desnecessária na história, mas no final entendi o pq de ela sempre aparecer.
Mudaria algumas coisas no final, foi uma leitura boa mas não excelente.
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Marcela @ler_sim_ler_sempre 07/09/2018

"Como confrontar quem você ama quando não tem certeza se quer saber a verdade ?! "



Rio Vermelho é um Thriller que realmente te prende do inicio ao fim. Nem que seja pra chamar a personagem de trouxa rsrsrs... ㅤ

Sam se apaixona pela figura de Dennis, um homem preso há 20 anos, suspeito de matar uma jovem. E ao começar a se corresponder com ele, decide sair da Inglaterra e ir de encontro desse "amor"nos EUA. E pouco depois se casar com ele.


O problema que ele é solto logo em seguida.
E o que seria uma solução para uma vida feliz a dois, pode ser um grande desafio.


Aqui a autora vai construindo a trama devagar, fio a fio. Onde vamos desvendado os medos e a vida de Sam. E conhecendo aos poucos a verdadeira personalidade de Dennis.


Dennis foi um personagem mais difícil de compreender, pois hora se mostrava amável e prestativo e um tanto confuso com toda novidade tecnológica, já que havia ficado 20 anos preso, hora mostrava lampejos de crueldade e mistério. Uma pessoa que facilmente conquista o carinho e a atenção das pessoas. 😏 Inclusive eu já estava caindo na dele. 🙋🏻😂... ㅤ

Já Sam desvendei de cara o seu problema : carência. Uma mulher que teve uma relação anterior problemática e que depositou todas as suas fichas em um verdadeiro desconhecido.


Alguns podem achar a narrativa cansativa, pois há vários episódios que não acontece nada. Mas eu achei que cada trecho era necessário para chegarmos no desfecho. Que pra mim, foi brilhante. Bem no estilo thriller bem escrito. Onde os dois me lembraram muito a relação de Amy e Nick de Garota Exemplar.


Enfim, um livro que você terá um verdadeiro caso de amor e ódio pelos personagens e só conseguirá parar quando chegar na última linha. E se surpreenderá ao se vê torcendo por um final "feliz" rsrsrs... E louco(a) para descobrir, qual a verdadeira face de Dennis e de Sam : Bonzinhos ou Simplesmente Loucos ?! 🤔👀 .

ㅤ 🕵🏻‍♀️E vcs, já leram ?! O que acharam ?

site: https://www.instagram.com/p/BkX2e6DnGVX/
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Bruno 01/09/2018

Resenha @leitor_noturno
Autor: Amy Lloyd
Editora: @faroeditorial
Resumo: Sam é uma mulher inglesa, cheia de traumas acaba se apaixonando por um homem que está esperando a morte na cadeia, condenado por um crime de estupro seguido de assassinato e odiado por uma cidade inteira na Flórida, onde a população jura que ele é o responsável pelo sumiço de muitas outras jovens, porém nem o crime do qual foi condenado é bem explicado pelos seus acusadores. Graças a um documentário produzido pela @netflix ele consegue ser libertado, sua pena de morte é revogada, mas será que ele realmente é inocente? É isso que você precisará descobrir!
Capa: ⭐️⭐️⭐️⭐️
Edição: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Tradução do Título: ⭐️
Personagem Masculino: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Personagem Principal Feminina: ⭐️
Desenvolvimento: ⭐️⭐️⭐️
Mistério: ⭐️⭐️
Romance: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Ambientação: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Realismo: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Ação: ⭐️⭐️
Crueldade com Animais: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Cenas Chocantes: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Imersão: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Realismo: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Força Feminina: ⭐️
Final: ⭐️
Quem pode gostar: Fãs de livros que passam um grande grau de imersão em um livro, Quem gosta de mistério com um grande grau de romantismo, quem tem estômago forte para cenas BEM impactantes.
Nota Final: ⭐️⭐️⭐️

site: https://www.instagram.com/leitor_noturno/
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Grazy 22/08/2018

Considero "RIO VERMELHO" uma leitura obrigatória
Inicio a resenha com uma pergunta simples, porém complexa:

VOCÊ MANDARIA CARTAS PARA UM CONDENADO AO CORREDOR DA MORTE ACUSADO POR UM CRIME REPUGNANTE?

Creio que a cada 10 respostas, 9 serão: Não.
Indo na contramão da maioria, a professora Samantha sente-se tentada a manter uma linha de comunicação com o Dennis Danson.
Com a esperança de ser correspondida, uma carta é enviada a ele.
Participante dos fóruns de debate dos crimes de Red River, na Flórida, Sam não comentou com a própria família que escreveu para um preso. Ninguém a entenderia.
Para a sua surpresa, após alguns dias recebeu a resposta do famoso Dennis Danson. Digo “famoso” porque desde que fora preso, ainda muito jovem, o crime ganhou comoção nacional tanto dos acusadores (que acham que deve morrer na cadeia) quanto dos defensores (que acreditam que fora vítima de um erro judicial).
Repercutindo ainda mais o caso, é rodado um documentário sobre o julgamento do Dennis. Colocando em dúvida cada página do processo.
Campanhas contra e a favor surgem a todo canto, principalmente na internet.
Paralelo a isso, Sam, que acredita cegamente nele, começa a nutrir fortes sentimentos à medida que a troca de cartas se intensifica.
Farta da vida solitária e sem graça que leva, ela decide largar tudo para trás, na Inglaterra, e ir visitá-lo na cadeia.
Desde esse dia, algo em seu coração dizia que aquele doce homem beirando à perfeição com quem conversava pelas cartas e que agora teve a oportunidade de ver pessoalmente seria incapaz de fazer mal a uma mosca sequer. Decidida, ela se junta às campanhas para libertá-lo. Não é justo um inocente pagar pelo crime de outrem, pensa.
Com o incessante trabalho dos advogados e o resultado positivo da campanha, Dennis Danson é solto.
Assim que larga a prisão, casado com a Sam, eles começam uma vida a dois.
Em meio ao compromisso dele para com a mídia, ela desconfia se a justiça realmente foi feita.
Com os sentimentos de ambos oscilando, novos personagens e segredos vindo à tona, Samantha espera que seja apenas uma fase. Que logo possa ser feliz com o seu marido. Porém, para ter o que realmente deseja, deverá cobrir os olhos com uma venda e não tirá-la jamais.
Uma coisa é fato, durante a leitura da obra ocorrerá uma reviravolta como nunca antes vista. Capaz de te fazer se arrepender por ter sentido compaixão por tais personagens.

SUPER RECOMENDO!

site: http://amantesliterarios.wixsite.com/livros/single-post/2018/08/22/Resenha-Rio-Vermelho-de-Amy-Lloyd
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Ana Luiza 19/08/2018

Rio Vermelho – Amy Lloyd
SOBRE O LIVRO

Em uma pequena cidade da Flórida chamada Red River aconteceram misteriosos assassinatos de jovens garotas que nunca tiveram seus corpos encontrados, exceto pela jovem Holly Michaels que foi descoberta mutilada em um rio da cidade.

Isso foi há vinte anos, quando o adolescente Dannis Danson foi preso pelo assassinato. Agora ele é o personagem de um documentário sobre crimes reais e dono de uma legião de curiosos que acreditam que ele seja inocente, e que o processo que o levou ao corredor da morte está cheio de falhas, pretendendo provar que ele foi condenado injustamente.

“Dennis suspirou. – Se eu soubesse que tudo o que eu fiz na vida seria analisado desse jeito um dia, como se tudo fosse usado como prova para decidir se sou um monstro ou não, teria vivido de maneira diferente.”

Longe da cidade onde tudo aconteceu, em Londres, vive uma jovem chamada Samantha. Ela conheceu o caso através de fóruns de discussão na internet e está obcecada por ele. Após ter terminado um relacionamento conturbado, eles passam a trocar cartas e ela é rapidamente conquistada por seu charme, bondade e atenção que lhe da. Sendo assim, ela resolve deixar a pacata e sem graça vida de professora e parte para os Estados Unidos decidida a viver essa história.

MINHA OPINIÃO

É curioso pensar que um mesmo livro pode te fazer sentir tantas coisas ao mesmo tempo, é como se tudo em que você pensasse fosse na história de pessoas que não existem, mas que ao mesmo tempo te fazem companhia por algum tempo. No meu caso, dois dias. Foi impossível parar.

O que acontece neste thriller, ao contrário de muitos e que o torna totalmente diferente de tudo que já li, é que não há mistério, mesmo que nas entrelinhas a autora deixa exposto o que aconteceu, em momento algum duvidamos de quem seja a culpa. É uma história obsessão, paranoia e principalmente de um “amor” doentio. O fato de a protagonista já nos ter sido apresentada com um histórico de relacionamentos conturbados e a forma como a autora construiu sua personalidade carente, contribuem para que o leitor tenha no mínimo uma empatia delicada e se sinta mais próximo de suas escolhas e atitudes.

“É estranho que as pessoas saibam tanto a meu respeito. Acho que elas sabem mais de mim do que eu mesmo.”

Outro personagem criado de forma brilhante é o nosso protagonista, Dennis Danson. Ele foi criado à semelhança de rapazes rebeldes, incompreendidos e amado por todas as garotas da escola. Além disso, ele possui uma personalidade mais conhecida como “morde assopra”, o que foi capaz de encantar Samantha e que, apesar de não querer admitir, pode encantar a muitas mulheres.

Além dos protagonistas, somos apresentados a personagens que escondem seus próprios segredos, por amor, por loucura, por obsessão, ou por possuírem cargos na polícia da cidade. Lindsay é a melhor amiga do protagonista e o terror de Sam, que a vê como uma ameaça a seu casamento, e que não passa de ingenuidade. O policial Harries é pai do melhor amigo de Dennis, problemático Howard, alguém que faria tudo para agradar àqueles que lhe são queridos.

Outro ponto que sempre me choca, não por ser uma tática inovadora, pelo contrário, mas por ser capaz de me prender tanto é o fato de que aqui, mais uma vez, estaremos torcendo pelo “vilão” da história. A autora criou uma atmosfera tão intensa que podemos sentir o medo, a tensão, a paranoia, a obsessão e o romance existente como se estivéssemos vivendo aquela trama.

O que mais posso dizer é que Rio Vermelho daria um ótimo filme. E que me consumiu em uma montanha russa de emoções pelo tempo que em que estivemos juntos. Por vários momentos eu não soube o que pensar sobre a história, exatamente por parecer não haver algo ali a se descobrir, e no seguinte estava mergulhada na confusão psicológica que ele causa.

É curioso como personalidades “frágeis” podem encantar e enlouquecer o leitor ao mesmo tempo. Se existe um adjetivo para tudo que existe na obra é: perturbador.

site: http://resenhandosonhos.com/rio-vermelho-amy-lloyd/
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Gaby @gata.literaria 17/08/2018

Um livro que se vende muito mas não é tudo aquilo.
Esse livro conta a história de Dennis Danson e Samantha: ele foi preso pelo assassinato brutal de uma jovem no condado de Red River, na Flórida, há vinte anos atrás, mas é considerado inocente por diversas pessoas nas redes sociais. Ela é uma garota inglesa obcecada pelo caso de Dennis que, depois de se corresponder com ele por algum tempo, se apaixona e deixa toda sua vida para viver nos Estados Unidos.
Samantha é muito inocente e carente, ao meu ver, depois de uma desilusão amorosa e é conquistada pelo charme, bondade e por toda a atenção que Dennis proporciona. Já nos Estados Unidos, ela passa a viver em função dele e da campanha para libertá-lo, casando-se após alguns meses apenas. Essa personagem me tirou do sério, achei ela muito irritante e, sua carência, muito sufocante. Quem em sã consciência abandona tudo por um cara que mal conhece e, ainda por cima, é acusado de um crime?
Quando a campanha é bem-sucedida e Dennis é libertado, o casal passa a viver na antiga casa do pai de Dennis, uma cabana no meio de uma floresta, em Red River. Ele começa, aos poucos, a se revelar bem diferente do homem com quem Samantha se correspondia, arredio, misterioso e cheio de segredos. Samantha descobre alguns detalhes do passado do marido e conhece dois de seus amigos da época de adolescência, além de um antigo inimigo.
A trama tinha tudo para ser fantástica e para prender o leitor desde a primeira linha como tudo o que foi “vendido” e apresentado sobre o livro, mas para mim não funcionou. Eu tive dificuldades em acreditar nos personagens e a autora até me enganou em alguns pontos, mas, no geral, não me convenceu. Achei a escrita bem simples, a história um pouco enrolada, lenta e arrastada, e a autora resolveu todos os mistérios nos últimos capítulos, na maior correria, deixando vários pontos em aberto.
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Flavia Kalpurnia 15/08/2018

Sabe aquele livro que te pega pelos cabelos e te sacode? Pois bem, Rio Vermelho é esse livro. Nossa. Eu fiquei uns cinco minutos após o término, apenas olhando para a capa. Eu NUNCA esperaria por esse fim. Conhecemos Samantha e Dennis. Um está preso, acusado de vários homicídios, a outra está presa dentro da própria cabeça. Samantha é uma personagem muito complicada, difícil de gostar. E Dennis é obscuro, impossível não querer desvendar. Com suas vidas expostas e esmiuçadas, começamos a ver quem realmente são as pessoas e até que ponto elas realmente vão, mostrando quem são. Com cenas calmas e cenas de gelar a alma, Rio Vermelho é um livro que vai rondar minha cabeça por anos, tenho plena certeza. Recomendo, mas apenas se você estiver pronto
para ficar 276 páginas com a pulga atrás da orelha.
Nota 5/5
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K.G | @entaoeuli_ segue lá bb 02/08/2018

E voce achava que namoro virtual era estranho......
ENTAO EU LI RIO VERMELHO, E PACEIRAS... AS DEFINIÇÕES DE " AMOR CHAVE DE CADEIA" FORAM ATUALIZADAS.

Faz bastante tempo que eu quero começar a ler os suspenses dessa editora, mas por nao ter livro digital era meio complicado, recentemente aproveitei uma promoção pra fazer umas aquisições! ( se voce nao viu o unbox, esta no IGTV aqui do perfil no @entaoeuli_)

e decidi começar por Rio vermelho, e posso adiantar que foi uma boa escolha!

Nessa historia nos conhecemos a Sam, e percebemos que ela acompanha o caso de um jovem condenado ao corredor da morte, pelo assassinato de varias meninas. Samantha acredita que ele é inocente, e decide ENVIAR UMA CARTA PRA ELE.
ao contrario do que ela esperava, ELE RESPONDE A CARTA, e atraves dessa troca de cartas eles começam um relacionamento. E VOCE ACHAVA QUE NAMORO PELA INTERNET ERA SURREAL. E o negocio Meninas, FICA SERIO, ela junta as troxinhas e vai de MALA E CUIA, PRA INGLATERRA ATRAS DO BOFE PRESIDIARIO, e os dois acredite, SE CASAM! afinal, ela acredita que ele vai coneguir provar sua inocencia. A partir dai a historia começa a se desenvolver.
E se desenvolve sobre um ponto de vista TOTALMENTE DIFERENTE do que a gente ta acostumado em ver nesses tipos de livro. Toda a historia é contada sobre uma NOVA PERSPECTIVA dessa historia. A autora nao enrola, logo essa questao da culpa ou nao culpa e resolvida e a historia vai tomando novas formas e novos dilemas, QUE SAO BEM CONTEMPORANEOS, achei a historia MUITO ATUAL, muito CRIVEL, e algo perfeitamente capaz de acontecer na real life ( DE PESSOAS DOIDAS QUE NAMORAM PRESIDIARIOS POR CARTAS)
A narrativa É TODA em terceira pessoa, e o suspense fica por conta das personalidades de cada um dos personagens. Uma historia fluida e QUE PRENDE O LEITOR.
Caminhando pro final a historia RESERVA SURPRESAS, que eu nao sei se gostei ou nao, achei que a autora perde um pouco dessa " inovação" e cai um pouquinho no senso comum, e ficou um pouco corrido, mas por outro lado FECHA DE FORMA MUITO INTERESSANTE E SANGRENTA esse suspense psicologico.
Que levanta questoes importantes, Sobre, a capacidade do ser humano de mudar, do até que ponto alguem é inocente, questões a respeito de preconceito e AS INSANIDADES que podemos cometer quando estamos apaixonados.
4 estrelas.
Isabel.Vilela 02/08/2018minha estante
Estava quase tirando esse livro da lista..agora ele fica!!!




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