Revista portuguesa de circulação semanal.
Sábado Nº 827 (05 a 11 de Março de 2020) - Como sobreviver à maior epidemia do século
não informado
Nesses dias de mundo Walking Dead a leitura tem sido companhia frequente no isolamento social imposto. Tenho me divertido com informações e desinformações, em momentos produtivos ou a toa. Esta é uma edição portuguesa de circulação semanal. Dei conferida apenas na reportagem de capa, ostentada em título chamativo e instigante sobre a Covid-19. Em termos gerais, ênfase a aspectos amplamente difundidos mundialmente, como a lavagem rotineira e cuidadosa das mãos, com isolamento social de momento como barreira conjunta à transmissibilidade. Pareceu-me superficial, ao não mencionar, por exemplo, aspectos potencializados pelo isolamento, como a correlação com os animais de estimação. Merecia alguma consideração... Até onde se sabe, não estão suscetíveis à morbidade do vírus (muitos tem sido abandonados indiscriminadamente por conta de desinformação) e, por outro lado, sendo esta uma doença nova, com coisas a revelar, não é sensato a correlação com os pets por pessoas com suspeitas de caso, conforme vemos em muitas imagens de famosos em quarentena nas redes sociais (informação que li em site especializado sobre saúde). Será o informe irrelevante? Não acredito e, na atual conjuntura, vale o repasse como faço agora. Outra debilidade da revista foram orientações sobre o transporte público, em coisas de praxi, como a higiene com as mãos e uso do álcool gel. E sobre o celular, hein? Um pretenso manual de cuidados práticos não poderia deixar de abordar algo sobre ele, que hoje é praticamente uma parte do corpo e namoro de beijos frequentes a toda hora... cheio de dedadas (piadinha infame sem graça que não poderia deixar passar.). A abordagem portuguesa teve também aspectos inusitados a que não tinha atentado. Por exemplo, as famílias em casa devem se estressar minimamente, evitando discussões (ora, pois, pois, se esmiuçarmos na questão de transmissão da Covid, os gajos tem razão); outra coisa importante, que tem tido imagem pejorativa, refere-se a faixa de risco, maior para os idosos, com as outras tendo falsa impressão de estarem mais protegidas, diminuindo-se os cuidados (doença de velho é o cacete! mano, num se cuida para tu ver... cuidado para não levares a desgraça para teus pais, avós... Deus nos livre!) Finalizando, a reportagem trouxe outro aspecto inusitado que merece pesquisas e também sequer imaginava. Cogitam a possibilidade de doentes e infectados transmitirem também pelas fezes. Sei lá como, mas levantaram a possibilidade. Algo que os estudos tem também que atinar... Bem possível da merda dar merda pro nosso lado! (mais uma infame). Nesses dias de mundo The Walking Dead continuemos nas leituras. Tudo menos o caminhante Covid-19 que está lá fora... à espreita...e possível aqui dentro...
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