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    Le Rivage des Syrtes -

    Julien Gracq

    Librairie José Corti
    1992
    321 páginas
    10h 42m
    ISBN-10: 2714303595
    4
    11 avaliações
    Leram17Lendo5Querem62Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos0Desejados62Avaliaram11

    [Le Rivage des Syrtes , 1951, GRACQ] À la suite d'un chagrin d'amour, Aldo se fait affecter par le gouvernement de la principauté d'Orsenna dans une forteresse sur le front des Syrtes. Il est là pour observer l'ennemi de toujours, replié sur le rivage d'en face, le Farghestan. Aldo rêve de franchir la frontière, y parvient, aidé par une patricienne, Vanessa Aldobrandi dont la famille est liée au pays ennemi. Cette aide inattendue provoquera les hostilités... Dans ce paysage de torpeur, fin d'un monde où des ennemis imaginaires se massacrent, le temps et le lieu de l'histoire restent délibérément incertains dans un récit à la première personne qui semble se situer après la chute d'Orsenna. Julien Gracq entraîne son lecteur dans un univers intemporel qui réinvente l'Histoire et donne lieu à une écriture qui s'impose avec majesté, s'enflamme au contact de l'imagination. Pour Le Rivage des Syrtes Julien Gracq obtint en 1951 le prix Goncourt, qu'il refusa. --Nathalie Jungerman

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    Resenhas (1)Ver mais
    Ricardo Duarte picture
    Ricardo Duarte19/10/2016Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O litoral das Sirtes

    Cheguei a este romance por meio de um ensaio do Antonio Candido, "Quatro esperas" -- "O litoral das Sirtes" é a quarta das esperas de que trata o ensaio. A história se passa numa região fictícia da Europa, a cidade-Estado de Orsenna. Trezentos anos antes, no século XVII, essa cidade entrou em guerra com o também fictício Farguestão, localizado do outro lado do mar. Os combates terminaram em pouco tempo, mas a paz nunca foi oficialmente declarada, de modo que ambos os lados prosseguem "em guerra" até o presente (século XX). O clima na cidade é de estagnação total, como se a vida ali fosse um navio naufragado, cheio de lodo e algas. Certo dia, o protagonista Aldo, de família nobre, se cansa daquele marasmo e decide ir trabalhar na fortaleza do litoral das Sirtes, fortaleza quase desativada da época da guerra. É ali, no litoral, que ele se depara com certos boatos sobre o Farguestão (país cuja história nos últimos séculos é completamente ignorada em Orsenna). Dizem que o Farguestão teria mudado de governo e que estaria se preparando para retomar a guerra adormecida. São esses boatos que fazem a narrativa andar -- e o livro termina sem que se saiba se a guerra foi retomada ou não: vemos a iminência da guerra, os preparativos para a guerra, a espera pela guerra, mas não a guerra. "O litoral das Sirtes" foi publicado em 1951 (o autor, Julien Gracq, ganhou o prêmio Goncourt por ele, mas recusou o prêmio), seis anos após o fim da Segunda Guerra. O que me chamou a atenção é a encruzilhada em que os personagens vão sendo envolvidos: manter uma paz sem vida ou cair numa guerra mortal? Parece não haver outra saída (ou não ser possível conceber outra saída). Assim como no poema do Kaváfis, "À espera dos bárbaros" (a primeira das quatro esperas do Candido), a cultura que está à espera de algo é uma cultura decadente, que não viceja mais. Não há mais forma de eu encontrar uma solução para o pântano em que me afogo; é preciso que uma alteridade radical (os bárbaros, o povo desconhecido do Farguestão) venha me trazer essa solução.

    5 curtidas

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    • 4 estrelas55%
    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Louis Poirier profile picture

    Louis Poirier

    Julien Gracq (Saint-Florent-le-Vieil, Maine-et-Loire, 27 de Julho de 1910 - Angers, 22 de Dezembro de 2007), de nome verdadeiro Louis Poirier, foi um escritor francês. Um dos autores mais discretos do cenário literário francês, pois considerava que o escritor deve desaparecer por detrás de sua obra. Influenciado pelo romantismo alemão e pelo surrealismo, a obra de Julien Gracq combinava o insólito e o simbolismo fantástico. Antigo aluno da École normale supérieure (promotion 1930), e da École libre des sciences politiques, agrégé d'histoire et de géographie, ele fez uma carreira de professor nos liceus de Quimper, Nantes, Amiens e no liceu Claude-Bernard de Paris do qual se aposentou em 1970. Na Segunda Guerra Mundial foi convocado. Depois da recusa da editora Gallimard, publicou sua primeira obra, Au château d'Argol, com o editor José Corti ao qual permaneceu fiel. André Breton chamou atenção para o romance e contribui para as primeiras notas da crítica literária. Gracq manteve-se próximo à André Breton sem filiar-se ao movimento surrealista. Escreveu em seguida um ensaio intitulado "André Breton, quelques aspects de l'écrivain" em 1948. A descoberta de As falésias de Mármore de Ernst Jünger foi uma verdadeira revelação para Julien Gracq. Em 1951 rejeitou o prémio Goncourt pela sua obra-prima A Costa das Sirtes.

    6 Livros
    1 Seguidor
    Maine-et-Loire, França

    Louis Poirier