Pollyanna

Pollyanna Eleanor H. Porter
Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna


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Patrícia 09/05/2017

Mágico
Dizem que todo bom livro é sempre atual. Este é, ainda, mágico. Releio-o de tempos em tempos e a história vai amadurecendo comigo (ou seria o contrário?). Desta vez revesei a leitura do minha filha de 8 anos, que ficou encantada com Pollyanna. Recomendo até para quem, de cara, não o leria. É uma experiência. Como a vida. Apenas prove.
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Cida 30/04/2017

Pollyanna
Uma história linda,é encantadora. Que bela forma de viver têm a Pollyanna. A história leva a cada uma das pessoas a refletir sobre a forma como elas vivem. Pollyanna é tão encantadora e a sua forma de ver os problemas e encara-los com um outro ponto de vista, encanta cada um dos personagens inclusive o leitor. Ela muda a vida de cada um dos personagens e nos convida a mudar também. Vou levar pra sempre os ensinamentos e as reflexões de Pollyanna. Amei esse livro e principalmente o jogo do Contente.
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Tracinhas 10/04/2017

por Lídia Rayanne
Faz muitos anos que queria ler Pollyanna, pois minha mãe ama essa história e sempre me falava do “Jogo do Contente”. Foi então com grande alegria que ganhei esse livro num concurso e mês passado tive finalmente o prazer em lê-lo.

Pollyanna, que perdeu a mãe muito nova e foi criada pelas “senhoras da igreja”, vê sua vida mudar quando o seu pai também morre. Ela é então levada para viver com sua única parente viva, tia Polly. Só que a tia, por conta de conflitos do passado, aceita receber Pollyanna apenas como um dever.

Acontece que a mãe de Pollyanna decidiu não seguir os conselhos de sua família (que queria que ela se casasse com um homem mais velho e rico) e partiu da cidade para se casar com um jovem pastor missionário. E é pelo ressentimento de que sua irmã mais velha foi levada que tia Polly não permite que Pollyanna mencione seu pai na frente dela.

O que é um verdadeiro desafio, porque Pollyanna, na busca de superar a dor da perda e os desafios em morar numa cidade nova, quer alguém com quem jogar o jogo que seu pai lhe ensinou: “O Jogo do Contente”. Um jogo em que, não importa o quão adversa seja sua situação, você sempre procura imaginar algum motivo para ficar contente. E quanto mais difícil a situação, mais divertido o jogo fica.

E nessa busca de encontrar alguém com quem jogar que Pollyanna acaba cativando até as pessoas mais rabugentas da cidade. Ela é com um raio de sol que traz alegria às suas vidas cinzentas e apáticas. Mas quando um trágico acidente acontece é que Pollyanna vai descobrir que todo o amor com que contagiou cada habitante da cidade pode voltar para ela.

Esse sem dúvida foi um dos livros mais lindos que li na minha vida. É impossível não se deixar contagiar pelo humor da Pollyanna, e apesar de ser uma história simples voltada para o público infantil, perdi a conta de quantas vezes a emoção quis transbordar por meus olhos. Sem dúvida essa história ficou no meu coração e vou tentar praticar o “Jogo do Contente” com muito mais frequência. Super recomendo e já quero ler a continuação, Pollyanna Moça.

(Para conferir as fotos da edição da Editora Autêntica, entre no link abaixo)

site: http://jatracei.com/post/159411458392/resenha-249-pollyanna
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Alexandre 02/02/2017

Pollyanna
Pollyanna (menina) (PORTER, Eleanor H., 1913) Traduzido pelo grande Monteiro Lobato, o livro apresenta uma linguagem simples e convidativa. A tempos queria fazer a leitura deste livro. Sobre o conteúdo da história, surpreendi-me com a simplicidade da menina Pollyanna, que menina extraordinária! - como dizia sua tia. Ensinada pelo pai, a menina órfã, que foi morar com sua tia Mrs. Polly, passa a manifestar seu contentamento por tudo que lhe ocorre, mesmo com algo ruim, a menina procura pensar em algo bom, a isso se deu o nome de Jogo do Contente. Este jogo, por influência dela, foi se disseminando na pequena Beldingsville, e mudando a vida de muitos amigos da garota.
Pollyanna (menina) é uma história sobre o amor, a amizade e sobre o surpreendente poder da felicidade.
Emocionante, sensível e delicado. Mal posso esperar pela leitura de Pollyanna (moça).
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Bárbara Luisa 22/01/2017

Ensinamentos para a vida toda.
Pollyanna é um livro encantador, assim como a personagem e nos deixa ensinamentos para carregarmos conosco durante o resto de nossas vidas.
A personagem de apenas 11 anos é muito ativa e puxa conversa com qualquer pessoa que aparece em seu caminho, principalmente se essa pessoa parecer triste, e a menina desperta o interesse de todos que a conhecem por estar sempre contente, afirmando isso constantemente.
Por meio de seus questionamentos, Pollyanna faz com que cada pessoa reflita sobre o modo como levam a vida e ensina a cada um que conheceu o jogo que aprendera com seu pai: o "jogo do contentamento", motivo pelo qual ela está sempre afirmando que está contente. O jogo se baseia em sempre tentar achar algo que te deixe contente, pois quando procuramos algo bom para nós deixar contente, nos esquecemos das coisas ruins.
Dessa forma, a garotinha ajudou a transformar a vida de várias pessoas que aprenderam e começaram a jogar o jogo do contentamento, além de formar laços de amizade com cada uma.
Após cultivar muitas amizades e ajudar a melhorar a vida e o ponto de vista de várias pessoas, Pollyanna passa por um momento difícil em sua própria vida e não consegue encontrar motivos para se sentir contente devido à situação em que se encontrava. Assim, todas as pessoas que Pollyanna conheceu, foram um a um contar a menina o bem que ela fizera na vida deles, dando assim motivos para que ela se sentisse contente novamente ao ouvir seus feitos na vida de cada uma dessas pessoas, o que a ajudou a enfrentar o momento complicado pelo qual vivia. Dessa forma, as amizades de Pollyanna fizeram por ela o que ela fez com cada um quando eles se sentiram tristes, eles a fizeram enxergar vários motivos para ela se sentir contente em um momento da vida em que a garotinha se sentia triste, retribuindo assim a alegria que ela levou para a vida deles e a ajudando a enfrentar o momento difícil pelo qual ela passava.
Nesse momento estou contente por ter lido Pollyanna e ter os lindos ensinamentos da personagem em meu coração, descubra você agora os vários motivos para se sentir contente todos os dias de sua vida, praticando o jogo do contentamento.
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Gabriely 04/01/2017

Encantador. É essa a palavra
Pollyanna é uma menina doce, gentil e que sempre procura o melhor das coisas mesmo que a situação pareça péssima. Ela tem seu jeitinho sem malícia e confiante em cada pessoa que encontra. Pollyanna, órfã, vai morar com sua tia Polly que não está tão feliz com a vida e menos contente com sua chegada, é uma mulher um pouco rude e que coloca seu dever acima de qualquer afeto aparente. Pollyanna com suas façanhas e seu carisma devagar vai destravando o coração de sua tia. No caminho fazendo vários amigos e os dando oportunidades de olhar diferente pra vida. Pollyanna por onde passa leva seu jogo do contente e nos vislumbra ao tocar em uma parte sensível que muitos ignoram, que é ter sim oque agradecer.
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Ana Paula 25/12/2016

Lição de vida!
O livro conta a história de uma menina órfã que vai morar com a tia e nos ensina que a vida tem as cores que quisermos dar a ela! Emocionante! Uma verdadeira lição de vida!!
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Laura 05/12/2016

Amorzinho <3
Fico super contente em escrever minha primeira resenha com esse livro maravilhoso que é Pollyanna. A garotinha com toda sua inocência e amor no coração que as crianças tem, encanta a todos e principalmente á seus leitores que, de certa forma, levam o Jogo do Contente para sua vida. Um livro que prende e trás boas energias enquanto ler, Pollyanna está entre os meus favoritos e é uma boa leitura para quem deseja ler algo mais otimista e cheio de vida.
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Cabeça de Alga 28/11/2016

Ótimo livro
Eleanor H. Porter foi uma romancista estadunidense, inicialmente treinada como cantora, mas mais tarde enveredou-se para a escrita.
Pollyanna é uma obra bastante “contente” que conta a história de uma garotinha, levando o mesmo nome do título do livro, que após perder sua família, teve que ir morar com sua tia (irmã de sua falecida mãe), a única parente próxima viva.
Sua tia, Miss Polly, a princípio, não é uma pessoa nada amável e Pollyanna faz de tudo para vê-la contente. Pollyanna, no entanto, é o contrário de sua tia. Ela é uma criança contagiante, que encontra motivo em tudo para estar contente.
No decorrer do livro, Pollyanna acaba cativando a todos na cidade, através do “jogo do contente”, que o seu pai havia ensinado, que funciona em ficar contente, mesmo com os piores motivos. No meio disso tudo, a garotinha acaba descobrindo alguns segredos do passado de sua tia, Miss Polly, e termina de conquistar e libertar a velha tia que vivia para cumprir seus deveres, e não para viver a vida.
A obra é bem interessante, bastante leve e contagiante, mas pelo fato de ser um livro um tanto “antigo”, sua escrita é um pouco “rústica”, e que sem dicionário se torna difícil entender algumas palavras, quando não se está habituado a elas. Pollyanna é a garota mais otimista que você pode encontrar, de ter momentos na leitura, que você fica tão contente quanto ela.
Por ser um livro bem otimista, e tendo como palavra-chave “contente”, em praticamente todo o decorrer da obra, fiquei desejando um momento de tristeza, algo trágico, que um pouco antes do final aconteceu. Pollyanna sofre um acidente, e perde os movimentos das pernas, mas ao final do livro, faz uma cirurgia e os recupera.
Fiquei, sinceramente, desapontado por ela não ter morrido, imagino que, juntando todo o otimismo do livro, com um final comovente, traria um equilíbrio, que deixaria a obra fantástica.
Indico esse livro para todos os tipos de leitores, mas, em especial a aqueles que acham que a vida não tem nada a mais de bom para oferecer.
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Ernandes 24/11/2016

Jogo da Vida!
Fico contente por Pollyanna ser o primeiro livro do qual escrevo resenha! Aliás, CONTENTE é a palavra-chave por trás deste livro. Pollyanna, apesar de, a primeira vista, parecer uma menina normal, torna-se surpreendente desde a primeira vez que abre a boca. Ela fala. Ela sorri. E explica. E joga. Um jogo. Jogo esse ensinado por seu pai a despeito da triste situação pela qual estavam passando. A trama toda gira em torno de sua família e do mistério que está por trás dela, mistério esse que é apenas resolvido no final do livro, devido a pequena tragédia que ocorre a Pollyanna. A todos que encontra, cativa, e ensina seu Jogo do Contente, e mostrar a todos que há sempre uma situação difícil na vida que iremos nos encontrar, mas podemos ver através dela a Esperança, algo em que se agarrar, algo para se crer, e viver. A menina, que irradia alegria, muda toda uma cidade, fazendo com que todo tipo de problema seja resolvido. Num mundo sem valores, onde colocamos a nossa felicidade nas coisas e medimos o nosso contentamento pelo dos outros, Pollyanna nos mostra que a felicidade está no modo como vemos a vida e usamos as coisas. Ser feliz depende apenas de você, de como você joga esse jogo chamado VIDA! E aí, vamos jogar o "Jogo do Contente"?
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Kamila 18/09/2016

A história nos apresenta Pollyanna Whittier, uma menina de 11 anos, que acabou de perder o pai. Ela já era órfã da mãe, agora sozinha, terá que viver com sua tia, Miss Polly Harrington, em Beldingsville, Vermont, EUA. Miss Polly é podre de rica, mas só aceita a menina porque acha que é seu dever. Já Pollyanna não era pobre, era pobre de "marré deci" (pesquisem a história dessa expressão, é pra rir).

O pai de Pollyanna era pastor, então basicamente viviam da igreja e do que as senhoras conseguiam para eles. Então, para disfarçar a imensa pobreza, o pastor Whittier criou o Jogo do Contente, que consiste em ver as coisas boas mesmo nas situações mais adversas.

É sabido que Miss Polly não queria cuidar da menina, mas o jeito serelepe e único da pequena amoleceria seu coração de pedra. Pena que a tia foi a última a brincar. Antes dela, toda a cidade já jogava o Jogo do Contente, graças à Pollyanna e sua delicadeza, inocência e doçura.

Apesar de ter sido escrita em 1913 e, portanto, já estar em domínio público (pelo menos em inglês), a lição que a pequena deixa é que sempre devemos manter a esperança. O jeito de Pollyanna eu classificaria como sonsa*, mas, conforme vamos lendo, percebemos que ela é um poço de pureza e sinceridade. Quando ela explicou o que era o Jogo do Contente, suor escorreu dos meus olhos. Impossível não querer entrar na obra e segurá-la no colo e proteger de tudo o que há de ruim.

*Meu conceito de gente sonsa: aquela pessoa que fala baixo sem necessidade, usa diminutivos e/ou monossilábicos, se faz de bondoso/a, quando estamos vendo que ela não é um poço de bondade. Pessoas assim me irritam demais, me restando apenas desejar uma morte lenta e dolorosa.

O bacana dessa obra também é que dá pra gente saber como era mais ou menos os tempos de Eleanor H. Porter. Temos ideia de como os EUA ainda não era o que é, qual a posição da mulher na sociedade, etc.

Só tenho elogios à edição da Gutemberg. A capa é uma graça, bem lúdica, feita pra chamar a atenção de adultos e crianças e da família tradicional brasileira. Não localizei erros e antes de começarmos a ler, há um breve texto explicando o momento histórico dos EUA na década de 1910.

Também tem a continuação, Pollyanna Moça, de 1915. Depois da morte de Eleanor, em 1920, várias outras versões surgiram (antes de virar filme, claro). Mas só Pollyanna e Pollyanna Moça são de Eleanor. O mais engraçado é que comprei o Pollyanna em um sábado lá na Bienal, li super rápido e no sábado seguinte fui buscar o outro.

A leitura é rapidinha, você faz em um dia só se tiver tempo. Pollyanna é o tipo de livro que deve ser lido por todos. E juro pra você, o jogo do Contente funciona mesmo. Isso porque, depois que finalizei a leitura, recebi uma notícia que me deixou chateada (não interessa saber o fato, basta saber que não gostei), porém, nesse mesmo dia, fiquei sabendo de algo pior e, logo executei esse jogo. É verdade que continuei triste, mas não como estava antes, digamos que o jogo do Contente me deixou aliviada (até porque a segunda notícia foi pior que a primeira e foi um baque, não esperava).

Portanto, leiam sim essa obra, vocês vão adorar - e joguem o Jogo do Contente também, não dói :)


site: http://resenhaeoutrascoisas.blogspot.com.br/2016/09/resenha-pollyanna.html
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Jussan.Rodrigues 05/09/2016

Narrativa excelente, ideia perigosa
Esse livro sempre chega na hora certa nas mãos de quem precisa, e dessa vez foi a minha hora, estava precisando. No início estava intrigado, não gostei e continuo não gostando da filosofia que ele prega. Acho muito perigoso o contentamento impositivo, creio que nos perde o caráter reflexivo das coisas e nos deixa mais susceptíveis a alienação. Contudo, que história fantástica! Quase didático os componentes essenciais para uma boa narrativa. Dividido em 3 atos lindamente construídos, começando com apresentação dos personagens digna de um Tarantino da vida, o desenvolvimento da trama bem preciso e profundo onde precisa ser, e finalizando com a reviravolta magnífica que precede a solução final. Achei que ele seria previsível, mas de todos plots, jamais imaginei como foi o verdadeiro. Historia muito gostosa, que apesar da ideia nadavê que é propagada, principalmente no contexto épico, vale muito à pena, me ajudou de verdade. :)
Vlws Ana Helena Mouffron
Stella 12/12/2016minha estante
Caramba, foi a melhor resenha que li sobre Pollyanna, em linhas tão breves! :) eu li bem novinha esse livro e lembro que passou a ser referência pra mim, em tudo na vida. Hoje, bem mais velha, releio e concluo o mesmo que ti. O que não o torna menos grandioso, é claro. Sempre vai depender muito mais de quem lê, como ensinou o Ítalo Calvino em "Por que ler os clássicos"...
Um abraço!




Luiza.Batista 01/09/2016

Pollyanna
Pollyanna é um ótimo livro. Na minha opinião, todos deveriam ler esse livro, pois ele é uma grande lição de autoestima e de que revemos sempre olhar o lado bom das coisas.
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