Pollyanna

Pollyanna Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna


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Alex 16/05/2018

Sinônimo de perseverança
Sou o tipo de pessoa que acredita que entre livros de história e política, é importante também nos aventurarmos em contos clássicos, para que não nos esqueçamos dos motivos pelos quais nos apaixonamos pela leitura. Pollyanna, de 1913, é um clássico da literatura infantil escrito pela americana Eleanor H. Porter e nos apresenta a um universo particularmente simples, sem muita fantasia, mas com uma grande dose de realidade.



Livros com temáticas juvenis, em geral, nos transportam para um universo mágico de sonhos, mas em Pollyanna o que há de mais incrível é o singelo "Jogo do Contente", criado pelo falecido pai da personagem principal. Como Pollyanna se torna órfã muito cedo, acaba sendo adotada, meio que sem querer, por sua tia Miss Polly e é neste contexto que a estória começa a ganhar corpo.



As personagens que conhecemos em 'Pollyanna' nos ajudam a imaginar o quanto esta obra se parece com a nossa vida, relacionando-se com nossas dificuldades diárias, problemas mal resolvidos, medos e angústias que não podemos dividir com mais ninguém. Quando tudo parece perdido, Pollyanna entra em ação com seu jogo e encontra o lado bom de tudo.

A ressalva é que, apesar de ser importante incentivar os pequeninos, que são o público-alvo deste livro, a entenderem que nem tudo na vida vai ser fácil e que é sempre bom ser positivo diante do infortúnio, o exagerado lado otimista de Pollyanna acaba soando, por vezes, um pouco doentio. Inclusive, baseado neste conto, os transtornos relacionados à fuga da realidade e visão imatura ou distorcida dos fatos ganhou o nome de "síndrome de Pollyanna".



Toda a obra é bem escrita, sucinta, interessante e fácil de ler. É altamente recomendado que as crianças se aventurem nesta estória, mas com a devida supervisão de um responsável, talvez incentivando que os pequenos conversem sobre o que entenderam das páginas lidas. Pollyanna é cativante e enfrenta um mundo de negatividade com um sorriso no rosto e muita perseverança. É possível aprender muito com ela, tenha a idade que você tiver. Um livro encantador e muito inspirador.
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Fabiana 14/05/2018

Livro realmente encantador.
Uma bela história onde aprendemos a valorizar o que verdadeiramente importa, pois sempre temos dois pontos de vista e nem sempre observamos pelo melhor lado. Pollyanna é uma menina deliciosamente encantadora. Delicia de leitura.
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Fabíola 05/05/2018

Uma luz no mundo
Como pude passar tanto tempo e nunca ter lido tal obra...
Terminei a leitura com inúmeras lágrimas de alegria, um sentimento tão nobre me invadiu.
Além da edição lindíssima da Nova Fronteira, extremamente lúdica e criativa, a escritora Eleanor Porter conseguiu com maestria, através de sua personagem infantil, traduzir em palavras o que seria um verdadeiro exemplo de amor e luz para nosso mundo.
Poliana através do jogo do contente ensinado por seu pai, nos revela verdadeiras preciosidades, como por exemplo, vencermos o pessimismo, o orgulho, a malidicência, a falta de empatia, os preconceitos, a falta de diálogo e tantos outros artífices utilizados em nosso dia a dia sem se quer darmos conta.
Caso ainda não tenha lido aconselho a não perder nem maisum segundo.
Excelente livro, ficará para eternidade em minhas memórias. Não vejo a hora de ler a sequência.
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Daphne 04/05/2018

Especial
Livro da infância...

Quem não se apaixonou e não tentou o Jogo do Contente? Com certeza Pollyanna é uma heroína, porque eu não consegui manter o jogo nem por uma semana.
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Livroseliteratura 01/05/2018

Resenha do blog Livros & Literatura
Eu, que nunca havia lido Poliana, fui verdadeiramente abençoada: pude conhecer uma estória linda que se tornou ainda mais encantadora nessa edição (no Instagram, arraste a foto para o lado e confira).

Enquanto Poliana invade a alma e aquece o coração, a arte gráfica enche os olhos de uma forma inexplicável, tornando a leitura uma experiência que palavras jamais conseguirão traduzir.

A cada página, é possível visualizar o sorriso angelical de Poliana, que nos conquista já no primeiro capítulo.

É uma verdadeira obra de arte que vai hipnotizar leitores de todas as idades e, em poucas palavras, promovendo uma grande transformação dentro de cada um de nós!

site: www.instagram.com/livroseliteratura
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Brenda Moleda 27/04/2018

Um livro querido!
Eu gosto especialmente desse livro!
Foi o primeiro livro de verdade que ganhei na vida, por volta dos meus 8 ou 9 anos, e que volta e meia, paro e releio!
A história é emocionante e a forma como a protagonista toca o coração dos outros personagens não apenas nos emociona, mas também nos influencia super positivamente! Tem uma mensagem poderosa e, na minha humiiiiilde opinião, é um livro de leitura obrigatória, pelo menos uma vez na vida, pra todo mundo do universo! Hahahhaha
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@giovanaalees 27/04/2018

Pollyanna
Pollyanna é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infantojuvenil. O livro fez muito sucesso, até que a autora veio a publicar, em 1915, uma continuação chamada Pollyanna Grows Up.
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Lillian 22/04/2018

Amo esse livro! Guia para vida!
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Amanda Campelo 18/04/2018

Como ficar contente com uma história encantadora
Pollyanna é um clássico da literatura infantil e infelizmente eu não o conhecia. Passei a querer ler essa história, pois é um livro favorito de muitas pessoas, dentre elas a minha booktuber favorita, Melina Souza. A Melina já falou que ama essa história e sempre fala sobre um jogo do contente, e assim, eu fiquei bastante curiosa para ler, e ao final fiquei muito contente com essa leitura.

Pollyanna tem onze anos, acaba de perder o seu pai e agora irá morar com a sua tia, Miss Polly Harrington. Polly é uma mulher amargurada e não mostra nenhum tipo de simpatia por sua sobrinha. Polly só aceita a criança, pois acha que é um dever ter que cuidar da garota. Já Pollyanna é uma criança encantadora, muito falante, caridosa e sempre quer o bem de todos. Com essa personalidade e alegria, ela vai conquistar a todos na cidade. A garota vai ensinar a todos e ao leitor como o jogo do contente pode mudar a sua vida.

O jogo do contente, nada mais é do que encontrar um motivo para ficar contente diante de qualquer situação. O jogo foi criado pelo pai de Pollyanna, que diante de uma situação em que a garota ficou descontente com o que aconteceu, ele mostrou a ela que mesmo assim tinha um motivo para ficar contente. E acho que foi uma bela lembrança que o seu pai deixou, pois assim, sempre que ela ia explicar o jogo para alguém, recordava-se do seu pai.

A narrativa é em terceira pessoa, mas segue um fluxo muito contagiante de sempre querer ler mais. No começo pode até parecer que Pollyanna é chata, mas é apenas o jeito dela de ver e viver a vida, além do mais ela é daquelas crianças que fala tudo o que acha. Com o jogo do contente, ela tem paixão pela vida que tem, e você sente que é algo verdadeiro. A forma que ela vai encantando a todos é emocionante. Já na metade do livro acontece um acidente e é aí que percebemos ainda mais o quanto é preciso acreditar e encontrar uma razão para estar bem.

Além disso, a autora nos envolve em pequenas tramas, como Pollyana querer encontrar um lar para Jimmy Bean (um garoto que ela encontra em uma de suas caminhadas), Miss Polly já amou alguém na vida dela e Pollyanna tentará descobrir quem é essa pessoa e juntar o casal.

Esse livro me surpreendeu positivamente e pude perceber o motivo de ser o favorito de tantas pessoas. Foi uma história que me deixou feliz e fico contente por ter lido. A leitura está mais do que recomendada, principalmente se você estiver triste por algum motivo, é uma história animadora e inspiradora. Acho difícil não se encantar por essa história.

site: http://anneandcia.blogspot.com.br/2018/04/pollyanna-de-eleanor-h-porter.html
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Rafa 05/04/2018

Pollyanna, Eleanor H. Porter
Minha opinião sobre o livro:

Essa história fala acima de tudo sobre gentilezas e gratidao.

Poliana é uma menininha de 11 anos que perde o pai, que é pastor. Ela já não tem mais mãe, e mora em um abrigo. Até que sua tia Paulina, irmã de sua mãe Joana, decide comprometer-se a cria-la.

Paulina é amarga e triste, tudo para ela é "dever". Já Poliana é extrovertida e envolve Nancy a empregada da casa, em um jogo que seu pai lhe ensinou. O Jogo do Contente, que consiste basicamente em ver o lado bom em situações desfavoráveis.

A princípio Nancy não entende mas entra no jogo. Nada abala a menina. Que logo conhece a sra. Snow, uma senhora inválida, doente e muito amargurada. Logo Poliana lhe ensina o "jogo", e a sra. Snow começa a mudar, depois conhece o Sr. Pendlenton na rua e passa a cumprimentar todos os dias. Ele é ranzinza e não entende porque a menina insiste em ser gentil. Depois ele cede e passa a conhce-la melhor, e descobre que ela é filha do seu grande amor, o motivo de ele ser assim.

Todos na cidade começam a ser impactado pelo jeito de Poliana, menos sua tia Paulina que a proibiu de pronunciar o nome de seu pai, e por isso a menina não pode lhe dizer a história do jogo do Contente, que foi seu pai quem lhe ensinou.

Essa história me encantou, é um clássico! Super indico.

Claro que o final é surpreendente e não vou contar neh. Hihi
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Thaisa Napolitano 18/03/2018

A história de Pollyanna foi escrita em 1912 e lançada como livro em 1913, e conquista até os dias de hoje novos leitores ao redor do mundo, e eu fui uma delas. Nunca tinha ouvido falar sobre o livro e uma ida à livraria, minha parceira aqui do blog, Aleska, me apresentou Pollyanna, e desde então não consegui tira-lá da minha cabeça até ler a sua história.

Pollyanna, é uma menina de 11 anos que após perder a sua mãe, perde seu pai também. Seu pai era pastor da Igreja e viviam com o que a Igreja e as senhoras podiam lhe dar. Orfã, ela possui uma única parente viva, que é a sua tia, irmã de sua mãe, Miss Polly Harrington. Pollyanna é acolhida por sua tia Polly, que encara essa situação como um dever a ser cumprido.

Miss Polly é uma mulher formal, muito fechada, sozinha, que vive rodeada de seus empregados em uma grande casa próxima a uma colina. Ao receber sua sobrinha, Miss Polly não baixa a guarda para a criança que adora se comunicar e jogar o Jogo do Contente, que seu pai lhe ensinou. Aos poucos, Pollyanna vai conquistando os moradores da cidade e ensinando-lhes o jogo.

Pollyanna é um menina muito doce, carismática e muito prestativa. Sua forma de ver a vida contagia a todos e nos contagia também, que acabamos tão envolvidos com sua doçura que vamos jogando com ela. Sua forma de ver a vida, as pessoas, a natureza é com muita pureza, sempre querendo ajudar aos outros. É uma menina encantadora, que apesar da idade, me impressionou muito sua maneira de ver o mundo.

A história de Eleanor Porter, é um clássico, depois de tantos anos de sua primeira edição, sua história continua atual. Pollyana ganhou adaptação para o cinema, e continuação, Pollyanna Moça. Outros títulos foram lançados, mas não foram escritos por Eleanor. A escrita é bem dinâmica, rápida de ser lida, com capítulos curtos, um livro que pode ser lido em um dia, se tivermos tempo. Recomendo de olhos fechados essa leitura para todas as idades!

site: https://aventureirasliterarias.wordpress.com/2017/07/18/resenha-pollyanna-eleanor-h-porter/
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Ana 03/03/2018

Pollyanna ou o otimismo
Pollyanna é um livro que muitas gerações já leram, e pelo visto, muitas gerações posteriores ainda vão continuar lendo e comentando este livro, ou pelo menos assim, eu desejo que aconteça.
Enredo: Escrito em 1913, há 105 anos. Miss Polly Harrington, a tia de Pollyanna, é uma mulher contida e fria que mora apenas com seus empregados no solar dos Harrington, uma herança de toda sua família que morreu. O pai de Pollyanna se casou com a irmã de Miss Polly e, por um infortúnio, Pollyanna fica orfã, e então Miss Harrington tem de receber sua sobrinha e criá-la, pois é a única parenta que lhe resta.
Miss Polly não gosta muito de ter que criar uma criança, mas entende que não pode deixá-la sozinha no mundo, afinal é filha de sua irmã. Miss Harrington recebe então, Pollyanna em sua casa. Pollyanna é uma menininha loira e sardenta, alegre e faladeira. Tia Polly não dá muito espaço para que Pollyanna seja “uma criança”, para que ela se solte, seja livre. Mas a menina lhe apresenta o seu jogo do contente, um jogo inventado por seu pai que consiste em encontrar um motivo para estar feliz mesmo em situações adversas, e Pollyanna ama esse jogo. Com isso, contagia todos à sua volta com tamanho otimismo e vontade de viver. Não se pode negar que a intenção do livro é boa, e seu valor, só por ser um clássico, é inestimável. A história vale a pena de ser lida, pois é muito bonita e dá uma mensagem de esperança, despertando no leitor a vontade de também brincar o jogo do contente, porque não?
Virou filme em 1960. Tenho que assistir, por falar nisso.



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