A Prometida

A Prometida Kiera Cass




Resenhas - A Prometida


139 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Queria Estar Lendo 18/05/2020

Resenha: A Prometida
O mais recente lançamento da autora Kiera Cass - a mesma por trás da trilogia A Seleção - chegou aqui no Brasil através da Editora Seguinte, que cedeu este exemplar em cortesia. A Prometida é uma história sobre reinos e coroas e uma garota dividida entre dois amores. Ou deveria ser, pelo menos.

Na trama, acompanhamos Hollis. Ela vive na corte real de Coroa desde pequena, neglicenciada por pais severos, mas cercada pelas frivolidades aristocráticas que aprendeu a amar. O rei é alvo de seu interesse - e parece que tal interesse começa a se mostrar recíproco com a chegada de uma festa em comemoração à coroa.

Com essa festa, também, chegam refugiados de um reino rival, e entre esses refugiados um possível interesse amoroso bastante inesperado para Hollis. Dividida entre a ideia de romance criada com o rei e um possível nascido da simplicidade, Hollis precisa entender onde está realmente seu coração.

Eu resolvi ler A Prometida pura e simplesmente por curiosidade. Quem acompanha o blog bem sabe do suplício que foi para mim terminar A Escolha - ainda que, até A Elite, eu curtisse bastante a trilogia. Apesar dos escorregões, admito que a história distópica da Kiera tem seu charme, personagens carismáticos e uma trama interessante de acompanhar. A Prometida prometeu várias coisas... Mas não cumpriu nada.

Eu não gosto de apontar o dedo para um protagonista feminina e chamá-la de cabeça de vento, mas boy oh boy aqui eu vou ser obrigada a fazer isso porque a Hollis se encaixa nessa definição.

Desde, sei lá, 50 tons de cinza que eu não me deparo com uma personagem principal tão insossa, descabeçada e propositalmente tapada. Não é parte de sua personalidade, é conveniente para a narrativa - porque quando precisa pensar e raciocinar para o bem da narrativa, ela faz isso que é uma beleza.

Kiera perdeu uma oportunidade absurda de construir uma personagem humilde e ingênua, mas ADMIRÁVEL em sua ingenuidade - uma garota pura e inocente que cai de paraquedas nas questões mais grandiosas da corte e que tem medo do que está por vir (e na narrativa dá pra sentir que ela tentou fazer isso, mas eu só queria bater a cabeça na parede toda vez que a Hollis falava sobre alguma coisa porque ô personagem insuportável). Ou poderia ter ido pelo lado ambicioso e criado um protótipo de Cersei Lannister, alguém que anseia pelo poder e pela coroa e está disposta a jogar o jogo político para fazer parte do tabuleiro.

Hollis é a típica garota rica que não desvia o olhar para desigualdades e problemas distantes dos seus - que inclue não saber com quem se casar. É só isso. Não tem nenhum conflito, nenhuma subtrama, nenhuma tramoia política, nada. Não tem pressão familiar, pressão da corte, pressão dela mesma buscando uma conquista maior. Ela só quer se casar com o rei porque desde que os sorrisos entre eles começaram, Hollis sente que é com ele que precisa estar. E então surge outro personagem masculino com OLHOS AZUIS ESTONTEANTES e ops, que rei?

Claro, em se tratando de romance isso jamais seria um problema; minha relação complicada com essa história ficou na falta de personalidade da própria trama.

Quer me vender um romance? Então que seja fofo ou arrebatador. Que seja uma história que divida meu coração igual deveria dividir o da mocinha. Que tenha conflitos e tensão, ações crescentes e decrescentes que me levem a algum lugar. Você está usando um TRIÂNGULO AMOROSO em pleno 2020 e resolve que todos os clichês de 2010 ainda são válidos. Ninguém mais aguenta isso!

E pra ajudar esse é o tipo de triângulo que nem disfarça sobre quem é o favorito, sabe? A Hollis, como narradora, é extremamente óbvia em suas escolhas. A narrativa tenta passar a dúvida, mas falha terrivelmente em dar verossimilhança pra isso no instante em que o segundo interesse amoroso surge. E daí são 200 páginas de nada e mais nada.

A ideia de plot é que você vai dar um objetivo pra sua protagonista e daí vai desenvolver a trama em volta disso. Eu achei, a princípio, que o objetivo dela fosse se tornar rainha - mas ai isso desapareceu com a chegada do ferreiro, e pensei "então o objetivo vai ser entender quem ela ama" mas isso também foi resolvido bem rapidamente. E aí eu olhei pro livro e pensei em como estava gastando neurônios e tempo de vida que jamais seriam recuperados.

Ambos os relacionamentos foram um tédio absoluto. Eu esperava algum tipo de profundidade em um rei, mas Jameson é um Maxon remodelado e sem carisma. Seus elogios eram poéticos, seu riso doce e sua presença encantadora - pelo menos até Silas, o ferreiro, aparecer.

A partir daí, pra deixar a trama ainda mais insuportável, a autora puxa a famosa e mencionada tática de estragar um interesse amoroso para deixar o outro mais atraente porque o livro já decidiu quem é o favorito. Eu chamo de covardia narrativa.

Não consegue trabalhar um triângulo amoroso, vai lá e deixa uma das pontas desse triângulo babaca, egocêntrica, comentando coisas que até então não eram de seu feitio, tudo isso para que a mocinha abra os olhos para o seu "verdadeiro amor".

E nem me deixe começar a falar do instalove ridículo que tem nesse livro. Verdadeiro amor é o escambau. O Silas é caricato ao extremo mas, de novo, falta aquele toque carismático e encantador que deveria te fazer se apaixonar por ele. Não tem UM MOMENTO entre ele e a Hollis que tenha me feito sorrir e pensar "ah, ok, isso foi fofo". É tudo tão FORÇADO e eu só queria arrancar meus cabelos porque não é possível vir da mesma pessoa que criou a America e o Maxon lá no primeiro livro (depois a gente finge que não aconteceu).

Além disso... É desesperador o quanto não tem mais o que falar sobre essa história. São 340 páginas dessa trama aí; sim, é um romance, sim, eu entendo o apelo juvenil, mas nada impediria a Kiera de ter puxado algumas tramoias políticas e sociais para dentro da trama.

As discussões toscas e ínfimas sobre machismo, misoginia, patriarcado que com certeza não ganham a profundidade que precisam. Aparecem em um diálogo entre as personagens femininas e puf, nunca mais se fala nisso. Não geram consequência, existem pura e simplesmente para cumprir tabela.

Me dá alguma coisa em que me agarrar além da "dúvida" da Hollis se deve casar com o rei ou com o ferreiro. Você criou todo um sistema político medieval, deu nome a trocentos de reinos e reis e rainhas e dinastias, gastou páginas falando sobre as grandes rainhas de outrora e seus feitos PRA NADA. E, de novo, não dá pra falar "mas, Denise, é um romance!" porque ela não usa só os artifícios disso. Ela quer que seja mais, quer os conflitos políticos e sociais, mas o livro é preguiçoso e eles não ganham um pingo de desenvolvimento sequer.

Tudo era chato e tedioso a ponto de eu me perguntar quanto mais da trama vazia conseguiria aguentar - só fui até o final pra ver qual era o tal do plot twist e... Sabe... Não. Não vem me dizer que aos 90% da história ela voltou a se importar com política porque eu NÃO ADMITO ISSO.

No fim das contas, o grande e principal problema de A Prometida é que nada nem ninguém tem personalidade.

E de diversidade também, porque me senti de volta a 2010 tanto por causa dos clichês quanto pela quantidade de gente branca cis e hétera por metro quadrado de história...

Foram vários tiros para todos os lados que não acertaram em nenhum alvo. O romance é fraco, os personagens são fracos, não tem plot, não tem subtrama, não tem nada além de um triângulo amoroso que nunca foi realmente um triângulo, uma busca desenfreada por absolutamente nada e um fim que tentou colocar um plot twist ali pra dar motivo pra sequência, mas foi tão bem desenvolvido e coerente quanto o final da série Game of Thrones.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2020/05/resenha-prometida.html


Italo Bernardo | @wesleyliterario 08/05/2020

Chato, sem qualquer acréscimo válido e uma junção falida de diversos clichês
#WesResenha
"Eu não era guerreira. Nem cartógrafa. Não devorava livros nem tinha extrema bondade ou qualquer outra coisa que me tornasse notável aos olhos dos outros.
Era bonita. E não havia nada de errado com isso. Mas a beleza, sozinha, valia muito pouco. Até eu sabia disso."

Todos em Coroa amam e veneram o rei Jameson. Todas querem ser notadas e cortejadas por ele. Assim como as demais garotas do país, Hollis queria que o rei pudesse vê-la e se agradasse dela, pois isso mudaria sua vida e de sua família para sempre, mas por uma louca estratégia do destino quando isso ocorre e Hollis cai nas graças de sua majestade tudo aquilo parece estar distante de seu real desejo. Com um casamento prestes a acontecer, Silas, um plebeu de Isolte, surge em sua vida e é o único que enxerga o sentimento mais verdadeiro e sincero de Hollis. Agora sem saber o que fazer ou qual caminho seguir, uma grande decisão está em suas mãos, e somente ela poderá determinar o seu destino.

Após anos sem nada novo da Kiera Cass, fiquei mega feliz em ver que uma história nova estava vindo e logo diminui minhas expectativas, pois depois dos livros 'A Herdeira' e 'A Coroa', que considero como um surto da autora e que basicamente arruinaram tudo construído nos livros anteriores, sabia que apostar alto nesse lançamento poderia ser um tiro no pé, eu estava mais certo do que nunca.

A narrativa é chata em proporções que fazem a gente quase desacreditar que estamos lendo aquilo. Até quase 70% da leitura não acontece nada de relevante e por mais que a Hollis tente mostrar uma personalidade "rebelde" ou de resistência, ela é passiva em tudo que acontece, sem ânimo nem para discutir com os pais quando esses a forçam a fazer algo que ela não quer. Claramente a autora deixou para desenvolvê-la melhor no próximo livro, mas poderia ao menos ter acrescentado traços do mínimo de atitude à personalidade da protagonista.

A monotonia no enredo é constante, e quando achamos que vai dar aquele up, somos surpreendidos por mais atitudes sem sentido e reações cada vez mais patéticas. Em cenas que deveriam nos emocionar e instigar, não sentimos absolutamente nada, pois essas sensações nem os próprios personagem sentem, então passa-las para o leitor é completamente impossível. Delia Grace era uma personagem que amei e tinha tudo para ser minha favorita, pois sua relação com a protagonista era muito bacana, mas ela acabou seguindo por caminho que me fez detesta-la no final da leitura. Graças a escrita leve da autora a obra não se torna cansativa ou enfadonha, isso tenho que reconhecer e agradecer ao deuses da escrita.

Discussões como maternidade decidida por homens, encaixe nos padrões, machismo, amizade, ganância, são todas tentativas frustradas de dar algum sentido relevante para a obra, pois tudo é feito de maneira superficial e não permite uma reflexão minimante interessante sobre o assunto. Infelizmente, Kiera Cass perdeu a oportunidade de trabalhar diversas questões importantes e torço profundamente para que no próximo volume ela obtenha êxito no que se propuser a escrever.

Nem falei nada da capa, pois sua distinção da original foi apenas mais um erro e a tentativa de Cass de quebrar o padrão de sua primeira série foi frustrada pela Editora brasileira. Essa é uma das poucas autoras que agradecem aos seus leitores e reconhecem nossa importância, acho sempre fofo os recados que ela escreve no início e no final de seus trabalhos, isso é realmente bacana, pois sem nós (leitores) o trabalho dos escritores seria vazio e incompleto.

"A Prometida" é uma história morna, com personagens rasos e enredo pessimamente executado. Se você ainda não leu nada da autora recomendo que conheça outros escritos dela, para que saiba de todo seu potencial como escritora, potencial esse que não fora usado na construção dessa narrativa. Os leitores dessa obra não encontrarão nada de relevante, original, inovador ou atrativo, terão apenas uma trama previsível e tentativas forçadas de cativar o leitor. Kiera Cass me proporcionou a primeira decepção em literária em anos, o 2,5 foi por consideração ao apreço que tenho pela autora e por acreditar em todo seu potencial, pois esse livro merece nota -5.


Lara.Bia 03/06/2020

Sofrida
Comecei a ler por curiosidade e esse é o famoso livro denominado perda de tempo. Com personagens mais rasos que o laguinho da minha cidade e com um casal que se apaixonam instantâneamente e que não possuem química nenhuma você tem o resultado de uma história fraca.
Tentou trazer um lado mais politizado que não funcionou, principalmente por causa da cabeça de vento que é a personagem principal.
Só dei um pouquinho mais de estrela por causa da reviravolta no final, e espero q ele realmente não volte


Quel 09/04/2020

Eu quero muito ler este livro, porque eu realmente apreciei a história de America, porém, eu sinto que esse enredo é tão previsível e enfadonho uma vez que existe milhares de histórias comuns que realmente me desanima. Só eu que estou cansada disso?

Triângulo amoroso?

Alguém que for ler, e tiver lido poderia, por favor, me informar se Hollis e Jameson conseguem se entender na história e terminam se casado, porque eu vejo que isso pode acontecer, mas eu posso estar errada, e eu realmente não gostaria de ler isso e ver que apesar de Hollis estar confusa e pular de galho em galho, ela realmente termina casando com o Jameson? Eu sei que a Kiera Cass adora dar voltas no enredo e terminar onde começou, é meio que uma características previsível. Seria doido eu ser #teamJameson desde agora?


Livros e Citações 06/05/2020

É como minha mãe sempre diz: você não é todo mundo. E eu adiciono: gosto é igual cu, cada um tem o seu.
Nunca é tarde para voltar atrás e morder a língua e foi exatamente isso que aconteceu durante a leitura de A Prometida. O novo livro de Kiera Cass mal saiu em terras americanas e há muitas resenhas negativas sobre o livro, provavelmente a maioria dela de pessoas que gostaram de A Seleção, grande sucesso da autora, mas eu não sou tão fã assim de A Seleção, e se for para falar bem ou falar mal, prefiro fazer isso com propriedade e eu mesmo ler o livro e tirar minhas próprias conclusões. Foi isso que fiz com A Prometida. Minha conclusão? Gostei mais do que A Seleção.

"Venha, doce Hollis, vamos enfrentar a loucura."

O livro faz parte de uma duologia e a trama gira em torno de Hollis Brite, uma filha da nobreza que conquistou o coração do rei. Mas Hollis logo percebe que se apaixonar por um rei e ser coroada rainha pode não ser o feliz para sempre que ela sonhou. E quando ela encontra um plebeu com o poder de ver diretamente o que há em seu coração, ela descobre que o futuro que ela quer é aquele que ela nunca pensou em imaginar.

"Gosta de rir, mas descobriu a tristeza."

De cara eu já consigo apontar o que pode incomodar a muitos nesse livro: sua superficialidade, que dura até a metade do livro (e um pouco mais). Não há desenvolvimento algum da paixão de Hollis pelo rei e o mesmo se repete quando aparece um terceiro elemento para compor um possível triângulo amoroso: Hollis pisca e já se encontra apaixonada. E assim fica difícil né, Kiera?! Mas, graças a Deusa, esse livro vai além do romance.

"Queria encontrar alegria em tudo, e é difícil fazer isso permanecendo sentada e calada o tempo todo."

Enquanto você lê cem páginas do livro e parece que nada acontece e é desenvolvido para rolar aquele laço com a personagem, de pano de fundo temos a melhor amiga de Hollis e seus pais, que não são os personagens mais queridos da trama, mas jogam uma faísca que atiça a curiosidade -- ainda que não role um elo e você não sofra e se emocione com a protagonista até mais do que a metade do livro, é uma escrita que instiga, te faz curiosa pra ver o que vai rolar. E sim, meus queridos, "a jiripoca vai piar".

"Ele age como se o mundo o tivesse ofendido profundamente, e passa cada minuto da vida tentando se vingar."

É claro que eu não vou revelar o que acontece para que minha visão desse livro e de Hollis mudasse completamente, mas já adianto que o reinado vizinho está cheio de pólvora e Hollis pode ser o detonador para uma grande guerra -- ou isso espero! Hollis é uma prometida, mas a interpretação desse título vai muito além da coroa, a personagem tem muito potencial, seu jeito de se unir a mulheres foi ímpar, e o laço demorou para se formar, mas agora eu vivo e respiro essa garota. Sofri com ela, vibrei, e agora espero a vingança.

"Não tenho medo."

No próximo livro vamos descobrir se nossa protagonista será um enfeite do trono ou uma guerreira, e eu torço muito pelo último. Por fim, só posso finalizar essa resenha com a seguinte frase: que comece o matriarcado!

"Terei voz nas escolhas da minha própria vida."

(sim, eu enchi essa resenha  de frases do livro, to viciada!)
PS: minha nota para o livro é 3.5, mas por piedade arredondei para 4

site: https://www.livrosecitacoes.com/?p=165968
comentários(0)comente



zoni 16/05/2020

É sem dúvida o pior livro lido em 2020. E com tantos autores voltando para suas histórias de sucesso esse ano, Cass deveria ter feito o mesmo, e queimado essa história.
Não sei o que esperava sobre essa história, mas definitivamente não era o que eu li, e sim, as minhas expectativas eram muito baixas, mas tudo foi pior do que eu podia imaginar. Nunca li um livro tão mal escrito e tão sem sentido como esse, e sinto muito pelo tradutor que deve ter sofrido pra caramba enquanto trabalhava nessa bomba. É uma trama vazia sem pé ou cabeça com uma protagonista chata, irritante e sem personalidade. E sim, se você desgostava de América de A Seleção, você vai desgostar ainda mais de Europa, digo, Hollis, que se mete em um triangulo amoroso tão ridículo e forçado que me fazia querer vomitar o tempo todo. É sério, nada funciona bem nesse livro...

Kiera Cass continua com uma escrita totalmente rasa e leve, e isso combinava com a história que ela escolheu contar em sua série anterior, mas que definitivamente não combina com essa aqui, por favor, aqueles capítulos bagunçados, o romance exagerado, as mudanças de foco que ocorrem o tempo todo e os saltos cronológicos abruptos beiram o desespero de uma autora que não aprendeu nada com as falhas dos livros anteriores e só quer usar a mesma fórmula que funcionou em 2012 para alguns leitores. E se por algum momento você pensou que Cass deixaria de lado a rivalidade feminina que antes moviam suas tramas, e escreveria personagens femininas fortes que se apoiam, você está totalmente equivocado, o livro é repleto de relações femininas tóxicas e problemáticas, fico horrorizado em como ela romantiza o ódio, a inveja e as trapaças de uma mulher com a outra.

Esse livro é uma experiência que deu errado, começou de um jeito fraco, no meio já era uma coisa sem graça que não empolga leitor nenhum, e no final houve uma grande reviravolta doida que deixou o romance de lado e virou um conflito político que fez pouco sentido dada a altura do campeonato. É óbvio que vou passar longe das continuações, a minha dica é que a própria autora passe longe e finja que esse livro nunca existiu. É horrível! Cass deveria ter feito como outros autores e voltado para suas histórias de sucesso, acho que teria dado mais certo escrever sobre como anda Panem, ops, Illéa, ou até mesmo uma história sobre os outros filhos de America, ou talvez os netos, qualquer coisa sobre A Seleção teria sido mais interessante.

site: www.instagram.com/nomeiodatravessia


Ju 23/05/2020

Interessante
Não é a seleção mas não deixa de entreter. O livro é bobinho e várias vezes me cansei com o quão piegas e adolescente ele pode ser, só que ocasionalmente ele conseguiu me surpreender, algumas vezes eu já tinha sacado tão rápido e a Hollis ainda tentando entender foi um pouco chatinho. Eu achei que seria um acontecimento separado em dois livros e foi uma surpresa boa descobrir que eu estava errada. O livro tem alguns defeitos mas vários acertos.
Agora só esperar mais um ano (espero que menos) para poder ler a continuação.
comentários(0)comente



spoiler visualizar


Deza Farias 09/05/2020

SIGAM @RESGATADAPORUMLIVRO
"A posse mais valiosa que se pode ter é a garantia de um lugar no coração de alguém"

Pela nota já dá pra ter uma noção né? Não vou passar pano kkk, mesmo que seja uma das minhas autoras favoritas.

Nesse livro vamos conhecer Hollis, que está sempre acompanhada da sua fiel (nem tanto né) amiga Delia Grace. Elas fazem parte da corte, e vivem no Castelo no Reino de Coroa.
Como todas as garotas do reino, Hollis também almeja a coroa e casar com o maravilhoso rei Jameson. E olhe ele não é velho tá! Dada as circunstâncias precisou assumir o reinado novo.

Jameson é um tanto mulherengo e já andou se divertindo com algumas súditas do reino, mas desde que começou a se encontrar com Hollis ele vem mudando mudando.
O romance lindo está no ar, e pode até ter pedido de casamento!!! Até que aparece uma família do reino de Isolte pedindo asilo.
Claro, tínhamos que ter um MALDITO TRIÂNGULO AMOROSO AQUI!
E é nesse momento que conhecemos o outro pretendente, Silas!
Um forasteiro que na primeira olhada literalmente consegue fisgar o coração de Hollis.
Nisso vamos acompanha a donzela no maior drama da sua vida: seguir seu coração, ou arruinar o nome da sua família, que tem tanto prestígio?

Amo a escrita da autora, mas ela falhou em tentar construir uma personagem forte e empoderada! A Hollis é mimada e age por impulso, isso não tem nada de empoderadam. Falhou também com o Jameson, ela passou uma imagem dele, e depois tentou passar outra, para podermos comprar o lado de Silas. Eu achei a evolução da história péssima, e nunca passei tanta vergonha alheia, como passei acompanhado Hollis, minha vontade era abandonar.
Gostei do Plot Twist, mas achei a história fraca e triste, e o final um tanto corrido, não sei de onde ela vai tirar imaginação pra escrever uma continuação.

A capa é linda! Li o ebook, então não posso opinar sobre a diagramação.
Eu sou #teamjameson e vocês?
comentários(0)comente



Dy 14/05/2020

um começo de série promissor, mas vazio
Desde que a Kiera Cass anunciou o lançamento de A Prometida, fiquei super feliz e esperançosa pois pra quem leu A Seleção, sabe o quanto essa mulher escreve bem, mas acabei me decepcionando e me surpreendendo de certa forma no livro.

O livro conta a história de Hollis Brite, uma menina cresceu no castelo de Keresken e sonha em se tornar a prometida do rei Jameson, disputando por sua atenção, até que seus desejos são finalmente concedidos.

Antes de realmente falar o que eu achei, preciso dar 2 avisos:
Não é um livro único!!!
Assim que comprei o livro achava que era um livro único, mas a autora já está trabalhando nas continuações.
E segundo, não é exatamente um livro de romance.
O livro apesar de se embasar todo na escolha da Hollis, muda completamente o rumo da história nas últimas 80 paginas, se tornando muito mais um livro político, do que somente um romance. Ainda não sei se gostei desse quesito, mas tudo bem.

O romance em si da história e os personagens não me convenceram. Não gostei da protagonista, achei todos os diálogos extremamente ralos e sem profundidade nenhuma. As relações são construídas de uma forma bem superficial, o que me fez passar muita raiva durante a leitura. A única personagem que eu realmente vi que acrescentou algo q história, e a que eu me importo de certa parte, é a Valentina, com certeza vai ser um dos meus pontos principais para ler os próximos volumes da série.

Mas nem tudo são decepções , fui surpreendida nas últimas páginas por acontecimentos bem chocantes. Apesar de ter sido bem rápido na minha opinião a forma como tudo foi feito e escrito, achei que da um bom gancho para uma continuação.
A escrita da Kiera Cass continua fluída e gostosa de ler como sempre, o que me anima muito para próximas histórias.
Enfim, minha nota acabou sendo 2 estrelas, pois realmente na minha opinião, faltou elementos muito importantes na história e que me cativassem para dar uma nota mais alto, mas ainda sim eu recomendo muito o livro, pois confio na capacidade da Kiera, e acho que no próximo livro, ela pode construir algo melhor que esse.
comentários(0)comente



sther @srtabridgerton 06/05/2020

Que loucura...
Eu estava um tanto insegura com esse livro, li A Seleção quando eu tinha 12-13 anos, e na época sem muita bagagem literária foi puro encanto pra mim. Os anos se passaram e não reli os livros pra não perder a magia de quando li pela primeira vez (com medo de não gostar)
Eu sentia que esse novo livro da Kiera era totalmente previsível e uma Seleção invertida. Mas ISSO NÃO ACONTECE
Definitivamente, o começo é clichê, e totalmente previsível, mas o final é surpreendente (e macabro) alou Kiera Cass, vai se tratar
Não tava gostando até metade, pra mim, Hollis não tem química com nenhum dos dois, de verdade, até Etan, um personagem que ela nem gosta tem mais química com ela do que o rei e o plebeu... De verdade, o relacionamento dela com os dois é super borocoxo e não parece genuíno, pra mim não parecia amor de verdade

Se estão com medo disso ser uma nova versão de A Seleção, posso garantir que não é, pelo menos até metade do livro.

Só tem um problema que muita gente vai se sentir incomodado, o livro tem 0 representatividade, tem tanta gente branca e loira nesse livro que nem eu aguentava mais.

Ps: (SPOILERS A PARTIR DAQUI)
ESTOU SURTANDO!!!
Que locura, ainda bem que não shippei ela com nenhum dos dois rsrsrs
Pra quem já terminou, ficaram com a impressão de que o rei Jameson na verdade é quem comanda os cavaleiros lá das sombras? Seria totalmente inútil que o Quinten matar sua própria linhagem a troco de nada sendo que ele tá totalmente desesperado pra ter outro herdeiro. Além de que... Como Jameson soube tão rápido do que aconteceu no fim do livro? Ai ai viu

Ps2: shippando Hollis com Etan por pura teimosia SIM

//
Edit 1: estava aqui na madrugada refletindo sobre o livro e comecei a achar ele parecido com uma fanfic, e que faltou MUITA coisa na história, ai ai Kiera, seu destino é só A Seleção mesmo


Rafael 09/05/2020

Nem sempre nosso final feliz é o qual imaginamos.
IG: @crushforbooks

Apesar de amar a escrita de Kiera Cass, quando a duologia "A Prometida" foi anunciada, fui um dos que achava que era apenas uma história na fórmula de "A Seleção", mas desta vez aonde a protagonista iria escolher quem a autora realmente queria - ela era Team Aspen no início de A Seleção, para quem não sabe. Mas, felizmente, eu estava enganado.

A primeira coisa que digo é: esqueça A Seleção. Apesar de o universo de reinado e a sinopse nos fazerem acreditar que é a mesma fórmula, não é. Em "A Prometida" tudo é mais duro e político; os personagens agem em prol de conquistar um espaço no reino, até mesmo Hollis. Ela é bem mais ambiciosa que America - ainda que um pouco aérea ao que ocorre à sua volta -, mas isso não é um demérito, afinal ela não tenta prejudicar ninguém para conseguir seus objetivos. Gostei bastante da forma que Kiera a desenvolveu e quero ver mais de seu crescimento no próximo livro, assim como a rainha Valentina, a segunda melhor personagem.

Os demais também são assim. Com exceção de Silas, o "mocinho perfeito" e que não me cativou tanto, os personagens são humanos e cheio de falhas, e isso é muito positivo. Por mais que gostemos deles, eles podem nos desapontar a qualquer momento. A prova disso é Jameson, que até agora não sei o que pensar de fato. O único grande demérito foi o romance, que não me convenceu - mas ao final do livro, é perceptível que nem isso foi um real problema e seu propósito era bem maior.

A escrita de Kiera está ótima e fluída como sempre. Concordo que algumas cenas parecem sem propósito, mas nem nas mesmas o livro perde o ritmo. E a prova de que a autora não queria escrever um "A Seleção às avessas" são os momentos finais, com um plot twist que não cogitei. É uma pena que a própria Editora Seguinte tenha sabotado sua intenção, escolhendo essa capa brasileira, que só causa uma confusão por parecer muito esteticamente com as da série e ser destoante da proposta de A Prometida - a prova disso são as repetitivas dúvidas dos leitores nos comentários da editora sobre ser mais um livro da primeira série.

No mais, recomendo a duologia. Apesar da maioria dos leitores terem se decepcionado pelo que vi, foi uma história que me prendeu e me deixou curioso pelo futuro. Espero que a continuação feche bem A Prometida e confirme o que venho suspeitando - e torcendo - que Kiera fará.

site: https://crushforbooks.blogspot.com/
comentários(0)comente



Louise 09/05/2020

Não recomendo...
Há cenas descartáveis, a historia é mal construída e muito fraca, ao contrário de A Seleção que é super desenvolvida, me prendeu até o último parágrafo. Ao que parece, Kiera quis se envolver com uma premissa de uma história sua que foi/é um sucesso há anos, e no fim, só mudou o nome dos personagens. É uma cópia de seu próprio livro!
comentários(0)comente



_moniclis 14/05/2020

Igual aos outros livros da Kiera
cheio de clichês, plot twist's aleatórios, conspiração ao trono e uma mocinha sem noção


Emii 14/05/2020

Fraco
Juro que não estava com a expectativa alta para esse livro, mas mesmo assim foi decepcionante. Desde a sinopse só conseguia pensar em "Ta, idai". O enredo não propõe muito, não me deixou nem um pouco cativada. Só li mesmo porque foi a kiera q fez e pq minha lista de leitura está escassa. A historia até que boa para passar o tempo. Hollis é uma personagem extremamente imatura, chata e incoerente. Silas bonzinho, mas só isso. Senti falta de um pouco mais de personalidade nele. Não dá para se apegar a nenhum dos personagens. Apenas uma me cativou, e ela nem apareceu direito, que é Valentina. Delia Grace é podre e me fez querer jogar a sororidade na pqp e descer o cacete nessa sonsa e mal amada. A kiera bem que tentou evitar rivalidade feminina, mas tentou TANTO que acabou fazendo a protagonista de trouxa, passando pano pra insultos e inveja. Não me convence nenhum um pouco. Jameson é um bom personagem, o único erro dele é ser diplomático demais, o que é aceitável vindo de um rei. Acredito que a continuação será melhor, pois apesar de tudo, a autora acertou pelo menos em montar a trama de mistério envolvendo herança genética e caçadores sombrios. E acho que no próximo livro teremos um desenvolvimento melhor referente ao romance. Perto do final do livro, a kiera dá umas dicas do verdeiro par romântico da Hollis. se eu não estiver enganada. e ate que estou ansiosa para como isso vai se desenrolar.

Recomendo? Sim, se tiver não tiver mais nada de interessante para ler
comentários(0)comente



139 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |