O Monte Cinco

O Monte Cinco Paulo Coelho




Resenhas - O Monte Cinco


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ToledoM 17/01/2021

Experiências Literárias
O Monte Cinco foi a minha primeira experiência literária com uma obra de autoria de Paulo Coelho e reconheço a sua criatividade, pois, ao valer-se de passagens de personagem importante da Bíblia, o profeta Elias, conferiu a ele uma trajetória de superação (em momentos fictícia) a qual transmite ensinamentos de auto ajuda ao leitor para inúmeros momentos. A minha satisfação ao ler a obra, fora despertar-me a curiosidade sobre a figura de Elias, foi reconhecer o período histórico da Antiguidade no qual as várias civilizações citadas (israelitas, assírios, fenícios etc.) apresentam interações entre si, sendo, principalmente, através do comércio e da guerra. A leitura reforçou a minha visão da necessidade de entender os períodos históricos como um todo e não de forma fragmentada. Tal perspectiva é reforçada pelo papel atribuído à escrita no enredo, uma invenção a qual teve o aperfeiçoamento e a contribuição de diversos povos. Por fim, acredito que a obra seja de grande valia para aqueles que gostam de obras com fundo histórico e que despertem a curiosidade sobre diversos elementos apresentados na narrativa.
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Evelin 16/10/2020

"O medo existe até o momento em que o inevitável acontece", disse a Elias. "Depois disto, não devemos perder nossa energia com ele."
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lucianophotos_ 25/06/2020

Gostei da forma que o livro foi escrito, uma leitura rápida e leve.
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17/06/2020

Foi meu primeiro contato com Paulo Coelho e confesso q esperava algo mais "místico", mas não me decepcionei nem um pouco, apesar de achar q não fosse gostar da história por ser sobre um "personagem" bíblico, o livro me surpreendeu positivamente.

Obs.: Fiquei muito entusiasmada ao descobrir como o alfabeto (ou Biblos) surgiu. :)
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Flavio 28/04/2020

O monte cinco
Nem sempre entendemos os desígnios de Deus, muitas vezes somente através de suas provações conseguimos reencontrar o caminho.
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Tatiele silvað 30/03/2020

O Monte cinco.
Uma reflexão.
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Ghbs 04/03/2020

Uma "extensão" de uma passagem da bíblia
Um bom livro para quem é religioso, apesar de eu nao gostar do começo, há boas mensagens bíblicas da metade pro final do livro, sobre as escolhas, medos e superação que temos durante as fases da nossa vida.

Obviamente, se você não seguir o cristianismo, talvez irá achar toda a história uma grande bobagem, se for o caso, ao menos poderá tirar proveito das lições, independente de ser ateu ou religioso.
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Juninho 24/07/2019

Religião
O livro conta a história de um homem da religião do tempo de Cristo
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Rangel 22/01/2019

Uma história do profeta Elias
O livro “Monte Cinco” de Paulo Coelho narra a história do Profeta Elias na antiga Fenícia (atualmente, Líbano), no século IX antes de Cristo, quando passa na cidade de Sarepta, e conhece uma viúva fenícia. No período que ocorre a história de Elias, ele recorda e contextualiza, que se vivia a era da civilização mesopotâmica, império egípcio, declínio do Oriente Médio e ascensão dos impérios assírio e babilônico. O povo hebreu estava dividido entre o Reino de Israel e o Reino de Judá, após certos anos de divisão, por causa dos filhos do Rei Salomão, Jeroboão e Robotão. A fama de Fenícia era suas grandes navegações no Mar Mediterrâneo e seu intenso comércio, além de ter criado o alfabeto, que vai influenciar gregos e latinos para o alfabeto conhecido no mundo ocidental, sábios na astronomia, conheciam o mundo antigo de Creta a Inglaterra. Os fenícios comercializavam com os babilônicos, os egípcios e os assírios, e detinham o monopólio de tecidos tingidos, fabricação de artigos de luxo, como joias e móveis, artistas em modelagens de vidros e
grandes construtores de obras, inclusive, o Templo de Jerusalém. As principais cidade da Fenícia eram Sídon, Tiro e Biblos, que se organizavam como cidades-estados. O Rei da Fenícia compartilhava o poder com sacerdotes das cidades, com o conselho de sulfetas (anciãos, juízes, proprietários de terras). O profeta Elias se defronta com uma mentalidade diferente do povo judeu e com um ar de ameaça de invasão na Fenícia por algum dos impérios da época. Muitas tradições, superstições e conflitos religiosos faz o profeta questionar a Deus Yahweeh. O profeta questiona como guiar o próprio destino para enfrentar poderosos impérios Assírio e Babilônico do período que vivera. A mensagem que o profeta recebe de Deus é o Inevitável. Contudo, não se pode acomodar com a situação, pois o crescimento interior pessoal depende de mudança interna. O inevitável é importante para as vidas das pessoas, e a superação dos acontecimentos do inevitável. O livro é muito bom e Paulo Coelho o escreveu baseado no trecho do livro de I Reis, capítulo 18, versículos de 8 a 24, e traz sua visão de como o Profeta Elias aceitou seu destino de ser mensageiro de Deus no Monte Cinco que ele foi refletir sobre sua missão e vocação. Muito bom! Val a pena lê-lo!
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Marcella 09/01/2019

É uma leitura tão enfadonha, mas tão enfadonha que nunca mais tive coragem de ler nenhum dos livros do Paulo Coelho.
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Vicente Ferreira 30/12/2018

O Monte Cinco
Uns dos melhores livros de Paulo Coelho, como já li todos os livros dele, esse faz parte da triologia dos melhores.
O Alquimista, Monte Cinco, Brida.
Esses são os meus preferidos.
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luzmarinafg 21/11/2018

"Lutarei contigo até que me abençoes, e abençoes os frutos do meu trabalho. Um dia terás que me responder."
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MF (Blog Terminei de Ler) 23/09/2018

Minha experiência com Paulo Coelho
Nota introdutória: Resenha escrita para todos os livros do Paulo Coelho que li.

Existem pessoas que destroem suas vidas no crack ou na cocaína, outras que exageram no álcool ou na maconha, outras estão viciadas em nicotina ou Bolsonaro... Bom, a única droga que consumi foram os livros do Paulo Coelho... e com muito pesar confesso que tive uma recaída recente...

No início dos anos 2000, minha amiga Vanessa e eu estudávamos juntos para o vestibular e ela me emprestou para eu ler "O diário de um mago". Se uma pessoa que eu admirava tanto me empresta um livro, o mínimo que poderia fazer era lê-lo. Eu, ainda começando nos prazeres da Literatura, li e achei bacana. "Puxa, o cara não é apenas um escritor: o cara é mago! Ele compôs com Raulzito e ele voa... ele voa, véio!".

Pouco tempo depois, Vanessa me emprestaria "O Alquimista". "Um livro inspirador, bonito!", diria. Fui numa biblioteca e pesquisei pelo autor. Li "Brida" e achei interessante a história de uma irlandesa numa busca pela magia.

Eu tinha completado a tríade de "obras-primas" do Paulo Coelho. Fui então lendo outros livros do autor. Eram livros pequenos que eu lia em, no máximo, 3 dias. Li, num espaço de menos de dois anos, "As valkírias", "Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei", "Maktub", "Veronika decide morrer", "O demônio e a srta. Prym", "O monte cinco", "Onze minutos" e "O manual do guerreiro da luz". Cheguei a ler uma pequena biografia do autor, escrita pela Martin Claret. Era meu fast-food literário.

Então, aconteceu: eu enjoei do autor. Aquilo que era original, se tornou repetitivo. Percebi que, a obra de Paulo Coelho, em seus livros, poderia ser resumida em uma série de elementos comuns: um personagem que sente perdido numa busca pessoal + um elemento místico como foco e/ou fio condutor + mensagens piegas de auto-ajuda + alguma cena esporádica de sexo + o personagem superando um desafio pessoal. Seria a redundância na temática que me fez enjoar? Ou o fato de que, entre essas leituras, fui lendo outros livros e conhecendo autores como Machado de Assis (que virou uma paixão), Manuel Bandeira, Gabriel García Márquez, William Shakespeare, Franz Kafka, dentre outros... o que me tornou mais exigente como leitor? Ou seria o fato de que, com o passar dos anos, fui ficando menos religioso? Talvez tenha sido tudo isso junto...

Eu voltaria a encarar Paulo Coelho somente uns cinco anos depois. Li "O zahir". Odiei. Achei vazio e desisti do autor.

Eis que, dez anos depois, voltando de viagem, recentemente, numa banca de revista que vende livros usados no Centro de Belo Horizonte, para não fazer uma desfeita com a vendedora, uma simpaticíssima senhora, pequei uma obra do autor. Li "O bosque de cedros", volume 1 de uma coleção lançada pela ridícula revista Caras, no final dos anos 90. Trata-se de um livro que, em suas pouco mais de 60 páginas, me fez lembrar de tudo que odiava no autor. São pequenos contos, insipientes e piegas e, pela primeira vez, Coelho me fez sentir ódio. Juro. Um dos "contos" chamava-se "A porta da lei" e é uma releitura que o autor fez de "Diante da Lei", um dos melhores contos de Franz Kafka e um dos melhores contos da história, certamente. Paulo Coelho conseguiu deturpar totalmente a essência da história. No livro do brasileiro, basicamente vemos uma curta pseudo-mensagem sobre a necessidade de "correr atrás dos objetivos". É algo muito mais limitado do que a quantidade grande de reflexões possibilitadas pelo conto kafkiano, onde temos a figura do homem ante o sistema, que o convida para a busca e, em concomitância, o impede de conseguir a Justiça, sendo esta impossível de ser obtida. Em resumo: Paulo Coelho não apenas é limitado ao escrever: ele é limitado como intérprete daquilo que deveria lhe influenciar a ser melhor como escritor.

Por fim, pode-se dizer que Paulo Coelho é a prova de que modus operandi vende e vicia... e permanecer nesse espectro, nesse vício, é limitar o campo de visão para o leque de maravilhas que somente a Literatura pode possibilitar ao ser humano.

P.S.: Caso tenha gostado do que escrevi, visite https://mftermineideler.wordpress.com/
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Dani de Casa 05/08/2018

O Monte Cinco
A resenha de hoje é o livro O Monte Cinco.
No século IX antes de Cristo, Deus ordena ao profeta Elias que saia de Israel .Seu caminho o leva a Sarepta, uma pequena cidade no Líbano, onde se defronta com uma nova cultura e uma ameaça de invasão. Num mundo antigo conturbado por supertições, conflitos religiosos e tradições imutáveis, o jovem profeta é preso no turbilhão de acontecimentos que o terminam conduzindo a enfrentar-se com Deus. Baseando num pequeno trecho da bíblia (L REIS, 18:8-24), O MONTE CINCO é a história de um homem frente às forças Poderosas de seu tempo. Nos faz questionar até que ponto podemos guiar nosso destino, e o que fazer quando o inevitável surge em nossas vidas. Um livro também lindo que vale muito a pena ler.
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Taíla 10/07/2018

Excelente para refletir
Só a sinopse já traz aquela cara de “esse livro foi feito para mim” e acredito que sirva para todos nós. O autor conta a história do profeta Elias que se passou no século IX antes de Cristo, mesclando relatos bíblicos e ficção. Elias segue os desígnios de Deus sem questionar para cumprir o seu destino, mas mesmo sendo obediente, nem tudo acontece como ele espera e muitas coisas o surpreendem de uma forma nenhum pouco positiva.

O difícil para Elias e para os leitores também é entender porque certas coisas acontecem com a gente. No momento em que estamos passando por dificuldades, nada parece muito justo ou muito certo, porém a obra nos mostra como os obstáculos podem trazer mudanças para nossas vidas e como nós temos que fazer com que se tornem coisas positivas, como a superação é parte do processo e como viver do passado não nos leva a lugar nenhum. Vivemos para estarmos em constante movimento e o marasmo da vida nunca é o ponto final de nossa jornada. Devemos sempre seguir em frente e continuar em constante evolução.

Obra recomendadíssima para todo mundo que fica encucado com esse lance chamado vida.


site: https://www.prateleirasemfim.com.br/posts/livros/o-monte-cinco-resenha
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