O Advogado

O Advogado John Grisham




Resenhas - O Advogado


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Mad Jr 29/06/2011

O Advogado - John Grisham
Titulo Original: The Street Lawyer
Tradução: Aulyde Soares Rodrigues
Editora: Rocco
Páginas: 352
ISBN: 85-325-0891-X
Ano: 1998
Categoria: Thriller Jurídico

Sinopse: Um encontro violento com um sem-teto faz com que Michael, um advogado talentoso em ascensão, descubra segredos terríveis sobre a empresa em que trabalha. Assim, torna-se um advogado para os desabrigados, os sem-teto, um advogado de rua.

Resenha: Ao ler esse livro, se não fosse pela pitada de ação e tribunais que o Grisham tempera tão bem em seus livros, eu poderia considerar esse romance uma obra dramática. Ao mesmo tempo ele consegue passar um pouco do que é ser um morador de rua, um sem-teto, um Zé Ninguém, que miseravelmente vaga pelas ruas sem nome e sem dignidade.

Nesse romance, é bem visível a intenção do escritor de ser contra leis com o objetivo de criminalizar quem dorme nas ruas. Afinal, quem tem culpa de não ter onde morar? Quem tem culpa de viver pedindo esmolas e viver de míseras doações? Mesmo que alguns deles tenham culpa pela situação em que vivem, é certo achar que eles não podem existir?

Sob essas reflexões, John Grisham, através de sua ficção, deixa entender sua insatisfação com o governo de seu país por, apesar de ser a maior economia do mundo, não conseguir o mínimo de decência para todos seus habitantes, ou em outras palavras, um lar.

Desejo boa leitura a quem o ler. E que um dia esse mal que consome o mundo inteiro possa um dia acabar.
Nadz 08/10/2011minha estante
Acho que justamente esse problema que você apontou aparece nos outros livros do Grisham que li, eu gostei... mas o começo sempre mais promissor que o final :/


Sara 07/11/2012minha estante
Eu ja era interessada nesse livro, depois ler sua resenha interessou mt mais kkk




C. M. Jandrey 18/10/2014

O livro é, literalmente, um peso na consciência. Enquanto eu lia, foi impossível não pensar no que eu fazia. Foi quando percebi o quão vazia era a minha existência.
Eu me perguntava, a cada página que lia, o que eu fazia para mudar o mundo. Nada. Absolutamente nada. E o livro faz isso com você. Te faz refletir. Afinal, o que você faz pra ajudar o mundo?
Ajuda alguém que não a si mesmo? Pensa em alguém que não em si mesmo? Já ajudou um completo estranho? Mas aposto que já o julgou.
Eu também julgava. Já julguei quem eu nunca vi apenas pelo modo como escrevia. Não uma, mas muitas vezes. Já julguei pelo jeito que falava, pelas palavras que escolhia usar mas e a história dessas pessoas? Já se perguntou por que a pessoa que você julgou fez o que fez? São essas as perguntas que esse livro trás. É muito profundo.
Não vou dizer que graças a ele, porém sei que me influenciou bastante, mas me envolvi com afinco em um novo projeto social aqui na minha cidade. E é incrível como eu me sinto importante quando vou naquela creche carente. É como o personagem principal se sentia, eu sei. E não há como escrever um livro como esse sem ter vivido algo parecido. A sensação de se sentir útil, de saber que está fazendo algo realmente bom é incomparável. Não há como saber isso sem ter vivido. Sem conhecer a realidade que esse livro nos trás.
A versão traduzida possui muitos erros ortográficos. Se a estória não fosse tão boa eu teria desistido de lê-lo. Acho uma vergonha publicarem um livro com tantos erros. Ninguém leu o livro antes de ele ser impresso? Senti que estava lendo uma fanfic. Achei um absurdo encontrar erros de pontuação e ortografia durante o texto. Absurdo.
Mas o autor não tem culpa. Ele fez o trabalho dele de forma esplêndida. O mundo que ele trouxe é real. Espero que esse livro afete a todos como me afetou. Ele me mudou, de certa forma. Não há como explicar algo como o que eu li. O mais incrível sobre ele é que eu sabia que era real. A realidade da Ruby é a realidade de inúmeros sem teto por aí. É uma realidade que eu ainda não conheço, pois, por enquanto, não tive contato com tal modo de vida. Esse livro mostra como fazemos pouco pelas pessoas ao nosso redor. E não estou dizendo que deveria dar esmolas a todos os que pedem, mas pare para pensar quando foi a última vez que você se sentiu realmente importante.
Meus motivos para continuar com o projeto no qual me envolvi depois de ler esse livro são um tanto quanto egoístas. Eu continuo para me sentir importante. Porque quando uma criança carente me abraça e sorri pra mim daquele jeito que só elas sabem sorrir, eu sei que fiz algo bom. Que mudei o dia delas. Que fiz alguém feliz. E essa é uma sensação incrível. É uma sensação tão boa que palavras não podem explicar.
Por isso espero que todos os que lerem esse livro mudem como eu mudei. Espero que ele as faça refletir como fez com que eu refletisse. Honestamente, espero que ele mude alguns conceitos que estão por aí. O livro é simplesmente sensacional.
ritita 24/08/2015minha estante
Li com o mesmo sentimento seu, com a diferença que sempre ajudei pessoas, estranhas ou não. Mas, para mim, o mais importante foi a identificação entre Brasil & EUA, neste aspecto. Quão belas são as pessoas, as coisas e os lugares que não conhecemos.


Letícia 10/11/2016minha estante
Belíssimo depoimento, C.M. Jandrey. Identifiquei-me muito com a questão de ir em busca de um propósito para a vida, principalmente quando esse propósito envolve ajudar outras pessoas.




Rebeca 27/08/2012

Para refletir!
Adorei o livro. O autor John Grisham através do livro O Advogado faz a gente rever nossos conceitos e, consequentemente, nossas atitudes em relação ao mundo... Se tiverem a oportunidade, não deixem de ler.
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M. Scheibler 01/06/2009

Interessantíssimo para quem gosta do ramo do Direito, ainda mais aliado a uma história envolvente com essa.

Recomendado
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TioBriel 27/06/2020

Tenta não ser problemático mas acaba sendo
O primeiro capítulo desse livro já te prende e simplesmente você não consegue parar de ler até finalizar a tensão inicial. Depois dela, o livro fica lento e desinteressante.
Para aqueles que estão estudando à área, o livro tem lá suas atribuições. Conforme sua narrativa progride, vemos uma luta pela justiça embasada na ética e nos acontecimentos trágicos que transformam a sociedade em algo tão deturpado e ao mesmo tempo tão semelhante ao que acontece de verdade, que não tem como se apegar ao fato de ser uma ficção. O autor mostra um grande problema e tenta resolvê- lo com as mãos do personagem criado e partir desse momento eu fiquei muito incomodado.
Um dos motivos que deixou minha leitura incômoda foi o racismo. Esse livro tenta refletir apenas a realidade, todavia a visão do personagem é tão absurda que você tem certeza que ele é racista, apesar do livro tentar mostrar que ele era apenas ignorante até chegar num certo ponto que enxergou tudo. Tenho quase certeza de que o livro não insulta, mas por parecer que sim, transformou toda minha leitura em algo quase angustinhante, mas valeu a pena chegar até o final.
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Juliana 31/07/2014

O Advogado foi lançado pela editora Rocco em 1998 (sim, pode ser considerado antigo, mas take it easy) e escrito pelo grande escritor de ficções que envolvem advogados e o sistema judiciário americano, John Grisham.
A primeira vez que eu li esse livro foi há cinco anos atrás e eu tinha meros 12 anos. Na verdade, a unica coisa que me fez querer esse livro era o fato de que a) eu queria ser advogada e b) o livro se chamava "O Advogado". Achando que aquelas páginas iriam me proporcionar todo o conhecimento necessário para me tornar uma advogada renomada, o peguei da estante e fiz questão de começar a ler. Eu só não esperava que fosse ser uma ficção.
Eu nem tive tempo de pensar em devolver o livro para a estante por não ser um livro didático, pois nos primeiros parágrafos ele já prendeu toda a minha atenção. Não teve uma grande introdução explicando sobre o sentido da vida e blablabla, apenas fatos principais e eu admiro muito isso em um livro. Faz duas semanas que eu o peguei de novo na biblioteca e o reli principalmente porque eu tinha esquecido de toda a história (apesar de que eu ainda afirmava de boca cheia que era um dos melhores livros que eu já li) e agora sim, eu posso contar a história de cor e salteado e repetir o quanto esse livro é foda.
É muito fácil você passar por algo que mude os seus conceitos, algo que te faça rever o que é importante ou não, principalmente quando você tem uma arma apontada para tua cabeça e umas doze bananas de dinamite presas ao cara do teu lado.
Ao ser vitima de um doente mental que invadiu sua firma e fez ele e mais sete advogados litigiantes de refém, Mike só consegue pensar em uma frase que o sem-teto maluco falou antes de ser morto: "Quem os botou na rua?". Decidido que não era só uma tentativa de botar a culpa pela miséria de Washington em cima de alguém que não fosse o governo, Michael vai atrás do que o sem-teto falou e acaba descobrindo mais do que poderia um dia imaginar. Se envolvendo em uma grande fraude proporcionado pela sua firma, o protagonista ao mesmo tempo luta contra todos os seus ideias de uma vida e começa a repensar o que realmente vale a pena. Afinal, quem precisa ser um advogado prestigiado, trabalhar em uma grande firma de advocacia, ganhar 700 mil por ano e ainda estar prestes a se tornar sócio da empresa e ganhar ainda mais? Pode parecer até sarcasmo, mas sério, não é.
Mike decide se tornar um advogado dos sem tetos e dar a cara a tapa para qualquer um que tente o impedir de fazer a verdade vir a tona. Afinal, como advogado, ele deve prezar pela justiça e segundo Maquiavel, os fins justificam os meios.

site: http://www.dragonsmysteryandsuicide.com/
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Babi Ananda 28/05/2020

Foi lindo acompanhar a evolução do personagem, é tudo muito real.
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CelioVivas 14/07/2011

John Grisham. E o advogado virou herói!!
(Texto originalmente postado no Blog Ponte da Passagem: http://pontedapassagem.wordpress.com/2011/02/24/john-grisham-e-o-advogado-virou-heroi/)

Meu primeiro contato com a obra de John Grisham coincide com o começo de namoro. Era janeiro de 1999. Estávamos voltando de uma mini-lua-de-mel em Brasília e no saguão do aeroporto comecei a folhear o livro que ela estava lendo. Gostei tanto que li umas 80 páginas até o avião pousar em Vitória. E lógico, terminei o livro antes dela.

O livro em questão era O Advogado e, mesmo após ter lido mais de 20 títulos do mesmo autor, ainda o considero um dos três melhores. A partir daí, comecei a acompanhar os lançamentos anuais e, sempre que possível, comprar os mais antigos até, recentemente, ter concluído a leitura de toda a obra.

Apesar de gostar muito de suas histórias, não há como negar que são publicações ditas comerciais, voltado para um público longe de ser intelectualizado. Os enredos são simples, alguns até previsíveis e, embora tenham uma narrativa ágil, não exigem maiores reflexões sobre o mundo que vivemos.

Contudo, são ótimas fontes de relaxamento e diversão. Nos últimos anos me habituei a começar férias de final de ano ou recesso com a leitura de um livro escrito por Grisham. O texto é tão envolvente que, em média, me bastam três a quatro dias para concluir a leitura.

Suas histórias são ambientadas em tribunais ou escritórios de advocacia. O protagonista, na maioria dos livros, é um Operador do Direito que busca afirmação social ou profissional, e se vê de encontro com dilemas éticos e morais. Seu perfil é de alguém dedicado ao estudo das leis, interessado em participar na resolução de problemas sociais, mesmo sem deixar de perseguir maiores ganhos financeiros.

O reconhecimento profissional sempre buscado por aqueles que querem seguir a carreira de advogado também é a meta do personagem principal no começo dos livros, mas no desenrolar dos confrontos contra a corrupção de grandes escritórios, grandes empresas ou do próprio sistema judicial, prefere abdicar deste reconhecimento ou até mesmo da carreira em prol da resolução dos conflitos enfrentados.

Várias obras de John Grisham tiveram sua versão cinematográfica. Alguns deles, como A Firma (Tom Cruise), Dossiê Pelicano (Denzel Washington/Julia Roberts), O Cliente (Susan Sarandon/Tommy Lee Jones) e O Júri (John Cusack/Rachel Weisz) tornaram-se sucessos de público.

Contudo, a versão para o cinema de outro de meus livros mais apreciados, apesar de dirigido por Francis Ford Coppola e protagonizado por Matt Damon e Danny DeVito, não teve a mesma repercussão: The Rainmaker, traduzido literalmente como O Homem que Fazia Chover.

Sabe-se que, sempre que uma obra literária é repassada para as telas, há que se adequar o enredo do livro com a dinâmica exigida em um filme. No caso do texto de The Rainmaker, as modificações feitas para o roteiro do filme transformaram um ótimo protagonista, Rudy Baylor, em um advogado inseguro, vacilante, em nada parecido com aquele jovem de personalidade forte descrito nas páginas do livro.

Com o passar dos anos, Grisham enveredou por outros assuntos. Escreveu uma fábula natalina (Esquecer o Natal) e uma homenagem aos tempos de high school, centrado nos alunos jogadores de futebol americano (Nas Arquibancadas).

Ainda sobre futebol americano, escreveu um delicioso livro (Jogando por Pizza) sobre um quarterback contratado para jogar futebol americano na Itália. Sim, delicioso porque menciona pratos, vinhos, restaurantes. Para quem curte a cultura italiana e entende minimamente as regras daquele esporte vai realmente curtir a leitura.

Em A Casa Pintada, ele narra as aventuras de um garoto de sete anos, Luke Chandler, durante o período de colheira de algodão em uma fazenda típica do interior estadunidense, ambientadas em 1952. O texto inova por trazer as impressões, interpretações e descobertas de alguém que está começando a entender o mundo.

Em 2006, ele escreveu seu primeiro texto de não-ficção: O Inocente, em que narra a história de um preso condenado injustamente à pena de morte. A partir daí o autor se aproximou de movimentos que lutam justamente contra condenações prematuras baseadas em investigações forjadas ou simplesmente mal feitas. Atualmente ele participa do Innocence Project, movimento não-governamental de suporte jurídico aos mais necessitados.

Por fim, no ano passado, o autor enveredou pelo hoje lucrativo nicho de aventuras infanto-juvenis, com o livro Theodore Boone Aprendiz de Advogado, em que um adolescente filho de um casal de advogados acompanha o julgamento de um acusado por assassinato. O texto é bem professoral, principalmente quando o protagonista de 13 anos esclarece aos seus colegas de escola o significado de hipoteca, execução de dívida, declaração de insolvência, procedimentos na vara de família e algumas particularidades de um júri. O objetivo do texto parece claro: servir com referência para introduzir conceitos jurídicos aos pré-adolescentes. Uma boa idéia. Ao que parece, este livro deve iniciar uma série de publicações com o mesmo personagem.

E assim, o advogado Grisham, formado no Mississipi, continua ganhando suas ações. Pelo menos, nas livrarias e nos sites especializados em e-books.
Alberto 10/01/2014minha estante
Excelente resenha CelioVivas. Parabéns!




Alexandra 19/04/2020

O advogado
Um jovem advogado, com uma carreira de sucesso e um futuro promissor na empresa em que trabalha, tem em sua vida um momento de reflexão após um violento incidente com um sem-teto.
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lukas oliver 10/06/2015

O Advogado
É o primeiro livro que leio deste autor, e adorei!
John Grisham é um ótimo autor a julgar por este livro, e tenho alguns colegas que já leram outros livros dele, como por exemplo: "O Júri" e "O Manipulador", disseram não ter livros melhores em uma literatura sobre histórias que envolve a área de Direito, para quem não sabe, Jonh Grisham é formado em direito pela Universidade do Mississippi, a atividade de advogado influenciou a temática de seus livros, que já tiveram mais de 250 milhões de exemplares vendidos e foram traduzidos para 31 idiomas. Vários de seus romances tornaram-se filmes de sucesso, um ótimo currículo.
...
Agora, estou louco para ler todos os seus livros, e mergulhar de cabeça como fiz neste. O achei perfeito, pelo tema, achava que seria diferente, mas quando comecei a ler mudou toda a imagem que eu tinha, bem que falam: "Nunca julgue um livro pela capa."

Ele ensina uma grande lição de vida, a história envolve advogados, que com a ganância de ficarem milionários, só pensavam neles mesmos, e em suas horas de faturamento de trabalho, esquecendo até de se dedicarem a própria família, só trabalhavam para ficarem cada vez mais ricos, passando por cima de tudo, e de todos, eles nem viviam para eles, mas sim, para o dinheiro e carreira, como muitos outros no mundo todo, e não somente os advogados, mas como outros profissionais também, porém o destino mostrou para alguns a necessidade de olharem em volta e ajudar ao próximo.

É uma história muito envolvente, interessante e emocionante, muito diferente de todas que eu já li.

Michael Brock, um advogado de uma gigante empresa de advogados, a "Drake & Sweeney", passa por um momento de dificuldade: é feito de refém junto com um monte de advogados, por um sem teto que o fez pensar melhor na vida, após ter sido feito refém, ele se tornou advogado do povo que o fez de refém, e estudando a fundo descobre muita coisa errada em sua empresa.
Adorei...
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Gabriel.Tamiozzo 11/04/2020

Incrível
O livro tem uma história que te prende do começo ao fim, sem pontas e bem escrito, primeiro livro que leio do autor mas já quero ler outro.
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Raquel T Moura 03/08/2010

A história de um bem-sucedido advogado de Washington com uma carreira promissora e em ascendência que se permite ser tocado pelo sofrimento de pessoas muito pobres e carentes depois de quase ser morto por uma delas. Todas as discrepâncias entre a riqueza e a pobreza de uma mesma cidade são retratadas nessa história.
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Ge 20/04/2011

O advogado. Suspense, ação com um viés social.
O John Grisham é advogado e seus livros circundam esta temática, mas sempre de uma forma bastante instigante, não é à toa que algumas de suas histórias foram parar nas telas de cinema, como é o caso da "Firma", "Dossiê Pelicano", o Juri, etc.
O Advogado possibilita uma visão de como funciona os grandes escritórios de advocacia nos Estados Unidos e de como se pode encontrar uma linha de fuga na dura burocracia e frieza do mundo das leis e olhar para o próximo, para os mais necessitados. Trata-se de um advogado, que após ser mantido refém por um sem-teto, passa a questionar as razões daquela atitude e para isso começa uma investigação e descobre um segredo terrível que envolve a firma em que trabalhava. Passando por uma crise existencial, questionando os modelos da sociedade, bem como sua própria atuação, o livro instiga o leitor a uma reflexão. Leitura muito interessante,com suspense, ação, imperdível,sobretudo para quem trabalhava na advocacia.
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Hester 05/05/2015

Nao gostei do livro. O autor é um excelente contador de estórias. Já li outros livros dele em que mergulhei na estória e gostei muito. Este, achei meio piegas. Tá que o tema é legal, afinal os advogados só pensavam em fazer dinheiro e esqueciam de como era viver, Esquecemos muitas vezes de olhar o outro, olhar os que precisam de ajuda. Mas nao precisa ser piegas.
Natalie 10/04/2016minha estante
Exatamente, Hester. Piegas é a palavra que faltava pra eu conseguir definir este livro.




Alberto 11/08/2014

O advogado
A narrativa é feita pelo advogado Michael Brock, futuro sócio da Drake & Sweeney, um dos maiores escritórios de advocacia dos Estados Unidos.
O livro inicia com um atentado no prédio do Dr. Michael Brock, o advogado. Um maltrapilho das ruas chega armado no escritório e mantém reféns 8 advogados do escritório, inclusive o Dr. Brock. Após horas de tensão e agitação, “Senhor”, o maltrapilho das ruas morre com um tiro na cabeça desferido por um policial de elite estrategicamente posicionado no exato instante em que um dos advogados reféns, sob as ordens de “Senhor” abre a porta para pegar a refeição solicitada. Os fluidos, sangue e pedaços da cabeça de “Senhor” escorrem pelo rosto e pelas roupas de Michael que, a princípio, imagina ter-se ferido.
O tema central da história é a dificuldade de viver numa cidade como Washington ou Nova Iorque pelos sem-teto. O tema é ricamente explorado por Grisham que consegue fazer um retrato vivo da realidade desses desafortunados. Por alguns momentos, cheguei até a pensar que aquilo que é descrito não fosse em Washington ou Nova Iorque e sim em Recife. Difícil acreditar que, numa metrópole como Washington ou Nova Iorque, centros de excelência em um dos países mais ricos do mundo, exista uma realidade como a descrita em “O advogado“. Mas, ao finalizar o livro, há uma nota do autor que evidencia de modo inequívoco, a veracidade daquelas situações. Apesar de ser uma ficção, o cenário não é uma fantasia.Este livro, o recebi de presente do meu irmão, Alexandre, há uns 7 ou 8 anos. Eu o havia lido logo ao receber o presente e lembro que gostara muito mas não lembrava de absolutamente nada. Como precisava fazer esta resenha sobre o livro resolvi relê-lo e constatei o valor da mensagem e a semelhança que existe entre a pobreza de Nova Iorque e Washington com a de Recife ou do Rio de Janeiro.

Fiz uma resenha do livro mais completa no meu blog Verdades de um Ser. Para lê-la, clique no link ou copie e cole no seu navegador.


site: http://verdadesdeumser.com.br/2014/02/05/o-advogado-livro/
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