Um lugar chamado liberdade

Um lugar chamado liberdade Ken Follett




Resenhas - Um Lugar Chamado Liberdade


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Héliton 11/08/2020

Deixar-se levar pela maré, ou lutar pela vida?
O romance de Daniel Defoe de 1719, "Robinson Crusoé", é uma das bases que inspiram Mack, um dos personagens deste livro, para ir além do que seu status social permite. O destino o leva para uma vida de escravidão e sofrimento, mas pode ele fugir disso e lutar pela sua liberdade?

Em "Um Lugar Chamado Liberdade", história que se passa a parti do ano de 1767, é mostrado a vida dos mineradores com as amarras de uma aristocracia soberba e de pensamentos distorcidos sobre a visão da vida humana. O livro retrata a realidade cruel desse tempo onde só havia um só destino para as pessoas que não nasciam de famílias com sangue aristocrata, a escravidão. Nessa realidade, a lei só era útil para aqueles com poder suficiente para impô-la, deixando os mineradores e carregadores de carvão a mercê das injustiças.

Indo do país da Escócia aos estados de Londres e Virgínia(E.U.A), o autor segue fielmente uma época onde o carvão movia um estado inteiro, onde sem ela nada acontecia, um período onde o enforcamento era tratado como espetáculo, médicos priorizam a vida das pessoas pelos seus status sociais, e onde as crianças nascidas eram juramentadas ao destino de serem propriedade dos senhores de terras.

Ken Follett constrói a trama entre três personagens centrais que possuem seus próprios capítulos, onde fora os diálogos, são narrados em terceira pessoa durante a narrativa: Malachi McAsh, um jovem minerador e condenado a trabalhar como escravo, mas que não mede esforços para buscar e lutar pelos seus direitos; Lizzie Hallim, uma dama refinada e de uma personalidade que anseia saber do diferente, devido a sua curiosidade acima do normal; e Jay Jamisson, segundo filho de um aristocrata muito influente, mas que é desprezado por ele. Qual a relação entre eles? A busca pela sua própria liberdade e a construção de seu próprio destino.

Me incomodou o fato de Follett ter deixado de lado alguns personagens iniciais, dando um "motivo" um tanto suspeito para mudar o rumo da história deles e da narrativa. O foco do desenvolvimento foram os três que eu citei, nada mais certo que isso, mas queria ver o destino e a construção uma pouco melhor dos demais. As coincidências que aconteceram também me incomodaram, uma ou duas vezes até aceitava, o problema em si foi que ocorreu várias vezes e de forma bem conveniente, dando a impressão de algo forçado para gerar o que essas situações se propuseram a fazer, mas tudo bem, isso foi algo a parte sem relação direta com a narrativa principal.

Assim como em "O Buraco da Agulha", seu primeiro romance, os personagens do Follett são bem construidos (neste aqui, ao menos os principais foram). Alguns sofrem uma grande evolução positiva, outros apenas decaem pelo seu próprio ego. O romance é bom, mas não espere algo clichê de cara, porque não tem, do tipo "um membro da alta classe e um escravo lutando contra as leis e contra todos para ficarem juntos", não tem. Gostei da forma que terminou, mas poderia prolongar um pouco mais!

Por fim, a fala de Esther (uma das personagens que gostei neste livro) resume bem a realidade deles naquela vida: "Certo e errado não contam muito nesse mundo, só no céu".
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Book.ster por Pedro Pacifico 01/03/2020

Um lugar chamado liberdade, Ken Follett - Nota 8,5/10
Em mais uma obra brilhante, Ken Follett constrói uma narrativa fluida, intrigante e com uma rica abordagem histórica. Dessa vez, o leitor se depara com a Escócia do final do século XVIII , época da primeira revolução industrial, e com a cruel realidade do trabalho escravo nas minas de carvão do país. É nesse cenário que acompanhamos a história de Mack McAsh, um dos milhares de condenados ao trabalho nas minas, mas que, por um acaso, recebe a notícia que teria chances de ser libertado desse destino... Com essa semente de esperança plantada, o protagonista desafia um sistema social rígido, alimentado pelos donos das mineradoras, para conseguir a sua tão sonhada liberdade. No entanto, depois de viver um grande amor por uma jovem feminista, Mack acaba sendo deportado para a América, onde se depara com uma realidade de abuso nas lavouras coloniais, que em muito se assemelham a crueldade nas minas de carvão. Com personagens sempre à frente de seu tempo, Ken Follett desenvolve uma trama envolvente, abordando a tão relevante temática da liberdade. Não foi o meu livro favorito do autor, mas, mesmo assim, achei excelente!!!

site: https://www.instagram.com/book.ster
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Dulce 25/02/2020

Sinopse:

"Desde pequeno, Mack McAsh foi obrigado a trabalhar nas minas de carvão da família Jamisson e sempre ansiou por escapar. Porém, o sistema de escravidão na Escócia não possui brechas e a mínima infração é punida severamente. Sem perspectivas, ele se vê sozinho em seus ousados ideais libertários.

Durante uma visita dos Jamisson à propriedade, Mack acaba encontrando uma aliada incomum: Lizzie Hallim, uma jovem bela e bem nascida, mas presa em seu inferno pessoal, numa sociedade em que as mulheres dever ser submissas e não têm vontade própria.

Apesar de separados por questões políticas e sociais, os dois estão ligados por sua apaixonante busca pela liberdade e verão o destino entrelaçar suas vidas de forma inexorável.

Das fervilhantes ruas de Londres às vastas plantações de tabaco da Virgínia, passando pelos porões da infernais dos navios de escravos, Mack e Lizzie protagonizam uma história de paixão e inconformismo em meio a lutas épicas que vão marcá-los para sempre."

#DulceLeu
#EditoraArqueiro
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Carol 25/02/2015

Ficção com gosto de verdade
A primeira vez em que alguém me indicou um livro do Follet foi o da trilogia O Século. Claro que de início o tamanho do volume assustou, mas resolvi criar coragem para tê-lo na estante porque esse meu amigo que me indicou tem um gosto muito bom para livros. Tudo bem, tive Queda de Gigantes por algum tempo aqui parado, esperando minha coragem de começar a ler, mas ela não apareceu. Só que a Arqueiro é uma linda e teve a incrível previsão de que eu não conseguiria começar a ler Follet por um livro daquele tamanho, e me presenteou com o lançamento do maravilhoso Um Lugar Chamado Liberdade, que se tornou um dos meus livros prediletos da vida.

O livro começa narrando um ponto de vista muito para frente do tempo onde a história principal é contada. Um cara achando algumas velharias enterradas no quintal da nova casa. É só um pequeno prólogo, mas dá uma ideia do que esperar do livro. Disso pulamos para conhecer Mack, um minerador que vive em uma das grandes fazendas de carvão na Escócia. Logo de início ficamos sabendo como são as coisas nesse lugar, e o que os mineradores passam para conseguir ao menos a comida do mês. É um regime de escravidão, mesmo que eles recebam por isso. Na verdade soa como um falso trabalho remunerado.

Mack acaba descobrindo um certo dado importante sobre a questão da escravidão no país através de um advogado, e pretende contar para todos na mina. Com isso tem a intenção de tornar seus companheiros conhecedores dos seus deveres e direitos, e ter a liberdade que tanto planejava para si e a irmã. Só que Mack começa a mexer com coisas que não deve e pessoas importantes, e isso passa a se tornar um jogo de poderes maiores do que ele, mas não maiores do que o povo junto.

De outro lado temos Lizzie, uma filha de donos de fazenda que está prestes a falir, e vê no casamento com um Jamisson uma chance de garantir que sua fazenda fique na família, e não seja cobrada como pagamento das dívidas. Jay Jamisson só quer o que lhe é de direito e o que o pai o nega. Por isso resolve se casar com Lizzie na intenção de cutucar uma ferida do velho, que são as fazendas dela.

Contudo os caminhos de Mack e Lizzie estão sempre indo para o mesmo lugar, e a busca por liberdade passa a ser para ambos uma prioridade de vida.

Eu fiquei completamente impressionada com o fato de Follet ser tão bom historiador quanto narrador ficcional. Ele inclui fatos importantes sobre a história da Escócia, Inglaterra e os Estados Unidos na época de colonização sem ser forçado. É natural o caminho para onde o enredo te conduz e te enche desses dados que certamente vão fazer você entender melhor como funcionavam as coisas. Penso que se escolas adotassem esse tipo de meio condutivo histórico para chegar até os alunos, as aulas seriam muito mais interativas. Eu certamente terminei de ler entendendo melhor sobre todo esse processo de colonização da América e escravidão branca na Escócia. Eu nem sabia que isso existia por lá na época!

Os dois protagonistas, que acabam sendo três porque vemos muito do ponto de vista de Jay também, são incríveis! Mack é de longe um dos meus mocinhos prediletos na literatura. O filho da mãe tinha um condutor para problemas fantástico. Em cada canto onde Mack chegasse acaba se tornando uma espécie de líder do povo, justamente por conta da sua língua ferina e inquieta. Ele não sabia ficar calado para a injustiças, e realmente era muito com em conduzir levantes e greves. O tipo de pessoa que você respeita só em ver passar, e era apenas um jovem recém saído da adolescência.

Lizzie também é uma moça admirável. Atira como nenhum homem, anda a cavalo como nenhuma dama e se comporta como nenhuma pessoa jamais vai se comportar em um livro. Ela tem a delicadeza de uma mulher doce, mas é capaz de se vestir de homem só para assistir as brigas clandestinas nos bares, ou ir a um enforcamento em praça pública na intenção de ver como são as coisas pelos olhos dos homens. É impulsiva e determinada, e tem um apreço enorme pela justiça.

Jay no meu ver, apesar do viés de vilão, é muito mais vítima do descaso familiar do que um cara que acordou e resolveu botar para lascar com o mundo. Ele foi criado de uma forma e é bem difícil alguém conseguir sair ileso de algumas coisas. Claro que nós somos responsáveis pelos nossos atos! A visão de certo e errado é comum a praticamente qualquer ser humano. Mas o social influencia muito desse coisa do que se pode ou se deve fazer. Não vi um homem agindo por maldade, por mais idiota que fosse. Vi um homem agindo para provar que podia, e isso era tudo o que ele queria desde o princípio.

O desenrolar da história é rápido e te prende absurdamente. Nas poucas páginas do livro o autor conseguiu inserir temas sensacionais e trabalhar na medida certa para não ficar cansativo. E nós passeamos entre vários países e levantes trabalhistas só para entender como esse sistema era nojento e desumano. As pessoas costumam dizer que o mundo está pior hoje em dia, e eu meio que discordo. Acho que o mundo sempre esteve ruim, só que naquela época não tínhamos TV para documentar e propagar isso.

Aquelas pessoas trabalhavam de sol a sol. Crianças, velhos e mulheres carregando peso material e emocional em suas vidas para apenas sobreviver às custas de poderosos que não queriam saber se era justo ou não o que eles faziam. Enforcamentos como diversão, pessoas acorrentadas... Isso é tão ultrajante na minha cabeça que não consigo criar uma imagem fixa de algo assim acontecendo. E Follet soube trabalhar essas nuances delicadas de uma forma que te faz sentir o que ele queria que sentíssemos naquele momento.

É uma história sobre liberdade nas suas mais variadas formas. Jay queria a liberdade de não sentir necessidade de provar ao pai que ele era tão seu filho quanto o irmão. Mack queria garantir que seu povo tivesse justiça em relação ao trabalho e meios de sobrevivência. Lizzie queria liberdade para fazer o que quisesse sem precisar de um marido para isso. Três pessoas em condições financeiras diferentes, mas que no final das contas queriam a mesma coisa.

O autor deixa com esse livro a mensagem de que a liberdade nem sempre tem a ver com dinheiro. As vezes quem é rico é tão preso quanto muitos pobres. É uma questão de perspectiva, e que no final das contas nos mostra que todos queremos as mesmas coisas e lutamos pelo mesmo objetivo: Sermos livres.


site: http://www.irreparavel.com.br/2015/02/resenha-de-um-lugar-chamado-liberdade.html
Silvia 26/02/2015minha estante
Parabéns pela resenha. Já estou lendo o livro. Um Caminho Chamado Liberdade. O primeiro livro de Ken Follet que eu li foi Os Pilares da Terra, fabuloso divino.




Amado Livro da Lua 07/08/2020

Um romance histórico para se apaixonar
“Imagine só, poder viver como quiser, não como lhe dizem. Poder escolher onde trabalhar, ser livre para largar o emprego e arranjar outro que pague melhor ou seja mais seguro ou limpo. Ser dono do próprio nariz, e não escravo de alguém … Não seria maravilhoso?”

Mack McAsh nunca se conformou em trabalhar nas minas de carvão da família Jamisson e sempre sonhou com a liberdade. Após lutar contra as expectativas impostas recebe uma carta que muda tudo. Ele será um homem livre. Mas enfrentar uma família poderosa como os Jamissons e um homem cruel como Sir George não será fácil.

Lizzie Hallim é uma jovem bonita e de família nobre. Mora com sua mãe viúva que desde que o marido falecera tem se desdobrado para manter a propriedade da família esperando até o dia que sua filha possa realizar um bom casamento e arcar com propriedade.Esse é o inferno social que se encontra presa a jovem Lizzie.

A vida será cruel com Mack que tem o grito pela liberdade dentro de si e enfrentará o que for necessário para alcançá-la. Dentro de sua própria realidade, que vai sendo descoberta no decorrer do livro, Lizzie Hallim baterá de frente com as verdades e as mazelas, e como Mack, viverá para ser livre.

Em diversos momentos da leitura eu me questionava sobre algumas atitudes de Lizzie e quando tive que julgar certos comportamentos não ficava satisfeita com o resultado. Percebi que só pude entender sua visão e pensamento quando conclui o livro e fui analisar a trajetória da personagem. Errei ao julgar que seu ponto de partida estava em pé de igualdade de Mack, sendo que ambos vieram de origens bem diferentes, portanto, noções da realidade e anseios completamente divergentes inicialmente. São as circunstâncias que geram as reflexões necessárias para o alinhamento de pensamento dos personagens no decorrer do livro.

O caminho deles estarão interligados em diversos momentos de formas decisivas e reveladoras que desencadeará momentos cruciais para o destino de ambos. Ken Follett sempre me surpreende! Ambientado às portas da Independência Americana (1776), mais um romance histórico do Ken Follett para amar.
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Macedon 09/08/2020

Autor perfeito.
Eu nunca tinha lido Ken Follet antes, e confesso que tava meio com preconceito em ler. Por ser um escritor de fatos históricos, achei q seria chato, mas meu deus. Que escrita perfeita, livro perfeito, personagens cativantes, histórias que te puxam. Eu amei forte. Recomendo para todos.
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Danika 27/02/2011

Um Lugar Chamado Liberdade
McAsh Malachi sabe que ser livre não tem preço. Não há nada nem ninguém que compre sua liberdade.
Revoltado com a escravidão que o cerca, ele foge da aldeia de Heugh, na qual nasceu. Quando recém nascido, seus pais o prometeram ao Sir George Jamisson, dono da minas e de toda aldeia, assim como todos os outros são prometidos ao lorde. Desde de criança trabalha como escavador de carvão e se sente frustado com tanta injustiça. Sempre quiz ser livre e sempre nutriu este sonho. Dentre poucas pessoas que viviam na aldeia, Mack e sua irmã gêmea, Esther, sabiam ler. Então eles acompanhavam as notícas de alguns jornais que chegavam por lá meses depois de publicados. E ele absorvia a vida de pessoas livres que viviam em Londres. E era para lá que ele iria. Ele queria fazer parte de um novo mundo.
Mack consegue fugir da aldeia na promessa de juntar dinheiro para buscar sua irmã. Ele tenta a vida em Londres, mas ser livre não torna a vida mais fácil. Mesmo assim, ele esta feliz. Livre da família gananciosa para qual trabalhava, ele trabalha em qualquer serviço que consegue. Mack defendia a liberdade dos homens quando era escavador, o que levantou a fúria dos Jamisson, que o açoitaram muito. Mas quando chega em Londres ele vê que ainda existe essa luta pela liberdade. E, mais uma vez, levanta fúria de poderosos homens que mandam na região. Ele percebe que essa luta não vai ter fim. Mas ele não é de desistir. E mesmo depois de ser preso, quase ser enforcado e ser desterrado do país, McAsh não desiste do direito de ser livre.
A família Jamisson mais uma vez surge em seu caminho, atrapalhando seus planos e destruindo sua vida da forma que pode. Quando tudo parece estar entrando nos trilhos, algo sempre acontece. Uma vida de lutas, de conquistas, de desafios, de sofrimento e de vitórias traduz a jornada de um rapaz que um dia só desejou ser livre. E que lutou até o fim para que seu sonho se realizasse.

Com uma trama bem armada, o autor nos leva a uma história fascinante de um mineiro que só sonhava em ser livre. Ele só queria escolher onde morar, em que trabalhar, a que horas acordar e o que fazer com sua vida. A história se passa no século XVIII, na Escócia, e nos deparamos com um cenário econômico e político frustado. Onde há o inconformismo das pessoas que lutam por vidas dignas e felizes.Paixão e a luta pelos ideais são pontos fortes do livro. É realmente um história encantadora. ken Follett consegue nos transportar para dentro das minas de carvão, para ruas de Londres e para as colônias da América e nos faz ver de perto como tudo acontece...
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@leiturasdamiih 13/08/2020

Romance histórico fascinante
No ano de 1766 na Escócia, vive um jovem escravo chamado Mack McAsh. Desde que nasceu seu destino já estava selado. Trabalhava na mina de carvão da família Jamisson desde os 7 anos de idade.?
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? Mack possuía um magnetismo natural que fazia com que os colegas o vissem como líder. Era questionador, possuía argumentos libertários e amante da liberdade. Era o único do seu grupo que sabia ler.?
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? Após receber uma carta de um advogado londrino revelando sobre a ilegalidade da escravidão dos mineiros, Mack decide então fugir.?
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? Já em Londres Mack vai trabalhar como carregador de carvão e então percebe que o sistema opressor escraviza também outras classes de trabalhadores.?
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? Mesmo descontente e muitas vezes sem esperança, Mack nao desiste de seu maior sonho: a liberdade.?
Trabalhar e receber um salário justo por isso era tudo o que almejava.?
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? Em Londres, Mack encontra Lizzie, sua amiga de infância que amava se vestir de maneira masculina, e era fascinada por tudo o que era proibido. Além de possuir senso de justiça era uma jovem determinada e respondia como bem entendesse a quem fosse, mandando às favas as boas maneiras. Agora casada com Jay Jamisson, filho do dono da mina na Escócia onde Mack fora escravo.?
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? Vítima de uma conspiração, Mack é acusado injustamente de um crime que não cometeu e é deportado como escravo à America.?
Lá precisará lutar com todas as suas forças para continuar em busca da tão sonhada liberdade.?
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? É o primeiro contato com a escrita do autor e posso dizer que estou encantada.?
O autor trouxe muitos temas relevantes necessários para o ótimo desfecho, como disparidade de classes, escravidão, conspiração, traição, preconceito, injustiça, mentiras, política, enfim, é uma histórica riquíssima com contexto histórico e personagens fortes, determinados e cativantes.?
Só leiam!!!
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12/09/2020

O livro começa muito bom mas os personagens não são envolventes. Já li livros melhores do autor.
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Marco Pacheco 23/06/2020

História envolvente
Primeiro livro que leio de Ken Follett, e me mostrou uma ótima fuidez na leitura, com uma ótima narrativa e uma boa ambientação da história no século XVIII, passando pelo minérios de ferro escoceses, as ruas londrinas da época, navios de escravos e pelas fazendas de tabaco na Virginia.

Esse romance histórico, se passa em meio a escravidão e a busca continua da liberdade, o que nos faz pensar muito em perseverança e esperança e também sobre os valores humanos e a liberdade, onde pertencer a você mesmo, e não ser escravo de ninguém, é o grande foco.
Damiris 05/07/2020minha estante
Deu vontade de lê-lo... liberdade é um tema que muito me interessa!




samir crzo 26/05/2020

Ótimo livro!!
Um livro muito bom com emoção do começo ao fim, bem escrito !!
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sonia 21/09/2014

personagens fortes
É interessante acompanhar a evolução de um escritor.
Ken Follet aproveitou o filão das lutas sociais para organizar alguns enredos bem interessantes, e criar personagens que cativam por seu idealismo, coragem, resiliência.
Percebe-se que não são personagens criados a partir do nada, por trás certamente há uma vivência ou ao menos uma observação cuidadosa e atenta da realidade.
Neste livro ele vai explorar a mineração do carvão e o início das colônias na América.
Ainda não amadureceu de todo, mas já se percebe que cresce no ofício, que chegará a seu máximo com Os pilares da Terra e a trilogia do século XX (opinião minha).

site: http://escritoraporvocacao.blogspot.com.br/
Thais 02/10/2017minha estante
obrigada pela resenha, eu li este depois de ler a trilogia do século e achei muuuuito fraco.
Agora entendi o motivo.




regiane.cristina.503 30/12/2014

Romance histórico
Ótimo romance histórico. Há alguns clichês, mas bem menos do que se espera neste tipo de livro com paixões, heróis e vilões. Leitura deliciosa, que nos prende e surpreende em vários momentos. Estou adorando!
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Mundo de Tinta 01/02/2017

Um Lugar chamado Liberdade
Fazia tempo que eu não entrava pela madrugada lendo pra poder terminar um livro. E hoje estou sentindo a maior falta dele...
Mack é um escocês cheia de convicção do que quer para sua vida. E ele não quer ser mineiro. Não quer ser propriedade de ninguém, muito menos de Sir George Jamisson. Mack ainda não sabe bem como fazer, mas tem certeza que vai conseguir: ser livre.
“... – Seja como for, não importa: vou para qualquer lugar que não seja a Escócia, para qualquer lugar em que um homem possa ser livre. Imagine só, poder viver como quiser, não como lhe dizem. Poder escolher onde trabalhar, ser livre para largar o emprego e arranjar outro que pague melhor ou seja mais seguro ou limpo. Ser dono do próprio nariz, e não escravo de alguém... não seria maravilhoso?” pág. 44
No século XVIII, mas especificamente 1766, os mineiros escoceses eram considerados propriedade dos donos das terras como também seus filhos e esposas. E todos tinham que trabalhar em troca de um salário absurdamente baixo. Viviam numa miséria quase absoluta. E tudo isso, baseado em leis! Pesquisando vi que tudo isso é verídico e só mudou 100 anos depois quando o Parlamento Britânico instaurou leis que defendiam os direitos dos mineiros.
Quer continuar a ler?
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Bjs

site: http://blogmundodetinta.blogspot.com.br/2015/01/resenha-de-tinta-um-lugar-chamado.html
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LER ETERNO PRAZER 02/03/2020

Em "Um lugar chamado liberdade", Ken Follett nos leva para High Glenn, uma pequena aldeia na Escócia, o ano é 1766. Tem como principal atividade econômica a mineração e é dominada pela família Jamisson. Nessa cidade os mineradores levam uma vida árdua e sofrida, com condições de trabalho inseguras e insalubres. É nessa pequena cidade que vamos conhecer Mack MacAsh, um rapaz de 21 anos que não aguenta mais essa vida que leva, para piorar a situação Mack é condenado à escravidão e a sua ocupação como minerador é na verdade uma condição de trabalho escravo.Não aguentando mais a incerteza quanto ao próprio futuro, Mack após enfrentar Sir George Jamisson, o seu "dono", coloca em sua cabeça que precisa fugir desse lugar e conquistar a sua liberdade.Ele consegue fugir para a cidade de Londres com a promessa de juntar dinheiro suficiente para resgatar a sua irmã gêmea Esther.Porém, Londres não é diferente da pequena cidade da Escócia, ele vê que homens poderosos mandam na região, os caminhos de Mack acaba cruzando com o da família Jamisson. O jovem rapaz acaba vendo-se envolvido em confusões que o leva a ser preso, condenado e deportado para os Estados Unidos.É nos E. U. que Mack irá colocar um ponto final na sua busca por liberdade!
Ken Follett é um dos grandes mestres da ficção histórica e sempre leva ao leitor livros excelentes como "Os Pilares da Terra", "A trilogia século" e outros. Com o livro "Um Lugar Chamado Liberdade" não tinha como ser diferente, pois é um livro de muita qualidade onde o autor mescla elementos históricos com personagens ficcionais de forma magnífica. Follett nos demonstra de forma brutal como era o trabalho nas minas de carvão, principalmente na condição de escravo como a de Mack. Também retrata o poder político e financeiro nas mãos de poucos, seja na pequena aldeia de High Glenn ou na grande cidade de Londres."Um lugar chamado liberdade" é um tapa na cara do leitor, retrata a vida dura, bem como as poucas opções que a mulher ou o pobre tinham na sociedade daquela época. Um ótimo, sua leitura flui, não é cansativo, bem dosado e com personagens bem criados.
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