Como Viver Eternamente

Como Viver Eternamente Sally Nicholls




Resenhas - Como Viver Eternamente


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claudioschamis 25/09/2009

Que livro gostoso de se ler. O título pode até sugerir muita coisa. Mas um conselho, não tire conclusões precipitadas. Não julgue o livro pelo título. Não pense que vai encontrar uma fórmula mágica de como viver bem e eternamente em 10 passos. É muito mais que isso. É um livro que fala da vida, de suas coisas boas, de suas coisas ruins. Da tristeza e da alegria. Um livro bonito, leve apesar de falar sobre a história de uma criança com leucemia que enquanto espera a sua morte resolve escrever um livro. Um livro que vai com certeza de dar uma injeção de mais vida e fazer com que você reflita sobre coisas que talvez nunca tenha pensado antes. Você vai com certeza se emocionar, vai rir, vai chorar. E vai quem sabe tentar responder algumas das perguntas que Sam, o nosso protagonista, formula. Ou vai também fazer das perguntas dele as suas. Pegando carona no que o próprio editor disse, não é apenas um romance que pode ser lido por crianças acima de oito anos de idade, mas por qualquer ser humano de qualquer idade. Mas é preciso que seja um ser humano. É um livro encantador.

Vitória 28/03/2012minha estante
Muito lindo esse livro!!!


Stella A. 31/03/2013minha estante
Esse livro é muito lindo, retrata muito bem a vida de uma criança cm leucemia, emociona, faz chorar, e a gente se sente na pele dos personagens, perfeito.


Manuella 05/05/2014minha estante
Perfeito, Claudio. Acabo de ler uma resenha sobre ele na blogosfera e senti exatamente o que vc falou, Sam tem algo a nos ensinar. Ninguém melhor que uma criança para mostrar novos olhares sobre as coisas simples da vida, com muita propriedade e riqueza!


Joy 15/01/2016minha estante
Um livro de escrita inocente e pura, história linda! toca no coração e nos faz lembrar do que vale a pena nessa vida.




Juu 11/09/2010

Fazia tempo, ou melhor eu nunca li um livro que eu chorasse tanto. De verdade. As palavras, tudo como ele narra, faz com que você saia do seu lugar e entre de cabeça na história. Li em poucas horas.
Mostra que não importa o quanto tempo tenha uma amizade, mas quando é verdadeira, você a leva para a vida toda. E, é incrivel. Desde o momento em que o amigo dele morre, eu só consegui chorar.
Você começa a ler, não consegue parar... E o modo como ele consegue realizar todos os sonhos dele é encantador.
É muito triste, mas é perfeito o livro. Parabéns à Sally!
Cris 06/10/2011minha estante
E a gente chora, chora, chora e ri chorando.
É um dos poucos que me fez chorar e sorrir ao mesmo tempo.


Juu 11/01/2013minha estante
Reli e chorei copiosamente, de novo.


Maurício 15/03/2013minha estante
Adorei a parte do velório, em que ele percebe que as pessoas são hipócritas, e que o amigo dele estava usando um terno, no caixão, sendo que todos sabiam que ele amava aquela camisa de rock preta e surrada. Sempre me apaixono por essas histórias simples!


Isabella 20/05/2013minha estante
Fquei mais triste na morte do Feliz do que do Sam '^' acho que porque pra morte do Sam a gente já está preparado..




Esdras 08/08/2017

“Pode ser algo que morre ou pode ser algo que nasce. Depende do ângulo que se escolhe.”
Aqui conhecemos o Sam. Um garoto de 11 anos que tem Leucemia. Já faz um tempo que ele lida com a doença e o livro trata do seu dia a dia na luta contra a mesma.
Sam já não frequenta a escola. Tem aulas particulares em casa junto com seu amigo Felix.
A amizade dos dois é muito legal de acompanhar e proporciona momentos engraçados, mesmo em meio a esse clima de ‘tem algo muito errado por aqui’.

Sam resolve escrever um livro sobre sua vida. E nele inclui várias listas sobre coisas pra fazer antes de morrer, recordes a quebrar, pensamentos e melhores coisas que fez na vida. (O livro dispõe de pesquisas também, com fatos verídicos.)
Interessante analisar o que se passa na cabeça dele. Ele tem consciência da doença e sua gravidade, mas ao mesmo tempo não se sente como alguém incapaz. De modo que se questiona, junto ao amigo, o porquê de crianças portarem doenças desse tipo ou qualquer outra doença. Por que crianças? É Deus quem lhes dá doenças? Com qual propósito?
Contamos ainda com suas reflexões sobre morte, pra onde vamos, se a gente sente quando morre e coisas do tipo.

“ – É a minha vida. Não quero passar o resto dela tomando drogas horríveis...”

Essa leitura encanta e emociona por sua simplicidade e inocência. Sobretudo pela esperança que os personagens se negam a abandonar. Todos lutam, bravamente, da maneira que conseguem suportar.
É uma narrativa pesada no quesito sentimental.

A rotina do Sam torna-se mais e mais desgastante ao longo do desenvolvimento e isso ultrapassa o papel e atinge a gente em cheio e nos faz compartilhar tudo o que ele sente. É exaustivo. É triste.

“ – Pensei que seria amedrontador. Mas não era. Era apenas silencioso e vazio.”

A escrita da autora é muito envolvente. E excelente ao mesclar a seriedade da doença com a leveza e a magia do olhar de uma criança.
Sem dúvida, muito marcante. Amei.

Fernando Lafaiete 10/08/2017minha estante
Goste da resenha e como adoro livros assim; já está na lista de futuras leituras! Percebi que você mudou a estrutura da resenha, gostei bastante!! :)


Esdras 10/08/2017minha estante
Espero que goste, Fernando.
Obrigado.


Sangelo 31/03/2019minha estante
Já li esse livro emprestado, amei a história e o choro ficou entalado na garganta. Ótima recordação tive agora após ler sua resenha, obrigado por me relembrar o quão maravilhoso foi esse livro.




LPHanna182 27/12/2015

"Algumas coisas são perfeitas do início ao fim."
Um livro pequeno, porém bastante proveitoso. Li em menos de 24h. A história nos passa a mensagem que devemos aproveitar a vida e as pequenas coisas enquanto podemos. Viver eternamente como se não houvesse amanhã, dar valor ao que se têm. Enfim, bom livro, bons personagens, história envolvente, boa autora, ou seja, super estimado. Recomendo!
Diana Lagasse 18/06/2018minha estante
É um ótimo livro. Li há muitos anos atrás na biblioteca da escola. Simplesmente perfeito.


Diana Lagasse 18/06/2018minha estante
É um ótimo livro. Li há uns anos atrás na biblioteca da escola. Simplesmente perfeito. Amei a leitura.




Silver Se7e 24/10/2010

Emocionante
Sam esta com onze anos e vive o drama do câncer. A vida dele é a família, mãe, pai, irmã mais nova e seu grande amigo Felix, que é um pouco mais velho. Ambos têm aula em casa porque os dois estão doentes.

No decorrer do livro as esperanças diminuem cada vez mais. É difícil acreditar que o final será feliz, mas o importante não é o final, e sim como se vive até chegar lá. E Sam tenta fazer o melhor com a vida que tem.

Tudo é muito triste, mas mesmo assim perfeito, é uma história singela, mas completa.

É um livro que se lê em um dia, e esse é seu único problema, ser curto de mais.
Cris 06/10/2011minha estante
Como a Jé ali em cima disse.
É um livro sobre sentimentos. De uma forma ou de outra a gente sento o que o Sam está passando. Ao contrário do que vocês possam pensar, não é um livro de auto-ajuda.

ESSE É SEM DÚVIDA O MEU LIVRO PREFERIDO.

Realizei os sonhos do Sam com ele, presenteei os parentes e amigos de Sam junto com ele. E fugi de casa com ele pra ficar na neve.

É um daqueles livros em que o choro vem, e a gente nem sente as lágrimas correndo. E a gente chora, chora e ri. Um livro tão singelo que traz sorriso mesmo nas horas mais trites.

Sally Nicholls sabe escrever.




Adriano 29/08/2013

Muito Marcante
Há tempos que procuro Como Viver Eternamente para ler e não o encontrava com preço em conta para comprar. Recentemente, descobri uma cópia dele na biblioteca de meu colégio, no entanto, conseguir achá-lo foi uma tarefa difícil.. Até que num momento despretensioso, eis que uma amiga achou e eu comecei ler na segunda feira mesmo, dia 26.08.

Assim que iniciei a narrativa fui transportado para a vida de Sam, um menino de 11 anos, sonhador, com uma mente brilhante, cheio de objetivos que está acometido com leucemia em estado terminal. Ele e seu melhor amigo Felix, também com câncer contribuíram para a construção de uma narrativa intensa, simples e "gostosa" de se ler.

O livro acompanha a vida deles, seus diálogos, medos, brincadeiras, reflexões, e "coisas para se fazer antes de morrer", como:

- Descer a escada rolante de subir, ou subir a escada rolante de descer.
- Quebrar muitos recordes mundiais.
- Pilotar um dirigível.
- Ver um fantasma.
- Ser adolescente...

Todas essas coisas, unidos a escrita sensível da autora tornou a obra muito marcante. Mesclando capítulos rápidos, figuras, listas e reflexões é evidenciado também o sofrimento causado na família quando se tem uma pessoa com câncer em estado terminal em casa. Mostra o que os pais são capazes de fazer para conseguir tirar um sorriso dos filho.

A história narrada por Sam, nos apresenta um menino consciente do seu estado terminal e sobre a tênue linha entre a vida e a morte. Para ele, morrer não é o grande problema. De forma geral, a história é contada por Sam até o momento de sua morte, como forma de mostrar o que se passa na cabeça de uma criança sabendo que irá morrer a qualquer momento.

"Este é meu livro. Iniciado em 7 de janeiro e terminado em 12 de abril. É uma coletânea de listas, histórias, fotos, perguntas e fatos. É também a minha história. [...] Quando você estiver lendo isso, provavelmente já estarei morto. "

Confesso que me emocionei em diversas partes, principalmente quando surgiam reflexões, chamadas de Perguntas que ninguém responde, tais como:

*Como você sabe que morreu?
*Morrer dói?
*Por que Deus faz as crianças ficarem doentes?
*Por que as pessoas tem de morrer?
*Para onde vamos quando morremos?

Para quem gosta de livros com essa temática, esse livro é perfeito.
Uma das melhores leituras de 2013 *-*
Espero que tenham gostado da resenha!

site: http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2013/08/resenha-como-viver-eternamente-sally.html
Gu 13/11/2013minha estante
Lindo livro e perfeita resenha!




Jess 13/06/2010

Estou a exatos 10 minutos pensando sobre o que dizer.
Acho que não há exatamente algo para dizer. Quem leu, sentiu. Esse livro é principalmente sobre a vida, apesar de parecer que é sobre a morte. Ensina a dar valor. E mostra a coragem de dois grandes amigos, Felix e Sam, que enfrentaram como ninguém essa grande aventura seguinte que é a morte. É um livro lindo. "Algumas coisas são perfeitas do ínicio ao fim."
Cris 06/10/2011minha estante
A garganta aperta só em lembrar do Felix.
E sorrio ao lembrar da irmã do Sam. =)

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rs, passei a gostar do Green Day depois do Felix.




Yanes S. 28/07/2014

Como Viver Eternamente, de Sally Nicholls
1. Dizer todo dia de manhã: Amanhã vou dizer isso de novo.

Todos nós estamos fadamos a uma certeza: em alguma hora morreremos. É o ciclo da vida, já estamos conformamos com isso. Mas, o que parece ser injusto é quando crianças terminam o ciclo da vida mais cedo, como o protagonista de Como viver eternamente, da autora britânica Sally Nicholls, que segue uma tendência chamada de literatura sick-lit ou literatura enferma.

Sam é um garoto de 11 anos e até o fim do livro ele estará morto. Sam é extremamente cativante, chama a atenção do início ao fim. Aprende a lidar com a sua doença pela terceira vez, com a ajuda de sua família e de seu amigo Félix.

Sam tem uma mãe super protetora, uma irmã que não entende porque o irmão possui algumas vantagens, como não ir à escola e um pai que evita falar sobre a doença do filho. A família destoa com a vivacidade e com o jeito descolado de Félix, que curte o rock da banda Green Day, anda com cigarros nunca utilizados nos bolsos e, ainda, provoca o amigo com o seu ar de segredos.

A história não gira em torno da morte do garoto, mas como ele tenta viver sua vida, criando listas, imaginando e respondendo perguntas que ninguém está preparado para responder, seja sobre a vida ou a morte, mesmo que a única opção seja buscar respostas na internet.

O livro é narrado pelo próprio personagem, que conta suas aventuras para driblar a depressão, o medo, a angústia e as dores. Ele apenas ensina a aproveitar a vida a cada minuto e como deveríamos tentar celebrar a vida.

(Continue lendo)

site: http://trechosdelivros.com/resenha-literaria-como-viver-eternamente-de-sally-nichollis
arthur 27/10/2014minha estante
Antes de mais nada quero dizer que este livro me emocionou bastante e posso dizer, com toda certeza, uma das melhores leituras até agora deste ano! Tão doce, belo, sensível e emocionante... Uma história contada de um ponto de vista de uma criança... Como não se emocionar! Li este livro mais que depressa, o Livro Viajante de um grupo que participo, onde votei nele pra que fosse o escolhido. Fiquei super contente por ele ter ganho e estava super mega agoniado pra que chegasse a minha vez de ler e conhecer a história de Sam! Eu rachei de rir com os momentos hilários dele, da sua irmã e do seu amigo Félix kkkkkkkkk é muito engraçado o momento que eles vão tentar se comunicar com os mortos no tabuleiro Ouija! kkkkkkkkk Mas o grande momento do livro é a morte de Félix... Foi de partir o coração :( Não parei de chorar até terminar o livro!!! As 100 últimas páginas foram muito tristes...
Parabenizo o livro, a Sally e a belíssima mensagem que esta história trouxe pra mim! Nota 10! :)




Jefferson 14/02/2018

Já de cara percebe-se que é uma história triste. É uma leitura rápida e agradável, pois o personagem principal é carismático e seu melhor amigo que o acompanha durante toda a história é inteligente e bem sarcástico. Mas por outro lado, em muitas passagens os diálogos não me convenceu de que se tratava de duas crianças. Fica óbvio que um adulto está escrevendo. A graça de personagens infantis ou de gêneros diferentes do autor, é esquecermos que tem uma pessoa "x" por trás desses personagens e imergimos as cegas na estória. concluindo, é um bom livro e seu ponto forte é nos colocar no lugar dos (principalmente dos pais) dos personagens. É uma boa pedida para uma noite calma e muito feliz, porque ler esse livro num estado emocional ruim, não vai ajudar em nada.
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Ayumi Hatamoto 29/04/2012

Como viver eternamente
Como viver eternamente é um livro tão cativante que o li em poucas horas. É um livro que vai fazendo você se emocionar a cada capítulo que se passa narrado por Sam! Não tem nem como definir muito. Me indicaram e indico também, foi um dos melhores livros que já li! ;D
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Bruno 08/10/2013

Perguntas que ninguém responde: “Porque Deus permite que as crianças adoeçam e morram?"
Sally Nicholls obteve inenarrável êxito ao escrever "Como Viver Eternamente" - Seu primeiro romance. Aborda a leucemia através do típico olhar inocente de uma criança, no caso, Sam (Um jovem obcecado por fatos e Records Mundiais). A história é desenvolvida através do diário de Sam, no qual somos apresentados aos seus devaneios, sonhos e as "perguntas que ninguém responde". Durante o livro encontraremos personagens marcantes, como é o caso do rebelde e ímpar Felix, o qual será o símbolo de coragem e motivação da busca eterna dos sonhos do coadjuvante. Um romance dirigido a crianças, adolescentes e adultos, "Como Viver Eternamente" é um livro básico na coleção de qualquer leitor do gênero e que busca, de fato, acrescentar algo ao leitor.
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Karina 17/08/2014

Resenha: Como Viver Eternamente
Autor: Sally Nicholls
Editora: Geração Editorial
Páginas: 230

A história de Sam, 11 anos, que sofre de leucemia, não promete, a meu ver, a intensidade de um drama sobre o sofrimento de se ter câncer; claro que, ao longo da narrativa, a vida de Sam e o que ele sofre com a doença acabam ficando claro, mas não senti que fazer um grande drama era o objetivo, e sim mostrar um garoto que age naturalmente e que nos toca ao falar da vida com tanto gosto e tantos sonhos, mesmo sabendo que teria, com sorte, apenas mais um ano de vida.

Sam tem como seu melhor amigo Félix, a quem conheceu no hospital em uma das vezes em que ficou doente, e ele também tem uma grave doença. Sam, que observa nas pessoas o que elas têm de melhor, vê em Félix um garoto com múltiplas qualidades e por quem desenvolve muita admiração. Os dois começam a ter aulas juntos em casa e um dia a professora sugere que eles escrevam. Eles então começam a escrever um livro juntos, e é neste livro que estão todas as experiências, as metas e as inquietações desses dois amigos cujo objetivo é cumprir tudo o que escrevem e responder a tudo que querem saber a respeito.


Sally Nicholls soube fazer dos pequenos acontecimentos na vida de Sam e da forma com que procede na narrativa – simples, como realmente um garoto escreveria – o motivo de a leitura ser tão emocionante. Entre explosões vulcânicas, filmes de terror e outros desejos, a leitura chega a ser divertida mesmo tratando-se de dois sobreviventes do câncer.

Sam sempre questionou a morte, o porquê de Deus fazer com que as crianças adoecessem. Segundo ele, são perguntas que os adultos nunca têm coragem para responder ou também não sabem a resposta, mas ele está disposto a descobrir e preencher seu livro com essas respostas que tanto o inquietam.

No meio do romance é possível também ver que a autora traz todo o contexto da família que sofre por não poder fazer muito mais pelo filho, a irmã mais nova enciumada por ter um irmão que fica em casa e ela ter que ir à escola, a mãe que tenta fazer tudo ficar bem e o pai que vive em um estado de negação. Ou seja, da realidade de uma família que tem um filho em estado terminal e sem muito tempo para aproveitar da companhia dele.

A beleza do livro está na mensagem, na lição que esse protagonista de apenas 11 anos nos traz sobre o sentido da vida, de ter sonhos mesmo que alguém afirme que você não terá como realizá-los, de continuar tentando, de amar incondicionalmente um amigo, de viver cada momento, de lidar com o luto e ainda acreditar que existe alguma coisa boa que nos espera após a morte. É nesse otimismo e veracidade das palavras de Sam que reside a grandeza do livro. Uma maneira inusitada de fazer o leitor se emocionar, pois o livro não é apelativo. Sam trata sua doença com naturalidade e faz o finito se transformar em infinito na sua jornada. Uma leitura memorável!


site: http://livrofagia.blogspot.com.br/2014/08/resenha-como-viver-eternamente-autor.html
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Raquel 20/02/2016

Uma leitura emocionante
Este livro pode parecer leve numa primeira impressão, mas ele é muito delicado. Em forma de diário Sam nos narra os seus dias, até a sua morte.
Sam McQueem é um garoto de apenas onze anos, ele foi diagnosticado com leucemia e luta com o câncer com as séries de remédios que lhe dão. Ele tem aulas em casa, o que sua irmã Bella acha uma injustiça já que ela tem que ir a escola. Felix, seu amigo que também tem câncer divide as aulas da Sra. Willis com ele. Apesar de Felix ter uma personalidade diferente da de Sam, eles se dão muito bem e tem uma amizade sólida.
De início o livro já te choca com a apresentação de quem é Sam, mas logo em seguida conhecemos um garoto apaixonado pela vida, que se dedica aos estudos mesmo tendo uma influência ruim de seu amigo e que tem sonhos que aparentemente são impossíveis, e quer descobrir algumas histórias e ama ciência.
O livro é narrado por ele e assim não temos uma visão tão detalhadas dos outros personagens. Mas Sam fala de sua mãe, uma mulher que largou seu trabalho para cuidar do filho em tempo integral; o seu pai que não gosta de falar sobre a doença do garoto; e Bella que é mais nova que ele e é sempre curiosa fazendo perguntas o tempo todo, mas ele também tem perguntas aquelas perguntas que ninguém sabe realmente a resposta.
Achei que fosse chorar ao ler o livro, devido à doença de Sam, já que com filmes que falam do assunto sempre cai uma lágrima, quase cheguei a isso, mas não. O livro é delicado, e ao mesmo tempo engraçado, Bella e Felix sempre soltavam algumas falas que era impossível não rir; Sam tem uma energia tão doce que queria saber o que mais ele iria escrever em seu livro, a narrativa é contagiante, mas ela também é lacônica e apesar disso é uma leitura colossal, acho que nunca vou esquecer o Sam e nem o Felix.
Para um garoto que estava na situação de Felix era muito estranho de ver um adolescente que quebrava regras, um adolescente como outro qualquer que gosta de rock e de aproveitar a própria adolescência, e não um garoto triste e cabisbaixo. Assim também era Sam, porém um pouco mais quieto.
O trabalho da editora está ótimo, eu adorei essa capa e o sol quase imperceptível no canto superior, sem falar na contra capa que difere dos outros livros mostrando as pernas de um garoto acima de uma árvore, não pude deixar de imaginar que é Sam. Sem falar nas imagens do livro que foram feitas por alguns dos "personagens" e pelo narrador, e as listas feitas por Sam que pareceram bem fiéis a narração. A fonte não é convencional, mas não me incomodou a ler a noite (em uma noite).
Uma leitura leve e densa ao mesmo tempo. Leia, se encante e, por que não, chore e se emocione.
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Escritora por um Acaso 25/02/2016

Como Viver Eternamente
Primeiramente, este foi um livro extremamente tocante e forte para mim. A simplicidade de uma criança de 11 anos pode ser claramente percebida neste livro. A autora conseguiu dividir perfeitamente a pureza e a agressividade de uma doença tão fatal, presentes no livro todo.

Sam é um garoto de 11 anos, colecionador de histórias e fatos fantásticos, apaixonado por dirigíveis, com um pequeno problema. Sam tem leucemia. Não tem muito tempo, mas muito o que fazer. Sam tem uma lista de coisas que quer fazer antes de morrer e nela entram coisas um pouco diferentes, como ocupar um lugar no livro dos recordes, andar de dirigível e muitas outras coisas.

No decorrer da história conhecemos Felix. Felix também tem câncer. Os dois meninos se conheceram no hospital e viraram melhores amigos.

Sam decide escrever um livro depois de um dia de aula, no qual sua professora dá a ideia e ele leva a sério. Em seu livro, ele coloca fatos, listas feitas por ele mesmo, e também a sua história.

"– O final do livro é de enorme impacto emocional – elogia o editor Emediato. – Ninguém quer morrer, mas já que temos que morrer, então que seja daquele jeito."

O livro termina com um testamento feito por Sam, uma lista de coisas para serem feitas quando ele morrer. É um livro simplesmente incrível. Recomendo.

site: http://escritoraporumacaso.blogspot.com.br/2015/07/resenha-como-viver-eternamente.html
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Águida 06/09/2015

Se eu precisasse escolher um livro para ler para o resto da minha vida seria este. Nunca um livro me tocou tanto, nem me sentir tão imersa na história (até subir a escada rolante que desce que já fiz inspirada neste livro). Sally Nicholls escreve de uma maneira maravilhosa fazendo o leitor sentir o mesmo que o Sam (personagem principal da trama) e sofrer com o final esperado e não inesperado ao mesmo tempo. Recomendo a todas as pessoas que lessem este maravilhoso livro pelo menos uma vez na vida, tenho certeza que elas jamais se esqueceram da história do Sam.
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