Moby Dick

Moby Dick Herman Melville




Resenhas - Moby Dick


164 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Marcos Carvalho 20/09/2009

Capitão Acab
Um longo livro alternando capítulos grande e pequenos, como ondas, como o próprio mar. 80% da narrativa é sobre assuntos relacionados a navios baleeiros e as baleias de modo geral, tudo é dito e comentado e outros 20% da leitura é sobre a vida do pessoal de bordo e encontros com outros navios, sempre dando notícias de maus agouros. Assim, o leitor, nesse universo, fica impaciente, nervoso, angustiado, tende a largar o livro e abandonar a leitura, pois o encontro da Baleia não chega. Se você se sentiu assim, nesse pequeno universo, e conseguiu findar a leitura, agora podes compreender como Capitão Acab se sentiu nessa sua agonizante espera de seu objetivo, em uma viagem de 3 anos para se vingar da baleia, na bela narrativa das últimas 40 páginas.
Lucas.Pinheiro 11/03/2015minha estante
esta muito bom a resenha mas tambem merece mais sobre o começo do livro e sobre Queeq queq


Venixgamer 11/03/2015minha estante
boa sua resenha cara foi pouca mais muito boa mas para ficar poderia falar de outros personagens, o incio o meio e fim do livro.




Aguinaldo 08/02/2011

moby dick
Moby Dick. Don Gilmar encomendou para mim e o tijolo chegou bonito à CESMA uns dias atrás. Começei ler naquele sábado mesmo. Este é o tipo de livro que já estava tempo demais na minha lista de futuridades. A bela edição da Cosac Naify fez-me resolver enfrentar o Leviatã (que é como o autor se refere as baleias em geral). A edição inclui vários mimos para o leitor: um glossário de termos náuticos, ilustrações de navio e bote baleeiros, bibliografia, um belo mapa com o trajeto do Pequod pelos mares até encontrar Moby Dick e três belos ensaios sobre o livro, muito esclarecedores. Eu incluiria ilustrações dos tipos de baleia descritos no livro, como o cachalote e a baleia franca, para ajudar o leitor a imaginar a forma destes seres absurdamente maiores que os homens, mas o editor deve saber o que faz. Mas o que dizer de um clássico? Apesar de grande (e pesado, não foi fácil sair por aí carregando o livro, o que se tornou um motivo a mais para lê-lo logo de uma vez) não é uma leitura muito complicada. Claro, há trechos repletos de enigmas literários, históricos e bíblicos e também longas descrições complexas sobre vários temas (náuticos, anatômicos, biológicos, físicos, históricos, meteorológicos) que podem afastar um leitor mais interessado na caça em si de uma baleia. Como escreve Evert Duyckinck em sua resenha (publicada no mesmo ano que o livro, 1851) há vários livros neste livro: uma consideravel parte dele dá ao leitor os vários aspectos técnicos do que é uma baleia (mais especificamente um cachalote, uma baleia que tem dentes) e de como e porque se caçava uma baleia no século XIX; em uma outra parte do livro, que de fato é até modesta, diria menos de um terço do livro, temos o romance em si da caçada de uma baleia específica, Moby Dick; e, por fim, há uma terceira parte que envolve as reflexões um tanto moralizantes do narrador, Ishmael, analisando a alma humana e sua relação com a deidade. O romance da caçada envolve personagens marcantes, como o capitão Ahab, que deseja apenas vingar-se de um baleia que destruiu sua perna em uma outra ocasião, não se importando com o destino de seu navio e sua tripulação. Outros personagens são igualmente inesquecíveis: Queequeg, o arpoeiro asiático de corpo tatuado; o primeiro imediato Starbuck, um Quacker relutante quando tem de enfrentar seu irascível capitão; o arpoiro Tashtego, que renasce das entranhas de uma baleia; o bem humorado segundo imediato Stubb; o misterioso arpoeiro pessoal de Ahab, Fedallah, que profetiza o destino funesto de todos por conta da caçada. As imagens construídas por Melville são sempre muito vívidas. Um sujeito mais romântico facilmente é levado a sair para o mar e conhecer o mundo misterioso da vida em um navio de grande porte. Os leitores que têm curiosidade científica certamente vão achar o livro gostoso de ler: até a descrição do que é o problema da braquistócrona, isto é, achar a curva de menor tempo de viagem entre dois pontos para um objeto sob uma força gravitacional constante, proposto por Johann Bernoulli, no início do século 18 e que eu ensino nos meus cursos de mecânica clássica aparecem disfarçados no livro. A inversão da polaridade de uma agulha de bússula por conta dos raios de uma tempestade no oceano pacífico também aparece bem contada no livro (assim como o procedimento que o capitão utiliza para re-imantar o objeto). Curiosa também é a descrição da topologia das terras altas dos Andes, que já foram o fundo de algum mar em tempos remotos. Todo este material deve muito a literatura naturalista e/ou realista do século XIX. Há também muitas citações literárias (além das mais obviamente bíblicas) como a do Albatroz de Coleridge. Assim como no Quixote temos histórias vagamente relacionadas ao texto principal nele enxertadas (a do motim do navio Town-Ho ou a dos sucessos do navio Samuel Enderby, por exemplo), mantendo o leitor preso ao livro, mas ansioso por uma conclusão da história principal. Foi uma bela semana de leitura. Semana chuvosa, como se o mar viesse a Santa Maria tornar mais verossímel a leitura. Don Ronái acompanhou-me nesta viagem e se deliciou também neste mar. Ainda temos de conversar sobre estes senhores corajosos e suas obsessões, sobre a brancura das coisas, sobre a moralidade das gentes, apoiados em nossos banquinhos mochos, esquecidos dos aborrecidos sucessos locais. Finis.
"Moby Dick", Herman Melville, tradução de Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza, editora Cosac Naify, 1a. edição (2008) capa dura 17x23.5cm, 656 pág. ISBN: 978-85-750-3670-9
Pedro Viegas 23/05/2011minha estante
Acho que preciso reler esse livro...


Thiago 30/08/2012minha estante
Excelente resenha Aguinaldo. Mas um "enter" de vez em quando daria mais leveza na leitura. Abraço.




Leandro Lawall 09/01/2009

Descritivismo exagerado. Livro chato. História chata.
Cris 15/01/2009minha estante
é preciso paciência , livro pra uma época mais , digamos , slow nos enredos.já tive vontade de manda o segundo capítulo matar de forma ecológicamente incorreta aquela chatice de baleia!


Gigio 21/09/2011minha estante
Concordo plenamente. Foi por persistência que cheguei ao final. Vários trechos extremamente desinteressantes. Não recomendo.


guto 30/10/2012minha estante
olha gente que acho esse livro chato vocers nao tiveram paciencia de loer ew capitar todas as informacoes da narrativa e mt bom mas claro que tem que ter paciencia


Jordano 05/06/2014minha estante
Eu também achei bastante chato, principalmente nas partes que detalham as técnicas e instrumentos dos baleeiros. Entendo o papel de minuciar as coisas, faz sentido para o objetivo do livro... mas acredito ter passado do limite razoável. Terminei o livro com a sensação de que 350 páginas poderiam ser dispensadas sem prejuízo nenhum. Quanto à edição, recomendo que fujam da Editora Martin Claret (coleção "A obra prima de cada autor"). A tradução e a revisão foram sofríveis.


IvanVenson 09/12/2014minha estante
Recado aos leitores,
Por favor, desconsiderem comentários como este aqui de cima. A leitura dos clássicos é fundamental e nunca será "perder tempo da sua via " (sic). Um clássico nos faz compreender e conhecer muito melhor uma determina época. Mas é claro que não é um livro para todos. E não se trata e nunca se tratou da história, ou da trama, pois esta já se sabe desde o início qual será o desfecho, assim como Grande Sertão: Veredas, será que alguém lê Garcia Marquez pela história, pelo enredo? Com certeza não, mas pelo prazer de abrir o livro em qualquer página e se deparar com uma obra-prima que é o texto. Para aqueles que gostam de suspense e de serem surpreendidos pelo enredo no final, não faltam boas obras como livros do Harry Potter, Paulo Coelho ou mesmo as novelas da Globo, todas cheias de muitas reviravoltas e emoções no final. Cada um deve saber qual seu nível de leitura, mas por favor não influenciam outras pessoas por causa disso, não meça os outros por sua régua.


Carolina 14/09/2015minha estante
KKKKKKKKK. Concondo plenamente. A história em si, no começo é interessante. Mas durante o enredo se torna MUITO cansativa. É quase um guia de como ser caçador de baleias. "Isso fica nesse canto do barco", "Isso fica ali", "É assim que se vigia as baleias" e talz. Claro que há quem se interesse.. Mas acho que não é uma leitura tão interessante como as de outros livros. Eu não recomendo.




Egídio Pizarro 11/11/2010

Sofrível
A premissa é excelente: uma baleia famosa por sua fúria e um caçador obcecado por matá-la.

Mas a qualidade do livro pára exatamente na premissa. Herman Melville praticamente faz um tratado sobre a pesca de baleias, analisa incansavelmente a complexão física do bicho e acaba, por diversas vezes, esquecendo da história em si, o que deixa o livro muito chato. Tão chato que eu achei o final muito, muito decepcionante.
Craotchky 16/06/2015minha estante
Esse livro é muito chato mesmo. O tempo todo o leitor cria uma expectativa para alguma coisa que pode vim a acontecer, porém nada acontece! Demora para ter alguma ação. Você não podia ter palavra melhor para definir ele: Sofrível.




Andreia Santana 17/10/2011

Moby Dick: para crianças, adultos e ambientalistas
O canto de uma baleia é de uma beleza e de uma tristeza que tocam lá no fundo da alma. É como se a nostalgia do mundo inteiro, de todas as eras de vida da Terra, pudessem conter nas notas emitidas por esses magnificos animais. Ouvi o canto da baleia uma vez e acredito que seja privilégio que baste para umas dez encarnações. Nem precisei me aventurar pelas costas geladas da Antártida, foi aqui mesmo, no litoral baiano. Já trabalhei para as baleias jubarte. Escrevia matérias sobre a migração delas todos os anos, para acasalar e ter filhotes nas águas quentes de Abrolhos. Era bom trabalhar para as baleias… Mas, lembrei das jubarte e do seu canto que inspirou inclusive as antigas lendas das sereias, por causa de uma cachalote, Moby Dick, a clássica baleia branca do romance homônimo de Herman Melville.

Divido a minha leitura de Moby Dick com leitores pequenos e também com os crescidos que não se importam em admitir que “roubam” os livros das prateleiras dos filhos ou irmãos mais novos. Se bem que, em se tratando de Moby Dick, é leitura para qualquer geração. Sinceramente, defendo que os livros infantis sejam leitura obrigatória para qualquer adulto que quer permanecer com o espírito leve.

Se você, querido leitor, é um militante do Greenpeace, encare Moby Dick como uma homenagem do autor à força desses animais incríveis que são as baleias. Sei que as descrições de caça e abate das cachalotes ao longo do livro são cruelmente terríveis, mas servem como o registro de um passado que nenhum de nós quer que volte. Pense no protagonista da história, o amargo capitão Ahab, como um homem fascinado e ao mesmo tempo com um medo tão grande da magnitude da natureza, que sua única forma de reagir é tentando destruir um oponente maior, mais forte e mais nobre.

Para quem tem menos de 15, trata-se de um dos livros de aventura mais fascinantes da história da literatura. Vale a pena conhecer o clássico, mesmo que você seja fã dos autores contemporâneos, de quem também gosto muito.

Moby Dick foi escrito em meados do século XIX, quando caçar baleias era uma prática comum e incentivada pelo governo. Herman Melville era marinheiro e se empregou em baleeiros ao longo da vida, daí que suas descrições detalhadas são a preciosa crônica de uma época. Inclusive, em um dos capítulos, o autor reflete sobre a crueldade da matança de baleias e chega a questionar se esses animais, tão impiedosamente perseguidos, correriam risco de desaparecer. As reflexões do escritor porém, demonstram o ponto de vista de um homem que viveu numa época em que os mares da terra eram tão povoados de baleias, que parecia impossível que algum dia elas fossem sumir. Vivesse hoje, talvez ele tivesse transformado Moby Dick num libelo de proteção a esses animais. Talvez não, quem vai saber?

O livro, para quem nunca leu, é narrado por um jovem marinheiro chamado Ismael (o alter-ego de Melville). Ele relembra a trágica caçada do capitão Ahab a Moby Dick, uma descomunal baleia branca tida como a mais perigosa de todas as cachalotes, praticamente imortal, visto que sobreviveu a dezenas de ataques de baleeiras e traz no corpo diversas cicatrizes e até pedaços de arpão. Moby Dick é o leviatã bíblico, o monstro marinho que amedrontou a antiguidade, o pesadelo dos marinheiros, a mais temida e mais admirada das baleias.

Descrita como uma verdadeira entidade, é o herói da história, salvando outras baleias do ataque insensato do homem, destruindo embarcações para se defender. Seu duelo com o capitão Ahab é antigo e profundo, ambos trazem no corpo as marcas de lutas passadas, são dois velhos deuses cansados. Do jeito que a história é contada, parece não haver espaço no mar para duas vontades tão fortes. Tanto o capitão quanto a baleia branca sabem disso.

Os medos em Moby Dick são ancestrais, alimentados por superstições e profecias. Mas também é um temor do desconhecido, do futuro, daquilo que está por vir. É uma das mais perfeitas metáforas da eterna luta do homem com Deus.
comentários(0)comente



florencio 15/03/2010

Indispensável
Para mim trata-se de um livro indispensável para quem gosta de literatura.
Maravilhoso de ler e reler.
J.C. 09/04/2010minha estante
amo amo amo Moby Dick... está entre meus favoritos!!!!!!!!!!!


Alexandre.Narcelli 08/03/2019minha estante
resenha da hora.




Andre 05/05/2009

Um livro de MUITAS aventuras
Este é outro dos livros que deixei de ler na minha infância. Lembrei dele num filme de Woody Allen, "Zelig", onde o personagem morre sem ter lido esse livro. Pelo menos já posso morrer...
Moby Dick não é propriamente un livro para crianças, mesmo que leve essa conotação. Tem uma linguagem simples, ou seja, mais um dos livros que qualquer pessoa pode ler.
É interessante ver como o livro flui muito rapidamente e você não consegue se cansar de lê-lo.
As histórias são fascinantes e o final mais ainda. Será que o capitão consegue pegar Moby Dick??????
J.C. 28/04/2010minha estante
Na sua edição pode até ser que a linguagem seja simples, mas na minha é totalmente o contrário... A versão que peguei é bem clássica, escrita no português erudito, de forma que eu tinha que ler com o dicionário ao lado, literalmente...


Cheesecake 01/07/2010minha estante
A minha também não é naaaada simples, li a edição traduzida pelo Monteiro Lobato e confesso que aprendi váárias palavras novas. Tive que ler com o dicionário virtual aberto! Muitas palavras e termos tive que procurar até no Google Images para entender perfeitamente...

O livro é incrivel, pra mim, por essas e outras lições.


Ana 02/10/2012minha estante
Confesso q a segunda vez que tento lê-lo justamente porque minha edição tem a linguagem extremamente complicada também e o excesso de detalhes acaba me cansando, mas a história é extremamente envolvente, dessa vez pretendo terminar de ler e os comentários me animaram para tanto.


Anderson 19/10/2015minha estante
Alexander B, talvez você tenha lido alguma adaptação para crianças ou jovens. Porque o texto integral não é tão simples e não flui tão fácil, pelo menos para mim. Tem trechos extremamente técnicos e/ou complexos.




Caliman 31/01/2009

poderia ser um grande livro
Enquanto o autor conta a história, é um livro fantástico, o problema é que ele parece se preocupar mais em mostrar o quanto conhece baleias, fazendo uma dissertação sobre os diversos tipo, onde são encontradas, os hábitos de cada uma delas, quais são mais caçadas... deixando o que realmente interessa em segundo plano. Uma grande pena.
Olgashion 23/07/2010minha estante
Rapaz, se eu quisesse saber os tipos de baleia, eu teria feito Biologia na universidade!! Mto arrastado a narrativa. Não consegui terminar.




Diego 10/08/2017

Não é uma resenha, é um apelo.
Não desistam desse livro.

Moby Dick foi escrito em 1851 (cento e sessenta e seis anos atrás) por um rapaz de nome Herman Melville. O livro nos dá a perspectiva (em quase que totalidade) de um integrante da tripulação do navio Pequod, este é Ishmael. Ele quer saber como é a caça às baleias e decide oferecer seus serviços de navegador por aí...como devem imaginar, ele é aceito e embarca no Pequod.

Esse é o máximo da história que vou revelar, nada disso é spoiler (pelo amor de Deus, em que mundo você vive que não sabe que Moby Dick é sobre uma caça às baleias?), então está bem tranquilo.

Meu apelo para que "Não desistam" se deve unicamente a que METADE do livro é sobre explicações marítimas/de embarcação/cetologia/biologia ATRASADA (sim, atrasada). Um belo contraste são as questões filosóficas e comportamentais expostas pelos pensamentos de Ishmael e pela tripuçação do Pequod e as partes de biologia do século XIX. Um exemplo são as mesmas questões existenciais que hoje ainda estão em voga e, em apenas algumas páginas após, o autor nos afirmar categoricamente que baleia é um peixe.

Acredito que, embora não seja spoiler, alguma ajuda na leitura é necessária. Tal como: Há muita referência bíblica em Moby Dick, não muito difícil de se entender se você vem de uma família católica ou leu o Antigo Testamento. Não procure referências em tudo, mas saiba que elas estão lá. O estilo de Melville lembra o de Shakespeare, na realidade, Melville se inspirava em Shakespeare e acabou desenvolvendo alguns métodos de escrita similares para a busca de emoção nos personagens.

Se o livro fosse dividido em quatro partes, duas delas seriam para essas explicações mais técnicas, enquanto uma para a história e outra para as questões filosóficas, não é a toa que as pessoas desistem do livro na metade/pouco antes do final. Em virtude disso, não é um livro que indico a todos, bem pelo contrário, se você não tiver alguma persistência, alguma fibra, alguma vontade de terminar a leitura e entender por que uma simples ode à vingança se tornou um dos maiores clássicos da literatura americana, vai desistir.

As cinco estrelas que dei foram pelas informações técnicas (gosto de aprender coisas diferentes, desde como os arqueiros enrolavam a linha do arco em 1356 até como se anda na superfície de Marte), pela história e pelas referências bíblicas que o autor nos presenteia, o íntimo que ele busca colocando a baleia como o personagem central desse livro... é algo fenomenal.

Dica de interpretação: Se não fiz vocês desistirem até agora, leiam a primeira frase do epílogo quando chegarem lá.

Dica 2: Se você tiver um estômago relativamente fraco para caça e corte de animais (com sangue e tudo mais)... passe longe.
Ari Phanie 11/08/2017minha estante
Gostei da dica 2. Provavelmente vou desistir de ler ele por enquanto pq tenho uma dificuldade enorme com morte e/ou crueldade com animais. :(




Luciana.Borges 04/10/2015

Desisti
Comecei a ler super motivada, mas confesso que não consegui ir até o final, e isso é difícil para mim, não costumo fazer isso, só que a quantidade enorme de descrições acabou fazendo com que o livro (para mim) ficasse entediante. Que pena!
Djeison 27/02/2016minha estante
Ainda bem que não foi só eu....




SakuraUchiha 21/03/2015

É prolixo, mas é história.
Moby Dick; uma tragédia épica que é amado ou odiado, ele pode falar melhor para aqueles que conheceram obsessão, aqueles que pode adivinhar as muitas alusões bíblicas espalhadas pelas páginas e aqueles que têm ouvidos para as cadências datadas de prosa do século 19.
O leitor ficará extasiado pelo maníaco Capitão Ahab, que desafia Deus e a natureza, lança fora todos os auxílios à navegação, forja sua própria bússola e, finalmente, depende apenas de sua própria astúcia e instinto para procurar os mares não traçados pela única coisa no mundo que consome ele: a baleia branca.
Uma mina de ouro para a imaginação, este livro pode ser lido uma vez como uma busca trágica, uma vez visto como uma obra de poesia e mais uma vez como uma grande metáfora ou alegoria.
A prosa é majestosa e o tema é atemporal. Uma conquista literária de grande magnitude. Moby Dick é um clássico, é claro, e por boas razões.
comentários(0)comente



Dany Dantas 27/02/2009

Simplesmente adoro! Talvez, tenha sido o livro que mais marcou a minha adolescência. Lembro que o suspense em torno do aparecimento da baleia era incrível, um misto de adrenalina e medo. O que chama a atenção para o livro é a quebra de valores simbólicos, como, por exemplo, a cor branca, cuja representação exibe paz, união. No livro, ela é sinônima da cor negra. Muito bom!
comentários(0)comente



Leo 14/10/2011

Texto Integral
O livro que comprei pra ler, mais tarde fui ver que dizia Texto Integral... 575 paginas!
Sendo que Moby Dick aparece apenas na pagina 540! Até ali é uma enrolação sem necessidade.

O livro poderia ter no máximo 100 páginas que estaria bom. Imagino ter a versao 'resumida'...

Se forem ler, nao optem pelo 'Texto Integral'.

Aline Stechitti 08/12/2012minha estante
Nossa, mas o que eu li tem apenas 200 e alguma coisa e eu achei sem graça... Tava querendo comprar integral p isso.


Carlos.Vallim 27/08/2015minha estante
Cara, se você leu Moby Dick visando a aventura da caça, meus pêsames. Adaptações voltadas para o público infanto-juvenil cairiam muito bem. Mesmo assim, se não gostar, leia Harry Potter - ou Crepúsculo.
O lance desse clássico de Herman Melville são as incessantes e brilhantes reflexões físicas, metafísicas e filosóficas que ele faz.
É uma ode à capacidade humana de desafiar seus limites. Sua eterna luta com a aceitação da deidade.
Realmente, não é pra qualquer um.




Rafa 15/05/2015

Moby Dick
Mais um clássico da literatura Mundial concluída e com certeza esse livro entrou na minha lista de favoritos.

Moby Dick é uma obra prima da literatura Mundial, escrito pelo autor norte americano Herman Melville, obra publicada inicialmente em 1851. A vida literária do autor de Moby Dick não foi as mil maravilhas, foi um fracasso total a venda dos seus livros tendo vendido apenas três mil exemplares, infelizmente ele teve todo o reconhecimento após sua morte.

Muitas pessoas com certeza nunca leram esse livro, mas aposto que muitos já viram referencias sobre a grande baleia branca por exemplo, em um episodio do Pica Pau e também desenhos da Disney. A edição da qual eu li é o volume único, muitos podem encontrar a edição em dois volumes.

O livro começa contando sobre o personagem principal, Ismael um jovem e novato na caça de balei, que decide firmemente entrar e fazer parte da equipe do navio baleeiro, o Pequod. Ahab é o comandante do baleeiro e possui uma perna de pau, causada pela terrível cachalote, tornando assim a sua principal caça, qualquer custo de encontrar a baleia branca para finalmente poder colocar toda sua fúria tentando mata-la e enfim fazer a justiça e vingança.

Deixo avisado para os leitores que durante a leitura você vai se deparar com muitos termos técnicos referentes ao navio, baleis e direções marítimas, ponto positivo do livro é que contem notas de rodapé, sendo assim um grande auxilio para todos aqueles que não têm conhecimento nenhum sobre assuntos marítimos.

O livro é intercalado por capítulos curtos e outros extensos, em certas partes achei exaustivo a narrativa entre os personagens, porém já em outros capítulos se tornou bem intenso e cheio de aventura, fazendo assim a leitura até o final da aventura.

O leitor também vai conhecer os lugares aonde o baleeiro fez suas paradas, com pessoas e cultura de diversos cantos do Planeta. É mais que um livro, um clássico do quais todos devem ler e se aventurar nas páginas para caçar a terrível baleia branca.

site: http://www.livreando.com.br/2015/05/resenha-moby-dick.html
comentários(0)comente



Jumpin J. Flash 20/08/2009

Sofrimento
Esse livro é bom para quem gosta de sofrer com narrativas ruins. Ruim de doer! É um livro que eu li até o final apenas para ver o quanto a história era ruim, ruim, ruim... não vou me cansar de repetir esta palavra nesta resenha! Tudo o que tentam ver de bom nesse livro não passa de balela: a famosa obstinação do capitão Ahab (ou sei lá como se escreve) não passa de uma tosca tentativa de dar algum estofo psicológico a uma história que tem apenas uma qualidade (vício, na verdade): é ruim de doer até o osso da baleia!

Existe também um filme sobre essa tristeza de história, em que um medalhão do cinema (cujo nome me foge agora) faz uma pontinha como um pregador que abençoa a partida do navio que sai à caça da famigerada baleia. O livro e o filme são igualmente ruins...
IvanVenson 27/01/2016minha estante
Recado aos leitores,
Por favor, desconsiderem comentários como este aqui de cima. A leitura dos clássicos é fundamental e nunca será "perder tempo da sua via " (sic). Um clássico nos faz compreender e conhecer muito melhor uma determina época. Mas é claro que não é um livro para todos. E não se trata e nunca se tratou da história, ou da trama, pois esta já se sabe desde o início qual será o desfecho, assim como Grande Sertão: Veredas, será que alguém lê Garcia Marquez pela história, pelo enredo? Com certeza não, mas pelo prazer de abrir o livro em qualquer página e se deparar com uma obra-prima que é o texto. Para aqueles que gostam de suspense e de serem surpreendidos pelo enredo no final, não faltam boas obras como livros do Harry Potter, Paulo Coelho ou mesmo as novelas da Globo, todas cheias de muitas reviravoltas e emoções no final. Cada um deve saber qual seu nível de leitura, mas por favor não influenciam outras pessoas por causa disso, não meça os outros por sua régua.


Thaís Furlan 04/11/2016minha estante
Recado ao Ivan:
Cara, deixa as pessoas terem opiniões. Não é pq você gosta dos clássicos que uma pessoa que não gostou deve ser desmerecida. Eu, particularmente, adoro clássicos e não consegui terminar o livro pelo mesmo motivo da maioria das pessoas aqui.


Quedali 17/09/2017minha estante
IvanVenson, você deveria seguir teus próprios conselhos.




164 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |