O Livro de Ouro da Mitologia

O Livro de Ouro da Mitologia Thomas Bulfinch




Resenhas - O Livro de Ouro da Mitologia


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Joner 30/11/2012

Doutrinas Pagãs.
Apesar de toda a tragédia, a mitologia Greco-Romana trás, atrás de todo mito, uma "Moral da História", assim como nas fábulas. Além disso, as mitologias nórdica e oriental também são muito interessantes, a última, assim como a grega ( que eu não tinha ciência )trazendo consigo o ideal de reencarnação, do qual sou adepto. Uma leitura fluente, no entanto, cheia de ondas de informações.

" Com teus esposos, Dido, certamente,
Foi bem desventurada a tua sorte,
Pois um, morrendo, te levou à fuga
E o outro, fugindo, te levou à morte. "
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Alecio Miari 03/10/2012

Mitologia...
Livro interessante. Traz várias histórias dos deuses gregos e suas peripécias em nosso mundo e as diversas divergências entre si, que acabaram ocasionando atritos ao longo da história (guerras sangrentas). O engraçado é que eles não tem um comportamento que classificamos como ético e íntegro. Parecem várias crianças fazendo birra a todo momento e usando a raça humana a seu bel prazer para descarregar suas frustrações pessoais e suas divergências.
Deuses que fazem filhos em mortais e que escolhem determinados povos e os colocam para brigar entre si de acordo com a disposição que acordou no dia....

O livro é meio maçante pois são muitas histórias com inúmeros personagens - deuses, semideuses e mortais - que às vezes tem suas vidas se entrelaçando em outras histórias. Aí é a confusão generalizada e fica complicado acompanhar as linhas de raciocínio, principalmente daqueles personagens que eu não conhecia.

Acabei lendo o livro pois comprei a coleção do Percy Jackson e queria ter uma base sobre mitologia para entender melhor as sacadas do autor no livro.
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Dani 01/10/2012

Adorei
Adorei mesmo, muito elucidativo e interessante.Juntou um aspecto educativo e ao mesmo tempo romancista.Adorei o resumo feito das histórias e a capa e linda.
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Fran RW 31/08/2012

"O Livro de Ouro da Mitologia" - Thomas Bulfinch
Pra mim, particularmente, mitologia nunca foi sinônimo de chatice. É que tive contato com ela relativamente cedo: Quando tinha 14 anos, li a versão de Odisseia adaptada pela Ruth Rocha, para um trabalho de escola. Porque, por incrível que pareça, aqui em casa não tinha um mísero aparelho de DVD ou um videocassete, onde eu pudesse ver o filme.

Isso em 2007.

Depois disso só voltei a me esbarrar com os deuses do Olimpo este ano, quando participo do Desafio Literário, que propôs o tema Mitologia Universal para o mês de setembro. Aí, este amiguinho do qual vou começar a falar daqui a pouco, furou minha fila de leituras programadas para este ano.

Pra início de conversa, originalmente o título deste livro nem era esse aí. Era A Idade da Fábula. Ele só passou a ser publicado no Brasil sob o coditítulo de O Livro de Ouro da Mitologia porque é o trabalho mais completo já escrito sobre o assunto. E também, sejamos sinceros, porque este título é muito mais atraente do que aquele. ;)

É bem completinho. Mostra com detalhes todas as lendas mitológicas greco-romanas mais conhecidas. Ele conta, por exemplo, como, segundo tal cultura, teriam surgido o universo, certas constelações, os girassóis, o eco... Por quê as ameixas são vermelhas, os narcisos se chamam assim, por quê nas Olímpiadas os vencedores são coroados com louro, entre outras coisas.

Mas não é só isso. O livro fala também das mitologias asiática e nórdica, e um pouquinho das crenças célticas. Agora tenho certeza que se tivesse lido esse livro antes, teria entendido com muito mais facilidade algumas histórias contadas em O Senhor dos Anéis que, dá pra ver, o Tolkien retirou da mitologia nórdica.

Outro cara que usa muitas passagens e criaturas mitológicas em seus livros é o Shakespeare, por isso, se você quiser entender tudo o que está em seus livros, sugiro que leia este do Bulfinch.

O que faz completo O Livro de Ouro da Mitologia não são só as lendas contadas nele. São as imagens de inúmeras estátuas e pinturas de deuses e heróis que, mesmo em preto-e-branco, são de encher os olhos com a riqueza de detalhes que têm, muitas delas incrivelmente realistas, - e os poemas, extraídos de livros de poetas como Milton e Byron, que encerram cada capítulo,

A leitura dele pode parecer difícil no começo, porque os deuses e heróis são citados com seus nomes romanos, não com os nomes gregos a que estamos acostumados. Em vez de Zeus, Apolo e Afrodite, por exemplo, se fala de Júpiter (ou Jove), de Febo e de Vênus. Mas garanto que é só no começo. :)

Sem dúvida, é um dos livros mais interessantes que já li, e não é chato, não. Além do que, é cultura! (Em ambos os sentidos da palavra.) É, sobretudo, para curiosos e sedentos por conhecimento, como eu, e é, claro, tem tudo para ser o livro de cabeceira de quem adora mitologia.
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Domino 09/08/2012

:D
Parece um livro de contos...

fácil

fascinante

diversificado

simplesmente 5 estrelas...


~> leia tudo em http://cantodadomino.blogspot.com.br/2012/08/livro-o-livro-de-ouro-da-mitologia.html

;)
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Cris 01/08/2012

Gostei do livro, mais achei que poderia ser melhor, não gostei pois o autor usou o nome dos Deus para Romanos e gosto mais de Grego, tinha hora na leitura que ficava perdida. No mais uma leitura rica e pra quem não conhece sobre mitologia uma ótima dica de leitura.
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Bruno Matos 21/07/2012

Muitooo Bom! Mas detalhando o critico deste livro, realço que é bem completo e muito legal, mas as partes explicativas são tediosas e cansativas quanto as narrações de historias greco-romanas é muito promissor, um grande livro de uma grande pesquisa, também realço que poderia ter colocado o nome dos deuses em grego, já que ninguém compreende muito bem essa de Febo, Baco, e etc, conhece-se mais por Apolo, Dionísio e por assim vai, mas recomendo para quem quer adentrar este tema, não leia-o se for sem interesse.
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slaete 08/07/2012

Para quem gosta de mitologia, este é um livro muito relevante. Contudo, a mitologia que o livro aborda mais é a grega. E explica através dos personagens mitológicos, o surgimento de muitos seres e lugares, claro na visão da mitologia. Recomendo.
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Juh Lira 05/07/2012

O Livro da Mitologia: Indispensável
Todo o tempo da leitura deste livro valeu a pena. É difícil arranjar uma forma de iniciar, pois há tanto o que se pode comentar a respeito de O Livro da Mitologia, que se perder em divagações é fácil. Vou dizer uma verdade: até a um ano atrás eu não me imaginaria lendo um livro de mitologia, simplesmente por eu achar o assunto chato. Imagine! Eu só fui passar a gostar do tema depois que eu li a série Percy Jackson & Os Olimpianos.

Pois é. Eu não entendo o porquê do atraso, mas talvez devesse ser um preconceito da minha parte sobre assunto. É bom nós darmos chances para leituras mais desafiadoras e sair um pouco do lugar-comum de leitura. Até agora a experiência está sendo maravilhosa e espero continuar assim.

Falando sobre o livro em si, a narração se inicia desde a criação do mundo na visão dos grecos-romanos, seguindo dos mitos sobre os heróis, criaturas e deuses, até chegar à mitologia nórdica e oriental. A linguagem empregada por muitas vezes chegava a ser até lírica, devido há muitos mitos terem sido registrador por poetas da Antiguidade.

O autor utilizou de muitos poemas – não tão antigos assim – como uma forma de registro e exemplos de utilização do mito narrado. Quase todos os capítulos se encerravam com algum trecho dos poemas de Milton e Moore – para falar os mais citados. É interessante essa aplicação, que eu vejo como uma forma de argumentação que o autor utilizou para falar da importância dos mitos.

Aliás, quando a leitura é terminada, a visão de literatura se amplia mais. O próprio autor afirma que não é possível entender literatura, sem entender mitologia. Isso fica muito claro quando se percorre as páginas do referido livro. Os mitos foram inspirações para diversos livros de sucesso, e ainda o são. É inacreditável a gama de histórias que podemos tirar da mitologia no geral para criarmos as nossas. Mesmo o livro apresentando apenas uma ou duas versões dos diversos mitos, ainda sim é uma boa forma de começar.

Especificamente sobre a mitologia greco-romana, que é a que recheia mais o livro, o autor utilizou os nomes romanos para se referir aos deuses e heróis. Por exemplo, Júpiter ao invés de Zeus – originalmente dos gregos – Diana para Ártemis, Ulisses ao invés de Odisseu – ta aí porque o nome da epopeia de Homero se chamar Odisseia – etc. Não achei ruim, mas é que como eu conhecia os personagens da mitologia greco-romana pelos seus nomes gregos, às vezes eu não conseguia identificar o mito. Mas, tudo bem.

Infelizmente, o livro não vai receber a nota máxima por alguns motivos. O primeiro que se refere à narração. Não foram poucas as vezes que o autor despejava o nome de algum personagem sem explicar exatamente quem ele é, o que confunde a cabeça do leitor pouco conhecido do assunto.

Outro motivo, que se refere mais ao autor, é o fato da crítica do mesmo, lá pelo fim do livro, sobre esses mitos que ele narrou. É uma crítica pouco implícita, que eu associei através de expressões e alguns termos, que me incomodaram bastante. Para o autor, esses mitos não passam de um conjunto de ignorância. Sinceramente, isso vindo de um historiador não é nada legal. Lembro que um professor de História havia mencionado que não se deve julgar uma cultura que é diferente da nossa. É errado, pois aquelas pessoas viviam numa realidade totalmente da diferente da que vivemos hoje. Não é pelo fato deles não terem toda a tecnologia e acesso à informação que temos no nosso século, que eles eram ignorantes - tudo bem que o Thomas Bulfinch nasceu no século XIX, mas mesmo assim.

Particularmente, eu acredito que desde o sempre o homem tem uma tendência em acreditar em coisas que estão além da lógica humana. Sem mencionar que, o que consideramos mitologia, para eles eram a sua religião e modo de vida. Era a visão de mundo que eles acreditavam.

É mencionada a questão do surgimento do Cristianismo que pôs em xeque toda essa mitologia, que o autor também se refere várias vezes durante a leitura, o que eu considero interessante, porque afinal de contas, a nossa sociedade atual em sua maioria é baseada na moral cristã, da mesma forma dos povos da Antiguidade e suas crenças.
Em se tratando dessa edição da Martin Claret, eu encontrei alguns erros de paragrafação, foram poucos, mas nada que comprometesse tanto a leitura.

São muitas as histórias marcantes, mas a mais emocionante sem dúvidas foi a narração da Guerra de Tróia, juntamente com As Aventuras de Ulisses e As Aventuras de Enéias – um grego e outro troiano – que correspondem aos livros famosos de A Ilíada, A Odisseia e Eneida, ambas de Homero e Virgilio, muito famosas e conhecidas. Eu esperava que o autor chegasse até a fundação de Roma... Bom, leia para saber, do contrário eu vou acabar contando! Ambos os livros citados eu pretendo ler em breve.

O livro possui belíssimas ilustrações – a maioria sendo pinturas e gravuras – que são de encher os olhos, mesmo sendo em preto e branco.
No final das páginas, há um anexo com Expressões Proverbiais, ou ditados populares tirados da mitologia, outro artifício para o leitor se convencer o quão é importante essas histórias imortais.

O que exatamente é a mitologia, imortalizada e conhecida mesmo depois de tantos séculos.
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Cervethion 17/04/2012

Leitura obrigatória para os que apreciam a mitologia (não apenas a grega, mas também a de outros povos).
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Kyran 19/03/2012

Como várias resenhas já disseram, o livro abrange os capítulos mais populares de grandes culturas mitológicas, focado especialmente em Greco-Romana; mas não acredito que pode ser feito de bíblia aos pesquisadores, apenas como um excelente encaminhamento a obras mais elaboradas, que dependeram de maiores estudos. O próprio autor confunde os nomes dos deuses, atribuindo fatos errôneos ou contados em tal síntese que prejudica a interpretação do leitor; não se decidindo ainda por quais nomes usar para os deuses em ambas as mitologias principais.

Enfim, ótimo, as narrativas são bem elaboradas e vívidas; também nos trás algumas teorias e variações de - alguns - mitos; mas também duvidoso em vários aspectos, além de ter deixado lacunas, provavelmente na preocupação de aglomerar tantas culturas num único livro.
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Magnator 23/01/2012

Simplificação das complexidades
É um passeio pela cultura grega com pinceladas de outras culturas européias sob a visão de um especialista. Resumo básico do todo.
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Guilherme 26/12/2011

O Livro de Ouro da Mitologia: Histórias de Deuses e Heróis - Thomas Bulfinch
Durante vários séculos a humanidade acreditou na existência de vários deuses, que recompensavam ou castigavam o povo de acordo com a sua conduta. Templos foram erguidos em sua homenagem (sobretudo na Grécia, em Roma e no Egito), e apesar de terem sido abandonados, ainda habitam o imaginário de milhares de pessoas.

O livro de Thomas Bulfinch além de analisar profundamente as mitologias Grega e Romana, passa pela mitologia Hindu, Oriental e Nórdica, e também nos fornece detalhes que permitem uma pequena visualização da sociedade da época.

É possível também perceber grande influência das mitologias na sociedade atual, coisas que fazem parte do nosso dia-a-dia e nem nos damos ao trabalho de pesquisar sobre a sua origem. Confesso que me surpreendi diversas vezes durante a leitura, pois o próprio cristianismo possui muitas semelhanças com acontecimentos da mitologia. A pergunta que fica na minha cabeça agora é a seguinte: tendo as mitologias surgido muitos séculos antes de Cristo, o quanto do cristianismo foi inventado? Porque é óbvio que não foi o cristianismo que influenciou a mitologia...

Em certo ponto o autor diz que "com o cristianismo o coração perdeu e o cérebro ganhou". Não posso deixar de discordar, pois o coração de fato perdeu, mas não acho que o cérebro tenha ganhado tanto assim, a perda realmente foi muito maior que o ganho.

O livro é excelente, e certamente te deixará fascinado assim como eu fiquei, e também deixará claro, que o mundo já foi bem mais interessante.
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Gabriel 07/12/2011

O livro de ouro da Mitologia!
Muito bom!
A leitura não é tão rápida quanto um suspense, mas não é cansativa, pois são histórias em sequência, diferentes, com personagens e situações diferentes.
Impressionante o poder de criação do Homem desde a antiguidade. O poder de imaginação, de crença em deuses e personagens marcantes.
Diversos personagens e situações conhecidas, como a Guerra de Tróia, Aquiles, Medusa, Hércules, Apólo, Olimpíadas. E tantas outras não tão famosas, e nem por isso menos interessantes.
Me surpreendi com a quantidade dos nomes vindos da Mitologia... planetas, animais, plantas, estrelas, constelações, flores, florestas e outros.
Cada história lida, eu já criava as imagens das situações, a beleza das deusas e ninfas, as lutas e guerras, conflitos, punições, mortes, etc.
5 estrelas certeza!
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