E Tem Outra Coisa...

E Tem Outra Coisa... Douglas Adams
Eoin Colfer




Resenhas - E Tem Outra Coisa


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Pedro 09/12/2013

Impossível não comparar com DNA
Eoin consegue pegar muito bem o gancho do final do quinto livro da trilogia (quem é fã entende) de uma forma muito genial, mas não vai muito longe. Alguns personagens mudaram um pouco suas personalidades nas suas mãos e a história acaba se arrastando um pouco. O universo sob os olhos de Eoin não tem o mesmo tamanho que o universo de DNA (e talvez nenhum outro universo tenha tamanha amplitude). Contudo o livro é muito bom! A única coisa que tira um pouco o mérito é o fato de ser impossível ler sem ter DNA na cabeça. Contudo, imagino que pouquíssimos autores teriam a coragem do Eoin Colfer de se aventurar pelo universo tão extraordinário do guia. Parabéns para ele, pelo resultado satisfatório.
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Jana 22/10/2013

Um beijo para o Queijo.
Quando eu terminei de ler "Praticamente Inofensiva", quinto volume do Guia do Mochileiro das Galáxias, eu fiquei enlouquecida. "NÃO!" - era só o que eu conseguia repetir. Não podia acabar daquele jeito. Não poderiam ser aquelas as últimas páginas. Em poucas palavras, surtei. Claro que muita gente gostou do final, achou genial, concluiu que combinou perfeitamente com o restante da série... Mas eu não. Sou chata. Pentelha. E eu queria um final diferente.

E essa introdução foi para explicar o quanto eu fiquei emocionada ao descobrir a existência desse livro e como era minúscula a possibilidade de eu não gostar dele.

Bom, como sabemos, Douglas Adams morreu precocemente e todos pensavam que sua gloriosa série houvesse morrido junto com ele (G.R.R Martin, não ouse fazer o mesmo, por favor). Mas eis que surge Eoin Colfer e salva a minha vida.

A história desse livro continua de onde "Praticamente Inofensiva" parou, mas não posso necessariamente explicar do que tal história se trata. Há diversos ganchos e os desenvolvimentos são dos mais estranhos, mas posso afirmar que todos os personagens amados aparecem - com destaque especial para Beeblebrox, que aparece bem mais. Outros personagens que também tem mais destaque são Thor (sensacional) e Wobagger (nem tanto).

O livro segue numa linha de loucura que é diferente do que foi criado por Adams, o que não quer dizer, nem de longe, que é ruim - embora tenha havido muitas críticas negativas á história. O que Colfer fez nesse livro foi uma bela de uma homenagem, dando um presente para os fãs que, como eu, ficaram destruídos com o final da série. Para deixar sucinto:

Principais Pontos Positivos:

- A leitura está mais fácil. Pode me chamar de burra, mas pra mim, é ponto positivo OIAOSIAOSI

- O que foi aquele enredo do planeta Nano? Amei! Morri de rir com os nanitos e os queijomantes. Um beijo para o queijo - vou repetir isso pelo resto dos meus dias.

- Adorei o Thor. Divo, muso eterno.

- Beeblebrox foi um personagem que atingiu o ápice da demência nesse livro. Ponto pra ele.

- Houve mais destaque para Random e é uma pena que ela tenha surgido no fim da série. Essa personagem tem um potencial gigante.

Principais Pontos Negativos:

- Não gostei do eixo ‘relacionamentos’, que foi muito explorado nesse livro – tanto os devaneios de Arthur com a Fenchurch quanto o destino meio bizarro dado para a Trillian (screver mais do que isso é fornecer um baita de um spoiler. Hm. Isso que eu escrevi já pode ser considerado como spoiler?).

- Por falar da Trillian, não gostei da forma que o Colfer conduziu ela nesse livro.

- Acho que o Arthur e o Ford poderiam ter aparecido bem mais – mas não sei se estou sendo imparcial quanto á isso, visto que são meus personagens favoritos.

Para finalizar: acho que esse livro poderia até render continuações, porque ainda não posso conceber a ideia de que Arthur Dent vai virar apenas uma lembrança na minha vida. Enfim, “E tem Outra Coisa...” foi uma homenagem digna, uma boa história. Quase dupal.
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Raniere 11/10/2013

Um livro que me surpreendeu
Sinceramente, eu não sabia o que esperar de "E tem outra coisa...", 6º livro da série "Guia do Mochileiro das Galáxias". Enquanto a série foi escrita pelo lendário Douglas Adams, o 6º livro foi escrito por Eoin Colfer. Eu esperava um bom livro (nisso não tive surpresa alguma, pois eu adorei a leitura), mas era meio óbvio que o estilo seria diferente.
Porém, vem o Gerador de Improbabilidade e faz com que Eoin capture toda a essência dos 5 livros anteriores.
Agora uma breve sinopse: Na história, Trillian, Arthur e Ford Prefect descobrem que toda a fuga da Terra, no final do 5º livro, antes dela ser destruída novamente, foi uma ilusão provocada pelo Guia do Mochileiro das Galáxias Versão II. Depois de encontrarem Zaphod e Wowbagger, o alienígena imortal que tem como missão viajar pelo universo insultando todo ser vivo existente, para ver se algum o mata (lembram disso?), eles resolvem procurar Thor para matar Wowbagger e acabam encontrando o Planeta Nano, onde alguns terráqueos se refugiaram. Enquanto eles estão indo para Nano, os vogons resolvem destruir este planeta, pra terminar de eliminar os terráqueos.
Eoin Colfer, provavelmente depois de beber muitas Dinamites Pangalácticas, escreve essa história louca, nos fazendo viver mais uma vez a história destes personagens, que são uns dos mais queridos na ficção científica, e com o mesmo humor irônico e sarcástico de Douglas Adams, debochando de vários temas da humanidade.
Pessoalmente, eu ri muito com este livro e o achei excelente! Recomento demais esta leitura!
Obrigado, Eoin Colfer, por fazer eu voltar para o mundo de Douglas Adams.
E, para quem vai ler este livro ainda, lembre-se: NÃO ENTRE EM PÂNICO!
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Patrick 08/07/2013

E Tem Outra Coisa é um livro até divertido. Mas passa longe da qualidade dos outros, de Douglas Adams. Eoin Colfer até tenta imitar o estilo de seu mestre, mas acaba, quase que sempre, exagerando. Algumas sacadas humorísticas tornam-se enjoativas por conta disso. No mais, vale pela curiosidade e para matar a saudade dos personagens que se tornaram tão queridos de toda uma geração.
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Felipe 03/07/2013

Em 10 palavras ou menos: Desnecessário, desonroso e dolorosamente inferior à trilogia de 5.
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Charles Lindberg 21/05/2013

"Um dia, dançaremos. Um dia, cantaremos."
Há muito tempo um livro não me emociona tanto quanto este. Sei que a proposta é ser engraçado, e foi engraçado em muitas partes, sem falar na sensação que se tinha de, na maior parte do tempo, estar lendo algo realmente escrito por Douglas Adams. Porém, acho que é aquele fator... já por ser tão engraçado na maior parte do tempo, quando a coisa fica séria, tensa ou triste, a emoção é ampliada dezenas de vezes (na matéria negra?), talvez pela simpatia desenvolvida, talvez por já estarmos tão acostumados a rir... Não sei, só sei que foi o livro que mais me emocionou desde Louco Aos Poucos.

Eoin Colfer consegue, de maneira sublime, equilibrar todos os aspectos dos personagens originais com uma habilidade literária tal que te faz crer que realmente está apenas editando algo previamente escrito por Adams. Praticamente Inofensiva foi, mesmo nas palavras de seu genial autor, um livro fraco: era indigno de ser o capítulo final de uma série tão marcante e única. Não sei como foi o processo legal envolvido na aquisição dos direitos pelo autor de Artemis Fowl, mas ele conseguiu criar uma sequência quase-perfeita (já que o Universo não aceita absolutos).

Com inúmeras referências aos títulos anteriores, usando de um senso de humor altamente crítico e desinibido (assim como o do criador da série) e sem esquecer nenhum dos lados nem nenhum dos personagens dessa maravilhosa trilogia de cinco, em seu sexto capítulo, "E Tem Outra Coisa..." Colfer liga os pontos, fecha buracos e pauta destinos, respondendo à maior parte das perguntas e dúvidas dos fãs e deixando-o com um sorriso no rosto ao final da leitura. É claro que o universo d'O Guia terá sempre suas incoerências e perguntas sem respostas (e resposta sem pergunta), mas, se nosso caríssimo Douglas acabou partindo desta pra melhor antes de escrever seu próximo volume (já que ele mesmo declarou que gostaria que a série tivesse um número par de títulos), fico contente por ter sido esta a sua sequência oficial... mesmo uma imitação literária, é - por Zárquon! - uma imitação dupal.

Pra quem é fã e ainda não pôs as mãos neste volume maravilhoso, está na hora de ler. E, pra quem ainda nem conhece o universo d'O Guia do Mochileiro das Galáxias, tá na hora de conhecer.
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Bruna 22/04/2013

Cansativo
Ah... uma pena mas achei bastante cansativa a leitura.

Acho digna a iniciativa de continuar a história do Guia, que é tão rica e gostosa que dá margem pra muitas aventuras. Porém, Eoin, apesar de manter muitas características dos personagens e de mostrar respeito e preocupação na continuidade da historia não conseguiu manter o mesmo nível que Douglas Adams.

A narrativa fica cansativa com tantas notas do guia que o autor inseriu no livro. No começo elas sao divertidas, mas ficam tão frequentes que muitas vezes eu perdi o que estava lendo anteriormente.

Não sei se haverá um sétimo livro porém, apesar disso, leria uma possível continuação. Acho válida a leitura para quem é fã da série, sempre bom acompanhar Arthur Dent e cia!
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Ronan 14/04/2013

Decepcionante.
Em uma palavra, decepcionante.
Por melhor escritor que seja Eion, ele não chega a fazer jus ao legado deixado por Douglas. Acabou que ele vai ficar na minha estante só pra deixar a coleção completa. Não é o tipo de livro que eu volte a lê-lo.
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Rafa 16/02/2013

E tem outra coisa... - Eoin Colfer
Logo que terminei os primeiros livros, escritos por Douglas Adams, não levei muita fé neste livro, mas confesso que me surpreendi logo nas primeiras páginas.
E tem outra coisa... conta como Arthur Dent escapou da destruição iminente de sua Terra Natal, mais uma vez. O livro é fantástico e talvez um pouco mais sarcástico do que os outros, com várias "notas do guia" cômicas, criticando a sociedade, o governo e etc.
Neste livro, os deuses aparecem muito mais do que nos anteriores, mostrando um pouco de Asgard e satirizando a mitologia nórdica e um pouco da grega também. Enfim, recomendo a todos os fãs da série e àqueles que nunca leram, que leiam desde o primeiro, não vão se decepcionar.
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Biscoito 23/01/2013

O Sexto Volume da Trilogia
Sejamos sinceros: qual nerd nunca desejou estar a bordo da nave Coração de Ouro ou ao menos acompanhar Ford Prefect em uma dose de Dinamite Pangaláctica? Qualquer um que tenha devorado as aventuras de Arthur Dent e cia sabe que, ao fechar o último livro da “trilogia de cinco” escrita por Douglas Adams, o leitor fica – como no final de todas as melhores sagas – um pouco órfão.

Tá, e daí? E daí que o escritor Eoin Colfer...

Mais no site http://www.mudandodeassunto.com/e-tem-outra-coisa-eoin-colfer/
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Lia 20/01/2013

~~Este texto pode conter spoiller, só leia se você realmente quer saber um pouco da história~~

Eis o sexto livro da trilogia de cinco. Pensei um pouco antes de comprar este livro, mas pensei, pqe não? Se a própria mulher de Douglas Adams confiou nele, pqe eu também não poderia, certo?

Enfim, vamos a resenha.

Confesso que com o final do 5º livro fiquei meio assim 'e agora, o que vai acontecer com Arthur e seus amigos?', claro que Colfer logo no início do 6º livro começou a explicar os acontecimentos talvez um pouco inexplicáveis. E de fato, entendi algumas das coisas que tinha deixado passar nos outros 5 livros.
Por um momento achei que tudo estaria perfeito para os personagens, cada um viveu o que queria viver, mas é claro, como eles são muito sortudos, especialmente Arthur, era tudo virtual. E a realidade voltou com tudo: Vogons, Grebulons, lasers mortíferos e a Terra sendo demolida.
Mas sim, sem sarcasmo agora, eles tem um pouco de sorte e são salvos pelo imortal Wowbagger, o cara que tinha dois únicos objetivos na vida: xingar os outros e, claro, morrer. Mas para isso eles precisam de um deus classe A, e Zaphod dá um jeito nisso, enquanto os outros vão para Nano, um planeta onde terráqueos ricos formaram uma nova colênia.

Enfim, Eoin Colfer tentou escrever como Douglas Adams, em algunos pontos conseguiu, mas em outros pecou. A história me prendeu tanto quanto os outros 5 livros, a ansiedade para ver como as coisas acabariam me matava. Mesmo com muitas histórias acontecendo ao mesmo tempo, como as de Nano, as do Vogons, as dos Aser, não me perdi em nenhum momento e pude entender tudo o que acontecia.
Esperava um pouco mais do final, malditas zonas plurais. E, sinceramente, espero que Eoin Colfer resolva fazer o 7º livro e traga Fenchurch, para ela e Arthur ficarem finalmente juntos.
NathaliaGarrido 10/07/2013minha estante
"Confesso que com o final do 5º livro fiquei meio assim 'e agora, o que vai acontecer com Arthur e seus amigos?"

Como assim? No final do quinto livro é tão obvio que na verdade o fato de ter um sexto livro destrói tudo.




Kim 16/01/2013

Eoin Colfer x Douglas Adams
O Eoin Colfer prezou por manter o mesmo estilo do Douglas Adams e minha opinião é que ele foi muito feliz no que fez.

Deu pra matar a saudade dos 5 livros da série original. O enredo é interessante, as piadas mantém o mesmo nível dos outros 5 livros e são até melhores em alguns pontos porque são mais "atuais".

Só achei uma pena o Marvin não ter ressurgido em nenhuma parte do livro, mas o Eoin Colfer deu uma continuação genial para o fim quase que definitivo que o Dougla Adams tinha dado no livro anterior.

Recomendo para todos que já leram os outros 5 livros da série.
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daybson 28/12/2012

Exagero e repetição de expressões, má caracterização dos personagens, roteiro pobre.
Thauany 27/07/2014minha estante
Com certeza resumiu bem o livro. Não sei como deixaram um autor de histórias infantis escrever um livro de ficção científica para adultos.




Lany 30/10/2012

cansativo :S
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KarinaAky 20/10/2012

Um dia vou ler de novo pq já esqueci de quase tudo.
Gostei. Dá pra sentir o dedo (ou lápis, teclado o sei lá) do Douglas no livro. Algumas passagens muito boas. A história não é tanto, mas as sacadas dentro dela sim.
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