Jogador Nº 1

Jogador Nº 1 Ernest Cline




Resenhas - Jogador nº 1


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Karol 20/03/2012

Para gamers, geeks insanos, adoradores dos anos 80 e nerds de todos os tipos!
Eu sempre fui “meio gamer”. “Meio” porque não jogo Winning Eleven, nem Fifa, nem Pro Evolution. Jogos de esportes em geral não são a minha praia. Mas se você me der um Final Fantasy – qualquer deles –, eu saio da realidade e consigo ficar por horas deitada no sofá jogando. Adoro uma boa luta no estilo Mortal Kombat, gosto de jogos de aventura, como Ultimate Alliance, e amo o bom e velho Guitar Hero. Ah, e fui por anos uma doida viciada em Ragnarok Online – jogava de Sniper e arrasava, diga-se de passagem.

Logo, quando passei na livraria e vi “Jogador nº 1” a atração foi fatal e irresistível. O livro se passa num futuro não muito distante em que a crise energética com o esgotamento do petróleo deixa a humanidade em uma situação deprimente. Muitas pessoas estão desempregadas e passam fome, as que têm onde morar vivem em cubículos com várias outras pessoas ou em trailers, na mesma situação. Com a condição catastrófica do planeta, grande parte das pessoas se refugia no OASIS, um mundo digital no melhor estilo Second Life (lembram disso?) onde as pessoas vivem na realidade que bem entenderem, do modo que bem entenderem.

O OASIS passa a fazer parte da vida das pessoas e grande parte prefere viver sua vida online a encarar o que a realidade tem para oferecer. E mais: é gratuito e irrestrito. Você não precisa de dinheiro para entrar no OASIS e qualquer pessoa pode brincar, basta ter acesso à Internet. Com o sucesso da plataforma, empresas “do mal” tentam comprar o servidor, com o intuito de cobrarem pelo acesso mensal, divulgar publicidade online, e etc. Porém, o geek criador do game não quer que isso aconteça e, antes de morrer, cria uma gincana para definir quem será seu herdeiro. Com a morte do seu criador, a fortuna do mestre e o controle do OASIS ficam travados até que um jogador esperto o suficiente consiga resolver os enigmas e desbloquear a fortuna bilionária e o controle do jogo.

E é nesse panorama que conhecemos Wade, 17 anos, acima do peso, gamer insano e pobre. Wade é um dos caçadores do tesouro escondido no OASIS e sua vida muda drasticamente quando ele descobre a primeira pista do grande enigma. Com tal descoberta, o avatar de Wade, Parzival, vira celebridade instantânea: todos querem que ele assine produtos, dê entrevistas, faça comerciais e mais, todos querem saber quem é o player por trás de Parzival, informação que Wade esconde com unhas e dentes. Nessa situação inicia-se uma caçada dentro da caçada, com o “lado negro da força” perseguindo Wade tanto dentro quanto fora do jogo para impedi-lo de chegar primeiro à fortuna e impedir que o OASIS seja controlado pelas empresas “do mal” que eu comentei lá atrás.

O livro é eletrizante. Não dá pra parar de ler e todas as dicas e enigmas são baseados na cultura pop dos anos 80. Pode se preparar pra ler muito sobre Dungeons & Dragons, Ultraman, Atari, Curtindo a Vida Adoidado, Rush, Star Wars, Star Trek etc, etc, etc. E o autor também capricha na descrição dos diversos mundos dentro do OASIS e seu efeito “sugante” na humanidade. As pessoas simplesmente não vivem suas vidas mais, preferem passar o tempo todo em uma realidade virtual e isso acontece com vááários adolescentes na nossa vida real também, vocês tem noção da quantidade de pessoas que vivem nessa vida vegetativa hoje em dia? São muitas! Ragnarok, World of Warcraft e jogos do tipo são os precursores do OASIS e, se as coisas seguirem no ritmo que estão, logo teremos um simulador de realidade potente nesse nível à nossa disposição. Imaginem como será o futuro desse jeito. Não sei se será bom ou ruim, mas diferente vai ser, afinal, tem gente que jamais conseguirá jogar com moderação.

Enfim, isso são apenas devaneios. Para ser objetiva: o livro é ótimo! É voltado pra galera que tem mais de 30 e que viveu nos anos 80 sua adolescência, meninos em especial. Porém, a geração anos 90\2000, à qual eu pertenço também apreciará a história. Eu garanto!
cyberboni 06/04/2012minha estante
cara, eu estava lendo um outro livro [as últimas quatro coisas] e passando na saraiva, achei a capa interessante e fui ler o primeiro capítulo... foi o suficiente para comprar e devorar o livro.
acho que nunca me envolvi numa literatura como essa, a narrativa do Wade é impressionante, mais as referencias de filmes, animes, música e é lógico, games... realmente não sei como definir esse livro com palavras... vale a pena dar uma lida.
gostei muito da sua resenha, vivemos em parte do que foi refência para eles, senhor dos anéis, matrix, wow, dentre outros... por isso, por mais surreal que seja, não podemos desacreditar de um futuro com jogos desse nível, afinal, tudo começou em 2012.. .p


Egberto 30/04/2012minha estante
Tenho 13 anos, e me acho meio nerd/geek. Me interessei assim que li a sinopse, já quis comprar. Agora que comprei, fiquei até com receio de não entender certas referências do livro, já que vai ter coisa que nunca vi na minha vida, mas sua resenha e outras já me tranquilizou!


Antonio 11/06/2012minha estante
Comecei a ler o livro agora e os primeiros capítulos já explodiram minha cabeça. Zona "no-jvj", referências a jogos antigos, rpg...putz..incrível! No final de cada capítulo rola uma busca por todas as referências no google. Também não vivi os anos 80, sou da geração 90, mas o livro está sendo sensacional.


dissonantbr 21/06/2012minha estante
Realmente gostei muito do livro e o devorei rapidamente... Não há realmente um eco tão grande entre os gamers como nesse livro. Porém sim sofri com a primeira edição do livro que tinha uma tradução que nao ficou a altura... Releve, esqueça pequenos problemas de roteiro e seja feliz...Até o filme... Ou não...:P


Marckunn 18/04/2013minha estante
Eu tinha ouvido falar um tempo antes desse livro, ai um dia passando em frente a livraria decidi entrar em conferir se tinha esse livro, comprei, levei pra casa, comecei a ler e foi paixão a primeira vista (haha), consegui bater meu recorde de leitura com ele, 3 dias. Todo gamer se viu ali no lugar dele, acho que eu fiquei um bom tempo (estou até agora um pouco) viajando sobre como seria o mundo do OASIS e talz, espero que façam um filme a altura, se fizeram, será ÉPICO!


Clara 31/07/2013minha estante
Só um comentário, Karol - discordo dessa modo de "gamer", mas não aceito alguém dizer que é gamer só jogando FIFA. HAHAHAHA
Portanto, fiquemos com FF que tá melhor! Hahahaha
ADOREI as referências do jogo e, o que eu não conhecia, passei a conhecer. Só achei lento no começo, apesar de o final ter sido épico. :)


Diego 19/04/2014minha estante
Poxa Karol, somos ambos então, tbm amo Final Fantasy. E esse livro com certeza, mesmo não ter lido, recomendo pra qualquer gamer ou otaku porque o elemento distópico e científico é bem comparado com SAO( Sword Art Online). Tô esperando pra lê-lo.


Cibelegs 28/07/2014minha estante
Falou tudo, quando descobri este livro não resisti, li no tablet mesmo, e bati meu recorde, li tudo sofregamente em 18 horas, com 2 paradinhas básicas pro óbvio. Surreal, fantástico, viciante, um sucesso total, enfim...


Gerson 06/06/2015minha estante
Falou tudo e mais um pouco....


Daniel 19/01/2016minha estante
Você me fez querer ler! Meta de Leitura!




Leandro 28/08/2014

Uma nostalgia enjoativa
Vou tentar ser breve na minha análise. Jogador Nº1 resume-se a três coisas basicamente: um jogo online utópico, excesso de referências e Deus Ex Machina.

OASIS foi o maior ponto positivo (se não for o único) do livro. O autor realmente fez um bom trabalho em desenvolver o universo virtual do livro. Infelizmente ele não foi capaz o mesmo com o mundo real, que fica apenas como um pano de fundo. Tanta coisa podia ter sido melhor aproveitada, como a crise de energia, o lastimável estado de pobreza da população, os próprios personagens poderiam ter sido melhores trabalhados na trama.

O autor perde um tempo precioso citando cada pedaço da cultura popular os anos 80, chega até parecer que há uma referência por página. Num certo ponto Jogador Nº1 deixa de ser um livro e se torna uma lista coisas favoritas dos anos 80 do autor.

Pra continuar essa resenha, vou dar alguns spoilers da trama. Estejam avisados!

Além de personagens estereotipados e superficiais (Daito e Shoto por exemplo), temos uma trama previsível (garoto ganha o dinheiro e a garota) que por mais de uma vez apela para Deus Ex Machina. O melhor exemplo que consigo pensar é quando Wade se deixar ser preso pela IOI e então revela para o leitor que meses atrás comprou uma série de códigos no OASIS que lhe davam acesso ao sistema interno da IOI. Bem conveniente, não é, Ernest Cline?

Enfim, apesar de que Jogador Nº1 possa ser divertido algumas horas e tenha alguns momentos bons nas suas páginas, é um livro com uma história fraca vivida por personagens superficiais mergulhados num universo de clichés e referências que não acabam nunca.

Ah, e ao contrário do que diz a capa, está infinitamente longe de ser um novo Matrix!
Jctomaz 06/10/2014minha estante
Disse muito do que eu penso a respeito do livro, Leandro.
Apesar de ter gostado um pouco mais do que você, também me incomodou um pouco as facilidades que o autor usou para que a história seguisse o seu rumo, ou o recurso do Deux Ex Machina, como você bem colocou.
Também senti falta de saber mais sobre o mundo distópico em que se situa a história. Quando o Cline tenta explorar esse aspecto da obra ele consegue criar um background bem interessante, porém, pouco explorado.

Enfim... Parabéns pela resenha.


Gabi Fernandes 05/01/2015minha estante
Que bom que alguém pensa como eu. Todas as pessoas parecem idolatrar este livro, mas, por motivos semelhantes aos que você listou, não entendo porque.


Leandro 06/01/2015minha estante
Gabi, eu tenho quase certeza que tem alguma coisa a ver com o fator nostalgia.


gleicepcouto 28/03/2015minha estante
Nossa. Já estava até me sentindo meio pária por pensar igual a você sobre o livro (afinal, todos amam). Se retirar o Oasis, sobra o que do livro? NADA. História fraca demais.


Ermeson 20/02/2016minha estante
Sem falar da art3mis interesseira


Desativado por enquanto 06/01/2017minha estante
Achei o livro com ótimas referências, principalmente pra eu que vivi a infância nos anos 80. Mas na essência ele é fraco. Parece um filme regular da sessão da tarde.


Mari 09/01/2017minha estante
Da metade pro final eu já tava pulando todo o tipo de referência que não acrescenta na história. Esse plano genial do Wade que não apresenta nenhuma falha e é sucesso total na primeira tentativa não me convenceu. Os personagens menos ainda. Fui com uma expectativa alta e me estabaquei.


Edison Garreta 24/02/2017minha estante
Foi exatamente por isso que abandonei o livro, após algumas páginas se torna cansativo.


Vinicyus B 09/08/2017minha estante
O livro todo é construído sobre Deus Ex Machina 's.
Para encontrar um portão o personagem havia lido a autobiografia do designer do OASIS 21 vezes, a biografia 18 vezes, sabia que ele gostava de uma banda de rock, mas isso não estava na biografia e sim numa entrevista ao Jô Soares que ele assistiu 30 vezes. A música faz referência a um episódio de uma série de TV que o Designer assistia e o protagonista assistiu 90 vezes, mesmo sem gostar, e decorou a fala do vendedor de rosquinhas que aparece aos 7 minutos. A senha era a cor da rosquinha.

E fora que o protagonista é uma criança que desvendou todo esse passo a passo antes do vilão, uma mega empresa com 5.000 pessoas dedicadas a esse enigma.




Marcio 15/04/2012

Medio
O autor vomita um monte de referencias nerds, que tem uma hora que fica repetitivo e chato. Eu achei que tem alguns furos na historia. Para um mundo decadente todo mundo parece ter computadores e conexões de alta velocidade de Internet, e dinheiro para gastar na conta de luz.
Victor Piacenti 17/04/2012minha estante
EXATAMENTE! Todo mundo é um lascado na vida, mas tem dinheiro para manter o OASIS!


Edu Mad-Hatter 22/04/2012minha estante
Engraçado se você for em uma favela ou uma area de baixa renda vai ter uma TV uma computador o mais fraco que seja, e na historia e bem explicado que os estudantes e o povo de baixa renda recebe um console OASIS para poder acessar o jogo, lembrando que no OASIS eles podem trabalhar e estudar.


Marcio 22/04/2012minha estante
Mas a crise energética que a causa do planeta estar assim? Essa rede mundial de computadores devem consumir muita energia vc não acha Edu? È os usuários tem grana para pagar? Acho que eles fazem muitos gatos na rede elétrica como na favela. rrs


Tabmagnetic2 04/05/2012minha estante
Igual na vida real. As pessoas pobres não tem uma geladeira ou um forno de qualidade... mas a maldita televisão está sempre presente (ou o computador que vem se tornando algo mais corriqueiro nos lares de todo o mundo). Não importa a pobreza, pois o viciado sempre da um jeito de cheirar.


Emanuel 04/05/2012minha estante
Faust não sei se vc não percebeu mas o único modo deles esquecerem do mundo real era entrando no mundo de OASIS


Marcio 05/05/2012minha estante
Olha quem gostou beleza...mas esse papo de mundo decadente com crise de energia, mas com Wi-Fi de graça para todo mundo.. para mim não sustenta.


Ka Yen 20/12/2012minha estante
galera, vocês estão pensando com valores presentes mas e no futuro? Internet, wireless é algo que só tende a baixar o preço ainda mais. Além disso, há o problema energético mencionado mas com a evolução tecnológica, a eficiência energética dos equipamentos pode ser muito maior.

SPOILER ON


por exemplo, hoje, nenhum computador pode ser ligado carregando uma bateria correndo 5 minutinhos em uma esteira. no futuro talvez seja possível.

SPOILER OFF

Do mesmo modo que coisas podem ficar mais baratas, outras coisas podem ficar caras, o chocolate por exemplo. Há uma crise na produção de cacau atualmente. no futuro, todos podem ter computador mas apenas os super ricos podem comer chocolate. É um futuro possível.

Acho que a crítica é válida mas é muito superficial.


Joonhk 28/01/2013minha estante
Resumindo em poucas palavras: política do pão e circo


Jon 02/12/2015minha estante
Acho que vc devia ler novamente o começo do livro. Ele deixa bem claro como é dificil ter acesso ao OASIS para a maioria das pessoas.

O protagonista mesmo só consegue acessar porque tem um aparelho doado pela escola (que também deve fornecer a conexão) e a energia é gerada por uma bicicleta ergometrica adaptada em seu esconderijo.


Desativado por enquanto 06/01/2017minha estante
Até que enfim alguém que concorda comigo. Achei o livro com ótimas referências, principalmente pra eu que vivi a infância nos anos 80. Mas na essência ele é fraco. Parece um filme regular da sessão da tarde.




spoiler visualizar
Glauci 10/08/2017minha estante
Desisti.


Samuel 19/08/2017minha estante
Meu deus, foi a mesma coisa que concluí. No final, toda vez que o Wade abria a boca pra falar eu já tava gritando "Ninguem se importa, cara". A Art3mis é a unica personagem que vale a pena gostar e mesmo assim não é valorizada suficiente. Odiei tudo.


Henny 27/10/2017minha estante
Exatamente isso! Na metade do livro quis desistir de abuso do personagem principal, que de alguma forma sobrehumana, é um senhor sabe-tudo que assistiu, jogou, escutou, leu tudo e várias vezes, e os diálogos nada naturais me fez rir várias vezes. Com certeza, destinado ao público infanto-juvenil.




Yasmin 03/09/2012

Criativo, repleto de referências. Adorei.

Desde que a LeYa anunciou o lançamento desse livro fiquei muito ansiosa para ler. Todo mundo que conheço falou muito bem do livro e fiquei imaginando como o autor integrou a década de 80 em uma história que se passa no futuro. Ou o autor era muito bom pesquisador ou o mais óbvio um nerd tradicional de primeira classe. Ernest Cline é roteirista e usa de todos os tipos de referências para construir uma história muito boa para um público específico, mas que sendo realista pode não agradar a todos os leitores.

Wade Watts é um garoto órfão que vive em um trailer encardido com a tia. São tempos difíceis, a crise dos combustíveis devastou a economia e levou junto o social. Emprego é coisa rara, carros são abandonados aos montes e o planeta terra está em uma decadência mascarada. O único refúgio seguro para Wade é o OASIS, um universo de imersão virtual que o mundo inteiro aprendeu a usar como um escape para a vida e para facilitar a vida em um planeta cada vez pior. O OASIS foi criado por Halliday em 2012 e rapidamente se tornou um novo conceito em tudo. As pessoas estudam, fazem negócios, compras, tem relacionamento, e vários planetas com corporações foram criados. É um novo mundo. Com avatares bem reais e recursos surpreendentes a experiência é assustadoramente próxima e até melhor do que a realidade. Wade estuda em Ludus, um planeta apenas de escolas. Estudo de graça. Ele está quase formando e usa o aparelho da escola para acessar o OASIS. A única coisa paga no OASIS é o transporte para outros países e como Wade não tem um tostão furado se contenta em passar longas horas em Ludus, na biblioteca, conversando com seu melhor amigo Aech ou se dedicando a busca do ovo da melhor maneira que pode: acumulando conhecimento sobre Halliday.

Quando Halliday morreu deixou um vídeo e um manual que instruíam a todos na busca pelo ovo. Não sei se todos estão familiarizados com o temo "easter eggs". É como chamam qualquer coisa oculta em um jogo, sistema, filmes. Por ex. uma foto que aparece no episódio daquela série de que você gosta muito pode ser um easter egg. Uma pista para o próximo episódio, ou o nome de um produtor. No livro Halliday escondeu um desses dentro do OASIS, e quem encontrasse ficaria com toda sua fortuna e o controle do OASIS. Seria o novo Halliday. Wade assim como muitos entraram na busca e por destino ou sorte Wade foi o primeiro a encontrar a chave de bronze. E é a partir daí que a trama começa a se desenvolver.

A história possui uma narrativa muito bem trabalhada no lado visual, sendo a ambientação perfeita e muito criativa. A imersão que temos dentro do universo criado pelo autor é fantástica, uma qualidade que chama atenção e que deixou a leitura muito gostosa. O ritmo varia de acordo com as passagens e durante as descobertas de Wade senti como se estivesse assistindo a um filme. Cenas de ação bem elaboradas e um uso crível das referências. O autor deixa claro que é fã de muitos dos games, filmes e músicas usadas no livro e por isso as coloca muito bem na história. O grande x dessa questão é que nem todos os leitores vão reconhecer as referências, fazer a ligação com a história do livro e achar graça, encontrar a pista por trás daquilo. O ideal era ter colocado notas de rodapé em cada página, contextualizando a referência para quem não conhecesse. Eu não reconheci todas, mas não vi problema nisso até porque adoro quando um livro me faz ir atrás de algo novo, que não conhecia até o momento.

Games como Black Tiger, Dungeons of Daggorath, Joust, Tempest e Zork estão presentes na trama, assim como filmes são usados para várias coisas, de detalhes a citações relacionados à busca pelo ovo. De Volta Para o Futuro, Blade Runner, Laranja Mecânica, Os Caça-Fantasmas, Goonies, O Feitiço de Áquila, Monty Python em Busca do Cálice Sagrado, A Vingança dos Nerds e Negócio Arriscado são alguns deles. Diversos jogos do Atari também aparecem. O nome de Wade é uma referência, o nome dele dentro do OASIS, Parzival é uma referência, o nome de Art3mis idem. É possível obter bastante informação e entender bem as intenções do autor só prestando a atenção nessas referências. Por isso sugiro que pesquise tudo que estiver na dúvida, vale muito a pena mergulhar de vez na obra de Ernest Cline. E claro que tentei decifrar os enigmas para as chaves, bem legal essa possibilidade, de descobrir antes do personagem onde ele tem de ir.

Leitura rápida, bons personagens no geral e bastante criativo. Eu gostei muito do livro, e de tudo o que o autor fez. É uma história que ficaria perfeita no cinema se bem adaptada. O direito de adaptação foi comprado um dia antes de o livro ser publicado e o próprio autor está trabalhando no roteiro. Se sair vai ser coisa boa. A edição da LeYa está muito boa, a única coisa que senti e já ouvi outras pessoas falando é sobre a tradução. Alguns termos não precisavam ter sido traduzidos e pode parecer estranho, mas esse livro deveria ter sido traduzido por um nerd de primeira que não se importasse de acrescentar notas do tradutor falando das referências. Recomendado a todos. Um passeio diferente na ficção científica, algo plausível, personagens críveis, diversas "homenagens" e que deve ter deixado muita gente feliz. Um pouco de romance, mistério, ação e um cenário que me deixou sonhando com o dia que o Google ou qualquer outra empresa vai anunciar um projeto semelhante ao OASIS... Eu diria genial se não fosse parecer exagero, mas entrou para a lista de favoritos e estou esperando que o autor se aventura mais uma vez na literatura. Leiam, quebrem a cabeça e se divirtam com a caça ao ovo de Halliday. Até mais!

Leia mais resenhas em: http://www.cultivandoaleitura.com/

Desativado por enquanto 06/01/2017minha estante
Achei o livro com ótimas referências, principalmente pra eu que vivi a infância nos anos 80. Mas na essência ele é fraco. Parece um filme regular da sessão da tarde.




Lets 10/04/2012

Jogador No 1 (Ernest Cline) - Um mundo em jogo, a busca pelo grande premio. Voce esta preparado?
Para quem gosta de jogos de computador ou playstation entre outros, livros e coisas dos anos 80 (jogos, filmes, músicas), vai amar Jogador No 1. Alem de ter uma história super interessante, o leitor anseia por saber o que está prestes a acontecer.
2044 é o ano narrado. O mundo está assolado pela fome e miseria. E o que matem todos ocupados é a vida virtual que o jogo OASIS proporciona. Quando o criador do jogo morre, ele deixa para os usuarios uma caça, a Caça ao Ovo de Páscoa de Halliday, onde terão que encontrar três chaves para três portões, e encontrar o Ovo. Quem encontrar terá todas as riquezas de Halliday e será o dono do OASIS. Wade (Parzival), um garoto pobre, passa a maior parte do seu tempo conectado, ate que ele se torna o primeiro usuario a encontrar a primeira chave. Sua vida vira do avesso sofrendo perseguicoes e encontrando novas amizades, alem do amor. Wade terá que aprender a lidar com o mundo real, do qual ele sempre tentou fugir.
A leitura do livro é gostosa, e as perguntas feitas ao longo da história são sempre respondidas de alguma maneira serpreendente. Não precisa saber de tudo dos anos 80 para entender o livro. Mas uma pesquisada básica não vai matar ninguém.
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Kevin 31/08/2017

Livro super fraco!!
Não entendo o motivo das pessoas colocarem esse livro tão para cima. Tudo no livro é fraco!! O enredo é previsível demais, todos os personagens são clichês, tem tanta referência que dá a impressão que colocaram para deixar o livro com mais páginas.
Há algumas partes divertidas no livro, mas para mim não valeu a pena a leitura. Se o livro não fosse tão elogiado pela massa e estivesse na sessão de infanto juvenil (como deveria estar) eu provavelmente nem teria lido. O livro ser do gênero Ficção científica hard é um absurdo!!
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Thiago Henrik 06/09/2012

Orgasmos Nerds a cada página
Apesar de não ter vivido a década de 80 (nasci perto do final), me deliciei com as várias menções a jogos, filmes, animes e tokusatsus que conheço.

A história é contada de maneira tão genial, que passa ao leitor a impressão de que ele também pode desvendar os enigmas, se identificar as referências.

Além disso, passei por uma nova experiência: Por várias vezes, interrompi a leitura para buscar na internet (às vezes no pc, ou no celular, quando já era madrugada e não conseguia largar o livro) os jogos e filmes mencionados no livro, o que tornou tudo muito mais interessante, proporcionando uma nova dimensão à leitura.

Recomendo fortemente que os novos leitores façam o mesmo.
Robson.Moreira 15/12/2016minha estante
Foi exatamente o que fiz, buscando as referências na internet hehe




Gabriela 01/04/2013

Manual de Sobrevivência para os Geeks
São 3:00 da manhã e você não tem o que fazer e tédio passa a lhe consumir. "Deus, o que eu faço?", perguntaria aquela criança hiperativa que não morreu dentro de você. Então, a sua resposta para a pergunta a seguir é o que defini quem és. O que fazer as 3:00 de manhã de uma segunda-feira? Talvez você seja o tipo de pessoa que pega o celular e navega na internet, que vai assistir televisão, ler um livro... Mas, talvez você seja que nem Wade Watts e ligue o computador ou video game, independente de quão velho ele seja, e entre no universo paralelo de Dungeons and Dragons ou World of Warcraft, ou simplesmente resolva fugir de Blinky, Inky, Clyde e Pinky (se souber quem são, se assuma geek), isso significa que você é igual Wade Watts.
Oh querido geek, se o mundo estivesse dando seus últimos sopros de vida e você pudesse escolher viver nele ou em uma "dimensão paralela" qual seria sua escolha? Wade Watts, ou também Parzival como é conhecido na sua parte preferida da vida, escolheu viver na "dimensão paralela" que é o OASIS. OASIS é um jogo criado para que nele as pessoas possam criar a si mesmos e ninguém precisa saber quem você é. Agora imagine, viver em um lugar perfeito jogando video game 24 horas por dia e ainda poder ganhar bilhões de dólares por isso. É a realidade de Parzival (oops Wade). Talvez você, não geek, passe bastante parte do livro se perguntando qual o problema do garoto? O problema dele, é a sua realidade. Wade mora com a tia (sua mãe morreu) que parece odiá-lo e desde os 14 anos, procura pelo "ovo de páscoa de Halliday" como é chamado o grande prêmio escondido no meio do OASIS. Depois de 4 anos, ele é um dos poucos que ainda procuram pela tão procurada chave de cobre. Wade tem um melhor amigo do qual nem sabe o nome, e é apaixonado por uma garota com a qual nunca nem falou. Parzival tem um melhor amigo que conhece há dois anos e agora uma possível futura namorada. Com isso lhe pergunto, pronto para entrar no OASIS e caçar o ovo da páscoa de Halliday? Art3mis, Shoto, Aech e Parzival esperam por você.
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POPS 09/03/2012

Meu quarto livro favorito
Em um mundo devastado pela fome, miséria e falta de dinheiro, Halliday cria um mundo chamado Oasis para poder fugir da realidade. Quando ele morre, ele cria um jogo para descobrir quem ficará com a sua herança.
Wade resolve participar desse desafio para achar o “ovo de páscoa” e quando encontra a primeira chave ele fica famoso e ao mesmo tempo se torna a pessoa mais procurada do mundo.
O livro tem uma narrativa bem descritiva, porem nada massante. A leitura flue de uma ma maneira rápida e gostosa. Tem partes que deixam vc com coração na mão querendo saber o que vai acontecer com o personagem.
Ernest Cline consegue de uma forma gostosa colocar referencias da cultura pop dos anos 80. Tem muitas referencias principalmente filmes programas de TV e jogos de videogame.
Tudo no livro é bem amarrado e não fica nem uma parte sem ser explicada. Todas as perguntas feitas no livro serão respondidas em alguma parte do livro.
Lembrando que o livro está sendo transformado em filme e se especula que ele vá superar os efeitos especiais e o 3d de Avatar. Vamos aguardar para ver.
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Katsumi 25/03/2013

Perfeito para jogadores MMORPG e Nerds.
Não é um clássico da literatura, na verdade, a história é simples, poderia até ser um filme da sessão da tarde. Mas não pude deixar de favoritar ele. Eu, como jogadora de MMORPG, Nerd e nascida nos anos 80, me identifiquei completamente com o livro. Ele é recheado de referências, tanto que provavelmente só conheço 1 terço do que o autor citou. Mas a toda referência que eu pegava, não podia deixar de sorrir.
E como não se identificar com os personagens, pelo menos, para mim, entendo muito bem que o é querer se refugiar no mundo virtual, conhecer pessoas lá, criar amizades e até se apaixonar.
Mas o livro também não deixa de ser um aviso... uma crítica. As pessoas estão tão fascinadas pela ilusão de mundo virtual, que esquecem do mundo real.
E nada substitui olhar uma pessoa no olhos.
...E ter relacionamentos, mesmo que doloroso, imperfeito, mas maravilhoso.
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Marcus 29/03/2015

Um livro despretensioso e inteligentemente encantador
A história de “Jogador nº 1” se passa em 2045, num mundo caótico marcado pela crise de energia, mudanças climáticas catastróficas, fome, pobreza, doenças e guerras.

Como válvula de escape dessa realidade nada agradável, a maioria das pessoas passa grande parte do dia conectada ao OASIS, uma utopia virtual onde elas podem ser o que quiserem (de uma versão melhorada da sua aparência real, até um mago ou elfo saído direto da Terra Média). Conectados à plataforma, os usuários estudam, trabalham e vivem aventuras em qualquer um de seus milhares de planetas.

O criador do OASIS é James Halliday, um fanático da cultura pop dos anos 1980. No dia da sua morte, Halliday divulga o Convite de Anorak, uma mensagem em vídeo onde ele revela que escondeu três chaves dentro do OASIS. O primeiro que encontrá-las herdará toda a sua fortuna e um enorme poder, mas para isso terá que desvendar uma série de enigmas baseados nas músicas, filmes, seriados e jogos do fim do século XX.

Cinco anos se passaram desde o início da caça ao tesouro. Ninguém encontrou nada e alguns começam a duvidar da sua existência. Até que o jovem Wade Watts desvenda o primeiro enigma. A caçada toma um novo fôlego e outros jogadores começam a busca. Jogadores mais poderosos e dispostos a fazer qualquer coisa pelo prêmio. Então, Wade precisa correr contra o tempo e vencer, pois essa é a única maneira dele sobreviver.

Não vivi na década de 1980 e nem sou um nerd apaixonado por videogames (apesar de dizerem que pareço um). Logo, “Jogador nº 1” não seria o livro ideal para mim, certo?

Errado! Apesar de não conhecer cerca de 70% das coisas que o livro faz referência, a leitura e o entendimento da história em nada foram prejudicados. Até porque, muitas vezes, o autor explica o que são aqueles jogos, músicas, filmes e seriados de televisão.

Dividido em três partes, “Jogador nº 1” é narrado em primeira pessoa. O tempo todo acompanhamos a história pelos olhos de Wade (ou Parzival, seu avatar no OASIS), um personagem engraçado, impetuoso, sagaz e extremamente carismático. Aliás, esse é um dos pontos fortes do livro. Todos os personagens são bem construídos e desenvolvidos ao longo da história. A empatia com Wade, Aech e Art3mis é imediata.

A trama que o livro apresenta também é bastante original e criativa. A paixão do autor pela década de 1980 transborda pelo texto ágil e bem escrito, tornando a leitura rápida e prazerosa. Posso até dizer que foi uma das melhores leituras que fiz esse ano (até agora). Não por ser uma obra prima ou trazer profundas reflexões. Pelo contrário. É um livro despretensioso e inteligentemente encantador.

“Jogador nº 1” é uma divertida ode aos anos 1980; uma homenagem ao estilo nerd/geek. Mas acima de tudo, é um a boa história e muito bem contada.


site: http://blogentrelinhas1.blogspot.com.br/
Daniel 29/03/2015minha estante
tbm acho encantador, é uma história e tanto




Ezequias 11/12/2012

Referências nerds ajudam na construção de uma agradável aventura.
Li Jogador nº 1 em 48 horas, talvez até menos. Posso então dizer sem nenhuma sombra de dúvidas que o livro foi empolgante, as mais de 400 páginas do livro simplesmente me fisgaram.

O livro empolga não só pela quantidade absurda de referências a cultura pop e nerd dos idos dos anos 80 e 90, os MMOsRPG´s (jogos massivos online) mas também pela deliciosa aventura que acompanhamos num futuro distópico, com uma mitologia simples, mas eficiente.

Contudo, Jogador nº 1 não é uma grande obra literária. É entretenimento puro e simples, muito bem escrito, bem cadenciado. Mas não vai re-inventar a roda.

Não que seja uma coisa necessariamente ruim. Sua falta de pretensão é justamente o que me cativou, ele é um livro para divertir e faz isso de maneira exemplar.

Porém, por ser um livro que depende de um mínimo de identidade do leitor com o universo apresentado e o seu protagonista, não é para qualquer um.

A localização também tropeça só um pouco, por exemplo: É duro ouvir "ovo de páscoa" expressão colocada de maneira que inexiste no vocabulário nerd, por assim dizer, quando se usa a expressão em inglês mesmo. Faltou um pouco mais de contato do tradutor com o publico alvo do livro, ou talvez um pouco de audácia.

O acabamento e impressão do livro é bem agradável, a leitura corre tranquila, sem tropeços e a capa e demais elementos gráficos são bem condizentes com o conteúdo do livro.

Enfim, é um bom livro, excelente até, mas não para todo mundo, recomendo a todos que se interessem pela cultura pop e nerd, caso não haja nenhuma identificação do leitor com esses temas, temo não poder recomendar.
comentários(0)comente



Sergio 29/11/2014

Melhor livro Geek do mundo!
2044. O mundo encontra-se em uma grave e alarmante crise energética. O meio mais simples de adquirir energia é fazendo uso de painéis solares ou com a força mecânica. O caos se instalou em todo o globo e qualquer objeto de valor é ainda mais cobiçado por ladrões. A cada dia o índice de desemprego aumenta e a fome se alastra com uma rapidez sem precedentes. Para tentar aliviar um pouco a frustração de viver em um planeta assim, Halliday (também conhecido como Anorak) constrói um videogame de realidade virtual chamado OASIS. Inicialmente, o jogo era apenas uma diversão entre amigos, mas acabou crescendo e se tornou parte da vida da maioria (e por que não dizer todos?) dos seres humanos da Terra. No OASIS você pode ser quem ou o que quiser: um humano, elfo, vampiro, troll... Você pode estudar, se formar, casar, viajar, fazer amigos, ter relações sexuais; tudo que você teria na vida real, porém com uma única diferença: tudo seria de forma virtual, com outra pessoa que estivesse conectada ao jogo via internet.

Estava tudo tranquilo, mas algo acontece para abalar as estruturas: o criador do game morre. E, como não possuía herdeiros, decide fazer uma caça ao tesouro: aquele que primeiro encontrar as três chaves (Cobre, Jade e Cristal) e passar pelos três portões será o dono de toda a sua fortuna, além de ter o comando do OASIS. Milhares de "caça-ovo" seguem as pistas deixadas por Halliday em busca da primeira chave. É aí que conhecemos Wade Watts, o personagem principal que iremos acompanhar nessa corrida maluca ao poder.

Em seu livro de estreia, Esnest Cline nos apresenta sua escrita leve e indutiva, que faz com que nós, leitores, devoremos as páginas sem nem nos darmos conta. A narrativa é fluida e instigante, acrescentando sempre fatos novos, que torna o enredo cada vez mais consistente e lógico.

Durante todo o enredo percebemos as fortes referências aos anos 80 (século em que Halliday cresceu e usou como tema para sua caça ao tesouro), que vão desde filmes/séries e jogos até bandas e livros. Há uma crítica severa àqueles que, nos dias de hoje, decidem se afastar da sociedade para passar cada vez mais tempo isolados perante um computador ou semelhante tecnológico. Ao finalizar a leitura, fiquei me perguntando: "por que demorei tanto para achar esse livro? Ele foi lançado aqui no Brasil em 2012, poxa!". Eis então a resposta: embora seja um livro muito bem avaliado, ele é pouco difundido em nosso território. Uma pena, já que em suas 464 altamente bem escritas encontramos um conteúdo inovador e que não deixa pontas soltas.

O final, embora "previsível", acaba sendo alcançado de uma forma que nenhum leitor poderia imaginar. A aventura é altamente envolvente e nos prende com enorme facilidade.

O exemplar é muito melhor do que eu achava que seria. O material usado na capa é de perfeita qualidade, bem como as folhas amareladas que fazem com que o leitor não se canse durante a viagem feita dentro do "OASIS" e todo o seu mundo futurista.

site: www.decaranasletras.blogspot.com
Johnny.Lucas 20/03/2015minha estante
Isso aí, foi o melhor livro que eu li nos últimos tempos




Matheus 07/06/2012

Tradução porca!
Me sinto extremamente lesado em ter comprado esse produto com uma tradução tão ruim. Infelizmente a cada página, os termos mal traduzidos vêm estragando qualquer imersão.
Não só os termos como ovo de páscoa(easter eggs), JvJ(PvP), e PEs(XPs) mas também os termos mais simples, porém, que matam qualquer nerd:

-O Incrível homem aranha: além de confundirem o cara com o hulk, ainda colocam o nome sem o traço (homem-aranha)

-O X-men: Os x-men não eram um time? ou a tradutora não sabe conjugar ou
então temos um novo herói, "o incrível x-men!"

fora isso, ainda temos termos de informática errados, frases clássicas de filmes traduzidas ao pé da letra e até erros na sexualidade dos personagens (Wade usando verbos no feminino).

Francamente a editora Leya vacilou muito! e por isso a nota dessa edição não seria nem metade do que eu daria para a obra original de Ernest Cline.

E agora, será que vale a pena comprar essa nova impressão com erros corrigidos? O que faço com essa tradução porca que tenho aqui? jogo fora? gastei dinheiro atoa!
Morgana 27/10/2012minha estante
realmente, concordo contigo, tem muitos erros essa edição
o pior é que a história é incrível, só a tradução é que mata
não sei como está essa nova edição, mas pior do que a primeira não fica...


Ka Yen 20/12/2012minha estante
ueh....não vou reler meu livro mas tenho certeza que usaram PvP e XP....não lembro de ter lido JvJ ou PE (que horrível). rsrs
eu encontrei uns 5 erros de gramática e de números errados assim graves...mas nada que estrague o livro. Porém são erros que devem ser corrigidos mais pra frente.




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