Cisne

Cisne Eleonor Hertzog




Resenhas - Cisne


101 encontrados | exibindo 31 a 46
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


Mila F. @delivroemlivro_ 18/04/2013

Daqueles livros que só dá pra entender lendo! Fabuloso!
Logo no inicio da narrativa somos apresentados a família Melborne cujo patriarca se chama Henry e a matriarca Doris, o casal, supostamente, tem sete filhos: Bobby (8 anos), Lis (13 anos), Pam (14 anos), Tim e Tom (gêmeos, 15 anos), Ted e Teo (gêmeos16 anos) e, além de seus filhos, tem também Peggy Sant-Mont (14 anos) que foi adotada pela família de cientistas formados pela Escola Avançada de Champ-Bleux, a família Melborne tem um estilo peculiar de vida, vivem a bordo do grande veleiro Cisne.
Por consequência do destino ou não, todos os filhos dos Melborne, exceto Bobby, passam no teste para estudarem na Escola Avançada de Champ-Bleux que forma os melhores cientistas do planeta, inclusive Peggy também passou nos exames e nos psicotestes.
Como disse anteriormente o livro é muito surpreendente no sentido de ter um enredo inusitado e completamente inesperado e entre confusões a bordo do Cisne e com intercambistas Tarilianos que passaram por um maior vexame e repórteres terráqueos e tarilianos o livro mostra que as relações amistosas entre os dois planetas não existe verdadeiramente, há complôs e jogos de interesses que ainda não foi possível depreender neste primeiro volume. O que ficou claro é que muita coisa virá pela frente e que alguns dos personagens com certeza irão surpreender bastante quando ficar a mostra a faceta do vilão.
Toda a história se passa a bordo do Cisne e em Tarilian e nada é como imaginamos quando pensamos que os personagens são pessoas normais, aparentemente todos os personagens mostrados nesse primeiro volume tem uma capacidade sobrenatural e uma inteligência enorme. Muita coisa está oculta e um dos maiores chefes em bolar planos e ocultar fatos é Paul, um personagem que, para mim, é bastante contraditório. Não tenho uma opinião formada sobre ele, até porque há pouco contato com ele no livro, mas em todas as vezes que ele aparece é para inventar uma história ou criar uma confusão.
Em relação ao enredo considerei o livro esplêndido e muito original, mas teve duas coisas que me incomodaram no decorrer da narrativa. A primeira foi em relação ao excesso de diálogos, a história toda é praticamente contada através dos diálogos entre os personagens e raramente há narrações ou descrições profundas, entretanto, devo reconhecer que estes diálogos também tornam a leitura bem descontraída e engraçada, mas acho que há diálogos demais e alguns realmente desnecessários que acabam tornando a narrativa um pouco lenta. Não obstante, com o decorrer da leitura eu me acostumei com o estilo da autora e aceitei que aos personagens, competiria a explicação de toda a história.
O segundo ponto que me incomodou foi em relação aos capítulos serem muito extensos, estava despreparada para capítulos tão longos, mas ao mesmo tempo devo admitir que os capítulos se fragmentavam e entremeavam outras histórias/diálogos e assim não aparentavam ser tão grandes quando eram.
Para finalizar, quero realmente dizer que o livro é maravilhoso e surpreendente, para os que só leram a sinopse do livro tenho que informar que o trabalho da Eleonor é muito mais do que o que aquela sinopse deixa transparecer e para quem leu esta resenha, também, sinto em informar que seria impossível transmitir realmente o que este livro é. Este é um dos livros que só lendo para entender.

Camila Márcia
http://delivroemlivro.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Refúgio Literário 11/04/2013

Uma historia surpreendente a cada capitulo, divertida e instigante, assim é resumo o livro “Cisne” da autora Eleonor Hertzog.

No começo até me assustei com o tamanho do livro, afinal são mais de 800 páginas de leitura, pensei que se a historia fosse chata seria terrível ler tudo. Porém ao começar já me apeguei a cada personagem daquela família que vivia a bordo de um barco cientifico, em um futuro não tão distante. Ai percebi , que cada página daquele super livro valeria a pena, pois a estória tinha muitas surpresas a serem reveladas.

O livro traz a historia de uma família como qualquer outra, porém com uma grande diferença, eles viviam a bordo de um grande barco: O Cisne. Uma família, que mesmo com várias preocupações e segredos consegue nos envolver, e acaba que do nada pensamos fazer parte daquele meio familiar.

A medida que fui lendo, fiquei cada vez mais preso no enredo do livro, pois a cada momento a autora deixa pistas de que algum grande segredo seria revelado. Esse é o ponto auto da escrita da autora, ela consegue prender o leitor e mesmo trazendo um livro volumoso, conseguiu fazer com que sua estória não ficasse chata e cansativa, pelo contrário, quem pega o livro não consegue mais soltá-lo até desvendar cada segredo que aquela família reserva.
Dentre os capítulos que li, a única parte cansativa do livro é quando a família resolve encenar um teatro de piratas para várias crianças, achei que a autora se estendeu muito nesse momento, e confesso que isso fez com que a historia perdesse o foco concreto. Retirando isso, o livro traz uma escrita leve e de fácil entendimento, fazendo com que seja acessível a qualquer faixa etária.

A capa é linda e chama logo a atenção do leitor.

No fim, o livro “Cisne” é uma boa opção de leitura, com muitos segredos, muitas surpresas e alegria em muitas partes do livro. Assim é Cisne- Uma Geração, Todas As Decisões...
comentários(0)comente



Fernanda 09/08/2013

[Resenha] Cisne - Série Uma Geração, Todas as Decisões - Livro 1
Olá!

Blog: http://fernandabizerra.blogspot.com.br/

Meninas (os) hoje trago a vocês a resenha de um super livro, mas o super é no conteúdo e em seu tamanho. rsrsr. Pois o livro possui 832 páginas de pura aventura.


Em Cisne conhecemos a família Melbourne que vivi abordo de um super barco de pesquisa. Henry e Dores são biólogos formados pela melhor escolha de cientista existente no país, a Champ-Bleaux.

A família Melbourne é mega grande. Henry e Dores tem 8 filhos, os gêmeos mais velhos Teo e Ted; Tim e Tom, Pam, Paggy (adotada) Lis e Bobby o caçula.

O barco Cisne é uma mega atração quando chega a cidade de Porto Alto, onde a cidade em peso está a espera da família no porto. Mas eles não estão esperando apenas por ser eles uma atração especial, mas sim pelo fator de que os filhos da família Melbourne já tem idade suficiente de ingressar na escola Champ-Bleaux, e este ano eles estão esperando os testes de aceitação na escola.

Será que eles serão aprovados?. Venha embarcar nesta super aventura.




Beijos!
comentários(0)comente



Brúh 07/08/2013

Cisne - Eleonor Hertzog
Cisne é o primeiro livro da série Uma Geração. Todas as Decisões. E sem dúvidas um dos melhores livros que li. Vocês devem estar se perguntando ''Bruna, o livro é grande, a história não fica entediante?'' A resposta é não. E pra mim o livro é pequeno demais, pois a um primeiro olhar, ele pode parecer um tanto grande, porém tudo é tão bem feito. Desde personagens cativantes a um enredo envolvente e inteligente.
Nas primeiras páginas fui levada até Cisne, que é o barco de pesquisa e também casa da família Melbourne. Doris e Henry são cientistas formados pela Escola Avançada de Champ-Bleux. Seus filhos são Teo, Ted, Tim, Tom, Pam, Peggy (filha adotiva) e Lis que esperam ansiosos os resultados dos exames que fizeram para ingressarem na tão famosa e competente Camp-Bleux. Apenas Bobby, filho caçula, não prestou o exame por possuir idade inferior a 13 anos, que é a idade mínima para entrar em Champ-Bleaux.
A família se vê em meio praticamente numa ''guerra fria'' entre a Terra e a Tarilian, um mundo do outro lado do sol, com tecnologia mais desenvolvida que a Terra em vários setores. Enquanto isso vários personagens são apresentados, em sua maioria estudantes aprovados para estudarem em Champ-Bleaux. E toda a história vai mostrando o quanto é grandiosa. É como se fosse uma faísca que recebeu um sopro e tornou-se grande e poderosa.
Fiquei encantada com a capacidade da autora de relevar segredos e logo outros surgirem, deixando tudo mais dinâmico e interessante. Astronautas, extraterrestres, ''poderes especiais'', entre outros assuntos do livro, são abordados com criatividade e originalidade. Com a medida certa de pistas que permitem ao leitor ''pensar por si mesmo'', e ainda não ser previsível ocasionando em surpresas e vários suspiros ao longo da leitura de Cisne.
É impossível não desejar ser uma sobrinha de Henry e Doris, pois a família Melbourne é unida, quando alguém não está bem, todos se preocupam e procuram ajudar. O respeito é um dos valores que estão se perdendo atualmente e foi bom ver filhos, pais e tios respeitarem uns aos outros. O bom humor é destaque, nada exagerado e bem colocado, ri muito das brincadeiras de Tim e Peggy(saudades da Florinda e da Florinda II).
Não posso escolher uma personagem como favorita, gostei da maioria. Mas amo especialmente Peggy e Tim, ambos são alegres, espertos e fortes. Outros fui gostando aos poucos, como o Anton que foi mudando ao decorrer da história. O único personagem que não gostei é Giles por ser malicioso e covarde. Estou com certa desconfiança a respeito de Paul, seria ele um vilão ou mocinho? Isso não sei, mas não confio nele.
Queria escrever sobre diversos pontos do livro, mas acredito que iria soltar mais spoiler que deveria. Então só tenho a agradecer a Eleonor Hertzog por ter aceitado fazer parceria com o Curicultura, pelo livro e pelos mimos que vieram juntamente com ele. E o mais importante, pela oportunidade de embarcar a bordo de Cisne, com certeza ele ficará marcado em minha vida. E vocês, leitores, o que estão esperando para embarcarem também a bordo do Cisne? Adquiram logo, garanto que vão gostar!

site: http://curicultura.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Jéssica 23/04/2013

Resenha - Diamante Negro
Eu estava mesmo muito ansiosa pra ler o livro, desde que chegou ele chama atenção por si só. O Cisne com 832 páginas assusta muitos leitores, mas quando se começa a leitura, percebe-se que queria que o livro fosse bem maior.
A história começa bem normal, nada que revele logo de cara o quão complexa a trama é. Pequenos destalhes da aventura e do mistério do Cisne são lançados, quando você se dá conta que o Cisne e seus tripulantes não são seres normais, já está totalmente envolvido na história e não consegue mais parar de ler.
Durante toda a leitura do livro, foram duas semanas, eu sonhei, imaginei e brinquei com o veleiro e seus tripulantes, não tem como não se envolver, a história é tão rica em detalhes que você facilmente se transporta lá para dentro, tentando ver qual o problema de Peggy ou nas brincadeiras com Tim.
Preciso mesmo parabenizar a autora, Eleonor Hertzog, uma história neste nível, que não abrange somente a Terra ou o Sistema Solar, mas grandes espaços da galaxia! Realmente algo muito inteligente, com certeza um orgulho para a Literatura Nacional.
Aguardo ansiosamente o Volume 2 da Série - Uma Geração, Todas as Decisões, não vejo a hora de rever meus amigos Melbourne ou até mesmo os Golfinhos!

(http://docediamantenegro.blogspot.com.br)
comentários(0)comente



Literatura 22/07/2013

Uma aula de aventuras
Estou no Literatura de Cabeça há mais de um ano e por mais que eu queira, ainda não consegui me acostumar a minha nova função de “resenhista”. E, por consequência, ainda não consigo acreditar que minha opinião influencia leitores a comprar livros e/ou se interessar por tais. Dou minha opinião sincera sobre o livro e procuro extrair dele sua essência maior. Não quero me passar por presunçoso ao falar isso, mas vejo que estou conseguindo meu intuito e espero estar ajudando os autores a compartilhar de seus mundos levando mais e mais pessoas a conhecerem suas obras.

Pois bem, no universo literário, de hoje em dia, nada mais me surpreende, principalmente se tratando de literatura nacional. Antes ficava completamente abismado com a criatividade brasileira e me perguntava de onde eles tiravam essas ideias tão incríveis e fantásticas, mas hoje não me questiono e não duvido de mais nada. Os autores nacionais provaram com muito orgulho que podem ser uma Rowling, um King, um Tolkien, um Sheldon e até mesmo uma Austen. É com MUITO orgulho que trago pra vocês minha “crítica” sobre Cisne (Editora Dracaena, 832 páginas) da autora Eleonor Hertzog.

Sejam bem-vindos à família Melbourne! Logo de cara somos apresentados a essa família alegre, divertida, hospitaleira, famosa e muito amada. Composta por dez pessoas, temos o Dr. Henry e a Drª. Doris, e vem o “time de futebol” Tim, Ted, Teo, Tom, Bobby, Pam , Lis e Peggy, a adotada da família. Ufa, quantos filhos, rs! Os pais da família são famosos cientistas biólogos da Terra e comandam o imenso barco de veleiro solar onde vivem, chamado de Cisne. Como em toda família grande, sempre há aquelas briguinhas de irmãos e blábláblá, e no Cisne não é diferente. Há muitas partes em que elas acontecem, mas fica algo totalmente aceitável levando em conta o número de pessoas, pois todos tem uma personalidade diferente, e é normal um não se bater com o outro porque não concorda com o modo de pensar e tudo mais.

Todos estão ansiosos para saberem se foram ou não aceitos na Escola Avançada Champ-Bleux, uma das escolas mais conhecidas na Terra por formar os melhores cientistas que há no universo. O dilema de então é saber se todos passaram ou não, e é em meio a isso tudo que nossos carismáticos personagens irão se ver entrelaçados em dois mundos, o nosso e Tarilian, o único outro planeta descoberto que há vida.

Veja resenha completa no site:

site: http://migre.me/fzk6I
comentários(0)comente



Rafa 17/07/2013

Cisne - Eleonor Hertzog
A obra tem exatas 832 páginas. O que pode assustar e intimidar no começo, correto? Afinal, generalizando, livros longos são motivo para noites mal dormidas. Confesso que no princípio fiquei realmente um pouco assustada com a vasta quantidade de... episódios que o livro trazia, mas foi só bater o olho no 'Era uma vez' no primeiro capítulo, e passar o olhos pelas palavras sutis e suaves que estavam impressas, que algo me disse (uma voz do além, talvez) que eu estava prestes a conhecer algo muito diferente do que tinha imaginado.
Na mosca.

No começo o livro foca-se no cotidiano da família Melbourne, dois cientistas com sete filhos de sangue e uma filha adotada à pouco mais de dois anos que são a tripulação do barco. Eles levam uma vida perfeita à bordo de sua casa flutuante, todos são extremamente satisfeitos com as constantes aventuras e são adorados por onde passam, por causa de sua grande simpatia. Mas a realidade sem defeitos pode estar prestes a acabar quando sete dos oito jovens decidem entrar na competição por uma vaga na Escola Champ-Bleux. Nesta primeira parte da história somos levados a conhecer à fundo a família, não dou muitos detalhes mas garanto que o efeito é a simples ânsia de fazer parte dela a qualquer custo. Eles são tão, mas tão incríveis, que bate uma tristeza imensa quanto se é obrigado a fechar as páginas do livro.

De acordo com a própria Eleonor, vemos como cenário uma Terra alternativa, ou seja, não iremos nos deparar com a história que conhecemos do nosso mundo. Tudo é diferente. E sendo tudo diferente, já podem imaginar a quantidade de novidades que existirão. Outros planetas, que são divididos em casas, que tem seus Mentores, que na Terra, vivem em guerra entre si.

Isso é spoiler. Mas não tem como explicar o que vou explicar sem falar disso.
As sete 'crianças' dos Melbourne passam nos testes para Champ-Bleux. E a partir desta notícia, nós passaremos a conhecer os outros alunos que estudarão com eles. É quando começa o que considero a segunda parte do livro. Vamos esquecer o Cisne só um pouquinho e apresentar os outros futuros cientistas. E sim, eu amo esta parte.

Terceira: Todos os alunos apresentados, vamos conhecer o grande problema.

Está tudo correlacionado. Está tudo correlacionado.
Mesmo que no começo não possamos perceber.



Sabe aquele tipo de história que te dá um montão de pistas no começo, e no fim você para e pensa: Não acredito, como não vi antes? Nossa, isso é genial!
O tipo de livro que te suga completamente por dias, e te faz gargalhar mais em uma semana do que você faria em meses?
Daqueles que você acha que se baseia na diversão, mas acaba percebendo que se trata de algo complexo e muito bem planejado?

Poderes mentais.
Pessoas com mutações genéticas.
Reinos.
Astronautas
Alienígenas.
Tempestades.
Motoqueiros.
Conspirações.
Mentiras.
Passado.
Talvez um futuro.
E algo que eu poderia jurar que era magia.

Nunca imaginei que pudesse existir uma obra que agradasse à TODAS as pessoas.
Não é de ver que existe?

Se você não gosta de ficção científica, sem problemas. Sem problemas MESMO.
Fan de romances?
Suspense?
Terror? Apesar de oculto, ele existe.
Gosta de histórias inteligentes?
De livros de fantasia? Aah, a fantasia de Cisne é incrível!

E os personagens?
São tantos, e todos tão bem estruturados!

A escrita é leve e deliciosa. Tranquila e que deixa tudo bem claro.

Explicando a imagem lá de cima: Me Surpreendi.
Em todos os sentidos.
Sem dúvida Cisne está entre meus livros favoritos!
comentários(0)comente



Ronaldo 16/07/2013

Resenha encontrada: livrosobrelivro.blogspot.com
Cisne é um livro surpreendente. Seu cenário é inovador, sua história é diferentemente boa e seus personagens são extremamente cativantes. Ao longo de suas 832 páginas, somos envolvidos e convidados a embarcar em uma grande aventura onde verdades e mentiras dão um toque de veracidade a um livro que surpreendeu-me por trazer uma história diferente de tudo aquilo que eu esteja acostumado a ler.

Peggy acabou de mudar-se para uma família enorme. Depois da morte dos pais, a garota foi adotada por Doris e Henry, e agora vive feliz com novos irmãos adotivos. A calmaria do Cisne – barco onde vive a família – está prestes a acabar quando aproxima-se os resultados da Escola Avançada de Champ-Bleux, trazendo um clima de tensão e apreensão para os filhos dos cientistas que fizeram o exame.

A enorme e divertida família – composta por nada menos que oito filhos – está seguindo para uma pequena cidade – Porto Alto - onde passará alguns dias. É lá, onde nada ‘aparentemente’ perturbaria a família que tudo começa a mudar. Eles se deparam um repórter inconveniente, recebem a tal carta de admissão da Escola e são informados de que receberão um repórter e um cientista tarilianos para um intercambio.

Tarilian é um mundo ‘rival’ da Terra. Com pessoas fisicamente parecidas e com uma tecnologia avançada, esse novo mundo mantém relações com a Terra, através de trocas de tecnologias e intercâmbios que permitem uma maior interação entre as pessoas dos dois mundo.

Porém, existem segredos que não podem ser revelados. Coisas que poriam em risco essa relação entre os dois mundos. E é quando uma reviravolta acontece na vida dos Melboure que a história começa a ‘acontecer’. Histórias paralelas cruzaram-se em meio ao clima sombrio que começa a permear o livro quando as revelações começam a aparecer.

Sem dúvidas, o que mais gostei no livro é a evolução que a autora consegue transmitir ao longo da história. Tanto no sentido de personagens, quanto no sentido de narrativa, a história é detalhadamente contada, e o livro traz um enredo inovador e fantástico.

É um verdadeiro convite para embarcar no ‘Cisne’ e vivenciar tudo que está escrito. É incrível a capacidade da Eleonor de envolver o leitor com cenas fortes e divertidas. Fui do clima de risos e divertimentos a momentos de tensão em poucas páginas. Tudo foi perfeitamente encaixado dando ao leitor percepção de todas as histórias que são abordadas ‘separadamente’, mas que de certa forma mantém relação entre si.

Como não querer fazer parte da família Melbourne!? Uma família mais que divertida, eu adorava as brigas, as brincadeiras e todo o clima de descontração e companheirismo que rolava entre eles.

“- Fiz, respondeu Peggy, bem baixinho os olhos acompanhando mais um fugaz traço de luz no firmamento. – Eu fiz, sim. Fiz um pedido para cada estrela que vi... E lembrei de você em cada um deles, Pete.” Pág: 774

O livro tem muitas histórias soltas que parecer não ter muita importância – e eu até achei que não tivesse. Porém, quando você começa a perceber a necessidade daquilo tudo, quando essas histórias começam a entrelaçar-se, fica completamente... extasiado. Sério, nunca imaginei que de alguma forma tudo aquilo fossem achar um ponto comum. Acho que foi exatamente isso que me fez gostar tanto do livro, a incerteza do que aconteceria na página seguinte e a surpresa – positivamente falando – de que a cada página lida a história ficaria cada vez melhor.

De fato, esses livros que tem uma grande quantidade de páginas me deixam com o pé atrás quando a pergunta: Tem história pra tudo isso?, começa a me perturbar. E sim, ‘Cisne’ é daqueles livros que quanto mais você lê, mais uma imensidão de possibilidades passam a fazer parte do livro. Acho que tem muita história pela frente, e que a saga dos irmãos e dos outros jovens que compõem o núcleo principal do livro está apenas começando – afinal o livro termina num ponto crucial da história.

Adorei tudo que li e sem dúvidas estou esperando – ansiosamente – pela próxima aventura – que eu espero e tenho certeza, de que será tão ou até mais surpreendente que ‘Cisne’.

É daqueles livros magistralmente escritos, com uma história surpreendente e personagens inesquecíveis. ‘Cisne’ é um ‘prato cheio’ para que está procurando uma boa leitura e uma inesquecível e incrível aventura.

E você, também não gostaria de embarcar no ‘Cisne’!?

Boa Leitura!!!
comentários(0)comente



(in)Pública 10/05/2013

Surpreendente, inteligente, lindo.
Como a sinopse mostra, o livro é cheio de mistérios, alguns eu nem esperava existir. Muitos segredos são revelados durante a narrativa, com diálogos inteligentes e bem escritos. Personagens que evoluem ao decorrer do livro. Tudo em perfeita harmonia com a imensa criatividade da autora.
O livro já começa com uma espécie de "prólogo" muito bem escrito, o velho "Era uma vez...", aparece aqui para nos apresentar ninguém menos que a nossa velha Terra.

Poucos sabiam que aquele era, realmente, o mundo das lendas; a partir dessas lendas, acreditavam compreender o que era aquele mundo. Outros, cujo número podia ser contado nos dedos das duas mãos, tinha uma ideia mais exata.
E, finalmente, havia os que realmente sabiam.
O nome do mundo? Não podia ser mais comum.
Chamava chão, solo, pedra, areia.
Chamava Terra. - Página 7

O Cisne é um barco de pesquisas aquáticas, comandado pelos doutores Henry e Doris Melbourne. O casal possui uma "penca" de filhos, Ted, Teo, Tim, Tom, Lis, Pam, Bobby e Peggy, sendo a ultima adotiva. Todos vivem juntos no Cisne, onde viajam pelos mares. Todo ano o barco visita a cidade de Porto Alto, onde os Melbourne são tratados como reis pela extrema simpatia da família, o que os diferencia dos demais cientistas. Paralelamente a isso, temos a Escola Avançada de Champ-Bleux, a escola responsável por formar os maiores cientistas da Terra (Inclusive Henry e Doris). Seguindo os passos dos pais, todos os filhos dos Melbourne fizeram os exames e esperam ansiosamente os resultados.
Depois dos Melbournes se instalarem em Porto Alto, começamos a adentrar na história. Descobrimos que a Terra não é a mesma, quero dizer, agora ela tem ligações políticas e sociais com um novo planeta situado do outro lado do sol. Taralian foi descoberto por alunos formados pela Champ-Bleux e desde então a Terra mantem uma espécie de intercâmbio de alunos com Taralian, dividindo assim, suas tecnologias e conhecimentos. E é aí que uma das partes da história entra, a possível guerra "Terra contra Taralin" por tecnologia, guiada pelo preconceito de ambas as partes para com o outro planeta.
Selecionado aparentemente como por acaso, o Cisne tem a obrigação de receber três jovens taralianos, sendo eles, dois alunos e um repórter, para que os jovens possam concluir o intercâmbio. Temos mais um personagem acrescentado, Jean é o repórter terrestre responsável por passar informações do Cisne para todo o resto da Terra.
Depois de muitas discussões entre Terra e Taralian, ao ponto da demissão dos Melbournes do controle cientifico ser cogitada, entre outros acontecimentos, temos o verdadeiro começo do livro. A partir da página 400, mais ou menos, a autora começa a soltar pistas e informações da verdadeira história do livro.
Descobrimos que os Melbournes não são quem aparentam ser, e principalmente, descobrimos que Peggy é uma criança especial e ela não é a única. Descobrimos a existência de crianças com dons especiais, que passaram em Champ-Bleux e são treinadas psicologicamente para a mesma. E eu adorei a forma que essas crianças foram apresentadas, cada uma com seus segredos.
Vou parar de falar da história, porque se não vou acabar revelando os segredos da família Melbourne e companhia. Agora vou falar sobre a escrita a autora etc. Como todos os outros, o livro tem seus defeitos, apesar das 832 páginas, tem um grande problema nas discrições de lugares e situações. Outra coisa que me incomodou foi o uso de gírias e palavras do cotidiano, sei que é uma forma de aproximar o leitor da história, mas algo me incomodou. Provavelmente o único problema grande que enfrentei foi que eu nunca tinha lido algo com mais de 600 páginas, tive dificuldades nesse quesito. Já os diálogos são bem trabalhos e os personagens vão evoluindo ao decorrer do livro. Algumas cenas foram realmente lindas, dava pra imaginar o Cisne navegando pelas águas dos mares perfeitamente. E a narrativa da Eleonor é tão doce, tão fofa, que as vezes eu sentia como se estivesse ouvindo a história narrada por uma avó em frente a uma lareira.

– Sim, é isto que ele é: invencível. Sabe por quê? Não porque vença sempre, já perdeu diversas batalhas, este moço. É invencível porque nunca desiste de lutar. Não se pode vencer alguém assim. – Página 393

A história é super original, são temas existentes, claro, mas abordados de uma forma nunca vista antes (não por mim). A Eleonor se mostrou super criativa, escrevendo uma coisa de tamanha magnitude. Criando novos mundos, pessoas com poderes telecinéticos e muito mais. Personagens favoritos: Peggy, Tim, Henry., Michele e Anton, no começo gostava de Jean também, mas ele perdeu foco na história. Adorei a Michele e o Anton em especial, eles foram um casal até que interessante e prevejo que ele tem muitos segredos a ser revelado, levando em conta sua origem. Peggy é a "Madame Confusão", então, da pra esperar muita coisa dela no segundo livro, se nesse ela já mexeu na vida de muita gente, é só esperar as próximas vitimas.Todos os personagens são magnificamente trabalhos pela Eleonor, até mesmo o Bobby, filho mais novo de Henry e Doris, tem sua história e seus momentos importantes. O livro tem muitos núcleos de historia e aborda várias questões como família, politica, preconceito, imprensa, de tudo um pouco. A escrita da Eleonor é super divertida tem seus momentos sérios, e as vezes me lembrou Isaac Asimov em algumas partes, isso me deixou animado para ler. Agora falando sobre a capa, edição, etc. O desenho da capa é muito bonito, mas não mostra quase nada do livro, poderia ser algo que remetesse a mundos e outras coisas da história e senti falta das orelhas do livro :(. Falta de travessão no inicio das narrativas incomodou um pouco, o excesso de exclamações também, mas ao longo do livro eu me acostumei. O livro é super bem diagramado, com quase nenhum erro ortográfico.
O final deixa um "Quero mais D:" e você fica na expectativa de descobrir os novos segredos daquela turma. A autora me cedeu um pedacinho do segundo volume, "Linhagens", só o começo, o "Era uma vez..." e eu AMEI. Sério, continua perfeito, muito bem escrito, já da pra perceber uma evolução na escrita dela e só essas duas páginas me deram algumas (poucas) respostas e MUITAS perguntas. O jeito é esperar!
Apesar de tudo, o livro é realmente magnífico, bem escrito e interessante. Me fez ficar com vontade de ler mais Literatura Nacional, coisa que não fazia antes, e já estou em busca de mais! Aconselho a vocês lerem, veja nosso post de apresentação do livro e saiba onde comprar. Quero agradecer mais uma vez a Eleonor, que foi super simpática comigo, pela parceria e espero que tenha gostado da resenha, tentei ser o mais sincero possível. Desejo muito sucesso a você, pois você merece, essa sua história precisa estar na estante e nos corações de muita gente! E que venha "Linhagens", segundo volume da série, que promete muitas aventuras dentro da Escola Avançada de Champ-Bleux e muitos segredos revelados.

Postado originalmente em: http://www.inutilidadepublica.com/2013/05/resenhacisne.html
comentários(0)comente



Mari 24/04/2013

Surpreendente !!!
Bom então vamos a resenha ... Não sei nem por onde começar, haha !! Simplesmente porque o livro é maravilhoso e extraordinário !!

A história é inimaginável e inesperada !! No começo fiquei meio perdida com a quantidade de personagens, mas a cada página que passava eu me identificava cada vez mais com a história. Cisne é um livro muito complexo e com muitas informações, e o mais incrível é que ao longo da história vamos capitando todas essas informações sem dificuldade alguma.

A narrativa da história é muito cativante e conquistadora que te prende até o final. E depois bate aquela ressaca literária, aquela saudade dos personagens e da história em geral que não te permite sair do contexto e começar uma nova história. Realmente incrível !!

Como eu disse a história é muito complexa, com muito mundos, personagens, bases espaciais e vários detalhes que vão construindo a história ao longo das páginas.

Os personagens são fantásticos e muito divertidos, e você inevitavelmente vai se tornando parte da família que eles formam.

A maior parte da história se passa em uma barco de pesquisa chamado Cisne, e nele mora uma família grande, mas muito bem organizada. Henry e Doris Melbourne, os pais, são cientistas formados na melhor escola de cientistas da Terra, Champ-Bleux. Essa escola foi criada por Carl Janson e existe a mais de 50 anos. O casal tem sete filhos, Teo e Ted, gémeos com 16 anos, Tim e Tom, gémeos com 15 anos, Pam com 14 anos, Lis com 13 anos, Bobby com 8 anos. E existe também a Peggy com 14 anos que foi adotada pelo casal e que na minha opinião é a personagem mais intrigante da história.

Conhecemos também, um mundo totalmente novo, chamado Tarilian, onde habitam os Tarilianos e que cuja relações diplomáticas andam meio abaladas em relação á Terra.

Todos os anos, o Cisne atraca em Porto Alto, uma cidade pólo-científica, onde a família Melbourne é muito querida, mas esse ano seria diferente, pois aguardavam os resultados de admissão na melhor escola de cientistas da Terra, Escola Champ-Bleux.

E é em Porto Alto que a família se envolve em um assunto bem diplomático entre a Terra e Tarilian. Tudo começou quando dois Tarilianos que faziam um Intercâmbio na Terra alegaram estar sofrendo maus tratos, e para que o Intercâmbio entre os dois planetas não fosse desfeito, o Cisne foi oferecido para os tarilianos concluírem o Intercâmbio. E com esse dois tarilianos viriam também um repórter junto, que ao longo da história faz de tudo para falar mal da família e do repórter terráqueo que os Melbourne decidiram levar, chamado Jean.

E a partir disso, começam as confusões e brigas dentro do Cisne, e eles realmente têm que decidir o futuro das relações diplomáticas entre os dois planetas.

O livro vai revelando segredos sobre seus personagens e nos deixa mais curiosos, cada vez mais em busca de mais respostas.

Os segredos que são revelados, eu posso garantir, que são uns mais fantásticos que os outros.

O final do livro deixou aquele gostinho de quero mais, e aquela ansiedade pelo próximo livro.

Resumindo o livro é surpreendentemente Magnifico.

Queria agradecer mais uma vez á Eleonor, por esse grande presente, e parabenizá-la pela sua criatividade e sua narrativa que deixou o livro muito gostoso para a leitura.

Bom é isso, espero que gostem da resenha e que se interessem pelo livro, porque ele é recomendadíssimo !!

Resenha postada em: http://insaciavelmenteapaixonada.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Beatriz 04/06/2013

Uma geração, todas as decisões.
http://prateleiracolorida.blogspot.com.br/

Cisne foi escrito pela autora Eleonor Hertzog, foi publicado pela editora Dracaena e possui 832 páginas

Mais uma vez eu me surpreendi com um livro nacional e dessa vez foi com o livro Cisne. Cisne conta a história da família Melbourne, uma família grande e muito unida. Doris e Henrique Melbourne os dois cientistas mais famosos e importantes de Champy Bleux tem oito filhos. Peggy, Bobby, Teo e Ted, Tim e Tom, Pam e Lys. Toda essa turma vive no barco chamado Cisne e cada um tem uma função dentro do barco. Todos eles são engraçados e eu conseguir dar boas risadas com as brincadeiras que eles faziam.

Os doutores Melbourne como eu disse são bem famosos e por onde eles passam tem sempre uma festa ou uma comemoração para receber os cientistas. Logo no começo do livro eles estão indo para Porto Alto, uma cidade pequena e cheia de gente legal e educada. Chegando lá teve uma grande festa para receber o Cisne e a cidade toda estava em clima de comemoração. Nessa festa estavam vários repórteres querendo uma entrevista com esses famosos cientistas e Jean era um dos repórteres que estava lá e conseguiu uma entrevista com os doutores.

Além de toda a festa, os oito filhos dos doutores estavam animados para receber os resultados do exame de Champ Bleux. Era sonho de todos eles entrar nessa escola e boa parte deles conseguiram entrar.

Depois que o Cisne foi embora de Porto Alto, toda a tripulação e inclusive o repórter Jean partiram para um intercâmbio junto com 3 repórteres Tarilianos. Sim, o livro conta história de vários mundos diferentes. Principalmente Terra X Tarilian. A convivência entre terráqueos e tarilianos não é boa e tem muita briguinha e discussão entre eles. Principalmente Jean e Giles. E é aí que você descobre muita coisa.

Com isso o Cisne parte para uma aventura no mar e muita coisa acontece. A cada capítulo novo você descobre os mistérios e segredos de Champy Bleux e de todos envolvidos.

O livro é muito bem escrito e devo dizer que a autora foi muito corajosa em escrever um livro com mais de oitocentas páginas. Quando você vê um livro com um tanto desse de páginas logo você pensa: será que tem história para tudo isso? E o Cisne tem sim muita história e consegue preencher bem essas 832 páginas. Como o livro é quase todo escrito em forma de diálogo a leitura não fica cansativa e você acaba lendo e nem percebe o tempo passar. A unica dificuldade que eu tive foi em relação aos personagens. Tem muito personagem e eu tenho uma certa dificuldade em me acostumar com os nomes e saber quem é quem, mas logo eu me acostumei e comecei a entender melhor a história.

Agora é a vez de falar sobre a capa. Logo que eu vi a capa eu pensei: porque Cisne se tem golfinhos e um barco desenhados? Como eu disse ali em cima, Cisne e é o nome do barco, então está explicado. Sobre os golfinhos, eles também tem sua importância no livro.

Pontos negativos do livro: a capa não tem orelhas e é um pouco mole, como o livro é grande e pesado acaba dificultando um pouco na hora de manusear. E os diálogos não tem muita separação. Quando um diálogo acaba só tem o espaço de uma linha e poderia ter aquelas divisórias ou pontinhos (***) para mostrar que o livro mudou de assunto. Mas eu acho que isso não é culpa da autora e sim da editora.

No fim, o livro é muito bom e bem escrito. Eu gostei bastante e estou curiosa para saber o que vai acontecer no próximo livro. Se você gosta de histórias misteriosa, imaginação e essa coisa de outros mundos, com certeza você vai gostar de Cisne.
comentários(0)comente



Clara 02/06/2013

Lago dos Cisnes Aliens
[Leia a resenha completa em http://labsandtags.blogspot.com.br/2013/06/resenha-cisne-eleonor-hertzog.html]

[...] O que posso dizer de toda essa constelação de assuntos que parece não ter fim? Impressionante! A fusão entre o cotidiano marítimo e espacial inexplicavelmente dá certo. O modo harmônico com que a autora conduz a estória – sem atropelos ou equívocos, como já vi autores de livros muito mais finos cometerem – definitivamente impressiona. A introdução me pareceu excelente, acostumando o leitor aos personagens, para que este se prepare para o que vem em seguida. Sem contar as divertidas cenas envolvendo as trapalhadas dos Melbourne. Foi interessante também a revelação do enredo. É comum nos livros atuais o objetivos dos protagonistas aparecer claro e evidente antes mesmo da página 100. Bem, para saber o que está acontecendo de fato em Cisne, são no mínimo 250 páginas.

Entretanto, percebi que algumas informações, embora gradativas, não foram devidamente explicadas. Algumas respostas vieram indiretamente, o que prejudicou um pouco a leitura. Mas quando eu menos esperava, ao fim do livro as pontas abertas no início fecharam-se completamente, restando apenas as dúvidas que conduziriam ao próximo livro, Linhagens (agora o leitor se pergunta: mais um? Mais dois, pra falar a verdade. Cisne é o primeiro livro de uma trilogia *-*).

E o que dizer sobre os personagens? Os irmãos Melbourne são bem trabalhados na trama, com personalidades cativantes e petulantes, assim como os pais – até demais: a perfeição física e intelectual destes beira ao inverossímil (fala sério: que tipo de rapaz arremessa as irmãs mais novas entre os irmãos unicamente para matar o tédio? E que história é essa de serem lutadores profissionais?), e digamos que isso me impediu de estabelecer um vínculo emocional forte com os personagens, sobretudo com Peggy. Justamente a falta de defeitos – o que não significa necessariamente que não houve um vínculo. [...]
comentários(0)comente



Vanessa Sueroz 15/04/2013

Esta livro diferente da maioria que ando lendo, não conta a história de um único personagem, ele conta a história de uma família, Melbourne, alias, uma família enorme: Doris e Henry, são os pais que comandam a bagunça, e seus filhos: Bobby, Lis, Pam, Ted, Teo, Tim, Tom e a filha adotiva, Peggy. Ufa!! Quanta gente!
Essa família além de ser enorme e isso já faz com que sejam diferentes, eles moram em um navio cientifico chamado Cisne, isso mesmo gente, um navio! Doris e Henry são biólogos marinhos renomados e formados pela maravilhosa e brilhante escola Champ – Bleux, a melhor escola do lugar e que ninguém conhece quais são os critérios para entrar.
Fascinados pelo trabalho dos pais sete dos oito filhos resolvem se inscrever para Champ – Bleux para se tornarem cientistas também, porém os pais não acreditam que todos possam passar, já que as possibilidades de entrar na escola são quase nulas, e tem até idade para entrar que varia de 13 há 17 anos, e a última vez que alguém de 13 anos passou faz mais de 50 anos, então sem chances de todos passarem, pelo menos é o que os pais pensam, pois quando recebem os envelopes descobrem que os sete passaram, incluindo Peggy que tem alguns problemas e que não deveria passar. Tem alguma coisa errada nessa história?
Em meio de tudo isso a família Melbourne acaba também se envolvendo em conflitos entre os humanos e os Tarilianos (E.Ts que habitam um planeta próximo da Terra).

Resenha completa: http://blog.vanessasueroz.com.br/cisne/
comentários(0)comente



Marina 28/04/2013

Você acredita na cegonha?
Henry e Doris Melbourne são biólogos marinhos que vivem com seus filhos no barco Cisne. Tim e Tom, Ted e Teo, Lis, Pam, Bobby e a adotada Peggy compõem a filharada.

Henry e Doris formaram-se na Escola Avançada de Champ-Bleux, e os filhos resolveram seguir os passos dos pais. Enquanto aguardavam o ingresso na escola, a família Melbourne se vê envolvidos em uma questão diplomática entre Terra e Tarilian – único planeta habitado conhecido pelos terráqueos – sendo obrigados a aceitar a bordo do Cisne dois estagiários Tarilianos, um arrogante repórter, também de Tarilian, e um corajoso repórter Terráqueo. Mas nem tudo é o que parece...

Quando peguei o livro Cisne nas mãos fiquei assustada com a quantidade de páginas, o livro é enorme, e se eu não gostasse, teria que me “arrastar” até a última página. Mas esse medo durou apenas as primeiras páginas, logo me vi totalmente envolvida com o livro. Nem precisei ler muito para gostar do divertido Tim, do Jean, o “repórter cabeça de fogo”, e de toda a família Melbourne, os personagens são cativantes, e logo eu me senti amiga deles. O doutor Henry e a doutora Doris deixaram de serem “doutores” para se tornar “tios” para mim, e eu espero que eles não se importem em ter mais uma sobrinha.

A história do Cisne é muito interessante e bem construída, as Casas, Linhagens e informações referentes a outros planetas podem parecer complicadas no início, mas à medida que a leitura avança tudo vai ficando claro e simples de entender. A linguagem é descontraída, dei muitas risadas enquanto lia. Principalmente com tio Henry, que foi sem dúvida meu personagem preferido. Não consegui parar de pensar no livro e nos personagens nem por um minuto, sempre que tinha que parar de ler por algum motivo eu ficava louca para voltar para as páginas desse livro maravilhoso.


Apesar de ter muitos personagens, nenhum deles ficou apagado, uma coisa bem rara de acontecer quando a lista de personagens é grande. Até mesmo os personagens mais distantes da trama principal e os mais alienígenas (nos dois sentidos) tem seu charme, como Anton, que não sabe o que é música e está sempre emburrado, e Paul, que o tempo todo estava organizando tramoias e discutindo com Henry. Torci para eles fazerem as pazes.

E a capa? A capa do livro é linda! A imagem é tão perfeita que dá vontade de entrar naquele barco e viver ali! Quando olho para a capa do livro, eu me imagino em um barco, com o céu super azul acima da minha cabeça e o mar calmo e silencioso na minha frente. Acho que vou morar em um barco...

Cisne é um ótimo livro, do tipo que você está com ele mesmo quando o livro não está com você. Durante o tempo que estive lendo, não foram raras às vezes que me peguei pensando no Cisne até dormir, tentando entender os detalhes e os mistérios da história. Esse é o tipo de livro que não dá para largar antes do fim, dá vontade até de ler mais devagar para prolongar a história. Não é a toa que o volume um da série Uma Geração, todas as decisões ganhou um lugar especial no meu coração, como favorito. Não vejo a hora de ler a continuação!
comentários(0)comente



Dé... 17/05/2013

Recebi esse livro (e um outro para sortear para vocês) diretamente da autora e confesso que me assustei um pouco com sua ousadia, o livro possui simplesmente 832 páginas e faz parte de uma série...

Eu digo que a autora é ousada porque não é qualquer escritor que conseguiria prender o leitor durante tanto tempo sem deixar a história cair na mesmice... mas é justamente isso que a Eleonor consegue fazer nesse livro... e só me vem a mente a palavra ousadia quando olho para o seu livro, porque ele compete em número de páginas com grandes nomes da literatura, pelo menos na minha estante, seu livro se equipara apenas ao "Senhor dos Anéis", "As Crônicas de Nárnia", os livros das "Crônicas de Gelo e Fogo"...

O enredo do livro é bem trabalhado e no começo eu me senti um pouco perdida pois a autora vai aos poucos liberando algumas informações importantes para compreender a trama...

O livro não cita datas, mas com o tempo percebemos que a história se passa em um futuro ainda distante e descobrimos que não estamos mais sós no universo, um outro planeta foi descoberto do outro lado Sol, na mesma órbita da Terra, com as mesmas condições de vida... o nome desse novo planeta é Tarilian... e acordos interplanetários foram feitos entre os dois planetas, inclusive um intercâmbio entre os cientistas dos dois mundos...

Bem, mas nem tudo são flores no futuro... há uma série de conflitos á vista e os protagonistas desse livro estão bem no olho do furacão...

O livro começa mostrando uma família muito unida que mora em um barco de pesquisas, os cientistas Henry e Doris Melbourne possuem vários filhos (Teo, Ted, Tim, Tom, Pam, Lis, Bobby e Peggy - que é filha de criação), e todos fazem uma bagunça danada dentro do barco que se torna pequeno quando Tim resolve infernizar a vida de todos...

Até a metade do livro (+ ou -), o foco é na família Melbourne, alguns eventos ocorrem e eu não entendia muito bem o porquê, mas esse período serve para nos afeiçoarmos aos personagens e apesar de serem muitos, dá para entendermos melhor suas personalidades...

Do meio do livro em diante é que a ação começa e fica cada vez mais difícil largar o livro, Henry e Doris são dois cientistas muito conceituados e famosos, numa época que em que a Terra se orgulha de seus gênios... e levam um susto quando todos os seus filhos (exceto Bobby que ainda é muito novinho), passam nos exames da Escola Avançada de Champ-Bleux... a melhor escola para formar cientistas da Terra, de onde só se pode sair após 10 anos de estudos...

Mas ao longo da trama, vamos verificando que há muito mais segredos do que poderíamos imaginar, ou melhor, não há um só personagem que não guarde segredos e a imaginação da autora corre solta, criando cenários que eu nunca imaginei ser possível... e conforme ela vai os revelando ao longo da história, mais presa eu ficava...

Infelizmente não dá para contar muito, pois tudo seria spoiler, mas na primeira parte fui fisgada pelo Tim, que é um rapaz alegre e de pensamento rápido... na segunda parte, quando conhecemos melhor o Dr. Henry percebemos que Tim é santo em comparação com o pai e daí me apaixonei pelo cientista... com todo respeito, claro, afinal ele é apaixonado pela esposa... mas Henry é um personagem daqueles inesquecíveis...

Meu único pesar é que esse é o primeiro livro de uma série e eu já estou sofrendo, porque PRECISO ler a continuação...

Os personagens secundários também são bem definidos e com personalidades tão claras que de repente você se sente amigo de todo mundo... querendo muito que isso tudo fosse verdade e que além do Sol existissem mesmos Tarilianos...

Esse é mais um exemplo de como nossos autores podem ser tão bons ou até melhores do que os internacionais que são tão divulgados pelas editoras e com certeza recebem bem mais por livro publicado (não dá para deixar de dar uma alfinetada quando lemos um ótimo livro de um autor nacional, né?).

Depois dessa resenha totalmente passional, só posso indicar a leitura...


Essa e outras resenhas você encontra em http://www.leituranossa.com.br/
comentários(0)comente



101 encontrados | exibindo 31 a 46
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7