Mentes Perigosas

Mentes Perigosas Ana Beatriz Barbosa Silva




Resenhas - Mentes Perigosas


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Lovett (@bloglariteratura) 02/03/2018

Por trás da máscara
Hoje vim falar um pouquinho sobre esse livro que, talvez, você já tenha ouvido falar. Acho que já teve até matéria no fantástico em que o citaram em alguns momentos, mais ou menos na época em que foi lançado (2008).

Como o próprio título já esclarece (e o subtítulo deixa mais claro ainda), o livro de Ana Beatriz Barbosa é, de certa forma, um leve estudo sobre a psicopatia. Nele, encontramos dicas mais supérfluas de como identificar características psicopáticas em pessoas próximas de nós, além de informações que nos auxiliam a lidar com esses indivíduos tão conhecidos por serem manipulativos.

Apesar disso, a autora jamais alega que essa “doença” é simples de ser diagnosticada. Na verdade, ela afirma em diversos momentos que nem mesmo com todos os avanços na área, é possível confirmar 100% que determinada pessoa possa ser considerada, realmente, psicopata.

Dando como exemplo alguns casos amplamente divulgados pela mídia (como o caso de Guilherme de Pádua Thomaz – assassino de Daniella Perez - e Suzane von Richthofen) e outros nem tanto assim, Ana Beatriz nos deixa até um pouco assustados e, automaticamente, começamos a procurar traços de psicopatia em nossos amigos e familiares. Nunca se sabe, né? Haha!

Foi interessante descobrir que existem diferentes níveis de psicopatia e que, por isso, nem todos chegam a cometer assassinatos. Inclusive, a autora nos alerta que é justamente com os mais discretos que devemos ter cuidado. Segundo ela, eles entram em nossa vida devagarinho, disfarçados de pessoas competentes, cuidadosas e simpáticas, mas sempre querendo nos despertar um pouquinho de pena.

Mesmo abordando um tema tão complicado, o livro foi feito para aqueles que, como eu, são leigos no assunto. Portanto, a leitura é leve e muito simples de acompanhar, tanto que li ele todinho em um dia (ele tem 232 páginas).

Você deve estar se perguntando se lembrei do Dexter em algum momento durante essa leitura e a resposta é: claro, né? Tem até uma hora que ela fala sobre canalizar traços psicopáticos para ações menos nocivas e imediatamente me veio na cabeça a cena do Dexter e o pai dele conversando sobre isso. Também lembrei do Dr. House durante a leitura, provando que realmente existem diferentes tipos e níveis de psicopatia.

De qualquer maneira, terminamos o livro rezando para não amar um psicopata e querendo manter a maior distância possível de qualquer um que tenha as características citadas pela autora. Hahaha.

Ana Beatriz Barbosa Silva é psiquiatra e já escreveu cerca de 13 livros sobre “problemas” da mente. Se você clicar aqui, aposto que vai ficar que nem eu, ansiosa para ler todos.

site: http://lariteratura.com.br
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Lily 24/02/2018

Na minha opinião, o livro foi quase todo uma especulação!
E um livro com uma leitura rápida, falando sobre o psicopatismo desde cometer fraudes, destruir sentimento, carreiras á cometer crimes ediondos. Mas faltou colocar mais informações científicas sobre psicopatologia,entre outros.Mesmo sendo leiga no assunto a obra ficou defasada. Porém achei legal a intenção da autora ao escrever sobre esse tema.
Renata.Galvão 09/04/2018minha estante
Matou a charada!! Também fiquei com essa impressão. Abraços : )




Paulo.Vitor 18/02/2018

O que achei:
Uma ótima introdução (no sentido de incitar meu interesse pela psiquiatria) sobre esse transtorno de personalidade, considerando que sou leigo no assunto, porém me pareceu muito maniqueísta a visão da autora sobre os psicopatas.
Além do fato de eu não ter certeza se a abordagem da doença, trazida por este livro, é adequada para mim, enquanto acadêmico.
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Paula Maria 12/02/2018

O psicopata mora ao lado
O ser humano pode ser mais cruel do que podemos imaginar. Mais: algumas pessoas podem ser charmosas e atraentes, mas conseguem deixar um rastro de destruição por onde passam. E o que impressiona: fazem tudo isso sem remorsos, numa ato egocêntrico e de absoluta indiferença com o outro. Choque: 4% da população mundial é composta por indivíduos com algum grau de psicopatia.

Psicopatas (quem são, como agem e o que comem!) é o tema de “Mentes Perigosas”, de Ana Beatriz Barbosa Silva, obra que vendeu mais de 400 mil exemplares no país.

Li o livro por uma sugestão da minha psicóloga, depois de uma sessão em que conversamos sobre psicopatas. Não conhecia a autora, e me surpreendi com a escrita. É fácil, rápido e gostoso de ler. Por outro lado, penso que esta é apenas uma introdução a um assunto imensamente complexo. Dessa forma, o livro é inconclusivo.

Se o objetivo inicial de Ana Beatriz é fazer você identificar psicopatas, num segundo momento ela fala que a simples observação de pessoas com características que se assemelham ao possível diagnóstico de psicopatia não é suficiente para cravar que estamos diante de um psicopata.

Mas, ajuda! O livro ajuda a ficarmos atento às pessoas que estão a nossa volta, avaliando como todos agem, com quem devemos estar atentos, de quem é prudente se afastar e a não se deixar cair em armadilhas que podem trazer profundo sofrimento. Além disso, é interessante no momento em que dá um “clique” e faz você observar de fora a si mesmo e todas as relações que um dia cultivou ou continua cultivando.

A minha dica – baseada na leitura deste título – é: evite tapar o sol com a peneira.



site: http://paulamariaprado.wixsite.com/literature-blog-pt/single-post/2018/02/12/Opini%C3%A3o-Mentes-perigosas-de-Ana-Beatriz-Barbosa-Silva
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C 29/01/2018

Psicopatas reais. Não dos cinemas.
Impressionante a forma que a autora nos apresenta casos diferenciados, não necessariamente de psicopatas diagnosticados, mas de pessoas que reproduzem tais comportamentos psicopáticos, analisando as questões por um todo: desde o comportamento, até a parte judicial, o julgamento, as frases de efeito (típicas destes monstros reais). De fato a autora se dedicou em muitos estudos para desenvolver o livro, e isso é algo notório com o tanto de informações que a mesma nos dá no decorrer das páginas.

Adorei o fato da autora não tentar amenizar os impactos destes seres em nossas vidas, não amenizar a situação como um todo (mesmo quando são menores de idade) mas, também, não vê-los como vítimas da sociedade, vítimas da vida, e coloca-los como coitados-sofredores. A autora foi neutra o tempo inteiro, mostrando ser profissional e neutralizando seus palpites e suas ideologias. Ponto positivíssimo!

4% da população é psicopata.
20% da população carcerária é psicopata.
Esta minoria é responsável por MAIS DE 50% DOS CRIMES GRAVES COMETIDOS quando comparados aos outros presidiários, mas ainda há de incluir os que estão fora das grades.
Ou seja: é uma minoria que faz um estrondo. E a minoria solta é a pior parte.

É muito bom notar que estamos vulneráveis às ações destes psicopatas. Nos armamos com mais facilidade e consciência. Vivemos em uma sociedade psicopática.
Todos, em algum momento, teremos comportamentos psicopáticos.
Todos, em algum momento, viveremos com alguém que aja assim conosco.
Os piores psicopatas estão em nosso convívio, nos minando dia após dia.

(...)

É um livro para estudo!
A linguagem não é difícil, mas o tema torna a leitura um tanto desgastante.
Algumas partes, do meio do livro para o fim, foram um tanto repetitivas, principalmente citando comportamentos.
O início do livro foi grifado quase que 80%, por ter o conteúdo massivo, importante, a apresentação do que seria abordado. Do meio para o fim, virou uma conversa da autora com quem já estava compreendendo sua intenção, foi algo menos surpreendente e mais prático.
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Sara.Baiense 29/12/2017

Mentes Perigosas
Um livro extremamente interessante de ler. Aquele livro que sempre da vontade de ler mais, além disso, trás um conhecimento razoável para o leitor. A única coisa que o livro peca um pouco, é deixar o assunto um pouco superficial. Mas tem casos muito interessantes e boas reflexões. Aconselho a ler e ver as entrevistas que a autora recomenda. Vale a pena ler ;)
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Jhulec Bane 28/12/2017

Diagnóstico
Egocentricos, atitudes possessivas, ótima atuação, grande poder de convencimento e persuasão, terrivelmente atraentes, raciocínio ótimo, grande inteligência, agressivos, ausência de sensibilidade, fantasiados de pessoas do bem etc.

Tudo isso é usado para descrever os vampiros da vida real, que apenas ficam nas sombras, prontos para dar o bote. Os psicopatas são pessoas sem escrúpulos, sanguessugas que se alimentam de pessoas do bem e deixam um rastro de destruição por onde passam. Quem já sofreu com o mal que esses monstros causam se sente incapaz de esquecer o episódio e é obrigado a viver com a cicatriz que é deixada.

Mentes Perigosas é uma obra escrita pela psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, abordando um mal existente em nosso mundo mas sobre o qual sabemos realmente pouco: a psicopatia.

Embora em nossa mente tenhamos uma imagem já formada de como seria um psicopata, boa parte desse nosso modo de ver o portador da doença é realmente equivocada. Como a própria autora diz, quando o assunto é psicopatia logo vem à nossa cabeça a figura de um cara desleixado, cara de mau, pinta de assassino e com transtornos comportamentais graves. Esse seria um ótimo jeito de descrever um psicopata, mas é algo muito errado e é exatamente dessa imagem distorcida que a população tem de um psicopata que a autora tenta por meio desse livro nos libertar.

Aqui nos é esclarecido muito sobre a doença, como ela é e como os portadores dela atuam. Nos informamos sobre a falta de consciência genuína que os psicopatas possuem através dos conceitos de razão e sensibilidade, deixando claro que a psicopatia não é uma doença mental como a depressão ou esquizofrenia e que não retira nenhuma capacidade do doente de raciocinar, mas sim de sentir algo. Resumidamente os psicopatas nascem sem nenhum sentimento bom, como empatia, afeição ou sensibilidade pelo outro. São totalmente ausentes de emoção e só fazem coisas para o seu próprio benefício.

Também deixa bem específico ao decorrer desse livro como a psicopatia atua em crianças, como evitar esses vilões da vida real a qualquer custo, como reconhecer em uma pessoa características de alguém que é psicopata e os níveis de psicopatia: pequeno, moderado e grave, sendo esse último nível o mais aterrorizante possível, pois os psicopatas em nível grave são os que cometem atrocidades imensas como tirar a vida de outra pessoa sem sentir remorso nenhum. Bem, primeiramente devemos aceitar que pessoas tão malignas existam para então conseguirmos enfrentar o problema. Para certos indivíduos é difícil aceitar que algo tão grave como a psicopatia exista porque é como assinar a existência do verdadeiro mal.

É um livro para aprendizado, e muito bom na minha opinião, pois conseguimos entender muito sobre essa doença que não maltrata seus hospedeiros, mas sim as pessoas boas e com consciência genuína ao redor deles. Não conseguirei listar as coisas mais interessantes, aterrorizantes e assombrosas que esse livro contém e nem pretendo, já que é um assunto muito extenso e se eu o fizesse acabaria por tirar o prazer do próximo leitor que se interessar pelo tema, pela obra e pela autora.

Como o próprio título diz: o psicopata mora ao lado, e existe uma quantidade muito extensa desses sanguessugas no mundo vivendo como pessoas normais. Muitos deles tem famílias, trabalhos, vidas sociais, mas não podemos deixar nos enganar pois tudo isso é uma máscara; eles não sentem nenhuma afeição e ainda assim existem portadores da psicopatia sendo políticos, presidentes, pais de família e líderes religiosos. Não podemos deixar de citar que os psicopatas são pessoas de qualque sexo, religião, gênero, raça, sexualidade, etnia etc.

E, só uma última coisa que eu gostaria de deixar por último nessa resenha é que, além de explicar muito sobre a psicopatia e a natureza dos psicopatas, dando até mesmo um pouco de explicação neurocientista sobre as áreas do cérebro que possuem emoção e razão, esse livro traz casos de pacientes da psiquiatra (autora) que foram vítimas de psicopatas, nos deixando mais alerta sobre o tema, mas os momentos que realmente abalam o leitor, dependendo do emocional que ele tiver, são casos muito famosos que chocaram todo o Brasil por possuir tamanha crueldade e brutalidade envolvidas no crime. Os três que me fizeram largar o livro para respirar em busca de coragem e estabilidade emocional para continuar foram o caso Champinha, o homicídio cometido por Suzane Von Richthofen com a ajuda do namorado e o assassinato da bailarina e atriz Daniella Perez pelas mãos de Guilherme de Pádua e sua esposa na época. Esse último ainda me deixa muito abalado e indignado.

Para quem quer aprender mais sobre esse assunto é um ótimo livro com uma narrativa às vezes um pouco complexa, mas ainda sim sem muita dificuldade para entender. Super recomendo.

E, deixo um recado agora apenas para alertar: cuidado, pois nesse momento pode ter um psicopata ao seu lado e você não sabe.
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Anderson.Vailati 23/12/2017

Enganado pela capa e pelo título.
O livro é uma grande decepção por não abordar coerentemente a psicopatia do ponto de vista neurológico. Além disso, torna-se muito repetitivo e angustiante de ler.
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Solange.Amorim 14/12/2017

Interessante
Gostei muito deste livro. Confesso que tinha um certo preconceito em relação à autora. Sempre a achei um pouco "pop star" demais para o meu gosto. Mas o livro me surpreendeu pela objetividade e clareza com que aborda um assunto tão complexo, tudo com a simplicidade de uma conversa informal. Além disso, a autora mergulha nas mais recentes teorias científicas e nos apresenta "porquês " e "comos", nas mais diferentes graduações da psicopatia. É quase um manual de sobrevivência. Super recomendo.
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Ana 21/11/2017

Interessante
Releio sempre pq é muito interessante.

Super recomendo.
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MarcosS 20/10/2017

Cumpre com a proposta
A despeito de muitas críticas negativas, achei absolutamente o oposto. A linguagem é simples, leitura rápida e mais importante: Cita as características para identificar e se proteger de sociopatas do cotidiano, expõe histórias envolvendo vários casos, informa muito bem, apresenta sites e materiais de apoio, traça um paralelo da idade e educação dos diagnosticados... acerca desse tema, pode-se tornar um livro de cabeceira por falta de outro mais sucinto. Um respaldo e precaução, deve ser "estudado" ao menos nas características sociopáticas e usado e re-lido, dia-a-dia. Quem quer análises mais profundas e termos mais técnicos, deve se graduar em psicologia ou psiquiatria.
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Carol Figuerêdo 18/09/2017

Assunto interessante, livro raso.
Conheci o livro através de indicação de amigos e até de um professor que muito admiro, então quando o vi na livraria comprei sem pensar duas vezes.
Por ter como autora uma renomada psiquiatra brasileira, esperava que o livro fosse mais técnico e se aprofundasse mais quanto ao perfil e diagnóstico dos psicopatas, apresentando casos reais, tanto de conhecimento público quanto da própria autora.
O que "recebi", no entanto, foi um livro raso e quase que sensacionalista, que apresenta poucos dados técnicos e exemplifica o perfil psicopata com casos polêmicos e já conhecidos do grande público ou relatos de seus pacientes sem, porém, afirmar que as pessoas descritas são realmente psicopatas.
Entendo que é necessário um diagnóstico detalhado para se fazer tal afirmação, mas a impressão que dá é que o livro é baseado em "achismos", com casos que "podem ser de psicopatas, mas também podem não ser". Tivesse a autora apresentado apenas um caso que fosse, mas de um indivíduo diagnosticado psicopata, e então explorado suas características e ações, acredito que o livro seria muito mais rico.
Como apontado em outras resenhas, a impressão que dá é de ter lido uma matéria de revista e não um livro publicado por uma psiquiatra. A linguagem da autora é simples demais e a impressão que dá é de que seu objetivo é apenas nos revoltar e amedrontar em relação aos psicopatas. Sem contar que o texto é por vezes redundante e os casos apresentados perdem o peso já que ela se esquiva de afirmar que são psicopatas, além de narrá-los de maneira novelística.
Ainda assim, os capítulos 9, 10 e 11 são muito interessantes, por se aprofundarem bem mais no diagnóstico e perfil dos indivíduos, discutindo a psicopatia (ou Transtorno de Conduta) na infância e adolescência e até mesmo a maioridade penal, bem como a influência da sociedade e principalmente a questão genética e biológica em uma pessoa psicopata. Discute também o papel dos pais de indivíduos com esse tipo de conduta, além de apresentar dicas de como amenizar/controlar os mesmos.
De maneira geral, é um livro raso sobre um assunto tão interessante e que poderia ter sido ricamente esmiuçado, mais parecendo ter sido escrito por um jornalista sensacionalista que pesquisou a respeito do que por uma psiquiatra com muito conhecimento e anos de experiência. Ainda assim, o livro não deixa de ser interessante, discutindo um assunto extremamente relevante e trazendo casos conhecidos, analisados de uma perspectiva diferente.

Recomendaria apenas a pessoas completamente leigas e que queiram simplesmente conhecer "por cima" o assunto. Se o interesse é compreender a fundo a mente psicopata e conhecer casos reais, com certeza é melhor deixá-lo na estante.
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Umberto Vicente 01/09/2017

Um ótimo livro!
A autora explica de uma maneira simples e direta sobre os psicopatas, seus comportamentos e como identificá-los na sociedade.

Durante o livro são citados vários casos e reportagens, dando muitos exemplos, de variadas formas e situações nas quais os piscopatas entram na vida das pessoas e as arrasam. Fala também de uma maneira mais técnica, mostrando quais áreas do cérebro são responsáveis pelas ações e a deficiência delas no caso dos piscopatas.

Um livro muito bom para quem quer saber mais sobre o assunto. As vezes fica muito repetitivo, porém não acho isso ruim, pois não te deixa esquecer, além de que a leitura é super tranquila e rápida.

Recomendo! :)
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Ca Agulhari 22/08/2017

Esclarecedor porém com ressalvas...
Eu esperava uma abordagem mais clínica da psicopatia, de casos mas na verdade o livro dá uma leve pincelada no assunto, ele não tem começo, meio e fim. Ele basicamente nos diz como evitar um psicopata, nos faz até ter raiva deles mas não passa disso. Uma especialista em saúde mental pode fazer mais que isso. Seus outros livros são ótimos mas esse parece auto ajuda e isso não é um elogio.
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Mary 06/08/2017

A sensação é de ter lido uma matéria de revista sobre o assunto, só que mais longo.
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