O Lobo do Mar

O Lobo do Mar Jack London




Resenhas - O Lobo do Mar


97 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


GustoPratt 21/09/2009

Jack London
Um ótimo livro de aventura de um dos nossos maiores escritores da literatura universal.
comentários(0)comente



Giovanna 13/08/2011

Jack London prende a atenção do leitor nesta obra, ora pelo clima de tensão entre os personagens, ora pelos termos não muito familiares para quem não está acostumado com o mar e suas embarcações. De forma simbólica, aborda, com primor, assuntos como liderança, poder, submissão, lealdade, orgulho, humildade e compaixão e fala sobre as relações humanas de forma intrigante.
comentários(0)comente



mthama 29/01/2012

Sobre
A ideologia do materialismo, que vê a existência da vida e das coisas unicamente na matéria e em sua forma. Achei bem bacana.
comentários(0)comente



Rafael 29/02/2012

Um livro EXCELENTE! Daqueles que tu não consegue largar por absolutamente nada.

Foi uma experiência e tanto ter lido "O Lobo do Mar". Conseguiu ser melhor do que eu esperava superando todas as minhas expectativas.

Adorei duas coisas no livro: a "análise" da mente do terrível Lobo Larsen e a mudança quase completa do personagem Van Weyden.
Pensem bem: um homem de 32 anos que viveu a vida inteira em volta de livros, de repente se vê num "mundo" completamente diferente, descobrindo de fato que a vida é muito mais do que aquilo que ele antes conhecia. E pra sobreviver, ele acaba tendo que se adaptar, e isso acaba mudando pra sempre a vida e a pesonalidade dele..

Enfim, uma ótima leitura, que eu recomendo sem pensar duas vezes ;)
comentários(0)comente



Lais.Moreira 29/05/2020

Com certeza está entre os livros que mais me marcaram. Personagens densos com diálogos primorosos.
comentários(0)comente



João Souto 21/07/2012

Uma grande obra
O meio faz o homem ou o bestializa. Essa é a tranformação de Hump, um crítico literário, em um homem capaz de enfrentar as advesidades e descobrir a si próprio e toda a potencialidade de seu corpo e mente.

Wolf Larsen é seu oposto, mas também é Hump que o admira ao mesmo tempo que o teme e repugna. Em vários momentos os diálogos parecem a reflexão do próprio autor sobre a posição do homem na sociedade e que melhor postura adotar se o "certo" é aquilo que o meio exige dele e não o que se lê ou acredita. O real sobrepõe as ideias, formulam novas ideias sobre conceitos já conhecidos.

É impossível ler O Lobo do Mar e se questionar se o temido Wolf Larsen na verdade pensa a vida como ela é e não como deveria ser. Em vários momentos percebi a genialidade do personagem de Jack Lodon como algo a se refletir.

Um leitura altamente recomendada. O livro é intenso e uma jornada nos mares da mente e da alma.
comentários(0)comente



Dose Literária 21/11/2013

1001 Livros: O Lobo do Mar - Jack London
Que era uma obra primorosa, digna da referência no 1001 Livros Para Ler Antes de Morrer pela sua importância e contribuição à literatura universal, eu já sabia, mas até abrir o livro e 'viajar' na narrativa do norte-americano Jack London a bordo da escuna Ghost, perpassada inteiramente nos mares do Pacífico, foram-se três anos de espera na estante. Mal sabia o que estava perdendo.

Escrito em 1903, a trama narra a história do ríspido capitão Lobo Larsen, e de Humphrey van Weyden, crítico literário resgatado de um bote à deriva nos mares do Pacífico, pela tripulação da Ghost. Ao ser encontrado, o náufrago destituído de forças físicas pelas agruras do tempestuoso oceano, é acolhido e tratado pelo capitão Larsen. O diálogo flui prazerosamente quando o Lobo revela ao intelectual sobre sua bagagem literária. As menções à grandes nomes da literatura não passaram despercebidos a leitora aqui, porém, durante toda a história, os livros são o único ponto em comum entre o capitão e literato.
Um é completamente o oposto do outro. Continue lendo em http://www.doseliteraria.com.br/2013/11/1001-livros-o-lobo-do-mar-jack-london.html
comentários(0)comente



Luana.Padilha 11/03/2020

Uma aventura em alto mar
Nos deparamos com dois lados, um personagem grosseiro e outro nobre ambos no mesmo navio onde encontramos diálogos sobre vida, amor e terror
Leitura gostosa
comentários(0)comente



Mário 07/02/2014

Excelente aventura náutica repleta de discussões filosóficas que versam principalmente sobre implicações éticas e morais que o exercício do instinto de autopreservação, egoísta e muitas vezes cruel, representa em uma sociedade construída sobre o ideal da solidariedade, tolerância e fraternidade.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Yuri 15/02/2020

Acompanhamos a viagem de Humphrey a bordo da escuna Ghost, liderada por Wolf Larsen, temeroso tanto quanto sua fama o diz.

Hump é um homem letrado, nobre, moralista e que nunca trabalhou com as próprias mãos. Wolf é cético, grosseiro e não crê em alma nem generosidade: a figura do homem animalesco.

O ponto forte do livro são os diálogos entre essas duas personagens, marcados por questões como o pós-vida, justiça, a motivação vital, amor etc.

Não gostei de uma personagem que apareceu após a metade do livro. Me passou a sensação de que London se perdeu em suas ideias e a colocou apenas para seguir com a narrativa e achar um final (que também não me agradou). Apesar disso, achei o final de Wolf Larsen incrível.

Gosto de pensar O Lobo do Mar como uma espécie de romance de formação, onde acompanhamos o crescimento de Hump em certas áreas de sua personalidade.

Vale a leitura!
comentários(0)comente



Thiago Barbosa Santos 24/07/2019

Aventuras no mar
Um grande clássico de Jack London que estava na minha fila de leitura há muito tempo e só agora pude cumprir com essa missão. Teve tradução para o português de Daniel Galera.

Humphrey van Weyden era um crítico literário que vivia confortavelmente com a renda familiar. Tinha ares de lord. Bem de vida, nunca havia feito nada até em tão além de aproveitar os privilégios sociais e viver a sua rotina. Um dia, meio que por acaso, se aventurou em uma viagem marítima. Mal sabia que aquela experiência transformaria por completo a vida dele.

A embarcação naufragou e ele acabou sendo resgatado pela escuna Ghost. Era o início de um grande pesadelo. O capitão Wolf Larsen, um home forte e terrivelmente cruel, o escravizou e o fez passar pelas mais diversas provações e trabalhos duros.

Ao mesmo tempo que o maltratava e até o agredia fisicamente, o capitão gostava de conversar com ele sobre literatura e filosofia. O livro traz algumas dessas conversas de forma muito detalhada, com citações a autores.

Wolf Larsen é um homem controverso. Ao passo que é ignorante, bruto, violento e cruel, é um homem que lê muito e tem conhecimento profundo em diversas áreas. Mesmo odiando seu algoz, Hump desenvolvia bem essas conversas por medo e também porque era um momento em que ele acabava se livrando dos maus tratos.

A rotina do Ghost ganha uma reviravolta quando uma náufraga, a Maud também é resgatada do mar. Hump se apaixona por ela. O problema é que a moça também despertou o interesse de Wolf Larsen. Certo dia, o homem cruel tentou atacá-la. Hump se encheu de coragem para defendê-la. Antes de sofrer uma consequência mais séria por esse ato, acabou tendo a sorte de ver o seu algoz sucumbir diante de mais uma crise de dor de cabeça, o que vinha arrasando com sua saúde.

Hump e Maud aproveitaram o momento e conseguiram escapar em uma pequena embarcação. Passaram noites de pesadelo em alto mar, enfrentando tempestades, o furor das ondas e por pouco não morreram. Conseguiram chegar a uma pequena ilha, onde iam se virando para sobreviver, principalmente caçando focas. Aquela experiência estreitou a relação de ambos.

Um tempo depois, o Ghost foi parar na ilha. Seriam capturados novamente? Encontraram a embarcação vazia, apenas ocupada pelo capitão Wolf, que estava bem diferente. As dores de cabeça progrediram e o deixaram em estado lastimável. Nem de longe era o mesmo. Oferecia pouco ou perigo algum. Ainda tentou um ato de traição, contido por Maud. Foi definhando até morrer.

Ao casal, a grande chance de fugir de lá e voltar para o mundo civilizado. Desta vez, completamente transformados por aquela experiência, e o melhor, juntos.
comentários(0)comente



Carol | @carolreads 11/07/2019

O Lobo do Mar
Já pode ser considerado um dos melhores do ano!

O livro acompanha as desventuras do nobre crítico literário Humphrey Van Weyden que, devido a um naufrágio, é resgatado pela escuna Ghost e forçado a trabalhar nela pelo seu temido capitão, Wolf Larsen. Durante a viagem Hump percebe que o capitão é um homem complexo - além de bruto e violento ele é autodidata e tem uma predileção por filosofia e poesia - e o contraste entre os dois homens fica muito evidente.

Como dito no próprio livro, é “no peculiar embate entre os dois homens - entre a concepção de mundo primitiva do capitão e a civilidade e o moralismo de seu refém -, que Jack London ultrapassa o romance de aventura, fazendo de O Lobo do Mar uma reflexão sobre o bem e o mal, sobre os determinismos darwinianos da vida e a condição humana”.

O que tornou o livro tão interessante, para mim, foram os contrastes. A repulsa que Hump sentia das atitudes do Wolf Larsen e a sua posterior atração ao descobrir que - a sua maneira - ele era um homem sofisticado. A descrição da dura rotina da vida em alto mar e da caça às focas, com os diálogos que ocorriam na cabine do capitão... tudo foi feito com maestria pelo Jack London.

Alguém já leu esse livro? Gostaram? Quais outros livros do Jack London recomendam?

site: https://www.instagram.com/carolreads
comentários(0)comente



Thalita Branco 21/02/2018

Resenha ~ O Lobo do Mar - Jack London
O intelectual Humphrey Van Weyden naufraga pouco depois de sua saída de São Francisco. É resgatado pela escuna de caça a foca Ghost, e tão logo se recupera pede para falar com o responsável pelo navio. Ao ter a solicitação atendida, dá de cara com o capitão Wolf Larsen aos berros com um defunto. O homem estava colérico com a morte do seu imediato logo após a saída do porto.

Quando resolve lhe dedicar alguma atenção, Wolf Larsen olha Humphrey de cima a baixo, desdenha de sua posição como cavalheiro e, ao invés de retornar ao porto que ainda estava próximo, decide levá-lo consigo na longa viagem, prometendo transforma-lo em um homem que trabalha por si só.

Humphrey então vira ajudante de cozinha e fica horrorizado tão logo passa a conhecer a vida tirana dentro do Ghost. Wolf Larsen gere a escuna com mãos de ferro e assustadora agressividade tal qual um homem primitivo. Mas não demora para Humphrey se aproximar do capitão, e após um pouco de conversa descobrir que ele é na realidade um autoditada extremamente inteligente e apreciador de variadas leituras filosóficas. Eis que passam a conversar cada vez mais e os ideais civilizados de Humphrey entram em conflito com os princípios brutais de Wolf Larsen.

Jack London por si só se mostrou uma surpresa para mim. É um autor que eu sempre quis ler, mas nunca pensei que gostaria tanto da sua forma de escrita. London insere experiências pessoais em suas histórias, trazendo uma imensa realidade a seus personagens ficcionais e nos fazendo pensar se eles são tão ficcionais assim. De suas obras que já li, O Lobo do Mar que me fisgou como poucos livros conseguiram fazer.

A construção de personagens é incrível. Humphrey é um cara bacana e que você torce do início ao fim. Conforme as páginas avançam vamos percebendo sua evolução e a concretização da vontade do seu raptor. Mas o grande destaque aqui vai para Wolf Larsen. Apesar de toda sua crueldade, as descrições do capitão são cada vez mais surpreendentes e aliadas a sua presença em cena e altas doses de carisma tornam-o um personagem que você quer detestar, mas não consegue. O cuidado do autor se estende até aos personagens secundários, fazendo com que o leitor se preocupe com vários deles ainda que apareçam pouco.

Fui ficando cada vez mais curiosa para saber como Humphrey sairia dessa enrascada e se sobreviveria a Wolf Larsen. O livro perde um pouquinho o ritmo com a inserção de um personagem na metade da história e os termos náuticos algumas vezes me confundiram, mas ainda assim ele flui extremamente bem. Temi que talvez as discussões entre Humphrey e Wolf Larsen se tornassem enfadonhas, mas muito pelo contrário. Elas são muito interessantes e nos fazem refletir a todo momento.

A edição da Zahar é uma graça. Sou completamente apaixonada por suas edições de bolso de luxo que além de lindas são resistentes e fáceis de transportar e ler. Adoraria que eles lançassem Caninos Brancos e O Chamado da Selva, também do Jack London, nessas edições tão lindas.

Comecei O Lobo do Mar procurando apenas uma grande aventura marítima. Encontrei isso e muito mais. O ano só começou, mas a saga de Humphrey com certeza é uma das melhores leituras de 2018. Um livro que se tornou um dos meus favoritos.

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
comentários(0)comente



97 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7