Play

Play Kylie Scott




Resenhas - Play


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Patricia 04/01/2017

Apenas bom
Qdo eu conheci o personagem Mal no primeiro livro, eu o adorei de cara. Engraçado,dinâmico, super de bem com a vida, ele me cativou. Achei que o livro dele iria ser o melhor de todos da série.
Eu ri bastante no livro. Ele e a Ane tem uns diálogos hilários. Eles se são bem, e ele é totalmente maluco. Já ela é pacífica,então o equilíbrio de personalidade funciona.
O que não funcionou para mim é o modo como ele toma suas atitudes. Eu o achei infantil demais para a idade. Eu sei que a autora tentou vender a idéia de que as estrelas de rock são loucas e livres,mas acho que neste livro algumas foram colocadas de um modo tão caricato, que eu me eu me pegava perguntando se alguém na vida real aceitaria ter seu apartamento invadido,por exemplo.
Mas Vale a leitura pelo livro todo,e pelas risadas.
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Alessandra 21/12/2016

Não foi dessa vez
Eu queria dizer que livro erótico não é pra mim, mas não é isso, é que esse gênero é composto por 90% de livro mal escrito ou mal desenvolvido.
Eu me entreti com a história, dei risada, achei a cena da banheira muito boa e a escrita da autora é leve e rápida.
Porém, isso não é o suficiente, desenvolver uma história precisa de muito mais do que desenvolver sexo e drama.

Nesse livro, temos o Mal Ericsson que é baterista de uma banda famosa e precisa de uma namorada falsa, Mal (obviamente) é super gostoso, porém ele fazia tanta piada besta durante o livro que uma hora deixou de ser legal e passou a ser idiota, ele age o livro inteiro como uma criança é isso não funcionou comigo.

Anne Rollins é a garota tonta que precisa de dinheiro e acaba aceitando a proposta de Mal de ser sua falsa namorada em troca de aluguéis pagos. Acho que to cansada desse esteriótipos de menina pobre e cara rico.

O "triângulo amoroso" é patético, acontece em duas cenas depois some.

A tensão sexual criada pela autora é arrastada por tantas páginas que chega uma hora que brocha e cansa.

E, por fim, o que arruinou o livro pra mim, foi o história da mãe da personagem principal.
A autora quis falar sobre uma coisa séria como a depressão e ela não soube explicar, não soube desenvolver, não falou coisa com coisa e ainda tratou a doença como frescura.
Pior ainda, a culpa de muita coisa na vida da Anne era do pai e ela atribui exclusivamente a mãe.
Sinceramente só recomendou esse livro se você quiser ler cenas restrita porque com relação a todo resto a história não vale a pena.
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Carolina DC 23/10/2016

"Play" é o segundo livro da série Stage Dive e tem como protagonista Mal, o baterista hiperativo e engraçado que provocou David e Evelyn em "Lick".
Anne é uma jovem trabalhadora que sacrifica tudo para manter a irmã Lizzy estudando. Morando em um apartamento vizinho de Lauren (melhor amiga de Evelyn), a jovem chega em casa um dia e descobre que a colega de quarto, Skie, fez a limpa no apartamento.

"Havia algo errado. Soube disso no instante em que passei pela porta. Com uma mão, acendi a luz, e com a outra, larguei a bolsa no sofá. Um pouco além do corredor fracamente iluminado, o brilho repentino era atordoante. Luzinhas pipocaram diante dos meus olhos. Quando sumiram, só o que vi foram espaços... Espaços nos quais, naquela mesma manhã, havia coisas. Como o sofá". (p. 07)

Jogando tudo para o alto e acompanhando Lauren a uma das festas de Evelyn e David, ela conhece Mal. Em poucos minutos, ele consegue fazer uma leitura precisa da jovem, que a deixa envergonhada. O comportamento do baterista anda mais errático do que o normal. Todos fazem perguntas para ele, mas ninguém consegue obter respostas.
Decidido a fazer com que todos larguem do seu pé, Mal faz uma proposta à Anne: ela finge ser sua namorada e ele vai morar com ela, bancando o aluguel da jovem.
O que começou como uma mentira, torna-se algo mais. Anne é uma pessoa bondosa e acalma os males de Mal, enquanto que Mal traz leveza para a vida de Anne, que é cercada de responsabilidades.
A interação do casal é engraçada e doce ao mesmo tempo.
Anne é generosa ao extremo e muitos se aproveitam dela. Sua ex-colega de apartamento não apenas levou tudo como devia dinheiro à jovem; Reece, seu chefe e amigo, sabe que Anne tem uma queda por ele e também se aproveita disso.
O livro segue o estilo do primeiro livro da série: um casal que a primeira vista não tem muito em comum, mas que se complementa muito bem. O enredo é bem desenvolvido e os leitores ainda acompanham o desenvolvimento dos demais personagens, como o casal David e Evelyn e Jimmy, protagonista do próximo livro.

"- Moranguinho, se você ainda está andando direito, o meu trabalho aqui obviamente ainda não chegou ao fim. Inferno, nem conseguimos quebrar o sofá novo ainda". (p. 86)
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Kelli 19/09/2016

Nunca ri tanto na minha vida!!!
Não achei que fosse gostar tanto do livro do Mal. E o que eu mais gostei foi que a Kylie Scott não mudou sua personalidade. Ele não mudou durante o livro foi ele mesmo do início ao fim e foi demais.
Nunca ri tanto com um livro. O Mal é demais!!! E adorei a Anne tbm. As mocinhas da Kylie são ótimas, são decididas, não dão mole.
A história é leve, o romance é fofo e quente ao mesmo tempo. É um livro pra se divertir. E eu tô adorando essa série! Amando esses roqueiros!!!

Super recomendo
Impossível não rir com o Mal.
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Nathy 13/09/2016

Play – Kylie Scott – #Resenha
Eu tinha gostado bastante do primeiro livro. Estava curiosa para saber como seria a história dos demais membros. Não estava com as expectativas altas. Ainda mais depois de ler a sinopse. Porque o plot de namoro falso todo mundo sabe no que irá terminar. O problema era como eles iriam lidar com essa situação. Porque geralmente rola todo um drama de estamos apenas fingindo. Não quero aceitar meus sentimentos e tudo mais. Porém, foi uma surpresa agradável nesse. Tem um drama bem forte e tocante. Que envolve o casal principal. Acaba tendo um impacto no relacionamento deles. No entanto, gostei da forma como foi abordado. Apenas o final foi um pouco corrido. Poderia ter explorado mais.

Play conta a história de Mal Ericson – baterista do Stage Dive – e da Anne. Um dia Anne chega em casa para perceber que foi “roubada” por sua colega de quarto. Totalmente triste com a situação não sabe o que fazer. Até que sua amiga a convida para ir em uma festa. Relaxar um pouco e pensar apenas no dia seguinte. E nessa que sua vida muda completamente. Nela conhece Mal. Não planejava se envolver com ninguém. Afinal sua vida estava uma bagunça. E Mal iria piorar tudo. Ou melhorar. Ele precisa de uma namorada de mentira. Porque seus pais querem vê-lo feliz ao lado de alguém. E não tinha ninguém mais perfeito para o papel do que Anne. Mas, claro o que começa como um namoro falso. Acaba se tornando em algo muito mais forte. Eles apenas precisam ser corajosos para aceitar esse futuro.

A narrativa é em primeira pessoa. Anne é quem leva o leitor nessa maravilhosa história. Algo que me incomodou um pouco. Porque acaba tendo diversos segredos da parte do Mal. E ele não divide com ninguém. Pelo menos durante um tempo. Eu queria ter visto mais dos seus sentimentos. Dos seus pensamentos. Continuo gostando bastante do modo de escrita da autora. Tudo acaba fluindo bem sem nenhuma enrolação.

Havia algo errado. Soube disso no instante em que passei pela porta.

A Anne é uma das personagens mais azaradas que já vi. Ela é apaixonada por um homem que não se importa com ela. Aliás, a usa da forma que deseja. Tem um trabalho que suga todas as suas forças. Uma colega de quarto bem sacana. Entre outros problemas. Ela não consegue dizer não para as pessoas por isso se colocava em posições difíceis. Não foi diferente com o Mal. No entanto, ela teve uma evolução muito boa ao longo do livro. Foi tendo mais coragem de enfrentar seus problemas. E também as pessoas ao seu redor. Não deixava mais ninguém pisar em sua cabeça. Foi conseguindo ter o meu respeito. Apenas no final eu acho que poderia ter aguentado um pouco mais.

Continue lendo a resenha no link abaixo:

site: http://www.oblogdamari.com/2016/04/play-kylie-scott-resenha.html
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PorEssasPáginas 09/08/2016

Sim, sucumbi aos livros de capas com roqueiros saradões, me processem. Mas confesso que comecei a ler a série Stage Dive por causa desse livro, especificamente, pois fiquei muito curiosa com a história do Malcon.

Temos aqui Anne, que levou calote de sua amiga e companheira de quarto e agora não tem condições de pagar seu aluguel. Por acaso, Anne mora ao lado da casa de Lauren, que por acaso é a melhor amiga de Evelyn, esposa de David, o guitarrista da banda Stage Dive (confiram a história desse casal em Lick). Lauren, que de vez em quando entra sem bater no apartamento de Anne, acaba a convidando para uma festa na casa de Ev, onde ela encontra Mal – não por acaso o integrante da banda que ela é fã de carteirinha. Pois é, quantas coincidências.

De alguma forma, Mal ouve os problemas de Anne e se oferece para dividir o aluguel com ela, já que ele morava de favor na casa de Dave e acaba de ser expulso. Ah, claro. Em troca desse “favor”, Anne deveria dizer que os dois estavam namorando. Que difícil, não? Para Anne, sim, já que ela tem alguns princípios, apesar de estar realmente precisando da grana.

Em todo o caso, Mal é um cara beeeeem persistente e que não ouve “não” com muita frequência. Aí é que a confusão está armada, porque todos os amigos já acreditam no envolvimento entre eles, então… por que não? Anne acaba aceitando fazer papel de namorada de Mal. Porém, quando os dois se envolvem pra valer é que fica tudo muito complicado, principalmente para Anne.

O problema? Anne, embora pé no chão, é muito romântica! E digamos que Mal não teve muitas namoradas fixas, então ele não tem noção de como se comportar, o que provoca uma tremenda insegurança à Anne. Ela sabe que estão curtindo o momento, mas ela não consegue evitar se apaixonar por Mal. E, bem… Digamos que mesmo apaixonado, Mal é muito, muito imaturo e inconsequente – interessante dizer que ele já está na fase adulta tem um tempinho, mas talvez apenas na idade.

Eu gostei da leitura, é um estilo bem previsível de new adult, porém viciante. Acho que Mal deveria sofrer mais do que sofreu, mas como Anne é muito romântica, tende a perdoar com uma facilidade incrível. Os dois têm uma ótima química juntos e a leitura vai agradar muito os fãs do gênero.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-play
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Patricia 24/06/2016

Adorei!!!
Este é o segundo livro da Série Stage Dive cujos personagens são os astros da banda de rock de mesmo nome da série.

Achei o primeiro livro da série, Lick, muito surreal porque os mocinhos se apaixonam instantaneamente e se casam depois de algumas horas.

Esse também é um pouco surreal. Os mocinhos se apaixonam em alguns dias. Tenho fé que no próximo livro eles levem algumas semanas pra caírem de amor um pelo outro kkkk

Assim como em Lick, primeiro livro, o mocinho é um astro do rock super famoso, rico, lindo e gostoso que se apaixona por uma garota comum.

Em Play é contada a estória de Mal.
Já havia gostado muito dele em Lick, mas conhecê-lo intimamente foi melhor do que imaginava.
Mal é o cara mais louco, engraçado e gente boa que existe. Sem dúvida o mocinho mais divertido de todos os livros que li. Gargalhei horrores com ele!
No início fiquei meio descrente na capacidade de Mal de me envolver. Não conseguia imaginar ele levando algo a sério ou uma cena quente com ele. Mas me enganei redondamente. Ufa!!! Adoro me enganar assim...

Mal é engraçado. Mas também é preocupado, carinhoso e sedutor. Tem os seus momentos de idiotice total, mas no geral é um fofo. Um fofo divertido, quente e que faz umas cagadas, mas ainda assim fofo!

Anne é ótima. Embarca na onda de Mal. É sem frescura e não é de fazer drama, apesar de sua vida não ter sido um mar de rosas até então.

Humor, drama e romance. Uma mistura perfeita. Recomendadissimo!!! E não vejo a hora de ler Lead, o terceiro livro da série que conta a estória de Jimmy.
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Laine 01/06/2016

Divertido
Play é o segundo livro da série Stage Dive também nome da banda composta por David, Mal, Jimmy e Ben, cada um terá sua história contada e neste temos a de
Mal o baterista, que leva sua vida com muita ousadia e alegria, além de lindo, irreverente é fofo e o que mais sabe botar uma lenha na fogueira nesse grupo, por conta de algumas bad em sua vida ele precisa ficar mais sério e certinho, pra ajudar ele nessa saga temos Anne/abóbora o jeito como ele a chama, uma garota responsável e com uma quedinha por Reece seu chefe, ela levou uma rasteira da vida e está precisando de ajuda no campo financeiro e aceita ser namorada de mentirinha de Mal, a partir daí é confusão, paixão e muitas risadas garantidas pelo casal mais engraçado da turma Stage Dive. A Kylie consegue mais uma vez construir uma história linda e leve respeitando a personalidade dos personagens o que é muito importante para manter uma unidade, a interação entre Mal e David continua firme, amizade mais linda. Sentir falta de um amadurecimento da parte de Mal em algumas coisas por isso 4 estrelas, mas amei o livro e indico de coração.
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gabbsqueiroz 29/05/2016

MAL ♥
Malcolm Ericson me conquistou!
Na verdade, gostei dele desde que o conheci, no primeiro livro dessa série - Lick. Mal é o baterista da banda Stage Dive e é aquele que está sempre fazendo piadinhas, sempre brincando (até quando não deve), às vezes chega até a ser infantil, confesso. Mas acredito que ver a vida de uma forma engraçada, mais leve, é a melhor forma de se viver. Principalmente quando surgem os problemas. E o Mal tem, digamos que, um problema familiar.
Anne - a vizinha da amiga da Ev, protagonista do primeiro livro - é uma mocinha típica, certinha, boazinha, "cuida" da irmã, e gosta (ou acha que gosta) do melhor amigo, Reece. Ela conhece Mal em uma festa que resolveu ir com o intuito de esquecer o seu mais novo problema: sua colega de quarto fugiu e ela não tem como pagar o aluguel sozinha. Por sorte, estava no lugar certo, na hora certa.
Então surge uma troca de favores: ela finge ser namorada de Mal, já que ele não aguenta mais ouvir o blá blá blá dos amigos, e ele paga o aluguel pra ela. Ótimo, não? Tudo seria mais fácil se ele não resolvesse morar com ela também e a convivência aos poucos, acaba aproximando-os ainda mais. O que era pra ser apenas uma... ajuda (?) entre amigos, se torna algo muito mais sério.

Amei muito o casal. Mais até que do primeiro livro, acho que justamente por causa do jeitinho do Mal. Ainda não conheci os outros que faltam, mas por enquanto, ele está no topo da lista dos Stage Dive!
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Taty Assis 02/04/2016

Em Lick conhecemos a história de David Ferris, agora é chegado o momento de conhecer a história de Mal... Ah Mal, Mal, Mal *---* Que homem! E claro, antes que eu me esqueça, também é chegado o momento de conhecer a história da incrível, Anne.

Anne está acostumada a aguentar fardos, talvez seja por isso que ela não se tocou que sua amiga Skye, com quem dividia o apartamento, estava apenas enrolando-a e aproveitando da sua boa vontade, até que foi embora sem pagar o que devia a Anne e ainda por cima levando alguns dos móveis da casa. Anne ficou arrasada, também pudera, ela confiava tanto em sua amiga. Ela só queria ajudar, e não ser passada para trás. Mas há aquele ditado "Há males que vem para o bem", e talvez se não tivesse passado por tudo isso era bem capaz de ela não ter conhecido Mal Ericson naquela noite.

Malcom Ericson é o baterista da banda Stage Dive e também a paixonite de adolescência de Anne. Mal é o tipo de cara intenso e que não tem medo de falar o que pensa para as pessoas, e ao escutar sobre a atual situação de Anne ele fala o que realmente pensa, mas Anne não aceita muito bem sua opinião.

"O problema de Mal Ericson era que, fisicamente, ele não tinha defeitos. Nenhuma imperfeição o marcava, nem grande, nem pequena. Se ele continuasse a me atormentar, no entanto, eu daria um jeito nisso."

Mesmo não se dando muito bem para um primeiro encontro, Mal, na mesma noite em que conhece Anne, jura amor eterno e tem certeza que ela é a mulher de sua vida. Mas a verdade é que essa reação não foi verdadeira. Ele tinha planos e estava disposto a conseguir cumpri-los.

Mal decide se mudar para o apartamento de Anne, arcar com o aluguel e comprar os móveis que faltam, mas com uma condição: que ela seja sua namorada de mentirinha. Os motivos que o levaram a querer e propor isso? Bem, só lendo o livro para vocês saberem, mas confesso que achei válidos seus motivos.

Mas voltando ao assunto da mudança e proposta de Mal... Bem, Anne acaba sendo surpreendida com a repentina presença de Mal em sua casa, e que mal teria se ela aceitasse o acordo? Mal é um bom homem e a ajudou em um momento tão crítico. Claro que poderia ajudá-lo, o máximo que perderia com esse acordo seria seu coração.

"Gosto dele e estava imensamente grata por estarmos passando aquele tempo juntos. Depois do desastre com Skye, era bom ter Malcom Ericson na minha vida. Diabos, depois dos últimos sete anos, eu precisava dele. Ele fazia o sol brilhar. (...) Então, ele me beijou e arruinou tudo."

O envolvimento deles como casal não era para passar de beijos, mas quem disse que ambos resistem um a outro? E é assim que eles embarcam em um relacionamento de verdade. Mas, Mal não está sabendo lidar com o momento pelo qual está tendo que passar, e por ser muito impulsivo poderá colocar tudo a perder.

Fazia tempo que não me envolvia tanto com um livro. Acho que estava precisando de Mal e Anne na minha vida de leitora porque eles definitivamente foram os culpados, no bom sentido, por me tirarem de uma maré ruim de leituras.
Esse é o primeiro livro que leio da autora (não, não li o primeiro rs) e gostei muito da sua escrita. É bem direta e sem muitas delongas. Tanto é que consegui concluir a leitura dentro de algumas horas.

Os personagens são bem cativantes e apaixonantes. Amei a espontaneidade de Mal. Adorei em como ele não tem medo de falar o que pensa das pessoas, mas quando trata de falar de si e encarar a realidade é muito fechado e evita todo mundo.

Anne me pareceu muito real. Sabe quando você se depara com um personagem e pensa que parte da história contada poderia ser real? Então, foi essa a minha sensação enquanto eu conhecia parte de sua história. Ela é muito decidida e forte. Eu a adorei.

E se eu recomendo o livro? Claro, com certeza. :D E confesso que já estou ansiosa pelos próximos livros da série Stage Dive.

"Ele só olhou para mim e toda aquela coisa sobre enxergar a alma de outra pessoa começou a fazer sentido. Era assustador. Eu quase sentia a conexão entre nós. Como se fosse algo que eu pudesse apanhar e segurar nas mãos; Não podia ser real."

site: http://www.aculpaedosleitores.com/2016/04/resenha-play.html
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Greice.Fins 25/03/2016

Play
A história é basicamente de uma mocinha pobre batalhadora vindo de uma família desajustada, e um mocinho da pá virada que é um sacana de primeira, no bom sentido é claro, e que faz da sua vida uma eterna brincadeira. Claro que águas tranquilas escondem correntezas, e esse mocinho é uma criatura muito divertida e vale a pena desvendar seus segredos.

Esse é o segundo livro da série, Lick eu li no carnaval e me apaixonei, em Play cai de amores por Mal. A história é simplesmente hilário, teria todos os fatores para eu não gostar mas a autoria conseguiu a minha atenção. Amei. Se eu já gostava dessa banda, depois do Play viciei!!

Agora é torcer para vir o terceiro logo ... pois estou doida para saber a historia do guitarrista ... baixista ... vocalista what ever rs.
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Juh 24/03/2016

?
Que decepçao.. ja é o segundo dessa série que eu abandono :/
So eu que achei Mal infantil? não que ele nao seja legal e fofo... mas nossa.. ele nao pareceu maduro tb :s
o livro não é ruim, mas depois que eles se encontram na festa, td acontece taaaaao rapido e de repente ja se amam. oi???? muito sem noção ok a impressão é que peguei o livro com capitulos faltando.
Aline.Braga 04/08/2018minha estante
Kkkkkk falou tudo .




Caroline Dantas 23/03/2016

O Causador de 31 Post-its
Realmente, só de pensar no Malcolm eu já suspiro. Na verdade é uma mistura de suspiro com risada, porque ele é doido! Eu queria marcar, praticamente, tudo que ele falava, pois ele é muuuito engraçado e para poder acompanhar esse baterista precisa raciocinar rápido, gente, porque na minha cabeça ele falava rápido e quase sem respirar!

E ahh, detalhe, eu confesso que, grande parte das vezes, eu não conseguia distinguir se o que ele falava era brincadeira ou se era sério. Nem mesmo a personagem Anne conseguia. Eu sentia que estávamos as duas no mesmo barco: completamente perdidas.

Em relação ao palavreado e físico, o Mal me lembrou um pouco do Zane de 7 Dias Com Você da Aline (livro que eu já resenhei), mas a Anne não me lembrou nenhuma personagem não, na verdade eu nem tenho o que dizer dessa personagem, porque ela não me passou muitos sentimentos (não que ela seja chata, mas é que a narrativa é bem tranquila e sem rodeios mesmo).

Em relação à críticas mesmo, além dessa parte em que eu não conseguia decifrar o Mal, é que as coisas aconteceram muito rápido nesse livro. Num momento o Mal acaba de se mudar pra casa da Anne e no outro eles já estão quebrando a cama! Também tem o problema de que os dois personagens não me passaram muito sentimento. A Anne começa o livro "gostando" de um cara (não conseguiria captar esse "gosto" dela pelo Reece se o Mal não tivesse percebido que ela gosta dele) e depois o cara passa a gostar dela quando a Anne começa a gostar do Mal. Eu não senti nada na parte desses desencontros amorosos, tanto porque aconteceu rápido essa troca de "amores", tanto porque eu realmente não consegui sugar essa parte de sentimentos do livro.
A parte do grande SPOILER do livro também não foi grande surpresa pra mim, dá para descobrir o que é que está rolando antes que o livro te diga a resposta.
A Skye (causadora do problema) não foi mais citada depois das 20 primeiras páginas, o que me incomodou bastante, maaaaas eu já tenho uma boa ideia do que vai rolar no livro do Ben e isso me deixa mais feliz.

Em geral, o livro não é de grande emoções, intrigas ou brigas, mas é ótimo para quem quer dar risadas e trocar ideias consigo mesmo sobre como o Mal é maluco!

site: @fotoliteraria
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André 21/02/2016

Segundo livro da série Stage Dive
Play é o segundo volume da série Stage Dive, da australiana Kylie Scott. Cada livro conta a história de amor (e sexo) de um dos membros da famosa banda de rock que da nome à série.

No primeiro livro (Lick), conhecemos a história de amor de Evelyn e David, o guitarrista e compositor da banda. Também conhecemos o baterista, Mal, o vocalista e irmão de David, Jimmy, e o baixista, Ben.

Agora, é a vez de acompanhar a história de amor de Mal e Anne.

Anne dividia o apartamento com uma amiga que de uma hora pra outra foge levando suas coisas para não ter que pagar a dívida que tinha com ela. Sem dinheiro para pagar o aluguel sozinha, ela está arrasada. Não só pelo dinheiro, mas por ter sido passada pra trás pela ex-amiga. Com essa vibe down, ela é convidada pela sua vizinha, Lauren, para uma festa na casa de Evelyn e David e acaba aceitando.

Mal é inquieto, impulsivo, brincalhão e, às vezes, um pé no saco. Mas seus amigos estão preocupados porque ele tem se afastado do grupo, ficando introspectivo, triste e com raiva do mundo.

"Ele me fazia pular de emoção em emoção tão rápido que ele mudava de humor. Raiva, excitação e diversão, tudo se misturava em uma única sensação." (Anne)

O encontro dos dois acaba terminando em discussão. Mas Mal acaba se mudando para o apartamento dela, após ser expulso da casa de David (esse é o impulsivo Mal!). Ele propõe um acordo à Anne: ele paga o aluguel atrasado e compra os móveis que foram levados embora, se ela fingir ser a sua namorada.

"Nós não podemos transar, nós só vamos dormir juntos. O plano todo vai desmoronar se começarmos a transar. O que eu preciso é de uma relação que pareça respeitável e de longo prazo. Nós começamos a transar e você vai ser toda 'Oh, Mal, eu nunca imaginei que tamanho êxtase fosse possível. Eu não posso viver sem você! Me possua, Mal! Por favooooor.' "
(Mal)

É claro que isso não vai prestar, porque tanto Mal quanto Anne escondem alguns segredos. Pra complicar, Anne tem uma paixão platônica por Reece, seu amigo e patrão que só a vê como amiga, mas quando Mal entra na cena, isso muda.

Gostei de Mal desde que o conheci em Lick e imaginei que o seu livro fosse ser o melhor, mas isso não acontece. A história é clichê (já imaginava isso), mas o romance de Anne e Mal não tem grandes obstáculos. Reece como antagonista não é forte o suficiente e os problemas do passado de Anne, que poderiam ser mais bem desenvolvidos e ser sim um grande problema para o amor dos dois não é importante para a trama central.

Mesmo assim, Play tem momentos engraçados, como o momento em que mal conversa com a "xana" de Anne. Ilário!

"– Precisamos conversar.
– Ok...
– Não estou falando com você – ele disse, os dedos suavemente afastando as dobras do meu sexo.
– Não está?
– Olá, clitóris da Anne. Sou eu, Malcolm, seu amo e senhor.
– Ah, Deus, isso não. – Cobri o rosto com as mãos. – Por favor, não.
– Psiu. Esta é uma conversa particular.
– Você é linda, boceta da Anne. Simplesmente linda. E eu não sou malvado como ela. Estou do seu lado e te amo tanto porque você é incrível quando fica toda em volta do meu pinto.
– Malcolm, sério. Você está arruinando sexo oral para mim. Pare com isso."

O próximo livro a ser lançado é o baseado na vida de Jimmy. Como ele já esteve envolvido com drogas, pode ser o mais denso da série. Até porque ele é o mais sério e introspectivo.

O quarto e último livro da série é do Ben. Considerado o pior dos quatro volumes da série Stage Dive.

Leia só se tiver tempo.
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Vânia 16/02/2016

Stage Dive #2
Anne passou boa parte de sua adolescência olhando para as paredes de seu quarto, cobertas de posteres de um certo baterista de banda. Como toda paixonite de jovem que sonhava com seu ídolo e até assinava papéis com o sobrenome dele, isso passa.
Agora Anna é uma mulher madura, que passou por um período turbulento quando teve que assumir a casa enquanto sua mãe se entregava a uma depressão depois de ter sido abandonada pelo marido, e nesse exato momento está parada dentro da sala de seu ap vendo tudo vazio. Literalmente.
Sua amiga Skye, que lhe devia dinheiro há algum tempo desde que ficara desempregada e não mais pôde ajudar nas despesas de casa, havia ido embora e carregado a mobília dela.
Anne se encontrava num ap semivazio; sem dinheiro para manter o aluguel que vencia dali a 8 dias, alimentar-se e ainda pagar as despesas da faculdade da irmã caçula, Lizzy.
Em plena sexta-feira, ótima notícia.

Sua vizinha e amiga, Lauren, ao entrar no ap e ver aquilo, quis ajudá-la a pelo menos dar uma levantada no astral e a levou para a festa de Ev, antiga colega de quarto de Lauren, a moça que trabalha ainda no café da esquina e, por acaso, é casada com o guitarrista da banda Stage Dive, David Ferris.
Bom, já que o dia estava estragado, que tal tentar salvar a noite? Ela poderia finalmente encontrar o idolo de sua adolescência...

E isso acontece.
Depois de receber o telefonema de seu patrão, amigo e paixão platônica, Reece Lewis, Anne vê que não estava mesmo no clima para socializar. Sozinha do lado de fora da casa, bebendo uma cerveja, ela recebe a companhia de ninguém menos que Mal, o baterista sexy.

Mal havia ouvido parte da conversa de Anne e sabia que ela estava numa fase negra. Como sempre, ele quis animá-la, assim como ele sempre fazia com os amigos da banda quando os ânimos se alteravam.
Foi uma primeira boa impressão mas que não terminou tao bem assim.
No fim da noite, animado demais dançando sobre a mesinha da casa de Ev e David, Mal fala para os amigos que Anne era sua namorada.

Ok, ele estava alterado pela bebida. Na certa no dia seguinte ele sequer lembraria do nome dela.
Então, por que quando ela chegou do trabalho, encontrou a casa invadida por ele, sem camisa em meio a sua sala recém mobiliada?
E é quando Mal faz uma proposta a ela: ele precisava de alguém que fingisse ser sua namorada por um tempo. E ele não queria qualquer groupie; ele queria Anne, porque ela tinha aquela coisa sobre "o olhar" nele. Enquanto isso, ele ficaria na casa dela - já que David o havia expulsado da casa deles porque ele viu Ev de topless -, pagaria o aluguel e a mobília faltante.

O que ela teria a perder? Estaria na companhia do seu ídolo, que por acaso era para lá de sexy; teria o aluguel pago; móveis novos e ainda iria participar da vida da banda por alguns dias.
Mas qual seria o motivo dele? Este não era para ser discutido.

No início Anne achou melhor não insistir sobre as razões dele. Ela tinha também uma história inacabada com sua mãe, parte do passado dela que ela preferia manter assim, no passado, e não ia gostar de ter alguém fazendo perguntas.


Com o passar dos dias, Mal percebe que parece que todo mundo tem acesso ao ap de Anne. Lauren entra e sai a hora que quer; tem a irmã dela que também tem a chave; mas daí, surgiu um cara se julgando no direito de entrar sem bater? Como assim? E era o patrão dela???

Reece era daquele cara bonito, que sai com qualquer rabo de saia entre 18 a 45 anos, exceto com Anne, mesmo sabendo que ela nutre sentimentos por ele.
Malcolm logo percebe qual era a de Reece, e até propõe a Anne que agora com sua permanência no ap, seria mais fácil para ela colocar ciúmes em Reece e fazê-lo percebê-la.

Mas o que de fato acontece é que Anne é bem aceita pelo grupo. Conhece os pais de Mal e em pouco tempo ela descobre por que ele planejara aquele período de namoro fingido.
Se antes o problema de Anne era de ordem financeira, agora era de ordem emocional, porque sua paixonite pelo ídolo virou paixão pra valer pelo homem, só que ainda havia muitas arestas a serem podadas. Nenhum dos dois estava acostumado a ter relacionamentos duradouros. E quando a razão do plano dele vem à tona, tudo sai do controle. Sentimentos são confundidos e Mal não consegue aceitar que Anne pôde ver além do que ele propunha e o afastamento fora inevitável.

Quem cederia primeiro?
Uil Melo 16/02/2016minha estante
Meu livro preferido da serie!


Aline de Sá 16/02/2016minha estante
Estou louca pra ler essa série!!




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