Real

Real Katy Evans




Resenhas - Real


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Fernanda 23/04/2014

Resenha: Real
Resenha: Real, de Katy Evans, é um livro estimulante e, confesso, enrolei bastante para escrever algo sobre ele. Apresenta uma história bem abrangente e em muitos aspectos também pode ser considerada inovadora. Os personagens conquistam por interpretar de maneira verdadeira e decidida. Mesmo com tantos dramas e atitudes desenfreadas, a trama se mostra bastante complexa no decorrer dos acontecimentos.

Broke Dumas aceita o convite de sua melhor amiga Melanie para ir numa luta de boxe clandestina. A platéia está agitada e todas as mulheres presentes no local gritam enlouquecidas quando uma pessoa entra em cena. Ela não consegue entender o fascínio por esse homem, mas assim que o vê sente uma atração inesperada e irracional.


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site: http://www.segredosemlivros.com/2014/04/resenha-real-katy-evans-novoseculo.html
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Queria Estar Lendo 09/04/2017

Resenha: Real
Essa resenha funciona melhor com os gifs: http://migre.me/wpd96 :P

Preciso começar essa resenha avisando que eu não ficava com raiva de uma leitura há muito tempo. Eu não sentia que tinha perdido horas preciosas que jamais seriam recuperadas há muito tempo. Eu não lia um romance abusivo assustador há muito tempo. E isso tudo, senhoras e senhores, parou de acontecer graças à Real.

New Adult's já estão saturados de mocinhas doces e ingênuas e seus mocinhos bad boys correspondentes. É um gênero que não inova muito, mas que se sustentou muito tempo com esses dois arquétipos construindo um romance quente e arrebatador. Alguns deram certo, fugindo do clichêzão e inovando esse arquétipo, como Easy ou Perdendo-me. Outros deslizaram feio em um penhasco, vide Belo Desastre. Agora, bem... Digamos que Real me fez ver Belo Desastre como uma obra prima da literatura.

A história é narrada por Brooke, uma recém formada fisioterapeuta que deveria saber um pouco mais sobre ética e envolver-se com clientes, mas que está ocupada demais caindo de joelhos pela beleza de Remy, um boxeador mulherengo extremamente obsessivo. Brooke é chamada para trabalhar como fisioterapeuta dele durante o campeonato e daí para frente já dá pra imaginar o que acontece?

Bom, o livro é isso. Eles na turnê do campeonato e Brooke e Remy se aproximando e começando a se relacionar. E é perturbador.

Por que é perturbador, você me pergunta? Primeiro porque, a partir do momento em que Remy aparece na sua frente, tudo o que Brooke pensa, faz e respira é por causa dele. Ela perde as definições de amor próprio e consciência e respeito por si mesma e se torna um fantoche da luxúria, caindo de joelhos e usando expressões como "os músculos do meu sexo se contraem ao olhá-lo" a cada nova aparição do boxeador. Seria cômico se não fosse assustador.

O gênero New Adult geralmente acompanha trajetórias de mudança, de crescimento, de amadurecimento, principalmente. Easy, por exemplo, trata temas pesados como abuso e estupro em meio a um romance saudável e quente. É um livro que te inspira a continuar lendo e se apaixonando por ele, pelos personagens, por tudo.

Real é o tipo de livro que te faz querer gritar para os céus e perguntar POR QUÊ? Que história ele está contando? A de uma guria que poderia ter um futuro brilhante pela frente, que poderia superar um acidente e o trauma dele, mas que prefere se afundar em um romance perigoso com um cara mais perigoso ainda só porque ele é gostoso?

Porque, sim, as motivações da Brooke são basicamente: "ele é gostoso, eu aguento esse desaforo. Eu aguento esses surtos. Eu aguento ele ter me beijado à força da primeira vez que nos conhecemos. Eu aguento sua obsessividade doentia. Ele é gostoso, gente!"

O Remy, no entanto, é o mais assustador. Porque, honestamente, se eu encontrasse com esse cara, a primeira coisa que faria seria correr para a delegacia mais próxima e pedir uma ordem de distância. Remy é obsessivo ao extremo, violento como ninguém e vê na Brooke sua propriedade. Típico homem das cavernas, lógico, já que é isso que dá prazer em uma leitura, não é mesmo?

Remy me deu medo, real oficial.

Ah, Deus, e a narrativa. As eloquentes colocações da protagonista. A quantidade de palavras que ela repete para descrever os atributos físicos do Remy. A quantidade de vezes que ela repete essas palavras usadas para descrever os atributos físicos do Remy.

"There is, literally, a ball of fire in my throat." (Tem, literalmente, uma bola de fogo na minha garganta.).

"He just fucked my name in front of me." (Ele f* meu nome bem na minha frente).

Remy, argh. Ele transformou Travis Maddox em um cavalheiro muitíssimo controlado. Toda e qualquer aparição do boxeador me faziam querer fechar o livro, até o momento em que eu fechei mesmo e não aguentei mais.

Remy tem um distúrbio que não vou citar por ser parte da trama, mas que é tratado com extremo desleixo, um desleixo quase ofensivo. É um problema psicológico sério e preocupante, uma doença, o tipo que mata quem o possui e não trata adequadamente. O tipo que precisa de doses de remédios fortes, que precisa de acompanhamento profissional. E o livro te diz, simplesmente, "ah, ele toma uns tranquilizantes de vez em quando, mas não precisa de remédios.". Que bom, gente. Que bom que um livro que poderia te ensinar e te educar sobre uma doença escolhe romantizá-la só para não perder a "violência sexy e feroz do protagonista". Que bom que, em vez de educar, a autora mente pra você e para os personagens e destrincha uma história irritante sobre como o boxeador gostoso deixa a garota excitada e é só isso que importa.

Apesar de ter abandonado o livro, procurei spoilers para saber o final, e aparentemente a coisa fica ainda pior. Com a graça dos céus, não me importo e nunca vou me importar. Estou aqui para falar sobre como esse livro é errado e perturbador e como não serve para enquadrar um New Adult agradável, sobre como é intragável e doentio e como a autora escorregou no que poderia ter sido uma boa trama só para escrever mais sexo.

Foi a minha nota mais baixa até agora, e foi merecida. Só não zerei o livro porque as cenas de luta foram bem descritas, e salvaram a leitura até o ponto que eu cheguei. Por favor, em nome de tudo que é mais sagrado e bem escrito na literatura, até de algumas coisinhas ruins, esse não é um livro para você. Mesmo que ame New Adult ou odeie, só... Não. Real não.
carolinaserpa13 17/11/2018minha estante
Você descreveu tudo que eu senti a ler esse livro . Raiva principalmente ?




Cris Paiva 20/11/2014

Dei nota 3, mas até a metade eu me vi tentada dar um 2 ou até mesmo nota 1.
O motivo de toda essa má-vontade é a mocinha. Não bastasse o livro ser escrito em primeira pessoa, o que pra mim já configura um assassinato da historia, ainda me colocam os pensamentos de uma mocinha pra lá de idiota.

A autora até tenta pintar a otária com umas tintas de batalhadora, atleta olímpica, poderosa e tals, mas eu só conseguia pensar nela como uma maria-mijona.
É sério. Desde que bateu os olhos no mocinho, o Remy, a Brooke entrou em um estado de excitação constante e só falava em como seus seios estavam duros e sua calcinha encharcada. Minha vontade era por coleira e prender ela no quartinho dos fundos, igual a gente faz quando a cachorra entra no cio.
A cada duas páginas lá vinha ela de novo com a ladainha de como a calcinha dela estava encharcada, de como o Remy era tudão e de como ela sentia um tesão imenso pelo cara. Chega queridinha!!! Ja deu para entender isso da primeira vez que vc disse, não precisa repetir a mesma coisa 26465484524163 de vezes!! É sério!! Ela repete a cada duas páginas, e as vezes mais de uma vez na mesma página! Minha vontade era dar um fraldão geriátrico para essa mijona. Ela deve ter incontinência urinária, só pode.

O livro só da uma melhorada a partir da metade, quando finalmente a historia foca um pouco mais no Remy e na história dele. Não fosse por isso, e pela minha persistencia em arrancar algo de bom do livro teria dado um zero bem dado. Mas em homenagem ao Remy, que eu aprendi a admirar, o livro mereceu um 3.
Silvana Barbosa 20/11/2014minha estante
kkkk tem mocinha que mata a história mesmo .


Cris Paiva 20/11/2014minha estante
Essa assassinou à facadas, queimou o corpo e enterrou os restos!


Claudia 05/02/2015minha estante
kkkkkkkkkkkkkkkkk excelente crítica! Não li, mas depois dessa, acho que nem vou, kkkkkkkkkkkkk!


Lari 21/04/2015minha estante
Também não consegui gostar dela, abandonei o livro pois achei ela insuportável. Não sei nem com quantas estrelas avaliar.

:/


Lucas 09/01/2016minha estante
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk rindo pra sempre


Adriana 09/09/2016minha estante
rindo infinitamente...nem vou ler, já sei q vou passar raiva.
não tenho saco pra mocinhas chatas.




Tayane Cristie 26/05/2014

Real - Katy Evans
A Trama: Quando Brooke é arrastada pela sua melhor amiga para a luta de Remington Tate, ela não tinha a menor ideia de que se sentiria atraída instantaneamente por aquele homem assim que ele fixou os olhos nela lá do ringue. Mas foi isso o que aconteceu. E quando acabou com seu adversário, Remy só conseguia olhar para uma direção: a dela. Mesmo quando tenta ir embora, Remingtor “o Arrebentador” Tate, pula do ringue e vai atrás dela, com um desejo primal de saber seu nome. Depois, ele acaba descobrindo o endereço dela e envia ingressos para sua próxima luta, com uma credencial para que ela possa visitá-lo na sala de preparo, e logo depois vem a proposta: Remy quer que ela trabalhe para ele como reabilitadora, cuidando de seu corpo sempre que ele terminar uma luta. Meio desapontada, pois esperava outra coisa desse encontro, Brooke aceita a proposta, pois tem muito tempo que ela estava procurando um emprego. Ela só não esperava que, conforme o tempo e a convivência com Remy fossem se passando, seus sentimentos por ele começassem a se intensificar tanto, que era difícil suportar os momentos ao lado dele sem poder tê-lo.
Honestamente, a trama não trás nada de novo e eu meio que me irritava com algumas situações e ações dos personagens. Um ou outro momento trás partes fofas e que dá até uma sensação de esperança, mas a história em si não tem nenhuma novidade que valha a pena tantos burburinhos e tantas notas altas por aí. Além do mais, até agora não entendi a atração instantânea que Remy sentiu por Brooke só de olhar para ela.


A Protagonista: Eu senti que Brooke era uma adolescente no corpo de uma mulher de 24 anos. Ela perdeu boa parte dessa fase de sua vida treinando para as Olimpíadas, mas com uma fratura no seu joelho foi impossibilitada de continuar. Acho que ela foi o principal motivo de eu ter tido que suportar boa parte do livro. Sério, um pouco mais da metade é ela dizendo, em TODAS AS PÁGINAS, o quanto ela queria ter Remy, e o quanto ele a fazia sentir espasmos e ficar excitada só de olhar para ela, ou de socar outros caras, ou de se mexer, ou de respirar... Acho que até de ver ele peidar ela molhava a calcinha. Desculpa, mas é verdade. Ela precisa ir ao ginecologista urgentemente.

Personagens Secundários: Remy não me conquistaria. Não me importa todos os músculos, toda a testosterona exalando pelos poros ou a voz grave. Ele seria o tipo de cara que eu teria prazer em manter distância. Tá que ele pode ter um coração bom e blá blá blá, mas as explosões violentas do cara de uma hora para outra seriam o suficiente para me manter afastada. Daí a mensagem da autora de que a Brooke gosta dele apesar das dificuldades, mas, sério, mesmo em seus dias normais e quando ele tenta fazer algo legal, eu achei o cara muito um pouco escroto. Eu adoro gosto de bad boys literários, mas Remy seria difícil de engolir.
Melanie, melhor amiga de Brooke, é aquela pessoa radiante e que fala as besteiras que a protagonista não tem coragem de dizer em voz alta. Eu teria gostado dela, se não tivesse sido tão estereotipada ao ponto de nem se destacar. Quanto a Pete e Riley, que sempre estão com Remy, acontece praticamente a mesma coisa. Eles não se destacaram e não me conquistaram, foram tão pouco trabalhados, que pareciam mecânicos.

Capa, Diagramação e Escrita: A capa mata qualquer moça do coração. É bonita e combina com a história, e gostei bastante da fonte do título. A diagramação está bem simples, mas boa de ler. Encontrei pouquíssimos erros durante a leitura. Agora, a escrita da Katy... Não é boa, nem é ruim. Só acho que ela exagerou de mais nas palavras de baixo calão (não apenas nos palavrões). Não vi necessidade da Brooke se sentir daquele jeito o tempo todo. Ela tentou criar um ar sensual e erótico narrando dessa forma, mas foi tudo tão exagerado, que eu praticamente não consegui sentir nada. E não posso deixar de citar uma das coisas que mais me incomodou (e tenho certeza que isso serviu para encher linguiça): depois que Brooke e Remy transam pela primeira vez, é praticamente a única coisa que eles fazem no decorrer do livro.

Concluindo: Não sei se vou continuar a ler a série (que já tem 5 livros). Eu tive que me segurar muito para não pular partes repetitivas e cansativas – mas pulei quando a Brooke se lembra de quando conheceu Remy (a autora só deu ctrl+c + ctrl+v do que já tinha escrito no início). Os personagens não conseguiram me conquistar completamente, mas consegui me divertir e me envolver com algumas partes da leitura, mesmo tentando ignorar os pensamentos de Brooke, que até chegam a dar um pouco de vergonha alheia. Com certeza não foi o melhor New Adult que eu li (meu favorito ainda é Entre o Agora e o Nunca, mesmo com o final flopado), mas se você gosta do gênero, leia e tire suas próprias conclusões. Você pode gostar mais do que eu ;D.

site: http://www.fomedelivros.com/
Amanda Taísa 30/06/2014minha estante
Gostei muito de sua resenha, ela expressou muito bem minha opinião sobre esse livro.


Cris Paiva 20/11/2014minha estante
O que faltou para ela foi um fraldão geriátrico, isso sim.


Isa 18/01/2015minha estante
Gente este livro ta parecendo com o Belo Desastre.




spoiler visualizar
Carla 27/12/2016minha estante
ARRASOI


Carla 27/12/2016minha estante
Arrasou!!!!




Grazy Souza 03/10/2014

Cheio de clichês, mas muito bom de ler.
Primeiramente, quero dizer que se você for menor de 18 anos, mantenha-se longe desse livro ou dessa resenha. Está avisado :)
Segundamente... preciso admitir que é um dos livros mais sexys que já li. Como literatura erótica, ele mostra a quê veio e se você é do tipo que não tem fantasias sexuais, vai passar a ter depois de ler esse livro. Posso resumir todo o livro em algumas palavras: boxe, sexo, luxúria, desejo, conflito. Toda a trama cumpre direitinho a linha que precisa seguir para agradar o público alvo, ou seja, as mulheres. Um homem lindo de matar, uma garota desamparada, uma atração mútua e incontrolável, um desejo avassalador, uma relação carnal e obsessiva e dramas psicológicos. E aí é que começa meu problema com o enredo.

Apesar de ter que admitir que é uma das obras New Adult menos batidas que li nos últimos dois anos, ele ainda peca pelo excesso de clichês. Entendo que mexer numa fórmula que está dando certo é complicado, mas é pedir demais uma coisinha um pouco menos... previsível?

Real é uma trilogia (2º livro já lançado nos EUA, mas sem publicação aqui ainda) que conta a história de Remington Riptide Tate, um ex-lutador profissional, que agora circula pelas lutas clandestinas depois de ter sido expulso do circuito legal por lutar fora do ringue e de Brooke Dumas, uma ex-atleta que tinha o sonho de ir as Olimpíadas, mas devido a uma lesão no joelho, teve seus sonhos interrompidos. Após ser convencida pela sua amiga louca Melanie (que me lembrou demais a May, de A Seleção, sei lá por quê) Brooke vai a uma das lutas em que Remy participará. Assim que seus olhos se encontram, acontece uma conexão instantânea entre eles. Apartir daí a trama se desenrola, com Remy fazendo de tudo para estar com Brooke, contratando-a para sua equipe de preparação. Vou parar por aqui para não rolar muito spoiler.

Eu achei a linguagem do livro um tanto quanto chula. Sei lá, existem outros termos pra se usar numa obra assim, mesmo sendo do gênero erótico, porque querendo ou não, ele tem a intenção de ser também um livro sobre romance. As coisas que as meninas gritam pro Remy, o jeito como Brooke descreve como ele a faz sentir-se... bem, achei desnecessário. Mas, como disse antes, cumpre o que promete.

- Eu vou chupar seu pau pra você, Remy!


Tenho que elogiar aqui o trabalho da autora em descrever com precisão como uma mulher se sente num momento de desejo. Tuda que a Brooke pensa até o momento que finalmente consegue dormir com Remington é completamente plausível. O que não é real pra mim é como as coisas se desenrolam até isso.

- Seu nome. - ele rosna ofegante, com seus olhos selvagens nos meus.
- Uh, Brooke.
- Brooke de quê? - ele rebate, suas narinas dilatadas.
Seu magnetismo animal é tão poderoso que eu acho que ele roubou minha voz. (...)
- É Brooke Dumas. (...)

- Brooke - ele rosna baixinho, de forma significativa, contra os meus lábios, enquanto ele volta com um sorriso - sou Remington.

Essa cena aí acontece quando que ele nocateia rapidamente um cara só pra seguir a Brooke, enquanto ela saía da arena. Esses tipos de encontros entre os protagonistas nunca faz sentido pra mim. Eu entendo desejo, mesmo, mas não consigo acompanhar a partir de onde isso vira amor. Especialmente nesse enredo. O cara olhou pra ela, e a quis. Ela olhou pra ele e o quis. Passaram algumas semanas juntos e puff... ele queria ser ''O cara'' dela e ela descobriu que o amava.

- Protegê-la é meu privilégio. Eu vou proteger a você e qualquer coisa a quê você dá valor é importante para mim também.


Mas como assim? D: É tudo muito do nada, sem uma coisa disparadora, sem um relacionamento real que me convença de como isso aconteceu. Preciso repetir... como a fala acima, o livro acerta muito bem onde precisa atingir: o imaginário de uma garota. Toda mulher quer um bad boy problemático que queira - e precise - ser consertado por você. E isso já me cansou nesse tipo de livro .-.

Os pontos fortes do livro: as lutas, o passado de Brooke e Remington e as descrições da Brooke. O conjunto é clichê, mas a personalidade da Brooke e o segredo do Remy fazem valer a pena a leitura. Vou parar por aqui, por quê já tá grande demais, mas esse livro merecia uma análise maior, assim como o gênero ao qual ele pertence.

Bora dar uma mudada aí, hein, pessoal?

site: http://balaiodelivros.blogspot.com.br/2016/03/resenha-da-grazi-real-katy-evans.html
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Lori 14/08/2014

Intenso e sexy
Eu tenho que começar dizendo que UFC não é a minha praia. E a primeira vez que meu marido me levou para assistir Rugby (já que ele acredita que futebol é para meninas) eu passei o jogo inteiro com a mão no rosto, porque eu achei o jogo muito duro. Minha especialização é em direito humanos e eu abomino violência. Isso tudo para dizer que eu realmente detesto luta ou agressividade. Mas, eu tenho que admitir que eu simplesmente AMEI esse livro!

Remington “Riptide” Tate, o Remy, é um lutador de ringues de luta clandestina. Ele é um atleta como nenhum outro. Ele treina todos os dias, por horas. Sua alimentação é extremamente regrada. Tudo o que ele faz é com extrema intensidade: a forma que ele treina, que ele se comunica, que ele cuida daqueles aos seu redor e principalmente a forma que ele ama. Ele sempre consegue o que quer. E agora, ele quer Brooke Dumas.

Brooke também é uma atleta, mas que por conta de uma fratura teve que desistir do seu sonho das olimpíadas. Atualmente ela trabalha como um tipo de fisioterapia esportista e após um encontro intenso com Remy recebe um convite para trabalhar junto a ele...

A partir do momento que os dois cruzam os olhos há uma energia e uma tensão inegável no ar. Eu não sou muito fã de romances do tipo instalove, mas é possível cortar a tensão sexual entre os dois com uma faca. E a caça começa! Porque o animal dentro de Remy vê Brooke como sua fêmea e ele não a deixará escapar.

Brooke e Remy comunicam seus sentimentos através da música. Eles trocam iPods e reproduzem músicas um para o outro. Iris do Goo Goo Dolls terá uma novo significado para você. É lindo ver a feroz e ardente forma como Remy ama Brooke. O quanto ele é forte por fora e completamente vulnerável por dentro.

Confesso que o mau humor de Remy foi um pouco difícil de lidar. Em várias partes do livro eu fiquei me perguntando como Brooke podia aguentar tanta coisa... Mas, há um segredo. Remy não quer que Brooke conheça quem ele realmente é. O seu real. Ele não quer assustá-la.

Nossa! Real me surpreendeu e me deixou desnorteada com o turbilhão de emoções que me fez experimentar. Ele me deixou suspirando com algumas partes impressionantemente doces. Mas, ao mesmo tempo meu coração estava na minha garganta e meu estômago estava em nós. E.. uau... Remington. Frigging.Tate. Ele é hot. Tenho certeza de que o meu kindle estava pegando fogo e soltando vapor durante toda leitura.

O enredo trata de uma assunto bastante sério e apesar da forma, eu diria, um tanto quanto controvertida de que ele é tratado, o cerne da estória realmente é o relacionamento entre Brooke e Remy.

Recomendadíssimo! Mas, para aqueles que gostam de uma leitura mais doce, eu devo avisar que este livro contém cenas fortes e bastante palavrão.

site: www.naminhaprateleira.com.br
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Everything but the books 25/06/2014

Eu estava numa overdose de new adult, regada a dramas do passado, com direito a ex-namoradas loucas, turbulências e sexo muito quente. Não esquecendo a predileção por bad boys tatuados. Com uma fila de livros que só cresce, não que sinta algum problema nisso. Logo soube da existência do Remy, que, na sua realidade, vinha literalmente nocauteando os corações por onde passava. Com todos esses predicados, tive que me render e ele arrebentou a minha tal lista. Curiosa do jeito que sou e com toda a repercussão que estava causando, já que só se falava no Real, fui recrutada para devorar o Remy, que crueldade, não? ;) E qual não foi a minha surpresa, esse não era o ponto principal da história. E a Katy Evans acabou de encontrar uma fã incondicional.

Esse é o primeiro de uma série de cinco livros, e iniciando assim, a Katy já diz a que veio. Através de sua escrita, você percebe que não é uma simples historinha que surgiu na sua cabeça. É sim fruto de pesquisa e dedicação, em que podemos verificar tudo no decorrer da trama. Tudo está interligado. É como se estivéssemos desvendando um mistério, que aos poucos vai se desenrolando. E o que dizer dessa capa? Me levou às estrelas, ou muito melhor, a uma específica. Estava arrancando os cabelos para saber qual seria a capa no Brasil, já que em sua viagem pelo mundo não deixaram a desejar. Hey, sei que você subiu para dar mais uma olhadinha, mas volta aqui. Concordo com você: a Novo Século merece o crédito.

Real é narrado por Brooke Dumas, uma ex-velocista, hoje, profissional de reabilitação esportiva, que foi afastada das pistas de corrida por uma situação que mudaria completamente a sua vida. É uma daquelas mocinhas, fortes e determinadas que está à procura de um emprego em sua área. É arrastada relutantemente por seu cupido loiro, a sua melhor amiga de todos os tempos, Mel, para um ringue de boxe clandestino. Já me identifiquei com ela, também não me sentiria bem num local assim, até travei no primeiro treino de tae-kwon-do que participei. Além de ter sido empurrada para essa situação, recebe uma ‘triste’ tarefa de sua amiga: “- Eu te desafio a olhar pra ele e me dizer que não faria qualquer coisa por aquele homem.” E então… Bastou um grito… Um olhar e… BUM!!! Remy arrebentou com todas as amarras que prendiam o coração dela.

O que dizer do Remy? Vou tentar expressar em poucas palavras. Sabe como é, né?! O moço tem um monte de adjetivos. É um lutador, no ringue e na vida, e na história você estende bem o porquê. Como atleta, tem seu corpo esculpido e, ainda tem covinhas, Ownn!! É famoso não apenas no circuito underground, mas também entre as mulheres, e esse já seria um obstáculo para um relacionamento entre os dois. Mas existe um segredo que a afastaria para o mais distante possível dele. Remy tem um par a seu lado, Pete e Riley, capaz de afastar tudo que prejudique seu desempenho profissional. E como todo macho alfa, ele pensa diferente de sua equipe. Com seu jeito animal, exalando sexo por todos os poros, ele parte para o combate. Ele quer apenas ela. É nesse desenvolver da relação que poderíamos dizer que “os brutos também amam”. Eles nos mostram uma peculiar forma de amar, que se torna característica dos dois. Que tem como plano de fundo uma playlist de tirar o fôlego, uma daquelas que você mantém no modo repetir.

Para continuar a leitura e conhecer a página oficial do livro aqui no Brasil, acesse o blog.

site: http://wp.me/p38u52-1du
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Nikolle - Paradise Books 01/05/2014

REAL!
Tudo começa quando Melanie, leva Brooke a uma luta de boxe, pelo simples fato de terem homens gatos e sarados em um ringue. Como diz Brooke :"Melanie ama homens". Não que Brooke deteste, mas realmente não é o que ela esta procurando agora, a única coisa que quer é finalmente receber uma resposta de alguma de suas entrevistas para trabalhar. Pois depois da tragédia que aconteceu em sua vida, ela tem que arranjar um jeito de se recompor e tentar seguir em frente.

Enquanto o ringue esta a todo vapor, e sua amiga gritando loucamente, Brooke pensa realmente em ir embora, ate que entra a estrela da noite para começar as lutas, Remington Tate(Remy) ou como o chamam Riptde!
"...Sua cabeça angula ao som, mostrando uma covinha com um sorriso sexy quando ele nos encara. Um frisson de energia nervosa passa por mim, não porque ele é extremamente lindo nessa visão perfeita - porque ele é, ele é definitivamente, um Deus, ele realmente é - mas principalmente porque ele está olhando diretamente para mim.
Uma sobrancelha inclina, e há um lampejo de diversão nos seus fascinantes olhos azuis. Também algo... aquece no seu olhar. Como se ele achasse que eu fosse a única que gritou. Oh, merda."

Depois do quote, deu pra perceber o que ele causa nas mulheres neh? Assim, com um simples olhar para Brooke poderia causar a Remy também algumas emoções.
Após essa coisa toda quente que ocorre apenas por olhares, Brooke fala com Melanie que vai ao banheiro. Ouvindo todos os gritos eufóricos das pessoas, ela realmente não sabe o que esta acontecendo no ringue ate que uma mão quente e forte a pega pelo braço, e lindos olhos azuis estão a avaliando. SIM! É o Remy que esta ali todo gato olhando para ela.

Com tanta coisa acontecendo, Brooke só pensa neste momento, onde ele pergunta o nome e numero de telefone, ainda pasma, quem passa todos os dados é sua amiga Melanie.
Depois de ir a outra luta para ver Remy, Brooke se assusta com o simples fato de ele querer contrata-la -para entenderem melhor Brooke se formou na Academia Militar de Seattle em reabilitação esportiva-, os assistentes de Remy entregam para ela um contrato onde explica que iria viajar com eles, ate a temporada de luta terminar.
...

As coisas começam com um ar profissional, mas como se controlar, quando seu trabalho é tocar um cara totalmente perfeito, alongar aquele corpo sexy. A todo tempo em que estão juntos Brooke percebe que além de sentir atração por Remy, ele também demonstrar que sente algo por ela. Mas algo que a intriga é o fato de ele reagir a seus toques e sempre dizer que quer que ela o conheça primeiro, para depois ele poder toca-la.

Isso tudo tem haver com o verdadeiro Remy, ele não é apenas um boxeador famoso, todo perfeito. Ele tem problemas ... e muitos. Uma coisa que ele acha que se revelar para Brooke, imediatamente ela ira deixa-lo. O que se torna um de seus maiores medos. Seus problemas o perseguem desde criança, onde sua família não ajudou em nada, são traumas que apenas Brooke vai saber como recuperar e ajuda-lo a conviver com isso.
"As vezes sinto mil coisas, ao mesmo tempo e não consigo encontrar uma única palavra para dizer a ela o que eu quero dizer. é por isso que eu procuro músicas, e assim que isso atinge uma corda em mim, eu não posso esperar para tocar pra ela. Toquei 'Iris' para ela no Ipod, porque queria que ela soubesse que iria fazer todos os tipos de merda só para estar com ela, e mais do que isso , eu queria que ela me conhecesse. Ela conhece. Ela pode conhecer partes de mim mesmo que eu não conheça." ~Remington

É uma historia apaixonante, o Remy é todo lindo e fofo. Eu adoro a historia que se desenvolve entre os dois, apesar de eu gostar muito de capítulos intercalados entre os personagens, a Katy fez com que eu gostasse da narração da Brooke, ela é muito engraçada. O que deixa o livro totalmente interessante. Leiam e se deliciem-se com Remington PEDAÇO DE MAL CAMINHO Tate.

site: http://paradisebooksbr.blogspot.com.br/
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Taty Assis 29/06/2014

Remy, Remy, Remy...
Imagine você ser "arrastada" até um ringue de luta clandestina, ter quase um "surto" ao ver os caras se socarem e conhecer o cara mais lindo, sexy, quente, maravilhoso, intenso de todos os tempos? Parece adrenalina pura, não é mesmo? Brooke que o diga!

Brooke resolve ir a uma luta com sua melhor amiga Melanie. Melanie é daquelas que ama os homens, enquanto Brooke é menos interessada neles. O motivo das duas estarem assistindo a luta, é porque Melanie descobriu que o objeto de suas fantasias estaria lutando naquela noite, aliás o objeto de fantasias de praticamente de todas as mulheres que estão no local, a única que "ainda" não se rendeu aos encantos do tão aclamado Remington Tate é a Brooke.
Só que ela não estava preparada para tanta beleza, porque meus amores o "Arrebentador" é pura delícia. Quando ela o vê pela primeira vez, fica feito uma "idiota" - palavras da Brooke, não minhas- mas não era pra menos, diante de tanta beleza, se torna praticamente impossível ter outra reação, então a única mulher que ainda não tinha se rendido ao delicioso Remy, acaba de se render.

"Remy! Remy! — Mel grita histericamente ao meu lado, com as mãos em concha à boca. — Você é muito tesudo, Remy!
A cabeça dele gira em busca daquele som, uma covinha se formando com o sorriso sexy que ilumina seu rosto. Um frisson de energia nervosa passa por mim, não porque ele é extremamente lindo deste perfeito ponto de vista — porque ele é, ele definitivamente é, nossa, ele realmente é —, mas sobretudo porque ele está olhando direto pra mim. Uma sobrancelha se ergue, e há um lampejo de diversão em seus fascinantes olhos azuis. Também tem algo... quente naquele olhar. Como se ele estivesse achando que fui eu que gritei. Que merda. Ele pisca pra mim e fico chocada quando o seu sorriso vai desaparecendo lentamente, transformando-se em algo que é insuportavelmente íntimo. Meu sangue ferve."

"O calor se espalha sobre minha pele e as chamas lambem meu corpo. Nunca vou admitir isso para Melanie, nem mesmo a mim em voz alta, mas não acho que tenha visto um homem mais gostoso do que esse em toda a minha vida, A maneira que ele olha pra mim me dá calor.."


Bendita Mel que gritou aquilo naquele momento, e Brooke é uma sortuda filha da mãe por ter ganhado uma piscadela do tão irresistível Remy (Ownt, eu também quero uma ;) dele, será que eu posso ter produção?), e você se engana se acha que foi só uma piscadela que ela ganhou naquela noite do "Arrebentador"...


"Resistindo ao impulso de olhar pra trás, para ver o que está causando a comoção, viro a curva e sigo diretamente para o banheiro...
A multidão enlouquece, gritando e chamando "Remy, Remy!", e então fica completamente calada, como se algo imprevisto tivesse acabado de acontecer.
Fico me perguntando o que teria causado esse estranho silêncio quando ouço passos ecoando às minhas costas. Uma mão quente engolfa a minha, e o contato lança tremores por meu corpo, ao mesmo tempo que sou girada com força surpreendente.
— Mas o que... — suspiro em confusão, e depois olho para um peito masculino suado, e ergo a vista para aqueles olhos azuis brilhantes. Meus sentidos quase ficam fora de controle... ... Os olhos deles são quentes e quase me possuem ao me olhar. Nunca fui encarada desse jeito antes.
Ele dá um passo à frente, e sua mão úmida desliza na minha nuca. Minha pulsação acelera quando ele abaixa a cabeça escura para deixar um pequeno beijo seco em meus lábios. Como se estivesse me marcando. Como estivesse me preparando para algo monumental. Isso poderia mudar e arruinar minha vida. "

Eu não disse que ela é uma sortuda filha da mãe? Pois é, mas as surpresas não param por aí....
Brooke é fisioterapeuta e é especialista em reabilitação esportiva, e esse foi um dos motivos para Remy contratá-la por um período de três meses, é isso mesmo, se você pensou que ele só queria uma noite de sexo se enganou, aliás até a própria Brooke se enganou...

"... meu orgulho feminino está ferido porque, em algum momento, eu me convenci de que o cara queria dormir comigo. E em vez disso, ele me oferece um emprego? Não é ruim, mas totalmente inesperado, devo admitir."

O Remy é um lutador de sucesso, que foi banido do esporte devido alguma confusão... mas enfim, ele continua lutando clandestinamente, e é um dos queridinhos do círculo de lutadores. Além de ser lindo de morrer, Remy é um ótimo lutador. E por ser um ótimo lutador seu corpo precisa de alguns cuidados especiais, e quem vai cuidar desse corpinho é a sortuda da Brooke. Se engana também quem pensa que Remy não sente atração por Brooke, ele sente sim! E esse é um dos motivos para ele querer ela por perto, porque ele acha ela diferente, e quer que ela o conheça de verdade. Só que o Remy não é muito bom em se expressar em palavras, e os dois meio que se comunicam através de músicas. Expressam seus sentimentos mais profundos através da música. E devo ressaltar que a maioria das cenas que eles trocam músicas são absolutamente lindas.
Mas o Remy tem seus dias negros, ele fica acelerado e meio que se torna autodestrutivo, e seria Brooke capaz de lidar com esse seu lado? Seria ela capaz de concordar em ver o homem que deseja com outras mulheres para poder aliviar um pouco seu lado autodestrutivo? Seria ela capaz de entender o porque do Remy agir agressivamente de uma hora pra outra? Será que o desejo falará mais alto, ou até mesmo o amor?

"Desejo esse homem. Eu o desejo tanto que nem consigo mais pensar direito. Esse desejo é importante. Muito importante. Nunca me senti assim. Sei que isso é loucura, que nunca vai acontecer, que nunca poderá acontecer, mas não posso evitar. Ele é como as Olimpíadas para mim, algo que nunca vou ter, mas que desejo com todo o meu ser. E detesto por completo a ideia de que seus braços estiveram envolvendo uma, talvez duas mulheres, há menos de 24 horas, quando eu quis que estivesse comigo."

O Remy é um cara apaixonante mesmo com suas imperfeições. Sabe aqueles caras protetores, que fazem de tudo para Brooke ficar feliz? Ele é assim, mesmo que inicialmente você não entenda as ações dele, por fim você entende e apoia. Eu me apeguei muito ao personagem, e o seu lado negro para muitos pode ser incompreensível, pra mim já não é. O Remy é um personagem REAL, ele não é perfeito, mas também não é um completo imperfeito, ele é apenas humano. Um homem com problemas bipolares que necessita ser compreendido, e acima de tudo ser amado.
E o que falar da Brooke? Ela é encantadora. Eu sou super orgulhosa dela, ela já passou por algumas coisas nada legais, e foi tão forte, superou e resolveu se dedicar a fazer algo que ajudaria pessoas, sério ela é muito amor. Eu sei que no livro ela coloca o Remy num patamar dos deuses, mas sabe, se eu fosse ela também teria colocado, pra muitos isso se torna cansativo, já eu fiquei mais ávida por detalhes e a cada página lida eu vibrava, porque queria tanto que os dois dessem certo, eles pareciam tão certos juntos. Só que as vezes uma atitude pode ser interpretada de várias formas, tanto negativa como positiva.. e o que fazer quando o que você mais ama, se autodestrói, e sua autodestruição te quebra? Você fica ou vai embora? Apoia ou se acovarda?


site: http://aculpaedosleitores.blogspot.com.br/2014/06/resenha-real.html#comment-form
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De 03/07/2014

SENSACIONAL!!!!!!!!
Avaliar Real em cinco estrelas é muito pouco,Vale mais que mil!!!
Kate,(autora)trata de um assunto delicado de TB(transtorno Bipolar)com muita sensibilidade, me identificando com Remy,pois também,já tive meus dias obscuros e através da leitura diária,enfim,fiquei azul de novo.
Remy,um bad boy de lindos olhos azuis,cabelos espetados e com deliciosas covinhas,descobriu um sério problema de transtorno bipolar aos treze anos e abandonado por seus pais em uma clínica psiquiátrica,ele viu na luta um meio de sobreviver,mas por não saber controlar seus impulsos,acabou sendo expulso da liga profissional de box.Ajudado por um amigo,Remy começou a participar de lutas clandestinas,dando a volta por cima e provando para seus pais miseráveis que ele ainda valia a pena.Foi aí,que o destino de Brooke e Remy se cruzaram,Remy se viu perdidocom a intensidade no olhar daquela mulher,que ele apelidou de seu "pequeno foguetinho".
Brooke,a taradona,era uma atleta,velocista,mas depois de machucar seriamente seu joelho num campeonato,teve que abandonar as competições e não deixando a peteca cair se especializou em reabilitar atletas.Então,juntando a fome com a vontade de comer...(comer em todos os sentidos)kkk Remy,a contratou para acompanha-lo e viajar com a equipe.O amor dos dois foi instantâneo,mas Remy não queria que Brooke fosse um caso passageiro e temia que quando ela descobrisse do seu transtorno, ela ia fugir sem olhar pra trás.E foi exatamente ao contrário que aconteceu.Com uma necessidade imensa de amar e provar,que ele valia a pena,Brooke,sabia,que juntos poderiam superar os seus traumas.
E como tudo não são flores...Aparece,Scorpion,um inimigo de luta,que usa de métodos sujos para atacar Remy e entre sequestros e chantagens,a história segue com suspense e emoção,com cenas hots de tirar o fôlego.Kate,(autora)não satisfeita em me fazer derreter por Remy,inclui entre outras,a música "Iris"(a música do filme Cidade dos Anjos)dando uma ideia real à história,me levando as lágrimas e numa hora obscura de Remy,ela o faz escutar.
A tradução diz:
E tudo que eu posso sentir é esse momento
E tudo que eu posso respirar é sua vida
Porque mais cedo ou mais tarde,isso acabará
E eu não quero sentir sua falta essa noite...
No terceiro livro,a história é contada por Remy,relembrando e explicando alguns episódios não contados nos livros anteriores.
E finalmente,o encerramento desse romance,que vai ficar entre meus preferidos e inesquecíveis.

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Karina Matos 14/02/2015

Resenha do blog Vida aos Vinte
Se essa é a primeira resenha que você lê aqui no blog, deve estar achando que as notas que dou são de 1 a 5. Infelizmente não, as notas são de 1 a 10… E daqui a pouco vou explicar o motivo de ter dado uma nota baixa pra um livro pelo qual eu estava tão ansiosa.

Brooke é uma mulher de 24 anos, que durante a vida toda quis ser medalhista olímpica, mas teve seu sonho destruído após romper o ligamento do joelho e, desde então, passou a se dedicar à reabilitação de atletas. Remington é um lutador profissional de 26 anos, todo gostosão, presunçoso e rico, que se interessa por ela assim que a vê, durante uma luta, no começo do livro. Remy vê na profissão de Brooke uma boa desculpa pra mantê-la por perto e resolve contratá-la pra integrar a equipe de pessoas que contribuem pra manter a máquina que é o seu corpo funcionando da melhor maneira possível. E aí tudo começa a desandar.

Eu encontrei Real por acaso enquanto navegava no app de leitura do Kobo. A edição era em inglês e a capa me atraiu instantaneamente (é um pouco diferente da edição brasileira). Já tratei de baixar a amostra que estava disponível e só fiquei com mais vontade de ler ainda, pois ela acabou antes de finalizar o primeiro capítulo. Queria continuar lendo em inglês, mas se comprasse na Amazon ia demorar pra chegar, então comprei em português mesmo e comecei a ler assim que terminei O Mundo Pós-Aniversário.

O começo estava ótimo, eu tava superempolgada e achei que seria uma leitura maravilhosa, bem ao estilo que estou gostando de ler ultimamente. Mas de repente algumas coisas começaram a me incomodar. A primeira, sem dúvida, é a descrição extremamente exagerada que a Brooke faz do corpo do Remy e tudo o que ele provoca nela e etczzzzzzz. Seria até legal se ela não forçasse tanto e não repetisse tanto e não “”se molhasse”” tanto e tudo o mais. É muito irreal! Você poderia argumentar que é um livro de ficção, uma história fabricada e não tem necessariamente que corresponder à verdade e, tudo bem, você estaria certo. Mas não é um livro de fantasia. É uma história sobre uma garota e um cara. E eu não conheço nenhuma garota que tem a capacidade de sentir as “emoções” da Brooke só de olhar pra um cara. TODA VEZ.

Deixando de lado toda essa empolgação da protagonista, temos os termos usados na tradução. Coisas como “pimentinha”, “tigresa” (??????) e os adjetivos usados pra descrever o inimigo número 1 do Remington me deixaram com uma sensação de vergonha alheia que há tempos eu não sentia. E esse tipo de coisa rola praticamente o livro inteiro. Fora algumas falhas que não foram corrigidas pela edição e que, poderiam passar despercebidas, se não tivessem ocorrido com tanta frequência. Muitas palavras repetidas no mesmo parágrafo, alguns termos escritos de maneira errada, deixando a frase meio sem sentido… Fiquei em dúvida se isso se deve apenas à tradução e revisão da edição brasileira ou se a Katy Evans escreveu desse jeito. Por isso passei a leitura inteira tentando decidir se ainda quero ler o livro em inglês ou não.

Além do meu problema com a forma como o livro foi escrito, achei a história raza e um pouco sem sentido. Raza porque em nenhum momento a Katy Evans se deu ao trabalho de se aprofundar nos personagens, ela apenas dá uma descrição básica de como é cada um mas não entra em detalhes sobre ninguém. Sabemos apenas o básico sobre o pessoal que trabalha com Remy e temos uma ideia superficial de como são a irmã e a melhor amiga da Brooke, por exemplo. Eu, que geralmente tenho problemas com o começo dos livros, só me senti realmente conectada a ele nos primeiros capítulos. Em nenhum momento após isso consegui sentir que poderia “entrar” na história, ser parte daquilo… E acredito que muito disso se deve à personalidade mal construída de praticamente todos os personagens. Eles me pareceram caricatos demais.

E achei sem sentido à medida que fui lendo porque tudo acontece rápido demais. Não me entenda mal, eu não gosto de enrolação. Mas acho que alguns detalhes são importantes pra compreensão da história e eu não consegui entender o porquê de vários acontecimentos do livro. Quando vi já tinha acontecido e pronto. Inclusive o “amor” de Remy e Brooke. Brotou do nada. Ele simplesmente olhou pra ela, beijou, contratou e se declarou com a música Iris, do Goo Goo Dolls (que por sinal, é uma música que eu adoro). Sem motivo aparente, pois tinham acabado de se conhecer. E ela passou o livro inteiro forçando a ideia de como ele é gostoso e musculoso e um tesão e etc. Ao invés de prático, achei cansativo. Assim como achei cansativa a fórmula “protagonista + melhor amiga assanhada” que tenho encontrado em tantos livros e achado normal, mas que nesse me irritou um pouco. Eu acho que a Melanie não conseguiu me convencer.

O final teve algo pelo qual eu não estava esperando e que achei bastante criativo. Mas não o suficiente pra fazer valer a pena o restante, além de que, depois da surpresa tudo voltou a ser como antes e o casal principal retornou à cafonice…

Eu ainda estou tentando decidir se vou ler a edição em inglês porque tô curiosa pra saber o jeito como a Katy Evans realmente escreveu o livro. Já comprei os outros 2 volumes da coleção em português e vou me obrigar a lê-los em algum momento, mas não agora. Talvez eu até leia o quarto e o quinto livros, que ainda não foram publicados no Brasil. Rogue e Ripped falam sobre outros casais, e não mais sobre Remington “Riptide” (traduzido como “Arrebentador”) Tate e Brooke Dumas. O que me lembra mais uma deixa que não foi aproveitada em Real. Um casal que “quase” se formou, mas do qual só se falou uma vez, deixando várias pontas soltas que podiam se tornar uma história legal.

Como me interessei pela sinopse e pelo começo, fiquei com a impressão de que o enredo é bom, mas foi mal aproveitado; além de a tradução ter deixado a desejar, é claro. Fiquei decepcionada porque achei que fosse adorar o livro e na verdade não gostei dele. A autora é uma fofa e eu meio que estava torcendo pra leitura ser boa, sabe? Em todo caso, se você tiver vontade, leia. Talvez tenha uma opinião diferente da minha.

Resenha publicada no blog Vida aos Vinte

site: http://vidaaosvinte.com.br
Kennia Santos | @LendoDePijamas 06/10/2015minha estante
EXATO, EXATO!
Concordo plenamente




Jessica A. 08/04/2015

Minha... meu... minha... meu...
Chega a ser engraçado a minha falta de vergonha na cara, mesmo sabendo de todos os comentários negativos desse livro, eu fui lá, e comecei a leitura! É confesso, não gostei! O pior de tudo isso, é que eu estou lendo o segundo livro e pretendo ler o terceiro, e vão me perguntar: Pq Jessica? Pq sou uma idiota e imbecil. hehehehehe
Ok, já tinha visto esse livro por ai, vááááários blogs que eu sigo já fizeram a leitura dessa trilogia. Mas, confesso que fiquei curiosa com a posição dele no goodreads em 2013 (eu acho), ele ficou em 2º lugar dos melhores livros de romance do site, e isso me intrigou muito. Porém, não é uma estória boa, e sim um personagem que a autora tirou de letra, amei Remy, ela super acertou nele, porém deixou muito a desejar na mocinha, que por sinal, MUITO, MAIS MUUITO CHATA! Sério, nunca li nada com uma mocinha tão ruim como ela! Quem já leu esse livro sabe do que eu to falando. Só o cara estar do lado dela, se ele expirar, até arrotar a garota tá "enlouquecida" (pra não dizer outra coisa...). Sem dizer que a Brooke chega no ponto de se humilhar pro cara, pedindo e implorando pra ele.
Sério, isso foi um porre! Além de tudo foi essa paixão repentina, platônica, com um ciúme doentio e possessivo. To me irritando muito com isso, do nada os dois se olham e bum! Tão se amando, pelo amoooor de deus!!
O único ponto positivo que encontrei nesse livro foi o Remy, de como a autora conseguiu construir um personagem possessivo, com um passado e um segredo ótimos!
Ah, gostei muito dos personagens secundários, a equipe do Remy é muito legal! Vários momentos gostaria de estar lá e fazer parte deles e também ajudam e apoiam Remy quando ele mais precisa, quando ele passa pelos seus maus bocados.
Esse livro é beeeeeeeeeem quente! Se prepara pq o Arrebentador é danado!
Se recomendo? Sim.
Nota: 3
Fabiane 08/04/2015minha estante
Eu entendo. Acho o mesmo, e depois de ler o original ainda comprei a versão brasileira pra reler. Tá parado no meu Kindle fazem uns cinco meses... Rsrs


Jessica A. 08/04/2015minha estante
Eu estou lendo na versão brasileira, nem fala Fabi, fiz a compra tbm dos três, e meio que to arrependida.
Mas enfim... vou ler pra ter o meu ultimato sobre essa trilogia!
To ansiosa pra ler o POV do Remy, eu adoro quando os mocinhos tem suas versões!




Ana Martines 21/07/2014

Remy, o rapaz de covinhas mais marcantes que haverá no mundo da literatura.
Brooke é uma garota determinada, mas que sofreu uma grande humilhação em sua vida. Antes, competia nas olimpíadas mas, após uma contusão no joelho e uma gravação dessa cena que marcou o fim de sua carreira, não pôde mais competir. Hoje, deseja trabalhar com fisioterapia, ajudando competidores a se alongarem e relaxarem. Brooke é uma garota simples, não sai muito, e namora menos ainda. Tem como sua melhor amiga Melanie, uma garota que não quer saber de parar em casa, muito menos de sossegar com algum rapaz.

É, com Melanie, em uma luta clandestina, daquelas particulares e proibidas, que Brooke vê Remington pela primeira vez. Um homem forte, musculoso, com um corpo irresistível e... Com covinhas! Remy já foi um lutador profissional, mas após uma briga com um dos participantes de sua luta, foi proibido de lutar novamente. Hoje, Remy vive com o dinheiro que ganha em lutas clandestinas, e vive bem com isso. Famoso, atrai a atenção de todas as mulheres do local, com gritos desde "Remy, Remy, Remy" até "Remy, me come!". Remy é o desejo sexual de todas as mulheres do evento mas, quando bate os olhos em Brooke, é evidente que ele não liga para mais ninguém ali, além dela.

Brooke não fica menos mexida com a presença de Remy. Sente-se atraída, conquistada e completamente inebriada por cada movimento dos músculos de Remy no ringue. Após sair correndo para o banheiro, vê que ele saiu do ringue e está vindo em sua direção, com o olhar determinado. Com seu jeito de conquistador e sedutor. Após alguns acontecimentos, Brooke se vê presa a Remy por 4 meses, trabalhando para ele, durante a temporada das lutas, até a última luta, em um contrato impossível de ser cancelado.

"Eu não sei se sou ruim para ele ou ele para mim. Tudo o que sei é que isso é tão inevitável quanto um tsunami, e só estou me preparando para o mergulho da minha vida."

Com isso, Brooke tem a chance de conhecer melhor esse homem tão sedutor e moleque ao mesmo tempo. Cheio de mistérios e segredos, mas com um coração enorme. Ambos viajam pelas cidades, junto com a equipe de treinamento de Remy, enquanto se conhecem melhor. Se aproximam mais. Brooke massageia Remy, eliminando cada pequeno nó de seus músculos, como manda o contrato. Mas não espera que essa aproximação possa gerar tanta confusão.

Real é um livro que eu estava ansiosa para que chegasse logo ao Brasil. Finalmente chegou! E não me decepcionou nem um pouco o tempo de espera. O livro mostrou-se mais envolvente a cada capítulo. Mais sexy a cada momento. Um livro que, apenas pela capa, já promete um nível a mais de sensualidade, e cumpre a promessa!

A autora mostrou-se espetacular com as informações contidas no livro. Como Brooke precisava cuidar dos músculos de Remy, Katy Evans descreveu cada pequeno ato, cada nome de músculo e cada movimento que Brooke fazia, mostrando-se uma especialista no assunto. Evans é uma autora que parece não gostar de deixar as coisas pela metade, desentendidas. Se um tal assunto é citado, ela vai fundo nele, e o descreve com uma perfeição incrível.

"Mesmo quando ele for a coisa mais real na minha vida, sei que ainda vai ser uma aventura. Porque é ele."

O livro é repleto de frases marcantes e momentos surpreendentes. Momentos em que xingamos até não aguentar mais, rimos com os personagens, nos emocionamos com as frases tocantes e, principalmente: nos apaixonamos mais e mais por Remy, o arrebentador. Remy, o rapaz de covinhas mais marcantes que haverá no mundo da literatura.

Recomendo a leitura da obra para todos os fãs de New Adult. O livro não é parecido com Cinquenta tons, mas sim mais para o lado de Belo Desastre, só que bem mais sexy. Apesar de toda sensualidade, o livro não deixa faltar romance. É um livro realmente marcante, com momentos tristes, aterrorizantes, eletrizantes, sensuais e apaixonantes. Entrou para os meus favoritos por me prender tanto que, sempre que ia dormir, não conseguia parar de pensar 'eu deveria estar lendo em vez de dormindo'. Leiam!


site: www.vicioemlivros.com
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Evelyn.Miranda 23/04/2017

Série Real
Um livro maravilhoso que te prende do começo ao fim d um lutador lindo doido e super gostoso .. s o primeiro li tô já é maravilhoso assim imagina o resto da série ? #LoucaPraLer..
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