Entre o Amor e o Silêncio

Entre o Amor e o Silêncio Babi A. Sette




Resenhas - Entre o amor e o silêncio


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Caroline 06/11/2014

Fofo, apaixonante...
Não sei se engoli esse livro ou se foi ele quem me engoliu, só sei que não conseguia parar de ler e me deliciar com tão linda história. Antes dos inúmeros comentários positivos que li nas redes sociais, foi a capa que me chamou a atenção. Singela, harmônica, de muito bom gosto, certamente foi um dos motivos que me fez iniciar o livro.

Entre o amor e o silêncio conta a história de Francesca, uma escritora que, após uma desilusão amorosa, decide não se envolver mais com ninguém e passa a se dedicar ainda mais ao livro que está escrevendo. Certo dia resolve fazer trabalho voluntário em um hospital e passa a ler trechos de seu livro para pacientes em coma. Eis que conhece Mitchell, um todo-poderoso que sofreu um acidente de carro e vai fazer Francesca se apaixonar - e enlouquecer -, mesmo de "boca e olhos fechados."

Escrito em 3ª pessoa e em uma linguagem caprichada e bem mais elevada que a maioria dos livros do gênero, ele é envolvente, meio mágico, encantador. Faz você virar páginas e mais páginas sem perceber, com um alvoroço maluco de quem quer saber o que acontece e com a calma prazerosa de quem está se deliciando com o primor das palavras e não quer chegar ao final. O único ponto, não diria negativo, mas um pouco estranho, é que no meio de tanto esmero há uns poucos - pouquíssimos - palavrões soltos desnecessários.

Não que sejam parecidas, mas a autora me lembrou de outras duas escritoras que gosto muito: a inglesa Rosamunde Pilcher e a francesa Janine Boissard. Não sei bem dizer o quê, mas era como se eu estivesse nos mesmos cenários encantadores sempre criados por elas, cercada por algum tipo de magia de suas personagens femininas.

Até cerca de 70% (p.370) a história é maravilhosa, agradabilíssima e me cativou completamente. Depois entra em uma série de clichês - talvez indispensáveis para agradar a um público maior, talvez não, quem sabe?! - mas não necessariamente ruins. Apenas clichês. E, finalmente, nos presenteia com um final fofo, apaixonante, daqueles que a gente quer abraçar com força e não largar nunca mais.

É um lindo romance, que me surpreendeu e me deixou com um sorriso bobo no rosto. Uma bela história que merece ser lida por todos aqueles que possuem um coração açucarado. Che bella storia!


[ps: tem uns errinhos bobos que passaram batidos na revisão, mas isso não me atrapalhou em nada durante a leitura, então preferi não dar tanta importância a eles. No entanto, espero que na segunda edição, que já está programada para 2015, sejam corrigidos.]


site: www.historiasdepapel.com.br
Boo 05/11/2014minha estante
vou ler.


Mariana 05/11/2014minha estante
Puxa! Preciso ler, estou tentando comprar o físico e não consigo. Parabéns pela resenha


Carolina 05/11/2014minha estante
Depois dessa resenha preciso desse livro
Bjão flor


Camila 06/11/2014minha estante
Como sempre arrasando nas resenhas. Vou ler também
Beijos


Silvia 14/11/2014minha estante
Já comprei e acho que vai furar fila... Só li ótimos comentários!!! Excelente resenha!!!


Caroline 14/11/2014minha estante
Obrigada, Silvia. Vale a pena furar a fila, é super gostoso de ler :*


Carla 07/03/2015minha estante
"Até cerca de 70% (p.370) a história é maravilhosa, agradabilíssima e me cativou completamente. Depois entra em uma série de clichês - talvez indispensáveis para agradar a um público maior, talvez não, quem sabe?! - mas não necessariamente ruins. Apenas clichês."
Nossa! Foi justamente o q eu achei e onde eu achei mais ou menos a partir da página 360 q ela começou a cair n lugar comum da maioria dos romances.
"linguagem caprichada e bem mais elevada que a maioria dos livros do gênero, ele é envolvente, meio mágico, encantador". Também achei isso. Me encantei como ela descreve as cenas cheias de adjetivos. Como isso torna o livro intenso. Foi o q eu mais gostei no livro.


Caroline 27/05/2015minha estante
Exatamente, Carla :))))


Lud 31/05/2016minha estante
Carol!! Sua resenha definiu em palavras o que eu senti (aliás, tô sentindo porque ainda não terminei).

Quando disse "Depois entra em uma série de clichês - talvez indispensáveis para agradar a um público maior, talvez não, quem sabe?" eu sorri, porque foi exatamente o que pensei. A primeira parte, apesar de lenta, é um primor, não só de palavras mas de profundidade de narrativa e sentimentos. Depois as brigas parecem não fazer sentido diante da grandiosidade da história, tampouco as cenas excessivas de sexualidade alternadas. Mas enfim, eu estou gostando de mais de 80% do livro, porque quando elle é bom, é bom mesmo! bjos





Joana 21/01/2015

Entre o amor e a possessividade
É incrível como é fácil fazer comparações quando você acha semelhanças quaisquer. Desde aquele sucesso estrondoso que foi Entre o agora e o sempre, títulos que começando com Entre uma e outra coisa me remetiam diretamente ao new adult que colecionou elogios na blogosfera brasileura. Com Entre o amor e o silêncio não foi a primeira vez que isso aconteceu, que eu criei expectativas e esperei por J. A. Redmerski. Também não foi a primeira vez que essa ~conexão~ terminou catastroficamente mal.

Vamos esclarecer previamente que meu gosto literário nunca foi o mais requintado. Eu posso ser crítica dentro do que eu gosto, mas não sou crítica com o que eu gosto. Dá pra entender? Eu não me importo com mensagens poéticas, reflexões emocionais ou críticas sociais. Meus livros favoritos - se não fantasiosos - são romances água com açúcar que não ganhariam Nobel nem em um milhão de anos. Eu sei disso, e não me incomodo com tal. Então quero que você compreenda que, se eu não gostei nada de um romance, tem algo de muito forte acontecendo - e não apenas uma implicância boba.

Entre o amor e o silêncio é a historia de Francesca, uma escritora, que resolve ler para pacientes de um hospital. Entre eles está Mitchell, um empresário de sucesso que se encontra em coma. Ao ler para ele com frequência, ela acaba se apaixonando... Pronto, eis o plot principal.

Eu acredito que isso poderia funcionar. Acredito de verdade, pois eu sou o tipo novela mexicana de pessoa. A barra poderia ser forçada, desde que com jeitinho - e não sei exatamente onde começou a dar errado, mas deu e a pobre barra entortou. Quebrou, inclusive, já que não era a mais resistente. Começo por onde?

Ah, claro, se apaixonar por alguém em coma. Isso me lembra alguma novela das seis que foi tão ruim que meu cérebro bloqueou o nome. Imagine você lá, de boas em coma, e alguém lendo pra você. Então esse alguém se apaixona por você. Como isso funciona? Que linda e uniforme sua respiração, acho que você é o amor da minha vida? Não, gente, calma um pouquinho - imagino que isso é até antiético (se não me engano, na novela era). De qualquer forma, se não for, ao menos é esquisito. Eu não gostaria de acordar de um coma com alguém obcecado por mim, não gostaria mesmo. E é isso que Francesca faz: ela fica ob.ce.ca.da. Péssimo, cara, péssimo.

Mas então vamos avançar um pouco e quero liberdade para fazer outra referência: Cinquenta tons de cinza, que, se você não sabe, eu odeio de coração cheio de ódio. O casal principal me lembrou em muito os novos queridinhos de Hollywood e credo como isso não é legal. Francesca por vezes é pamonha como Anastacia, e não tenho palavras para dizer como não suporto Mitchell. Cara insuportável, possessivo, egocêntrico... Just like Grey. E outra semelhança: sexo. Um relacionamento baseado em sexo. A autora pode até tentar me convencer do contrário, inserir um pouco de romantismo ou sei lá qual artimanha, mas sempre acaba parecendo só isso: envolvimento físico. E possessividade. E lembrando novamente que meu gênero favorito é new adult.

A escrita da autora não é de todo ruim. Eu complico com alguns autores nacionais que escrevem para o público jovem com linguagem rebuscada, como se para provar que estudou português no colégio, e digo para você que esse não é o caso. Na verdade, foi a escrita que me segurou quando o enredo inteiro parecia estar desabando. Não consigo gostar da execução, dos personagens e alguns trechos tinham uma seta gigante e brilhante escrito "Eike machista". Infelizmente, eu só recomendo Entre o amor e o silêncio se você coleciona capas bonitas na sua estante ou se você gosta de Cinquenta tons e não se importa com namorado ridiculamente grudentos. Como diz minha vó, cada um sabe de si, né?

site: http://poderosasegirlies.blogspot.com.br/2015/01/entre-o-amor-e-o-silencio-babi-sette.html
Nay 21/01/2015minha estante
Joana,por razões diferentes eu venho a discordar contigo.
rsrsr
Embora,eu tenha me deixado levar pelo numero de resenhas dizendo ...Livro maravilhoso...."livro perfeito"..Isso e aquilo..Mitchell faz e acontece ..

Affff ,juro,vou parar de ler livros baseados em resenhas,ou o problema esta com as pessoas que as escreve,ou o problema esta comigo(Aconteceu o mesmo com o livro Renascer de um outono,li inúmeras resenhas maravilhosasssss,e quando decidi ler o livro Argh!Abandonei logo no inicio,podre).
Enfim,eu ia dizendo,Já li esse livro e faço minhas as suas palavras.A escrita é legal.Porém, achei-o lento, cansativo e não senti aquele vício, sabe?..
Um dos motivos? Não gosto de mocinho que compra mundos e fundos para a amada..Muitas vezes passa a impressão que esta comprando-a com mimos rsrs ..Sou mais sentimental e aprecio gestos, atitudes..E vamo combinar esse rapaz meteu os Pés pelas mãos inúmeras vezes e quando resolveu "remediar".Eu já estava de saco cheio.
Não consigo nutrir simpatia para com a importância que as autoras depositam em cima desse lado mercenário nos mocinhos ricos(leia-se CEO)


Estante da Rai 25/03/2017minha estante
Concordo demais com sua resenha! Mas, no meu caso, não fui tão insistente, nem a escrita me segurou e abandonei o livro sem nem chegar na metade.
Detestei o casal desde o começo! Tô até triste pelos quase 40 reais que gastei nele.




Giu 27/08/2014

Amei! Uma das minhas melhores decisões nessa bienal de 2014 foi ter decidido dar uma chance à Babi (uma fofa por sinal) e ao seu livro. Entre o Amor e o Silêncio só mostra como os nossos autores nacionais estão cada vez mais ganhando força e que merecem sim um destaque, uma oportunidade para dizerem que entraram no mercado editorial e entraram para ficar!
A história é envolvente, cheia de reviravoltas, emocionante e me peguei desejando que o livro tivesse mais 500 páginas por não querer me despedir do enredo.
Amei conhecer as palavras da autora, suas personagens e com certeza ficarei de olho, esperando ansiosamente para um novo livro (:
Babi 28/08/2014minha estante
Oi Giu, fico muito feliz que vc tenha gostado e muito grata por suas palavras e seu carinho! Bjs Babi


Babi 28/08/2014minha estante
Oi Giu, fico muito feliz que vc tenha gostado e muito grata por suas palavras e seu carinho! Bjs Babi


Natasmi Cortez 30/08/2014minha estante
Assim como você conheci a Babi e a sua obra na bienal, e infelizmente não tinha dinheiro pra comprar esse livro... Mas estou completamente desesperada pra ler a estória que ela relatou com tanto carinho. Sua resenha só confirma minhas suspeitas de que o livro é incrível. Entrou pra lista de desejados.


Sol 09/11/2015minha estante
Giu

Compartilho do seu desejo que o livro tivesse mais páginas,cheguei até desejar uma continuação e é porque não gosto de continuações.
Encantada com a escrita da Babi e aguardando ansiosa pelo próximo livro dela.




Sueli 10/03/2015

Entre O Amor e O Silêncio
Sabe, leitor, eu não tenho o hábito de ler livros de autores nacionais... Sei lá, acho que sou mais uma dessas pessoas seduzidas pela propaganda maciça que me direciona para os livros de autores internacionais.
Mas, como quem tem amigos tem tudo, foi com grande prazer e surpresa que fui presenteada pela minha querida Simone Resende com um exemplar de “Entre O Amor e o Silêncio”.
Até aí tudo bem, mas como a fila é enorme, e as opções são inúmeras – graças a Deus! – eu fui postergando a leitura, até que fui solenemente “cutucada” por minha generosa Simone...
Confesso que me senti voltando aos tempos de estudante, quando determinado livro era o principal assunto da prova bimestral! Coisa pesada mesmo... ;)
E, foi com esse estado de espírito que comecei a ler a obra de Sette.
A princípio estranhei demais a prosa da autora... Os deslocamentos dos adjetivos, a construção das frases, a terminologia empregada, enfim, eu fiquei com a ligeira impressão que o livro havia sido escrito em outro idioma e depois traduzido para o português. Creio que escrever um livro em outro idioma seria uma forma de facilitar o lançamento em outros mercados editoriais, e sem dúvida nenhuma “Entre o Amor e o Silêncio” seria muito bem aceito.
Porém, como foi o meu primeiro contato com a autora, logo imaginei que no mar de mesmice literária, talvez fosse a fórmula encontrada por Babi para destacar-se em meio à multidão.
E, qual não foi a minha surpresa ao verificar que conforme a história evoluía nada mais teve importância, a não ser o ritmo intenso e vertiginoso da trama recheada de emoção, reviravoltas e explicações psicológicas a respeito das escolhas dos personagens principais - Francesca, uma canceriana, do dia 12 de julho e Mitchell, que não teve a data do seu aniversário especificada, mas que a certa altura, de acordo com enredo, me pareceu ser um nativo de escorpião.
Nossa protagonista se apaixona por Mitchell enquanto este se encontra em estado comatoso. Cá para nós, eu achei muito provável. Assim como as crianças, um homem adormecido é realmente apaixonante! Principalmente, se este homem adormecido tiver sido muito competente nos momentos que antecedem a este sono reparador...
Eu já começava a me exasperar porque lia e lia e nada desse homem acordar... Se você me acompanha, sabe que eu sou ansiosa, então, entrei em contato com minha amiga e perguntei – “Esse homem acorda?” - Pois eu já estava imaginando tratar-se de um romance sobrenatural! Porém, nem precisei esperar muito...
O homem acorda, e ferra com tudo!!!! Foi aí que pensei – só mesmo uma canceriana para dar credibilidade a esse romance...
Sim, leitor! Cancerianas se apaixonam – e sofrem – por qualquer causa perdida! Não acredita? Tá! Leia as características desse signo e depois me diga se autora tinha ou não tinha razão em caracterizar Francesca como nativa de câncer.
Mas, o que é mesmo importante é que o livro é uma delícia. Depois do estranhamento inicial, ficou impossível largá-lo. Ele é um exemplo típico daqueles livros em que eu acordei durante a madrugada curiosíssima a respeito do desenvolvimento da trama, e que sem dúvida nenhuma, vai me deixar com síndrome de abstinência, por mais tempo que o coma de Mitchell.
Algumas músicas me acompanharam durante as horas em que estive em companhia desses personagens emocionantes - Can't Take My Eyes Off You, com Andy Williams e a outra foi All The Things You Are, com Carly Simons, que para mim refletiram perfeitamente os sentimentos entre Francesca e Mitchell.
Obrigada, Simone Resende. Parabéns Babi A. Sette, eu aguardo ansiosa por suas novas histórias.
Silvana Barbosa 10/03/2015minha estante
Ah , que bom quando a gente encontra bons autores nacionais !


Sueli 10/03/2015minha estante
Foi uma delícia mesmo, Silvana!
Bjks


Dani Vale 10/03/2015minha estante
Adoro suas resenhas, pois sempre vou encontrar sinceridade nelas (sem aquela coisa de puxa saquismo srsrrs). Livro devidamente colocado na lista de leitura.


Sueli 10/03/2015minha estante
Se não for para ser sincera, nem vale a pena comentar, não é mesmo, Dani Vale?
E, eu nem saberia como fazer diferente. Eu espero que você aprecie o livro tanto quanto eu, mas tenha em mente que o princípio foi meio complicado, ok?
Bjks e obrigada pelo carinho.


Sueli 10/03/2015minha estante
Se não houver sinceridade, nem adianta comentar, não é mesmo, Dani?
Eu espero que você aprecie o romance tanto quanto eu. Em minha opinião, ele esteve acima da maioria dos romances que lemos de autores estrangeiros.
Obrigada por comentar, querida.
Bjks


Semiramis 10/03/2015minha estante
Ja foi pra lista Sueli! Agora, curiosa esta eu!rsrsrs


Sueli 10/03/2015minha estante
Eu dou a maior força, Semiramis, pois gostei muito da história. Tomara que a Babi escreva outras tão interessantes quanto esta.
Obrigada por passar por aqui,
Bjks


Flaveth 10/03/2015minha estante
Sueli, ja tinha visto esse livro na internet, mas depois da sua resenha: #pralistajá. Bjo


Sueli 10/03/2015minha estante
Isso aí, vamos prestigiar o autor nacional, Flaveth!
Beijão, queridona!


Babi 11/03/2015minha estante
Sueli, obrigada... Estou aqui emocionada, não apenas por perceber que o livro te tocou, mas porque... bom... Imagina que você frequenta um blog literário durante anos, e que é de lá que você tira, suas melhoras dicas de leitura... Eu sei que o blog saiu do ar e a minha reação ao saber (ano passado) foi: E agora? Eu quero minhas dicas de volta, quero continuar lendo essas resenhas que para mim, sempre funcionaram tanto. Então, vc lança o seu romance e... que lindo, uma das resenhistas desse blog tão querido, escreve dessa forma sobre ele. Obrigada Sueli, por ler e por abrir seu coração a história do Mitchell e da Francie. Acredito, que a experiência com qualquer livro é algo único e intransferível, e agradeço por vc ter seguido em diante, mesmo estranhando um pouco a linguagem que escolhi usar no início. Foi incrível perceber que o romance te conquistou, conhecer sua impressão dos personagens e da história, (adorei o detalhe dos signos). Acho que Mitchell é mesmo de escorpião, ao menos, vênus dele está por lá ( isso com certeza). Amei as músicas que te acompanharam na leitura e fiquei muito feliz com seu retorno, ele foi muito especial. Bjs


Renata 14/03/2015minha estante
Depois dessa resenha, até comprei o livro, rs.


Sueli 15/03/2015minha estante
Que bacana, Renata.
Agora, vou torcer para você gostar do livro, tanto quanto eu. Por favor, não se esqueça de me dar um retorno, ok?
Bjks e boa leitura!


Renata 15/03/2015minha estante
Rs, Pode deixar.


Telma 15/03/2015minha estante
Sua honestidade sempre me arrebata!
Tendo dito isso, preciso dizer que a maneira como escreve, como se estivéssemos tomando chá juntas, me seduz!
É muito bom ler suas resenhas, Sueli.
E... esse livro? Fiquei com vontade de ler.
Sua instigadora!
Montes de beijos


Heloiza 31/03/2015minha estante
Gentee, quero esse livro na versão física, só que não encontro... Ah, ótima resenha!


Ju 05/04/2015minha estante
Oi Sueli!! Vou ler!! Ótima resenha! Bjs!!


Sueli 06/04/2015minha estante
Tomara que você goste tanto quanto eu, Ju!
Bjs


Ju 14/04/2015minha estante
Oi Sueli!!! Gostei mt do livro... valeu pela dica. Bjs!!!


Lizzy 23/04/2015minha estante
Querida Sueli, infelizmente com relação a este livro não compartilho a mesma opinião...
Achei a primeira metade do livro super envolvente.Adorei. No entanto, quando o casal finalmente se acerta, não gostei da continuidade, das crises de ciúme, etc. Foi aí que a história não funcionou mais para mim. No geral foi gostoso de ler, achei a escrita criativa e diferente. Mas o casal não me encantou até o fim. Bjs


Sueli 24/04/2015minha estante
Babi, que coisa mais louca! :(
Somente agora eu vi o seu comentário... Sabe?, eu adorei o novo Skoob, mas algumas coisas simplesmente não estão funcionando, como por exemplo, uma indicação de pedido de amizade que quando acionado não aparece ninguém, e ele continua indicando o tal pedido. Pode não ser nada, mas e se for alguém?
Bem, enfim, sua mensagem em algum momento apareceu e eu não respondi imediatamente - Sinto muitíssimo!
Obrigada por comentar o meu comentário. Sim, comentário, não me sinto à vontade em designar como resenha, pois não sei como fazê-las. Eu escrevo ou mais precisamente tento descrever os sentimentos que determinado livro deixaram em mim. E, eu gostei muito do seu livro, e já estou preparada para o seu próximo lançamento.
Parabéns e muito sucesso, Babi.
Bjks


Sueli 24/04/2015minha estante
Lizzy, minha querida guru, é sempre um prazer conversar sobre livros com você, aliás, é sempre maravilhoso conversar com você!
Quanto à interação do casal principal, eu penso que a dinâmica não está muito longe da maioria dos romances que li e amei - A Trilogia Inferno de Gabriel, O Quarto Arcano, da Florencia Bonelli, onde o Roger era obcecado pela Melodie, o próprio Clayton - detestável, em minha opinião e, por aí vai...
Inclusive, dei boas gargalhadas quando Mitchell vê a Francesca já pronta, com um lindo vestido de noite e pensa que ela está apenas de camisola. Confesso que algo parecido já aconteceu comigo. Meu marido confundiu o meu pijama com um terninho! kkkk
Obrigada minha querida amiga, volte sempre!
Bjks


Lizzy 24/04/2015minha estante
Pois é Sueli, se eu não responder algum recado, antecipo que acompanhar a dinâmica do skoob está complicada, assim como vc já observou. Gosto de prestigiar as amigas, mas não é sempre que isso é possível. Sinceramente, não gostei muito deste formato fast food.
Sobre o livro, tem razão, a fórmula parece ser a mesma dos nossos livrinhos, mas as vezes ela funciona, outras não. O importante é a diversão e a alegria de ter conhecido um novo autor cujo talento deve ser reconhecido. O potencial é imenso para novos trabalhos.
Bjs e também adoro papear com vc.


Rosângela Alves 25/06/2015minha estante
Nossa.. Que resenha MARAVILHOSA, Sueli!




Fernanda 05/11/2014

um CEO e uma escritora FORTE,decidida,e nada sonsa.
Pensa num livro bom.
Perai.
Esse não serve.
Por que???????
Simplesmente, por que bom é POUCO para defini-lo .
Esse livro é ESTUPENDO .Perfeito. Magnifico.
Pra inicio de conversa, a narração ocorre na terceira pessoa. E só por esse motivo, o livro ganhou pontos comigo. Diga-se de passagem ,uma narrativa fascinante ,magistral.
Outro ponto que muito me agradou. Foi o fato de Francesca- protagonista principal- ser uma ESCRITORA. Jessuuuusss ,quanto mais eu lia, mais eu pensava ""Meu Deus! Não deixe-me ficar decepcionada, pois esse livro tem tudo para ganhar um Oscar, Globo de ouro(na minha cabeça é claro)em diversas categorias. Roteiro original, autora fenomenal, personagens intrigantes, blá bláblá blá blá e muito maissss."" rsssrs
Fato, é que nossa mocinha escritora, usa o seu humor atual (desilusão amorosa por conta de uma traição) e decidi se isolar, tendo como objetivo, apenas escrever o seu novo projeto. Um livro.
Através de um trabalho(gesto) social . Francesca conhece Mitchell Petrucci, sem sombra de duvidas, um homem influente e poderoso. Exalando mistério, e charme.
O encontro é um tanto inusitado, um acidente coloca a vida do Sr. Petrucci em risco. Ele acaba em coma no hospital, o homem é rico, dono de um império, mas no momento em que mais precisa de apoio, encontra-se sozinho .A imagem de um homem tão lindo e bem sucedido sozinho nessas circunstâncias, abre os olhos da nossa adorável autora para ALGO NOVO, algo mais forte, um sentimento de proteção, de zelo .E acredite Francesca ,você não foi a única a ficar sensibilizada.
É claro, que se tratando de um romance, os clichês estarão a solta. Mas quem disse que eu me importo?
EU AMO TUDO ISSO.
Ganhei esse livro de presente, minha sogra que me brindou. E então devo confessar que não somente autora e o livro ganharam meu selo de aprovação. Sogrinha querida, a senhora também merece as cinco estrelas douradas.
Ótimo presente, de muito bom gosto. O único fator negativo. É a pessoa que vos escreve , acordar cheia de olheiras parecendo um panda. Afinal, li o livro em um dia e uma noite.
Em breve pretendo relê-lo.
RECOMENDANDO.
Lu Mattos 15/06/2015minha estante
florzinha gostei desse livro não.
Achei um porre,e lamento o preço caro que paguei nele.nesse momento ele jaz em uma prateleira de uma livraria sebo. kkkk




Renata 30/06/2015

Pois é, eu quase abandonei a leitura, mas fiz a promessa de somente abandonar um livro em caso extremo, o que não foi o caso aqui, então vamos lá.
A premissa é interessante, até original com o lance do coma, eu pelo menos nunca li nada parecido, ou seja, tinha tudo para me agradar pois adoro romances, mas infelizmente este aqui não funcionou para mim.
Uma das coisas que mais me irritou foram os excessos, sobretudo das metáforas, figuras de linguagem que a autora usou para exemplificar os sentimentos dos personagens...é demais, no estilo novela mexicana, que eu até curto assistir, ler? não. Quando o casal realmente fica junto dá-se início a uma D/R sem fim, que no mesmo capítulo é resolvida e sempre da mesma forma, e assim segue até o final.
Não sei se este foi o primeiro livro da autora, mas apesar de não ter gostado nem um pouco de Entre o amor e o silêncio, sinto que a Babi tem potencial, criatividade, só precisa lapidar mais o diamante, aparar as arestas por assim dizer, rs.
Sei que a minha opinião é minoritária, e fico feliz pela geral ter gostado mais do livro do que eu, mas não fiquem chateadas, pois esta é só a opinião de uma leitora muito chata e exigente, rs.
sandra 28/06/2016minha estante
Você relatou tudo o que penso sobre este livro , pensando seriamente em abandonar .




Leilane 03/03/2015

Um livro que que nos deixa com a alma aquecida...
Num livro cheio de reviravoltas e situações bem complexas, Babi A. Sette nos presenteia com um romance belamente escrito e permeado de reflexões lindíssimas, que nos deixa com a alma aquecida assim que terminamos de ler Entre o Amor e o Silêncio.

Francesca Wiggs tem uma história de relações afetivas complicadas, tanto familiares quanto românticas, tanto que cai de cabeça num trabalho voluntário depois que é traída pelo namorado de modo espetacular – literalmente, pois é bem no meio de um palco –, só que o que ela não esperava era entrar em uma ainda mais complicada, pois conforme lê suas histórias para o paciente em coma, Mitchell, ela começa a sentir uma profunda conexão não medida por palavras e uma forte atração. Será que vale a pena continuar ao lado dele e sofrer as consequências de ele nunca acordar ou mesmo acordar e colocar seu coração em risco verdadeiro?

Sou confessadamente avessa a dramas, evito leituras que tem como base esse gênero, pois tenho a impressão que os personagens acabam virando uma soma de todos os problemas do mundo só para nos fazer chorar – sim, uma visão simplista, mas difícil de transcender no meu caso. Entretanto, isso não acontecesse neste livro, primeiro porque a base é o romance, não o drama, que também é bem presente, pois acontecem muitas coisas com esses personagens – muitas mesmo, se você não acompanhar a história com cuidado, pode se perder no meio do caminho –, mas essa faceta de drama é tão envolvente e indispensável para a história e na construção do romance que não só não me incomodei como foi incrível viver isso com os personagens. Sem contar que a complexidade do enredo é tão habilmente desenvolvida que mesmo que esse traço de drama tivesse me incomodado, eu teria amado o livro do mesmo jeito, pois fica evidente que a maneira pela qual a autora narra o passado traumático e o presente cheio de obstáculos de seus personagens não é com intuito de torná-lo sofredores em nossa imaginação e sim torná-los mais humanos.

Mais o destaque mesmo do livro para mim são as lindas frases e reflexões da Babi; separei duas que são do tipo de se ter aquele momento pausa na leitura para absorver tudo com apreciação:

“Não precisamos de passado para sermos felizes, ele não nos faz falta quando estamos presentes.” (p. 82)

“Arrependimento e tristezas são apenas excesso de passado, preocupações e ansiedade, excesso de futuro; prefiro permanecer aqui desfrutando de sua atenção e carinho”. (p. 82)

Foram poucas frases que li que são tão igualmente lindas e verdadeiras como essas, entretanto, vou só chamar atenção a um fato que preferia que tivesse sido diferente: a Francesca é uma escritora e as histórias que conta para Mitchell são do próprio livro que ela está escrevendo, sem me aprofundar muito, basicamente há parte que são cartas escritas por diferentes pessoas, em lugares e períodos bem distintos, são todas muito lindas e têm uma importância enorme na história – aliás, esses dois trechos que separei são parte dessas cartas –, mas foi nesse aspecto que criei uma expectativa que acabou me decepcionando, pois eu esperava que os fatores tão distintos que mencionei fossem aplicados num exercício de escrita para as cartas, ou seja, cada uma escrita representando que um outro a escreveu, mas todas são mantidas no mesmo tom e estilo de escrita. Porém, como vocês podem perceber pela minha avaliação, isso de modo algum influiu negativamente para eu sentir todo o amor no meu silêncio de leitura que essa história me proporcionou.

Recomendo de alma aquecida este romance de estreia da Babi e já deixo avisado aqui que em breve teremos mais da autora que já anunciou a capa de seu próximo livro que é nada mais nada menos um do meu gênero favorito: romance de época! Estou já super ansiosa, não vejo a hora de A Promessa da Rosa ser lançado, confiram a capa no link da resenha.

site: http://lerimaginar.com.br/blog/2015/03/04/entre-o-amor-e-o-silencio-babi-a-sette/
Babi 11/03/2015minha estante
Oi Leilane, O que falar sobre esse retorno incrível? Amei conhecer sua impressão. Fico muito feliz em saber que foram muitas as frases que te tocaram e te fizeram parar para sentir. Acho que ai está, uma das maiores belezas da literatura: palavras são carregadas de sentimentos e de significados. Saber que vc sentiu isso ao ler o romance, me deixa - pegando emprestada a sua frase - de alma aquecida. Adoro resenhas que trazem desafios... Com certeza, na próxima edição, vou levar em conta a sua sugestão sobre os contos... Adorei a ideia. Obrigada por esse retorno tão inspirador, bjs




Paula 26/01/2015

Presente Surpreendente
Não tem como descrever esse livro sem suspirar a cada lembrança que ele te trás. O livro é super instigante, não de um jeito hot, mas sim de um jeito emocional. Ele mexe com suas estruturas emocionais, racionais e tudo que ha de "ais".
Francesca e Mitchell, duas personalidades totalmente diferentes que o destino brinca com ambos, juntando-os. Nessa junção apenas um ama e o outro fica inerte da presença alheia. Mais tarde, memórias esquecidas, não vividas veem em forma de um tormento onde Mitchell retoma sua verdadeira paixão e através dela descobre o amor avassalador que o tira o juízo. Francie e Mitchell... um amor surpreendente. Avassalador. Memorável. Um amor vivido entre o silêncio.
Erika Monte 17/02/2015minha estante
Adorei a resenha Paulinha. Parabéns!




Carla 02/06/2015

Não me agradou tanto assim
Não gosto de livros tristes. Não gosto mais ainda, de personagens tristes e depressivos.
Sempre acreditei que um livro tinha o poder de mudar o animo das pessoas e realmente isso funciona, só que nem sempre para o lado bom.

O livro é triste. Não achei que seria assim, e confesso ter me decepcionado bastante. Isso acontece quando temos muita expectativa sobre algo. Eu que sou fã incondicional de Jojo Moyes, e quem acompanha (sabe que ela consegue fazer chorar seus leitores com qualquer livro), deve saber mais ou menos do que eu estou falando. Como eu era antes de você foi um exemplo assim pra mim. Eu me emocionei bastante com a leitura e como amante de romances que sou, não poderia ter deixado de elogiar o livro, mas também de critica-lo. Demorei um bom tempo até digerir o que a autora realmente estava passando para seus leitores, mas minha avaliação não foi pior. Já Babi, que é a escritora do livro da resenha em questão, eu não conhecia o trabalho, mas resolvi dar uma chance. Tenho me surpreendido cada vez mais com escritores brasileiros e minha coleção tem aumentado. Tudo começou é claro, com um romance.

Peguei esse exemplo para comparar por que por mais que não tenham quase nada haver um livro com o outro, para mim foram livros tristes. A diferença entre Babi e Jojo é clara. Uma conduz uma história muito boa e com final triste (mas nem tanto levando em consideração a opinião de cada um, como citei acima) e a outra, a história já começa triste e vai melhorando aos poucos e bem lentamente.

O livro conta a história de uma jovem que é atriz, que desce cedo é traumatizada (desculpem o termo, mas foi o melhor que consegui encontrar). O pai a abandona, ela sofre preconceito na escola e quando acha que sua maré de azar acabou, ela encontra seu namorado meio noivo com outra em uma situação constrangedora. Os dois terminam e ela então começa a chorar. E ela chora. Sim ela chora. Ela chora basicamente o livro inteiro e isso me deixou com certo pânico. Até ai tudo bem, e logo ela começa dar rumo a sua vida, lendo para pessoas que estão em coma. Achei essa ideia muito boa da autora, até a menina se tornar paranoica. Ou seja, ela consegue se apaixonar por alguém que está em coma simplesmente por que está carente. O engraçado é que a própria personagem assume isso em várias ocasiões, mas não muda nada, até que ela simplesmente fica bêbada e coloca tudo a perder com seu ex-namorado meio noivo na casa dele, quando o sujeito em questão que sai do coma a rejeita. Olha, não sou contra essa história de se apaixonar pelo paciente e tal, até gosto disso se colocado da forma certa, mas não foi o que aconteceu. A história se tornou pesada. A principal se tornou chata e o mocinho da história foi o único que "meio" acabou se salvando. Também não gostei de muitas atitudes dele. Muito tempo se passa, muita coisa acontece até que finalmente as coisas começam a caminhar para o lado certo.

Sim, eu gosto de romances e maioria dos meus livros, são romances. Sejam eles épicos, sobrenaturais ou simplesmente policiais, eu os adoro. Mas eu não gosto de livros depressivos. Ai entra outro ponto, além de depressivos a escrita e vocabulário de Babi é excelente e inquestionável, mas ao mesmo tempo, cansativo. Não é uma história objetiva. É uma história que dá muitas e muitas voltas até chegar ao ponto certo. Eu amo detalhes em livros e acredito que isso deixe a escrita muito mais rica, mas detalhes demais, também prejudicam.

O que tenho a dizer aos leitores é que tenham calma. Acredito que toda opinião deve ser levada em consideração pois é única, mas que também cada um tem uma diferente posição. Não é um livro ruim, mas para o meu gosto é extremamente cansativo. De qualquer forma estou aguardando o próximo lançamento da autora.
Juliana 02/06/2015minha estante
Também não gosto de livros tristes e cansativos... detalhes demais realmente acabam atrapalhando... este livro está na minha lista de leitura... adorei sua resenha! :)


Carla 02/06/2015minha estante
Obrigada Juliana. :D


Valéria 02/06/2015minha estante
livro chato, cheguei só até a metade....


Estante da Rai 15/12/2015minha estante
Concordo plenamente com você! O livro tinha tudo pra ser um bom drama romântico, mas acabou se tornando cansativo e um pouco chato. Tô com ele empacado aqui há meses sem ter ânimo para terminar.


Carla 28/12/2015minha estante
Rai comprei o livro "A Promessa da Rosa" da mesma autora, mas confesso estar enrolando meses para lê-lo pois estou com medo de me desapontar.


Vanessa Motaa 12/08/2016minha estante
Oi Carla!
Estou lendo o livro ainda, mas me perguntei se era a única a achar que a mocinha chorava demais. Não sei você, mas eu preciso me identificar com os personagens principais para que a trama renda pra mim. Achei exatamente isso que você falou: a mocinha é traumatizada.
De fato, a escrita da Babi é boa, porém se alonga muito e, confesso, que as vezes pulava o excesso de descrições de cenas/lugares.


Carla 24/08/2016minha estante
Ola VanCruz!
Então, compartilho da mesma opinião. Preciso me sentir no lugar da personagem.
Comprei outro livro lançamento da autora para dar um crédito a mais, mas vamos analisar.
Assim que conseguir lê-lo eu posto uma resenha.

Beijo grande!




Juliana Diniz 15/04/2015

Surpreendente.....
Esse livro me foi indicado por uma amiga, ganhei o PDF, mas gosto mesmo é do papel. Foi difícil encontrá-lo, mas consegui. Um história emocionante, não conseguia parar de ler. Foi tão bem escrito e quando percebi que estava acabando fiquei realmente triste. Não queria abandonar esses personagens, Francesca uma mulher batalhadora, bem comum e Mitchell com toda sua frieza, se transforma em tudo o que nós mulheres sonhamos. Não sou boa de resenha, mas tinha que deixar claro que a autora Babi arrebentou, achei o máximo, e não há palavras pra expressar o quanto é bom. Meus parabéns Babi, você nos deixou com gosto de quero mais!!!!!!!!!!
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Ale 06/12/2014

Esperava mais!
Particularmente, eu achei a leitura com altos e baixos. Mitchell me lembrou um Christian Grey meio bobão (Desculpe-me se você que o ama!) e Francie uma Anastácia com mais atitude. Tinha horas que eu não conseguia largar o livro e horas que não via a hora das coisas andarem e acontecerem, porque parecia uma relação basicamente sexual.

Gostei bastante da premissa e talvez tenha me decepcionado um pouco. Venho lendo tantos livros que realmente me surpreenderam, então com "Entre o Amor e o Silêncio" eu estava exigente, esperando algo mais UAU. Infelizmente, não me envolveu como eu esperava.

Acho que vale a leitura por eu conhecer MUITA gente que amou o livro e é contra a minha opinião. Porém, tinha que ser sincera com vocês e dizer o que realmente senti com a leitura!
Carla 02/06/2015minha estante
não gostei tbm rs


Raquel 11/07/2015minha estante
Chato, chato, chato, cheguei ao fim em leitura mecânica pura, Acho que ficou tudo muito forçado, muito clichês. Sem falar que os personagens me pareceram superficiais, também estou na minoria dos que não gostaram, mas realmente não convenceu.


Vanessa Motaa 16/08/2016minha estante
Ale, pra mim não rolou também.
Terminei de ler por resiliência e não pelo interesse




Dai (Blog Virando a Página) 23/02/2015

Ressaca Literária
Entre o Amor e o Silêncio, foi o livro mais delicado que eu já li em tempos. Li e reli com a mesma intensidade. Esta foi a terceira vez, e novamente quele sentimento de amor supremo estava vivo em mim. A Autora Babi Sette tem uma forma de escrever tão envolvente, tão limpa e tão singular. Os personagens são marcantes, e história tão delicada e tão verdadeira, tão marcante, que quando ao chegar ao fim do livro você suspira e se sente plena. Um livro que fala de amor, mas não só de amor entre homem e mulher, amor carnal, mas aquele amor supremo, que supera quaisquer dificuldade, qualquer barreira. Aquele amor que se doa, que se entrega sem esperar nada em troca. O amor na sua forma mais límpida e natural. O amor verdadeiro, o amor por quem você é, o amor pela amizade, pela leitura, pela profissão, pela família, pelo próximo.... Eu sou completamente apaixonada pela Francesca, pela história da personagem e pela trama totalmente envolvente que a Autora nos prende. Parabéns Babi, e muito obrigada pela obra linda que você nos presenteou.
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Paula Juliana 05/11/2014

Resenha: Entre o amor e o silêncio - Babi A. Sette

'' Trancava-se em seu quarto como qualquer princesa a ser resgatada e, para não estar só, escrevia histórias. Muitas delas! Primeiro, livros rabiscados com cores e sem cor. Depois, vieram as palavras. Então, as palavras vieram páginas, as páginas deram a luz a lugares e pessoas que viraram sentimentos. As histórias cresceram e também a sua própria.''

É muito difícil falar de um livro que te deixou apaixonada! Isso todo mundo sabe! Algumas vezes na vida topamos com aquele tipo de literatura que gostamos tanto que queremos que o mundo todo conheça e leia! O livro Entre o Amor e o Silencio, é o típico livro que durante a leitura, você tem que parar, suspirar, e admirar como ele é bonito. Como as palavras dele conversam com você de uma forma linda, sensível e poética!

Eu fiquei maravilhada com a escrita da autora Babi A. Sette. Como ela consegue escrever dessa forma tão linda? Então, tenho certeza que se você está lendo essa resenha, ou a capa te encantou, você achou ela linda e super forte, ou então você leu a sinopse e ficou muito curioso com enredo! Como uma mulher pode se apaixonar por um homem em coma? Como um romance pode acontecer dessa forma? Será ele um conto de fadas, um daqueles livros que depois de acordado, o mocinho se vê loucamente apaixonado por aquela enigmática mulher e então, vêm o nosso ''felizes para sempre''? Essa obra conseguiu me surpreender, ela fugiu de tudo que eu poderia esperar. Não posso deixar de dizer que ela a sua maneira e sensibilidade é mais que perfeita. Cada reviravolta na história, cada suspiro arrancado, cada declaração de amor, cada choque de dor e tristeza. É uma obra para se ler com o coração aberto para todo o amor, dor, drama, felicidades e surpresas que se possam encontrar!

Francesca Wiggs é uma mulher doce, forte, lutadora, sensível escritora. Depois de uma horrível desilusão amorosa. Uma traição que doeu aqui em mim, um termino de relacionamento muito dolorido. Francie que ama atuar no teatro, dançar e escrever, resolveu que para se curar, nada melhor que ajudar a curar outras pessoas. Assim essa mulher em busca de colar seus caquinhos começa a trabalhar como voluntária. Fazendo leituras para pacientes em coma! Ela pensou que no silêncio poderia encontrar suas respostas, e entre ler para um homem inconsciente e escrever seu livro acabou encontrando muito mais que isso!

Mitchell Petrucci é um homem lindo, rico e poderoso. O sonho de qualquer mulher se não fosse a sua personalidade fria e calculista e seu ar cínico e superior. Líder de um grande e poderoso império financeiro, o presidente da Petrucci Grup E Co estava perdido dentro de si mesmo, para quem estava de fora, ele tinha tudo que um homem poderia querer, mas o que ninguém sabia era quem era esse homem de verdade. Um acidente coloca a vida do Sr. Petrucci em risco. Ele acaba em coma no hospital. E amigos? Família? Mulheres? A muito tempo Mitchell não acreditava em relacionamentos de qualquer tipo, para ele tudo de resumia a negócios, trocas de favores, o que se poderia oferecer e pegar em troca. Foi assim que ele afastou todos ao seu redor.
E um homem tão bonito e bem sucedido sozinho dessa maneira, despertou algo na doce Francie. A linda voluntária que começou a passar horas e mais horas na companhia desse homem desconhecido e lindo!

Achei um fato muito interessante na construção dos personagens. A história apesar de ser um belo romance, não foi construída em cima do envolvimento amoroso do casal. Francie se apaixona por um homem em coma, um homem que nem sonha como seja de verdade, é um romance unilateral por assim dizer, o que esperava era que ele ao despertar, visse como estava errada sua vida, e se apaixonasse por essa mulher que esteve ao seu lado no seu momento mais difícil, porém, isso não aconteceu, a história é construída em cima dos protagonistas de uma forma que prioriza Francie e Mitchell como pessoas. Seus problemas, suas questões mal resolvidas, seus traumas, para que quando enfim houvesse o esperado reencontro, esses personagens que conhecemos desde o começo da obra, já não fossem os mesmos, consegui ver o crescimento e amadurecimento de cada um de uma forma individual, depois conjunta e brilhante!

Encontrei personagens diferentes, mudados, melhorados e um amor que desafia o silêncio!

É um romance para ser saboreado, fiz questão de ler com calma, sentindo e entendendo cada pedacinho dele. Isso mais as suas quinhentas e pouquinhas páginas me deixou um tempinho na companhia de Francie e Mitchell, e confesso que estou já sentido falta dessa proximidade, dessa viagem que me fez conhecer esses personagens tão bem e de uma forma tão intima e especial.

O livro aborda de diferentes maneira muitos assuntos, os dois protagonistas tiveram problemas pessoais com os pais, Francie com suas questões de rejeição e Mitchell com o controle, o ser o melhor pelos motivos errados!
O poder da amizade (#TomLindoDeMorrer / #OliviaAmaisCompanheira) e o papel da família para o bem e o mal. #AlgumasLágrimasAqui
Com cenários lindos, a badalada Nova York, a romântica Paris, a calma e aconchegante Itália, mais personagens que você não sabe se ama ou odeia, bate ou coloca no colo. #VinceFiqueiComDó
A Depressão, o deixar sentir a própria dor, as faltas que temos dentro de nós, nossa Francie fazendo o lindo paralelo da literatura falando/sentindo/vivendo a própria literatura! Mitchell com a pintura, Francie com a escrita. As máscaras e exposições, as verdades e mentiras, a realidade e o que criamos para nós! Será que é real? Toda essa receita faz de Entre o amor e o silêncio da autora Babi A. Sette, um livro que deve ser lido, sentido e conhecido!

Eu amei Mitchell, mas no começo o odiei loucamente, como podia ser tão estupido? Eu amei Francie, mas fiquei chocada como ela se envolvia profundamente nas suas coisas! Eu sofri pela menina que esperava um pai que não a merecia. Eu chorei pelo menino cheio de sonhos que se decepcionou com o mundo de uma forma que não restou nada de verdadeiro em sua vida. Eu ri com os amigos, me apaixonei por Tom. Odiei e perdoei Vince. Aprendi que por mais que nos amem, as pessoas acabam nos machucando, por não saber lidar com os seus próprios problemas, as suas questões. Chorei, ri alto, me apaixonei, suspirei com as inúmeras demostrações de amor, demostrações faladas e silenciosas. Demostrações que me agarraram como leitora e me fizeram amar loucamente essa história.
E será esse o Fim? Francie e Mitchell com seus dramas, tramas, segredos, destinos e histórias ganharam um lugar especial no meu coração, juntamente com esse conjunto de poesias, palavras e sentimentos que são Entre o amor e o silêncio!

''Morria um pouco a cada dia e me enterrava muito por dentro. Uma morte a cada respirar, uma morte a cada pulso que drenava o sangue sem me deixar seco. Até que eu não senti mais. Até que tudo foi embora - a lucidez das cores que eu tentei, o vento da música que me estruturou -, tudo partiu de mim. O pulso continuo forte, mas era apenas um vazio. Nada. Eu pairava entre um impulso frenético da consciência morta e a ânsia incontrolada de busca a própria aniquilação. Eu afundei dia a dia em um estado de coma consciente.''

Paula Juliana

site: http://overdoselite.blogspot.com.br/
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Amanda ;) 13/10/2014

Apaixonante!
A história é ambientada principalmente em Nova York, a cacofonia urbana que a protagonista Francesca tanto ama. Francesca nunca conseguiu superar o abandono do pai, a quem nunca conheceu. Ela o esperou até seus quinze anos de idade. Depois, não mais.
Aos 26 anos, em um relacionamento sério e intenso de três anos com um promissor diretor de teatro, Francesca fica desolada ao ser traída. De novo. Primeiro o pai que a abandonou e nunca a procurou nem retornou suas tentativas de contato, agora Vince, seu namorado, a traindo em cima de um palco com uma atriz qualquer.
Francesca vai nos contando como tudo começou, como a relação entre atriz e diretor acabou saindo do controle e se tornando uma relação de amor e sexo, quando ela decidiu fazer teatro para tentar suprir suas faltas. Desde muito jovem ela se encontra com uma terapeuta e a recomendação é que ela se ocupe com diversas atividades para poder dispensar quaisquer remédios. Porém, o teatro nunca passou de um hobby, sua paixão mesmo é escrever histórias e, há algum tempo, está trabalhando em seu primeiro livro, que fala de algo que ela conhece bem: a Falta.
A fim de superar a traição de Vince, se ocupar e também ter a oportunidade de concluir seu livro, Francesca decide participar de um programa criado por um hospital da cidade, que consiste em fazer leituras para pacientes em coma. É assim que ela conhece Mitchell.
Acontece que, em sua própria carência, bem como o fato de notar que ninguém mais visita Mitchell apesar de ele estar em coma há alguns meses, Francesca acaba se envolvendo demais. Ela pesquisa tudo sobre a vida do homem que, mesmo inconsciente, acaba ocupando quase todas as horas de seu dia... ela pesquisa sobre métodos de tratamento alternativos, afim de ajudar na recuperação de Mitchell. O inevitável acontece: ela se apaixona. Gente, ela se apaixona por um homem inconsciente. Se pararmos para pensar no assunto, é ridículo! Mas também é lindo. O modo como isso acontece, o modo como a Babi vai envolvendo o leitor, torna algo tão completamente absurdo em algo compreensível.
Ao mesmo tempo em que acompanhamos os diversos sentimentos e apreensões de Francesca e torcemos para que Mitchell acorde e eles 'vivam um conto de fadas', vamos acompanhando a narrativa de seu livro. Em cada capítulo que ela lê para ele, conseguimos relacionar, de alguma forma, com o que a própria protagonista está passando.
Mitchell, por sua vez, sempre foi o melhor em tudo, conhecido por ser viciado em trabalho e um verdadeiro 'perigo' nas negociações, do tipo que nunca perde. Seu histórico de casos amorosos (ou sexuais?) é bastante extensa. Sua relação com a família, por outro lado, é fria como o gelo. Seu contato com a mãe se limita ao que se refere às finanças da família e da empresa multimilionária. Por algum motivo que desconhecemos, ele nutre uma mágoa pela mãe e um sentimento de traição em relação a irmã.
Ele sempre foi (e nunca fez o mínimo esforço para negar) um cara frio e arrogante. Assim, conforme Francie (Francesca) vai descobrindo mais informações sobre o passado dele e, ainda assim, construindo uma imagem perfeita e irreal dele, é inevitável esperar por mais uma decepção.
NÃO É SPOILER, mas é claro que nós sabemos que Mitchell vai acordar em algum momento e vai rolar um romance. É óbvio, é o esperado! Mas, o modo como isso acontece é surpreendente. Quando iniciei a leitura e acompanhei as várias visitas feitas por Francie à Mitchell, eu imaginei que a história seria, basicamente, essa rotina. Imaginei que ela leria seu livro inteiro para ele, conseguiria curar suas próprias feridas na medida em que o próprio Mitchell fosse se curando e voltando à consciência. Imaginei que, em um belo dia, ele acordaria, se depararia com uma mulher linda em seu leito de hospital e dissesse algo clichê como "Foi sua voz que me trouxe de volta!". Eu sei, piegas até mesmo para mim, mas era exatamente isso que eu estava esperando (mesmo de um livro com mais de 500 páginas) e, se esse fosse o caso (e não foi) eu estaria satisfeita da mesma forma, pois a escrita da Babi faz isso: ela te prende do começo ao fim. Bem, nada disso acontece. O modo como Mitchell recupera a consciência e muitas e muitas e muitas reviravoltas acontecem me deixou completamente apaixonada.

Confira a resenha completa e algumas quotes no meu blog: http://minhasconfissoesfemininas.blogspot.com.br/2014/10/resenha-entre-o-amor-e-o-silencio.html

site: http://minhasconfissoesfemininas.blogspot.com.br/2014/10/resenha-entre-o-amor-e-o-silencio.html
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Bia 24/02/2015

Perfeito!!
Visitando blogs parceiros, me deparei com resenhas e críticas super positivas do livro que vou falar nesta resenha. Já conhecem minha loucura por nacionais não é? Propus parceria na hora, fiquei louca para conhecer o trabalho dessa autora que parecia sair de um livro de contos de fadas.
E quando o livro chegou em minhas mãos, não acreditei que criaria um vínculo tão grande com ele.
Nas primeiras páginas já somos apresentados a nossa mocinha, Francesca. Francie, para ficarmos mais íntimos, é atriz e escritora, e, ainda muito jovem, teve uma terrível decepção em sua vida ao sofrer com o desprezo e abandono do homem que deveria ser seu príncipe, seu herói: o seu próprio pai.
Claro que ela seguiu em frente, e agora, já adulta, mais uma vez tem de enfrentar a tal da decepção. Dessa vez, por parte do seu noivo, Vince.
Vince é diretor de teatro, e a traiu da forma mais baixa que ela conseguiria suportar.
A fim de superar tudo isso, Francie se dedica ainda mais em seu livro, e decide lê-lo para pacientes que se encontram em estado de coma no hospital local.
Todos acharam essa decisão de Francesca uma loucura, mas ela não, e se manteve firme em sua ideia.
E ao chegar no hospital, Francie conhece então seu "ouvinte beta", o paciente a quem leria por poucas horas ao dia. Ela se surpreende por sua jovialidade e beleza, e também fica intrigada ao constatar que o mesmo não recebe muitas visitas, encontra-se praticamente abandonado.
O paciente em questão é o magnata Mitchell, que se encontra em tal estado após sofrer um grave acidente.
Francie o conheceu já em coma, mas nós leitores temos o prazer (ou não) de conhecê-lo antes do acidente, esbanjando saúde e frieza. Mitchell é um viciado em trabalho e um grande apaixonado por carros super velozes e luxuosos. Não tem um bom relacionamento com sua família, é lindo e poderosíssimo, atraindo holofotes por onde quer que vá. Desfila sempre com super modelos, verdadeiras beldades no quesito beleza; e enxerga relacionamentos como simples "conveniências" na vida.
Enquanto Francie me conquistou logo nas primeiras linhas, Mitchell me irritou profundamente. E pensei que essa história seria mais uma a tratar do romance de uma mocinha manhosa com um empresário sem coração.
E nossa!! Como me equivoquei...
Durante as leituras de Francie, tanto ela quanto eu, fomos envolvidas por algo surreal: como começar a ter simpatia por alguém que não responde a nenhum estímulo?
Da minha parte poderia se tratar de simples piedade, porém, para Francie, as coisas começam a se complicar... Ela se vê apaixonada por um homem inconsciente, praticamente a beira da morte.

"Está em coma... coma, entendeu? Quebrou a cabeça e está naquilo que os médicos definem como "estado indefinido". Pode acordar, pode nunca acordar e, caso acorde, pode não andar; não lembrar nada e não falar nem mesmo "mamãe".

E é a partir desse ponto que você não consegue mais parar de ler.
Entramos em desespero, pedimos e imploramos juntamente com Francie para que Mitchell acorde. Não. Estou equivocada. Na verdade, pedimos desesperadamente que Mitchell acorde e, num passe de mágica, se descubra completamente apaixonado por Francie.

"Será que ele acordaria algum dia? E quando acordasse, se recordaria de algo?"

Se isso acontece? Ahh, vocês terão de ler o livro para saberem.
O que posso garantir a vocês?
Bem, garanto que é uma leitura apaixonante, que vocês ficarão totalmente presos ao livro do início ao fim. Garanto que vocês se sentirão parte da história, que é possível derramar algumas lágrimas, que é impossível não rir, e que vocês irão suspirar muuito (a média de dez suspiros por parágrafo).
A autora nos faz acreditar naquilo que escreve, aliás a escrita de Babi é muito gostosa, e muito muito muito envolvente. Ela tratou com cautela o tema abordado, se preocupando em mostrar verdadeiramente até mesmo a rotina hospitalar.
Francesca é atualmente minha mocinha predileta. Tão real, tão alcançável, tão fácil de nos caracterizarmos. Não é o tipo de mocinha melodramática.

"Esse era o efeito Francesca. Ela envolvia a todos de forma tão espontânea que era difícil escapar."

Ela poderia ser eu ou você amiga que está lendo.
Ela rala, ama demais, cai e se reergue com uma rapidez notável, que só nós, mocinhas da vida real, sabemos como é. Ela faz muitas loucuras, aliás ela faz muita caca também. Porém a melhor característica de Francie é o seu amor próprio.

"Ás vezes o príncipe coloca fogo na torre para fugir com a madrasta; o sapato não serve; o fogo não é apagado e se você não correr sozinha queimará junto com ele."

Mitchell, apesar de fazer a linha super milionário, nos conquista completamente. Comecei odiando-o e terminei a leitura totalmente apaixonada por ele. Posso classificá-lo como único e incomparável, que faz jus ao ditado de "não o julgue pela capa".
"Entre o Amor e o Silêncio" entrou para os meus livros favoritos, por enquanto minha melhor leitura do gênero deste ano. A autora entrou para aquele meu grupo de autores aos quais sempre leio tudo o que escrevem, sem medo.
Minha vontade era dormir abraçada ao livro. Fiquei tão triste que acabou... Eu queria mais e mais e mais.
Alguma dúvida se recomendo? Acho que não, vocês viram que é mais que recomendado.

site: http://aculpaedosleitores.blogspot.com.br/2015/02/resenha-entre-o-amor-e-o-silencio-babi.html
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