Onde Deixarei Meu Coração

Onde Deixarei Meu Coração Sarra Manning




Resenhas - Onde Deixarei Meu Coração


47 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4


Nanda 21/10/2014

Deixei meu coração em Paris ?
Assim que vi que Onde Deixarei Meu Coração seria lançado pela Galera fiquei em ganas por ele. Só havia lido um livro da autora, mas foi o suficiente para me deixar apaixonada por suas historias. Uma coisa que gosto muito na narrativa da Sarra é a naturalidade que ela tem em abordar alguns temas polêmicos.

O livro é primeira pessoa por Bea, uma adolescente de 17 anos, como em toda história adolescente ela não é popular, não se acha engraçada e muito menos bonita. Obcecada pela França, mais precisamente Paris, por conta do seu pai que a abandonou antes do nascimento. Depois de muitas reviravoltas, Bea acaba indo para Paris.

O ponto chave da história são essas mudanças de cenário. Bea é uma garota extremamente sonhadora, com uma dose de baixa estima, mas afinal, aos 17 anos quem não é? É impossível não gostar de uma história que se passa em Paris, sério. Mas a Cidade Luz é apenas o plano de fundo para tudo o que acontece.

No meio dessa viagem, Bea tem que lidar com muita coisa, parte da sua ingenuidade se vai e ela dá um passinho para a vida adulta. Obviamente algumas atitudes dela são completamente infantis e incoerentes, mas tá permitido errar. E quando ela acerta, faz isso muito bem.

Um ponto muito positivo no livro é o desenvolvimento dos personagens. Todos eles foram representados de forma bem natural, quase que sendo possível enxergá-los na vida real. E tem também aqueles que a gente escolhe odiar, e torce para que dê tudo errado para ele.

Onde Deixarei Meu Coração é um romance adolescente bem sessão da tarde, mas que por ser assim que me encantou. A história e os personagens me lembraram dos planos que eu fazia quando adolescente. E ainda tem o bônus de todos os pontos turísticos de Paris. A diagramação que a Galera fez no livro é maravilhosa, para quem julga pela capa, essa é um prato cheio. É um livro que eu recomendo para quem quiser, literalmente, viajar pelas páginas.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2014/10/resenha-onde-deixarei-meu-coracao-sarra.html
comentários(0)comente



Raissa 06/10/2014

Um romance encantador!!
A história de Bea é fantástica e encantadora. Londrina e no auge do seus 17 anos, se acha uma menina extremamente sem graça e certinha, mas não se importa muito com isso. Mas depois de uma reviravolta em sua popularidade, ela viaja para a Espanha, porém lá coisas desagradáveis acontecem, e por um momento de impulso ela pega um trem para Paris, onde ela conhece um grupo de americanos, e conhece Toph, e com ele, ela viverá uma aventura incrivel e conhecerá a verdadeira Bea, que estava dentro dela doida para sair, tomar o mundo e surpreender a todos.

È uma historia fantástica e inspiradora. Um romance que vai fazer voce feliz e pensar muito no que somos capazes de fazer e viver.
comentários(0)comente



Thay Freitas | Sankas Books 21/12/2015

Onde deixarei meu coração, apresenta Bea, uma adolescente de 17 anos que se acha completamente com menos atrativos que todas as garotas da sua idade. Bea é a típica garota comportada, com boas notas, que não curte festas, não se acha bonita, ainda não deu seu primeiro beijo e além de não ser nem um pouco popular, preenche todas as lacunas no quesito boa filha. Assim, essa mistura de qualidades e talvez defeitos faz dela uma menina ingênua e cheia de sonhos. Vive com sua mãe e suas avós. Sua mãe é muito jovem e foi uma adolescente cheia de erros, ter engravidado cedo é um exemplo deles, o que faz dela uma mãe exageradamente superprotetora e que teme que a filha cometa os mesmos erros que ela.
Bea tem fascínio pela França e maior que isso, tem o sonho de encontrar seu pai, que sua mãe conta ser francês e que infelizmente ela nunca teve oportunidade de conhecer. Não lhe contando nada mais que isso, sua mãe parece ter tudo sob controle.
A coisa toda muda quando Aeysha sua ex-amiga a faz um convite para saírem juntas e no gancho nesse convite aparece a proposta de Ruby - a líder do grupo das populares e um dos motivos de Aeysha tê-la abandonado – que é de se juntar a elas e Bea surpresa por ter chamado a atenção do grupo, depois de muito pensar, junta-se às garotas.

"(...) Você só segue a maré, mesmo que a maré não esteja na direção que você quer ir."

Ruby, dotada do poder de persuasão, começa tentar fazer de Bea, a adolescente que ela acha que ela deve ser. Algum tempo depois surge um convite de Ruby, para que todas possam viajar com ela para Málaga, na Espanha. Sem esperanças de que sua mãe deixe, Bea recusa o convite que é permitido por sua mãe após a mãe de Ruby ter feito uma dramática cerimônia para conseguir a permissão.
Bea mal pode se conter de felicidade ao se dar conta de que vai viajar com as garotas. Mas as verdadeiras intenções das meninas aparecem logo no primeiro dia da viagem, o que a faz entender que mais uma vez ela fora usada e que estava prestes a ser descartada pelo plano de Ruby e seu bando que precisavam dela, que é uma garota inteligente e boa filha para convencer seus pais a viajar de forma independente.
Poderia ter sido mais um fracasso para sua lista de fracassos, mas isso faz da garota ingênua, uma garota mais forte. Cansada de ser passada para trás, Bea decide dar a cartas dessa vez e depois de dar o troco para todas elas, parte do local, sem rumo, mas com uma personalidade nova e dotada de determinação.
Engana-se se você acha que ela voltou para casa, a menina recatada que até então só se importava em agradar aos outros e pouco importava se as pessoas retribuiriam, pega um trem para Paris, em busca não só da sua satisfação pessoal, mas em busca do que era dela e ela nunca teve, seu pai.

"(...) Mas às vezes o que você sente por outra pessoa não faz sentido, simplesmente é."

Tudo teria sido mais fácil se ela tivesse acordado no ponto certo e descido do trem, mas Bea tira um cochilo e vai acordar em uma cidade estranha, que nada parecia com a Paris dos seus sonhos e é amparada por um grupo de mochileiros que a adotam e que é aí onde ela conhece Toph, um garoto que lhe chama atenção e que de antemão já lhe faz perceber que será o escolhido para ocupar o novo cargo de sua mais nova paixonite.

Continue lendo em: http://sankasbooks.blogspot.com.br/2015/12/resenha-onde-deixarei-meu-coracao.html
comentários(0)comente



Lê Golz 10/12/2014

Resenha - Onde deixarei meu coração
Bea é uma adolescente de 17 anos que acredita ser uma garota simples, careta, sem graça e nem um pouco popular. Diferentemente de outras adolescentes de sua idade, Bea não vive uma vida badalada e nem é rebelde. Aos sábados ela trabalha em uma loja de roupas bem conservadoras e sua vida em Londres consiste em cuidar de seus irmãos gêmeos, praticar pilates com sua avó e obedecer sua mãe, que tem uma proteção maternal exagerada e sufocante.

Seu maior sonho é conhecer o pai, que segundo a mãe lhe contou, voltou para Paris assim que soube que ela estava grávida. Bea só pensa em conhecê-lo desde criança, e tudo que tem feito até hoje é estudar francês e procurar conhecer tudo sobre a cultura da França, para estar preparada para um dia conhecê-lo.

Ela foi traída pela sua melhor amiga Ayesha que agora faz parte do grupo de meninas mais populares da escola, onde Ruby é uma espécie de ''líder''. Sempre foi ignorada por todas elas, até o dia que Ruby manisfesta sua aproximação e Bea estranha muito aquela mudança repentina, já que se considera sem graça, e Ruby e suas amigas são totalmente descoladas. Bea ignora sua intuição e se aproxima delas, passando a conhecer todos os seus segredos mais sórdidos.

As férias de verão se aproximam e elas planejam uma viagem à Espanha, onde poderão curtir sozinhas. Com grande dificuldade, a mãe de Bea é convencida a deixar a filha viajar. Já na Espanha, Bea descobre o motivo por traz daquela aproximação sem sentido de Ruby e sua decepção não poderia ser maior. Humilhada pelas suas novas ''amigas'', Bea decide viajar para Paris, já que está tão perto da cidade, não sem antes provocar sua vingancinha com as meninas.

" Aí percebi que não ia chorar porque não estava triste. Eu estava totalmente furiosa, de fechar os punhos, bater os pés e sacudir os braços e as pernas. E quando voce está com tanto ódio assim, sua única opção é se vingar." (p. 99)

Ao embarcar em um trem para Paris, diante de todo o estresse vivido, Bea adormece e acaba em um local desconhecido. Perambulando pelas ruas da cidade ela descobre que está em Bilbao, ao encontrar um grupo de mochileiros e resolver pedir informações. São cinco jovens americanos e mais velhos, que estão se aventurando pela Europa antes de entrar para a universidade. É onde ela conhece Toph, um rapaz lindo que veio do Texas. O próximo destino deles é Paris e mesmo receosa, Bea decide ir com eles, não imaginando que seu destino acabara de mudar para sempre.

A partir daí Bea viverá momentos até então inimagináveis na sua vida sem graça. Sabendo que sua mãe surtará com o seu itinerário novo e a busca pelo pai, ela se sente uma nova garota depois da decepção que teve na Espanha.

''Eu queria lhe perguntar se ele também havia se apaixonado, porque seria a desculpa perfeita para ele me dizer que não fora apenas Paris que tinha roubado seu coração (...)" (p. 226)

A diagramação é simples e perfeita. As folhas são amareladas e as letras grandes, o que facilitou muito a leitura. A capa não poderia ser mais linda, e o título também combinou muito com a história. A única coisa que notei, mas que na verdade não atrapalhou minha leitura, foi palavras muito repetidas em uma frase só, que acredito ser um erro de revisão.

A narrativa é feita em primeira pessoa, onde acompanhamos a visão de Bea, o que me agradou muito porque podia entender melhor seus sentimentos. Este é o primeiro livro que leio da Sarra e quando comecei a leitura achei que seria mais uma história com aquelas adolescentes chatinhas e mimadas, mas ao invés disso, me vi diante de uma narrativa madura e centrada, que me fez devorar o livro.

''Este ano eu aprendi que a vida não tem esses finais bonitos e arrumadinhos que você pode embrulhar com um laço. É mais bagunçado que isso.'' (p. 328)

Acredito que não teria dado cinco estrelas se não fosse os últimos quatro capítulos do livro que me fizeram chorar. Acho que nem era para tanto, mas eu derramei algumas lágrimas. O envolvimento de Bea com Toph foi inspirador, e a semana em Paris vivida por eles, me fez suspirar e viajar junto pelas ruas da cidade luz.

Foi emocionante ver como Bea amadureceu ao longo do livro, e como aprendeu a valorizar-se. Pudermos acompanhar sua fase de descobertas e conhecer seu íntimo. Ela aprende inúmeras lições, inclusive como é maravilhoso amar uma pessoa que corresponde aos seus sentimentos. É um livro que vai te fazer rir e chorar e até sentir raiva, principalmente das ''amigas'' megeras. Uma leitura encantadora e madura, que nos ensina sobre o amor e a verdadeira identidade.


site: http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2014/10/resenha-onde-deixarei-meu-coracao.html
comentários(0)comente



Aione 05/11/2014

Misture o filme Meninas Malvadas, a série Gilmore Girls e o clima do livro Anna e o Beijo Francês com uma pitada de humor de Sarra Manning e você estará próximo de entender a atmosfera de Onde Deixarei Meu Coração, uma das leituras mais fofas que fiz esse ano.

Bea acredita ser a adolescente mais entediante do universo, já que sua vida é muito mais interessante em seus sonhos, além do fato dos divertimentos normais de outros adolescentes de sua idade não serem tão atraentes assim a ela. Após passar por um grande stress emocional, a garota, tomada por um impulso, decide ir a Paris, a cidade dos seus sonhos, em busca do pai que ela jamais conheceu.

Em primeira pessoa, Sarra Manning dá voz aos pensamentos de Bea de maneira envolvente e divertida. Em muitos momentos, encontrei um humor peculiar, principalmente pela escolha de algumas palavras que, em minha opinião, destoaram um pouco do que eu esperava, considerando o público alvo e o tipo de história contada. De qualquer maneira, na maioria das vezes, tais momentos acabaram por trazer um divertimento extra exatamente por quebrar o esperado, ao invés de algum tipo de desconforto.

O fato de Bea precisar lidar com diversas problemáticas diferentes amizades, relacionamento familiar, paixões fez com que a história parecesse bastante completa para mim, além de despertar um grande amadurecimento na personagem. Ela, ao confrontar tais situações, acaba entrando em contato com uma parte desconhecida de si, e gostei de ver como ela compreende como pode vir a ser sem esquecer de quem ela era. Foi muito fácil me simpatizar com Bea, principalmente porque vi muito da adolescente que fui nessa personagem. Assim, compreendi suas angústias, vibrei com seus atos de rebeldia e torci por suas conquistas.

Não bastasse toda a trama ter sido bem desenvolvida no sentido dos conflitos inseridos, o rumo tomado pelo enredo e as devidas conclusões, é impossível não se encantar pelo clima parisiense e pelo romance que surge aos poucos. Nada é exagerado; a autora deu o tom certo a cada aspecto de sua obra para fazer dela envolvente e carismática, leve e divertida.

Onde Deixarei Meu Coração é uma boa pedida aos que possuem o espírito romântico e buscam por uma leitura gostosa e despretensiosa. Só é importante lembrar que o livro se destina ao público jovem adulto e que não traz profundas reflexões ou intensas emoções, mas cumpre muito bem seu papel como entretenimento.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2014/10/30/resenha-onde-deixarei-meu-coracao-sarra-manning/
Biju 13/11/2014minha estante
Muito amor por esse livro! Li depois de ver você falando sobre ele em um vídeo. Foi uma das leituras mais fofas do ano.




Jéss 11/07/2015

Aquele romancezinho açucarado de vez em quando.
Um dia eu acordei um pouco mais tarde e em cima do meu sofá tinha uma embalagem em papel madeira e quando eu abri, eu encontrei esse livro. Não sabia quem tinha me mandado ou porque, mas li o título e fiquei meio desacreditada.

Eu tinha acabado de terminar A Guerra dos Tronos e Extraordinário, então achei que algo romântico cairia muito bem para a hora e eu me surpreendi com o quão bem.

O livro é sobre Bea, uma garota de 17 anos que vive reclamando da sua vida chata e monótona e confesso que lendo as primeiras páginas, eu pensei: "Essa autora tem raiva dessa moça". Eu não lembrava de ter visto uma protagonista tão chata depois de Zoey Redbird, o que não vem ao caso. Continuei ainda duvidando do que eu tava lendo quando nos primeiros capítulos damos logo de cara com briguinhas fúteis adolescentes e toda aquela coisa de sempre, falsidade, intrigas e grupinhos de colégio.

Mas depois, sem perceber, eu estava presa à leitura, já era madrugada, eu tinha uma prova pela manhã e pensava: "Tá, só vou ler por mais 17 minutos". Aos poucos a Bea vai mudando, a atmosfera ao seu redor também vai mudando e é muito divertido acompanhar isso.

Vai ter mais briguinhas adolescentes e coisinhas fúteis no livro? Vai. Você vai com ele refletir sobre a vida, o universo e tudo mais? Não, não espere por isso. Nada surpreendente, muitas vezes até previsível, mas uma leitura muito gostosa pra as tardes de sábado. Um mocinho meio apaixonante, mas sem nada exagerado ou principesco, um romance talvez rápido e quem sabe algumas lágrimas.
comentários(0)comente



Jhosy 24/03/2015

Livro pra lá de fofo!
Eu gosto de livros em que os personagens se desenvolvem. Crescem. Mudam. E isso é evidente em Onde Deixarei meu coração.
Eu confesso que comprei Onde Deixarei meu Coração porque não resisti a essa capa linda.
Mas acabou que o livro acabou sendo uma surpresa boa, muito divertida e com um romance bem fofo *-*
Me lembrou um pouquinho de Anna e o Beijo Francês, mas somente por descrever Paris com muita perfeição.
Nossa jovem protagonista é fã de carteirinha de Amélie Poulain, música francesa da década de 60 (palmas pra ela ) e é sonhadora e romântica. Mas no decorrer da história ela vê em si muito mais do que isso, ela ousa mudar e acaba entendendo que amadurecimento muitas vezes vem acompanhado de coisas inesperadas.
O final do livro é uma gracinha e compensa alguns trechos meio cansativos do começo do livro.
comentários(0)comente



Mariana Mortani 28/11/2014

"Este ano eu aprendi que a vida não tem esses finais bonitos e arrumadinhos que você pode embrulhar com um laço. É mais bagunçado que isso."

Onde Deixarei Meu Coração nos apresenta Bea, uma menina que considera a si própria chata e careta. Ela não é nada popular no colégio, não curte festas ou baladas e tem apenas uma amiga; pelo menos até o dia em que elas brigam e se afastam por muito tempo. Sua melhor amiga acaba se tornando parte do grupo das garotas populares, mas chama Bea para fazer parte dele também. Bea, no inicio, acha bem estranho já que, antigamente, as garotas a desprezavam, porém mal sabe ela que existem segundas e terceiras intenções por traz desse interesse todo.

Depois de passar algum tempo sendo "amiga" das populares e se iludindo com isso, elas a convidam para passar as férias em Málaga, na Espanha. Existe um motivo, que está ligado essa viagem, para que as garotas se aproximassem dela e é péssimo ver que o que você imaginava era verdade, e ainda pior ver como Bea se iludiu com a amizade delas, mas ela resolve aproveitar que já cometeu um erro mesmo e pegar um trem para Paris. Mas se você está pensando que a decisão é graças ao desejo de uma garota que sempre quis conhecer a cidade do amor está enganado. Mais do que conhecer a cidade luz, Bea quer conhecer seu pai.

"[...] romance parece estar tão fora de moda quanto usar vestidos da Primark."

A amizade que Bea ganhará em sua jornada por Paris é linda. Ela conhece alguns garotos (e não falarei mais do que isso!) e encontra nelas todo o apoio que ela nunca teve no colégio ou em casa, mas tenho que admitir que ela me tirou do sério no inicio do livro. Como você confia em pessoas que te maltrataram durante tanto tempo achando que, de um dia para o outro, elas mudaram em relação a você? Bea é uma personagem muito inocente, mas a autora não faz isso por acaso. A mãe de Bea engravidou quando tinha 17 anos e esse é seu maior medo em relação a filha. A superproteção da mãe a tornou uma menina tímida demais e isso acaba fazendo com que ela tenha medo de se relacionar com as pessoas e sempre está cercada de dúvidas.

A narrativa de Sarra Manning é bem fluida e, mesmo que a personagem não tenha me agradado tanto, consegui ler o livro bem rápido. Eu entendo que a autora quis abordar temas como insegurança e confiança, mas, não sei, a personagem simplesmente não me agradou. De qualquer forma, a escrita da autora traz diálogo suaves, situações inusitadas e com certeza muita gente vai apreciar a leitura por completo.

[...] Leia a resenha completa: http://www.magialiteraria.net/2014/11/resenha-onde-deixarei-meu-coracao-sarra.html

Onde Deixarei Meu Coração é um livro que fala sobre amadurecimento e confiança. Bea precisará passar por momentos difíceis para, enfim, crescer e escolher seu caminho. A leitura leve e o enredo envolvente farão os leitores torcerem pela personagem até o final e, quem sabe, vibrar com o mesmo.
comentários(0)comente



Ceile 17/12/2014

Meu coração merecia algo melhor =P
Muitas vezes tenho expectativas altíssimas para uma leitura e, mesmo que acabe me decepcionando, sei reconhecer o quanto o livro é interessante e consigo destacar vários pontos positivos, então sei reconhecer que o problema foi meu. Outras vezes, o próprio livro não ajuda e aí, amigo, fica difícil defender. Infelizmente, é o caso aqui. Onde deixarei meu coração tem um enredo bem atraente: adolescente buscando se encontrar, amigas nem tão amigas assim, uma galera mais velha, um cara fofo e, o principal, Paris. Independente da minha opinião, se você vomita arco-íris ao se deparar com a cidade das luzes, já aconselho a pegar o livro e devorar, porque nessa parte ele manda bem. Mas agora deixe-me falar porque não funcionou pra mim.

Eu não consegui enxergar a personalidade da protagonista e até entendo que, de início essa seja a intenção, mas as coisas que ela faz (e as atitudes que não toma) são dignas de revirar os olhos continuamente. Eu cheguei a perguntar para dois amigos que leram se ela mudava em algum momento, porque, GENTE, não é possível alguém ser tão permissiva assim, tão tolerante e tão cega! Como você tem um grupo de amigas e simplesmente as larga de lado para andar com outras pessoas que você não gosta/não vai com a cara sem ter ninguém com uma faca no seu pescoço? Sério, só isso justificaria o fato da Bea abrir mão do seu grupo para ficar com um que claramente não dá a mínima para ela e onde ela nitidamente não se encaixa. A personalidade (ou a falta dela) me irritou demais e acho que foi o principal motivo para me deixar tão desmotivada com a leitura - e mal conseguir aproveitar os momentos seguintes.

"Às vezes parece que a minha vida toda foi só esperar. Esperei pelo meu pai, e isso não acabou muito bem. Esperei para me apaixonar e ser a garota que sempre quis ser, e essa garota não espera que a vida aconteça, ela a faz acontecer."

Sinceramente, não sei como funciona a questão de ir para um país ao outro de trem na Europa, mas fiquei assustada com a facilidade que Bea tinha de ir pra lá e pra cá, entrar em hotéis e fazer seus passeios noturnos, assim como se ver perdida e se juntar a um grupo de estranhos (por mais que parecessem - e fossem - legais). Talvez minha caretice tenha me atrapalhado nesse momento, mas eu não parava de falar mentalmente "ok, é só um livro" e é muito chato quando você tem que lembrar disso, porque o sucesso da autora seria fazer seu leitor esquecer que aquilo é um livro. Confuso, mas acho que vocês me entendem, né? A relação familiar é trabalhada de forma legal, mesmo que eu tenha - novamente - revirado os olhos com a naturalidade que eles lidavam com certas coisas, mas faziam uma tempestade com outras bem mais simples.

O romance é um dos acertos pela forma que foi abordada. Tudo com muita calma e naturalidade, dando a dose de verossimilhança que o livro pedia (urgentemente). Em certos momentos, a diferença de idade deles parecia muito maior do que de fato era (apenas três anos), porque a protagonista não colaborava (meu Deus, será que em algum momento ela não me irritou?) e parecia estar no auge dos seus treze anos. Em outros, nos momentos mais íntimos, ela voltava para seus dezessete e as coisas fofas aconteciam e eu acabava sorrindo feito boba. Tenho um fraco por cartas e foi nesse momento que fiquei convencida do pseudo-casal - tive esperanças que realmente pudesse dar certo seja lá qual final eles tivessem. Foi como a afirmação que aquilo era real.

Acredito que a autora poderia ter organizado melhor seu romance - com o mesmo plot - e aí sim, eu amaria, pois os elementos que gosto estão lá, só não foram bem estruturados. A tradução também me deixou com pé atrás (pelo menos eu imagino que seja problema da tradução), pois muitas palavras poderiam ser substituídas por outras mais comuns de forma a não quebrar a fluidez do texto, assim como a tradução do Underground para subterrâneo quando a protagonista estava falando do metrô. Acontece que ela é inglesa e conversava com um americano, então eles tinham uma mesma coisa (o metrô), mas com palavras diferentes (nos Estados Unidos é subway, enquanto na Inglaterra é underground). Aqui, uma notinha de rodapé daria conta de explicar porque a ênfase da Bea nesta palavra. Foi bem estranho ler "vamos pegar o subterrâneo" etc, enquanto eles estavam falando do já conhecido metrô. A expressão "voz cheia de lágrimas" também soou estranha pra mim (e pra vocês?).

Toda a ambientação do livro é muito bem feita, é possível visualizar mentalmente tudo que ela descreve e isso não pode ser menos do que fantástico, né? Ler esse livro é realmente viajar, mesmo que, para mim, a viagem tenha sido bem cansativa. Ainda tenho o livro Os Adoráveis da Sarra Manning e não desisti da autora, pelo contrário, quero muito lê-lo para ver se foi apenas um dessincronização da história de Onde deixarei meu coração com o meu atual momento literário.

site: www.estejali.com
comentários(0)comente



@EqualizeLeitura 30/11/2014

[RESENHA] Onde Deixarei Meu Coração
O que eu mais gosto em livros como Onde Deixarei Meu Coração é quando o autor tem a sensibilidade de trazer para o mundo real e não fica criando fantasias em uma história que não é, obviamente, de fantasia. Tudo que acontece no livro tem todas as possibilidades do mundo de realmente acontecer e é isso que faz com que se torne ainda mais verdadeiro.

Bea tem 17 anos. É apaixonada pela França, culinária, literatura e tudo que envolver fran e cês. Isso tudo porque seu pai - que ela não conhece - é do país da cidade da luz. Ela é uma boa filha e estudante e nas horas vagas cuida dos irmãos gêmeos. Com uma mãe superprotetora, não sai para festas e não pode namorar. Ela não se acha atraente ou engraçada e nunca saiu da linha ou deu motivos para a mãe desconfiar.

Porém, sua vida começa a mudar quando Ruby - a menina mais descolada e popular da escola - a convida para frequentar o seu próprio grupo pessoal, onde estão todas as meninas mais bonitas, invejadas e que todos gostariam de ser amigos: Chloe, Emma e Ayesha. Ruby e seu bando é exatamente tudo que Bea não é e perceber que elas a querem próxima faz com que ela comece a ver sua vida sob outra perspectiva: e é atraente, muito atraente. Apesar de acreditar que essa nova fase pode ser divertida, Bea não consegue se transformar totalmente em uma das suas novas amigas: sair e beber muito, ser antipática com as pessoas, excluir os marginalizados, beijar qualquer garoto.

Não quero beijar garotos estranhos em quartos estranhos - discursei. - Eu quero romance. Quero ser louca por um garoto e que ele seja louco por mim também, assim, mesmo que a gente acabe cometendo um erro, ele não me abandone num piscar de olhos.


O que muda totalmente é quando é convidada para passar as férias em Málaga em com companhia das novas amigas. Poderia ser dias lindos e perfeitos na praia na Espanha, mas Bea percebe realmente que essas meninas nunca gostaram dela, que tudo que antecedeu a viagem foi apenas uma artimanha para que todas pudessem viajar e que iriam fazer a vida dela um inferno. Ou seja: caos total. Não suportando ser humilhada, Bea resolve abandonar tudo e, invés de voltar para casa, compra uma passagem para França, já que essa é a oportunidade perfeita de encontrar finalmente o pai que ela sempre quis conhecer. Ela não esperava, porém, que nessa mudança de roteiro fosse conhecer Erin, Bridge, Michael, Aaron, Jess e Toph, seis universitários americanos que estão fazendo mochilão pela Europa (guardem na memória o nome do Toph porque ele é importante!). E quando menos se espera, é quando realmente se encontra amigos.

Bea vai ter que lidar com pessoas mais velhas, quando se acha a adolescente mais sem graça do mundo, lidar com o fato de estar em outro país que não o que a sua mãe tem conhecimento para procurar pelo pai desaparecido e ter a oportunidade de vivenciar e aprender tudo que sempre quis, mas que nunca teve oportunidade. É o momento único da vida que ela não tem intenção de deixar passar.


Como eu já falei, o livro me conquistou pelas doses de realidade em suas palavras. Sarra não tentou em nenhum momento trazer situações mirabolantes ou inimagináveis, pelo contrário, é tão comum tudo que é descrito pela Bea - principalmente para tentar chegar até a França - que só traz mais veracidade aos fatos. As suas aventuras por Paris com os garotos americanos são de fazer rir, pois a Bea tem um senso de humor bem divertido com relação a tudo, inclusive a si própria.

O fato de ter que lidar com situações atípicas em um país diferente, relacionamentos, angústias, paixões, descobrimento próprio mostra amadurecimento por parte da personagem principal e é possível acompanhar seu crescimento de uma Bea sem graça que saiu da casa da mãe em direção à Espanha para uma totalmente diferente e que ela própria pensou nunca existir, e que torna fácil você gostar porque ter uma personalidade bastante cativante.

Quanto aos personagens: eles são reais, todos eles. Dividindo os personagens em antes da viagem à Espanha: é tão estranho você ler personagens que tenham a personalidade da Ruby que foi um pouco incômodo; primeiramente porque eu apenas me afasto de pessoas como ela; segundo que como isso acontece, eu me sentia como se ela estivesse lendo o livro comigo e foi estranho. O pior é saber que realmente existem este tipo de pessoa no mundo. As avós são fofas e divertidas

site: http://www.equalizedaleitura.com.br/2014/11/resenha-onde-deixarei-meu-coracao.html
comentários(0)comente



Ana 27/03/2015

Mais uma versão de romance em Paris
A autora procura o tempo inteiro não cair nos clichês de romance-de-férias-juvenil-parisiense, porém o enredo da estória é um romance-de-férias-juvenil-parisiense de fato, tornando os tais clichês inevitáveis. Mesmo assim, as variações, falas e próprios comentários da personagem principal trazendo a cena clichê de um jeito mais cômico funcionou, em minha opinião. Isso ocorre pelo fato de a própria Bea (protagonista da narrativa) ser uma adolescente meio clichê e meio cômica. No geral, fiquei satisfeita, e o final chega a ser interessante pois não é tão óbvio e pode ser decepcionante pra alguns, de qualquer forma, Bea conseguiu o seu caso-parisiense-de-férias como sempre sonhou, assim como seu primeiro beijo. Imagino que poderia ter uma continuação, mas se acabar assim está bom.
comentários(0)comente



Juliana 08/03/2016

Esperava bem mais...
Este é o primeiro livro da Sarra Manning que leio. O título do livro e a capa por si só tinham me despertado o interesse em conhecer a história, depois de ler a sinopse de Onde Deixarei Coração eu decidi que precisava ler este livro.

A história não me cativou logo de cara, somente a partir da página 98 que a história começou a despertar meu interesse... tiveram altos e baixos, a história se tornou cansativa em alguns momentos... mas é um livro muito fofo mesmo com os dramas familiares, a autora soube dosar os temas abordados de uma maneira que parecia que você estava assistindo a um filme 'água com açúcar' desses estilos da Sessão da Tarde.

Algumas coisas que eu gostei na história foram as citações de livros, filmes e músicas francesas que valem a pena conferir! ;)

"Foi como se tivesse acordado de um sono profundo e eu vi o mundo de uma nova maneira. Que eu não precisava mais sonhar porque a vida que eu estava vivendo era melhor que qualquer coisa que pudesse inventar. E essa vida tinha você nela, Toph."
comentários(0)comente



Vitória 05/03/2015

Nada comum.
Onde Deixarei Meu Coração é o tipo de livro que no início não prende o leitor. Tive que dar várias chances a autora, para conseguir terminá-lo. Porém, quando se pega o jeito e chega a uma certa parte da história, você não quer mais parar!
Não direi que foi o livro mais envolvente que já li, porque estaria mentindo. Além disso, criei muitas expectativas sobre ele é bem todas valeram a pena, era totalmente diferente do que eu imaginara.
A capa está simplesmente perfeita, encanta qualquer um dos últimos românticos, a sinopse mostra ser um daqueles tipos ideias de livros água com açúcar, mas, a escrita não é das melhores.
As personagens têm muita personalidade, a autora sobre realmente construí-las, mas, a protagonista pode ser um pouco chata no início, daquele tipo de coitadinha sem graça.
Mas é um livro muito bom, apenas um pouco cansativo, mas ao término, senti que valeu a pena.
comentários(0)comente



Malucas Por Romances 03/03/2015

Onde Deixarei Meu Coração é o típico romance sessão da tarde, que te prende, que é lindo e fofo. A maioria do livro se passa em Paris, se você gosta de livros que fale sobre Paris esse é o livro.
Com personagens bem construídos se sentimos dentro da história. Todos que aparecerem no livro tem sua história, não é "perdido" no meio da história. Pior coisa é a autora deixar de lado um personagem sem explicar por que sumiu ou ser vaga ,amei isso no livro.

[...]

Leia mais no blog

site: http://malucaspor-romances.blogspot.com.br/2015/01/resenha-onde-deixarei-meu-coracao_30.html
comentários(0)comente



Je Fachini 22/06/2015

Como Anna e o beijo francês
Bea é o tipo de menina exemplo, não discute, faz as tarefas, cuida dos irmãos gêmeos mais novos. O mais importante, não vai a festas e nunca beijou ninguém.
Sua mãe não pode reclamar. Super protetora engravidou aos 17 anos, o pai fugiu e a deixou pra criar a criança sozinha, então ela faz de tudo para que Bea não cometa os mesmos erros que ela e vem fazendo isso muito bem.
As coisas mudam quando Ruby e suas seguidoras incluindo Aeysha sua ex-amiga convidam Bea pra passar o intervalo com elas. É claro que Bea não acha normal inclusive nem sabe se aceita o comportamento estranho delas. Mas quem nunca quis se sentir notada quando é na verdade um zé ninguém.
Bea se sente assim apesar de todas serem meio rudes às vezes, aceita viajar para Malaga um lugar na Espanha com as meninas. Chegando lá as coisas se revelam como realmente são, Ruby e as garotas começam a ser cruéis com Bea e longe de casa ela não sabe muito bem o que fazer. Só que pra tudo tem um limite.
Obcecada por saber quem é seu pai, ela apenas sabe que ele mora em Paris - a única coisa que sua mãe contou sobre ele, - Bea decide então pegar um trem para lá, mas não sabe como irá encontra-lo.
Só que o destino tem seus próprios planos, Bea acaba dormindo no trem e vai parar em uma cidade estranha, lá ela encontra um grupo de mochileiros universitários que de imediato a adotam. Entre eles está Toph um cara fofo que desperta em Bea coisas que nenhuma de suas paixonites fez. Nada é fácil. Todos decidem que vão para Paris com a garota só que com algumas paradas a mais. O que ninguém sabe é o que pode acontecer.
A garotinha que saiu da Inglaterra não é mais a mesma, de enfrentar Ruby á ir a boates e dançar loucamente, além se apaixonar por um universitário, Bea não espera que vai acabar se conhecendo e se apaixonando por um lugar que não é a sua casa, que iria enfrentar a fúria de sua mãe e até bater algumas portas. Porém que há uma verdade que talvez ela não aguente e isso pode mudar tudo.
comentários(0)comente



47 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4