A Espada do Verão

A Espada do Verão Rick Riordan




Resenhas - A Espada do Verão


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Pipoca Nerd 07/10/2019

Resenha do livro A Espada do Verão (Magnus Chase e os Deuses de Asgard) de Rick Riordan
O livro A Espada do verão é o primeiro livro da série Magnus Chase que fora lançado pela Editora Intrínseca. Riordan já conquistou o mundo quando escreveu a série Percy Jackson & os Olimpianos e agora está pronto para impressionar com Magnus Chase.

O livro é um mergulho na mitologia nórdica com os personagens famosos Odin, Thor, Loki, Frey de um jeito bem mais interessante.

Magnus é um garoto órfão de 17 anos que é morador de rua em Boston. A mãe de Magnus faleceu alguns anos antes e ele nunca soube quem era seu pai. Com a morte precoce da mãe, Magnus fora obrigado a vagar pelas ruas de Boston, sempre fugindo da polícia ou do serviço social, vivendo um dia de cada vez com todos os perigos e dificuldades que um jovem morador de rua pode suportar.

A família de Magnus é abastada, precipuamente seu Tio Randolph, todavia sua mãe sempre o alertou a manter distância da família. Sem o auxílio da família, só restou o convívio com Blitz e Hearth que eram moradores de rua também.

De repente, não mais que de repente, Magnus fora procurado por um tio e sua prima Annabeth. Ao se esquivar da família, Magnus foi até a casa de seu tio Randolph que acabou revelando que Magnus era filho do deus Frey e que corria grande perigo, pois estava sendo perseguido por Surt. Magnus descobriu que as lendas vikings são reais e que os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra.

Na mitologia nórdica e nas crenças pagãs, como na religião Ásatrú, Frey, Frej, Freyr ou Freir é um deus representado como belo e forte. É a divindade da paz e prosperidade, das boas colheitas e da agricultura, dos casamentos e da fertilidade, da alegria e paz. É filho do deus Njord e irmão gémeo da deusa Freya, e está casado com a gigante Gerda. Fonte: Wikipédia.

Magnus encontrou a espada de verão que pertencera a seu pai e lutou com Surt. Durante a batalha, Magnus fora gravemente ferido e morreu.

Calma pessoal.

Quando você é filho de um deus e morre de forma heroica, uma valquíria te leva para Valhala que é tipo um Hotel cinco estrelas ou se preferir um campo de treinamento. Todos os enviados são instados a treinar para o grande Ragnarok (Juízo Final).

Será que Magnus vai ficar ad aeternum em Valhala treinando e esperando a grande batalha de Ragnarok ou será que Magnus vai fazer suas próprias escolhas e mudará o seu próprio destino?

{…} A questão do destino, Magnus é a seguinte: mesmo que não possamos mudar o cenário, nossas escolhas podem alterar os detalhes. É assim que nos rebelamos contra o destino, como deixamos nossa marca. Que escolha você vai fazer?

O livro foi uma grande surpresa, pois além dos filmes da Marvel com Thor e Loki e os filhos do Eike Batista que foram batizados com nomes inspirados nos deuses nórdicos (Olin e Thor), eu nada sabia a respeito da mitologia nórdica.

Riordan explorou um assunto que é pouco utilizado na literatura juvenil, a mitologia nórdica, e trouxe um universo muito mais amplo do que o que é apresentado pela Marvel.

O texto do personagem do Magnus é sarcástico e bem humorado e Riordan passeia entre o presente e o passado com maestria e mal podemos esperar para ver Magnus nas telonas.

site: http://pipocanerd.com/livros/resenha-do-livro-espada-do-verao-magnus-chase-e-os-deuses-de-asgard-de-rick-riordan/
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Maicon 23/07/2019

Ótimo
Rick Riordan impressionando sempre com seus livros magníficos
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Rafa Mendes 11/06/2019

Apenas impressões
O começo foi meio chato, pensei até em desistir, mas continuei e o do meio pro final o livro ficou muito interessante, talvez porque eu fui ler pensando que o Magnus era um personagem bem sombrio como o Nico DiAngelo, mas na verdade não, apesar de ter sofrido muitas perdas, ele é um cara esperançoso e lembra um pouco o Percy, os outros companheiros dele também ganharam meu respeito e tudo se desenrolou de uma maneira que só o Rick poderia fazer, lerei a continuação. ?
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@blogmistoquente 17/03/2019

@blogmistoquente
Abram caminho pra mais um livraço aço aço do querido tio Rick. Pra falar a verdade eu sou meio suspeita pra falar dos livros dele ou de qualquer coisa relacionada as mitologias da vida. Porém, eu não estava levando muita fé nesse livro não, pois não achava que era possível deuses nórdicos com os dias atuais. Agora eu sei o quão bobinha eu fui de pensar assim.

A Espada do Verão é o primeiro livro (de 03) da série Magnus Chase e os Deuses de Asgard e conta a história de Magnus, um adolescente que após a morte de sua mãe acabou virando morador de rua e, no seu aniversário de 16 anos descobre que é filho de um dos deuses nórdicos mais poderosos, Frey. O livro começa com a morte do próprio Magnus em uma batalha contra um gigante do fogo, se tornando um Einherjar, que nada mais é do que um guerreiro morto que foi recolhido após a morte por uma Valquíria e escolhido para ser um Guerreiro de Odin destinado a lutar ao seu lado no fim do mundo.

Magnus encontra a espada de seu pai e a reivindica para si como também todos os poderes que nela possui. Em Valhala ele faz grandes amigos que o ajudam na principal missão do livro: reforçar as amarras do Lobo Fenrir, deter Surt (o maior gigante do fogo) e adiar o Ragnarock (fim do mundo).

Um livro de tirar o fôlego, com aventuras atrás de aventuras, que mostra o verdadeiro valor da amizade e a resiliência.

Não é necessário ler as séries anteriores de Rick Riordan para entendê-lo, a única semelhança que ambos possuem é o fato de Magnus ser primo de Annabeth Chase (a filha de Atena de Os Heróis do Olimpo). E, pra quem não entende muito de mitologia nórdica, as últimas páginas do livro são bem explicativas contendo glossário e explicação das runas (peças utilizadas para magia).

O livro é bem grandinho, possui 448 páginas e a capa é em alto relevo com um leve brilho. Uma semelhança que não é coincidência é o fato de Magnus ser idêntico ao Kurt Cobain, detalhe relatado pelo próprio autor em um dos capítulos da obra.

Um excelente livro que recomendo a todos. Já comecei a leitura da continuação da série, o livro chamado "O Martelo de Thor" e espero em breve trazer a resenha dele também pra vocês.

site: https://www.blogmistoquente.com
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Nick 22/02/2019

Gostei mas nem tanto.
Não dá pra dizer que Rick Riordan mudou a fórmula, muito pelo contrário, a fórmula é a mesma se utilizando de uma fonte diferente, dessa vez a mitologia nórdica. A Espada do Verão é um bom livro mas não me prendeu como nenhum outro da saga do Percy Jackson e dos Heróis do Olimpo, vide o tempo que demorei para lê-lo. Querendo ou não esse é um bom termômetro. Talvez isso se explique pelo fato das mitologias gregas e romanas serem mais conhecidas por aqui, ou pelo fato de gostar mais de Percy e seus amigos. Fato é que me peguei várias vezes ansiando por mais aparições da Annabeth e também fiquei bastante decepcionado por não participar da conversa das revelações do Magnus e da prima. Deve ter sido incrível: "Eu sou filho de Frey", "Ah, é? Eu sou filha de Atena"... Pena que o autor não nos deu esse presente.
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Mayara 07/02/2019

Legal!
Uma aventura cheia de fantasia e coisas inusitadas! Rick Riordan traz uma jovialidade em sua escrita utilizando gírias e trocadilhos muito atuais que acabam nos envolvendo com a historia de modo a pertencermos à ela.
Adorei
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Ju 06/02/2019

Simplesmente Incrível
O primeiro livro da série sobre a mitologia nórdica vem cheio de humor, o que me agrada bastante.
A Espada do Verão é aquele tipo de livro no qual você se sente totalmente envolvido na história (pelo menos eu me senti), você sofre, fica feliz, ansioso e desesperado junto com os personagens.
As obras do maravilhoso Rick Riordan sempre me levam a outros lugares, tempos e situações nunca imaginadas por mim e essa não poderia ser diferente ainda mais quando se trata de viajem aos nove mundos nórdicos.
O livro traz uma linguagem leve, fácil e descontraída o que torna a leitura mais interessante em meu ponto de vista, além de personagens cativantes.
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Ray @sonhodebiblioteca 21/01/2019

Tio Rick sempre me surpreende!
A Espada do Verão - Rick Riordan | @intrinseca | 5/5

Nada foi fácil para Magnus Chase , cresceu só com sua mãe em meio a conflitos de família, que os obrigavam a ser sozinhos, então quando sua mãe morre tudo piora, mas ele se sai bem, se vira ao viver nas ruas de Boston, sobrevivendo com tudo que sua mãe ensinou e com dois amigos, Hearth e Blitz que mais parecem uma mãe e um pai. Quando eu disse que tudo piora é que ele está sendo procurado, pela policia, assistentes sociais, e agora por seu tio e sua prima Annabeth ( alguma lâmpada ai se acendeu?), mas isso dois anos depois da morte da sua mãe, oque o deixa curioso a ponto de ir procurar tio Randolph, um cara que sua mãe o mandou ter distância, como a entrada sorrateira de Magnus da errado, seu tio conta que ele é filho de um deus nórdico e corre risco de morrer.

Em meio a uma guerra, com deuses, trolls, gigantes e outros monstros horripilantes sobrou pro Magnus, que vai ter que lutar e ir em uma longa jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos para evitar o fim do mundo.

Gostei muito muito de adentrar no mundo dos vikings, deuses nórdicos, saber um pouquinho mais sobre Loki e Thor, e claro muitos outros que eu não sabia.

Tio Rick é muito criativo, o mundo que ele criou em a espada de verão é magnífico, enorme , e se encaixa com os outros mundos, Magnus não é nada menos que primo de Annabeth, pensa em alguém que surtou kkk então esse livro foi mais um amado.

Falando sobre o livro mesmo, eu até chorei com a historia do Magnus, porque as coisas não foram mesmo fáceis pra ele, então perder a mãe, depois descobrir que tem um pai deus nórdico mas não saber quem é. ele descobre depois em um lugar como o acampamento meio sangue, Valhala um hotel gigante, mas só vai só vai pra lá quem tem uma morte honrosa, escolhidos por valquirias, quem escolhe Magnus é a Samirah Al-Abbas, que é ai que entra a frase:

”Às vezes, é necessário morrer para começar uma nova vida…”

Tio Rick sempre surpreende, ele não faz um mundo "fechado" incluiu tudo, assim criando um personagem deficiente auditivo, entendido por linguagens de sinais, e Samirah descendente de árabes.

site: https://www.instagram.com/sonhodebiblioteca/
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Biáh (elfsouls) 12/01/2019

O rei da ficção mitológica
O que esperar de mais uma série do Rick Riordan? Magnus Chase, com toda certeza, é o tipo de série que você precisa ler. Tem os momentos de aflição, de riso, de raiva e de desespero. Tudo misturado e muito mais. Sempre fica aquele gostinho de quero mais.
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Milena 05/12/2018

Mais um Rick Riordan para a estante
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
03:09

Mais livros do Rick Riordan? Nenhuma novidade por aqui. Agora eu vim falar da trilogia Magnus Chase e os Deuses de Asgard, uma nova história que iniciei na semana passada. Já aclamado pelas séries Percy Jackson e Os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo, que abordam as mitologias grega/romana, além de As Crônicas dos Kane, que nos traz a mitologia egípcia, Rick Riordan nos mostra a mitologia nórdica em Magnus Chase. Magnus é um semideus também, mas até seus 16 anos não fazia a mínima ideia disso. Quando ele descobre... bom, digamos que as coisas já estão saindo do controle. Entre assimilar que os deuses nórdicos realmente existem (e ele é filho de um deles), fazer novas amizades e descobrir um pouco mais sobre seus antigos companheiros e ainda tentar entender o que ocorrera com sua mãe, anos antes, Magnus passa por uma série de aventuras em sua perigosa missão.
Bom, esse foi o primeiro livro que eu li da trilogia e, embora saiba que dificilmente algo vá superar Percy Jackson, fiquei muito contente em constatar que a história é muito boa e não deixa nada a dever à série grega. Adoro o tom bem-humorado com o qual Rick Riordan escreve e como ele eleva a literatura infanto-juvenil. Tipo, eu já li uns 14 livros desse cara e quem consegue prender tanto um leitor assim merece todo o meu respeito. Pretendo terminar a trilogia nessas férias e aí direi mais do que eu achar. Por enquanto, estou muito ansiosa pelos próximos livros.
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Biahhy 12/07/2018

Primeiro livro de uma trilogia que promete ser incrível!
O autor Rick Riordan já é mundialmente conhecido pelas suas serias como Percy Jackson, Os heróis do Olimpo, as cronicas dos Kane a agora pela trilogia do Magnus Chase e os deuses de Asgard explorando a mitologia nórdica dessa vez.





Como eu nunca tinha lido nada do autor, não sabia o que esperar, nem comentários do livro quis ouvir porque queria ter essa experiencia de ler sem saber de nada e tirar minhas próprias conclusões, que não poderia ter sido melhores.



O livro já começa em um ritmo e com uma escrita que conquista o leitor, traz o leitor para o universo do livro, a se colocar no lugar dos personagens, simpatizar e adorar os personagens e com isso não querer largar o livro. Aos poucos vamos tendo capítulos mais descritivos outros mais parados, alguns inesperáveis, outros com relação, personagens novos aparecem, e a todo momento vamos nos conectando mais com a historia e com Magnus.





De maneira geral a historia pela sinopse parece ser muito simples, Magnus filho de Natalie teve uma vida difícil depois da morte da mãe, tao difícil que a alguns anos vive nas ruas, fez amizades na rua e sabe se virar com o que virá, não tem muitas lembranças dos familiares, apesar de ter algumas lembranças do passado que o arrepia.



Ate o dia que ele reencontra esse tio que sua mãe não gostava muito e queria se manter afastado dele, depois desse encontro muitas coisas mais estranhas ainda do que se pode imaginar acontece na vida de Magnus, ele começa descobrir alguns podres da família, segredos do passado, uma ligação com um deus nórdico, com os deuses de Asgard e todo esse mundo nórdico.





Com isso Magnus se descobre de uma hora para outra em uma missão poderosa para evitar coisas malignas que estão vindo a acontecer, com a missão e a jornada de atrasar o Ragnarok, encontrar a espada do verão, enfrentar Surt e um lobo macabro e feroz como muitos descrevem.









Com o decorrer do livro conhecemos mais a historia do Magnus, seu passado, dos amigos que vem a fazer no meio do caminho e sim o leitor embarca completamente nessa jornada nova criada de maneira mais incrível pelo autor Rick Riordan. Se eu tivesse que dizer um ponto de negativo do livro confesso que acharia bem difícil já que gostei tanto da leitura, dos personagens e principalmente do livro do começo ao fim.







É sem duvida uma leitura divertida, diferente de outras que eu já realizei e o primeiro livro de uma trilogia que não vejo a hora de ler.
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Fernanda @bookloverbrasil 24/06/2018

Comentários sobre A Espada de Verão
O que achei de... #AEspadadoVerão
ℹ O início da trilogia sobre mitologia nórdica do Rick Riordan vem com toda uma gama de aventura e magia novas. Como sempre, ele nos presenteia com personagens únicos que vão enfrentar descobertas que têm muito a nos ensinar.
✔ EDIÇÃO: Seguindo o padrão dos livros do autor, a Intrinseca faz um ótimo trabalho de diagramação, tradução (adaptar gírias pro português brasileiro sem descaracterizar a ambientação que não é daqui) e revisão, como de praxe. Eu adoro que mantenham as artes originais, e a tradução quase sempre literal dos títulos.
✔ ESCRITA: Rick Riordan é meu autor favorito por mais de um motivo, e esse é um deles. Escrita fluida, fácil, leve, mas com vocabulário padrão levando para um nível mais acima, sem deixar de lado as gírias, afinal, seus protagonistas são sempre jovens. A maneira como ele espalha informações históricas, linguísticas e geográficas ao longo do enredo, me alimentando com informações de conhecimento de mundo faz minha mente ávida suspirar de satisfação.
✔ ENREDO: A fórmula de trazer os deuses no mundo antigo para os dias atuais não falha. Esse primeiro livro segue o padrão dos anteriores, o que particularmente não me incomoda, porque cada enredo tem suas peculiaridades: personagens, cenários, aventuras, mas apesar disso, tenho que concordar que esse não é nada surpreendente, o que contribuiu pra essa nota mais baixa em relação aos livros dele.
✔ PERSONAGENS: Magnus Chase é um trunfo do Rick. Consigo separá-lo perfeitamente da personalidade do Percy. Magnus é ultra-hiper-mega sarcástico, de um jeito ácido e crítico, e eu amo ele por isso. A percepção dele do mundo já é prejudicada pelo passado, a condição de sem-teto contribui pra ele seja sempre cauteloso e alerta. Sobre os outros personagens, nenhum me cativou como ele. Depois de ter escrito tanta gente, é meio difícil criar algo original, e até a amizade me pareceu meio copiada, mas ainda assim válida.
✅ +: A classificação vale por todas as gargalhadas que eu dei, como em todos os livros do Riordan. A apresentação da mitologia nórdica ficou maravilhosa, e eu realmente adorei o Magnus, mas a aventura em si não tem nada de especial.

site: https://www.instagram.com/p/BkYF6BznB9J/?hl=pt-br&taken-by=bookloverbrasil
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Marcus Cardoso 18/06/2018

Divertido
Adoro mitologias. E os livros do Rick dão um tom divertido em uma releitura destes personagens.
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Priscila 22/05/2018

É!
A capa do livro está a coisa mais linda. O trabalho de diagramação está perfeito assim como a tipografia utilizada para a mesma.

O livro traz a história de Magnus Chase. Um garoto de dezessete anos que irá ter uma morte prematura. Sim, ele more (e não venham me dizer que é spoiler por que não é..rs). Mas como ele more?? Em uma “batalha” com um Lorde do Fogo. Surt é seu nome. Mas vou contar ele se meteu nessa encrenca. 

Magnus mora nas ruas com dois amigos, Blitz e Hearth. Ele foi morar nas ruas após a morte brutal de sua mãe. Algo que ele nunca esquecerá. Mas ele mal sabe quem são seus amigos de verdade. Magnus é descendente dos Vikings, história que ele não acredita muito. E em um determinado dia, enquanto andava pelas ruas de Boston, ele se viu na frente de um casarão enorme. Um casarão que ele conhecia muito bem. Era a casa de seu tio Randolph. Tio esse que nunca se importou com ele e nem muito menos em procurá-lo nas ruas. 

Mas como estava dizendo: Magnus estava na frente da casa de seu tio e resolve entrar, por que estava com fome e também resolveu xeretar. Ele passou pela cozinha, onde se fartou de tanto comer e depois foi para o escritório de seu tio. E quando adentrou, ele teve uma memória de quando era pequeno. Ele brincava com sua prima, que construia o Pathernon com runas. E quem era a tal prima?? Anabeth Chase. Siiiiiiiimmmm, do Percy Jackson (ahahahaha). 

E enquanto estava mergulhado em suas memórias, ele foi surpreendido pelo tio, que de uma certa forma ficou muito feliz em vê-lo. Até por que, Magnus estava desaparecido a 3 anos. Mas pela expressão de seu tio, Magnus percebeu que algo estava errrado. Seu tio começou a falar que eles não tinham tempo, que estavam atraz dele e que eles teriam que sair dali. Nesse momento, Randolph puxa Magnus pelo braço e o leva para o carro, que estava indo em direção a uma ponte. 

E antes de entrar na ponte, seu tio para o carro e saí do mesmo. Magnus faz o mesmo. E debruçado na beira do rio, que passa por debaixo da ponte, Randolph explica mais ou menos o que estão fazendo ali. E uma das coisas que ele fala, é sobre o pai de Magnus, que é um Deus Nórdico. Mas não lhe fala quem é. Claro que Magnus, não acredita muito nisso mas, seu foco naquele momento era outro. 

Ele tinha que tirar uma espada do fundo do rio, e que só podia ser retirada por um descende de quem já tinha adquirido a espada. E ao se concentrar, a pedido de seu tio, Magnus consegue retirar a espada a tempo para enfrentar um louco que estava prestes a atacá-los. 

E assim ele conhece Surt, Lorde de Fogo. E a luta começa. Magnus tenta deter Surt, mas não sabe muito como fazer. E durante a luta, seus amigos Blitz e Hearth tentam ajudá-lo, mas meio que em vão, por que Surt é muito forte. E o máximo que seus amigos conseguiram, foi proteger as pessoas que passavam a sua volta. 

Mas quando Magnus luta frente a frente com Surt, as coisas não vão tão bem e acabando caindo no rio. Mas em poucos minutos de lucidez, Magnus vê alguém puxando ele. 

E é aí que toda a aventura começa. 

Confesso que quando fiquei sabendo que o autor lançaria essa série, fiquei extremamente empolgada, por que vinha novidade do meu autor favorito. E quando saiu o vídeo abaixo, fiquei mega histérica e contava os dias para que o lançamento de Magnus Chase chegasse.

Bom, quando comecei a ler estava tão empolgada e super positiva com a leitura, que mal podia me controlar. Mas conforme a leitura foi rolando, a empolgação foi diminuindo. Mas ainda me sentia muito atraída pela história que estava se desenrolando. E passei apenas a gostar do que estava lendo. 

Queria que entendessem que não detestei, eu até gostei mesmo. Magnus é extremamente engraçadinho, assim como Loki (sim, ele aparece). Mas eu esperava mais da história. Esperava algo mais intenso, assim como foi em O último olimpiano (resenha aqui) para mim. Mas não foi. 

A leitura foi super tranquila e me fez rir bastante. Gostei muito de todos os personagens, incluindo os Deuses como Thor, Loki e Odin (que fiquei com a imagem dos filmes) e dos outros deuses que não conhecia. E conhecer os Nove Mundos também me agradou muito. A história é bem “madura” e que te prende de uma tal forma, da qual não quer largar a leitura. E isso foi ótimo e também o ponto alto da minha avaliação. 

Por isso o motivo das quatros estrelas: a história me cativou muito, mas ao mesmo tempo senti que faltava algo a mais, com mais intensidade. Adorei as tiradas cômicas e também dos títulos engraçados. É um livro ótimo, e tenho que confessar que mal posso esperar o próximo livro. 

Recomendo, claro! 

site: http://bresenhando.blogspot.com.br
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