Grande Magia

Grande Magia Elizabeth Gilbert




Resenhas - Grande Magia


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Flávia 24/05/2019

Criatividade?
Sim o livro é de Elizabeth Gilbert, autora de ?Comer, Rezar e Amar?, mas não é um romance... e sim uma reflexão sobre o que é a criatividade... ponto importantíssimo na nossa vida. O fato é que muitos de nós a perdemos ao longo da mesma, seja por falta de estímulo ou por algum fracasso. Ou até mesmo por deixarmos o medo nos guiar, o que nos impede de sermos criativos.
Ela destaca pontos relevantes sobre ?O que é viver criativamente? ? de uma maneira despojada e fácil de entender, sem fórmulas, usando exemplos reais dela e de amigos, tornando a leitura incrível e de fácil assimilação.
Relata através de 7 pontos como a criatividade pode ou não aflorar:
?Coragem - Coragem de trazer a tona, jóias escondidas dentro de você.
?Encantamento - o processo criativo é puro encantamento, precisa de duas pessoas pra se tornar real.
?Permissão - você não precisa da permissão de ninguém para ser criativo.
?Persistência - você melhora no que pratica. Abandonar as fantasias de perfeição. Feito é melhor que perfeito. O sucesso depende de 3 fatores: talento, sorte e disciplina e o único que você pode mudar é tendo disciplina.
?Confiança - se é para viver uma vida de ilusões ( e é isso que fazemos) porque não pegar então uma ilusão útil? Tenha mais confiança em você.
?Divindade - Os tesouros escondidos em você, estão esperando que você diga sim!

Essa frase diz muito sobre o livro:

?Quando digo neste livro ?viver criativamente ?, entenda que não estou necessariamente falando de buscar uma vida que seja dedicada profissional ou exclusivamente as artes. Estou falando de viver uma vida mais motivada pela curiosidade do que pelo medo.? ???

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Biblioteca Álvaro Guerra 01/02/2019

Ao compartilhar histórias da própria vida, de amigos e das pessoas que sempre a inspiraram, Elizabeth Gilbert reflete sobre o que significa vida criativa. Segundo ela, ser criativo não é apenas se dedicar profissional ou exclusivamente às artes: uma vida criativa é aquela motivada pela curiosidade. Uma vida sem medo, um ato de coragem. A partir de uma perspectiva única, Grande Magia nos mostra como abraçar essa curiosidade e nos entregar àquilo que mais amamos. Escrever um livro, encontrar novas formas de lidar com as partes mais difíceis do trabalho, embarcar de vez em um sonho sempre adiado ou simplesmente acrescentar paixão à vida cotidiana. Com profunda empatia e generosidade, Elizabeth Gilbert oferece poderosos insights sobre a misteriosa natureza da inspiração.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788539007103
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Elaine Miranda 11/12/2018

Um bate papo encorajador
Embora alguns conceitos já tivesse lido em outros livros, "A Grande Magia" me proporcionou uma reflexão interessante acerca de empregar leveza na realização dos meus projetos. Uma leitura leve, quase um bate papo com a autora que te convida a se livrar do perfeccionismo e do medo que ele esconde, para dar lugar ao desprendimento e a criatividade, como forma de fluir seu processo criativo.
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Jen. 29/11/2018

Como amar a arte dentro de ti
Este livro ouso dizer que deu uma salvada na minha autoestima de artista. Uma amiga de comunidade de arte me indicou esse livro quando tava meio desanimada e ao terminar de le-lo, me sinto muito diferente sobre o que é produzir arte pro mundo de hoje, ser compreendida com isso, mas não sofredora, mas não rígida... O que me melhor me ensinou é sobre prostituição da arte, quando estamos realmente prostinuando o que criamos, e quando não estamos, mas achamos que estamos.
Livro incrível! Engraçado de ler e passa um confiança com muitas coisas a se pensar! É pra ter sempre na estante, na minha opinião!
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Bruna 11/09/2018

Criativos,leiam este livro, por favor!
Eu o li quando estava passando por uma crise criativa e encontrei nele vários "spoilers" do que poderia fazer. É uma escrita fácil de entender, tira algumas risadas sobre sua própria estagnação, faz você refletir sobre seus medos e, também, sobre seus preconceitos artísticos.
Enfim, um livrão que precisa ser lido ao menos uma vez na vida se você trabalha com sua criatividade e, às vezes, é assolado pelo "medo" que pode vim transvestido de várias "fantasias".
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09/09/2018

Esperava mais.
Tinha grandes expectativas quanto a este livro, pois foi uma indicação de uma amiga muito querida, porém as mesmas não foram atingidas. Acredito que deve ser apenas um caso de incompatibilidade, afinal, é um livro bom, a escrita é inteligente. Achei um pouco cansativo para ser sincera e sem um desenvolvimento fluido, foi como se eu estivesse travando na leitura. Ele é repleto de inspiração e criatividade, porém não me atraiu.
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Ká - @shotdaspalavras 01/08/2018

Descubra a criatividade
Soube deste livro através de uma amiga, mas a princípio não me chamou muita atenção.
Foi então que eu assisti alguns vídeos do Murilo Gun (humorista palestrante, empreendedor e amante dos livros), onde ele fala muito bem do livro. Dei uma chance e comecei a ler, e me surpreendi bastante.
Este livro acabou me chamando a atenção pelo fato de que eu nunca me achei uma pessoa tão criativa, mas através desta leitura percebi que sou criativa sim, mesmo que em pequenas coisas, diariamente!
Falando um pouco sobre o livro...
Elisabeth Gilbert reforça que você não precisa ser um grande empresário ou alguém famoso que teve uma ideia revolucionária. Você precisa e deve ser criativo nas pequenas coisas: para desenrolar uma situação complicada no trabalho, resolver um problema de família, entre outros. E por este motivo, não temos que ter medo. Pense assim: nossa passagem pela terra é temporária, então por que não arriscar?
Grande Magia é uma leitura sobre criatividade, coragem, energia e descobertas.
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Biahhy 23/06/2018

A Grande Magia e a Criatividade
Depois de muito tempo finalmente li agora da autora Elizabeth Gilbert que eu já sabia que iria gostar mas não esperava que tanto e que fosse me identificar tanto. Esse livro foi muito indicado pela @apamgoncalves por falar da criatividade e essa questão da escrita e como ter uma mente criativa e em todos os âmbitos de nossa vida.

Grande Magia foi um livro que abriu muita portas e reflexões para mim sobre produção de conteúdo, escrever livros, sobre o próprio ato de escrever e da criatividade em si e esse medo da Grande Magia. Em breve um post no blog mais detalhado sobre o livro e minha opinião sobre ele. Mas já indico muitíssimo de ante-mão e quero ler tudo dessa autora!!!!

site: http://emmeioacalmaria.blogspot.com/2018/08/dica-de-livro-grande-magia-de-elizabeth.html
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Dig 10/06/2018

Este livro é a chave para a libertação da suas idéias. Ele mostra como tendemos a deixar de fazer aquilo que desejamos, muitas vezes desperdiçando grandes insights, apenas por temer não estar preparado para conceber determinado projeto. Ele demonstra como estamos inclinados a perseguir um perfeccionismo inalcançável, deixando de enxergar que tudo o que precisamos já está a nossa disposição para que possamos fazer o melhor com aquilo que temos. A mensagem central é: Vá e faça! Mesmo se não estiver seguro dos resultados, afinal, a melhor forma de se aprender a fazer alguma coisa é fazendo!
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Mile 27/05/2018

Grande Magia
Esse livro é inspirador, a autora traz a criatividade de forma diferente, temos que aproveitar a oportunidade que a criatividade nos dá, encarar com curiosidade, ela nos passa através de histórias próprias e de outras pessoas a experiência de como devemos ser criativos, independente de ser na área das artes. Recomendo
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Cris 23/04/2018

Como ser levemente confuso falando sobre criatividade...
Eu preferi organizar minhas impressões sobre livro Grande Magia em notas:

“Precisamos assumir o risco do júbilo”, escreveu. “Precisamos ter a obstinação de aceitar nossa felicidade em meio às cruéis provações deste mundo." Ressalto que esta frase não é da Gilbert mas foi interessante vê-la ali.

1) Alguns capítulos são muito bons. Mas outros parecem uma viagem a base de ácido.

2) Há trechos realmente interessantes, mas infelizmente muitos outros são completamente desnecessários pois a criatividade não necessita exatamente de "truques" para se apresentar. Se um banho (tome banho todos os dias! Estou falando sério, faz bem à saúde.) ou um perfume trouxesse a criatividade, então, nada seria produzido na Europa medieval ou logo após isto. Porque até um rei francês se orgulhava - e era admirado por isto - de nunca ter tomado um banho na vida.
Cito o banho como exemplo, porque se pegarmos o tempo que houver para criar- quinze minutos?...-, vamos dar aquela paradinha para caçar o barbeador, ou o perfume, ou o batom?
Pois ainda que a sensação de bem-estar ocorra (e ele acontece depois que se der uma ajeitada no visual), não existe uma consequência "criativa" nisto. Por acontecer? Sim, pode. Ou não.
Quando lemos sobre o processo de criação de autores renomados, mulheres e homens, eles citam a necessidade de um certo isolamento, como Gilbert fala no livro, bem como da renda fixa, mas dificilmente vão dizer que fazer a barba ou vestir sua peruca vai te fazer se sentir mais criativa/o.
Conheço homens que cuidam da barba como de um filho. E, no passado, ter barba era sinal de superioridade: por isso Homero mantinha a dele), ou passar perfume (já pensaram em quem tem rinite alérgica imaginando que não terá futuro porque não pode passar um perfume? Coco Channel queria vender suas criações, fazia marketing e propaganda deles com frases de impacto, como toda(o) boa(m) publicitária(o) que se preze cria, e não tinha lá muita lógica, para além disso, como falar sobre perfumes em relação a criatividade. rs
Não vai.
A criatividade vem quando se está "preparada(o)" para se criar algo. E a "preparação" é fenômeno interno. Os externos podem auxiliar, mas não significam que gerarão uma espécie de boom criativo em você.

3) gostei do Medo de Salto Alto.

4) um ponto a se considerar: erros em estruturas podem arruinar uma casa levando-a até mesmo a ruir. Uma personagem mal desenvolvida e que não consertamos - porque não queremos ter o trabalho de "voltar e consertar" porque "aquela única personagem não traria um retorno à altura" -, é preguiça demais. Se não dá para consertar, permanece nos incomodando a ideia da personagem "torta" e qualquer leitor pode achar estranho exatamente o 'não desenvolvimento' dela, corte-a. Sem piedade.

5) O evento da editora e o alce pareceu romanceado, porque Editoras recusam, sim, obras de pessoas que não tem grande chamariz, são desconhecidas, ou não tem "padrinhos" que as ajude. E, sim, elas amam publicar os livros de autores conhecidos, mesmo se o livro for um lixo.
É injusto? Sim, é. Mas romantizar este fato não ajuda. Deve-se, sim, persistir no que se acredita, pois esta "magia" nos acompanhará. Porém, jamais retirar os pés do chão esperando por "reviravoltas milagrosas do destino". Isto é pueril e não a atitude de quem leva a sério a própria capacidade.

6) Dói ler esta fala de que a escrita é cruel. A relação humana com a criatividade é cruel, não a criatividade em si. É imaturidade pensar que não somos nós e sim os outros o "inferno" que criamos. E no caso, se produzimos arte e por querermos. Se não, vamos pescar, relaxar de outras maneiras. A questão é que reclamar parece colocar o artista em posição superior, quase se mártir.
Quando, na verdade, estamos sendo abençoados com a oportunidade de gerar algo único nesta vida tão complicada. Por isto, escrever é liberdade, é alegria, é diversão. E embarcar em mundos para além deste e voltar se sentindo empanturrada(o), é felicidade. Criatividade para mim, é dádiva, jamais fardo.

7) Não concordo com a ideia de fracasso como algo absoluto, porque o que é fracasso para uns , é a metade do caminho ainda a percorrer para outros. E se somos nós que estabelecemos o que é sucesso, também devemos compreender que fracasso é degrau de aprendizagem, jamais de parada. Então, "Não pare, siga em frente."

8) Talvez seja isto que precisemos fazer se quisemos ser criativas (os) sem medo do que pensarão: seguir de cabeça erguida e confiantes no que fazemos.

9) O livro é levemente interessante. Não houve um aprofundamento maior sobre o 'criar' para além da experiência literária da autora. Os exemplos podem ajudar mas se voltam mais para um nicho específico de atuação. Eu o recomendo mais às pessoas que ligam ou pretendem ligar seu trabalho à arte literária do que as outras artes, porque ele foca mais nisto. Mas, como distração, talvez seja válido.
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Dri F. @viajecomlivros 06/03/2018

Nota 4
Nesse livro, Elizabeth Gilbert fala sobre como você pode ter uma vida mais criativa.

Para ela, viver criativamente é ter uma vida mais ampla, mais feliz e muito mais interessante.
Ela fala sobre como o medo nos impede de ser mais criativos e como se pode lidar com ele de modo a não permitir que ele nos limite.

O livro nos mostra como abraçar essa criatividade e usá-la para encontrar um propósito em nossa vida. Seja para escrever um livro, tirar um sonho do papel e colocá-lo em prática ou para ter uma vida mais feliz.

O livro traz histórias que ela viveu, e como sempre na escrita dessa autora tudo é feito com leveza e bom humor, então embora seja um livro muito específico e classificado até como autoajuda, ele é um livro muito fácil e rápido de ler.

Gostei demais!

Quotes
“Pare de reclamar. Existem muitas boas razões para parar de reclamar se você quiser levar uma vida mais criativa. Para começar, é irritante.”
“As pessoas desistem exatamente quando as coisas estão começando a ficar interessantes. Em outras palavras desistem assim que as coisas deixam de ser fáceis, assim que aquilo se torna doloroso, chato ou perturbador. Então acabam perdendo a parte boa, fantástica, transformadora - a parte em que você supera as dificuldades e penetra em novo universo bruto e inexplorado dentro de si.”

site: Instagram: @viajecomlivros
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Laíza 13/12/2017

Tutorial ao estilo Elizabeth
Os livros da Elizabeth Gilbert, no geral, são gostosos, simples, mas com doses certas de profundidade. Tudo isso faz suas leituras serem sempre boas escolhas, principalmente, pra quando se quer algo leve, mas não descartável.
Este, em especial, é um livro para artistas e está cheio de conselhos e testemunhos da autora. Gostei da abordagem, da maneira mística como trata o tema, o que o distancia dos gêneros de autoajuda, redundantes e simplistas.
"A grande magia" deve ser lido despretensiosamente. Não espere a profundidade de "Comer, rezar, amar", nem a informatividade histórica e cultural de "Comprometida". É mais simples do que isso e talvez decepcione aos grandes fãs da escritora. Não se trata, todavia, de um livro ruim. Aliás, dificilmente, Elizabeth Gilbert escreveria algo de má qualidade.
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Thata 03/12/2017

Trechos para guardar
"Você não ganha nenhum crédito especial por saber como ter medo do desconhecido." (p. 23)

"Coragem significa fazer algo que nos causa medo." (p. 25)

"(...) se você não conseguir aprender a viajar confortavelmente com seu medo, nunca irá a nenhum lugar interessante nem fará nada interessante." (p. 29)

"Porque você nunca conseguirá criar nada de interessante na vida se não acreditar que merece ao menos tentar." (p.72)

"Feito é melhor do que perfeito." (p. 124)

"Não passe correndo pelas experiências e circunstâncias que mais podem transformá-lo." (Pastor Rob Bell)

"Não perca a coragem no momento em que as coisas deixarem de ser fáceis ou gratificantes. Porque esse é o momento em que o interessante começa." (p.167)
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