Holy Cow

Holy Cow David Duchovny




Resenhas - Holy Cow


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Lu 12/12/2016

Uma fábula animal e divertida!
Elsie é uma vaca muito acostumada com sua vidinha na fazenda. Todos os dias ela é ordenhada, faz sua caminhada pelo campo, come grama e conversa com sua amiga Mallory sobre diversos assuntos, isso tudo muda, quando ao sair para socializar com os touros da fazenda, ela é atraída pelo “Deus caixa” (televisão), que exibia no momento o destino de diversos animais criados para abate. A partir disso, toda sua vida gira de cabeça para baixo e ela passa a ter uma única certeza, de que deve mudar a sua sina e ser além de um futuro almoço para os humanos.
Chocada com tudo o que viu Elsie logo começa a organizar um plano a fim de viajar para Índia, onde as vacas são adoradas, ela recebe a ajuda de Shalom, um porco com ambição de para Israel, pois Judeus não gostam de porcos e Tom Turquia, um peru que sonha em conhecer o país que tem como nome o seu sobrenome. Juntos, os três conseguem sair da fazenda e conhecer o mundo.
David Duchovny optou por um enredo simples e rápido, mas inteligente em sua estreia como autor. A obra, apesar de aparentar focar no núcleo infantojuvenil, também agradará adultos, pois é repleto de piadas, sarcasmo e ilustrações mas também toca na ferida ao tratar de temas como religião, conflitos religiosos, a manipulação da mídia visando o capital em tudo que produz e a forma cruel em que muitas vezes os animais são tratados pelo ser humano.
Holly Cow pode até não ser o melhor livro do mundo, mas faz refletir e dar boas risadas, é com certeza uma boa experiência.

site: https://chalegeek.wordpress.com/2016/06/27/resenha-holy-cow-david-duchovny/
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Lili 08/11/2016

Holy Cow
Um livro que não acrescenta muita coisa, mas levinho, fácil de ler e razoavelmente divertido. No geral não recomendo - não por ser ruim, mas por ter tanta coisa melhor pra se ler.
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Gustavo 30/09/2016

Holy Cow traz a história da vaca Elsie Bovary, que vive uma vida comum de animal de fazenda, até que um dia assustada com seu futuro decide que vai fugir com seus amigos Shalom e Tom (porco e peru) e por ai a estória se desenrola...
"Esta é minha religião — somos todos animais perfeitos criados à imagem e imaginação infinitas da natureza. É uma vida de dor, competição e sofrimento, mas pode ser de dignidade e respeito."
Holy Cow vai muito além daquilo que as fábulas infantis que costumávamos ler quando eramos crianças. Com uma narrativa irreverente e em primeira pessoa, bem como suas personagens e se divide entre a história e em algumas partes "a autora" revela trechos de conversas com sua editora. A vaquinha Elsie traz à tona alguns dos vários problemas que a humanidade provocou e parece não se importar, é um verdadeiro tapa na cara da humanidade, uma vaca que dá uma bela lição de moral para todos nós humanos!
Duchovny acertou em cheio na proposta de seu livro, sem buracos e reflexivo. Em uma edição muito bonita, sinceramente, uma das mais bonitas que tenho atualmente.

site: https://www.instagram.com/p/BKbdYK-j5Qo/?taken-by=scorchbooks
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Ana 23/09/2016

Não somos mais ou menos animais que eles
Esse livro me fez aperfeiçoar a forma na qual eu via os animais. Perdão, animais "selvagens\de fazenda\não pensantes da mesma forma como a gente". Depois de ler este livro e pensar com os meus botões percebi que, realmente, não podemos dizer que os animais não são racionais ou que não sentem ou até que mesmo que nós seres humanos, apesar de nossa condição de Sapiens sapiens e bípedes, deixamos de ser animais. E mais ainda, aprendi que nós "raça superiora" somos mau agradecidos para com eles que nos alimentam, sejam com carne ou derivados.
E mais do que nunca tenho convicção de que sim, uma das melhores escolhas que fiz na vida foi decidir não consumir mais nenhum tipo de dor, ou seja, meus colegas de natureza.
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Nathy 13/09/2016

Holy Cow – David Duchovny – #Resenha
Em um primeiro momento eu fiquei bem interessada com o livro. Imagina ler algo engraçado narrado por uma vaca. Mas, logo nas primeiras linhas ficou muito claro que não seria nada do que estava esperando. Não tinha imaginação suficiente para pensar naquelas situações. Como uma vaca poderia estar fazendo tudo aquilo. Até tentei imaginar a situação como se fosse uma animação. Porém, não deu certo. Ainda mais porque em todos os momentos parecia mais que o autor estava tentando dar uma lição de moral. Tentando mostrar os valores para as outras pessoas dos pequenos detalhes.

O livro conta a história de Elsie Q. Uma vaca que vivia uma vida confortável na fazenda. Até que um dia passeando de noite ela escuta algo muito estranho. Observando pela janela ela vê o que ocorre com as vacas, porcos e outros animais em outras fazendas. Percebendo que o mundo não era como imaginava ela parte em uma aventura. Quer ir morar na Índia. Um local onde ninguém irá tentar devorá-la. Para isso conta ajuda de Shalom – um porco judeu. Com Tom Turquia – um peru. Eles também querem ir para outros locais. Onde podem viver em paz sem ninguém querendo devorá-los. Mas, essa aventura acaba se tornando algo muito maior. Algo que eles nunca imaginaram.

A maioria das pessoas acha que as vacas não pensam.

A ideia do livro foi muito boa. Abordando temáticas bem complicadas. Principalmente porque estão bem enraizadas nos seres humanos. Tem uma visão da vida e acreditam que estão certos em tudo. Porém, não conseguiu me cativar. Talvez a forma como cada passo foi narrado que me incomodou. Também a irrealidade das situações. Geralmente consigo me adaptar e gostar muito dos livros nesse estilo. No entanto, o modo como o autor descreveu as cenas foram bem complicadas. Tudo ficou parecendo uma crítica. E não algo divertido e descontraído.

Continue lendo a resenha no link abaixo:

site: http://www.oblogdamari.com/2016/02/holy-cow-david-duchovny-resenha.html
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De Olivato - @olivatobooks 05/09/2016

É hora de ouvir o lado dos animais
Holy Cow – Uma fábula animal é contada por Elsie Bovary, ela é uma vaca que é feliz por ser vaca e nunca desejou ser outra coisa, até que um dia descobre o que acontece com algumas vacas quando ficam mais velhas. Elsie entra em desespero e decide que precisa urgentemente sair da fazenda antes que tenha o mesmo destino de sua mãe – que havia sumido inesperadamente quando Elsie já não era mais uma bezerra.

“Bem, eu nunca daria a um humano a honra de ser chamado de animal porque os animais podem até matar para viver, mas não vivem para matar. Os humanos vão precisar reconquistar o direito de serem chamados de animais."

Para essa fuga, Elsie encontra outros aliados que também planejam fugir da fazenda por não quererem aquele destino terrível, esses aliados são o porco Shalom – rabugento e acaba de se converter ao judaísmo – e o peru Tom – que é mais sossegado, irônico e possui um medo mortal do Dia de Ação de Graças.

“O ódio é um veneno preparado para o inimigo, mas que você mesma acaba tomando”

Todos os três animais partem em busca de lugares seguros para viverem, com passaportes e disfarçados de humanos, essa aventura é repleta de aceitação e momentos que fazem o leitor pensar no que está realmente acontecendo no mundo, por exemplo, as “coisas” que tem o objetivo de unir as pessoas, mas que é o que mais separam em grupos.

No Skoob, eu dei 4 estrelas e favoritei, acho incrível quando um livro “infantil” faz com que pensemos mais do que se tivéssemos lendo um livro mais “adulto”. David Duchovny me surpreendeu com o jeito que apresentou o mundo pelo ponto de vista dos animais.

site: https://www.instagram.com/p/BJ-rFLejw18/
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Andressa 22/08/2016

Holy Cow
Quando falamos de uma vaca (e outros animais diversos) que podem falar, se "disfarçar de humanos", usar celular e viajar o mundo, logo pensamos que é uma fábula para crianças; mas quando o livro em questão é Holy Cow, descobrimos que não é bem assim.

Holy Cow, uma fábula animal, escrita por David Duchovny ~o cara de arquivo x~ nos apresenta Elsie uma divertida, espirituosa, marrenta e crítica vaca. Que vive tranquilamente em uma fazenda junto com sua melhor amiga Mallory e outros vários animais. Quando as duas resolvem se arriscar em uma "escapadinha" para conversar com os touros, Elsie acaba indo até a casa dos humanos e lá, conhece o Deus-Caixa, de onde vê algumas coisas que acabam fazendo seu mundo desmoronar e deixa a pobre Elsie desolada.

Sem saber como seguir sua vida normal no pasto depois disso, ela faz um plano para chegar até a Índia (onde será adorada e o mais importante, não morta), junto com ela embarcará Shalom, um porco judeu e Tom, um peru que sabe mexer no celular.

A narrativa divertida, envolvente e ao mesmo tempo ácida e crítica é o que faz o livro ser levado de forma fácil e gostosa. O único ponto negativo que achei foram algumas frases ou palavras em outras línguas que podem acabar confundindo um pouco, e que poderiam estar traduzidas no rodapé.

Sem ser uma leitura cansativa, mas carregado de sarcasmo e ironia, Elsie e seus amigos viajantes trazem muitas reflexões e críticas sobre vários fatos e comportamentos de nossa sociedade atual, como o consumo desenfreado de carne ou qualquer outro tipo de super consumismo, sobre fanatismo religioso, diferenças culturais, guerra, nossa produção enlouquecedora de lixo (que muitas vezes poderia ser reaproveitado), etc. Mesmo havendo a crítica sobre o consumo de carne, em nenhum momento Elsie nos induzirá a parar de consumi-lá, tudo de uma força em que o leitor se sinta um pouco incomodado mas não forçado a nada.

O livro foi publicado no Brasil pela Editora Record, que teve um trabalho gráfico bem feito. Embora as folhas sejam brancas, a leitura flui de forma maravilhosa que quando você vê, já terminou o livro. As ilustrações são bizarras mas fofas e cômicas ao mesmo tempo, amei.

Um livro muito bom, que lhe trará muitas reflexões e boas risadas. Recomendadíssimo!!

site: youtube.com/bauliterario
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Samy Yamamoto 23/07/2016

Elsie Q
Essa fábula não tem nada de infantil pois a linguagem bem como os temas ali empregados são bem articulados tratando de temas ainda atuais e polêmicos.

Elsie Q é uma vaca adolescente quando descobre que o paradeiro de sua mãe assim como o de outras mães vacas da fazenda se deu porque ela assistiu no deus caixa que todas elas foram parar no matadouro virando carne para os humanos, assim ela começou a planejar uma viajem para a ìndia onde lá as vacas eram rainhas e não comidas.

Nesse planejamento ainda na fazenda Elsie conheceu um porco que se dizia chamar Shalon, ele se converteu ao judaísmo e queria se refugiar para Israel para que lá ele também pudesse ser livre e não virar um BPT, pois bem após convencer a Elsie que eles poderiam se unir aparece um Peru munido de celular o qual queria se refugiar também porém segundo ele para a Turquia aonde ele achava ser sua pátria.

Unidos os três foram ao rumo de seus projetos, chegando na Turquia o Peru não quis ficar e então eles roubaram um jatinho particular e foram rumo a Israel. Chegando em Israel Shalon foi apedrejado por mulçumanos e depois pelos judeus, após sentir que ali ele morreria todos decidiram ir para a Índia.

Ao chegar em Mumbai na Índia, tiveram uma vida de reis, todos lhes davam comida, Shalom engordou 10kg, o Peru estava no ponto pronto para ação de graças e Elsie tratada como uma Deusa indiana.

Após de anos e eles se enjoarem, decidiram viajar novamente para a publicação do livro de Elsie, e foram sobrevoando em seu jatinho que eles conseguiram.


Minha opinião: A busca de Elsie pela liberdade é algo que fiquei pensando, pois quando eu era vegetariana eu simplesmente tinha essa ideia em mente que eu estaria explorando algo que nem é meu, e aonde já se viu comer carne de um tipo de animal e amar o outro, é ... esse questionamento era o que eu tinha antigamente em mente todos os dias, mas enfim como ela disse é a cadeia alimentar e vence o mais forte menos o humano que vai lá e acaba com tudo rs.

Esse é um livro para se pensar!!!
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Thami (Historiar) 14/07/2016

Holy Cow
Holy Cow (vaca sagrada) é um livro de categoria infantojuvenil, escrito pelo ator, roteirista, produtor, diretor, escritor, compositor e cantor David Duchovny.

Ah, o homem! Ele e a sua tendência inexplicável de usar e principalmente abusar de tudo aquilo que está a sua volta e que for possível.

"Sim, nós matamos para viver, alguns de nós têm de fazer isso, mas não é o mesmo tipo de matança praticada pelos seres humanos. Não há raiva nem prazer, só necessidade."

Elsie Bovary (ou simplesmente Elsie Q), a nossa humilde narradora, é uma vaca extremamente inteligente, que mora em uma fazenda para que os humanos usufruam do seu leite. Depois de acidentalmente assistir a TV pela janela da casa dos humanos, ela descobre o que o homem faz com as vacas quando elas já não têm mais serventia, e fica horrorizada. Então, dias depois, Elsie volta à janela e conhece a Índia pela TV. Lá, as vacas são sagradas. Incrível! Que sorte a delas! Depois de muito refletir, Elsie tem um estalo e decide traçar um plano de fuga da fazenda. O destino? Bom... A Índia!

E é aí que a operação Índia se inicia. Depois de alguns acontecimentos, Elsie, o porco Shalom e o peru Tom (animais também da fazenda) partem finalmente daquele lugar. E a aventura começa!

"E pode parar de pôr a culpa pelo aquecimento global em mim e nos meus gases. Eu não tenho carro."

Holy Cow é um livro esteticamente lindo. Apesar do fato de que as folhas são brancas, as ilustrações são lindas e a capa é divina! Ótimo trabalho da ilustradora Natalya Balnova.

Elsie é amável! Tenho uma forte inclinação por animais, sejam eles personagens literários ou reais, e Elsie conquistou meu coração nas primeiras páginas. Páginas essas, que, aliás, são como uma sequência de tapas na cara do ser humano. O livro, na verdade, começa triste. Elsie conta que a mãe dela sumiu de repente, para um lugar que ela não sabe qual é. Mais tarde, ela descobre a verdade por trás disso. Todos nós sabemos para onde a mãe de Elsie foi: para o prato de alguém.

"E foi então que parei de ouvir o que ele dizia, porque o que vi ali diante do meus olhos foi tão chocante que tirou meu mundo do eixo."

Muitas das reflexões narradas por Elsie me deixaram angustiada. E isso é bom, muito bom. O motivo? Bem, só pelo fato de perceber que estou longe de ser indiferente a realidade de uma vaca, já me sinto mais humana, capaz de mudar as coisas. Afinal, a mudança começa quando você tem consciência da exploração animal.

Em momento algum me deixei abalar ou desacreditei dos acontecimentos por se tratar de uma história narrada por um animal. De modo geral, a fábula é engraçada e divertida, mas não podemos deixar a questão central em segundo plano. É preciso refletir sobre o verdadeiro lugar dos animais, pois ninguém possui um único papel durante a vida, refletir sobre a forma ridícula como eles são explorados e a indiferença do ser humano diante disso.

"Os humanos conseguem ser decentes e compreensivos às vezes. O que me faz achar que ainda há alguma esperança."

O final me decepcionou. Eu esperava outro final, qualquer um que não fosse o que foi. Para mim, as coisas se perderam quando tinham tudo para progredir, e isso foi bastante decepcionante, admito. Fiquei pensativa por dois dias até conseguir escrever a resenha. Mas esta é a verdade. Não posso fugir dela. Contudo, não deixo de indicar a leitura. Com certeza se trata de um assunto que precisa de mais reconhecimento.

Concluo a resenha de hoje com a seguinte citação:

“Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos. Nós nos sentimos melhores com nós mesmos e melhores com os animais, sabendo que não estamos contribuindo para o sofrimento deles.” (Paul McCartney)

site: http://thamirisdondossola.blogspot.com.br/
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Gramatura Alta 13/07/2016

Muito engraçado
Uma fábula tem duas características principais e muito bem definidas: os personagens são animais que agem e pensam como seres humanos; e a construção da narrativa culmina em alguma mensagem moral. Por isso mesmo são mais voltadas para o público infantil ou infanto-juvenil. Mas não só. É o caso da obra do ator David Duchovny, HOLY COW.

Apesar dos personagens principais do livro serem animais, a mensagem entregue abrange todas as idades. A narrativa simples, recheada de piadas baseadas na cultura pop, além de referências diretas a outras obras literárias, pode ser compreendida pelo mais novo leitor, bem como apreciada pelos mais velhos.

Em resumo, a moral gira em torno de como o abate de animais, no mundo atual, atingiu níveis absurdos de crueldade. Usando a vaca Elsie como protagonista, Duchovny intercala a aventura com informações de como os animais são tratados à base de reprodução acelerada, sem respeitar qualquer limite de dignidade perante um ser vivo.

Elsie, a vaca, Tom, o peru, e Jerry, ou Shalom, o porco, são personagens divertidos, que cativam rápido e possuem, cada um, uma personalidade bem distinta e engraçada. Os diálogos são inspirados, e as soluções que encontram para os problemas que enfrentam na viagem são hilários de tão absurdos.

HOLY COW é uma fábula com uma didática simples, que não possui nenhuma característica que demonstre se o autor possui habilidade para elaborar algo mais complexo. As piadas, embora engraçadas, enveredam pelo caminho da obviedade e não apresentam uma real novidade. Mesmo assim, a obra serve, com certeza, como alerta para os mais novos de como estamos nos tornando pessoas insensíveis e desinteressadas sobre como o alimento chega às nossas mesas. Ao mesmo tempo, puxa as orelhas dos mais velhos, para que tomem uma providência para amenizar a comercialização de carne animal.

site: http://www.gettub.com.br/2016/07/holy-cow.html
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Pandora 26/06/2016

Sabe aquele livro pelo qual você tem uma simpatia imediata motivada por uma capa e título que te remetem a alguma coisa engraçada de sua vida?!?!? Pois é! Holy Cow foi esse livro. Quando eu era criança uma de minhas tias costumava me chamar de vaca (não me pergunte o motivo, não faço ideia), era carinhoso e afetuoso e assim cresci gostando de vacas, achando elas demais. Acredita até que já tive uma camisa com uma vaca desenhada nela?!?! Nem me ocorreu que muitas vezes a palavra vaca pode virar um adjetivo bem pejorativo, mas é da vida kkk...

À parte as minhas boas memórias, Holy Cow é, como o título anuncia, uma fábula com animais. A narradora da história é uma vaca, Elsie Bovary, que vive uma vida bastante feliz em uma fazenda tranquila até o dia em que descobre detalhes sobre a vida além da cerca. Traumatizada com a descoberta de um mundo no qual comer carne de vaca e utilizar seu couro em diversos objetos é comum e corriqueiro, ela se lança em uma aventura para a Índia junto com um porco judeu, Shalom, e um peru, Tom, louco para ir a Turquia.

Pareceu absurdo? Realmente é, mas bem, isso é uma fábula, confie na história, mergulhe de cabeça, roube a capacidade de crer no improvável das crianças e mergulhe nessa aventura com Elsie e seus amigos estranhos, pois mesmo quando tudo parece absurdo é aí que a história te pega. As gargalhadas são garantidas, assim também como um convite a rever várias características da nossa sociedade enquanto acompanhamos esses três amigos em busca de suas respectivas terras prometidas e os sabores e dessabores que eles encontram pelo caminho.

David Duchovny se revelou um autor extremamente sagaz e zueiro. Ele faz chacota com tudo e um pouco mais, debocha até dos moldes de vários livros atualmente escritos e seu estilo tão parecido com roteiros de cinema... O tempo todo Elsie chama atenção para os truques usados por vários autores, faz menção a "sua agente" e suas sugestões e censuras visando o sucesso no mercado.

Regada a ironia, muita astucia e humor Holy Cow é um convite despretensioso para repensar nossa condição e atitudes no planeta, nosso senso de aventura e capacidade de ir além da porteira procurando um presente melhor que o atual. E olha, nossa espécie bem que precisa disso. A humanidade é cheia de contradição, tem sua beleza, mas uma feiuraaaaa... Facilmente nos esquecemos de que, apesar da capacidade única de construir cultura, somos apenas MAIS UM dos muitos animais do planeta.

Enfim, Holy Cow é uma delícia de se ler. Engraçado sem deixar de ser instrutivo, instrutivo sem deixar de ser engraçado. O tipo de leitura para ler em uma tarde e pensar por uma vida com um sorriso no rosto. Como não sou fã de séries não conheço o David ator, mas o escritor.... Olha... Eu recomendo muito.

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2016/06/holy-cow-resenha-literaria.html
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Batata 24/06/2016

Ela não consegue se contentar em ruminar apenas grama, e passa seus dias ruminando ideias, questionando tudo a sua volta.
Esse livro narra a fabulosa fábula (trocadilho infame), de uma vaca que não consegue se contentar em ruminar apenas grama, e passa seus dias ruminando ideias, questionando tudo a sua volta.

Em sua busca incessante por conhecimento, a protagonista Elsie Q (nenhum dos animais da fazenda tem sobrenomes, nossa “heroína” tem uma boa razão para ter escolhido esse), tem uma perspectiva única, e as vezes até mesmo cômica de como a humanidade se comporta.

Na tentativa de compreender os “rituais” dessa estranha espécie de duas pernas, ela acaba descobrindo o motivo de vários dos seus entes queridos, e conhecidos terem desaparecido da fazenda, incitando em Elsie, um ódio seguido de uma resolução, viajar para a Índia!

Elsie com seu jeto bovino e incisivo de ser, levanta diversos questionamentos sobre nosso modo de vida, e a forma de relacionar, e intencionalmente ,ou não, deixa vários pequenos ensinamentos como:
“Se eu não tivesse idealizado uma Índia, nunca teria ido a lugar algum, nunca teria vivenciado nenhuma aventura. Então acho que não é tão importante assim que os sonhos se realizem, o importante é ter um sonho, algo que nos faça dar o primeiro passo.”

O livro é uma leitura leve, com bastante alívio cômico, além de seguir a onda atual de referências à cultura pop, com um ,não tão leve, toque de interatividade com o leitor. Muito recomendado para quem é como o capitão, e não perde uma referência.

Escrito por Marcelo Lemes, confira a resenha completa com citações e imagens da obra no blog O Casulo das Letras

site: http://ocasulodasletras.blogspot.com.br/2016/04/dica-de-livro-holy-cow-uma-fabula-animal.html
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brunolimanunes 07/05/2016

Leitura gostosa
Meu progresso: 100% (208/208) Minha nota: 3
O livro promete boas risadas sem nos privar de uma reflexão graciosa e divertida sobre o que é ser humano através das desventuras de Elsie, uma vaca que após descobrir verdades difíceis decide sair em busca da própria felicidade...

Vale muito a pena, curto e por vezes hilariante, Holly Cow vale a pena!
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Luca Coelho 06/05/2016

Muito divertido. o double D é uma grata surpresa como escritor!
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Andressa 01/05/2016

Divertido e questionador
Mais um livro da série: só comprei pq era de uma pessoa que eu gosto muito, aka David Duchovny, mas a sinopse já tinha me interessado bastante, impossível não relacionar de cara com "A revolução dos bichos" mas o livro é bem mais simples e é uma fábula infantil, mas que gera questionamentos muito interessantes para os adultos.
Elsie é cativante do início ao fim, a gente entende as descobertas dela e consegue até ficar chocado com algumas delas, mesmo não sendo descoberta para nós, pq reparamos pelo ponto de vista dela.
Foi uma excelente leitura. Rápida e super deliciosa.
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