Sedução da Seda

Sedução da Seda Loretta Chase




Resenhas - Sedução da Seda


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Emanuelle Najjar 21/05/2016

Eu passei recentemente por um período onde só queria ler romances de época, e "Sedução da Seda" foi o livro que me fez superar esse período. O motivo? Achei ruim. Ruim mesmo. Mal escrito, mal planejado, repetições de situações de enredo e carisma dos personagens (isso é bem pessoal e não consegui gostar de nenhum deles). O livro melhorou pelo final, a escrita teve uma diferença surpreendente, mas não compensou o esforço. Só terminei de ler porque perdi a esperança em definitivo quando cheguei aos 70% do livro. Ler o restante dele seria um pouco a mais na cota de sacrifício.

Não lerei mais nada dessa série, ou trilogia, ou sei lá o que pretende ser (sinceramente não prestei atenção). Para mim, pelo menos, não deu.
Josy.Novais 13/06/2016minha estante
Tive a mesma sensação, detestei o livro. Não me cativei pelos personagens, não gostei do enredo, também não lerei os outrso.


Natasmi Cortez 20/07/2016minha estante
Eu até achei que foi bem construído, teve um pouco de romance, um pouco de drama, uma tensão aqui e ali mas preciso concordar com você. Os personagens não tem carisma algum e ao contrário, tem algumas características horríveis. Achei a protagonista extremamente arrogante. Não deu pra engolir.


Laís 20/07/2016minha estante
Li e fiquei pensando que não tinha nada acontecendo ali, só enrolação. Foi uma leitura chata pra caramba.




Josy.Novais 13/06/2016

Sedução da Seda
Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon.
Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna. O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas.


Eu passei o último ano praticamente lendo livros de época, me apaixonei de uma forma viciante pelo gênero, tanto que minhas leituras desse ano são 99% desse tipo de livro. Confesso que minha paixão é focada basicamente nos felizes para sempre, leio de tudo e alguns livros a leitura densa, outros tristes nos deixam um pouco de ressaca e ando numa vibe mais doce, acho que o mundo já anda cheia de mazelas e esse tipo de leitura tem me proporcionado um pouco de leveza!!!
Ano passado quando li os livros da Lorreta, fiquei encantada com sua escrita e crítica social que abordada em seus livros, principalmente em “Último Dos Canalhas”, então quando soube que a #Editora Arqueiro iria publicar outra série dela fiquei radiante, e o que fiz? Comprei logo na pré-venda e fiquei na expectativa de lê-lo logo pulando várias leituras pendentes.
Sonhei alto e a queda foi grande, porque eu simplesmente detestei o livro, ainda não acredito que me frustrei tanto com essa leitura.
Para começar acho que histórias com triângulos amorosos se não forem bem construídas tendem a desandar, eu não sou a maior fã, uns eu gosto mais outros gosto menos e outros eu não gosto de jeito nenhum, depende de como o autor conduz o livro, isso porque me incomoda um pouco a premissa de que três em uma relação dois ganham e um perde (sabemos que na vida nunca é assim, acho que todos perdem de uma forma ou de outra) mesmo que alguns autores floreie a situação mostrando crescimento, amadurecimento e descobertas da parte perdedora existe sempre a possibilidade de acertar ou errar...
Outra premissa do livro que me incomodou é a coisa do “malandro” detesto a forma como a sociedade tenta justificar seus erros, tipo: ah ele comete alguns erros, vacila às vezes, mente, engana, trapaceia, mas tem um bom coração, ah ele não é mal... Gente pelo amor né? Como é isso me expliquem? E aqui nesse livro a autora tenta passar essa imagem de digamos “malandragem” da protagonista (confesso que minha antipatia a ela se deve a isso) que o tempo todo se diz sem escrúpulos, sem moral, sem ética, capaz de fazer qualquer coisa pra conseguir um bom negócio, mercenária. Ela deixa isso claro logo nos primeiros capítulos e depois disso não consegui me encantar, nem por ela, nem por suas irmãs. Não acho que pobreza e dificuldades sejam justificativas para padrão de comportamento, a própria Marcelline diz que essa rotina nas gerações de sua família é mais viciosa e cômoda do que a vontade de mudar e transformar como ela tenta, mas de forma totalmente equivocada.
O duque Clevedon me pareceu o tempo todo sem personalidade, ele tem comportamento duvidosos e quando acredita que cometeu um erro divaga consigo mesmo, mas sem apresentar necessariamente um amadurecimento, já Marcelline depois de ver que suas atitudes foram por um lado desastroso parece acreditar que a culpa é só dele, se ele não a tivesse seguido, se ele não a tivesse apostado, se ele tivesse convidado! Foi inacreditável ler isso!
Por outro lado suas irmãs seguem o mesmo caminho, não entendo como elas podem achar que plantar noticias se não totalmente falsas, distorcidas e manipuladas para lhes favorecer não seja totalmente errado e desprezível. Veja pelos dias atuais com o advento da internet e redes sociais, qualquer noticia pode causar um desastre, às vezes mesmo sem ser verdadeira elas levam a desfechos trágicos. Sim eu sei que o livro se passa no século XIX, mas defender essa premissa acho no mínimo irresponsável, talvez se a autora tivesse usado o fato de uma noticia falsa desde aquela época causar problemas para às pessoas, ai seria outra história.
Outro fato que me incomodou foi a passividade de Lady Clara, com relação a tudo que ocorre ao seu redor, um possível noivo, uma mãe manipuladora, uma rival arrogante e que não hesita em dizer o que bem entende a ela. Queria ver ela mais forte do decorrer do livro e não somente no final.
Bom mais o livro tinha que ter algo bom e esse fato de deve a princesa Errol da Albânia, não tem como não se apaixonar por ela. No mais eu não gostei, achei a historia com um senso ético muito distorcido e isso me incomodou profundamente, , talvez eu leia os demais para saber se a autora melhora a fama das irmãs no decorrer das continuações, vai depender do meu humor, rsrssr....
Emanuelle Najjar 14/06/2016minha estante
Menina, eu passei boa parte do livro tendo a impressão de que estava lendo uma fanfic mal escrita e mal planejada, pela escrita, pelo tempo, pelos acontecimentos... por tudo. E não aguentava mais a ladainha de "a melhor modista do mundo". Nossa, que irritação!


Josy.Novais 15/06/2016minha estante
Tive essa mesma impressão e me incomodava muito essa história de "os fins justificam os meios" eu ficava meus Deus é isso?


Renata 30/06/2016minha estante
Menina, você disse tudo!




mariana.candiago 13/05/2016

Comentários da Mari
Uma heroína mundana, burguesa, que sabe se vestir e exaltar o que quer, ser percebida, ou passar incólume, que sabe usar todas as suas armas para defender seu negócio e de suas irmãs. Uma guerreira, ardilosa e sem escrúpulos.

Ele? Um Duque. Ou seja, só abaixo do Rei. Com sua arrogância e insígnia Ducal ele pode tudo, consegue tudo. Lindo, sedutor e ainda sabe começar uma carta com as palavras de Darcy para Lizzie (de Orgulho e Preconceito)!

Ah, e tem a noiva do Duque: um pouco mimada, linda, aristocrática. E tem a filha da Marcellina, com todo seu carisma e olhos azuis, tem espionagem industrial, incêndio, muitas criações e maquinações, bailes, vestidos exuberantes! Personagens que se querem, mas com um abismo social no meio deles. Um romance eletrizante. Um texto primoroso da Loretta Chase e 5 estrelas com louvor!

site: www.cinderelasliterarias.com
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PorEssasPáginas 15/06/2016

(...)
Sinceramente, o que salvou a leitura foi a forma como Loretta Chase soube narrar sua história. Foi bem dinâmica e rápida, você consegue ler tranquilamente. Ela foi inteligente em bolar a trama, mas… Sinceramente, me incomodou.

Certo, quando se tem um romance de época, não é obrigado que a história seja como um conto de fadas, onde existe a mocinha desprotegida, o mocinho, inicialmente libertino e depois conquistado, que vai lá e salva a mocinha das mazelas da sociedade e eles vivem felizes para sempre. Mas também não vamos jogar o bom senso para o alto, calma lá.

Vamos por partes: Marcelline, no fundo, tem bom coração, mas um desvio de caráter bem notório (na verdade, acho que o desvio de caráter dela mais suave do que pareceu se for comparado ao das irmãs) e quer proteger a família acima de tudo. Ela usa esse argumento como justificativa para conseguir sua cliente ilustre através de seu noivo mais ilustre ainda – mas, sinto dizer, não comprei a ideia. Aliás, ela argumenta ter esse desvio de caráter como herança de família, já que os pais eram notórios vigaristas e manipuladores (Affe). Mas, se posso falar algo bom de Marcelline, é que ela tem ciência do que é e assume sua personalidade, sem fingimentos. É muito autêntica.

Em seguida, temos Clevedon. Ele está noivo há anos (ANOS!!!) e percebemos que ele sente afeto por Clara, mas sabe aquele amor de muitos anos que de repente se transforma em amizade? Pois é. Claro que o fato de se sentir terrivelmente atraído por Marcelline (depois de várias amantes passarem por ele) ajudou Clevedon a finalmente se decidir. Confesso que esperava alguém mais maduro para um duque, mas ele me pareceu bem inseguro em determinados pontos, principalmente no que dizia respeito a como lidar com Marcelline e seu jogo.
(...)
Enfim, não vou negar que é um bom divertimento e vou seguir a série. É daquelas que você gosta e ao mesmo tempo tem raiva do que acontece.

***leia resenha completa no blog***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-seducao-da-seda
Josy.Novais 18/06/2016minha estante
Sabe esse foi exatamente o que me fez detestar o livro, detestei o caráter dúbio dela e das irmãs, fiquei "meu Deus estou lendo mesmo isso?". Definitivamente detesto essa história de "os fins justificam os meios"!


Renata 30/06/2016minha estante
Eu não li, nem quero ler! de repente os romances de época se inverteram, as mocinhas é que são as bam, bam, bans...sinceramente, eu não compro isso. Ter personalidade é uma coisa, agir de forma não condizente com a época, os costumes e a ética, é outra. Isso tira agente do contexto, da graça do livro. Tudo tem que ser bem dosado, claro, pra não ficar chato, mas as autoras têm pesado a mão com as mocinhas.




Belle 21/06/2016

Sedução da Seda - Livro 01 - Loretta Chase
O livro é de uma escritora que me cativa na sua escrita quando o assunto é romances de época. Confesso que não larguei do livro enquanto terminei o que me causou boas olheiras no outro dia. Mas valeu cada minutinho de sono perdido. Afinal, quando temos uma história como essa não podemos desistir de saber como se resultará o final. Loretta tem um dom íncrivel, sabe tratar de assuntos diferentes para a época e retrata a realidade que aquele mundo vivia. Sempre trazendo grandes conflitos nas suas histórias que mostram ao leitor que tudo na vida é possível superar, desde que se tenha força de vontade e fé.

E é exatamente sobre o que esse livro trata, vontade. Vontade de lutar pelos sonhos, pelo que quer, por uma pessoa. Conta a história de Marcelline, uma incrível modista que mora na Inglaterra junto com duas irmãs, Sophia e Leonie e sua filha Lucie, por sinal essa pequena acabou ganhando o meu coração pelas astúcias que aprontava ao decorrer do livro.

Marcelline é a chefe da casa e do empreendimento, é sobre os ombros dela que está todo o futuro da loja e das suas irmãs. Onde se vê em uma situação que exige um posicionamento dela, em tomar uma atitude quanto a sua adversária. Por volta de 1835, os trajes para algumas pessoas eram de extrema importância, principalmente para os franceses onde a nossa querida modista buscava inspiração, especialmente em Paris.

Quando ela percebe que os negócios precisam de um impulso. Derrubando sua adversária, ela decide ir a Paris, onde sabe que poderá encontrar a pessoa que possui a chave do sucesso para sua loja, determinada a convencer o Duque Clevedon de que ela é a pessoa mais indicada para vestir a futura duquesa. Ela parte para o seu destino, totalmente pronta para agarrar sua chance e só voltará quando estiver com ela em mãos.

Mas o que ela não esperava é que ela voltaria com algo mais… No decorrer da corrida para a chave do seu sucesso. Marcelline percebe que ela acaba achando muito mais do que foi procurar. Ao se ver metida em apostas para convencer ao Duque que ela era mais indicada para a posição de modista da Duquesa, ela não percebe que acaba envolvida mais do que queria.

Mas a obrigação a chamava.

As difenrenças sociais deixavam claro o que impedia de os dois terem algo. Pois a vida pode te dá algumas coisas mas não tudo que você desejar. E é em uma noite de jogos, que ela percebe que sua vida mudará drasticamente e ela não será mais a mesma.

Afinal, quem pode ser a mesma quando um Duque passa pela sua vida?

“A vida não era uma roda que girava sem parar. Nunca voltava ao mesmo ponto. Não se limitava a um simples vermelho e preto e um leque de números. A vida ria da lógica.”
P. 64
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Cris Paiva 06/12/2016

Adoro as mocinhas da Loretta Chase. Muita gente reclama, mas eu acho que elas são impetuosas e decididas!
Marcelline foge do esterótipo de mocinhas sonsas e boazinhas dos romances, não tem nada de ingênua e boazinha passou bem longe. Ela é uma modista, e junto com suas duas irmãs, quer transformar a sua loja na melhor de Londres, mas para isso, elas precisam conquistar uma cliente de nome, e nada melhor que a mal-vestida noiva do Duque de Clevedon.
Marcelline vai para Paris, tentar conquistar as boas graças do Duque, que está vivendo os últimos dias de esbórnia antes do casamento. Ela faz o tipo mulher-misteriosa e consegue chamar a atenção dele, mas logo revela as suas verdadeiras intenções: transformar a sua noiva simplória na mulher mais bem vestida de Londres, graças aos seus dotes de modista insuperável!

Clevedon fica totalmente enredado por Marcelline, ela é diferente de todas as mulheres que ele já conheceu. Não usa de subterfúgios e é assustadoramente franca quando deixa claro que tudo a interessa nele é o lucro que suas conexões podem trazer para sua loja. O duque não esta acostumado a lidar com uma mulher tão direta, e comerciante, ainda por cima; e não sabe bem como agir, mas nada que uma boa perseguição não dê jeito. E logo ele se vê enredado por três comerciantes decididas e uma garotinha de 6 anos que o elege como herói.

Como eu já disse, não é o típico romance de época, mesmo porque as três irmãs não são nobres e não tem escrúpulos de trabalhar duro e lutar com afinco por aquilo que elas querem. Marcelline deixa bem claro o tempo todo que ela é uma comerciante e que interessa para ela é o lucro. Isso pode chocar algumas leitoras, mas eu entendi perfeitamente a visão dela. Afinal, quem já passou fome e necessidade, sabe o quanto custa manter um teto sobre a cabeça e ter o suficiente para uma vida digna.

Por essas peculiaridades, achei o romance do casal bem interessante. Ele como nobre, cheio de não me toques, e noivo, ainda por cima. E ela, uma comerciante, viuva, com uma filha para criar, com os dois pés bem fincados no chão e querendo distância das confusões da nobreza. Mas é claro que a confusão já está pronta, e agora é só cair dentro!!

E ainda tem o livro das duas irmãs e da noiva mal-vestida do duque. O próximo é da outra irmã da mocinha e do futuro cunhado encrenqueiro do duque.
Jackelynne.Paiva 23/12/2016minha estante
Esse e o último livro foram os melhores para mim. As histórias são mto bem construídas.


Renata 12/01/2017minha estante
Gosto muito dos livros da Loretta Chave, ela me encantou quando li O Príncipe dos Canalhas que agora faz parte da minha seleta lista de favoritos.... a série As Modistas é bastante interessante, vamos ver o próximo.




Leninha Sempre Romântica 22/08/2016

Romances de época sempre tão previsíveis! Só que não, pode parar com preconceito e começar a ler Sedução da Seda. Isso mesmo, aqui não temos um romance previsível, muito pelo contrário, achei até bastante inovador!

Como não falar bem de um talento como Loretta Chase?! A mulher tem o dom de encantar com seus personagens um tanto quanto atípicos e únicos, lembra de Lorde Belzebu?! Pois é.

Em Sedução da Seda temos uma personagem totalmente diferente das tão famosas damas da sociedade, puras, recatadas, ingênuas, e sua luta para encontrar e viver um grande amor. Marcelline Noirot é uma modista, uma costureira, uma comerciante, que luta com as armas que tem para conseguir clientes refinados para seu ateliê. Sua principal arma? A sedução.

E foi usando esse artifício poderoso, e um tanto quanto perigoso, que ela tenta atrair o duque de Clevedon para suas garras, na verdade sua intenção é que Clara, a futura esposa do duque, faça seu vestido de noiva e todo seu enxoval em seu ateliê, atraindo assim outras damas, a tornando a maior modista de Londres. Ela só não esperava que o duque fosse um homem tão atraente e sedutor e que seu coração ficaria em perigo na tentativa de atraí-lo.

Marcelline é uma mulher segura, forte e mantém sua casa em ordem, apesar dos dissabores que já passou na vida e por outros que ainda enfrenta. Ela tem uma filha linda e duas irmãs que são como cúmplices de suas investidas atrás de clientes. Tudo isso junto faz com que Sedução da Seda seduza o leitor com a leveza da seda e o frescor das rendas, Poético, não?! Só lendo para entender.

Achei o duque de Clevedon um tanto quanto irresponsável, já que ele adia durante anos o provável compromisso que tem com a jovem Clara. Deve ser muito chato passar anos à espera de alguém, como se estivesse em stand by, enquanto o cavalheiro em questão se diverte na vida. Acho que esse foi um dos pontos negativos do duque para comigo. Já Marcelline foi garra e determinação durante toda a leitura, o que cria uma curiosidade enorme em relação às histórias que virão a seguir: de suas irmãs. Já aguardo ansiosa.

Loretta Chase nos traz um romance muito gostoso de ler, claro que O Príncipe dos Canalhas ainda é meu livro preferido da autora, mas Sedução da Seda não deixa a desejar. No entanto, para o leitor mais exigente pode ficar faltando aquela pegada, aquela vontade de mais e mais, porém acredito que os próximos livros da série serão o complemento perfeito para fazer com que nos apaixonemos por esses personagens tão gostosos de conhecer.

Uma das coisas que achei peculiar na leitura é que a cada início de capítulo temos um informativo, uma publicação da época da história que torna quase verossímil os fatos que vemos no texto que se segue, e que nos é proposto. Talvez para muitos, isso passe batido, mas achei bem interessante para o contexto da história.

Em minha humilde opinião essa não seria a leitura mais impressionante de Loretta Chase, nosso querido Lorde Belzebu ainda ganha em disparada a minha preferência e meu coração, porém Sedução na Seda e a série As Modistas ainda têm muito a nos mostrar. Acredito que quem iniciar o contato com a autora por esse livro não vai ficar decepcionado em nenhum momento.

Eu gostei bastante e recomendo a leitura.


site: http://www.sempreromantica.com.br/2016/07/seducao-da-seda-loretta-chase.html
Janinha 23/04/2017minha estante
Também achei o duque tremendamente irresponsável com Clara. E por isso a leitura não foi tão boa quanto poderia ter sido.




Ana Luiza 24/05/2016

Inovador, divertido e viciante
A SÉRIE
Sedução da Seda é o primeiro dos quatro volumes da série As Modistas de Loretta Chase. Apesar de serem interligados, cada livro é independente e conta a história de amor de uma das irmãs Noirot e de lady Clara.

“A MODISTA. Sob essa denominação, devemos incluir não apenas o trabalho da criadora de vestidos e da chapeleira, mas também o da costureira… Bom gosto e imaginação são necessários, além de rapidez, discernimento e aprimoramento de vários estilos de moda, que estão sempre mudando nos mais altos círculos.” Pág. 9

A LEITURA, CRÍTICAS E REFLEXÕES DO LIVRO
Eu estava bastante ansiosa para ler Sedução da Seda. Além de já ter lido e adorado os livros da série Canalhas, também da Chase, eu achei a premissa dessa obra muito interessante. É a primeira vez que leio um romance de época onde a mocinha realmente trabalha, mas não só por necessidade e sim por opção – algo bastante malvisto na época pelos nobres. Inclusive, em meio a seu romance fofo e muito divertido, Loretta também consegue explorar esse lado da época em que se passa a história.

A autora mostra o grande preconceito dos nobres contra os burgueses e o trabalho em si e também fala um pouco, através de Clevedon e suas interações com Marcelline, do vazio e futilidade da vida aristocrata, que se resumia a festas, fofocas e casamentos. E sobre casamentos, Sedução da Seda também explora o lado sombrio do costume na época, afinal Clara e Clevedon eram considerados noivos desde a infância e todos esperavam que eles se casassem, independente dos sentimentos que tinham um pelo outro.

Eu fiquei muito feliz em ter encontrado em Sedução da Seda, um pouco sobre os costumes e modo de pensar da Inglaterra do século XIX. Também achei interessante como a obra traz a moda, as roupas e acessórios, em seu lado mais nobre: como uma forma de libertação e de expressão, algo que Clara, principalmente, descobre ao longo da história. Também é bacana ver a paixão das irmãs Noirot pela sua profissão e como elas se orgulham de ter encontrado um trabalho que lhes provém independência e riqueza, mas também a oportunidade de construírem um legado e de ajudar os outros.

E no meio de tudo isso, Chase ainda presenteia o leitor com uma narrativa gostosa, enriquecida com diálogos recheados de ironia. A trama é bastante surpreendente e única, e se desenrola de forma incrível. Além de fofo e divertido, o livro também tem umas pitadas de ação e mistério que são bastante bem-vindas. A leitura de Sedução da Seda é rápida, devorei a obra em um dia e fiquei sedenta por mais.

OS PERSONAGENS
Sedução da Seda tem um bom número de personagens, mas todos bem desenvolvidos e únicos. Apesar de ter achado Marcelline um pouco convencida e manipuladora demais, adorei a protagonista feminina forte e independente. O amor dela pela família é cativante e gostei que a autora não tenha criado uma mocinha tímida virginal perfeita. Marcelline tem os seus defeitos, a arrogância, como comentei, foi um dos mais marcantes, mas também qualidades e consegue equilibrar os dois. A personagem me marcou bastante por ser uma mulher de negócios, que enfrenta as regras sociais e busca aquilo o que quer. A autora também merece elogios por ter bolado uma protagonista que não tem medo dos próprios desejos, do seu corpo e de sexo, algo que apenas outras duas ou três mocinhas, no máximo, apresentam entre das dezenas e mais dezenas de romances de época que já li.

Clevedon é um pouco mais clichê que Marcelline, mas se torna também um personagem marcante. O que mais gostei foi sua evolução ao longo da história, onde ele deixa de ser um nobre arrogante e entediado que faz o que acha que deve ser feito para se tornar um homem fiel a seus próprios desejos e que descobre seu lugar no mundo. Apesar de tão convencido quanto Marcelline, Clevedon também se mostra um fofo e bastante generoso. Um detalhe que amei foi sua amizade verdadeira e honesta com Clara, outra amostra de que a autora é bem ousada e adora quebrar tabus, como o que diz que homens e mulheres não conseguem ser amigos sem existir algum desejo carnal envolvido.

“Ela lembrou a sim mesma que Duques não eram como os outros homens. Conseguir o que queriam, durante toda a vida, causavam danos a seus cérebros.”

Dos personagens secundários, eu amei a presença da filha de Marcelline, uma menina muito fofa e muito manipuladora que é impossível de não adorar. Eu senti falta de mais cenas das outras duas irmãs Noirot, Sophia e Leonie, mas bastante contente com o desenvolvimento de Clara. Eu amei a personagem desde o início e por isso me irritei muito com o modo que Clevedon a tratou em algumas partes do livro. Contudo, em Sedução da Seda, Clara descobre sua força e sua autoestima, e se revela uma mulher tão forte quanto as irmãs Noirot, o que me fez ficar especialmente ansiosa pelo livro que ela protagonizará.

CONCLUSÕES FINAIS
Um romance divertido, mas inovador, que quebra vários tabus e clichês do gênero, Sedução da Seda é viciante do início ao fim. Com uma trama surpreendente e personagens cativantes, a leitura da obra é rápida, divertida e emocionante, assim como muito romântica. A obra está mais que recomenda para todos os amantes do gênero, vocês vão amar esse livro tanto quanto eu. Nem preciso dizer que estou louca para ter os próximos volumes em mãos, não é mesmo?

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2016/05/resenha-seducao-da-seda-loretta-chase.html
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Duda Razzera 16/07/2018

Divertido e inteligente!
Loretta Chase é uma autora que eu gosto muito! Suas obras são sempre divertidas e impecáveis nas descrições históricas. Ela publica romances históricos desde 1987 e, inclusive, já ganhou vários prêmios, como o RITA, da Associação Americana de Escritores de Romances, com o livro O Príncipe dos Canalhas.

As modistas de Loretta Chase
Nessa série, intitulada "As modistas", ela conta a história de três irmãs francesas que trabalham com a arte de fazer vestidos. E, o último livro da série conta a história de Clara, que começa sua própria história no primeiro livro. A maneira com Loretta descreve os verstidos, corseletes e bailes é maravilhosa! A gente realmente se sente no século passado. Os condes, marqueses e duques para todo lado... E as ladys e damas com os vestidos criados pelas queridas modistas! Aliás, todas as descrições são reais e tiradas de verdadeiras revistas de moda da época. Demais, né?



As histórias giram em torno das irmãs e dos seus amores. Mas, há muito mais! Apesar de cada livro ter o enfoque em uma das irmãs, também revemos outros personagens e tem algumas histórias paralelas acontecendo. Além disso, as tramas rendes boas risadas, lágrimas, além de suspense com as intrigas e tramas. A maneira engenhosa como Loretta Chase cria o desenrolar do enredo é primorosa.

A escrita de Loretta Chase
A escrita de Lorreta realmente é madura e envolvente. Além disso, ela nunca deixa que a história caia no senso comum. Quando o enredo começa a dar aquela "esfriada" logo somos jogados em mais um conflito com reviravoltas mirabolantes das nossas queridas modistas.

Os personagens masculinos também não ficam para trás. Os diálogos são engraçados, inteligentes e bem próprios para a época (ao menos é o que eu imagino!). E, a personalidade de todos eles são interessante, diferentes e combinam extremamente bem com as modistas, fazendo um contraste interessantíssimo!

Todos os livros são da Editora Arqueiro, famosa por seus romances de época e eventos.

Recomendo muito a leitura dos quatro livros. Vocês já leram algum? Conte para gente!

site: https://www.burnbook.com.br/resenhas/resenha-as-modistas-de-loretta-chase/
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Jaque - Achei o Livro 02/08/2016

Macelline Noirot é a mais velha de três irmãs e ela está disposta a qualquer coisa para que seu ateliê se torne o mais famoso de toda Londres.
Conquistar Lady Clara Fairfax, noiva do Duque de Cleverdon e vesti-la com suas roupas é seu maior sonho, assim é certeza que as outras damas da sociedade irão começar à frequentar sua loja.
Como ela não consegue acesso até Clara, vai até a França para encontrar o Duque e tentar de alguma maneira que ele a apresente à futura noiva.
Entre jogos e apostas ela consegue o seu intuito, mas claro que a relação dos dois não pára por aí.

As primeiras páginas foram deliciosas, achei que teria um grande romance pela frente, mas passado esses primeiros momentos o livro deixou muito a desejar.
Marcelline não tem o menor escrúpulo. É capaz de qualquer ato para conseguir o que deseja mesmo que isso seja ilegal. A desculpa é que ela vem de uma família de trambiqueiros e isso não me convenceu.
Isso foi um fator para que eu não gostasse da personagem, fora que ela se acha a melhor de todas e repete isso o livro todo, aposta em roletas e vara a noite em mesa de carteados quando precisa de dinheiro.
Ou seja, nada lembra uma mocinha de romance de época e isso que é o diferencial desse gênero.
Nada contra as mocinhas lutarem por seu espaço, torço por isso nos romances, mas no caso de um histórico eu espero encontrar uns clichês que tanto gosto.
Menos, Marcelline, bem menos....

E o Duque também não foi um personagem que me encantou. Noivo desde sempre com Clara, trai ela sempre que tem uma oportunidade e corre atrás da Marcelline igual um cachorrinho.
Achei ele sem personalidade e sem objetivo nenhum. A história toda ele passa ou atrás da mocinha ou em bares bebendo.
O livro não me conquistou, um foi um balde de água fria em minhas expectativas quanto à série, mas provavelmente (um dia) lerei o segundo, já que a Loretta escreve muito bem e ainda tenho esperanças de encontrar outro "Príncipe dos canalhas".
Elaine 02/08/2016minha estante
Que pena! não vou me dar o trabalho de ler rs


Jaque - Achei o Livro 02/08/2016minha estante
Laine, pode ser que você goste... pelas resenhas eu sou a minoria ;-)


Elaine 02/08/2016minha estante
ah não sei, sabe essa história de época eu gosto de mocinhas com personalidade fortes mas delicadas, trambiqueiras iria me desiludir rsrsrs


Jaque - Achei o Livro 02/08/2016minha estante
Pois é :/


Josy.Novais 06/09/2016minha estante
Menina, pensei a mesma coisa. Detestei os personagens, odiei a arrogância de Marcelline e vamos ser sinceras sua total falta de carater. Não comprei a ideia da autora de digamos "malandragem" dela e de suas irmãs, as coisas que elas são capazes de fazer para se dar bem me icomodou e. muito


Jaque - Achei o Livro 07/09/2016minha estante
Isso mesmo, Josy :(




Gabi 21/01/2018

Diferente...Protagonista ambiciosa
O que mais amei nesse livro foi a diferença desse romance de época para outros.A história não aborda uma mocinha inocente,não.Marcelline sabe muito sobre a vida e inclusive já é mãe.Gostei demais do fato de ela ser ambiciosa e não esconder isso de ninguém.Muitas podem achar estranho ou feio mas em muitos livros os homens que são ambiciosos e achamos normal então porque não achar normal uma mulher ser ambiciosa?Eu amei a protagonista mas o parceiro dela...ô homem difícil haha as vezes achava ele muito criança perto dela mas pelo livro todo tive que dar 5 estrelas pois fugiu completamente dos romances de época que já li.
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50livros 17/03/2018

Livro bom para querer voltar no tempo
Tem alguma leitura que nos deixa tão sonhadores quanto romances de época? Sempre acabo essas leituras suspirando, querendo comprar a primeira passagem para a Europa e fingir que não somos pobres... Ah, que delícia é ler esse tipo de livro...

Nunca tinha lido nada de Loretta Chase, mesmo sabendo que ela faz parte daquele panteon das consagradas escritoras de época (Quinn, Tessa Drake, Lisa Kleypas e Mary Balogh). E não é por menos. A história é aquela: uma parte é rica, a outra nem tanto, meio burguesa, em uma época onde os estamentos sociais eram assumidamente relevantes. Só que essa trama tem um certo sazon: o mundo da moda vive entre nós e é pano de fundo de toda a história (eu escutei um amém?).

É ultra original? Não, mas tem seu valor. Nada de copiar Jane Austin, amores. Vamos falar de algo que ainda não virou lugar comum, aquela área da burguesia dotada de jogos de poder, antes tão desconhecidos pela alta sociedade. Aqui a gente consegue ver que a época vitoriana é um jogo onde quem dita as regras é a nobreza, mas são os insurgentes que sabem jogar. Loucura? Talvez, mas, como disse anteriormente, tem seu valor.

Tudo isso para nos trazer aquela história de amor verdadeiro, que não só ultrapassa montanhas como mostra o quanto a personalidade individual já estava se tornando algo relevante para sua época. Os personagens são muito bons, principalmente a filha de Marcelline, que fica mudando de nome de acordo com o humor. Marcelline me irritou um pouquinho, principalmente no final, com aquela comiseração toda. Mulher, você não era a independente e heart-breaker do rolê?!

Por mais que o meinho ali do livro fique meio sem acontecimentos, ainda mais vindo depois daquela viagem de moda para Paris (mon Dieu!), o final compensa todo o resto, mostrando a mudança dos personalidades e em como eles vêem seus diferentes.

Com certeza continuarei a série, foi uma delícia lê-la do início ao fim. É um livro cheio de amor, reviravoltas, maquinações e, acima de tudo, muita qualidade de escrita. Esse panteon que me aguarde, pois lerei tudo de todas.

site: https://www.50livros.com/single-post/2018/02/06/RESENHA-de-Sedu%C3%A7%C3%A3o-da-Seda-As-Modistas---vol-01-de-Loretta-Chase
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Blog MDL 02/07/2016

Marcelline Noirot é uma mulher decidida e que não acredita no poder da palavra impossível. Possuindo um talento nato para desenhar modelos de roupas inovadores, ela luta todos os dias para conseguir o seu lugar dentro da alta sociedade londrina. Entretanto, por mais que ofereça um trabalho exclusivo, nenhuma grande dama se tornou sua cliente e por isso as finanças da loja podem ficar ameaçadas. Desejando ganhar além de dinheiro, o devido reconhecimento, ela planeja dar um golpe infalível no duque de Clevedon: persuadi-lo a vestir a futura duquesa com os seus modelos. Sem nunca tê-lo visto, ela não estava preparada para o choque que seria encarar a sua beleza e enfrentar a sua obstinação diante do que deseja.

O duque de Clevedon passou um longo tempo fugindo das suas responsabilidades. Por ter herdado o título jovem demais, nunca se sentiu pronto para lidar com tudo o que viria junto com a sua denominação de duque. Por isso que mesmo tendo certeza do seu amor por lady Clara, ele não sentia que era o momento certo para se casar e pôr fim a toda diversão que estava tendo em Paris, ainda mais quando ele conheceu a bela Marcelline. Diferente das mulheres que ele estava acostumado a lidar, ela era extremamente direta com aquilo que queria e não segurava a sua língua afiada nem se sua vida dependesse disso. E quando ela revela as razões para estar diante dele, ele não pode fazer nada além desejá-la ainda mais.

Em "Sedução da Seda" nós temos personagens de personalidade e atitudes dúbias. Diferente do que costumamos ver nós livros de romance de época, esses desvios de caráter não estão presentes apenas nas figuras masculinas, pelo contrário, eles se estendem e alcançam as mulheres dessa história. E é a isso que eu atribuo a enorme quantidade de críticas que li a respeito do comportamento desses personagens. Verdade seja dita, independente de lermos esses livros com o pensamento de que eles se passam em outra época ou não, alguns leitores ainda não conseguem digerir com facilidade uma postura mais proativa das mocinhas - principalmente, se isso significa competir com os heróis na execução de canalhices de toda sorte.

Engraçado que o principal argumento das pessoas que não gostaram da história, foi justamente o que mais me atraiu nela. Além, é claro, da escrita impecável de Loretta Chase, temos personagens que são marcantes cada um a sua maneira. Marcelline é o tipo de pessoa que choca com a sua autencidade e sua falta de escrúpulos, ela possui uma determinação nata para perseguir aquilo deseja tal qual o duque, porém, enquanto ele leva isso para um âmbito pessoal, ela o utiliza para atingir o sucesso que deseja. Ela estaria errada por ser ambiciosa e não se importar com as consequências de suas ações? Sinceramente, essa é uma questão subjetiva e que adentra o campo da ética, da moral e da educação.

É por isso que aceito sim a desculpa dela de ser inescrupulosa por causa dos pais. Afinal, se o seu referencial lhe apresenta as falcatruas, as enganações e o mal caratismo como coisas que podem ser realizadas sem punição, como lutar contra isso por si só? Ainda mais em situações limítrofes? Pois bem, mesmo que essa resenha esteja parecendo uma tese de defesa, acredito que é importante analisar todas essas pontuações mesmo que o foco principal seja no romance. Penso que os livros são uma fonte riquíssima de conhecimento haja vista o seu poder de colocar o indivíduo em situações que talvez de outra maneira ele não tivesse contato, e a sua magia se torna ainda maior quando eles são capazes de mostrar que a vida e as pessoas não são perfeitas e não condizem com a nossa idealização, mas sim com a sua própria realidade de vida.

Tendo isso em mente, posso dizer sem sombra de dúvidas que "Sedução da Seda" foi uma história deliciosa de ser acompanhada. O gênio forte de Noirot fez um contraponto ideal para a maneira relapsa que Clevedon encara as suas responsabilidades. Gostei da abordagem de Chase nesse sentido, pois mostra de maneira muito palpável como a mulher também pode ser a figura racional de uma relação. A respeito do triângulo amoroso, ele funciona mais como um termômetro entre o casal do que como uma disputa de fato. É difícil saber a extensão dos danos disso em Clara nesse livro, porém, conseguiremos entender melhor as minúcias do que ocorreu no quarto volume da série que será dedicado a ela.

Aliás, pela frente conheceremos um pouco mais das irmãs de Marcelline que são tão ardilosas quanto ela, por isso se você não gostou da premissa desse livro, é pouco provável que gostará dos demais volumes de "As Modistas". Entretanto, se depois de tudo o que disse lhe restou um desejo de conhecer esses personagens, indico a leitura veementemente. Você pode odiar? Com toda certeza. Mas você também poderá ver o mesmo que eu: personagens humanos e que dão vazão a essa humanidade através de suas gigantescas falhas e a vontade imensurável de acertar.

site: http://www.mundodoslivros.com/2016/06/resenha-seducao-de-seda-por-loretta.html
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Bruuh 23/08/2016

Até onde você iria para sobreviver?

Marcelline, Sophia e Leonie Noirot são irmãs e proprietárias da loja Maison Noirot, a grande ambição das modistas é fazer com que esta se torne a mais popular de toda a Londres, entretanto não é algo tão fácil assim. Elas precisam atrair clientes e se desfazer de quaisquer competições com outras lojistas, ou seja, suas criações tem que serem únicas, autênticas.

Sendo assim, uma de suas clientes solta na loja que o duque de Clevedon está retornando a Londres, após passar um bom tempo em Paris. Na verdade, ele foi obrigado a voltar, já que está noivo de lady Clara Fairfax e necessita firmar o compromisso, horando-a com o matrimônio.

Marcelinne então, sendo a mais velha das irmãs, sabe que se conseguir fazer com que Clevedon as deixe vestir sua futura duquesa, os negócios irão decolar de vez. Com um plano em mente, Marcelinne resolve agir o mais rápido possível, indo pessoalmente a Paris para fazer a cabeça do duque.

"- Eu não tenho esposa - retrucou ele.
- Mas terá. E eu devo ser a pessoa que irá vesti-la. Espero que isso já esteja bem claro."

Acontece que Clevedon não é como Marcelinne pensava, e ela desperta certo interesse nele.
Bem, já dá para perceber que as coisas não sairão como planejadas, certo?

"Não foi um beijo de rendição, mas do tipo tapa na cara."

Então começa um jogo de gato e rato, Marcelinne retorna (foge) para Londres, Clevedon vai atrás. Agora resta saber como irão resistir a tentação e como colocarão suas vidas nos eixos, ele casando com lady Clara e Marcelline a vestindo.

"Resistir a tentação era terrível."

Será que conseguirão?

"Sim, ele era um tolo. A mulher a quem sempre amara estava em seus braços e todos os outros homens no salão de baile desejavam estar em seu lugar.
E tudo o que ele queria era ir embora."

A Sedução da Seda fora um livro bom, mas sua leitura se arrastou um pouco. O enredo é interessante, mas peca em determinados pontos, tais como as descrições que Marcelline faz do duque, colocando-o em um pedestal, o deus grego do universo; e Clevedon totalmente sem saber como tomar as rédeas de sua própria vida, brincando com os sentimentos dos outros.
Lady Clara é uma personagem que cresce ao decorrer do enredo, por mais que a série trate sobre as três irmãs, eu gostaria de ver o futuro de Clara, pois ela me conquistou muito mais que a protagonista. Veja bem, Marcelinne é uma personagem forte, sofrida, porém não me convenceu.
Já peguei diversas séries que melhoraram com o passar dos livros, acredito que o próximo será melhor, já que fiquei muito mais curiosa com o que aconteceria nele, do que com esse livro. rs
Vale a pena ler e recomendo. Já aviso também que é necessário começar pelo primeiro livro, pois a série será conectada, ou seja, os personagens do segundo livro já começam "algo" nessa obra.

site: http://umminutoumlivro.blogspot.com.br/
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Leituras e Delírios 03/03/2017

Primeiro livro da série As Modistas da autora Loretta Chase, Sedução da Seda vai nos trazer a história da modista Marcelline Noirot, a mais velha de três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino, que acaba envolvida de todas as formas possíveis com um duque, que por acaso está noivo. Nossa protagonista jamais imaginou que a sua vida fosse dar um giro de 180º depois desse encontro!

Marcelline Noirot é uma fantástica modista, desenha vestidos fantásticos, muito talentosa e que devido os percalços do destino, acabou abrindo um ateliê para que elas e as irmãs não passassem necessidades. Apesar de descender de família nobre, elas escondem isso, já que família era conhecida pelos inúmeros golpes aplicados na praça e elas queriam reconhecimento e tal fato com toda certeza iria manchar a reputação das irmãs e consequentemente elas não iriam alcançar o objetivo de vestir as damas mais notórias da sociedade.

Mas, o que falta a ela e as irmãs é ter prestígio e reconhecimento na sociedade londrina. Para tanto, as irmãs Noirot focam no objetivo de vestir Lady Clara Fairfax, distinta dama da sociedade e futura noiva do duque de Clevedon, tal façanha possibilitaria ao ateliê delas reconhecimento por parte das outras damas, que veriam em Lady Clara o atestado de competência e excelência dos vestidos criados pelas irmãs Noirot.

Resenha completa no link!

site: http://www.leiturasedelirios.com.br/2017/02/seducao-de-seda-loretta-chase-as.html
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