Uma Noite Como Esta

Uma Noite Como Esta Julia Quinn




Resenhas - Uma noite como esta


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Carol 17/02/2017

Daniel conseguiu ficar empatado com o Colin entre os meus personagens favoritos da Julia Quinn.
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Mi 19/01/2017

"Ela tinha Daniel e estava segurando sua mão. Isso era realmente tudo o que importava."
"Quando você entra em um lugar. - Ele disse suavemente.- O ar muda."

Daniel Smythe-Smith passou três anos sem ver a familia, bem longe da Inglaterra. Exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna.
Ele ja estava aceitando o fato de que
nunca mais pisaria em solo inglês ou veria sua família, até que um dia, para sua grande surpresa, Hugh
Prentice o encontrou em um pequeno vilarejo na Itália, e lhe deu seu perdão.

De volta ao lar, no dia do concerto Smythe-Smith, ele se ver encantado pela jovem que substituiu a sua prima Sarah, a sua governanta, Anne Wynter.
Havia algo, um magnetismo no ar, algum elemento que o atraía até a dama. Mesmo sem conhece-la ele a beija. Simplesmente o faz. Não por canalhice, mas sim por...nao sabe explicar. Só que parecia algo certo a se fazer, estar na presença dela.

"Ela olhou para cima.
O tempo parou. Ele simplesmente parou. Era a maneira mais piegas e clichê de descrever isso, mas aqueles poucos segundos quando seu rosto se levantou em sua direção? O tempo se esticou e puxou,derretendo na eternidade."

Todavia, Anne não é como as jovens garotas tolas que suspira a qualquer sorriso.
Ela sofrera e muito, com seu último "namorado". Caiu em uma armadilha.
Ela se entregou a ele, crente que o mesmo à amava e se casaria com ela, mas o que ela não sabia, era que o sujeito ja havia pedido em matrimônio uma outra jovem, vinda de uma família financeira muito superior a dela.
Para uma moça, não ser mais virgem, sem ter um compromisso, uma aliança no dedo, é à ruína . Com Anne não foi diferente, rejeitada pela a família, ela não ver outro solução, a não ser arranjar um emprego. Pois um casamento, esta longe de cogitação

Depois do ocorrido, Anne tenta ao máximo ser indiferente à Daniel.
Resistir as suas investidas, seus encantos ( tarefa praticamente impossível )
Mas o jovem está determinado em cortejar, e conquista-la pouco a pouco. Não desistirá tão Facilmente.
A situação fica ainda mais crítica, para o lado da Anne ,quando toda a família
Pleinsworth vai passar uma semana na propriedade de Daniel.
Os dois debaixo do mesmo teto? Sei não ein....kkkkk

"E doía muito desejar algo que ela nunca poderia ter."

Mas as dores do passado, um segredo, pode ser uma das barreiras que Daniel tera que enfrentar, para chegar ao coração da sua querida amada.

"Eu amo você. -Disse ele, e sentiu-se como se o mundo inteiro estivesse no seu devido lugar quando
disse isso. -Amo você e não posso suportar a ideia de passar um momento sem você. Eu a quero ao meu lado e em minha cama. Quero que você tenha meus filhos e quero que cada pessoa no mundo saiba que você é minha."

Cara a única coisa ruim de ler os livros da Julia, é porque eles me deprime.
Sério kkk Me deixam de bad por não ter ninguém kkkk Todos os boys dela são taaaaao perfeitos.E eu aqui...sozinha kkk Mano..muita injustiça eles não exitirem. :( :( :(
Patricia 12/02/2017minha estante
Kkkkkk realmente é injusto que elea não existam


Mi 12/02/2017minha estante
Né ? :( :( :(
Sempre fico na sofrência quando acabo um livro da Julia kkk




Lisandra.Vieira 21/02/2017

Daniel Smythe-Smith, um mocinho de arrancar suspiros!
Acabo de ler um dos melhores livros da Julia Quinn!!! Tá, geralmente sempre falamos isso quando acabamos de ler os romances de época dessa autora maravilhosa!!! Mas com "Uma noite como esta" ela me arrebatou de uma forma tão intensa e tão insana, que me faltam as palavras e nem sei por onde eu começo meu relato... São milhares de razões para amar esse casal...!!!
O livro começa com o tão requisitado concerto anual das Smythe-Smith!
Anne está ao piano como uma quebra-galho, já que Sarah Smythe-Smith está "doente" e não pode comparecer. Então a mãe de Sarah recruta a governanta da família, pois nenhuma outra Smythe-Smith solteira toca piano, e seria uma catástrofe total privar Londres de tal evento!!!
Durante o recital Anne percebe que está sendo observada de uma sala no fundo do palco e ela imediatamente fica alerta, pois ela tem um segredo em seu passado e teme ser reconhecida e encontrada, então assim que acaba a apresentação ela sai do salão buscando um refúgio.
Daniel Smythe-Smith acaba de voltar do seu exílio na Itália após 3 anos. Ele chegou no dia do concerto realizado por sua família e não quer ser visto até que o evento termine. Assim, ele vai até uma sala onde pode espiar a família sem que seja percebido...
Daniel está procurando rostos conhecidos e então seu olhar para na estranha ao piano. O que uma pessoa fora da família faz no palco? Isso não lhe importa mais de um segundo, depois que sua atenção se concentra na beleza da jovem... Ele fica fascinado e assim que ela foge da sala ele vai ao seu encontro.

"Ela olhou para cima.
O tempo parou. Ele simplesmente parou. Era a maneira mais piegas e clichê de descrever isso, mas aqueles poucos segundos quando seu rosto se levantou em sua direção? O tempo se esticou e puxou, derretendo na eternidade."

Uma noite como esta não deveria de maneira nenhuma ser menos que um suplício... Era uma realidade básica aos expectadores do concerto de sua família, mas de alguma forma aquela mulher misteriosa muda o prisma e a noite não é nada menos que fabulosa.
Quando se encontram uma atração perturbadora os arrebata. Trocam um beijo e depois vários acontecimentos se seguem e aproximam os dois de alguma forma...


"-Você deveria fazer isso mais vezes. - Disse ele. -Rir, quero dizer.
-Eu sei. - Mas isso parecia triste, e ela não queria ficar triste, então acrescentou.
-Não costumo torturar homens adultos.
-Sério?? Ele murmurou. -Acho que você faz isso o tempo todo. Ela olhou para ele.
-Quando você entra em um lugar.- Ele disse suavemente. - O ar muda."

Daniel descobre que Anne trabalha para sua tia, e começa a caça-la! Anne tenta se afastar mas é incapaz de negar a si mesma os momentos que o destino lhe presenteia ao seu lado.

"Se ela encontrou sua vida abalada por este homem, não era porque ele queria fazer isso. Era simplesmente porque ele gostava dela e queria que ela gostasse dele. E nunca lhe ocorreu que não deveria permitir-se a persegui-la."

Contudo, os fantasmas do passado de Anne começam a retornar e colocam sua vida e a vida de todos que a cercam em perigo.
Anne decide se afastar, mas é encurralada e com um pouco de sorte consegue correr de volta aos braços de Daniel. Eles tem aquele momento maravilhoso, ela lhe conta por tudo o que passou e as cenas são perfeitas!!!

"- Eu amo você. - Disse ele, e sentiu-se como se o mundo inteiro estivesse no seu devido lugar quando disse isso. - Amo você e não posso suportar a ideia de passar um momento sem você. Eu a quero ao meu lado e em minha cama. Quero que você tenha meus filhos e quero que cada pessoa no mundo saiba que você é minha.
- Daniel. - Disse ela, e ele não poderia dizer se ela estava protestando ou concordando. Mas seus olhos se encheram de lágrimas, e ele soube que estava tudo certo.
-Não vou ficar satisfeito com nada menos que tudo. - Ele sussurrou. -Eu temo que você tenha que se casar comigo.
Seu queixo tremeu. Poderia ter sido um aceno de cabeça.
-Eu te amo. - Ela sussurrou. -Eu também te amo.
-E?? - Ele cutucou. Porque ele iria fazê-la dizer isso.
-Sim. - Ela disse. -Se você for corajoso o suficiente para me querer, vou me casar com você.
Ele a puxou contra ele, beijando-a com toda a paixão e medo, e com a emoção que estava segurando dentro dele por uma semana.
-Bravura não tem nada a ver com isso. - Disse ele e quase riu, estava tão extraordinariamente
feliz. -É autopreservação.
Sua testa se franziu.
Ele a beijou novamente. Ele não conseguia parar.
-Acredito que morreria sem você.- Ele murmurou."

Então quando tudo era para dar certo o vilão dá uma de espertinho e o livro fica super emocionante!
Pra quem leu o livro um, a Julia Quinn nos presenteia com o retorno do nosso amado mocinho anterior e coloca o Marcus no final e ele junto com Hugh (amigo de Daniel também), ajudam Daniel e Anne a ficarem livres do vilão. Amei demais a cena em que eles fazem o resgate da mocinha.
Ah! Preciso dizer que fiquei tomada de amores pelas primas mais jovens do Daniel. Harriet, Elizabeth e Frances. Que delícia essas meninas!

Esse livro é inteirinho perfeito. Estou amando a série e a cada livro me torno mais fã da nossa idolatrada Julia Quinn.

Esse entrou para o meu #TopLivros de 2017!

#Recomendo
Valéria 21/02/2017minha estante
Eu acabei de terminar a leitura hahahaha tem uns 3 minutos! Tô encantada com a história tbm, achei mt melhor que o primeiro! O Daniel é um personagem maravilhoso mesmo. Eu já havia ficado interessa em sabermais sobre ele no livro anterior e quando vi q ele seria o protagonista desse fiquei super feliz. Gostei tanto dele quanto da Anne. Achei ela forte, decidida e com fibra sabe?
E o Hugh? gente, que homem de caráter! O próximo livro é ele como protagonista e eu só não começo a ler já pq tenho q dormir hahaha


Jess 21/02/2017minha estante
Amei a resenha,nem tava com vontade de ler esse segundo,mas acho q vou dá uma chance :D


Lisandra.Vieira 21/02/2017minha estante
Oi Jess!
Nossa, por favor leia esse livro!!!!!!
Eu concordo com a Vall, ele é muito melhor que o livro 1. Apesar de eu ter gostado muito da Honoria e do Marcus, acho que a Julia Quinn estendeu um pouco a cena dele acamado... Aquele drama todo ofuscou um pouco o romance. Queria mais flertes e situações com os dois juntos (diálogos). Lá para o final quando ele vai atrás dela em Londres é tão perfeito... Deveria ter tido mais disso!

Nesse segundo, é um deleite ver o casal junto e eles são incríveis! O Daniel é sedutor e divertido, protetor e amável, e lindo... lindo... lindo!
Amei. ??


Lisandra.Vieira 21/02/2017minha estante
P.S.: Todos estão aclamando o livro 3.
Dizem que é o mais lindo...
Eu acredito! Estou loucapra ver Hugh e Sarah juntos ?


Jess 21/02/2017minha estante
Linda dra ralmente o 1 deixou a desejar,mas vou ler os outros *-*


Jess 21/02/2017minha estante
Lisandra realmente o 1 deixou a desejar mas vou ler os outros *-*


Jess 21/02/2017minha estante
Dizem mesmo,louca pra ler o 3 s2


Lisandra.Vieira 23/02/2017minha estante
Acabei de ler o 3. Lindo demais...


Jess 23/02/2017minha estante
Acabei de ler a resenha s2


Lisandra.Vieira 23/02/2017minha estante
???


Jess 23/02/2017minha estante
Amei ,vou tentar ler esses livros essa semana *--*


Lisandra.Vieira 23/02/2017minha estante
Espero seu parecer!!! ???


Valéria 23/02/2017minha estante
Lisandra a gente tá na sincronia kkkk terminei o 3 hoje! E MEU DEUS DO CÉU!!! Ele é ainda melhor que o 2°!!! O Hugh é um personagem com um caráter tão forte q não tem como não se apaixonar. Eu fiquei boba com ele. Nos outros a Julia não falou mt dele, foi só a superfície. E o interior dele é maravilhoso. Me surpreendi mt com a Sarah tbm. Gostei dela até mais do q da Anne. Ela não ficou de mimimi. Começou a sentir e foi. Teve atitude.
Já comecei a ler o 4°. Amanhã devo voltar por aqui hahahah


Lisandra.Vieira 26/02/2017minha estante
Valéria, também gostei mais da Sarah. Achei excelente a cena dela desafiando o marquês.
Sobre o Hugh, ele foi impecável e é um personagem inestimável pra mim!
Aquele sarcasmo dele, o temperamento mais austero no inicio e depois foi se rendendo... A cena dele com a Frances no casamento foi demais! E eu amei aparte da lady Dambury também... Foi ali que ele e Sarah começaram a quebrar o gelo! Lady D. é fogo!!! Terrível!! Mas sempre um cupido eficaz!

O livro 4 é sensacional. Sir Richard é meu predileto... Apesar dos pesares!


Valéria 26/02/2017minha estante
Meu preferido de todos é o Hugh. Dps o Daniel, Richard e Marcus.
Na questão do 4° livro eu até gostei do Richard individualmente mas não gostei mt da história não, de todos foi minha 3° favorita sendo o 1° livro em último pq achei ele arrastado.
Já o 4° livro não foi arrastado mas faltou algo sabe? Eu achei q o mistério dele seria mais "cabeludo" e qnd chegou na parte eu fiquei meio decepcionada, com cara de tapada. Do Richard e da Iris individualmente eu gostei mas da historia deles não.
Mas ainda achei melhor q da Honoria e do Marcus. Não consegui gostar dele :(


Lisandra.Vieira 26/02/2017minha estante
Eu amei o livro 4.
Também achei o primeiro arrastado... A parte do Marcus acamado demorou muito. Queria mais romance, cenas de sedução, diálogos, entre os mocinhos. Mas de toda forma gostei muito do livro. Amo esses casais que se conhecem desde sempre e de repente descobrem que sâo apaixonados....
Livros 2 e 3 impecáveis.
São todos maravilhosos. Quase empate técnico!




Ana Luiza 25/02/2017

“Nada era mais sinônimo de “lar” para um homem da família Smythe-Smith do que música mal tocada.”
A HISTÓRIA
Três anos antes, por causa de sua péssima mira, Daniel Smythe-Smith feriu gravemente seu amigo Hugh Prentice na perna, em um duelo desnecessário por causa de desavenças em um jogo de cartas. Apesar de Hugh ter ficado com sequelas, ele jamais culpou Daniel, mas o pai do jovem, Lorde Ramsgate, prometeu que Daniel pagaria pelo seu erro. Assim, o jovem Smythe-Smith passou três anos na Europa, sem qualquer contato com a família e fugindo constantemente dos capangas de Ramsgate. Contudo, Hugh conseguiu convencer seu pai a deixar a história para trás, e Daniel finalmente volta para casa.

E Daniel chega no dia perfeito: o dia do concerto anual dos Smythe-Smith. Apesar de a música continuar terrível, ele fica feliz em rever a família, mesmo que, naquela mesma noite, acabou trocando alguns socos com seu melhor amigo, Marcus, que se apaixonara pela irmã de Daniel, Honoria. Mas, o ponto alto do retorno de Daniel acontece quando ele coloca seus olhos na pianista do quarteto que está tocando naquela noite. Em vez de uma de suas primas poucos talentosas, uma estranha e bela mulher está sentada ao piano e, mesmo sem fazer ideias de quem ela é, Daniel sente que precisa beijá-la naquela noite.

Anne Wynter é uma governanta tão competente quanto é bela. Contudo, apesar de adorar as três meninas Pleinsworth, ela não estava preparada para tocar com as primas delas, as Smythe-Smith, naquela noite. A verdade é que Anne odeia ser o centro das atenções, afinal, passara os últimos oito anos da sua vida fugindo e fazendo de tudo para esconder sua verdadeira identidade. Muito tempo atrás, a Sra. Wynter não era uma governanta e não tinha esse nome. Nascida Annelise Shawcross em uma família da pequena nobreza rural, Anne foi criada para ser uma dama e se casar com um cavalheiro. Contudo, ela fora enganada pelo filho de um nobre, que, não satisfeito em arruiná-la e separá-la da família, prometeu que a mataria um dia.

Assim, quando vê um belo e desconhecido homem olhando-a com tanto interesse durante o concerto, Anne pensa que finalmente foi descoberta. Contudo, quando o homem a segue depois da apresentação e a beija, Anne percebe que ele não a conhece, mas que é perigoso de outra forma. Ainda naquela noite, a moça descobre que o homem que a beijara é ninguém menos que Daniel Smythe-Smith, o infame conde de Winstead. E ele descobre que a bela desconhecida é a governanta de suas jovens primas.

Contudo, mesmo sabendo que são completamente errados um para o outro, Daniel e Anne ficam extremamente atraídos. Ele consegue ver que, por trás do papel de governanta, há uma mulher inteligente e divertida, mas marcada por um passado sombrio. Já ela, percebe que o conde é um homem gentil e observador, que está ansioso para viver decentemente depois de três anos de exílio. Daniel sabe que não deveria, mas, depois da noite do concerto, começa a arrumar todo o tipo de desculpas para passar algum tempo na presença de Anne. Já Anne, se irrita a princípio com a insistência de Daniel, sendo que, em seu interior, adora cada minuto em que o Conde está a seu lado. Contudo, antes mesmo de permitirem que seus sentimentos fluam, Daniel e Anne terão que enfrentar seus passados sombrios e seus inimigos antes de chegarem a seu final feliz.

A SÉRIE

Uma Noite Como Esta é segundo livro do Quarteto Smythe-Smith da Julia Quinn. Essa série de quatro livros conta as histórias de amor de quatro membros da família Smythe-Smith, conhecida no universo dos romances da autora por promoverem anualmente um concerto, onde jovens solteiras da família tocam (terrivelmente) em quarteto.

Apesar dos livros da saga serem independentes, cada um com sua trama e casal próprios, é interessante ler a série na ordem, já que personagens secundários se repetem ao longo dos livros e os acontecimentos do anterior sempre são citados nos volumes seguintes. Simplesmente o Paraíso, o primeiro livro, conta a história de Honoria Smythe-Smith e o amigo de longa data da família, Marcus Holroyd. Esse segundo livro, Uma Noite Como Esta traz o envolvimento do irmão de Honoria, Daniel, e a governanta das primas dele, Anne. No terceiro livro, A Soma de Todos os Beijos, é vez da prima dos Smythe-Smith, Sarah e o gênio da matemática Hugh Prentice. E no quarto e último livro, Os Mistérios de Sir Richard, temos a saga de Iris Smythe-Smith e Richard Kenworthy,

(...)

CONCLUSÕES FINAIS
Uma Noite Como Esta, infelizmente, me decepcionou. O que era para ser uma história de amor fofa e romântica, transformou-se quase que em uma saga de assédio, com um mocinho meio assustador e perseguidor. O envolvimento do casal não me convenceu ou me agradou, mesmo a mocinha sendo uma das mais fortes e legais da autora.

Apesar de ter alguns momentos divertidos e fofos, não consegui deixar de lado a natureza irritante das investidas chatas do mocinho, então a leitura, mesmo que rápida e fluída, no final, não me cativou. Apesar de bem inferior que o primeiro volume, Uma Noite Como Esta não chegou a me desanimar quanto a série. Vou terminar de ler o Quarteto Smythe-Smith, claro, mas aprendi minha lição e pegarei os próximos dois livros com expectativas mais contidas.

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2017/02/resenha-uma-noite-como-esta-julia-quinn.html
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Carla Cássia 06/03/2017

Amor à primeira vista.
Amor à primeira vista, é a frase que melhor defini o livro de Daniel e Anne.

A história deles começa exatamente onde a de Honoria acaba, assim já devo avisar que se você pretende começar por esse, seria melhor repensar e começar por “Simplesmente o paraíso” e ter uma visão completa dos acontecimentos até aquele momento.

Dito isso, devo confessar que eu esperava um pouco mais desse livro. Achei tudo muito rápido e que Daniel, diferente de sua irmã que põe a família em primeiro lugar, pois uma moça desconhecida.

Porque na boa, se eu sou mãe dele, passo três anos sofrendo pelo seu exílio, e quando ele volta, ele mal passa tempo comigo e fica correndo atrás de uma moça que ele nunca viu na vida. Eu iria ficar muito irritada com essa falta de consideração. Não que ele precisasse abdicar de tudo, mas a forma insistente e até mesmo cansativa que ele fica correndo atrás de Anne me incomodou um pouco.

Já Anne a achei muito deixe a vida me levar. Ela é uma personagem forte, sem sombra de dúvidas, e trabalhadora, pagando por um erro do passado, o que mostra como a vida era injusta para mulheres naquela época.

Passada essa raiva que eu tive da personagem principal, achei à narrativa muito bem montada e me entreteve muito bem, mesmo incomodada com as atitudes dele, a leitura foi rápida, divertida e o final do livro realmente foi surpreendente.

OBS: Nunca mais verei unicórnios da mesma forma, fiquem de aviso.

site: http://www.blogcontracapa.com.br/2017/03/resenha-uma-noite-como-esta.html
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Fernanda 22/02/2017

Uma noite como esta
Resenha no blog:
http://www.segredosemlivros.com/2017/02/resenha-uma-noite-como-esta-julia-quinn.html

site: http://www.segredosemlivros.com/2017/02/resenha-uma-noite-como-esta-julia-quinn.html
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Carla S. Santos 10/03/2017

Mais um romance que não me cativou...
Definitivamente, não estou me dando muito bem com a série Smythe-Smith da Julia Quinn! Que tristeza...Esse foi mais um livro que não me prendeu.

Em comparação ao 1º volume que tem o enredo meio arrastado, o 2º tem um toque a mais de drama e ação que tem a ver com o passado dos protagonistas. Mas o romance em si foi tão água com a açúcar, que para mim, que particularmente amo um desenrolar amoroso bem dramático e bem detalhado, ficou muito aquém das minhas expectativas!

De início, o casal só de se olhar, já vai se agarrando no meio do corredor e um lasca um beijão no outro de tanta atração instantânea que sentem entre eles, com isso já vemos o quanto a conquista se desenvolve rapidamente. Tive a sensação de que a autora ficou com preguiça de demorar um pouco mais no aprofundamento dos sentimentos dos personagens e resolveu acelerar tudo. O amor que ocorre entre o casal foi extremamente à jato e quando isso acontece sempre me irrita, pois sinto como se faltasse alguma coisa e, a meu ver, faz com que acabe com a credibilidade do romance.

É como se a autora quisesse que eu acreditasse em papai noel e em coelhinho de páscoa, pois nunca consigo levar fé em um amor tão à primeira vista como os desse tipo. Na minha opinião, isso só acontece em contos de fadas.

De resto, até que gostei da mocinha e do mocinho. Ela é bem sofrida, batalhadora e humilde, enquanto ele é um baita galã, maravilhoso e charmoso. Tudo o que faltava no Marcus do 1º volume encontramos no Daniel.

O ponto positivo, foi todo o desenrolar da trama do passado da Anne que trouxe um quê de mistério e aventura para o enredo. Foi exatamente isso que mais me chamou atenção e me fez querer ler o livro até o fim, porque se dependesse somente do romance entre o casal, com certeza teria parado a leitura pela metade.

De qualquer maneira, vou continuar investido na série, uma vez que fiquei sabendo que o 3º volume é o melhor de todos! Agora é aguardar pra ver e já estou na expectativa, espero não me decepcionar novamente...

cinthia 10/03/2017minha estante
Até agora nossa opinião foi mesma.vou esperar vc ler o 3primeiro se vc gostar aí eu leio.


Nathanny Sena 10/03/2017minha estante
O único que eu realmente gostei foi o 3° e parece que a maioria das pessoas também acharam ele o melhor. Essa série é meio fraquinha.


MaraGrazy 10/03/2017minha estante
Poxa vida minha expectativa de querer comprar só abaixa,pois vc não é a primeira a enxergar este ponto que faltou nesse livro.Tambem amo romances de época e históricos que tenham um Q a mais .... Gostei muito de sua resenha .


Bia 10/03/2017minha estante
Gostei bastante do terceiro!


Lari 11/03/2017minha estante
Olha eu não gostei muito do segundo , mas sou apaixonada pelo quarto e pelo terceiro, principalmente pelo quarto. Por favor não desista.




Resenhas Teen. 23/02/2017

Uma Noite como Esta
Oie pessoal! Tudo bem com vocês?
Espero que essa mania que estou adquirindo esse ano de resenhar os livros logo após a leitura, siga até o final do ano assim facilita minha vida! (risos)
Hoje trago a resenha do livro Uma Noite como Esta, segundo volume do Quarteto Smythe-Smith, que acabei a leitura numa diferença de três dias depois de ter começado e acabado o primeiro volume.
Ou seja, o devorei num piscar de olhos e me teletransportei novamente a outra época, outra cultura e novamente amei a experiência.
Não é novidade para ninguém que sou apaixonada pelas histórias da Julia Quinn, e nesse quarteto pelo menos nesses dois volumes que li, ela se superou e muito em suas histórias!
Senti que ela evoluiu ainda mais como autora, nos trazendo experiências mais reais para a época.
Na outra resenha que saiu enorme acabei esquecendo de citar, que nesse quarteto temos um vislumbre de alguns irmãos Bridgertons, nada muito alarmante para quem não leu a outra série ainda, mas é bom avisar para que não haja muita surpresa como houve comigo.
Nesse livro encontramos a história de Daniel Smythe-Smith e Anne Wynter e como sempre duas pessoas completamente diferente uma da outra, principalmente nessa história.
Pois Daniel é um duque e Anne a governanta de suas primas mais novas, ou seja, para a época isso seria completamente inapropriado, a não ser que Anne fosse sua amante, mas isso irei abordar mais para frente.
Anne tem um passado complicado, que não revela quase nada para ninguém e vive com medo, mesmo tendo um emprego bom agora na casa de Lady Pleinsworth ela sabe que não pode baixar a guarda senão seu passado vem à tona e poderá acarretar em grandes problemas novamente.
Daniel retorna para casa após três anos exilado na Itália, Hugh Prentice lhe garantiu que seu pai havia deixando de lado sua jura de vingança assim ele estaria livre para voltar para a sua família.
Já no primeiro dia, ou melhor, noite que Daniel retorna para casa, ele encontra uma mulher estranha ao piano no Concerto Anual das Smythe-Smith e fica intrigado para saber quem é aquela mulher e porque ela estava tocando no lugar de algum membro da sua família.
E pensem numa apresentação sinistra que eles tiveram Daniel não aguentando a curiosidade e o desejo simplesmente beija a jovem após a apresentação (em um corredor escuro, senão o fiasco seria grande (risos)).
No desenrolar de alguns acontecimentos ele descobre que a moça que ele havia beijado naquela noite é ninguém menos e ninguém mais que Anne Wynter, governanta de suas primas.
A paixão entre eles é palpável, sentimos a tensão no ar e desejamos que as coisas sejam simples, ou mais fáceis do que deveriam ser.
Nesse livro encontramos um amor que querendo ou não para aquela época seria algo completamente inapropriado, pois um Duque ou qualquer homem em si, deveria se casar com uma mulher de classe social e obviamente que tivesse dinheiro!
Como acontecia com as mulheres também, quando lemos um livro principalmente romances de época nos encantamos pela luta das jovens querendo se casar por amor e ás vezes também dos homens, desejando uma esposa que realmente as ame.
Mas esquecemos de que nem tudo eram flores e tão simples assim naqueles tempos, as pessoas se casavam por dinheiro, classe social e principalmente com quem poderiam lhes dar um status caso esses não o tivessem.
E nesse livro por mais que tenhamos esse lado romântico e fofo de pessoas se casando por amor, a autora também explora o lado machista e as coisas que seriam consideradas inapropriadas e apropriadas para as pessoas.
Por exemplo, encontramos um caso nesse livro onde uma garota se entrega para um cara e nesse momento temos aquela visão do casamento por poder, pois o cara só queria sexo com ela, e também o que aconteciam com mulheres naquela época quando isso acontecia.
Entretanto o mais indignante não foi essa parte e sim quando o cara tenta novamente ter relações com a garota e essa não quer e é aí que vemos aquele pensamento por assim dizer arcaico e machista, que só porque aconteceu uma vez, significa que ele querendo e ela não do mesmo jeito tem que acontecer de novo.
E isso não acontece só naquela época, acontece muito hoje em dia, por isso repito que a autora cresceu e um monte em relação a suas histórias, ao seu embasamento histórico, sobre tudo.
Pois ela nos apontou fatos corriqueiros daquela época e dessa, nos abrindo os olhos mais uma vez para coisas que acontecem em nossa sociedade em pleno século XXI!
Outra coisa também que a autora nos mostra novamente é em como a medicina era naquela época, já citei esse fato na outra resenha e cito novamente aqui, pois temos um relance de como ficou a perna do Hugh após o duelo idiota e sem noção que ele teve com o Daniel e tenho certeza que voltarei a citar isso quando eu realizar a leitura do terceiro volume do quarteto! (risos)
Uma coisa que estou amando nesses livros é o jeito que a autora está conduzindo e desenvolvendo suas histórias.
É uma calmaria que a gente sente realizando a leitura desses livros que vocês não têm ideia, ela conduz as histórias na medida certa.
As coisas, o romance, o suspense tudo se desenrola de uma maneira muito boa e leve, ela consegue nos manter agoniados nas horas certas, felizes nas outras e principalmente perplexos em tantas outras.
Realizamos a leitura desses livros num passe de mágica, quando enxergamos o livro acabou e estamos ainda sonhando com os acontecimentos.
Uma coisa que está sendo muito boa nessas histórias é que a autora em cada prólogo nos mostra um acontecimento que já foi citado em outro volume, mas com mais detalhes e a cada epílogo encontramos uma passagem de outro ano, outro concerto das Smythe-Smith, mas com participantes diferentes, ou seja, algumas estão casando, outras estão entrando e assim vão se seguindo a tradição delas.
Aaah antes que eu me esqueça, ou citei bem lá no começo da resenha sobre ser amante, então vou explicar agora.
Uma mulher nas condições de Anne sendo governanta em uma casa de família dificilmente realizaria um bom casamento (me refiro a dinheiro e status), ou acabariam solteiras para sempre ou amantes de seus patrões ou de seus respectivos filhos.
E em alguns casos acontecia de elas se casarem com alguém que trabalhava na casa também, construindo assim uma família.
Em relação a Anne, só vamos entender o porque que ela faz essa proposta para o Daniel, no decorrer da história e quando a autora expõe realmente os fatos, ficamos chocados e aliviados ao mesmo tempo.
Pois Daniel, por mais que não represente é um homem centrado e sabia dos seus sentimos e em hipótese algum pensou nela somente para sexo ou algo do gênero e sim, pensou em Anne como sua mulher, futura mãe de seus filhos.
Mas eles batalharam e percorrem um grande caminho sinuoso e perigoso para os dois lados, principalmente quando o passado dela veio a tona.
Eu odiei demais um personagem e o papel que ele desempenhou nessa história ele foi necessário sim, mas se ele nunca tivesse nascido não teria feito diferença! U.U
Julia Quinn continua encantadora em suas histórias, principalmente quando envolve o amor fraternal e entre amigos.
Nesse livro enxergamos e imaginamos mais ainda o quão unido Daniel e Marcus são e por incrível que parece Hugh também.
É aquele negocio que sempre digo, os verdadeiros amigos são aqueles que estão do nosso lado nas coisas boas e ruins e é isso que esses três provam ao longo da história.
Teve uma cena que foi hilária de imaginar, duas na realidade: a primeira aconteceu quando o Hugh disse para o Marcus e para o Daniel que ele tinha boa pontaria quando estava sóbrio.
Cai entre nós ele não tem boa pontaria nem aqui, nem na China e isso fica claro no momento que os amigos dele olharam para ele com uma cara de descrença, misturada com aquela interrogação maravilhosa: eu ouvi isso mesmo!? (risos)
A outra cena hilária foi imaginar um Duque subindo numa árvore e entrando por uma janela, foi algo de outro mundo.
Enfim, como puderam notar eu tive momentos maravilhosos, reflexivos e apaixonantes lendo esse segundo volume do quarteto!
E agora aguardarei ansiosamente pela vinda dos outros dois volumes, principalmente para conhecer a história do Hugh que é mais fácil atirar no próprio pé que em um alvo em movimento! (risos)
Quem leu me contem o que acharam e quem ainda não leu, obviamente que recomendo a leitura!
Julia Quinn está surpreendendo cada vez mais em seus livros, em suas histórias e no desenvolvimento delas!
Espero um dia poder conhecer essa diva e falar para ela o quanto eu amo seus personagens!
Espero que tenham gostado da dica de hoje, me desculpem pela demora em postar ela, mas tenho certeza que a leitura de todos em relação aos livros será gratificante!
Até a próxima galera!
Bjss, Nay =D


site: http://resenhasteen.blogspot.com.br/
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Leituras e Delírios 03/03/2017

Daniel Smythe - Smith é o conde de Winstead que após um duelo desastroso ficou três anos exilado na Itália. Quando finalmente consegue voltar, o conde volta exatamente no dia do famigerado concerto da família. Acaba tendo uma briga com o noivo da irmã e no meio dessa confusão ele esbarra com a governanta das primas a Srta. Anne Wynter. De uma beleza extraordinária, a governanta tira o ar do conde. Porém, ela guarda um segredo, um erro anos atrás fez com que sua vida mudasse completamente. Agora Anne precisa manter sua reputação imaculada, pois para ser governanta ela precisa ser uma moça recatada, porém a atração que sente por Daniel é algo que ela nunca sentiu antes.

A narrativa desse livro é cheia de expectativas, primeiro temos a questão do juramento de vingança que ainda paira na cabeça de Daniel, não sabemos se o homem realmente o perdoou ou se ainda está atrás de matá-lo. Segundo temos o segredo de Anne que também pode matá-la.

No mais, Daniel é realmente tudo que é dito dele no primeiro livro, ele é divertido, encantador e sexy. Além de ser um homem extremamente honrado, que se preocupa com a família e que sente algo que não sabe explicar pela governanta e que em nenhum momento a trata como uma mulher inferior.

Resenha completa no link!

site: http://www.leiturasedelirios.com.br/2017/02/uma-noite-como-esta-julia-quinn.html
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chrisakie 15/03/2017

Mas não em uma noite como esta...
Após uma discussão com o Hugh Prentice que resultou em um duelo, o Daniel Smythe-Smith foi obrigado a se exilar na Itália. Depois de passar 3 anos escondendo-se dos capangas do pai de Hugh, Lorde Ramsgate, ele finalmente pode voltar para casa.

E qual noite seria melhor para voltar para Inglaterra? Bem no dia do recital do Quarteto Smythe-Smith. Ansioso para ver as suas primas tocando, um belo rosto ao piano desperta interesse no Daniel. Não resistindo a tentação, ao final da apresentação ele beija a pianista, a governanta de suas primas que ficou no lugar de Sarah. Porém, ele mal sabe que na verdade ela é Annelise Shawcross, moça que esconde a sua verdadeira identidade. Os dois sentem uma atração imediata, mas ambos possuem um passado que volta a aterrorizá-los.

O segundo livro da série O quarteto Smythe-Smith já começa com um amor tórrido. Cheio de sensualidade, fiquei animada com a promessa de um relacionamento quente! E foi mesmo. Essa paixão avassaladora foi totalmente diferente do romantismo doce que foi no Simplesmente o Paraíso. O universo da história é bem mais abrangente que no primeiro livro da série que havia focado apenas nos dois personagens. Porém, a narrativa foi meio arrastada que só melhorou na segunda metade da história, onde os acontecimentos ganharam velocidade, cheia de ação, drama e tragédia dignos de uma novela mexicana.

"Eu o desejo com um fervor que abala a minha alma. Não tenho ideia de por que o desejo, mas foi o que senti no instante em que a vi ao piano, e isso só aumentou desde então."

Mesmo com a história um pouco maçante, os personagens são cativantes. Daniel é um homem prático, sabe o que quer e não mede forças para demonstrar seus interesses. A doce Anne, uma mulher que teve seus sonhos destruídos, tão judiada pela vida, mas mesmo assim tornou-se batalhadora, forte e continua sendo uma pessoa de princípios. E claro, tem a Frances, por quem fiquei encantada! Quero um livro só dela.

Para mim, a Julia Quinn é a rainha do romance de época com personagens apaixonantes. Alguns livros são de suspirar, outros arrancam risos. As edições sempre tão caprichadas que estão à altura de suas histórias. Mas, confesso que Uma noite como esta não foi um dos melhores.

site: https://www.instagram.com/p/BRrXUFUlK4F/
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Leilane 23/02/2017

Uma integrante honorária do “Quarteto Smythe-Smith” para abrilhantar mais esta família
Daniel é a prova viva que mal-entendidos, embriaguez e péssimas decisões poderiam arruinar a vida de um homem, e quando um duelo impensado quase matou seu amigo, Hugh Prentice, e o pai dele, Lorde Ramsgate ameaçou se vingar, Daniel teve de fugir do país. O exílio foi uma tortura para Daniel, sempre olhando para trás, atento a todos a sua volta, com a ameaça de morte sempre pairando por sua cabeça, mas depois de três anos Hugh o encontra e garante contratualmente que o pai de Hugh não o matará e que ele pode voltar para casa. Daniel chega bem em meio a uma das fatídicas apresentações do quarteto Smythe-Smith e fica espantado que uma das integrantes não é sua prima e sim uma mulher belíssima que mexe com Daniel como nenhuma outra. Essa mulher, Anne Wynter – governanta de suas primas que apenas substituiu uma prima de Daniel que estava doente –, também parece tão balançada quanto Daniel, e adoraria aproveitar esse sentimento que surge entre os dois, mas Anne sabe que se sonhar tão alto pode ser muito desastroso, ela sofre as consequências por ter confiado na pessoa errada até hoje e guarda muitos segredos que também a fazem olhar por cima do ombro e temer por usa segurança. Mas quando a segurança deles é mesmo testada, quais serão os inimigos que espreitam e parecem querê-los mortos? Os dele ou os dela?

Daniel é um dos primeiros personagens a ser mencionado no primeiro livro, já que o duelo impensado com consequências trágicas afetou tanto a família. Então foi muito estratégico da Julia colocar a Anne como membro temporário do quarteto e podermos conhecer a história do Daniel ao mesmo tempo.

O amor é à primeira vista, mas os personagens são muito tensos com o próprio passado; outra bela estratégia da autora foi revelar logo no começo tanto a história do duelo e os desdobramentos disso quanto o que levou Anne a se tornar a governanta das Smythe-Smith, de modo que a expectativa da história fica parte no romance dos dois, parte nos eventos futuros, não no passado, mas que definitivamente voltam para assombrar.

Ainda prefiro o casal do primeiro livro, Honoria e Marcus, mas este também me conquistou bastante. Ainda mais porque há muito interação com as pupilas de Anne e sobrinhas de Daniel enquanto ele tenta conquista-la, o que torna a história muito divertida, com apresentações teatrais e cheia de menções a unicórnios já que a mais nova, Frances, é obcecada por eles.

Preciso parabenizar a Arqueiro mais uma vez por lançar essa série de uma vez só, tem sido muito prazeroso lê-la em sequência, algo incomum para mim que é acostumada a acompanhar lançamentos. Mas só mudaria uma coisa, pois esta é a terceira vez que as fotos da sessão com a mulher de vestido bordado com flores é usada em livros do gênero. Neste livro alteraram digitalmente a cor de azul para o verde, mas claramente é o mesmo vestido e pessoa. Até então tinha sido duas editoras diferentes, mas a Arqueiro permitiu mais uma vez que se tornasse capa, definitivamente é um vestido bonito, entretanto, três vezes, mesmo com a cor alterada, já parece demais, acho que as personagens de uma das séries em questão teriam uma síncope, afinal são modistas e duvido que gostariam de ter seu modelo copiado tantas vezes, rs.

De qualquer maneira, isso não muda o fato de que um livro muito divertido, cheio de mistérios e momentos tensos, além de um romance delicioso, ou seja, mais um merecedor integrante do “Quarteto Smythe-Smith”. E quem tem sido maravilhoso fazer essa semana especial da Julia Quinn!

site: http://lerimaginar.com.br/blog/2017/02/semanajuliaquinn-uma-noite-como-esta/
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Tatiana.Bianque 11/05/2017

Sou fã de um bom mistério...
Minha curiosidade alcança níveis altíssimos se for bem estimulada, e é disso que se trata quase toda esta história, lentamente, de forma doce e clichê...
Anne é cautelosa, esperta e reservada, mas divertida quando está perto do Daniel, este se mostrou muito interessante, sempre determinado a ter o que quer, quando esta história começa a se desenvolver não se sabe quem tem mais segredos, Daniel ou Anne.
Assunto bem abordado, pessoas boas são iludidas, inocentes pagam pelos pecadores, injustiça, vingança ... as vezes é difícil seguir em frente, diante dos obstáculos e provações da vida com suas consequências. Outro ponto é a Família, acho extremamente agradável e reconfortante a união familiar nestas famílias enormes, em todas as circunstâncias e mesmo com diferenças de opinião,há sempre muito carinho e cumplicidade, respeitam tradições, mesmo as ruins, rs... É sempre gostoso viver a vida desses personagens e muito difícil abandoná-los.
Neste final tivemos mais ação, mas acho que a autora podia ter extrapolado mais um pouquinho, foi satisfatório, mas a gente sempre quer mais, né....
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Silvana 11/03/2017

Daniel Smythe-Smith e Hugh Prentice se conhecem desde criança e Daniel sabe que Hugh nunca perde um jogo de cartas. Por isso quando Daniel ganha de Hugh, acaba sendo acusado pelo mesmo de tê-lo roubado. Se os dois não estivessem caindo de bêbados, talvez o final dessa discussão fosse outro, mas como eles mal paravam em pé, a coisa toda terminou com um duelo marcado para o amanhecer. E durante o duelo, que todos cavalheiros sabem, deve se atirar para errar, Daniel acaba escorregando e acerta Hugh. Hugh sobrevive, mas sua perna fica inutilizada. Por isso o marquês de Ramsgate, pai de Hugh, promete que vai fazer de tudo para matar Daniel. Daniel que há pouco se tornou o conde de Winstead, não vê outra opção a não ser fugir. E é assim durante 3 anos, até que Hugh o encontra, e diz que ele já pode voltar para a Inglaterra.

E por sorte, ou azar, Daniel chega a Londres bem no dia do concerto anual das Smythe-Smith. O som é horrível, mas é aquele som tão desafinado que o faz ter certeza de que está em casa. E como ele não quer ter que cumprimentar todos seus parentes que estão no concerto e ter que dar explicações, ele assiste a apresentação escondido. E para sua surpresa uma das integrantes do quarteto não é uma Smythe-Smith, e é a mulher mais linda que ele já viu na sua vida. Por isso quando a música/sofrimento chega ao fim, ele sente a necessidade de falar com a garota, que sai escondida de todos assim que os aplausos começam. Porém Daniel consegue alcançá-la e eles acabam se beijando sem ele nem mesmo saber seu nome. Mas eles são interrompidos e ela foge novamente. Só que Daniel foi fisgado e vai fazer de tudo para descobrir a identidade dela.

A jovem é Anne Winter, governanta das Pleinsworth e quando Sarah finge que está doente para não participar do concerto, sua patroa faz com que ela toque piano no lugar de Sarah. Anne que vem tentando se manter escondida, é obrigada a se apresentar para toda a sociedade. E para piorar as coisas, acaba beijando o conde de Winstead. E Daniel está disposto a tê-la, mesmo Anne não sendo uma dama. Nem que para isso ele precise passar os dias na companhia de suas primas. Só que Anne não é o que todos pensam, na verdade ela é de origem nobre, mas há oito anos cometeu um deslize ao se apaixonar pelo homem errado, e não quer cometer o mesmo erro novamente. E assim como Daniel, ela quer esquecer seu passado. Mas o passado não quer esquecê-los e em algum momento eles terão que enfrentar o que aconteceu anos atrás.

"Daniel não iria beijá-la naquele momento - já se dera conta de que não era o momento certo. Mas precisara dizer a ela. A Srta. Wynter precisava saber exatamente o que ele queria.
E, se ela ao menos se permitisse ver, perceberia que também o queria."

Esse é o segundo livro da série Smythe-Smith. Eu que já tinha amado o livro anterior, favoritei esse. Não tem como não favoritar um livro com uma história tão empolgante e com personagens incríveis como esse. Como disse na resenha do livro anterior, a Julia consegue criar famílias que a gente ama e quer ser parente também. Eu até que passava vergonha no concerto para pertencer a uma família como essa. Eu amo Os Bridgertons, mas os Smythe-Smith são muito mais divertidos. Diferente da história anterior que é bem calma e temos praticamente só dois personagens quase a história toda, nessa temos muita ação, já que os dois protagonistas fogem de pessoas que querem matá-los. E isso sem deixar o lado romântico da história de lado. E temos muitas cenas pra lá de divertidas com as primas de Daniel. Elas são incríveis, principalmente a menorzinha, a Frances.

Anne é descrita como dona de uma beleza extraordinária e num primeiro momento é isso que todos veem nela. Mas não Daniel. Ele consegue ver além da empregada bela de sua tia. E isso sem saber por tudo o que ela vem passando e sua identidade verdadeira. E isso foi uma coisa que gostei muito nele. Os personagens dos livros do gênero não conseguem ver alguém que não seja da mesma classe social que eles da forma que Daniel consegue. Para ele não importa que ela seja uma governanta, ainda que não o seja realmente, o que importa é o que ele sente na companhia dela. Então nem precisa dizer que já amo o Daniel hehe. E como já falei antes, amei as primas dele. E também temos uma participação do Marcus e da Honória e também do Hugh, que será o protagonista do próximo livro da série. Só me resta indicar o livro que além da história incrível, ainda tem uma capa maravilhosa, como já é característica da Arqueiro.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/03/resenha-uma-noite-como-esta-julia-quinn.html
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Tashiro 21/03/2017

Alguns momentos de idiotice podem marcar muito e arruinar uma vida inteira
Eu fiquei meio displicente com as resenhas, mas aí comecei a pensar o quanto eu queria falar do Hugh para vocês e, para isso, preciso que vocês conheçam Daniel Smythe-Smith e a idiotice que marcou tanto a vida dele quanto a de Hugh e de diversas pessoas em torno dos dois.

Lembram de eu dizer, na resenha de Simplesmente o paraíso, que é quase impossível escapar do Quarteto Smythe-Smith? Morte ou casamento são as únicas maneiras, mas lady Sarah Pleinsworth conseguiu se safar do recital de 1824 com uma doença um tanto misteriosa. Difícil saber se foi tontura ou dor de estômago. Em compensação, ela jogou a pobre governanta de suas irmãs mais novas na fogueira, Srta. Anne Wynter, que curiosamente toca piano e era a única opção viável.

Anne é uma mulher misteriosa que, obviamente, não é quem diz ser e estremece de medo com a própria sombra. Ela é a governanta das três endiabradas mais novas Pleinsworth, Herriet, a dramaturga; Elizabeth, apesar de sua veia cruel, a mais normal entre elas; e, Frances, que sempre está a contestar o status de não-existência dos unicórnios. As três meninas são hilárias e Anne as adora. De fato, esse é o melhor trabalho que ela já teve, não é entendiante e não precisa se preocupar que seu empregador vá invadir seu quarto no meio da noite. Anne guarda sua verdadeira identidade e seus segredos a sete chaves, mas assim que o carismático, encantador e engraçado lorde Winstead, Daniel Smythe-Smith, começa a entrar em sua vida as coisas mudam drasticamente.

"E, naquele momento, Daniel soube.

Alguém a magoara. Anne Wynter sabia o que significava estar à mercê de alguém mais forte e poderoso."

Eu não sei como eu poderia expor o Daniel da forma que normalmente faço nas resenhas. É impossível ser imparcial com ele, ainda mais depois de ter lido o livro seguinte a este. Daniel passou três anos fugindo pela Europa depois de um tolo duelo com seu amigo Hugh, a quem ele causou um grave ferimento na perna. Daniel passou esse tempo com tanto medo, sem poder confiar em alguém e um pouco paranoico. Sabe o que levou esses dois amigos a um duelo? Algumas regras sociais de merda entre os homens. Quando desafiado, ou aceita ou nunca mais coloca a cara na rua. E essa desgraça ocorreu por uma mistura de bebidas demais, um gênio matemático que nunca perde e um lorde ganhando não se sabe como. Como os dois arruinaram tanto suas vidas por um jogo tolo…

De fato, alguns momentos de idiotice podem marcar muito e arruinar uma vida inteira. Hugh quase morreu, ele sente dor em cada passo, mas isso não o impediu de tentar convencer o pai de deixar Daniel em paz e procurar o mesmo até a Itália. É neste momento que eu comecei a me interessar pelo Hugh. Por que o pai dele caçaria Daniel por anos se não há muito amor paterno envolvido e Hugh não é seu herdeiro? Além disso, Hugh é um pouco louco, muito excêntrico e um verdadeiro gênio. Isso é algo para discutimos na próxima resenha, e até uma percepção diferente que o terceiro volume traz à luz acerca de Daniel.

Daniel retorna à Inglaterra no mesmo dia do concerto anual de sua família, segundo ele:

"Nada era mais sinônimo de “lar” para um homem da família Smythe-Smith do que música mal tocada."

Escondido, ele observa que há uma mulher estranha ao piano, e ele tem quase certeza que não pertence à família (há muitas primas). Daniel tem aquela coisa, vocês sabem… aquele tal de ‘amor à primeira vista‘ com ela, mas Anne o pega olhando e gela de medo sem saber se ele sabe quem ela é ou não. Assim que descobre que Anne é governanta de suas primas, ele começa a usar a desculpa de visitar as primas para vê-la, para estar próximo dela. E quando boatos sobre Sarah fingir uma doença para não tocar se espalham, lady Pleinsworth decide levar Sarah para se “recuperar” e as filhas para a propriedade rural de seu amado sobrinho.

É em Whipple Hill que acontece um acidente misterioso. Aí fica a dúvida: é o pai de Hugh ainda procurando vingança ou Anne tem um inimigo que a quer morta? De certa forma, Anne e Daniel são muito parecidos. Uma noite como esta é um livro com mistérios a serem solucionados, podem até ser óbvios, mas dão um toque a mais na trama. Ah, não vamos deixar de fora que, durante esta estória, apreciaremos o desenvolvimento da brilhante obra de lady Harriet Pleinsworth intitulada Henrique VIII e o unicórnio do mal.

"E durante todo aquele tempo, Daniel não conseguia parar de pensar em como gostaria de pegar a mão dela.

Só isso. Apenas a mão dela

Ele a levaria aos lábios e inclinaria a cabeça em uma saudação terna. E saberia que aquele beijo simples e cavalheiresco seria o começo de algo fantástico

Por isso teria sido o bastante. Porque seria uma promessa."

No início da leitura, achei que o Daniel seria um herói mediano e quem carregaria a atenção seria a Anne, mas ambos são interessantes. Anne por seus mistérios e Daniel por ser um bom homem. Gente, como eu odeio usar essa expressão: bom homem. Sempre fica parecendo que ele é melhor do que se espera de um ser do sexo masculino quando, na verdade, é nada mais do que deveria ser. O problema com o Daniel é que a situação dele com a Anne pode ser muito mal interpretada, um lorde e uma governanta. Lembram das regras veladas da sociedade? Elas têm seu jeito de se infiltrar em tudo sempre.

Entretanto, Daniel é uma pessoa magnífica, ele sempre está atento para que Anne saiba que seu interesse por ela envolve respeito. Nunca deixa que algumas piadas não fiquem esclarecidas, remói sua má conduta e se culpa por não conseguir se afastar dela, não porque ela não ‘serve’ para ele, mas por colocar em risco o trabalho que Anne tanto ama. E, diferente de muitos dos seus pares, para ele toda mulher deve receber respeito, independente de sua posição social, e ele não guarda sua opinião para si. Não adianta achar que algo não está certo se você finge que não está acontecendo, fecha os olhos e evita o conflito. Ele é bom, tem um coração enorme e ama Anne. Nem preciso esclarecer quão apaixonada eu fiquei por ele e isso só aumentou em A soma de todos os beijos.

É uma pena que eu não possa falar muito da Anne, ela é um mistério que vocês devem desvendar sozinhos.

Espero que vocês tenham gostado, até a próxima!

Beijos, May.

site: https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/03/17/uma-noite-como-esta/
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Bruna 14/06/2017

Resenha: Uma Noite Como Esta (Quarteto Smythe-Smith #2)
Não é nenhuma novidade para os leitores do blog que eu sou uma grande fã da Julian Quinn e de seus livros. Então, é com muita alegria que venho aqui resenhar o segundo livro da série Quarteto Smythe-Smith, que está conquistando o meu coração com uma (outra) numerosa família que se mete em muitas aventuras e em algumas confusões.

"Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...
Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.
Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.
Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo."

Nesse livro conhecemos um pouco mais sobre Daniel Smythe-Smith, o irmão mais velho de Honoria Smythe-Smith e o melhor amigo de Marcus Holroyd, o Duque de Chatteris (os protagonistas de Simplesmente o Paraíso). Há três anos, Daniel se envolveu em um duelo de cavaleiros com o seu amigo Hugh Prentice, uma confusão que foi causada por muita bebida, um jogo de cartas e uma acusação sobre um dos participantes terem roubado. Como estavam alcoolizados tanto Daniel quanto Hugh erraram a pontaria ao atirar no adversário. O Smythe-Smith levou um tiro no ombro e o Prentice levou um tiro na coxa, porém uma veia foi atingida quase matando o homem.

Tudo aquilo não passou de um mal entendido, além de uma péssima pontaria (o álcool não ajudou em nada, apenas serviu para atrapalhar). Não era a intenção de Daniel ferir o seu amigo. E embora o rapaz tenha tentado se justificar, explicando o que tinha acontecido e evidenciando que não era a sua intenção machucar ou matar Hugh, porém isso não foi o suficiente. O pai de Hugh não perdoou Daniel pelo ferimento causado o seu filho, por tê-lo tornado em um "incapaz" e jurou vingança ao rapaz.

Sendo assim, Daniel foi obrigado a deixar a Inglaterra e passou três anos longe de casa, viajando por vários países do continente europeu e fugindo de assassinos contratados para matá-lo. E quando finalmente tem a oportunidade de voltar para casa Smythe-Smith, o atual conde de Winstead, retorna para casa justo no dia do tão tradicional concerto da sua família: anualmente as mulheres da família Smythe-Smith tocam em um recital e apenas podem sair do concerto quando se casam. E além dessa tradição ligada a música, todas as garotas também são péssimas tocando os seus instrumentos e sabem muito bem disso. Porém, naquele ano tinha algo de diferente no recital familiar. Era uma moça muito atraente que estava tocando no piano, tentando acompanhar o restante das garotas em uma falha tentativa. E essa garota chama atenção de Daniel durante a noite inteira.

"A jovem tinha o cheiro da Inglaterra, da chuva suave e das planícies beijadas pelo sol. E sentir seu corpo era como estar no paraíso."

Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) é uma excelente governanta e que possuiu um trabalho agradável cuidado das jovens garotas: Harriet, Elizabeth e Frances, as irmãs mais novas de Sarah Pleinsworth (pianista do Quarteto Smythe-Smith. No geral esse é um trabalho que não lhe dá muitos problemas, ela recebe uma quantia razoável para se manter e as garotas são fáceis de lidar (claro que elas aprontam um pouco, mas nada muito sério. Contudo, ao ter que substituir a lady Sarah no concerto anual da família não estava nos planos de Anne, muito menos em uma de suas obrigações de trabalho.

Sentindo extremamente atraído pela jovem, Daniel não demorou muito tempo para procurá-la. Precisava saber quem se tratava da moça que tinha despertado tantos interesses nele. E mesmo em um breve encontro, foi possível notar uma atração entre Daniel e Anne. Foi um sentimento tão forte que o homem se atreveu a roubar um beijo da mulher, precisava provar o sabor de seus lábios, saber qual era a sensação de beijá-la. E mesmo sabendo que aquele envolvimento era errado (afinal de contas ele era um conde, um membro da alta sociedade, enquanto ela não passava apenas de uma governanta sem títulos ou terras) foi impossível não retribuir.

Para tentar aproximar-se de Anne, Daniel passou a visitar a casa de sua tia com mais frequência, com o pretexto de que queria ver suas primas: Sarah, Frances, Elizabeth e Harriet. Claro que ele sentia saudades delas, afinal de contas tinha passado muito tempo longe de casa, porém qual era o problema de juntar o útil ao agradável? Aproveitar o tempo perdido na companhia de suas primas para ficar junto de Anne Wynter, a belíssima governanta.

"Não era seu momento. E não era seu mundo. Ele era um conde e ela era… Bem, era a pessoa que se obrigara a ser. Ou seja, alguém que não dava intimidade a condes, ainda mais condes com escândalos em seu passado."

Como de costume os romances da Julia Quinn segue uma receita e por mais que seja um pouco clichê, sempre acabo descobrindo algo novo a cada leitura e me divertindo com os personagens. Apesar de histórias semelhantes, sempre acaba tendo algo de extraordinário. E o que eu mais gostei de "Uma Noite Como Esta" foi conhecer um pouco mais da família Smythe-Smith, simplesmente me diverti com as primas de Daniel, cada uma com uma personalidade mais interessante do que a outra (a que eu mais gostei foi a Harriet, sua personalidade forte me lembrou a Hyacinth Bridgerton).

Outra coisa que eu achei positiva na leitura foi o plot twist em torno na vida da misteriosa Anne Wynter. Ao longo da leitura eu fui criando algumas teorias, explicações para o seu passado. Gostei do modo que a Julia Quinn desenvolveu isso, achei bem explicado e não ficou uma história absurda. Então, se você é fã de romances de época não pode deixar de ler os livros da série do Quarteto Smythe-Smith.

site: http://escritorawhovian.blogspot.com.br/2017/06/resenha-uma-noite-como-esta-quarteto.html
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