1977: Enfield

1977: Enfield Guy Lyon Playfair




Resenhas - 1977: Enfield


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Luciana 15/08/2019

Fiel ao que se propõe
Esse livro nada mais é do que o relato de um dos pesquisadores que participaram na linha de frente do famoso caso de Poltergeist de Enfield. Como o próprio autor diz, esse livro pode ser muito cansativo e repetitivo. Se você gosta de livros de terror, adora tomar uns "sustinhos", não recomendo esse livro, pois realmente é repetitivo e cansativo, assim como o caso todo foi. Para quem assistiu ao filme "invocação do mal 2", quero dizer que você foi enganado pela indústria holywoodiana, pois o famoso casal Warren não tem participação de 1/3 do que ocorreu em Enfield, totalmente o oposto do que mostra o filme. O livro serve como uma base para quem realmente se interessa por parapsicologia e assuntos paranormais. Gostei muito do livro, pois até antes de o ler, eu tinha uma outra visão sobre o caso (eu realmente achava que o casal Warren tinha participação rs), e tirei a minha conclusão com base no que li no livro e no que eu pesquisei no decorrer da leitura. Recomendo muito para quem curte.
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Carol . carollivros 12/10/2018

Exatamente o que foi prometido!
Este livro foi ótimo! Exatamente o que se propôs a!
Um estudo de caso demorado... 3 anos!
Até hoje há quem sinta uma "atmosfera" na casa...

Wood Lane 84. Endfield.

site: https://www.carollivros.com.br/2018/10/1977-endfield.html
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Cady 22/09/2018

Bom livro, porém com partes entediantes.
Como o livro trata de um relato, nem sempre temos alguma ação na história. É um bom livro, mas não espere nada demais. Achei um pouco repetitivo e o final bem corrido, resumiu muito! Também não tenho certeza se entendi muito bem uma certa situação envolvendo uma das crianças, enfim. Não tenha grandes expectativas.
Giovanna.Lisboa 05/12/2018minha estante
Aceita trocar por algum da minha estante?




Kinha Fonteneles 21/09/2018

E o tempo passa arrastado...
Quando pensamos em obras que são baseadas em fatos reais, o fato delas – algumas – serem realmente assustadoras, nos colocam uma pulga atrás da orelha sobre o céu, a terra e a nossa vã filosofia. No entanto, esse não é o caso de “1977 – Enfield, de Guy Lyon Playfair”.

Não basta ser “baseado em fatos reais”, tem que motivar o leitor. Inseri-lo na história como parte integrante. Afinal, se lemos um livro que se propõe ser do gênero terror, o mínimo que merecemos é ter que permanecer com as luzes acesas antes de dormir. Tivemos o sono dos justos, e bom… o livro ficou arrastaaaaado…

Parece muita crueldade começar já assim, numa espécie de “olha… achamos melhor você nem ler”… mas é que algumas obras decepcionam. Prometem e não cumprem. E gosto é algo tão particular, que ousamos dizer que você também não vai gostar dessa resenha. E ok. Não há o menor problema nisso. Mas ao menos, temos que vender nosso peixe, e a leitura, senhores… essa não foi das melhores.

Posto isso, chegamos à conclusão que essa resenha vai flertar por um caminho um pouco diferente. Não podemos simplesmente falar mal do livro e deixar vocês com essa cara de “como assim?!”. Então, decidimos relatar como foi nossa experiência. E quem sabe assim, o nobre leitor entenda do que estamos falando.

“1977 – Enfield” foi publicado originalmente em 1980, mas nossa leitura deu-se de sua reedição pela Editora Darkside, lançado em 2017. A Darkside anda dando um show nas suas reedições. Capa dura, fotos temáticas, marcadores em cetim… realmente, edições dignas de colecionadores.

Narrado em primeira pessoa, pelo próprio Guy Lyon Playfair, que resolveu escrever depois de passar por experiências sem explicação lógica, a obra vai contar, em riqueza de detalhes o que aconteceu no ano de 1977, em Enfield – subúrbio de Londres – com a família Harper.

Playfair joga limpo com o leitor. Logo nas primeiras páginas ele nos alerta que essa é uma obra de relatos, logo – “Se você não está satisfeito com todos os horrores e as excitações ocultistas de livros ou filmes como ‘O Exorcista’ e sua batelada de imitações, e ainda está ávido por emoções mais exóticas, este livro não é para você.” (p.11) Então, se nos decepcionamos, foi porque talvez não levamos a sério o que o próprio autor nos falou. Ces’t la vie…

A questão é que por se tratar de relatos gravados e escritos dia após dia de pesquisa e investigações, e colocados (quase que) fielmente no livro, não podíamos esperar muito “movimento”. Playfair, junto ao investigador Maurice Grosse tem que provar à sociedade, ao centro de pesquisa, à própria família e, quiçá, a eles mesmos, todos os fenômenos que estão ocorrendo com as filhas da senhora Harper, Janet e Rose.

A família passa mais de um ano sendo atormentada pelo que eles acreditam ser um poltergeist. E parece que as meninas são o cerne dessa problemática. Mas até que tudo seja provado, móveis continuam sendo arrastados pela casa, as crianças são arremessadas de suas camas, batidas vêm de lugar nenhum; e coube ao nosso autor contar o que foi o caso mais famosos de poltergeist de todo os tempos. Inclusive, estampando a 1ª página de jornais consagrados.

Sem mais delongas e – sem mais vocabulário também – deixamos aberto à leitura para que vocês tirem suas próprias conclusões. Em tempos onde o Terror/Horror tem sido enaltecidos tanto na literatura quanto no cinema, é bom salientar que nem tudo que faz barulho, é fantasma.

Resenha publicada originalmente na minha coluna na Revista Woo! Magazine em: 21/09/2018

site: http://woomagazine.com.br/resenha-1977-enfield-de-guy-lyon-playfair/
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Rosy 21/05/2018

Enfield é o lugar no subúrbio de Londres, no ano de 1977 onde se passa um dos maiores casos de poltergeist conhecido.
O parapsicólogo, jornalista e escritor do livro acompanhou de perto durante um ano ou mais, essa casa em Enfield, onde uma mãe e três crianças moravam e passaram a conviver com fenômenos incomuns.
Na introdução o autor já nos conta que essa historia talvez seja um pouco entediante para alguns, porque o objetivo dele aqui é relatar em detalhes cada acontecimento ocorrido, juntamente com seus estudos para descobrir de onde vem todas aquelas forças, onde coisas voam, crianças são arrastadas de suas camas, levitam, cortinas se enrolam em seus pescoços, objetos desaparecem de vez ou reaparecem em outros lugares, vozes são ouvidas sem explicação de onde elas vem e muito mais...
Ele relata os acontecimentos precisamente e mostra que alguns podem ter sido feitos pelas crianças, e tantos outros não. É meio que um documentário, ou um diário do seu trabalho.
Para mim que só tinha ouvido falar do caso superficialmente, achei a leitura super valida, e fiquei assustadíssima em imaginar o que essa família passou e quantos fenômenos inexplicáveis ainda acontecem por aí.
A verdade é que ninguém gosta muito de se envolver com essas "coisas" ocultas que ainda não tem 100% de explicação, cada um acredita no que quer, com suas convicções religiosas, céticas e/ou cientificas.
Se você quer conhecer sobre o caso leia!
Se quer um historia de terror não leia!
A edição é linda, tem fotos, descrição em figuras dos estudos, aquele jeitinho Darkside de ser.
Erika 11/03/2019minha estante
Que resenha amiga! Fiquei com vontade de ler.?


Rosy 11/03/2019minha estante
Leia amiga! É um pouco técnico mas eu gostei bastante!




Micha 13/03/2018

Mais do mesmo. Depois de tantas histórias de casas assombradas, não há nada de surpreendente por aqui. Assusta pelos relatos descritivos e pelas fotos, mas é mais por uma questão de curiosidade para quem se interessa pelo tema do que pela qualidade dos relatos, repetitivos e tediantes em vários momentos.
A trama todo mundo conhece de cor: família feliz (ou aparentemente) se muda para uma casa antiga. De repente, todos começam a ouvir e presenciar eventos sobrenaturais, que atingem principalmente as crianças e pré-adolescentes. Há uma explicação pouco convincente sobre poltergeists, mas que, no fim das contas, não justificam o ocorrido. O mais interessante é o relato das coincidências que antecedem o caso, mas em geral, é mais uma entre tantas histórias de fantasmas. Real ou não, fica longe de ser empolgante.
Giovanna.Lisboa 05/12/2018minha estante
Aceita trocar por algum da minha estante?


Micha 04/01/2019minha estante
Não, faz parte da minha coleção Darkside ;)




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Delirium Nerd 14/07/2017

1977 Enfield: Conheça o mais famoso caso de Poltergeist! (Resenha)
Em seu prefácio escrito em 2011, Guy Lyon Playfair (um parapsicólogo, jornalista, escritor e tradutor britânico, nascido na Índia) dá algumas dicas sobre o que o leitor irá enfrentar ao longo de 1977 Enfield: encarar o sobrenatural presente no dia a dia de uma família comum, que poderia ser a família de qualquer um – e é nisso que o livro aposta: inculcar fenômenos que poderiam aparecer no seu cotidiano, vindos, aparentemente, de lugar nenhum.

Antes de entrarmos no conteúdo de 1977 Enfield, vale a pena mencionar como a DarkSide Books fez um admirável trabalho de edição e encadernação da obra, com papel de qualidade, boa diagramação das páginas, edição em capa dura, com folha de rosto personalizada, além de contar com fotografias e apêndices. No kit enviado pela editora para nós, vieram acompanhando o livro um crucifixo e um vidro de água benta, para aumentar o clima de paranormalidade presente na obra.

O caso do poltergeist de Enfield voltou aos holofotes após o filme Invocação do Mal 2 (2016), de James Wan, onde acompanhamos o casal de médiuns Ed e Lorraine Warren no local. Para quem gostou do filme, este livro é a chance de se aprofundar mais no assunto e saber detalhes sobre a história “real”.

Escrito a partir de relatos detalhados do caso, uma das maiores preocupações do escritor é passar um ar de veracidade, apresentando o caso do poltergeist da família Harper o mais cientificamente possível, quase que como um relatório ou dossiê de investigação, sempre deixando ganchos para os próximos acontecimentos. É praticamente possível “ouvir” as testemunhas dos acontecimentos, já que ele escreveu de uma forma muito próxima ao que seria visto em um daqueles programas de investigação policial, onde as pessoas relacionadas ao caso dão entrevistas. Ele faz questão ainda de deixar claro como “todos os diálogos transcritos neste livro, com pouquíssimas exceções, são exatamente fiéis às gravações” (página 70).

O autor tenta passar todos os dados necessários para pessoas não familiarizadas com o tema, explicando desde o que é um poltergeist, até o modo de trabalho dos investigadores de atividades paranormais, citando os nomes e métodos que considera mais relevantes. Ele cita a importância de Maurice Grosse e da Sociedade de Pesquisas Psíquicas (Society for Psychical Research, ou, SPR, na sigla em inglês), sociedade da qual ele e Grosse (que foi o primeiro investigador do caso) faziam parte, e onde tiveram o contato inicial que fez Playfair se interessar pelo caso que atormentava a família Harper.

A família, composta pela mãe, Peggy Harper, e os filhos, Pete, Janet, Rose e Jimmy, sofreu por aproximadamente três anos de experiências paranormais: objetos sendo arremessados pela casa por forças invisíveis, poças d’água se materializando no meio dos cômodos, batidas que pareciam vir de todos os lugares e ao mesmo tempo de nenhum lugar específico, objetos e crianças (no caso, Janet, a pessoa que mais sofreu com todos esse fenômenos) se deslocando de um lugar para o outro de maneira inexplicável. Tudo isso é documentado por Playfair e Grosse nos mínimos detalhes.

Em mais de uma ocasião o autor cita suas experiências prévias, diversas delas no Brasil, onde ele atuou por diversos anos, junto ao Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas (IBPP), órgão que estuda atividades parapsicológicas aqui no país, e a estudiosos como o engenheiro e parapsicólogo brasileiro falecido em 2003, Hernani G. Andrade, Suzuko Hashizume, ex-presidente do IBPP e espírita, que trabalhou por muitos anos junto com Andrade. Segundo o próprio autor, Andrade “ensinara tudo o que [ele] sabia sobre pesquisa psíquica” (p. 42), e é por isso que ele até demonstra certa admiração à técnicas utilizadas aqui, como ele comenta ao falar sobre as possibilidades de lidar com o fenômeno presente em Enfield:

“Se eu ainda estivesse no Brasil, poderia ter reunido meia dúzia de médiuns, que prestariam seus serviços de graça. Um deles provavelmente teria ‘incorporado’ o poltergeist, falando com a voz da ‘entidade’, enquanto os demais tentariam persuadi-lo a deixar o plano terreno e passar aos reinos superiores, que eram seu lugar. Isso podia ser uma grande bobagem, mas eu tinha muitos indícios que mostravam que tal abordagem funcionava. E, se funciona, por que não usar?”(p. 52).

É muito interessante como ele consegue conciliar, mais de uma vez, o sobrenatural e o método científico, sempre tentando decidir qual dos dois conseguiria auxiliar melhor os Harper em diferentes momentos da investigação, não dando mais valor a nenhum dos dois, consultando médiuns, pesquisadores do SPR, e recebendo opiniões de jornalistas e bem intencionados.

Antes de recebermos o livro, 1977 Enfield parecia ser diferente do que o descrito acima. Por causa de toda a divulgação feita pelo site da editora, das características editoriais do livro e do kit enviado pela DarkSide (parecia que em algum momento durante a leitura, a leitora ficaria tentada a usar a água benta e o terço para se proteger de uma força invisível, saída de um livro relatando um caso que passou na Inglaterra nos anos 70), o livro foi divulgado como algo próximo a um terror investigativo, com os relatos fantasmagóricos presenciados por um estudioso do tema, mas é um pouco difícil ficar com medo quando as descrições feitas no livro são tão matematicamente precisas: centímetros e metros do movimento feito por uma peça de lego são descritos minuciosamente, com a intenção de que a leitora acredite na veracidade dos acontecimentos.

Essa descrição tão precisa pode acabar causando o efeito oposto: quanto mais o autor quer que a leitora acredite cientificamente na presença do poltergeist de Enfield, mais uma mente científica pode avaliar como esses dados são duvidosos. Não que alguém com formação científica não possa ou deva acreditar em fantasmas, poltergeists e fenômenos sobrenaturais, mas as circunstâncias de leitura que podem criar uma leitora cética, que provavelmente ficaria com muito mais medo (e, por consequência, acreditaria mais em Playfair), se o livro apresentasse seus relatos de maneira diferente, com a intenção de criar uma atmosfera de verdadeiro terror. Deve-se, porém, levar em conta que esta não era a intenção do autor, como muito bem colocado por ele:

“Escrevo o que vejo diante de meu nariz, ou o que desenterro em bibliotecas, ou o que me contam pessoas em quem confio. Inspiração de fontes desconhecidas talvez entre nisso, mas de jeito nenhum imaginação!” (p. 253) .

Para quem quer um livro guia sobre atividades paranormais (acreditando ao não na existência de fenômenos sobrenaturais) ou quer somente se aventurar em uma investigação na qual o culpado nunca será realmente um culpado, o 1977 Enfield é uma boa pedida, mas se você está atrás de um pouco de terror, sugiro dar uma olhada em outros do catálogo da editora.


site: http://deliriumnerd.com/2017/06/29/1977-enfield/
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