Piano Vermelho

Piano Vermelho Josh Malerman




Resenhas - Piano Vermelho


472 encontrados | exibindo 136 a 151
10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |


Kaw Stefhany ð 25/09/2018

Maravilhoso
Um livro que te deixa querendo mais do começo ao fim!
comentários(0)comente



Diego Nogueira 28/09/2018

Tenso
O livro é basicamente: chato, cansativo e desnecessário.
comentários(0)comente



lessalucass 23/10/2018

Legal
No incio o livro é bem chat mas depois o livro fica muito bom e vc não consegue ler. O final ainda é emocionante.
comentários(0)comente



Jaíne 29/10/2018

Loucão!
Josh Malerman entrou na minha vida com o pé direito, quando eu li “Caixa de Pássaros”. Ainda posso sentir na pele toda a agonia que aquela leitura me causou (vide minha resenha da obra)... Então, assim que “Piano Vermelho” foi lançado, imediatamente entrou na minha lista de desejos.
Desta vez, nada de manter os olhos fechados. O melhor mesmo é manter os ouvidos fechados!
Os protagonistas da história são Os Danes, uma banda composta por ex-militares, que já emplacou diversos sucessos, mas que no momento, atravessa uma fase ligeiramente ruim... Até receberem uma visita de um funcionário do governo, com uma proposta para lá de esquisita.
Algo no meio do deserto do Namibe está emitindo um Som. Não qualquer som e sim um Som capaz de desativas armas, ogivas nucleares e fazer com quem o escute, passe muito, muito, muito mal.
Soldados já foram enviados até o local em busca da localização desse Som, que já está sendo considerado uma nova arma, mas sem sucesso.
E agora, é a vez dos Danes, tentarem descobrir onde esse som está localizado e o mais importante, quem ou o que, o está emitindo.
E as coisas não param por aí.
A história tem início, mostrando Philip Tonka, o pianista dos Danes, acordando de um coma, 6 meses após a incursão ao deserto, repleto de lesões que tornariam impossível sua sobrevivência..., mas ele está vivo. E nós leitores, estamos repletos de dúvidas.
O que aconteceu no deserto? E onde estão os outros Danes?
E é a partir dessa premissa, que toda a loucura começa.
Alternando o passado, com a ida dos Danes ao deserto e sua busca pelo Som, e o presente, com um Philip, completamente destruído tanto fisicamente, quanto emocionalmente em um hospital, Piano Vermelho se desenrola.
O mistério permeia cada página dessa obra. Sem falar em quanto algumas cenas são assustadoras.
Pegadas no deserto. Um homem de vermelho com cascos e chifres. Fantasmas. Um Som...
Como? Onde? Por quê? O quê? Quem? Perguntas que não saem da mente durante a leitura.
Li a seguinte frase, de um leitor, sobre Piano Vermelho: “Josh Malerman só podia estar chapadão quando escreveu esse livro”, e olha, eu concordo!
É muita loucura. E é justamente toda essa loucura, que te consome e te prende.
Porém, houve alguns fatores um pouco decepcionantes para mim, ao chegar ao tão esperado final... que foi a ausência de algumas respostas.
Talvez agora, eu dê algum tipo de spoiller, então, não leia as próximas linhas, ok?

Como Philip quebrou todos os ossos do corpo e não morreu? É bem impossível. E o autor preferiu não se aprofundar muito nesse verdadeiro feito humano.
Que droga era administrada em Philip, que era capaz de recuperá-lo tão rapidamente? Também, sem explicações.
E as perguntas a respeito do acontecimento principal, O Som..
O QUE o gerava? Também, nenhuma explicação que eu tenha conseguido captar (se você por acaso conseguiu, me explica por favor!)
E os motivos pelos quais o Som era capaz de desativar armas? De fazer as pessoas que o ouviam passar mal? (Também não consegui captar a explicação, caso ela tenha sido dada).

Devido a essas perguntas e o fato de eu não saber lidar com essa ausência de respostas, não posso considerar um livro cinco estrelas..., mas mesmo assim, Piano Vermelho merece todo crédito, só pelo fato de ser uma trama tão diferente!
Outro fator a pontuar, é que não curti 100% o romance inserido na recuperação de Philip. Pareceu um pouquinho forçado...
Mas afora esses pequenos detalhes, é uma leitura que eu gostei bastante e recomendo a quem gosta desse tipo de história maluca.

Essa foi a resenha de hoje, até a próxima, galera!
E para ler a essa e outras resenhas, acessem:


site: mundodasresenhas.com.br
comentários(0)comente



Vanessa - Borboleta Literária 07/12/2018

Dia de Resenha | 3x Josh Malerman!
Rápida resenha das loucuras de Malerman!
Vc já leu? Acha que vale a pena?
Veja a minha opinião no vídeo! É rapidinho!!!

Me encontre nas redes sociais:

Instagram: @romava87
Twitter: @NessaMarina

site: https://www.youtube.com/watch?v=3cr3JnKyWfE
comentários(0)comente



duda 12/12/2018

Piano vermelho
Esse foi o primeiro livro do Josh Malerman que li. A leitura é muito fluida com capítulos bem curtos, a história prende assim q vc inicia a leitura. Faz com q vc leia sem parar só para descobrir como tudo aconteceu, como o Philip ficou naquele estado e o que aconteceu com os outros soldados que foram investigar o som com ele.
comentários(0)comente



Bia 21/12/2018

Extremamente frustrante
O Piano Vermelho me fez experimentar algo que, para mim, não é muito comum. Quando eu fechei a contra capa do livro após ler a última página o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi ?não entendi?. Não entendi o desfecho, não entendi a resposta da pergunta principal, não entendi o que o autor queria passar, não entendi a forma dos personagens agirem... Simplesmente não entendi porque esse livro foi escrito. E por isso estou aqui, vendo o dia amanhecer enquanto escrevo esse texto antes de finalmente ir dormir.

Modéstia à parte, eu geralmente sou boa em entender coisas. Nunca fugi do complicado, muito pelo contrário, sempre gostei de algo que desafiasse o cérebro. Mas pelo amor de Deus... Nada em Piano Vermelho faz o menor sentido, todas as pseudo respostas para as perguntas chaves do livro só trazem mais e mais questões e na última página eu ainda estava tentando descobrir exatamente a mesmas coisas que na primeira: O que é esse som? Por que ele faz tudo isso? Como isso aconteceu?

Mas essa não é a melhor forma de começar a falar desse livro. Mais do que confusa, Piano Vermelho me deixou irritada, extremamente frustrada ao ponto de me fazer deixá-lo de lado por dez meses e só pegar novamente justamente porque essa raiva me impedia de fingir que ele não existia. É uma reação emocional que eu poucas vezes tinha sentido antes, então talvez isso aqui seja mais um belo rant (como traduzo isso? Desabafo zangado?) do que uma resenha em si. Mas se já leu até aqui, continua lendo, viu?

A escrita é boa, isso eu tenho que admitir. As palavras colocadas no papel, tirando alguns momentos que se tornam muito repetitivos, são bem pensadas e cumprem a tarefa de prender o leitor, a trama inicial é muito instigante e interessante, a forma de alternar entre o presente no hospital e o passado no deserto também... Mas o livro desmorona antes mesmo de conseguir se construir. Os personagens, que no começo parecem ser bem interessantes, tornam-se insignificantes, facilmente dispensáveis, apenas nomes no papel sem uma personalidade. Philip, o principal, talvez seja três (ou dez) pessoas diferentes. Ele não tem uma constância, algo que te faça conectar com ele especificamente ali. Ellen, a enfermeira coadjuvante, sofre do mesmo problema, mesmo que menor dose.

[não é muito revelador por eu não dar detalhes, mas o parágrafo diretamente abaixo pode ser considerado um pequeno spoiler]

Às vezes parece que Malernan esqueceu que estava escrevendo sobre seres humanos e isso foi muito grave para mim. Algumas cenas são simplesmente inverossímeis demais ou gratuitas e aleatórias demais (cof cof médico nu no meio da noite?) para fazerem sentido. Por exemplo, como alguém se depara com todos os seus colegas de trabalho, em sua maioria pessoas comuns e inocentes como ela, mortos em uma cena digna do mais sangrento dos filmes de terror, corpos despedaçados e desfigurados, sangue por toda parte... E pouquíssimo depois simplesmente senta junto da pessoa responsável por esse massacre para ouvir música? Sem nenhum questionamento, sem nenhuma surpresa ou receio. Isso vindo da mesma personagem que arriscou seu emprego (e talvez até sua vida?) para lutar contra algo que considerou injusto.

Infelizmente, esse não é nem de longe o maior dos problemas do livro.

A forma que os acontecimentos seguem também tem um sério problema de ritmo. Primeiro, o livro tem duas partes, sendo que a segunda, que deveria ser o desfecho, uma espécie de confronto, tem cerca de trinta páginas e algumas delas são sinceramente dispensáveis. Na primeira parte, que é basicamente o livro inteiro, a maioria das coisas parece simplesmente irrelevante, porque não há nada de concreto. No deserto, Philip e seus companheiros de deparam com uma série de visões estranhas e acontecimentos inexplicáveis, mas isso nunca realmente afetam a jornada deles, apenas serve para adicionar ao mistério. No hospital, perguntas e fragmentos de lembranças também não fazem muito diferente. São como instalações em uma estrada, por mais interessantes que possam ser, duram apenas o tempo da passagem e não interferem no caminho.

Como tudo que acontece na maior parte do livro são coisas não dão nenhuma resposta concreta, não criam nada novo, acaba parecendo que não está acontecendo simplesmente nada, apenas reforçando tudo o que já se sabe. Depois de mais da metade do livro se eu tivesse que resumir a história que estava lendo para alguém, as únicas partes importantes mesmo seriam as acontecidas bem no começo, algo um pouco mais profundo que a sinopse.

Isso acaba seguindo até o final, mesmo com uma tentativa de mudar. Toda pergunta importante acaba tendo uma resposta enrolada, nada nunca claro, tudo sempre parece que está faltando alguns parágrafos, algumas palavras, algo que definisse uma resposta real e não apenas uma série de palavras vagas que podem fazer mais ou menos sentido dependendo do seu estado psicológico (ou da quantidade de álcool que você tem no corpo), mas definitivamente parecem apenas um balbuciar de um louco ao invés de um desfecho.

Talvez o pior é que esses conceitos jogados sem desenvolvimento são realmente boas ideias. Toda a roda da guerra, todas essas loucuras, me deixariam muito satisfeita de ler, mas elas simplesmente não estão lá, como se Malerman esperasse que o leitor estivesse dentro de sua cabeça e já conhecesse tudo aquilo, então não era necessário falar. Possivelmente é isso que me deixou tão estressada lendo o livro, detesto ver um potencial filosófico desses ser desperdiçado em uma história.

E eu nem vou entrar na questão do final mesmo do livro, o último capítulo, porque é tão tosco e irrelevante que prefiro fingir que ele não foi escrito.

Sendo assim, quando terminei de ler além de não saber o que é o som, eu também não entendi porque o vermelho, por que os bodes (porque a explicação que o livro dá pra isso é fraquíssima), como raios a subexplicação religiosa foi parar no meio de toda essa bagunça... Em resumo, bem mais perguntas do que quando comecei a ler, bem mais frustrada do que eu comecei a ler. Isso geralmente me faria reler pelo menos partes do livro para tentar entender melhor, mas eu cheguei à conclusão que simplesmente não tem o que entender. As respostas não estão lá, as palavras vazias existem para serem completadas como qualquer um bem entender e eu definitivamente não quero completa-las.

Por fim, eu não queria comparar, mas é inevitável. Caixa de Pássaros, o primeiro livro do autor, e Piano Vermelho seguem a mesma forma e falham nos mesmos pontos. O que fez do primeiro para mim um livro bom e do segundo uma total perda de tempo (acho que é a primeira vez que eu considero um livro realmente uma perda de tempo, isso definitivamente significa algo) é a importância do ponto onde eles falham. Caixa de Pássaros é sobre sobrevivência acima de tudo, então a incapacidade de resolver seus mistérios não afeta tanto a história. Já Piano Vermelho é literalmente sobre homens mandados em uma missão para resolver um mistério. Se isso não é feito de forma minimamente satisfatória, nem que para dizer que o mistério não pode ser resolvido, não existe motivo para o livro. Comparando os dois, acabo chegando à conclusão que o autor tem boas ideias e um estilo de escrita bem interessante, mas que realmente precisa aprender a desenvolver melhor suas ideias para que mesmo ?abertas? elas não sejam simplesmente vagas.

Ah, uma última reclamação: O título que escolheram para a versão em português foi péssimo, afeta negativamente a história. Querendo ou não, Black Mad Wheel diz muito mais sobre a verdadeira natureza do livro do que Piano Vermelho.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Cintia 06/03/2019

Piano vermelho.
Um suspense que nos prende.
comentários(0)comente



Luiza.Oliveira 31/07/2019

Único e interessante
Bom, esse livro não me empolgou muito no início, mas depois da metade a história me prendeu, esse livro tem a característica de escrita desse autor de mesclar passado e presente, mas mesmo que tenha ficado o mistério no ar de certa forma, eu acredito que tenha tido um final fechado e uma sucessão de fatos muito legal
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Inaí.Botelho 30/08/2019

Josh Malerman é sem sombra de dúvidas um gênio
Eu já li muitos livros na minha vida, a maioria deles tinha como objetivo deixar as pessoas assustadas, mas nenhum nunca conseguiu, mas esse livro sim. Ele é incrível e envolvente, o tipo de livro que você não quer parar de ler não importa o quão agonizante seja continuar segundo os passos do personagem, ele te passa a sensação de que você também está ali, seguindo o Caminho com ele.
Simplesmente incrível, todos deveriam ler!
Personagens envolventes e trama perfeita, eu amo Josh Malerman e gostaria muito de entender como a mente dele funciona para que ele crie algo assim, ele é um dos meus autores favoritos, leiam, sério, é ótimo, não vão se arrepender. ???
comentários(0)comente



vic 21/10/2019

Oi?
Vou falar aqui rapidinho sobre as minhas impressões: não achei um livro cansativo, gostei muito do modo que o autor narrou a história, são 300 páginas, mas parece que você tá lendo um conto, além de ter intercalado flashback com o presente, ajudando a compreensão do livro. Mas o final deixa a desejar, e o enredo também. Eu fiquei perdida em algumas partes finais, que era explicando o que/quem tava tocando o som, mas foi uma brisa muito louca. Enfim, foi uma experiência diferente.

Em breve uma resenha completa no instagram @entredoismundos_
comentários(0)comente



Ramera 30/10/2019

From Twitter
Trata-se do terceiro livro que leio do Josh: realmente ele tem uma escrita que facilita nossa leitura e lida muito bem com a “ansiedade pelo inesperado” em conjunto com a “coragem de seguir em frente”. É difícil de parar de ler as paginas escritas por ele, já que criam uma atmosfera de curiosidade boa. Mesmo tendo temáticas que não são de meu interesse.
Mas assim, como nos outros livros, acho que Josh tem preguiça de escrever um final mais elaborado, surpreendente e tão assustador quanto o desenrolar do livro, além de algumas inconsistências que nos levam a pensar se cronologicamente a história faz sentido, nos desviando um pouco do enredo. Neste caso, referência a Macy’s que só foi inaugurada final de 1958 e o inventado da esteira de corrida, com mudança automática de velocidade, tendo seu primeiro modelo somente em 1970.
De qualquer forma, a história é construída com bons argumentos, personagens carismáticos e “paisagens lindas”. Por conta do livro acrescentei boas músicas a minha playlist, vi fotos incríveis de um lugar que não conhecia, o deserto da Namíbia, e estudei um pouco mais de história. No fim, este é, ou deveria ser, o objetivo de todos os livros, acrescentar algo ao nosso conhecimento e abrir a porta da curiosidade, que sempre nos leva em frente.
comentários(0)comente



Adely 06/11/2019

É fluído e super rápido, porém o final foi bem pobre na minha opinião
comentários(0)comente



472 encontrados | exibindo 136 a 151
10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR