Uma Proposta e Nada Mais

Uma Proposta e Nada Mais Mary Balogh


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Resenhas - Uma Proposta e Nada Mais


93 encontrados | exibindo 1 a 15
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Dayana.Zumach 09/02/2019

Apaixonante e viciante
Devo dizer que a leitura foi incrível, viciante até. Amei a escrita da autora, a forma como os personagens se desenvolveram e tudo o mais, mas não sei senti falta de algo apesar de não saber exatamente o que é...

A história irá nos apresentar a Lady Muir, viúva já a sete anos e até o momento nunca teve vontade de se casar novamente. E a Lorde Trentham que recebeu seu título devido aos seus feitos na guerra.
Duas pessoas com personalidades opostas e de vidas completamente diferentes que se unem em um desses acasos que, às vezes, nos fazem acreditar em destino. Lady Muir ao visitar uma amiga acabou por se machucar e lorde Trentham que por um acaso acabou saindo para dar uma volta em uma praia isolada acabou por ver Glewdoline se machucar e foi ajudá-la e é aí que nossa história começa, os dois começam uma relação de amor e ódio recíproco praticamente desde o início.
Ambos com uma cota de culpa que os consomem, mas que lidam com ela de maneira diferente e é isso no meu ver que os fazem discutir a maior parte do tempo.
É lindo ver a maneira como ambos vão se conhecendo e adentrando no mais obscuro segredo do outro e ainda assim permanecem próximos e com o tempo e contra todas as possibilidades e até mesmo contra suas vontades vão se apaixonando. Mas não pensem que será algo cor de rosa pelo contrário, terão muito o que enfrentar para que possam dizer se o amor realmente é o suficiente para que se possa ter um final feliz.
Enfim, esse livro é um que me deixou com aquele ar apaixonada e que me fez perceber que realmente o amor é aquele geralmente mais inconveniente...
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Andresa 28/01/2019

Um dos romances de época mais maduros que já li!
Comecei a ler o livro com grandes expectativas, pois ainda não conhecia a escrita da autora. Já li muitos romances de época e a experiência com esse foi diferente. O enredo, embora tenha todos os elementos que sempre encontramos no gênero, é muito mais sério, sem dar muita margem para comédias nas famosas brigas de gato e rato que encontramos por aí, principalmente porque o casal já é bastante maduro (ambos possuem mais de 30 anos).

Gwen é muito centrada, prudente, possui uma ótima relação com a família (principalmente com o irmão) e não se deixa intimidar pelas regras sociais da época. Já Hugo é um personagem masculino igualmente bem construído. Não tem papas na língua e é sincero ao extremo, talvez por conta de sua criação fora da aristocracia (seu título foi conquistado, não adquirido por sucessão), o que dá um toque diferente na relação dos dois. Ele faz a linha clichê do taciturno apaixonado e, justamente por isso, também me recordou as inúmeras releituras de A Bela e a Fera.

Essa seriedade é quebrada pelo alívio cômico que os amigos de Hugo, participantes do Clube dos Sobreviventes, trazem ao livro, fazendo gracinhas e provocações uns com os outros por meio da intimidade que a amizade deles desenvolveu.

Embora tenha poucas páginas, vários acontecimentos rolam aqui, e acabamos até esquecendo onde tudo começou. Parece ele mesmo uma série inteira! A princípio, passeamos por praias e os jardins de uma propriedade particular afastada da aglomeração, participamos dos bailes nas grandes cidades e, por fim, conhecemos a calmaria das propriedades rurais.

É um livro inteiramente maduro (sei que já usei esse adjetivo, mas não tem como descrever de outra forma), com muitas lições sobre relacionamentos e amores verdadeiros. O sentimento do casal, apesar de parecer imediato, vai sendo nutrido ao longo da trama e podemos perceber de uma forma muito graciosa esse desabrochar, a medida que o orgulho e o medo de ambos vai se dissolvendo. É apaixonante acompanhar a evolução desse sentimento! Meus olhos encheram de lágrimas com as declarações trocadas por eles, o que me fez marcar inúmeras quotes durante o livro todo.

Também não há excesso de cenas hot ou românticas. Tudo aqui é muito bem dosado e acredito que, de todos os que já li, é o que mais está de acordo com os costumes da época, mesmo Gwen sendo uma mocinha à frente de seu tempo.

A maior dificuldade do casal para ficar juntos é os dois pertencerem à classes sociais diferentes, o que pode parecer bobo para gente mas que fazia muito sentido para a época. Assim, o livro é basicamente ambos tentando encontrar uma maneira de tornar esse amor real. Acho que foi o primeiro livro que li em que o mocinho demonstra total cuidado ao tentar fazer parte da vida de sua amada, ao mesmo tempo em que a faz entrar em seu mundo e a se habituar com seu estilo de vida antes de tomar alguma decisão definitiva sobre o relacionamento.

Apesar disso tudo, meu ponto negativo é que faltou um quê a mais no enredo. Não sei dizer bem o que, mas faltou um detalhe a mais, um conflito ou divertimento extra pra fazer a gente chacoalhar. É como se a história seguisse uma maré tranquila sem maiores emoções. Além disso, a série tem muitos personagens e acabei ficando perdida com tantos nomes e títulos. O fato de se passar em vários ambientes também fez algumas coisas se perderem, como os integrantes do clube, que basicamente somem boa parte do livro. Apesar disso, ainda quero continuar a série e não vejo a hora de conhecer as histórias dos outros companheiros de Hugo!

site: https://umdiamelivro.com/2019/01/26/resenha-uma-proposta-e-nada-mais-de-mary-balogh
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Cris 21/01/2019

Nota: 3,5.
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Miss V 07/01/2019

Eu estou oficialmente desistindo dos livros da Mary Balogh. Todos são iguais. Esse mesmo parece um Frankenstein: cheio de enxerto dos outros livros dela.
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Vanessinha 14/12/2018

Boas expectativas para um livro início de série.
O clube dos sobreviventes é composto por amigos que se uniram após as guerras napoleônicas. Eu adorei quando a autora escolheu protagonistas cheios de marcas físicas e emocionais do seu passado e mostrou seus valores muito além das aparências. Nesse primeiro livro teremos Hugo Emes, que é lorde depois de honras militares e Gwendoline, viúva, ladu Muir que é manca. Os dois se conhecem ao acaso e a forma como o relacionamento é construído me deixou bem empolgada. Tem muito coisa legal e diferente dos romances de época, em geral. Discute as classes sociais sem estereotipos demais, e mostra como o amor poder surgir e tem sim problemas a serem enfrentados. Fiquei só um pouco confusa no início com a quantidade de personagens, mas dou todo desconto por ser um início de série que sem dúvida precisa apresentá-los. No decorrer espero estar mais familiarizada com todos. Uma boa leitura.
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cris.leal.12 27/11/2018

Os opostos se atraem...
Em "Uma Proposta & Nada Mais" vamos acompanhar o encontro de Hugo Emes, o Lorde Trentham, e Gwendoline, a Lady Muir. Ele é um ex-militar que lutou bravamente nas guerras napoleônicas e, por isso, recebeu o título de Lorde. Como convive com um enorme sentimento de culpa por ter passado anos na guerra matando e permitindo que os homens sob seu comando fossem mortos, traz uma aparência melancólica e carrancuda. Ela por sua vez, convive com as lembranças de um casamento infeliz que só lhe fez mal, mas por ser uma dama não deixa transparecer o sofrimento. Gwen pertence à aristocracia, enquanto Hugo, apesar de rico, pertence à classe média, mas apesar do abismo social, ambos vislumbram uma identificação porque lidam com antigas feridas emocionais.

No momento em que o destino, este brincalhão, os aproxima, ela o acha rabugento e rude. Ele a acha mimada e fútil. Ela tem convicção que nunca mais vai se casar. Ele, por sua vez, procura uma esposa de preferência do seu nível social, pois não gosta das classes superiores. Mas como os opostos se atraem e ninguém manda no coração, os dois vão se sentir cada vez mais atraídos, apaixonados e empenhados em resolver as diferenças e os conflitos que os impedem de ficar juntos.

Este não é o melhor romance de época que já li, desta autora mesmo apreciei mais "Ligeiramente Casados", mas gostei bastante do protagonista. Seu jeito franco me fez rir e o fato de sua aparência carrancuda esconder uma pessoa muito gentil, me agradou. Não tinha mesmo como Gwen não cair de amores por ele.

site: https://www.newsdacris.com.br/2018/11/resenha-uma-proposta-e-nada-mais-de.html
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Thaisa 24/10/2018

Adorei!
Mary Balogh virou uma de minhas autoras favoritas desde o primeiro livro da série Os Bedwyns que li dela. Quando vi o lançamento dessa nova série, fiquei eufórica. Minha amiga Carol recomendou bastante esse livro, fazendo a minha vontade de ler aumentar e já posso garantir que (mais uma vez) ela acertou em cheio!

O primeiro livro da série Clube dos Sobreviventes conta a história de Hugo Emes e Gwendoline Grayson, duas pessoas marcadas por adversidades em suas vidas. O romance tem um clima mais maduro, como os personagens. Eles não são dois jovenzinhos inocentes e sim, dois adultos que passaram por muitas coisas nessa vida.

Hugo, recém saído das guerras napoleônicas, carrega um peso em sua alma e busca a absolvição no grupo de amigos no clube. Gwen, viúva há 7 anos, convive com tragédias que feriram sua alma. Os dois se encontram por acaso (será mesmo acaso?) e descobrem que a vida pode ser mais interessante do que imaginavam.

Eu adorei o desabrochar desse amor. A autora trabalhou bem os personagens, explorando suas personalidades e nos apresenta um romance maduro, um amor forte e duas vidas que buscam se livrar dos seus fantasmas, apoiados um no outro, em si mesmos e nos amigos. O valor da família também foi muito bem explorado.

Amei os personagens, não só os protagonistas, mas também os outros integrantes do Clube. Estou super curiosa pra conhecer a história de cada um deles. Hugo virou meu mais novo crush e apesar dele ser um cara sisudo  e por vezes taciturno, conseguiu me encantar de um jeito avassalador. Gwen é a mocinha que amo! Uma mulher decidida, guerreira e vencedora.

Só tenho a dizer que Uma Proposta e Nada Mais me conquistou completamente. O romance é leve e ao mesmo tempo profundo, com personagens marcantes e cativantes que passarão um bom tempo em meus pensamentos. Super recomendo para quem ama o gênero.

Resenha publicada no blog Minha Contracapa:

site: http://minhacontracapa.com.br/2018/10/resenha-uma-proposta-e-nada-mais-de-mary-balogh/
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Kari 23/10/2018

O primeiro livro da série “Clube dos sobreviventes” conta a história de Hugo Emes, o lorde Trentham e Gwendoline Grayson, a lady Muir. Hugo é um soldado que retornou das Guerras Napoleônicas trazendo consigo muitos fantasmas. Apenas quando está rodeado pelos seus amigos que passaram pela mesma provação (o chamado Clube dos Sobreviventes) é que Hugo encontra um momento de paz de espírito, mas infelizmente, o mundo continua a girar ao seu redor.


Com o falecimento do seu pai, ele é o herdeiro e tem a obrigação de administrar todas as propriedades, além de precisar lidar com a madrasta e sua meia-irmã, Constance. Constance está com 19 anos de idade e já deveria ter sido apresentada à sociedade, mas graças à inaptidão de sua mãe Fiona, a jovem se vê presa em um limbo.


Hugo não tem paciência para lidar com o drama de Fiona, mas sabe que Constance merece o melhor e que a jovem precisa de uma mulher mais velha para auxiliá-la a navegar pela maldosa sociedade londrina. Hugo também sabe que está na idade de ter um herdeiro e para isso, precisa de uma esposa. Então a solução lógica para os seus problemas é encontrar uma esposa que se encaixe em seus planos.

Gwendoline é uma viúva de 32 anos de idade que aprecia a tranquilidade e a liberdade que o seu status social fornece, mas que após estar sozinha por sete anos, sente-se solitária. Porém, não está em seus planos arranjar um novo marido. Se teve algo que o casamento lhe ensinou é que após o matrimônio, o marido pode se transformar em alguém completamente diferente e isso é assustador.

Enquanto está hospedada na residência de uma conhecida, o caminho de Gwendoline e Hugo se cruza e os dois começam a desenvolver certo afeto um pelo outro. Hugo tem um jeito grosseirão e meio brusco, mas a protagonista não fica assustada. Pelo contrário, ela sente certa vivacidade em responder os seus comentários e os dois começam a desenvolver sentimentos.


É um romance intrigante, pois não se trata de dois jovens inocentes e sim de adultos maduros que passaram por inúmeras adversidades em suas vidas e por isso, possuem uma maior compreensão sobre a vida, a sociedade londrina e seus próprios sentimentos.


"-Sofremos neste lugar - explicou ele. - Nós nos curamos neste lugar. Desnudamos nossas almas uns para os outros. Deixar esta casa foi uma das coisas mais difíceis que fizemos. Mas era necessário para que nossas vidas voltassem a ter sentido. Uma vez por ano, porém, voltamos para recuperar nossa integridade ou para nos fortalecermos com a ilusão de que estamos inteiros." (p. 45)

site: http://www.alempaginas.com/
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Desireé (@UpLiterario) 23/10/2018

Já dizia o ditado: os opostos se atraem. (@Upliterario)
Hugo Emes, Lorde Trentham, recebeu seu título por seus feitos de guerra e carrega as cicatrizes de suas façanhas em sua alma. Foi o refúgio nas terras do Duque de Stansford e a companhia ali oferecida que lhe deram um pouco de paz, e assim nasceu o Clube dos Sobreviventes, onde feridos de guerra buscam por sarar suas feridas e reconstruir suas vidas. Anualmente, os membros retornam à Cornualha para um reencontro. Mas neste ano, Hugo encontrará por lá muito mais do que a companhia de bons amigos.
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Lady Muir tornou-se viúva aos 25 anos, depois de um curto casamento, cheio de altos e baixos. Agora sete anos depois, ela só procura um pouco de paz e tranquilidade em seus dias, ao lado de sua família e amigos mais próximos. Em uma visita à uma velha amiga, contudo, Gwen sofre um pequeno acidente e torce gravemente o tornozelo. Mas não é cavalheiro de armadura brilhante que vem em sua ajuda e, sim, o grosseirão e rude Lorde Trentham, filho de um comerciante de classe média, cujo título vazio não lhe forneceu a educação natural à aristocracia.
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Apesar de diferentes em tudo, Gwen e Hugo sentem uma amizade e uma atração mais forte do que o bom senso e as boas maneiras. E, mesmo que Hugo esteja à procura de uma esposa, Gwen seria a última opção. Até que...ela se torna a única escolha possível de seu coração.
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“-Acredito que eu prefira passear com você a valsar com outro, lorde Trentham.”
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Um romance que mescla bem temas mais sombrios, com momentos leves e doces. Hugo é muito fechado, rústico e carrancudo, mas guarda um grande coração. E para os fãs da autoras, vários personagens de outras séries aparecem por aqui e possibilitam ao leitor reencontrar velhos e grandes amigos. Recomendo!

site: www.instagram.com/upliterario
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@najara_lena 12/10/2018

Uma proposta e nada mais com receita
Humm....não consigo parar de suspirar depois de ler o romance que trago para vocês hoje. Vamos falar um pouquinho de UMA PROPOSTA E NADA MAIS, da autora MARY BALOGH. Este livro é o primeiro da coleção CLUBE DOS SOBREVIVENTES e trata-se de um romance de época, ambientado em torno de 1815, período das guerras napoleônicas, onde nossa heroína é a jovem viúva Lady Muir, primeiro nome Gwendoline, e vamos chamá-la carinhosamente como chamam no livro de Gwen.
Nosso herói é o Lorde Terntheam, conhecido como Hugo Emes, e apesar do título de nobreza, logo descobrimos que nosso mocinho não é nada pomposo como a aristocracia inglesa e nem é tão cavalheiro assim. Hugo herdou o título em reconhecimento por sua atitude heroica na guerra e a fortuna herdou do pai que era comerciante, logo não tinha o hábito de frequentar as rodas aristocráticas que Gwen frequenta.
Por obra do destino, em um fatídico acidente em uma praia isolada que pertence as terras de um amigo de Hugo, ele conhece Gwen que está ferida. Muito a contragosto ele resolve socorrer a pobre moça e a levá-la para a mansão de seu amigo, onde está hospedado junto com outras pessoas que se reuniram para recuperar de traumas da guerra.
Como Gwen torceu o tornozelo, ela não tem outra alternativa a não ser ficar hospedada na mansão até que recupere de sua lesão, e neste interim ocorre o mais delicioso romance entre duas pessoas que aparentemente são totalmente opostos uma da outra. Hugo não quer se envolver com Gwen, pois ele acredita que eles vêm de mundos totalmente diferentes, por tanto não são compatíveis. Gwen por sua vez tinha decidido que após sete anos de viúves estava muito bem feliz e sozinha.
Uma das coisas que adorei neste romance é que a heroína não é nenhuma donzela desprotegida, muito pelo contrário, Gwen é uma viúva bem resolvida, alegre, rodeada por entes queridos e muito apreciada, e que apesar de ter sofrido durante o casamento e ter passado por um acidente que deixou sequelas, ela resolveu encarar a vida com felicidade. Outra coisa que gostei também é o fato de ela ter mais de trinta anos, normalmente em romances sempre temos a mocinha inexperiente, jovem e ingênua demais, e isso com o tempo cansa e se torna até previsível, então é um balsamo esta mudança de ares para personagens mais maduros.
No decorrer do romance vocês vão começar a notar que apesar da falta de tato e do jeito meio grosseiro de Hugo ele é um espetáculo, vão também perceber como ele é gentil, carinhoso e solicito além de muito, muito sedutor de um jeito que não é forçado e quando vocês menos esperarem vão se apaixonar por ele. Gwen também é um encanto de personalidade doce, mas determinada, com o decorrer da estória a gente fica na expectativa e na torcida que tudo dê certo para ela o tempo todo.
Enfim neste primeiro livro da série, Mary Balogh conseguiu trazer uma mistura inebriante de romance, desejo, quebra de preconceitos e paradigmas. Uma proposta e nada mais é uma leitura leve e deliciosa repleta de situações divertidas e de uma inteligência sutil e contagiante, para quem gosta de um bom romance de época esta leitura vai ser uma delícia.
E por falar em delicia, este romance é repleto de guloseimas, mas um prato que me chamou atenção em mais de um momento foi a sopa. Então pensei com muito carinho e resolvi criar uma sopa reconfortante para vocês, e acho que uma boa sopa não só alimenta o corpo como conforta a alma.

Hugo e Gwen
Ele a encarou, notou que sorria e lhe fez um seco sinal com a cabeça, depois voltou a atenção para o jantar.
A julgar pela sopa, pensou Gwen, o duque de Stanbrook tinha um excelente cozinheiro.
Constance e Fiona (sogra e enteada de Hugo)
_ Sua avó vai preparar sopa para mim- disse Fiona. - Sempre fez a melhor sopa do mundo.

Então vamos lá nos aventurar a fazer a melhor sopa do mundo ......
Sopa (Comfort Food)
Dicas e truques
Uma torradinha feita de pão francês com um pouquinho de azeite é o acompanhamento ideal para esta sopinha.
Sabe aquele detalhe verdinho salpicado em pratos de sopa que normalmente vemos em fotos de revista? Pois então é uma coisinha muito simples de fazer, basta você picar salsinha bem picadinha e depois secá-la no papel toalha. Você vai absorver todo o sumo da salsinha com o papel, pode até deixar ela descansando embrulhadinha no papel por um tempo, e o resultado vai ser uma erva sequinha parecendo com um pozinho verde. Fica lindo para decorar pratos de sopa.
Utensílios
? Faca
? Panela de pressão
? Panela normal
? Prato e concha para servir
? Liquidificador
Ingredientes
Vou separar a recita em duas etapas pois são os detalhes que fazem a diferença
Passo 1
? 3 batatas cortadas em cubos
? 1 cenoura fatiada
? 1 cebola picada
? 2 dentes de alho picados
? ½ xicara de abobora picada
? 1 colher de manteiga
? Azeite
? Sal e pimenta
? 1 litro de água
Em uma panela de pressão você vai colocar a manteiga e o azeite (dica para não queimar a manteiga). Quando estiver bem quente vai juntar a cebola e o alho e refogar até começar a dourar. Depois acrescente todos os legumes picados e tempere com sal e pimenta. Deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, depois de cozido bata tudo no liquidificador e reserve (cuidado ao bater líquidos quentes no liquidificador para não se queimar)
Passo dois
? 1 batata cortada em cubinhos pequenos (bem caprichado)
? 1 cenoura cortada em cubinhos pequenos
Na panela normal, você vai cozinhar estes cubinhos em água com uma pitadinha de sal, até que fiquem ?al dente? sem ficarem muito moles e perderem a forma, escorra e reserve.
Por fim você vai juntar a sopa batida e os cubinhos de legumes que são para dar textura ao creme. A textura do creme fica por sua conta. Tem quem goste dele mais ralinho e tem quem goste mais encorpado. Se você for do time se sopas mais encorpadas, basta deixar a sopa ferver mais um pouco até que engrosse mais.
Sirva em pratos fundos ou pequenos bowls e decore com a salsinha que ensinei a fazer acima na dica. Além de nutritiva, esta sopa é muito saborosa e bonita, perfeita para um dia friozinho e nublado com uma carinha de Londres antes das temporadas de baile......
Até a próxima
Kisses,
NL
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Vânia 09/10/2018

Clube dos Sobreviventes #1
Já são vários os livros que lemos cujas histórias/romances se passam em plenas Guerras Napoleônicas.
A série desta mesma autora lançada anteriormente, os Bedwyns, inclusive traz esse período e algumas descrições dos horrores que aconteciam.

No entanto, nenhuma outra série trouxe as sequelas de quem vivenciou de perto esse horror (pelo menos, nenhuma que eu tenha lido).

Esta série aqui se trata exatamente isso.

Seis pessoas. Cinco homens e uma mulher. Estes são os sobreviventes dessa guerra.
Trazendo ferimentos no corpo e na alma, eles se conheceram quando passaram um período muito longo de recuperação na propriedade de George Crable, o Duque de Stanbrook.
Este não foi pessoalmente à guerra, mas perdeu um filho muito jovem nela.
Ele, então, tomou para si a responsabilidade de cuidar de outros, e desse convívio uma grande amizade nasceu.

Ao longo da leitura deste livro, ficamos sabendo de algumas sequelas e/ou o que estes sobreviventes têm (logicamente, cada livro trará mais detalhes), mas vamos apresentar os participantes:

Flavian Artnott, Visconde Ponsonby (é gago)
Ralph Stockwood, conde de Berwick (tem uma enorme cicatriz no rosto)
Imogen Hayes, lady Barclay (foi feita prisioneira, e viu o marido ser torturado e morto)
Vincent Hunt, Lorde Darleigh (o mais jovem do grupo. Cego)
Benedict Harper (sofreu ferimentos severos nas pernas e anda com muletas. O médico queria amputá-las, mas ele se recusou e voltou a andar, mas ainda com grande dificuldade)

E temos o protagonista deste livro, Hugo Emes.
Hugo não nasceu nobre. Recebeu o título como condecoração por heroísmo, mas, na verdade, ele sequer imaginava que iria sobreviver.

Ele chefiou uma missão suicida e o mais certo era de que ele e seu grupo de homens não voltariam. Mas ele voltou. E apesar de não ter cicatrizes externas, ele as carrega na alma.

O grupo, depois de recuperado, passou a se encontrar 1 vez por ano na casa de campo de George.
Como Hugo não pôde ir no ano anterior por conta da morte de seu pai, ele estava ansioso para encontrar os amigos. E, também, porque ele vinha pensando em conversar com eles sobre a possibilidade de encontrar uma esposa.

Tendo herdado uma fortuna, Além da madrasta e a meia-irmã para cuidar, Hugo sabia que uma esposa o ajudaria a lidar com essas questões de traquejo social, coisa que ele possuía nenhum. Hugo era direto em suas palavras, se passava por grosseirão, e estava sempre carrancudo.

Ao contar para eles o seu plano, num jeito peculiar à amizade deles, foi dito que ele deveria encontrar a primeira solteira, jogar-lhe na cara o quão rico era e, simplesmente, pedi-la em casamento.

Isso quase aconteceu...

Gwen estava hospedada na casa de uma amiga, Vera Parkinson, próxima à casa do duque. Com o passar dos dias, Gwen percebe que a única coisa que tinham em comum era que ambas eram viúvas.
Vera era uma pessoa difícil de lidar, sempre reclamando da vida.

Após terem se desentendido, e Gwen ter saído para passear pela praia, ela acaba se machucando ao escorregar e é ajudada - melhor dizendo, carregada! - por ninguém menos que o homem que havia saído para encontrar uma esposa.

Depois disso, a interação entre o casal vai de muito engraçada ao fiasco total.

Gwen era viúva já há algum tempo e havia voltado a morar com a mãe. Sua família se preocupava com ela.
A princípio ela não se mostra disposta a mudar sua condição, mas quando a ideia começa a lhe bater, ela conhece Hugo.

Definitivamente ele era um homem diferente.
Não era nobre e há até bem pouco tempo, ele tinha total desprezo por eles. Suas amizades são poucas e leais. Prima pela sinceridade sempre e, apesar de não ter muitos motivos para rir, consegue enxergar em Gwen mais do que apenas a possibilidade de ser uma esposa ajudadora; ela poderia ser aquela que iria com ele transpor algumas portas em busca do autoperdão e felicidade.

"Sentir-se culpado quando não há erro indiscutível é muito perigoso."

"Quando nos sentimos como ovos podres, não queremos que ninguém quebre a casca, para o bem dos outros."

A história é rica de detalhes a que se propõe. Mostra pessoas feridas; traz a possibilidade de um romance (o cortejo desajeitado e inseguro que o torna mais charmoso); revela segredos e ainda faz o leitor pensar sobre a importância da empatia, além de querer torcer por dias melhores a cada um dos personagens.

A maestria da autora está em trazer assuntos tão pesados de forma a querer que o leitor queira virar uma página após a outra. Há a introspecção, mas não um sofrimento.
Não se engane. O romance pode ter um final feliz, mas o seu ganho em lê-lo vai muito além disso.
Muito inspirador.
5 estrelas
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Michele Bowkunowicz 09/10/2018

recomendo!
Em Uma Proposta e Nada Mais, da autora Mary Balogh, conhecemos um grupo peculiar de sete pessoas. Todos eles escaparam com vida das Guerras Napoleônicas, cinco ex-oficiais militares e a viúva de um oficial morto pelo inimigo: Hugo Emes, lorde Trentham; Flavian Artnott, visconde Ponsonby; Ralph Stockwood, conde de Berwick; Benedict Harper; Vincent Hunt, lorde Darleigh; e Imogen Hayes, lady Barclay. Eles foram acolhidos na casa de campo de George Crabbe, duque de Stanbrook, que se tornou o sétimo membro do Clube dos Sobreviventes.

“Eram sobreviventes e tinham força para levar a vida adiante. Contudo, de uma forma ou de outra, também carregavam cicatrizes. Entre eles, não precisavam esconder isso.” (pág. 7)

“As pessoas compreendem a linguagem do coração, mesmo que a cabeça nem sempre consiga.” (pág. 11)

“A negatividade podia ser assustadoramente contagiosa.” (pág. 16)

“A vida era curta demais para perder tempo com lamentações. Havia sempre muito o que comemorar.” (pág. 18)

“Ele se recuperara de suas feridas até onde fora possível.” (pág. 21)

“Teria aquela atração inesperada e um tanto ridícula alguma relação com a igualmente inesperada onda de solidão que ela sentira na praia, pouco antes de se encontrarem?” (pág. 38)

“Quando as feridas saravam, tudo deveria se curar. A pessoa deveria voltar a ficar inteira. Parecia fazer sentido.” (pág. 47)

“Às vezes, a vida é complicada demais para que haja uma resposta simples para uma pergunta simples.” (pág. 57)

Após criarem um forte laço de amizade, todos eles combinaram de se reunir sempre que possível na casa do duque de Stanbrook, para não só reforçar o companheirismo que surgiu das feridas internas e externas de uma guerra, mas também para colocar a conversa em dia. Hugo, não muito diferente de seus amigos, carrega cicatrizes por ter comandado uma missão suicida. Por causa de sua bravura recebeu um título de nobreza e uma identificação como herói de Badajoz, que ele acredita ser desnecessário. Sem contar esse grande fardo que ele precisa carregar nas costas, seu pai faleceu e deixou a responsabilidade de toda a riqueza e negócios da família para Hugo.

“Tinha muito a aprender. Crescera em Londres e partira para a guerra.” (pág. 69)

“Seria possível resistir à companhia de lorde Trentham?” (pág. 72)

“Felicidade e satisfação não eram a mesma coisa, eram?” (pág. 76)

“Acho que o mar nos lembra do pouco controle que temos sobre a vida, por mais que tentemos planejar e organizar tudo com cuidado. Tudo muda da forma mais inesperada e tudo é assustadoramente imenso. Somos pequenos demais.” (pág. 81)

“Apesar de tudo que se possa dizer em contrário, vale a pena viver até o último suspiro com que a natureza nos presentear.” (pág. 88)

“O medo deve ser desafiado, foi o que descobri. Ele fica poderoso quando permitimos que nos domine.” (pág. 100)

“Para alguém com algum senso de autopreservação, ele parecia ter uma tendência e tanto à autodestruição. Uma contradição intrigante.” (pág. 103)

Na casa de lorde Stanbrook, ele confidencia aos amigos que o tempo de reclusão tinha acabado. Agora, Hugo precisa encontrar uma esposa. Não só isso, ele também precisa tirar Constance, sua meia-irmã, das garras de Fiona, sua madrasta, enquanto ela ainda é jovem e tem tempo para apreciar a socialização da aristocracia e encontrar um marido. O Clube dos Sobreviventes, em uma brincadeira inocente, encoraja Hugo a pedir em casamento a primeira mulher que encontrar na praia perto da casa de Stanbrook.

“Tinha experimentado a paixão recentemente e não queria isso de novo. Era intenso demais, doloroso demais.” (pág. 137)

“Sonhos de juventude são preciosos. Não devem ser considerados irrealistas e tolos só por serem jovens.” (pág. 149)

“Ninguém pode experimentar o casamento. Quando se entra nele, não há como sair.” (pág. 150)

“A vida era feita de escolhas, e cada uma delas, mesmo as mais insignificantes, faziam diferença na trajetória da pessoa.” (pág. 158)

“O que acontece com o amor quando o romance acaba, George?” (pág. 211)

“Quando você não ama a si mesma, não tem condições de amar mais ninguém. Não de maneira completa e verdadeira.” (pág. 235)

“(...) não importo com o número de mundos que teremos que atravessar para descobrir nosso próprio mundinho.” (pág. 272)

Para satisfazer as gracinhas dos amigos, Hugo realmente vai para a praia, mas sem a intenção de fazer o que eles falaram. Como obra do destino, Gwendoline Grayson, lady Muir, também estava caminhando em direção ao mesmo lugar. Na verdade, ela só estava ali após uma discussão com Vera, uma colega com quem está passando os dias. Gwen precisava espairecer a mente, mas acabou pensando no fato de ainda estar sozinha mesmo após sete anos da morte do marido. Sem querer ela acaba machucando o tornozelo após cair. Vendo o estado dela, Hugo se aproxima para ajudar. Como era de se esperar, Gwen aceita a oferta com relutância.

Leia o restante no blog Rotina Agridoce:

site: http://www.rotinaagridoce.com/2018/05/resenha-1625-uma-proposta-e-nada-mais.html
Silvia 09/10/2018minha estante
Oi Michele, gostaria de saber se você ainda tem O Menino do pijama listrado para troca (no plus)? Obrigada




Kika.Oliver | @mixturaliteraria 06/10/2018

Ah que saudade eu estava da Mary Balogh!
Mais uma vez fui arrebatada por um lindo romance de época ao ler o 1º livro da série O clube dos sobreviventes da Mary Balogh que conta a história de um grupo de 7 pessoas que se conheceram no período das guerras Napoleônicas e que se uniram em um momento de muita dor e sofrimento, encontrando apoio e um novo sentido de viver em seus momentos de maior vulnerabilidade. . .

Em Uma proposta e nada mais (1º livro) temos o prazer de conhecer a história de Hugo e Gwendoline. Ele, membro desse clube é conhecido como o herói de Badajoz e ela uma viúva de uma família aristocrática muito respeitável que, aqueles que já conhecem os livros anteriores da autora já ouviram falar. .

Hugo é uma figura. Um homem enorme com a cara sizuda, aparentemente rude, sem habilidades sociais e principalmente sem nenhum jeito com as mulheres, mas tudo isso só nos serve para darmos muita risada, (de desespero e choque) em momentos em que ele simplesmente não segura as palavras na boca. Mas ele também possui um coração lindo e tão grande quanto ele. .

Gwen em termos de aparência e jeito é seu completo oposto, de compleição delicada, a leveza em pessoa e nitidamente uma dama aristocrática, que com muito jeito e sutileza consegue colocar o melhor que Hugo tem pra fora. Sendo uma mulher mais madura, ela nos cativa pela graça e habilidade características da idade, algo que não costumamos ter em personagens mais jovens. . .

Juntos, o casal protagoniza uma linda e madura história de amor, onde o perdão e amor próprio possuem muito destaque na trama. Eles carregam há muito tempo feridas emocionais abertas que não deveriam possuir, mas juntos e cada um à sua maneira e a seu tempo encontram no outro o impulso necessário para a cura. .

A leitura é mais do que recomendada! Para quem ama um bom romance de época com foco na construção do relacionamento e não em páginas e páginas de cenas sensuais essa é a escolha ideal. Deixando claro que sim, temos cenas calientes e deliciosas de ler, porém na medida e tempo certo. .

Vale dizer que são histórias independentes e o final é apresentado de uma forma que não causa desespero pelo livro seguinte.

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Michelle Trevisani 29/09/2018

Os livros de Mary Balogh da série “Os Bedwins” cativaram-me desde o primeiro, então já tinha uma grande expectativa ao começar a ler Uma proposta e nada mais da série Clube dos sobreviventes. Já posso dizer que o livro não me decepcionou.

Primeiramente, achei a capa linda. É delicada, agradável, chama atenção e dá vontade de saber sobre a história. Depois, o livro é uma delícia de ser lido! A narrativa flui e não dá vontade de parar de ler. Fiquei acordada até depois da meia-noite lendo, pois não conseguia parar!

Gwendoline, lady Muir, é uma jovem viúva que já sofreu bastante na vida e que já não pensa mais em se casar. Está resignada em ser tia e viver com sua família. Já Hugo, lorde Trentham, não nasceu nobre, mas conquistou seu título por seus próprios méritos. Também tem suas feridas internas, e conhece Gwen por um dos acasos da vida.

O Grupo dos Sobreviventes era formado por sete amigos: seis homens e uma mulher. Cada um com um trauma físico ou psicológico diferente causado pela guerra, e encontram um no outro força para lutar e superar seus traumas. São mais do que amigos, são uma verdadeira família. Reúnem-se em Penderris Hall, casa de campo do duque de Stanbrook, e é lá que Gwen e Hugo se conhecem. Ela está visitando uma amiga (muito chata e inconveniente) e torce o pé num passeio na praia. O problema é que ela já tem um problema naquele pé, e Hugo a ajuda e a leva à casa onde o grupo está reunido.

"O clima não o desanimava, embora preferisse viajar com sol. Estava a caminho da Cornualha. Ia a Penderris Hall, a casa de campo de George Crabbe, duque de Stanbrook. Sua graça era uma das seis pessoas que ele mais amava no mundo, algo até estranho de se admitir. Afinal, cinco delas eram homens. Eram as seis pessoas em que ele mais confiava no mundo. Não havia nada de impessoal em sua relação com esses amigos.”

Ela não queria ficar lá, mas todos a convencem de que é o melhor. Nos dias que antecedem a chegada de seu irmão, que vai buscá-la para levá-la para casa, ela consegue se dar bem com todos, porém é inegável que Hugo a intriga, e que ele está atraído por ela.

O romance entre eles vai acontecendo aos poucos, e quando ela vai embora já está apaixonada, porém acha que não vai mais vê-lo. Hugo, por outro lado, está à procura de uma esposa. Se quiser um filho legítimo, terá que se casar. A princípio, ele queria alguém de sua classe social, mas não estava interessado em amor, contudo, depois dos dias que passa com Gwen, vai até à casa de seu irmão e a pede em casamento. Ela promete que vai conhecer sua meia-irmã e ajudá-la na apresentação à sociedade, e diz que ele pode cortejá-la.

LEIA O RESTANTE DA RESENHA NO MEU BLOG >> LIVRO DOCE LIVRO.

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Ro 08/09/2018

Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome, Lady Gwendoline Muir, é uma viúva, vinda de um casamento com problemas e com traumas físicos e emocionais, uma historira envolvente dei muitas reisados com esse casal. Estou muito curiosa para os próximos livros, quero conhecer a historias de cada personagem. Amei a escrita da Mary.
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